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    Diretor publica foto da pós-produção do novo Star Wars

    27 de janeiro de 2017 /

    O diretor e roteirista Rian Johnson publicou em seu Instagram a primeira imagem do trabalho de pós-produção do novo filme da franquia “Star Wars”. A imagem destaca a aparição, num monitor, do título oficial da produção, divulgado nesta semana pela LucasFilm. “Me senti tão bem ao incluir isso na edição hoje de manhã”, escreveu na legenda. Veja abaixo. Conhecido até então como “Star Wars: Episódio 8”, o filme vai se chamar oficialmente “Star Wars: The Last Jedi” (Star Wars: Os Últimos Jedi) e estreia em 15 de dezembro no Brasil. Felt so good to drop this into the cut this morning. Uma foto publicada por Rian Johnson (@riancjohnson) em Jan 24, 2017 às 10:06 PST

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    Divulgado o título oficial do próximo filme da franquia Star Wars

    23 de janeiro de 2017 /

    A Disney divulgou o título oficial do oitavo filme da franquia “Star Wars”. Até então referido como “Star Wars: Episódio VIII”, o longa que inclui a última filmagem de Carrie Fisher como a General Leia se chamará “Star Wars: The Last Jedi” em inglês. (“Os Últimos Jedi” em tradução livre). A tradução oficial em português ainda não foi divulgada. O título faz referência a Luke Skywalker (Mark Hamill), o último cavaleiro jedi, que em “Star Wars: O Despertar da Força” é mostrado vivendo isolado em um planeta distante. Neste novo filme, a personagem Rey (Daisy Ridley) deverá ser a sua aprendiz. Além dos citados, o elenco da produção contará também com os retornos de Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis. Entre as novidades, incluem-se os atores Benicio Del Toro (“Sicario”), Laura Dern (“A Culpa É das Estrelas”) e Kelly Marie Tran (“XOXO”). A direção é de Rian Johnson (“Looper”) e a estreia está marcada para 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Rogue One ultrapassa US$ 1 bilhão em bilheteria mundial

    22 de janeiro de 2017 /

    “Rogue One: Uma História Star Wars” ultrapassou neste fim de semana a bilheteria de US$ 1 bilhão em todo o mundo. Ao todo, o filme arrecadou US$ 1,021 milhões em cerca de 40 dias de exibição. A sci-fi foi apenas o quarto lançamento de 2016 a atingir esta marca. Detalhe: todos os novos bilionários foram produções da Disney – além de “Rogue One”, a meta foi superada por “Capitão América: Guerra Civil”, “Procurando Dory” e “Zootopia”. Na lista geral, o spin-off de “Star Wars” foi o 28º filme a entrar no clube dos bilionários. E já na chegada deixou para trás um colega da elite, “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (2008), ocupando o 27º lugar entre as maiores bilheterias da história do cinema. O filme também ultrapassou outro marco nos EUA, onde cruzou a barreira dos US$ 500 milhões arrecadados. Líder de arrecadação dentre as estreias de 2016 no país, já ocupa o 7º lugar entre as maiores bilheterias de todos os tempos na América do Norte, com US$ 512,2 milhões no total. Como ainda está em cartaz em vários países, “Rogue One” tende a escalar novas posições, tanto no ranking doméstico quanto no mundial, como um dos grandes campeões de faturamento de Hollywood.

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    xXx é desativado por terror de M. Night Shyamalan nas bilheterias dos EUA

    22 de janeiro de 2017 /

    As estreias da semana alteraram o Top 10 das bilheterias da América do Norte, mas a disputa pela liderança não chegou a ser competitiva. Afinal, o terror “Fragmentado”, de M. Night Shyamalan (“O Sexto Sentido”), faturou exatamente o dobro de “xXx: Reativado”, o novo filme de ação estrelado por Vin Diesel. Curiosamente, o abismo entre os dois longas também foi refletido pela opinião da crítica, que deu 76% para a história do psicopata de múltiplas personalidades, vivido por James McAvoy, contra 42% da volta de Diesel à franquia “Triplo X”. Com o resultado, “Fragmentado” já deu lucro em seus primeiros três dias de exibição no país. O próprio Shyamalan financiou a obra, para que pudesse manter o controle criativo e impedir interferência do estúdio. A fórmula foi a mesma de seu filme anterior, “A Visita” (2015), que custou US$ 5 milhões e rendeu US$ 98 milhões em todo o mundo, com uma fatia significativa do faturamento retornando diretamente para o diretor-produtor. Infelizmente, o público brasileiro só vai poder conferir o novo sucesso de Shyamalan daqui a dois meses, em 23 de março. Já “xXx: Reativado” ficou abaixo do esperado pela Paramount, considerando a blitz de marketing montada para divulgar a produção, orçada em US$ 85 milhões. Mas o mercado internacional respondeu bem ao elenco surreal, com jogador de futebol brasileiro, estrela de Bollywood, astro de ação de Hong Kong, campeão britânico de MMA, cantor de reggaeton, musa búlgara de série de vampiro, ex-VJ australiana da MTV, faixa-preta tailandês de taekwondo e até a Miss Colômbia 2015 – que foi Miss Universo por um minuto, graças a um equívoco do apresentador. Esse casting tresloucado de coadjuvantes ajudou Vin Diesel a escalar US$ 70,5 milhões em todo o mundo, com grande sucesso em países-chaves, como o Brasil, e impedir uma desativação precoce da franquia. Campeã das duas semanas anteriores, “Estrelas Além do Tempo” caiu para o 3º lugar, mas já acumula US$ 84,2 milhões apenas nos EUA. Orçado em US$ 25 milhões, também está dando lucro e ainda nem teve distribuição internacional significativa. Sua estreia no Brasil está marcada para 2 de fevereiro. A terceira grande estreia da semana não teve o mesmo desempenho. “Fome de Poder”, a história da fundação da rede McDonald’s, rendeu apenas US$ 3,7 milhões, com lançamento em 1,1 mil cinemas, num distante 9º lugar, o que compromete sua ambição de chamar atenção na temporada de premiações. A Weinstein Company apostou suas fichas numa divulgação voltada a destacar o ator Michael Keaton, cotando-o para uma indicação ao Oscar. O Top 10 ainda registra o sucesso contínuo de “Rogue One: Uma História Star Wars”, que cruzou as duas barreiras vislumbradas na semana passada, superando os US$ 500 milhões em arrecadação doméstica e US$ 1 bilhão em arrecadação mundial. O ranking também confirma o fracasso dos novos filmes de Martin Scorsese e Ben Affleck. Tanto “Silêncio”, de Scorsese, quanto “A Lei da Noite”, de Affleck, saíram do Top 10 em sua segunda semana de exibição. Com tombo mais forte, “Silence”, na verdade, caiu para baixo até do Top 20. Os dois filmes são os primeiros grandes fiascos comerciais de 2017. Suas estreias estão marcadas para fevereiro no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Fragmentado Fim de semana: US$ 40,1 milhões Total EUA: US$ 40,1 milhões Total Mundo: US$ US$ 45,9 milhões 2. xXx: Reativado Fim de semana: US$ 20 milhões Total EUA: US$ US$ 20 milhões Total Mundo: US$ 70,5 milhões 3. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: US$ 16,2 milhões Total EUA: US$ 84,2 milhões Total Mundo: US$ 84,2 milhões 4. Sing – Quem Canta Seus Males Espanta Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 249,3 milhões Total Mundo: US$ 427,9 milhões 5. La La Land – Cantando Estações Fim de semana: US$ 8,3 milhões Total EUA: US$ 89,6 milhões Total Mundo: US$ 173,3 milhões 6. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 7 milhões Total EUA: US$ 512,2 milhões Total Mundo: US$ 1 bilhão 7. Monster Trucks Fim de semana: US$ 7 milhões Total EUA: US$ 22,6 milhões Total Mundo: US$ 41,9 milhões 8. O Dia do Atentado Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 23,6 milhões Total Mundo: US$ 25,9 milhões 9. Fome de Poder Fim de semana: US$ 3,7 milhões Total EUA: US$ 3,7 milhões Total Mundo: US$ 3,7 milhões 10. Sleepless Fim de semana: US$ 3,7 milhão Total EUA: US$ 15,1 milhões Total Mundo: US$ 15,1 milhões

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    Rogue One vira a maior bilheteria de 2016 nos EUA em apenas um mês

    15 de janeiro de 2017 /

    O sucesso contínuo de “Rogue One: Uma História Star Wars” atingiu, neste fim de semana, a arrecadação acumulada de US$ 498,8 milhões nos EUA e Canadá. O valor é recorde: a maior bilheteria registrada entre todos os lançamentos de 2016 na América do Norte, superando a animação “Procurando Dory” (US$ 486,2 milhões), que liderou por sete meses o faturamento anual do mercado doméstico. A virada aconteceu exatamente um mês após a estreia da produção, lançada no dia 16 de dezembro nos EUA. Ou seja, “Rogue One” levou apenas um mês para superar todos os concorrentes exibidos em 2016 nos cinemas norte-americanos. No mundo inteiro, porém, o spin-off da franquia “Star Wars” ainda ocupa o 4º lugar na lista das maiores bilheterias anuais, atrás justamente dos únicos filmes que superaram a marca de US$ 1 bilhão de faturamento em 2016: “Zootopia” (US$ 1 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1 bilhão) e “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,1 bilhão). Detalhe: todos são filmes da Disney, assim como o 5º colocado, “Mogli, O Menino-Lobo” (US$ 966,6 milhões). “Rogue One” também está prestes a entrar no clube dos bilionários mundiais. Atualmente, o filme tem US$ 979,9 milhões de arrecadação no mundo inteiro. Antes, porém, ultrapassará a marca de US$ 500 milhões na América do Norte, podendo melhorar ainda mais sua posição no ranking doméstico de todos os tempos. “Rogue One” ocupa a 7ª posição entre as maiores bilheterias já registradas nos EUA

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    Bilheterias: Filmes de Martin Scorsese e Ben Affleck são os primeiros grandes fiascos de 2017 nos EUA

    15 de janeiro de 2017 /

    “Estrelas Além do Tempo” manteve o 1º lugar das bilheterias pelo segundo fim de semana consecutivo, praticamente sem perder público no período. Um feito e tanto, considerando que a semana teve cinco estreias, duas das quais dirigidas por cineastas premiados como Martin Scorsese e Ben Affleck. O contraste, por sinal, foi atordoante. Nem “Silêncio”, de Scorsese, nem “A Lei da Noite”, de Affleck, emplacaram no Top 10. Os dois filmes já são os primeiros grandes fiascos comerciais de 2017. Produções de estúdios tradicionais, Paramount e Warner, as duas obras tiveram orçamentos milionários (não divulgados) para amargar, respectivamente, o 16º e o 11º lugares. Mas enquanto Scorsese ao menos contou com apoio da crítica (84% de aprovação), o filme de Affleck falhou até nisso (33%). O resultado reflete a falta de indicações a prêmios das duas produções. Com lançamento limitado nos últimos dias de 2016, visando qualificação para o Oscar, os filmes acabaram ignorados na temporada de premiações, e não contaram com o impulso de prestígio com o qual esperavam alavancar o público na ampliação de seu circuito. Este plano, entretanto, correu direitinho para outro filme. “La La Land” surpreendeu, após vencer o Globo de Ouro, ao pular do 5º para o 2º lugar nas bilheterias. Há anos (décadas?) um musical de Hollywood não fazia tanto sucesso, já tendo faturado US$ 74 milhões só na América do Norte. “La La Land” vai estrear em 19 de janeiro no Brasil, mas os demais só em fevereiro: “Estrelas Além do Tempo” e “Silêncio” no dia 2, e “A Lei da Noite” no dia 23. As demais estreias do fim de semana nos EUA foram o terror “The Bye Bye Man”, a fantasia infantil “Monster Trucks” e o suspense “Sleepless”. Destes, apenas “Monster Trucks” tem previsão para o Brasil: também em 23 de fevereiro. Os demais devem sair direto em streaming ou DVD, tão mal foram em suas aberturas domésticas. Enquanto isso, numa galáxia bem distante, a Disney não pára de soltar fogos para comemorar o sucesso de “Rogue One”. Neste fim de semana, o spin-off da franquia “Star Wars” se tornou o lançamento de 2016 de maior bilheteria na América do Norte, ultrapassando a animação “Procurando Dory”, do próprio estúdio. Além disso, o filme está prestes a superar mais duas marcas importante: US$ 500 mil de arrecadação nas bilheterias da América do Norte e US$ 1 bilhão em todo o mundo – o que deve acontecer em poucos dias. Confira abaixo o desempenho das 10 maiores bilheterias do fim de semana na América do Norte (EUA e Canadá). BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: US$ 20,4 milhões Total EUA: US$ 54,8 milhões Total Mundo: US$ US$ 54,8 milhões 2. La La Land – Cantando Estações Fim de semana: US$ 14,5 milhões Total EUA: US$ US$ 74 milhões Total Mundo: 128,8 milhões 3. Sing – Quem Canta Seus Males Espanta Fim de semana: US$ 13,8 milhões Total EUA: US$ 233 milhões Total Mundo: US$ 397,3 milhões 4. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 13,7 milhões Total EUA: US$ 498,8 milhões Total Mundo: US$ 979,9 milhões 5. The Bye Bye Man Fim de semana: US$ 13,3 milhões Total EUA: US$ 13,3 milhões Total Mundo: US$ 14,6 milhões 6. O Dia do Atentado Fim de semana: US$ 12 milhões Total EUA: US$ 12,9 milhões Total Mundo: US$ 12,9 milhões 7. Monster Trucks Fim de semana: US$ 10,5 milhões Total EUA: US$ 10,5 milhões Total Mundo: US$ 25,2 milhões 8. Sleepless Fim de semana: US$ 8,4 milhões Total EUA: US$ 8,4 milhões Total Mundo: US$ 8,4 milhões 9. Anjos da Noite: Guerras de Sangue Fim de semana: US$ 5,8 milhões Total EUA: US$ 23,9 milhões Total Mundo: US$ 70,7 milhões 10. Passageiros Fim de semana: US$ 5,6 milhão Total EUA: US$ 90 milhões Total Mundo: US$ 237 milhões

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    Cena cortada de “Star Wars: O Despertar da Força” mostra ato chocante e ultraviolento de Chewbacca

    15 de janeiro de 2017 /

    É fácil entender porque a cena abaixo foi cortada de “Star Wars: O Despertar da Força”. Ela mostra algo que os fãs da saga espacial nunca imaginariam: a extensão da força de Chewbacca (Peter Mayhew). Na cena, o wookie revela que não é nada fofinho. Ao confrontar um alienígena que está importunando Rey (Daisy Ridley) e, sem paciência para a impertinência do baixinho, simplesmente lhe arranca o braço, deixando Rey de boca aberta. Se isso fosse ao cinema, imagina-se que o público também imitaria a jovem. Claro que o diretor J.J. Abrams não é Quentin Tarantino, e mesmo sendo uma situação de ultraviolência, o braço arrancado e arremessado longe não espirra sangue para todo o lado, encharcando o cenário. Ao contrário, não há uma gota sequer na ferida filmada, nem sequer quando o braço pousa sobre uma mesa. Mesmo assim, não é exatamente uma sequência infantil. O nome da vítima de Chewie é Unkar Plutt, personagem que foi interpretado no filme por ninguém menos que Simon Pegg (o Scotty de “Star Trek”). Mas foi tudo de mentirinha, viram crianças? Os dois aparecem se abraçando na foto acima. A cena faz partes dos extras da edição 3D do Blu-ray do filme, lançada em novembro.

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    LucasFilm afirma não ter planos de criar uma General Leia digital em Star Wars: Episódio IX

    14 de janeiro de 2017 /

    A LucasFilm publicou um comunicado no site StarWars.com para encerrar as especulações a respeito de um possível plano de criar uma versão digital da Princesa Leia em novos filmes de “Star Wars”. “Queremos assegurar aos nossos fãs que a LucasFilm não tem planos de recriar digitalmente a performance de Carrie Fisher como a Princesa ou General Leia Organa”, afirmou a produtora. A nota, postada na noite de sexta (13/1), foi uma reação às especulações que surgiram em diversos sites e culminaram numa reportagem da rede britânica BBC, que acusou nesta semana o estúdio de se apressar “de forma inconveniente” para fechar acordos com os herdeiros de Fisher, visando incluir uma General/Princesa Leia digital em “Star Wars: Episódio IX”. A notícia teria causado mal-estar na indústria. “Carrie Fisher foi, é, e sempre será parte da família Lucasfilm. Ela é nossa princesa, nossa general e, mais importante, nossa amiga. Ainda estamos sofrendo com sua morte. Estimamos sua memória e legado como princesa Leia e iremos sempre nos esforçar para honrar tudo que ela deu a ‘Star Wars'”, conclui a nota. A atriz tinha gravado todas as suas cenas de “Star Wars: Episódio VIII”, o próximo filme da saga, ainda sem nome oficial, com lançamento previsto para dezembro. Mas também deveria ter uma presença de destaque no “Episódio IX”, agendado para 2019. A Disney já anunciou o adiamento dessa produção para que o roteiro seja reescrito, de modo a diminuir a participação de Leia na trama. De todo modo, a própria Carrie Fisher permitiu a aprovou a inclusão de sua imagem digitalizada na cena final de “Rogue One”, que serve de prólogo para o clássico “Guerra nas Estrelas” (1977), lançado duas semanas antes de sua morte. Além dessa recriação digital, a Princesa Leia também já apareceu em 15 videogames, com movimentos capturados de outras atrizes. Carrie Fisher morreu no dia 27 de dezembro, aos 60 anos, em Los Angeles, após sofrer um ataque cardíaco.

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    Disney esfria negociações sobre versão digital da Princesa Leia

    13 de janeiro de 2017 /

    Algumas agências de notícia divulgaram nesta sexta (13/1) que a Disney não teria intenção de negociar com os herdeiros de Carrie Fisher os direitos de imagem da atriz, que morreu em dezembro, para utilizar a personagem Princesa Leia nos próximos filmes da saga “Star Wars”. A fonte original citada pelos reprodutores da notícia é o jornal britânico The Guardian. Entretanto, o que o Guardian realmente publicou foi que suas fontes informaram que a Disney não negocia neste momento com a família da atriz. As negociações teriam esfriado porque outra reportagem, da rede britânica BBC, afirmou nesta semana que o estúdio estaria se apressando “de forma inconveniente” para fechar acordos, visando incluir uma General/Princesa Leia digital em “Star Wars: Episódio IX”. A notícia teria causado mal-estar na indústria. A atriz chegou a finalizar suas filmagens como Leia para o próximo lançamento da franquia, “Star Wars: Episódio VIII”, com estreia prevista para dezembro, mas também deveria ter uma presença de destaque no “Episódio IX”, agendado para 2019. A Disney já anunciou o adiamento dessa produção para que o roteiro seja reescrito, de modo a diminuir a participação de Leia na trama. De todo modo, a própria Carrie Fisher permitiu a aprovou a inclusão de sua imagem digitalizada na cena final de “Rogue One”, que serve de prólogo para o clássico “Guerra nas Estrelas” (1977), lançado duas semanas antes de sua morte. Além dessa recriação digital, a Princesa Leia também já apareceu em 15 videogames, com movimentos capturados de outras atrizes. Carrie Fisher morreu no dia 27 de dezembro, aos 60 anos, em Los Angeles, após sofrer um ataque cardíaco.

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    Woody Harrelson é confirmado no filme sobre a juventude de Han Solo

    11 de janeiro de 2017 /

    A LucasFilm confirmou que Woody Harrelson (“Truque de Mestre”) fará parte do spin-off de Han Solo. Os diretores Phil Lord e Christopher Miller (“Anjos da Lei”), responsáveis pelo filme, deram as boas-vindas ao ator em comunicado. “Nós não poderíamos estar mais animados para trabalhar com um artista com tanta profundidade e alcance quanto Woody. Sua habilidade de encontrar tanto humor e tristeza, geralmente no mesmo papel, é algo único”, afirmaram os diretores. “Ele também é muito bom no jogo de ping-pong!” O comunicado não informa que papel ele irá interpretar, mas, na semana passada, informações davam conta de que o ator estava negociando viver o mentor do protagonista. Harrelson se junta a Alden Ehrenreich (“Ave César”), que viverá o personagem imortalizado por Harrison Ford, além de Donald Glover (série “Atlanta”) e Emilia Clarke (série “Game of Thrones”). Assim como “Rogue One: Uma História Star Wars”, o filme vai se passar antes dos eventos mostrados no clássico “Guerra nas Estrelas” (1977). As filmagens devem começar já neste mês de janeiro para um lançamento em 25 de maio de 2018.

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    George Lucas terá museu de US$ 1 bilhão em Los Angeles

    11 de janeiro de 2017 /

    O criador da saga “Star Wars”, George Lucas, vai erguer um museu para seu acervo na cidade de Los Angeles, cujo custo está estimado em US$ 1 bilhão. A obra era inicialmente planejada para Chicago, mas Lucas teve empecilhos legais com uma associação de espaços abertos e retirou o projeto da cidade. O prefeito Eric Garcetti imediatamente buscou o cineasta para abrigar seu museu no Parque de Exposições, na região central de Los Angeles. “A arte existe para inspirar, comover, educar e entusiasmar. Graças a George Lucas, milhões de cidadão de Los Angeles e visitantes poderão desfrutar de uma coleção extraordinária baseada na narrativa, uma arte que possui um enorme significado na história e no legado de Los Angeles”, afirmou Garcetti, em comunicado. O Museu Lucas para as Artes Narrativas, que será custeado quase em sua totalidade pelo próprio artista, abrigará trabalhos da coleção particular do criador da saga “Star Wars” e “celebrará o poder da narrativa visual dentro de um espaço repleto de pinturas, ilustrações, fotografias, filmes, animações e artes digitais”, segundo o site do projeto. Lucas vendeu a LucasFilm, sua empresa cinematográfica, para a Disney em 2012 por US$ 4 bilhões.

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    Rogue One perde 1º lugar nos EUA, mas ultrapassa US$ 900 milhões em todo o mundo

    8 de janeiro de 2017 /

    “Rogue One: Uma História Star Wars” perdeu a liderança das bilheterias nos EUA em seu quarto fim de semana consecutivo, enfrentando uma tempestade de neve que fechou muitos cinemas por todo o país. O resultado foi uma vitória apertada de “Estrelas Além do Tempo”. A diferença ficou em US$ 800 mil. Independente de posicionamento, os mais de US$ 20 milhões acumulados nos últimos dias elevaram a arredação total do prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) a US$ 477,2 milhões. Agora, faltam apenas US$ 9 milhões – ou mais um fim de semana – para “Rogue One” superar “Procurando Dory” (US$ 486,2 milhões) e se tornar a maior bilheteria entre os filmes lançados em 2016 nos EUA. O lançamento na China no fim de semana ainda rendeu mais US$ 31 milhões à sua conta, ajudando o longa a atingir US$ 914,3 milhões de arrecadação em todo o mundo. Com esse total, “Rogue One: Uma História Star Wars” também virou a 5ª maior bilheteria mundial de 2016, criando um fenômeno histórico para o estúdio Disney. Todas as cinco maiores bilheterias mundiais do ano passado foram produções da Disney. As demais são “Mogli, O Menino-Lobo” (US$ 966,6 milhões), “Zootopia” (US$ 1 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1 bilhão) e “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,1 bilhão). Por sua vez, o bom desempenho de “Estrelas Além do Tempo” impressiona pelo gênero: um drama histórico. A história pouco conhecida das engenheiras negras que trabalharam no programa espacial americano, ajudando a colocar os primeiros astronautas do país no espaço, conquistou A+, a nota máxima do CinemaScore, pesquisa de satisfação feita com o público dos cinemas, e 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, agregador das críticas dos EUA. Caso raro de unanimidade entre público e crítica, o bom desempenho deu ainda mais tração para o filme chegar com força ao Oscar 2017. A estreia no Brasil está marcada apenas para 2 de fevereiro. O fim de semana também teve a estreia de “Anjos da Noite: Guerras de Sangue” nos EUA. O fiasco de bilheteria, com US$ 13,1 milhões e uma colocação em 4º lugar – sem falar nos 22% de tomatadas no Rotten Tomatoes – , garante a aposentadoria da franquia. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: US$ 22,8 milhões Total EUA: US$ 24,7 milhões Total Mundo: US$ US$ 24,7 milhões 2. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 22 milhões Total EUA: US$ US$ 477,2 milhões Total Mundo: 914,3 milhões 3. Sing – Quem Canta Seus Males Espanta Fim de semana: US$ 19,5 milhões Total EUA: US$ 213,3 milhões Total Mundo: US$ 356,8 milhões 4. Anjos da Noite: Guerras de Sangue Fim de semana: US$ 13,1 milhões Total EUA: US$ 13,1 milhões Total Mundo: US$ 55,2 milhões 5. La La Land – Cantando Estações Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 51,6 milhões Total Mundo: US$ 85,7 milhões 6. Passageiros Fim de semana: US$ 8,8 milhões Total EUA: US$ 80,8 milhões Total Mundo: US$ 185,4 milhões 7. Tinha que Ser Ele? Fim de semana: US$ 6,5 milhões Total EUA: US$ 48,5 milhões Total Mundo: US$ 66,3 milhões 8. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: US$ 6,4 milhões Total EUA: US$ 225,3 milhões Total Mundo: US$ 450 milhões 9. Fences Fim de semana: US$ 4,7 milhões Total EUA: US$ 40,6 milhões Total Mundo: US$ 40,6 milhões 10. Assassin’s Creed Fim de semana: US$ 3,8 milhão Total EUA: US$ 49,5 milhões Total Mundo: US$ 99,8 milhões

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    Vídeo detalha criações das versões digitais de Peter Cushing e Carrie Fisher em Rogue One

    7 de janeiro de 2017 /

    A rede americana ABC divulgou um vídeo que detalha os bastidores da criação das versões digitais de Peter Cushing e Carrie Fisher para “Rogue One: Uma História Star Wars”. O vídeo é especialmente interessante por registrar o apoio de Fisher à ideia de uma Princesa Leia digital. A morte repentina da atriz tem feito a LucasFilm e a Disney discutirem a possibilidade de usar uma nova versão digital de sua personagem em “Star Wars: Episódio IX”. “Ela adorou o resultado e estava envolvida com tudo desde o começo”, afirmou John Knoll, supervisor da famosa empresa de efeitos ILM (Industrial Light & Magic), a respeito da versão jovem da Princesa Leia vista na produção. Para Knoll, o processo é uma espécie de maquiagem digital. “É um jeito supermoderno de se fazer maquiagem. Nós estamos transformando a aparência de um ator para ele se parecer com outro, mas usando tecnologia digital”. Confira abaixo.

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