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  • Filme

    Ben Mendelsohn revela que há várias versões alternativas para as principais cenas de Rogue One

    29 de dezembro de 2016 /

    O ator Ben Mendelsohn, que interpreta o vilão Orson Krennic em “Rogue One: Uma História Star Wars”, disse em entrevista ao site Collider que a quantidade de cenas filmadas e refilmadas no prólogo de “Guerra nas Estrelas” faz com que haja diversas versões completamente diferentes de diversas sequências de ação do filme. “O diretor tinha múltiplas maneiras de enfocar cada cena, por isso criou leituras múltiplas delas. Dependendo do que fosse decidido, haveria um leque de opções para abordar diferentes possibilidades. E eu sei, por ter visto as cenas cruciais durante o processo, que há inúmeras leituras diferentes para ao menos quatro dos principais momentos”, revelou o ator. Ele ainda multiplicou o número de cenas quando perguntado se poderia ser lançada uma edição alternativa de “Rogue One” com o material filmado. “Absolutamente, com enormes diferenças em 20 ou 30 cenas”. Segundo o ator, ver o filme proporcionou diversas surpresas. Ele revelou que as refilmagens serviram para fornecer “pontes” entre trechos de versões completamente diferentes de algumas cenas, possibilitando uma montagem que aproveitou o melhor de cada ideia registrada ao longo da produção. Em resumo: os extras do Blu-ray de “Rogue One” deverão ter farto material, com muitas cenas deletadas e versões alternativas.

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  • Filme

    Bilheterias dos EUA batem recorde de arrecadação em 2016

    28 de dezembro de 2016 /

    As bilheterias dos EUA ultrapassaram nesta quarta (28/12) a marca de US$ 11,13 bilhões de arrecadação anual, recorde de arrecadação em todos os tempos. As cifras superaram os US$ 11,12 bilhões de 2015, que era o recorde anterior, e, segundo a empresa de monitoramento ComScore, devem fechar o ano com um valor total entre US$ 11,3 e US$ 11,4 bilhões. Os valores foram impulsionados, principalmente, por filmes de super-heróis, animações e pela franquia “Star Wars”. O que significa que a Disney é a principal responsável pelo fenômeno. Das 10 maiores bilheterias de 2016 nos EUA, 6 são da Disney. O ranking definitivo das maiores arrecadações do ano serão publicados na próxima semana.

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  • Filme

    Morte de Carrie Fisher atrasará filmagens de Star Wars: Episódio IX

    28 de dezembro de 2016 /

    A morte da atriz Carrie Fisher vai afetar as filmagens de “Star Wars: Episódio IX”. De acordo com uma reportagem do canal AOL e fontes do site Deadline, a Princesa/General Leia Organa teria bastante destaque na conclusão da trilogia e a morte de sua intérprete fará com que os roteiristas tenham que adaptar a trama. Com isso, as filmagens que estariam previstas para o começo de 2017 só devem acontecer agora no fim do ano. De todo modo, a LucasFilm ainda não tinha confirmado a data para o início da produção, que só chegará aos cinemas em 2019, após o spin-off centrado no jovem Han Solo. Carrie Fisher filmou todas as suas cenas de “Star Wars: Episódio VIII”, que chegará aos cinemas no final de 2017.

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  • Filme

    Mark Hamill presta homenagem a Carrie Fisher, sua “amada gêmea do espaço”

    28 de dezembro de 2016 /

    O ator Mark Hamill postou um texto emocionante em homenagem a Carrie Fisher no Facebook. A atriz, que faleceu na terça-feira (27/12), interpretava a Princesa Leia na saga “Star Wars”, irmã de Luke Skywalker, o personagem eternizado por Hamill. “Nunca é fácil perder um membro vital e insubstituível da família, mas isso é de partir o coração. Carrie era única e pertencia a todos nós – quer ela gostasse ou não. Ela era NOSSA princesa, poxa, e a atriz se transformou em uma linda, ferozmente independente e engraçada mulher que tomava as rédeas e tirou o fôlego de todos nós. Determinada e forte, mas com vulnerabilidade que fazia você torcer por ela e torcer para que ela alcançasse o sucesso e fosse feliz. Ela interpretou um papel crucial na minha vida profissional e pessoal, e ambas seriam muito mais vazias sem ela. Eu sou grato pelo seu sorriso, sabedoria, bondade e até pelas coisas malcriadas e egocêntricas que minha amada gêmea do espaço me deu ao longo dos anos. Obrigado Carrie. Eu te amo”, escreveu o ator. Os dois poderão ser vistos juntos pela última vez nos cinemas em “Star Wars: Episódio VIII”, que estreia em 17 de dezembro de 2017. Veja a íntegra do post abaixo:

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  • Filme

    Carrie Fisher terá maior destaque em seu último filme da saga Star Wars

    28 de dezembro de 2016 /

    Antes de morrer, Carrie Fisher finalizou sua última aparição na saga “Star Wars”. Ela voltará a aparecer como General Leia Organa em “Star Wars: Episódio VIII”, ainda sem título oficial definido. Segundo apurou o site Deadline, seu papel será maior do que ela teve em “Star Wars: O Despertar da Força”. Além dela, sua filha, Billie Lourd (que também esteve no “Episódio VII”) terá mais destaque na trama. Rumores ainda apontavam que Leia deveria participar do “Episódio IX”, mas como este filme ainda está em estágios iniciais, sem um roteiro finalizado, muita coisa deve mudar. “Star Wars: Episódio VIII”, com a última aparição de Carrie Fisher no cinema, estreia em 15 de dezembro de 2017.

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  • Série

    George Lucas vai virar personagem da série Legends of Tomorrow

    27 de dezembro de 2016 /

    O diretor George Lucas será transformado em personagem de “Legends of Tomorrow”. O criador da franquia “Star Wars” vai aparecer de forma proeminente na trama do retorno da metade final da 2ª temporada e será interpretado pelo ator Matt Angel (série “Sweet/Vicious”). Em entrevista ao site da revista Entertainment Weekly, o produtor executivo Marc Guggenheim revelou detalhes da participação de “George Lucas” na série. “Graças às circunstâncias da trama, George Lucas desiste de estudar cinema. Como resultado, ele nunca faz ‘Star Wars’ ou ‘Caçadores da Arca Perdida’. Assim, Ray, que se tornou um engenheiro por causa de ‘Star Wars’, e Nate, que virou um historiador por causa de ‘Caçadores da Arca Perdida’, começam a perder sua inteligência aos poucos, já que as coisas que os inspiraram não existem mais.” O episódio em que isto acontecerá foi batizado de “Raiders of the Lost Art”, num trocadilho com o título original de “Caçadores da Arca Perdida”, e será exibido nos EUA no dia 24 de janeiro. No Brasil, “Legends of Tomorrow” faz parte da programação do canal pago Warner.

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  • Filme

    Relembre a famosa sessão de fotos de Carrie Fisher com o biquíni da Princesa Leia

    27 de dezembro de 2016 /

    A atriz Carrie Fisher, falecida nesta terça (27/12), foi a primeira heroína moderna da sci-fi, mas além de chutar traseiros e disparar lasers, ela também conquistou fãs como a primeira sex symbol geek, graças ao figurino de “O Retorno de Jedi” (1983), o último filme da trilogia original de “Star Wars”. É verdade que chegou a reclamar do biquíni metálico que usou no começo do filme, mas também reconheceu que ele fez muitos fãs, como o cineasta Kevin Smith, apaixonaram-se por ela. Além de usá-lo no filme, Carrie também vestiu o biquíni durante uma sessão promocional de fotos para a revista Rolling Stone, que a levou para a praia com os figurantes fantasiados da produção. Essas imagens foram entronizadas nas fantasias de milhões de garotos – e garotas – da época, rendendo homenagens até hoje. “Tenho que admitir que eu pareço ótima nas fotos”, ela disse, em entrevista recente ao site Daily Beast. Citado em inúmeros episódios de TV, o biquíni voltou a chamar atenção no ano passado, quando a atriz Amy Schumer explorou seu sex appeal numa sessão fotográfica ainda mais debochada. Veja na galeria abaixo as fotos da sessão original, que incluem até imagens não publicadas na época.

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  • Filme

    Veja o vídeo do teste de Carrie Fisher para o papel de Princesa Leia

    27 de dezembro de 2016 /

    Um vídeo de Carrie Fisher, falecida nesta terça (27/12), revela como a atriz conseguiu seu famoso papel de Princesa Leia em “Guerra nas Estrelas” (1977). A gravação de 1976 registra o teste da atriz, ainda sem o famoso penteado da personagem, repassando suas falas com o ator Harrison Ford. O diálogo aborda a necessidade de enfrentar a Estrela da Morte, uma trama que, 40 anos depois, continua a reverberar nos cinemas, agora em “Rogue One: Uma História Star Wars”. Confira:

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  • Filme

    Mark Hamill “devastado” e a repercussão da morte de Carrie Fisher nas redes sociais

    27 de dezembro de 2016 /

    Amigos e colegas de Carrie Fisher lamentaram a morte da atriz, compartilhando sua dor com os fãs da eterna Princesa Leia nas redes sociais. Alguns incluíram fotos pessoais da atriz, como Mark Hamill, o Luke Skywalker, que postou no Twitter um registro dos “irmãos” na franquia “Star Wars”. Foi a forma com que conseguiu se expressar, já que ele próprio se disse “”Sem palavras. Devastado” na rede social. Outro que compartilhou imagens dos bastidores de “Star Wars” foi Peter Mayhew, o Chewbacca. “Não há palavras para essa perda. Carrie foi a estrelha mais brilhante em cada sala em que entrou. Eu vou sentir sua falta”. Já Harrison Ford usou um comunicado para se dirigir à imprensa. “Carrie foi única… brilhante, original. Engraçada e destemida emocionalmente. Ela viveu sua vida de forma brava”. Até Darth Vader ficou triste. Seu intérprete, David Prowse, escreveu: “Estou extremamente triste em saber da morte de Carrie. Ela era maravilhosa para se trabalhar junto. Condolências para seus amigos, família e fãs pelo mundo”. Anthony Daniels, intérprete do robô C-3PO, fez coro: “Estou muito triste”. E Billy Dee Williams, que interpretou Lando Calrissian, completou: “Estou profundamente triste com a notícia da morte de Carrie. Ela era uma querida amiga, que eu respeitava e admirava muito. A força está negra hoje” Rival de franquia, mas amigo querido, o ator William Shatner, que interpretou o Capitão Kirk em “Star Trek”, juntou-se aos colegas da Princesa no Twitter. “Eu estou profundamente triste em saber da morte de Carrie Fisher. Vou sentir falta das nossas brincadeiras. Uma luz e um maravilhoso talento foram apagados”. Entre inúmeras outras celebridades, também reagiram à sua morte a comediante Whoopi Goldberg (“Ela era mais engraçada e esperta do que qualquer pessoa tem o direito de ser”), a apresentadora Ellen DeGeneres (“Não acredito que ela se foi”), a atriz Anna Kendrick (“Não, não… Carrie Fisher é uma lenda”), a atriz e diretora Elizabeth Banks (“Carrie Fisher era tão inteligente, provocante e incansavelmente interessante. Nossa, eu a amava. Todos a amavam”) e o diretor Jon Favreau (“Um dia tão triste para sua família, amigos e milhões de fãs. A falta de Carrie Fisher será profundamente sentida”). A frase mais bonita foi registrada pelo cineasta Steven Spielberg, que a dirigiu em “Hook: A Volta do Capitão Gancho” (1991): “Ela não precisava da Força. Era era uma força da natureza, de lealdade e de amizade”. A presidente da LucasFilm, Kathleen Kennedy, soltou um comunicado oficial: “Carrie tem um lugar muito especial no coração de todos na LucasFilm. É difícil imaginar o mundo sem ela. Ela foi a Princesa Leia para o mundo, mas também uma amiga muito especial para todos nós. Ela tinha um espírito indomável, uma sagacidade incrível e um grande coração. Carrie também definiu a heroína feminina da nossa época, há mais de uma geração. Seu revolucionário papel como Princesa Leia inspirou o poder e confiança em mulheres do mundo todo. Sentiremos muito sua falta.” no words #Devastated pic.twitter.com/R9Xo7IBKmh — Mark Hamill (@HamillHimself) December 27, 2016 There are no words for this loss. Carrie was the brightest light in every room she entered. I will miss her dearly. pic.twitter.com/GgIeYGeMt9 — Peter Mayhew (@TheWookieeRoars) December 27, 2016

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  • Etc,  Filme

    Carrie Fisher (1956 – 2016)

    27 de dezembro de 2016 /

    Morreu a atriz Carrie Fisher, que será sempre lembrada como a Princesa Leia Organa da saga “Star Wars”. Ela sofreu um ataque cardíaco na sexta-feira (23/12), durante um voo que ia de Londres para Los Angeles, e chegou a ser levada para um hospital. Mas não resistiu. Na manhã desta terça (27/12), veio a falecer. Filha do cantor Eddie Fisher e da atriz Debbie Reynolds (estrela de “Cantando na Chuva”), que se separaram quando ela era bebê, Carrie estreou como atriz num telefilme de sua mãe, “Debbie Reynolds and the Sound of Children” (1969), com 13 anos de idade. Já nesta época, mãe e filha viviam uma relação conturbada, que Carrie detalhou no livro “Postcards from the Edge”. A obra virou filme em 1990, com o título “Lembranças de Hollywood”, estrelado por Meryl Streep. Disposta a virar atriz, ela estreou no cinema como uma adolescente precoce que seduzia Warren Beatty na comédia “Shampoo” (1975). Em busca de maior destaque, candidatou-se ao teste de uma produção que procurava por atores desconhecidos para lançar uma saga espacial. Como ela conta em sua biografia, foi há muito tempo, praticamente numa galáxia distante. O vídeo, inclusive, pode ser conferido aqui. Carrie tinha 20 anos e precisou emagrecer cinco quilos para conseguir o papel, condição exigida pelo diretor George Lucas. E apesar de viver uma Princesa, recebeu o salário mínimo da categoria, cerca de 500 libras por semana. Mesmo assim, jamais se arrependeu de atuar em “Guerra nas Estrelas” (1977), que a tornou mundialmente famosa da noite para o dia. Ela chegou até a ficar surpresa quando percebeu que virara um símbolo sexual, pois se considerava feia. A fama de atriz sexy foi consequência direta do figurino do terceiro filme da trilogia original, “O Retorno de Jedi” (1983), que em seus minutos iniciais a mostrou com “visual de escreva”, num biquíni metálico. A fantasia se tornou tão popular que a revista Rolling Stone a convidou para fazer um ensaio fotográfico na praia com o biquíni de Leia. O resultado foi uma das capas mais famosas da publicação. E desde então os nerds do mundo inteiro sonham com a Princesa de biquíni. Trinta e dois anos depois, ela voltou a reviver seu papel icônico na continuação da saga. Em “Star Wars: O Despertar da Força”, Carrie ressurgiu não mais como Princesa, mas como a General Organa, heroína da República que ajudou a derrotar o Império. “Foi como se estivéssemos num acampamento. Harrison e eu ficamos um pouco derretidos no set”, disse a atriz na época do lançamento. A atriz não teve outros papéis que atingissem a mesma repercussão, mas apareceu em alguns filmes importantes, como “Os Irmãos Cara de Pau” (1980), no qual viveu a mulher misteriosa que perseguia os Blues Brothers para matar Jake Blues (John Belushi), “Hannah e Suas Irmãs” (1986), um dos melhores filmes da carreira de Woody Allen, e “Harry & Sally: Feitos um para o Outro” (1989), comédia romântica que se tornou cultuada. Ela fez diversas outras comédias nos anos 1980, incluindo duas com Tom Hanks, “O Homem do Sapato Vermelho” (1985) e “Meus Vizinhos São um Terror” (1989). Também apareceu na comédia sci-fi “As Amazonas na Lua”, de Joe Dante, e no mistério “Encontro Marcado com a Morte” (1988), adaptação de Agatha Christie, antes de sumir em papéis cada vez menos importantes a partir dos anos 1990. Acabou virando uma figurante de luxo, vista em produções tão diferentes quanto “Hook: A Volta do Capitão Gancho” (1991), “Austin Powers” (1997), “Pânico 3” (2000) e “As Panteras: Detonando” (2003), e logo se especializou em viver a si mesmo, surgindo como Carrie Fisher nos filmes “Gente Famosa” (2000) e “Mapas para as Estrelas” (2014), além das séries “Sex and the City” e “The Big Bang Theory”, entre outras. Enquanto desaparecia de vista, Carrie passou a acumular outras funções nos bastidores, trabalhando como roteirista de diversas produções, da série “O Jovem Indiana Jones” às cerimônias de entrega do Oscar. Ela também ficou conhecida por debater publicamente seus problemas pessoais, como o transtorno bipolar e o alcoolismo, que transformou numa peça/livro/especial da HBO “Wishful Drinking”, indicado ao Emmy em 2011. Entre seus últimos trabalhos, destacava-se um papel recorrente na série britânica “Catastrophe”. Ela vinha justamente da gravação de dois episódios da 2ª temporada da atração, viajando de Londres para sua casa em Los Angeles, quando sofreu o ataque cardíaco que a matou. Ela ainda deixou finalizada sua participação no filme “Star Wars: Episódio VIII”, sua derradeira aparição numa galáxia distante. E, mais importante, deixa uma filha, Billie Lourd, fruto de seu relacionamento com o empresário Bryan Lourd, que também virou atriz e segue seu legado, como parte do elenco da nova trilogia “Star Wars”.

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  • Filme

    Bilheteria inflada de Minha Mãe É uma Peça 2 revela que distribuidoras contabilizam mais de mil salas invisíveis no país

    26 de dezembro de 2016 /

    Os números impossíveis das estreias dos cinemas do fim de semana no Brasil chegaram. E enquanto a Paris Filmes celebra o fato de Paulo Gustavo ter mais Força que Darth Vader no Brasil, os recordes festejados revelam que as distribuidoras contabilizam mais de 1,5 mil salas invisíveis no país – ou seja, 50% mais salas que o circuito efetivamente mapeado pela Ancine. Segundo relatórios divulgados pelo site Filme B (veja a tabela completa abaixo), “Minha Mãe É uma Peça 2 – O Filme” registrou a segunda melhor estreia nacional do ano com R$ 8,7 milhões, ficando atrás apenas de “Os Dez Mandamentos – O Filme”. O longa foi visto por cerca de 715 mil pessoas nos últimos quatro dias e estreou em mais de mil salas, o que deveria equivaler a um terço do parque exibidor nacional e também o consagraria como o maior lançamento entre as comédias nacionais de todos os tempos. O detalhe é que a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta” também foi lançado em circuito similar. E, para isso, era de se imaginar que “Rogue One – Uma História Star Wars” precisasse sair de cartaz na maioria das salas em que se encontrava, uma semana após registrar uma das maiores estreias do ano no país. Mas não foi o que aconteceu. “Rogue One – Uma História Star Wars” apareceu em 2º lugar, com uma arrecadação de R$ 3,7 milhões, ainda em mais de mil salas, seguido por “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, que fez R$ 2,6 milhões em 980 salas. Basta vislumbrar o desempenho destes três filmes para perceber que, se os números de seus circuitos estão corretos, não deveria haver mais nenhum outro filme em cartaz no país. Em cinema algum. Há um ano, a Ancine publicou um balanço do parque exibidor nacional, revelando que o Brasil encerrou 2015 com um pouco mais de 3 mil salas em funcionamento. O país não atingia esta marca desde 1977 e, no ano passado, cresceu em ritmo recorde com um acréscimo de 304 novas telas. Entretanto, a se acreditar nos números divulgados pelo mercado neste fim de semana, em 2016 o Brasil ganhou, por baixo, mais de 1,5 mil salas. Afinal, ainda segundo dados do Filme B, os filmes em cartaz do 4º ao 10º lugares também estão sim, por incrível que pareça, em salas de cinema. Na verdade, os dados fornecidos garantem que eles ocupam mais de 1,2 mil salas! E estes são os blockbusters. Há ainda o circuito alternativo… Não houve, porém, um milagre chinês na expansão do parque cinematográfico nacional. O mais recente relatório da Ancine, relativo ao terceiro trimestre de 2016, informa que o circuito realmente cresceu. De 3003 para… 3098 salas! A página que contém estes números pode ser conferida abaixo. O relatório ainda revela que, no último trimestre, o mercado de exibição brasileiro teve até crescimento 27% menor que no mesmo período em 2015. A íntegra do texto pode ser lida neste link. Vale observar que diversas salas alternam alguns filmes ao longo da semana e até do dia, tornando plausível que haja mais cópias exibidas do que salas disponíveis, especialmente no interior, onde a falta de telas exige maior flexibilidade. Mesmo assim, seria improvável considerar que essa prática de exceção fosse capaz de fazer o circuito inflar 50%. Ou seria capaz? O que é mais razoável? Questionar se a Ancine subestima o mercado, se as distribuidoras superestimam seus números, se o levantamento do Filme B é totalmente equivocado ou se metade dos cinemas do país exibem mais de dois filmes por semana? Um terço três filmes? Um quarto quatro filmes? Pois a resposta oficial oferecida para o mistério é que, sim, até mais da metade dos cinemas brasileiros exibem mais de um filme ao mesmo tempo. Saiba mais sobre esta explicação e suas consequências na continuação deste artigo – aqui.

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  • Filme

    Bilheterias: Rogue One pulveriza Passageiros e Assassin’s Creed nos cinemas dos EUA

    26 de dezembro de 2016 /

    “Rogue One: Uma História Star Wars” não teve dificuldades para se manter na liderança dos cinemas nos EUA pela segunda semana consecutiva. A produção da LucasFilm/Disney fez 64,3 milhões no fim de semana, quase o dobro da arrecadação do 2º lugar, a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”. O prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) já fez mais de US$ 300 milhões nos EUA (passou de US$ 550 milhões em todo mundo). E isto tendo que enfrentar, nos últimos dias, nada menos que quatro estreias amplas. “Sing” foi o lançamento que se deu melhor, com US$ 35,9 milhões. Os demais foram pulverizados. A cara sci-fi “Passageiros”, orçada em US$ 110 milhões e estrelada por Jennifer Lawrence e Chris Pratt, ficou em 3º, com modestos US$ 14,8 milhões. Mas bem pior foi a implosão de “Assassin’s Creed”, com US$ 10,2 milhões em 5º lugar. O fiasco só confirma, novamente e definitivamente, que Hollywood apenas perde dinheiro ao insistir em adaptar games. Para se ter ideia, o filme custou US$ 125 milhões. A surpresa positiva ficou por conta do desempenho da comédia “Tinha que Ser Ele?”, que abriu no 4º lugar com US$ 11 milhões, à frente do bombardeado “Assassin’s Creed”. Estrelado por Bryan Cranston e James Franco, “Tinha que Ser Ele?” nem estava sendo considerado nas projeções da indústria para o Natal. Orçada em apenas (para Hollywood) US$ 38 milhões, a produção conseguiu sobreviver à briga dos blockbusters de mais de US$ 100 milhões e deve dar lucro. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 64,3 milhões Total EUA: US$ 318 milhões Total Mundo: US$ 555,4 milhões 2. Sing – Quem Canta Seus Males Espanta Fim de semana: US$ 35,2 milhões Total EUA: US$ 76,6 milhões Total Mundo: US$ 93,9 milhões 3. Passageiros Fim de semana: US$ 14,8 milhões Total EUA: US$ 30,4 milhões Total Mundo: US$ 30,4 milhões 4. Tinha que Ser Ele? Fim de semana: US$ 11 milhões Total EUA: US$ 16,7 milhões Total Mundo: US$ 18,9 milhões 5.

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  • Filme

    Estado de saúde de Carrie Fisher é estável após ataque cardíaco em voo internacional

    26 de dezembro de 2016 /

    Internada num hospital após sofrer um ataque cardíaco durante um voo internacional, Carrie Fisher encontra-se em estado estável. A informação foi repassada pela mãe da atriz, Debbie Reynolds, em mensagem divulgado via Facebook no domingo (25/12). “Carrie está em condição estável. Se houver alguma mudança, iremos compartilhar. Para todos os fãs e amigos. Agradeço pelas preces e bons desejos”, escreveu Reynolds, estrela do clássico “Cantando na Chuva” (1952). A intérprete da princesa Leia na saga “Star Wars” está internada no hospital Universitário de Los Angeles desde a última sexta-feira (23/12). Com 60 anos, ela foi levada por paramédicos para o hospital UCLA Medical Center após o avião em que estava pousar no aeroporto LAX. O hospital é o mesmo que atendeu o colega da atriz, Harrison Ford, após um acidente de avião em 2015. A atriz vinha de Londres, onde estava para a gravação de sua participação na série “Catastrophe”. Ela atualmente também atravessa uma turnê de divulgação de seu oitavo livro, “Memórias da Princesa: Os Diários de Carrie Fisher”, sobre os bastidores da saga “Star Wars”. Filha de um casal famoso em Hollywood formado pelo cantor Eddie Fisher e pela atriz Debbie Reynolds, Carrie escreveu sobre sua relação complicada com a mãe no livro “Postcards from the edge”. A obra foi adaptada para o cinema em 1990, com o título “Lembranças de Hollywood”, estrelado por Meryl Streep.

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