Star Wars arrasa recordes, conquistando a maior bilheteria mundial de estreia de todos os tempos
Os números das bilheterias de “Star Wars: O Despertar da Força” não param de impressionar, derrubando um recorde atrás do outro. Com a contagem final confirmada, agora é oficial: o novo “Star Wars” conquistou a maior bilheteria mundial de estreia em todos os tempos. Ao todo, o filme dirigido por J.J. Abrams arrecadou US$ 529 milhões nos cinemas de todo o mundo, superando por uma pequena margem o antigo recordista, “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros”, que fez US$ 524 milhões em junho passado. O mais impressionante é que, ao contrário de “Jurassic World”, “Star Wars: O Despertar da Força” ainda não estreou na China, segundo maior mercado cinematográfico do planeta. A Disney deixou o país por último, com lançamento por lá somente em janeiro. Isto porque, graças ao comunismo, a China é um dos poucos lugares do mundo que não exibiu a trilogia original, tornando o desafio do marketing ainda maior. Mesmo assim, a estreia chinesa pode impulsionar o longa para novos recordes. A conquista da Terra aconteceu após “Star Wars” superar outro recorde de “Jurassic World”, o de maior estreia da história dos EUA. Com US$ 238 milhões em seu primeiro fim de semana de exibição, a sci-fi da Disney deixou bem para trás os dinossauros da Universal, que faturaram US$ 208 milhões no mercado doméstico americano. Outros recordes conquistados incluem a maior pré-venda de ingressos e o maior faturamento de primeiro dia de exibição nos EUA. No Brasil, “Star Wars: O Despertar da Força” rendeu a maior arrecadação de dia de estreia de 2015 (R$ 9,5 milhões), mas não superou as bilheterias dos primeiros fins de semana de “Velozes e Furiosos 7” e “Os Vingadores – A Era de Ultron”. Ao todo, o filme fez R$ 33,6 milhões em seus primeiros quatro dias em cartaz nos cinemas brasileiros.
Bilheterias: Star Wars mostra sua Força com a maior estreia da história do cinema americano
A Força despertou, deixando o público de cinema em frenesi nos EUA. Até o Presidente Barack Obama interrompeu mais cedo uma entrevista coletiva com a desculpa de que precisava assistir ao novo “Star Wars”. O resultado foi recorde atrás de recorde de arrecadação. Após registrar a maior pré-venda de ingressos e o maior faturamento de primeiro dia de exibição, “Star Wars: O Despertar da Força” somou US$ 238 milhões para se tornar a maior bilheteria de fim de semana de estreia da América do Norte. Em todos os tempos. A empolgação deixou para trás o antigo recordista, “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros”, que também neste ano faturou US$ 208 milhões. Apesar da grande expectativa gerada pela estreia de “Star Wars”, algumas produções se arriscaram a dividir a mesma data de lançamento. O resultado previsto se confirmou, com bilheterias fracas, mas também rendeu algumas surpresas no Top 10 da semana. O melhor desempenho ficou com o lançamento infantil “Alvin e os Esquilos: Na Estrada”, que estreou em 2º lugar, mas numa galáxia muito distante de “Star Wars”, com faturamento de US$ 14,4 milhões. A comédia “Irmãs”, que junta as comediantes Tina Fey e Amy Poehler, abriu logo atrás, com US$ 13,4 milhões em 3º lugar. Com isso, após quatro semanas consecutivas no topo das bilheterias, “Jogos Vorazes: A Esperança – O Final” caiu para 4º, seguido pelo spin-off de “Rocky”, “Creed: Nascido para Lutar”, no final do Top 5. As maiores surpresas, porém, ficaram para o fundo do tacho, abaixo do naufrágio de “No Fundo do Mar”, que de uma semana para a outra caiu do 2º para o 8º lugar. É que o Top 10 da semana se fecha com dois lançamentos indianos, uma verdadeira raridade nos EUA, que costuma ser avesso a sucessos estrangeiros. [symple_toggle title=”Clique aqui para conferir as 10 maiores bilheterias do fim de semana nos EUA ” state=”closed”] BILHETERIA: TOP 10 EUA [symple_column size=”one-half” position=”first” fade_in=”false”] 1. Star Wars: O Despertar da Força Fim de semana: US$ 238 milhões Total EUA: US$ 238 milhões Total Mundo: US$ 517 milhões 2. Alvin e os Esquilos: Na Estrada Fim de semana: US$ 14,4 milhões Total EUA: US$ 14,4 milhões Total Mundo: US$ 14,4 milhões 3. Irmãs Fim de semana: US$ 13,4 milhões Total EUA: US$ 13,4 milhões Total Mundo: US$ 15,2 milhões 4. Jogos Vorazes: A Esperança – O Final Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 254,4 milhões Total Mundo: US$ 595,5 milhões 5. Creed: Nascido para Lutar Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 87,9 milhões Total Mundo: US$ 95,5 milhões [/symple_column] [symple_column size=”one-half” position=”last” fade_in=”false”] 6. O Bom Dinossauro Fim de semana: US$ 4,3 milhões Total EUA: US$ 96,5 milhões Total Mundo: US$ 189,6 milhões 7. Krampus – O Terror do Natal Fim de semana: US$ 3,7 milhões Total EUA: US$ 34,8 milhões Total Mundo: US$ 47,6 milhões 8. No Coração do Mar Fim de semana: US$ 3,4 milhões Total EUA: US$ 18,6 milhões Total Mundo: US$ 68,2 milhões 9. Dilwale Fim de semana: US$ 1,8 milhão Total EUA: US$ 1,8 milhão Total Mundo: US$ 1,8 milhão 10. Bajirao Mastani Fim de semana: US$ 1,6 milhão Total EUA: US$ 1,6 milhão Total Mundo: US$ 1,6 milhão [/symple_column] [/symple_toggle]
Novo Star Wars supera expectativas e se mostra à altura da trilogia original
A fascinação do público por “Star Wars” pode ser facilmente medida em (grandes) números. Uma das franquias mais admiradas e bem-sucedidas do cinema, “Star Wars” tornou-se, desde a estreia, em 1977, do então “Guerra nas Estrelas”, um sucesso não apenas no cinema, mas um fenômeno em termos de comercialização de produtos que vão desde action figures, passando por camisetas, cobertores e sandálias e tudo o que você puder imaginar. Ainda que presentes no imaginário popular há quase 40 anos, a saga foi aos poucos perdendo o encanto e a magia que encantou crianças, jovens e adultos neste período, muito por conta das versões plastificadas, artificiais e medíocres entregues por George Lucas nos prólogos que estrearem entre 1999 e 2005. Anunciado desde a compra da LucasFilm pela Disney, este “O Despertar da Força” vinha sendo aguardado com uma expectativa incomensurável, fosse pela direção de J.J, Abrams (um diretor talentoso que já havia ressuscitado “Star Trek”, uma franquia tão amada quanto), pelo roteiro co-escrito por Lawrence Kasdan (um mestre do assunto, responsável por “Caçadores da Arca Perdida” e “O Império Contra-Ataca”, consideradas até hoje como duas das melhores aventuras de todos os tempos) como pelo retorno aos efeitos práticos e cenários verdadeiros, bem diferentes dos prólogos, que o tempo tratou de aproximar dos videogames. O fato é que, passada a euforia de estreia, é absolutamente correto afirmar que “O Despertar da Força” não apenas honra toda a trilogia original como é uma das aventuras mais aprazíveis, emocionantes, divertidas e eficientes de todo o ano, além de, mesmo com diversas falhas pontuais, um triunfo em seu aspecto mais crucial, o de trazer ao espectador aquela sensação de encantamento que até hoje coloca “Star Wars” como algo bem maior que uma simples franquia cinematográfica. “O Despertar da Força” é simplesmente a continuação de “Star Wars” que todos desejavam, um retorno a um universo familiar e conhecido, mas que revela diversas surpresas, revelações e choques capazes de abalar até o mais frio dos espectadores. A trama faz questão de trabalhar com os cânones da saga de forma respeitosa. Até demais, em alguns aspectos. Mesmo os espectadores mais desatentos perceberão que este “Episódio VII” nada mais é do que uma refilmagem pouco disfarçada do “Episódio IV”, o primeiro “Guerra nas Estrelas”. Há a jovem solitária que vive no deserto e que encontra um pequeno robô – o simpático, carismático e divertido BB-8 – que carrega consigo uma mensagem secreta que deve ser entregue à Resistência Rebelde. A jovem conta com a ajuda de diversos amigos e de um mentor, ao mesmo tempo em que são perseguidos por um cavaleiro de roupas negras – isso sem contar a ameaça de uma nova e poderosa estação espacial. Não faltam nem o resgate nesta mesma estação e um ataque de caças na conclusão. Se a plot não faz questão de inovar – talvez como homenagem, talvez como falta de ousadia – o roteiro de Kasdan e Abrams faz com que este seja um problema facilmente contornável, graças a um trabalho excepcional no desenvolvimento e na apresentação de personagens e de situações que – ainda que continuem referenciando diversos elementos da saga – são capazes de elevar-se acima da mera referência e se tornem releituras carregadas de força e intensidade dramática. Sim, o filme é um “fan service” descarado (ainda que de forma muito mais sutil e inteligente do que, por exemplo, “Jurassic World”), mas tão bem feito que transcende esse reducionismo. Além do roteiro que foge das explicações óbvias e das redundâncias que abundaram nos prólogos, boa parte do sucesso do filme se deve à direção inspirada de J.J Abrams, que entrega aqui aquele que é o seu melhor trabalho, um filme com um ritmo empolgante, com um humor que funciona e não soa deslocado, com sequências de ação acachapantes e com diversos momentos que já podem se posicionar entre os mais admiráveis e emblemáticos da saga, como a impactante sequência da ponte – uma (outra) referência a “O Império Contra-Ataca” – um momento tão bem estruturado e encenado que Abrams mereceria nossos aplausos apenas por tê-lo feito com a importância e com o peso exigidos. Abrams recupera a estética original estabelecida no “Episódio IV” – com suas naves envelhecidas e enferrujadas, suas transições que lembram animações de PowerPoint, a trilha sonora de John Williams, os efeitos sonoros de Ben Burtt. A pegada pé no chão é tão convincente que os poucos momentos em que o filme parece não funcionar ocorrem justamente com a entrada de criaturas digitais, como a Maz Tanaka de Lupita N´yongo e do Supremo Líder Snoke de Andy Serkis. Outro ponto da modernidade estampada neste “Episódio VII” é a escolha de seus protagonistas. Em um ano em que tivemos a força de uma Imperatriz Furiosa, a inteligência de uma Ilsa Faust e o altruísmo de Katniss, é um deleite perceber que todas elas apenas estavam abrindo espaço para a jovem Rey – talvez uma protagonista bem mais interessante que Luke Skywalker no filme de 1977. Interpretado pela gracinha Daisy Ridley, Rey segue, inicialmente, os mesmos passos do jovem Skywalker, mas sua narrativa e seu crescimento dentro da trama são desenvolvidos com muito mais consistência. E, sim, temos uma garota protagonizando “Star Wars”. Até por conta disso, fica evidente que o arco do personagem Finn (Jon Boyega, aproveitando a oportunidade com sangue nos olhos) é bem mais frágil: um stormtrooper com crise de consciência que resolve abandonar a Primeira Ordem, uma espécie de reboot do Império Galáctico. Da mesma forma, o carismático Poe Dameron de Oscar Isaac – o melhor piloto da galáxia de todos os tempos! – é outro personagem que clama por mais espaço nos próximos episódios. Do lado dos vilões, Adam Driver arrisca em transformar seu Kylo Ren em uma versão mais jovem de Darth Vader, tão poderosa quanto, mas repleto de dúvidas e questionamentos. Ao lado de Rey, Kylo Ren é com certeza um dos mais complexos personagens desta nova saga, uma figura ao mesmo tempo ameaçadora e trágica, que sofre justamente com a tentação de não cair para o lado luminoso da Força. Driver dá vida a um vilão tão interessante que seus primeiros cinco minutos em tela ofuscam todas as aparições do jovem Darth da segunda trilogia. Entre os veteranos, é um deleite em todos os sentidos reencontrar estes personagens 30 anos mais velhos – e mais experientes. Com um bem aproveitado tempo em tela, é possível afirmar que Han Solo e Rey são o coração e a alma deste novo “Star Wars”. O veterano ator tira sua carranca mal-humorada e restabelece Solo no panteão dos grandes personagens do cinema. Já Carrie Fisher demonstra com dignidade o peso dos anos e da experiência que transformaram a Princesa em General Leia, carregando consigo uma dor e uma resignação tocantes. De Mark Hammil e seu Luke Skywalker não podemos falar muito. Escondido em toda a divulgação do filme, Skywalker transformou-se, assim como seus colegas de luta, em uma figura mítica e lendária. Não por acaso, o filme gira todo em torno de sua busca, e sua presença, mesmo quando apenas mencionada, traz novamente ao filme aquele viés épico e grandioso que tanto admiramos na primeira trilogia. Concluindo com aquele que é provavelmente o plano mais belo, interessante e promissor de todos os seis filmes anteriores, “O Despertar da Força” consegue se mostrar superior até ao excruciante hype que o precedia. Para além da memória afetiva e da expectativa, é uma obra carregada de nostalgia que chega derrubando todas as portas com um olhar moderno e relevante: um blockbuster honesto e autêntico em suas premissas, feito para entreter os fãs e converter novas gerações à saga que começou a muito tempo atrás numa galáxia muito distante.
American Film Institute elege os 10 melhores filmes e as 10 melhores séries de 2015
O American Film Institute anunciou a sua lista anual com as melhores produções que se destacaram no cinema e na televisão na América do Norte em 2015. Geralmente, a lista com os 10 melhores filmes antecipa de forma muito próxima a seleção da Academia de Ciências e Artes Cinematográficas na disputa do Oscar. Este ano, a relação privilegia mais blockbusters que o usual, apontando uma evolução na qualidade das produções comerciais dos grandes estúdios de Hollywood. No que pode ser considerado um dos melhores anos para a ficção científica já registrados pelo instituto, três filmes do gênero integraram a seleção, inclusive o recentíssimo “Star Wars: O Despertar da Força”. Em contrapartida, apenas três filmes listados podem ser classificados como indies, “Carol”, premiado no Festival de Cannes, “O Quarto de Jack”, vencedor do Festival de Toronto, e “Spotlight – Segredos Revalados”, favorito das premiações da crítica americana. Entre as séries, as novidades em relação ao ano passado vão além das inclusões da comédia “Master of None” e dos dramas “Better Call Saul”, “Mr. Robot”, “Empire” e “UnReal”. A relação também traz de volta “Homeland”, após dois anos de ausência, comprovando a revitalização do programa. O instituto também concedeu um AFI Award especial para “Mad Men”, “pela sua contribuição para o legado da cultura americana”. A série frequentou a lista do instituto ao longo de sete anos. Mais do que qualquer outro programa de televisão. Confira abaixo as listas completas: [symple_column size=”one-half” position=”first” fade_in=”false”] Os 10 melhores filmes de 2015 Carol Divertida Mente A Grande Aposta Mad Max: Estrada da Fúria Perdido em Marte Ponte dos Espiões O Quarto de Jack Spotlight – Segredos Revelados Star Wars – O Despertar da Força Straight Outta Compton – A História do N.W.A. [/symple_column] [symple_column size=”one-half” position=”last” fade_in=”false”] As 10 melhores séries de 2015 The Americans Better Call Saul Black-ish Empire Fargo Game of Thrones Homeland Master of None Mr. Robot UnReal PRÊMIO ESPECIAL AFI Mad Men [/symple_column]
Star Wars: O Despertar da Força tem maior arrecadação de dia de estreia de todos os tempos
Após registrar a maior bilheteria de estreia no Brasil em 2015, “Star Wars: O Despertar da Força” bateu o recorde de arrecadação num único dia na América do Norte… em todos os tempos. Foram US$ 57 milhões somente nas sessões antecipadas de quinta (17/12), muitas delas programadas para a meia-noite. E a lotação continuou esgotada nas horas seguintes. Estimativas da Disney dão conta de que o filme superou os US$ 120 milhões em suas primeiras 24 horas de exibição, deixando bem para trás o antigo recordista, “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte II”, que faturou US$ 91 milhões em seu primeiro dia de exibição nos EUA. Até quinta, a arrecadação internacional também já estava em US$ 120 milhões. E isto antes da estreia na maioria dos países, programada para sexta-feira (18/12) como nos EUA. Lançado em 4.134 salas nos EUA e Canadá, o filme vendeu cerca de US$ 100 milhões somente em ingressos antecipados para sessões no fim de semana. Quem deixou para comprar entradas na última hora, se deparou com a mensagem de “esgotado” nas bilheterias dos cinemas. A estimativa para a arrecadação total do fim de semana aponta que a produção superará facilmente os US$ 200 milhões. Os mais ousados projetam a conta para US$ 250 milhões. Apenas na América do Norte. A Disney começa agora a contagem regressiva para comemorar a quebra de novos recordes financeiros.
Daniel Craig atuou disfarçado em Star Wars: O Despertar da Força
O ator Daniel Craig (“007 Contra Spectre”) participou das filmagens de “Star Wars: O Despertar da Força”. O boato de seu envolvimento veio à tona logo no início da produção, durante uma entrevista de Simon Pegg (“Star Trek”), que também se disfarçou como figurante, mas só agora foi confirmada pela revista Entertainment Weekly. Segundo a publicação, o intérprete de James Bond aparece disfarçado de Stormtrooper na sci-fi. Ele é responsável pelo encarceramento de Rey (Daisy Ridley), com quem trava uma discussão envolvendo os poderes jedi da jovem. Em cartaz desde quinta (17/12), “Star Wars: O Despertar da Força” quebrou o recorde de maior bilheteria de estreia nos cinemas brasileiros em 2015.
Star Wars: O Despertar da Força fatura maior estreia de 2015 no Brasil
Os recordes começam a cair. Lançado no Brasil na quinta-feira (17/12), um dia antes da estreia nos principais mercados de cinema do mundo, “Star Wars: O Despertar da Força” já registrou seu primeiro recorde no país – sem contar a pré-venda, é claro. Com estimados R$ 9,5 milhões de arrecadação, a produção da Disney somou a maior bilheteria de estreia do ano, registrada em suas primeiras 24 horas de exibição. A estimativa é do site Filme B, que posiciona o filme bem à frente do antigo recordista do ano, “Velozes e furiosos 7”, que faturou R$ 8,4 milhões em seu primeiro dia em cartaz. O novo “Star Wars” teria atraído mais de 560 mil espectadores brasileiros em seu dia de estreia. Com este impulso inicial, é esperado um novo recorde no fim de semana. Resta esperar a extensão do recorde. Muitos apostam que o novo “Star Wars” possa se tornar o maior lançamento de todos os tempos no Brasil.
Estrela de Star Wars: O Despertar da Força, o droid BB-8 ganha vídeo sobre os bastidores de sua criação
Com a estreia de “Star Wars: O Despertar da Força”, a Disney divulgou um vídeo dedicado a um dos novos personagens que tem tudo para fazer milhões de fãs a partir desta quinta (17/12): o pequeno droid BB-8. A prévia aborda desde a concepção, em traços rabiscados num guardanapo pelo diretor J.J. Abrams, até as cenas em que ele contracena com Daisy Ridley, que ao final desafia o público a não se apaixonar pelo pequenino robô. “Star Wars: O Despertar da Força” já está em cartaz nos cinemas do Brasil.
Jornal francês protesta contra o lado negro da força de Star Wars
O importante jornal francês Le Monde resolveu protestar contra o lado negro da força de “Star Wars”, decidindo não credenciar jornalistas para a sessão exclusiva de imprensa e não publicar uma crítica de “Star Wars: O Despertar da Força” no dia da sua estreia. Segundo o jornal, é preferível assistir ao filme junto do público, após a estreia, do que ter a liberdade de expressão tolhida. O longo texto revela as condições exigidas pela Disney, chamada de “a empresa das ‘orelhas redondas'”, para o credenciamento dos jornalistas que assistiram a sessão prévia, realizada na terça (15/12). Taxando as exigências de “inaceitáveis”, o texto enumera a “profusão de precauções que beiram o grotesco”. Entre elas, estão “obtenção de um código ‘QR de acesso pessoal’ após a assinatura de um termo de responsabilidade, local e horário mantidos em segredo e comunicados na véspera pelo celular, presença anunciada de agentes de segurança equipados de binóculos de visão noturna, ‘embargo a críticas’ até as 9h01 do dia seguinte…” Mas o que Le Monde considera a gota d’água é a “vontade demonstrada pela distribuidora de controlar o conteúdo dos artigos”. Assinalando que os jornalistas precisam assinar um formulário que lhes pede que “não revelem os elementos-chave da trama do filme para não prejudicar a diversão dos futuros espectadores”, a nota cita textualmente o documento da Disney: “Atesto que qualquer revelação de minha parte a respeito desse filme a pessoas que não o tenham assistido constituirá um prejuízo à Disney/LucasFilm sujeito a reparação”, diz o documento. Além disso, o jornal revela que, junto desse formulário, um email “chega a ordenar que se mantenham em segredo ‘as ligações entre os personagens'”. “Na história do jornalismo, nunca nenhuma produtora havia se intrometido dessa forma no conteúdo dos artigos e das conversas privadas dos jornalistas com seus parentes e amigos, ainda por cima ameaçando entrar com processos”, acusa o jornal francês, que conclui que tudo isso deixa de representar arte, cinema ou mesmo entretenimento, para virar simplesmente manipulação sob pressão corporativa. “Tudo isso ilustra a natureza da franquia ‘Star Wars’, que precisa justificar para os acionistas da Disney o colossal investimento de US$ 4,4 bilhões que custou a compra da LucasFilm. Cada decisão, inclusive a restrição às críticas, é tomada seguindo essa necessidade mais do que pela vontade de criar ou de entreter”, avalia o Le Monde. “Podemos concordar com o Mickey que ‘spoilers’ são um pecado. Mas, se não se pode falar sobre o que se passa na tela nem sobre os personagens que a povoam, só restam cenários e efeitos especiais”, reflete o texto francês, convidando o leitor a pensar.
Star Wars mostra sua força com estreia recorde em metade dos cinemas do Brasil
“Star Wars: O Despertar da Força” inicia nesta quinta (17/12) sua blitz mundial em busca de recordes históricos de bilheteria. Para se ter noção, o filme da Disney será o primeiro da história a ocupar 50% de todas as telas de cinema disponíveis no Brasil, com lançamento recorde em 1.504 salas. É impressionante, mas nbos EUA o filme chega em mais de 4 mil salas, superando todas as telas existentes por aqui – se todos os cinemas brasileiros exibissem o filme, ainda não seria suficiente para atingir essa quantidade. Felizmente, “O Despertar da Força” entrega um produto que, mesmo com tanta oferta, tem tudo para lotar os cinemas, passando por cima da segunda trilogia enfadonha com a energia e a ação que a franquia não conhecia desde “O Retorno de Jedi” (1983). Após rejuvenescer “Star Trek”, o cineasta J.J. Abrams entrega um “Star Wars” à altura das expectativas dos fãs. O lançamento é tão grandioso que intimidou as outras distribuidoras multinacionais. Também prevista para chegar às telas nesta semana, a animação “Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, o Filme” simplesmente sumiu do cronograma de lançamentos. Ficou sem data. O receio com o retorno dos jedi, ironicamente, deixou o circuito limitado mais amplo, permitindo que filmes importantes chegassem em mais salas. Casos, por exemplo, do suspense “Labirinto de Mentiras”, representante da Alemanha na disputa pela indicação ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro – entra em 29 salas – e da comédia dramática “Mia Madre”, do mestre italiano Nanni Moretti – em 22 salas. Além destes, mais dois destaques de festivais internacionais tentam encontrar público. O terror da vampira iraniana “Garota Sombria Caminha pela Noite” rendeu diversos prêmios à diretora Ana Lily Amirpour, e entra em exibição em seis salas, enquanto “A Terra e a Sombra”, que rendeu a Câmera de Ouro (Melhor Filme de Estreia) ao colombiano César Augusto Acevedo no Festival de Cannes, ocupa quatro salas exclusivamente no Rio de Janeiro. A programação se completa com o documentário brasileiro “Hysteria”, em exibição em uma sala do Caixa Belas Artes, em São Paulo, e inclui um troca-troca entre filmes em cartaz no Rio e em São Paulo: o drama sobrenatural japonês “Para o Outro Lado”, de Kiyoshi Kurosawa, lançado em novembro em SP, chega em duas salas no Rio, enquanto o filipino “Norte, O Fim da História”, de Lav Diaz, amplia seu circuito para a São Paulo – isto é, para uma sala do Caixa Belas Artes. [symple_toggle title=”Clique aqui para conferir os trailers de todos as estreias da semana” state=”closed”] Grande estreia de cinema da semana Estreias em circuito limitado [/symple_toggle]
Personagens de Star Wars ganham novos pôsteres individuais
A Disney divulgou novos pôsteres individuais dos personagens de “Star Wars: O Despertar da Força”, sendo que quatro deles foram lançados, por enquanto, com exclusividade na China, após a polêmica com o cartaz principal do filme. As artes chinesas destacam Rey (Daisy Ridley, da série “Mr Selfridge”), Finn (John Boyega, de “Ataque ao Bloco”), Kylo Ren (Adam Driver, da série “Girls”) e o casal Han Solo (Harrison Ford) e Princesa Leia (Carrie Fisher), enquanto as americanas incluem Poe Dameron (Oscar Isaac, de “Inside Llewyn Davis”) e o novo robô BB-8. Com roteiro de Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e direção de J.J. Abrams (“Star Trek”), o filme estreia em 17 de dezembro de 2015 no Brasil, um dia antes de chegar aos cinemas americanos.
Novos comerciais de Star Wars: O Despertar da Força já fazem contagem regressiva
A 20th Century Fox divulgou uma nova leva de comerciais de “Star Wars: O Despertar da Força”, lançando uma contagem regressiva para a estreia do filme. As prévias são vibrantes e energéticas, com a trilha clássica de John Williams retumbando entre explosões, efeitos visuais e a presença icônica de Han Solo (Harrison Ford). Com roteiro de Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e direção de J.J. Abrams (“Star Trek”), “Star Wars: O Despertar da Força” estreia já nesta quinta (17/12) no Brasil, um dia antes de chegar aos cinemas americanos.
Star Wars já bate recorde de pré-venda nos EUA e no Brasil
As previsões são inequívocas: o desempenho de “Star Wars: O Despertar da Força” nas bilheterias será arrasador. A questão é saber quantos recordes sua estreia irá bater. Nos Estados Unidos, o longa começou a quebrar recordes um mês antes de seu lançamento, arrecadando, só na pré-venda, mais de US$ 50 milhões. No Brasil, o site Ingresso.com não divulgou a quantidade de pagantes da pré-venda, mas diz que foi maior que seu antigo recordista, “Vingadores: Era de Ultron”, lançado em abril. Segundo analistas ouvidos pela revista Variety, o filme pode render US$ 170 milhões em seu fim de semana nos EUA. Mas isso só se decepcionar. Muitos preveem que ultrapasse os US$ 200 milhões, concorrendo para destronar o atual recordista de arrecadação de estreia, “Jurassic World”, que fez US$ 208 milhões em seus primeiros três dias em cartaz. No Brasil, é mais difícil fazer essa previsão, pois a Disney ainda não divulgou o número exato de salas em que o filme será exibido, embora confirme que será em mais de mil – ou seja, no mínimo ocupará um terço do total de cinemas existentes no país. Com direção de J.J. Abrams (“Star Trek”), “Star Wars: O Despertar da Força” estreia na quinta (17/12) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.










