Star Wars: A Ascensão Skywalker registra primeiro beijo LGBTQIA+ da saga
“Star Wars: A Ascensão Skywalker” tornou-se o primeiro filme da saga a contar com um beijo entre personagens do mesmo sexo. Mas não há spoilers nessa revelação. O beijo é trocado entre duas integrantes da Resistência, personagens secundárias, em um momento de comemoração. A cena é tão rápida, que pode passar batida por quem piscar no momento em que acontece sua projeção. O diretor J.J. Abrams já havia adiantado, em entrevista à revista Variety, que acenaria a uma representação mais diversa no longa. “No caso da comunidade LGBTQ, foi importante para mim que as pessoas que assistem ao filme se sintam representadas”, ele afirmou. Entretanto, a repercussão da cena não aconteceu exatamente como Abrams e a Disney poderiam esperar. E não devido a uma suposta reação dos grupos reacionários de extrema direita que já tinham atacado a nova trilogia por ter muitas mulheres. Algumas das críticas publicadas sobre o filme consideraram a atitude de incluir o beijo hipócrita e até covarde. O jornal Los Angeles Times enumerou a cena em sua lista de problemas da produção, considerando-a “uma migalha para os fãs que esperavam que a química entre Poe e Finn seria algo além de uma amizade”. Os fãs da saga especulavam desde “Star Wars: O Despertar da Força” (2015) a possibilidade de um casal formado por Poe Dameron (Oscar Isaac) e Finn (John Boyega), o que acabou não acontecendo. Segundo Abrams, a admiração entre eles é platônica. Ou seja, não sai do armário. “Aquele relacionamento, para mim, é muito mais profundo que uma relação romântica”, disse. “Os dois têm um laço profundo (…) por causa do desejo de serem tão íntimos quanto são, tão inseguros quanto são, mas ainda serem corajosos e bravos”, acrescentou. “Star Wars: A Ascensão Skywalker” estreia nesta quinta (19/12) no Brasil.
Críticas revelam que A Ascensão de Skywalker é um dos piores filmes da saga Star Wars
As primeiras reações divisivas à première de “Star Wars: A Ascensão de Skywalker” refletiram-se nas primeiras críticas publicadas em inglês a respeito do filme. Enquanto alguns textos refletiram grande empolgação com o desfecho da saga, a maioria reprovou o resultado com frustração. O que variou foi o tamanho da decepção. A polarização fez o filme entrar no Rotten Tomatoes nesta quarta (18/12), dia em que o embargo foi levantado, com uma média de somente 53% de aprovação. Ao longo do dia, o resultado melhorou um pouco, chegando a 57% após 156 resenhas avaliadas. Trata-se da pior avaliação da nova trilogia, bem distante dos 93% de “O Despertar da Força” e os 91% de “Os Últimos Jedi”. Considerando toda a saga, supera apenas os 53% de “A Ameaça Fantasma”, de 1999, que até os fãs consideram o pior filme desse universo. Entretanto, a aprovação cai ainda mais entre os “críticos top”, subdivisão do Rotten Tomatoes dedicada à imprensa tradicional (sem os blogues geeks), atingindo 49%, abaixo da linha da mediocridade. Os principais veículos da imprensa americana e britânica foram unânimes em considerar o filme decepcionante em muitos sentidos, falando em covardia, ao evitar tópicos que precisariam ser abordados, falta de criatividade para surpreender o público e amadorismo narrativo, por repetir temas já vistos, com idas e vindas que não levam a nada. O resultado seria um filme de comitê, uma obra criada para vender brinquedos, que recicla ideias antigas da saga e termina como “um conglomerada sem vida”. O jornal Los Angeles Times enumerou a lista de problemas que fazem a produção ser considerada covarde. “O problema não é só a sucessão de reviravoltas baratas que ameaçam mudar o que pensamos sobre os personagens, mas que depois voltam atrás, pintando um retrato otimista da realidade. O problema não é só o quanto eles deixaram Rose Tico (Kelly Marie Tran) de lado após os ataques racistas contra ela em ‘Os Últimos Jedi’. O problema não é só a cena muito rápida em que aparecem duas mulheres de beijando – uma migalha para os fãs que esperavam que a química entre Poe e Finn seria algo além de uma amizade. O problema é que todas essas escolhas nos revelam as sensibilidades conflitantes que moldaram este filme, e moldarão a saga ‘Star Wars’ a partir dele”. A rede britânica BBC disse que ele é simplesmente desnecessário, por repetir o que já tinha sido feito nos anos 1980. “Assim como os filmes anteriores da nova trilogia, este ‘A Ascensão Skywalker’ caminha por território familiar ao repetir ‘O Retorno de Jedi’. O problema é que ‘O Retorno de Jedi’ era uma conclusão perfeita para a saga ‘Star Wars’, finalizando tudo o que precisava ser finalizado. Tudo o que este novo filme faz é repetir esse feito, respondendo às mesmas perguntas e revisitando os mesmos temas. É algo tão constrangedor quanto aquele momento em que você topa com um velho amigo por acidente, logo depois de ter se despedido dele”. A revista Time Out considerou o filme um grande retrocesso. “‘A Ascensão Skywalker’ marca o retorno de uma penosa aridez, do tipo que o próprio George Lucas imprimiu em sua segunda trilogia. É um filme cheio de tramas circulares, intrigas imperiais e heroísmo barato. [Em comparação a ‘Os Últimos Jedi’], é como um recuo enorme, e só os fãs mais leais vão gostar de ver isso”. A revista Entertainment Weekly foi além, ao considerar que “Star Wars: A Ascensão de Skywalker” nem sequer é um filme, mais um pedaço de conglomerado sem vida. “Sempre houve um pouco de cinismo nos filmes de J.J. Abrams para as sagas Star [Trek e Wars], que injetam adrenalina na cultura pop de sua juventude e evitam qualquer material original ou imaginativo. Agora, ele está procurando por coisas que ainda não conseguiu replicar – uma montagem de ‘A Ascensão Skywalker’ imita aquela incluída em ‘O Retorno de Jedi’ em sua edição especial de 1997. Precisamos de um novo nome para este hábito de transformar uma grande franquia em um conglomerado sem vida. ‘A Ascensão Skywalker’ não é um final, uma sequência ou um reboot. É um zumbi”. A revista Time seguiu a mesma linha de raciocínio, apontando que o filme é previsível, covarde e totalmente artificial. “Em sua ansiedade de não ofender, resultou mais como fanfiction que a criação de cineastas profissionais autênticos. Um robô seria capaz de conceber um filme mais surpreendente”. De modo sintomático, mesmo os que aprovaram, lançaram ressalvas. Como o site The Wrap, que considerou o filme “uma máquina bem-azeitada”. “Para muitos públicos – os fãs de ‘Star Wars’ entre eles – a devoção do diretor J.J. Abrams em entregar exatamente o que eles esperam será o bastante”. Ou o jornal britânico The Guardian, para quem o “filme é montado com um quebra-cabeça, com uma série de pontos de conclusão que parecem inevitáveis e perfeitos, e concebidos para agradar a todas, contanto que ninguém questione muito sua lógica”. Para completar o viés do “copo meio cheio”, o jornal britânico London Evening Standard apresentou uma boa síntese do que o público pode esperar. “‘Star Wars IX’ pode ser imperfeito, mas oferece aos caçadores de nostalgia a odisseia espacial de seus sonhos”. “Star Wars: A Ascensão de Skywalker” estreia nesta quinta (19/12) nos cinemas brasileiros.
Primeiras impressões de Star Wars: A Ascensão de Skywalker vão do elogio rasgado à decepção
“Star Wars: A Ascensão de Skywalker” vai estrear nos cinemas em dois dias. Mas onde estão as críticas? Continuam embargadas – isto é, proibidas de serem publicadas pela Disney. Fãs poderiam considerar a medida um excesso de cuidado para impedir a revelação de spoilers. Entretanto, o longa teve première mundial na noite de segunda (17/12) e as primeiras impressões começaram a achegar às redes sociais. Os elogios rasgados dominam, como costuma acontecer nesses filmes-evento. Mas o hype absurdo, gerado pelo marketing do filme, também criou expectativas impossíveis de serem atendidas, rendendo alguma decepção com a conclusão da saga. Anthony Breznican, da revista Vanity Fair, puxou o coro dos contentes. “Quando as pessoas falam em ‘Star Wars’, elas falam sobre suas infâncias. Suas melhores memórias. As pessoas com que elas amaram e dividiram ela. ‘A Ascensão de Skywalker’ traz de volta todos esses sentimentos e mais. Eu amei”, afirmou. Clayton Sandell, da rede ABC, também acha que o filme “entrega o que promete”. “Tanta coisa acontece neste filme que torna difícil entender algumas coias. Mas acerta seu final épico. E como acerta. J.J. Abrams e sua equipe mataram à pau. E deram uma nova apreciação para ‘O Último Jedi’ no processo. Por favor, evitem spoilers!” Eric Davis, da Fandango, resumiu como “Épico. Cada segundo”. E completou: “‘A Ascensão de Skywalker’ é um final emocionante cheio de coisas demais. Ação, aventura… respostas! Humor, coração, amor e sujeira. Eu passei toda a segunda metade do filme com lágrimas nos olhos – é uma forma emocional de terminar a história ‘Skywalker’. E teve até gente passando mal. Peter Sciretta, fundador do Slashfilm, disse que “J.J. Abrams matou à pau. Ele foi capaz de trazer um arco coesivo a esta trilogia, que parece com um final adequado para a saga completo. Me sinto emocionalmente drenado. Fãs de ‘Star Wars’ ficarão muito felizes”. Dan Casey, do site Nerdist, disse o mesmo com um simples “Uau”. Mas nem todos saíram felizes da sessão. “Tem coisas boas em ‘Star Wars: A Ascensão de Skywalker’. Mas tem mais que é frustrante. Tem um número de escolhas que não se sustentam, fan service que não funciona e detalhes ignorados que fazem falta. Estou chateado”, disse o crítico Eric Eisenberg, do site CinemaBlend. “Tem muita coisa que eu gosto e algumas que eu adoro, mas meus sentimentos em geral são mistos. Parecia uma desculpa por ‘Os Últimos Jedi’ em algumas cenas e uma sequência de ‘Despertar da Força’ em outas, o que eu achei frustrante”, escreveu a jornalista Terri Schwartz, do site IGN. “Eu ainda estou processando meus pensamentos em relação ao ‘Ascensão de Skywalker’. Em geral eu diria que gostei, mas tenho grandes problemas com o filme. Não posso dizer que amei, mas ainda tem muita coisa pra desembrulhar”, opinou Jim Vejvoda, também do IGN. “‘Star Wars: A Ascensão de Skywalker’ é certamente o mais complicado ‘Star Wars’ de todos. Há muito para se gostar, mas a primeira parte é tão arrastada com explicações e novo enredo e faróis e transmissores, que parece que deveriam ser três filmes só dele… Melhora. E Lando arrasa. Mas há tanta trama que o filme parece corrido. E a parte do Imperador é esquisita demais”. E não foram apenas os redatores de sites geeks que saíram decepcionados da primeira sessão do filme. Kyle Buchanan, do jornal New York Times, disse que a produção é uma ofensa ao trabalho do diretor Rian Johnson, que dirigiu o filme anterior. “‘A Ascensão de Skywalker’ só poderia ser mais rude a Rian Johnson se ainda por cima fosse em câmera lenta”, disse ele. “Star Wars: A Ascensão de Skywalker” chega nos cinemas brasileiros nesta quinta (19/12), um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Star Wars: Novo teaser promete revelar passado secreto de Rey
A Disney continua a divulgar vários comerciais de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que trazem cenas inéditas. O mais recente aborda o mistério sobre o passado secreto de Rey (Daisy Ridley), personagem que não conhece seus verdadeiros pais. Embalando imagens de ação, a voz do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid) promete: “É hora dela aprender sua história”. Realmente, é mais que hora, porque “Star Wars: A Ascensão Skywalker” promete encerrar não apenas a nova trilogia, mas toda a saga da família Skywalker. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), a estreia está marcada para 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Star Wars: A uma semana da estreia, fãs já acampam diante de cinema de Los Angeles
Fãs da franquia “Star Wars” já começam a acampar nos arredores do famoso Chinese Theatre de Hollywood, formando fila para assistir “A Ascensão Skywalker”, que só será lançado dentro de uma semana. O local tem importância história para quem acompanha a franquia, pois foi naquele cinema que tudo começou, com a première oficial de “Guerra nas Estrelas”, de George Lucas, em 1977. Anunciado como último filme dessa longa saga de mais de quatro décadas, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” é um dos filmes aguardados com maior expectativa em 2020, e pelo menos 20 pessoas já se instalaram no polo turístico de Los Angeles, a espera de os portões se abrirem para a estreia. Os organizadores do acampamento acreditam que o número de pessoas deve chegar a 150 na região nos próximos dias, com fãs de todas as idades vindos até de outros países para celebrar este último episódio – o 9º da franquia – no mesmo local onde que serviu de berço para a saga espacial. “Quando lançam um novo filme de Star Wars, todo o resto é secundário, é como ter um filho”, disse à agência AFP Nicolas Johnson, que foi acampar com seu cachorro Cookie. “Tenho sorte de poder trabalhar na fila”, disse Shing Hwong, advogada de 39 anos que mora perto de São Francisco e trouxe o laptop com ela. “Vou dormir aqui e à noite posso compartilhar com meus amigos e conversar sobre Star Wars”. O costume de fazer acampamentos para a estreia de um novo longa de “Star Wars” começou duas décadas atrás, por ocasião do lançamento de “A Ameaça Fantasma”, em 1999. “Eu vejo isso como uma festa do pijama com amigos, onde todos têm os mesmos interesses”, disse o fotógrafo de moda Justin Nunez, 31, de San Diego, que participa pela primeira vez dessa vigília. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” chegará aos cinemas brasileiros na próxima quinta (19/12), um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
The Mandalorian: Baby Yoda ganha coleção de brinquedos
A Hasbro revelou as imagens de sua linha de brinquedos inspirado na Criança da série “The Mandalorian”, mais conhecida nas redes sociais como “Baby Yoda”. A pequena criaturinha de apenas 50 anos de idade virou um fenômeno de popularidade, assim que apareceu no final do primeiro capítulo, disparando memes, artes de fãs e pedidos para a fabricação de brinquedos. O bebê da raça do popular personagem Mestre Yoda foi a principal novidade da série “live-action” de “Star Wars”, disponibilizada na plataforma Disney+ (Disney Plus). E já nasceu pronto para o marketing. A vontade de consumir produtos do “Baby Yoda” é tanta que o público da série está revoltada com a Hasbro pela demora da fabricação dos brinquedos. Apesar das imagens já estarem sedo divulgadas, os bonecos não serão colocados à venda neste Natal. Vão ficar para a Páscoa. Talvez em homenagem ao nome do ator que interpreta o Mando do título, Pedro Pascal. Os valores são bem acessíveis, entre US$ 8 e US$ 25. Resta saber se o hype vai durar até lá. Ou se o criador da série, Jon Favreau, não planejou matar o personagem na 1ª temporada, que se encerra em 27 de dezembro. Ao menos, “The Mandalorian” está renovada para a 2ª temporada.
Kylo Ren é ameaçado por Palpatine e Darth Vader em cena inédita de Star Wars: A Ascensão Skywalker
A Disney divulgou um novo vídeo de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que sugere um encontro bastante esperado. No vídeo, Kylo Ren (Adam Driver) desembarca num planeta inóspito e entra numa caverna, caminhando em direção à escuridão, enquanto ouve uma voz em sua cabeça. Trata-se da voz do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid). Mas também do Líder Supremo Snoke (Andy Serkis) e Darth Vader (James Earl Jones). “Eu tenho sido todas as vozes que você já ouviu em sua cabeça”, explica o personagem, usando as três vozes, fazendo Kylo sentir-se ameaçado e reagir com seu sabre de luz contra as sombras que riem ao seu redor. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” chegará aos cinemas brasileiros na próxima quinta (19/12), um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Star Wars: A Ascensão Skywalker ganha mais de 40 fotos em alta definição
A Disney divulgou mais de 40 fotos em alta definição de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que reúnem os protagonistas do capítulo final da saga espacial, entre eles Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega), Poe (Oscar Isaac), Chewie (Joonas Suotamo), Kylo Ren (Adam Driver), Rose Tico (Kelly Marie Tran), os robôs BB-8, R2-D2, C-3PO (Anthony Daniels) e muitos outros. As imagens mostram ainda a icônica nave Millennium Falcon, a volta de Lando Calrissian (Billy Dee Williams), a despedida da General Leia (Carrie Fisher) e registram a nova personagem vivida por Naomi Ackie (“The End of the F***ing World”). O filme vai encerrar não apenas a nova trilogia, mas toda a saga principal da franquia. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” chegará aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
The Mandalorian: Verdadeiro intérprete do personagem é neto de John Wayne
O ator chileno Pedro Pascal (“Narcos”) é creditado como o personagem-título de “The Mandalorian”, primeira série “live-action” do universo de “Star Wars”. Mas embora sua voz seja ouvida nos episódios, não é ele quem interpreta o protagonista, pelo menos na maioria das cenas gravadas para a atração da plataforma Disney+ (Disney Plus). A atriz Bryce Dallas Howard, que dirigiu um episódio da série, revelou que nunca encontrou Pascal no set durante as gravações. “Ele estava em ensaios para o ‘Rei Lear’ na Broadway”, disse Howard ao site Vulture. “Por isso, quando estávamos fazendo o meu episódio, eu não trabalhei com Pedro.” Como o Mandaloriano não tira nunca seu elmo, dois dublês se revezam no papel, Brendan Wayne e Lateef Crowder. Howard revelou que trabalhou principalmente com Wayne, que, por incrível que pareça, é neto do lendário ator John Wayne. “[Wayne] absolutamente trouxe tudo para esse personagem, e fomos capazes de encontrar os momentos e resolvê-los juntos”, disse Howard. Wayne trabalhou em todos os episódios da 1ª temporada de “The Mandalorian” e já foi contratado para trabalhar na 2ª temporada. Não é a primeira vez que “Star Wars” emprega atores diferentes para dar vida a um personagem mascarado. James Earl Jones é reconhecido como a voz de Darth Vader, mas os movimentos do personagem foram feitos por um ator menos referenciado, chamado David Prowse. Considerando que “The Mandolorian” tem forte influência dos velhos faroestes – o episódio dirigido por Howard aludia tanto a “Os 7 Samurais” quanto a seu remake western, “Sete Homens e um Destino” – , é até adequado que o caçador de recompensas intergaláctico ganhe vida por meio do herdeiro de John Wayne.
JJ Abrams diz que final da saga Star Wars será luta pelo equilíbrio da Força
A expectativa pelo final da saga “Star Wars” fez a CCXP 2019 ter filas de mais de 24 horas para que os fãs pudessem ver de perto o diretor JJ Abrams e o elenco central do filme “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, formado por Daisy Ridley, John Boyega e Oscar Isaac. Seguindo o protocolo de revelar o mínimo possível sobre a produção, que vai encerrar a história iniciada por George Lucas em 1977, sobre a família Skywalker, eles conversaram amenidades diante de uma multidão animada. “Isso mudou as nossas vidas e foi incrível trabalhar juntos”, disse Ridley. “Muitos atores não têm a chance de experimentar isso. Nós literalmente rimos o tempo inteiro durante o episódio IX, foi uma alegria só.” Sem dizer nada que os fãs já não soubessem pelos trailers, e exibindo uma versão estendida de uma cena já disponibilizada na internet, Abrams resumiu o filme como uma luta pelo equilíbrio entre “o lado iluminado e o sombrio” da Força. “No lado sombrio, mal posso esperar para as pessoas verem a história, acho que é a mais intensa que esses personagens passaram”, disse o diretor. “No lado iluminado, é a primeira vez que vemos esse grupo de personagens ter uma aventura juntos”, afirmou, em referência ao trio presente no painel, que se distanciou muito durante a trama de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, o filme anterior. A presença póstuma de Carrie Fisher e o retorno de Billy Dee Williams ao papel de Lando Calrissian também foram celebrados. “Quando criança, Lando era meu personagem favorito”, disse Isaac, enquanto Boyega chamou Williams de “o cara mais legal da galáxia”. E ainda acrescentou: “Quando vocês assistirem ao filme, a reação de Finn ao conhecer Lando é completamente igual à minha reação ao conhecer Williams. Fiquei muito feliz que JJ pegou isso”. Abrams, por sua vez, reforçou que “não poderia contar o fim da história sem Leia, seria impossível”. A protagonista Daisy Ridley afirmou que o diretor fez um trabalho incrível resgatando cenas que tinham sobrado da produção de “Star Wars: O Despertar da Força” para incluir Carrie Fisher, falecida em 2016, em “A Ascensão Skywalker”. A atriz explicou que precisou contracenar com essas cenas durante a filmagem definitiva. “Fazer as cenas sem ela foi muito estranho”, disse. Na hora de suas filmagens, ela conferia as imagens pré-gravadas “para poder responder” à interpretação de Fisher. Por outro lado, a aparição de outro rosto familiar – o Imperador Palpatine, vivido por Ian McDiarmid – não foi aprofundada pelo elenco e recebeu apenas comentários vagos de Abrams, que não quis comentar aquele que representa um dos grandes mistérios da trama. “Não quero estragar nada, mas posso dizer que foi incrível ter Ian de volta. Seu personagem tem um poder extraordinário. Mal posso esperar para vocês verem como e por que o personagem voltou e o que isso significa para esses personagens”, disse, apontando para Ridley, Boyega e Isaac. Todos os tópicos foram abordados brevemente, entre eles o sentimento de Ridley sobre a questão dos pais de Rey, “Eu não era uma grande fã de ‘Star Wars’, então nunca entendi essa obsessão com a paternidade”, ela afirmou, concluindo que a nova trilogia é mais sobre a ideia de construir sua própria família, como Rey faz com Finn e Poe. Diante da responsabilidade de concluir a saga iniciada em 1977 por George Lucas, Abrams fez um balanço positivo do legado da franquia. “Acho que todos concordam que ‘Star Wars’ tem esse coração incrível, de esperança e senso de possibilidade. Por mais louco que tudo esteja no mundo, esse senso de possibilidade – que existe mais em nós, que há bondade a ser encontrada – é realmente uma coisa muito bonita. O que George Lucas criou foi extraordinário”, concluiu. “Star Wars: A Ascensão Skywalker” estreia em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Star Wars: Novo vídeo exalta clima de amizade nos bastidores da saga
A Disney divulgou um novo vídeo dos bastidores de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que celebra a amizade cultivada entre os elencos da nova e da primeira trilogia, com cenas de muitos risos, brincadeiras e abraços emocionados, de 1977 a 2019 – mas, curiosamente, pulando a trilogia intermediária. As referência às filmagens do primeiro “Guerra nas Estrelas” são relevantes, porque “Star Wars: A Ascensão Skywalker” vai encerrar não apenas a história de Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega) e Poe Dameron (Oscar Isaac), mas toda a saga da família Skywalker. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), a estreia está marcada para 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Rey mostra poderes Jedi em novos comerciais de Star Wars: A Ascensão Skywalker
A Disney continua a divulgar vários comerciais de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que trazem algumas cenas inéditas. Os dois mais recentes mostram que Rey (Daisy Ridley) é capaz de aplicar o velho truque mental Jedi realizado por Obi-Wan Kenobi (Alec Guinness) no clássico “Guerra nas Estrelas” (1977), além de trazer mais detalhes sobre “o duelo final” entre a jovem e Kylo Ren (Adam Driver). A referência ao filme de 1977 é relevante, porque “Star Wars: A Ascensão Skywalker” vai encerrar não apenas a nova trilogia, mas toda a saga da família Skywalker. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), a estreia está marcada para 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Star Wars: “A saga vai acabar”, anunciam os comerciais de A Ascensão Skywalker
A Disney divulgou vários comerciais de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que trazem algumas cenas inéditas, mas principalmente apresentam o filme como o encerramento da história iniciada em 1977 por George Lucas. “A saga vai acabar”, diz uma das narrações. “Esta será a palavra final da história de Skywalker”, repercute outra, em tom ameaçador – e nem poderia ser diferente, já que se trata da voz de Ian McDiarmid, o Imperador Palpatine. De fato, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” vai encerrar não apenas a nova trilogia, mas toda a saga da família Skywalker. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), a estreia está marcada para 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.







