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  • Filme

    Filme de Sabre de Prata e Gata Negra é oficializado com data de estreia

    14 de agosto de 2017 /

    De olho no resultado das bilheterias do verão norte-americano, em que as superproduções de super-heróis escaparam do fracasso coletivo, a Sony decidiu avançar em seu projeto de criar um universo cinematográfico baseado nos personagens secundário dos quadrinhos do Homem-Aranha. O grande destaque do novo calendário de estreias divulgado pelo estúdio é o agendamento oficial de “Silver & Black”, spin-off centrado nas vilãs/heroínas Sabre de Prata e Gata Negra. A produção ganhou data de lançamento em 8 de fevereiro de 2019. Criada em 1985, Sabre de Prata é uma mercenária que caça criminosos de guerra e ocasionalmente se alia ao Aranha. Ela nunca apareceu no cinema, assim como a ladra Gata Negra, a “Mulher-Gato do Aranha”, lançada em 1979 – embora Felícia Hardy, sua identidade secreta igualmente gata, tenha dado as caras em “O Espetacular Homem-Aranha 2”, vivida pela atriz Felicity Jones. O filme da dupla é descrito como uma combinação de “Thelma & Louise” (1991) e “Fuga à Meia-Noite” (1988), e terá direção de Gina Prince-Bythewood (“Nos Bastidores da Fama”), que recentemente fez sua estreia no universo Marvel ao dirigir o piloto de “Cloak and Dagger”, a série dos heróis Manto e Adaga para o canal pago Freeform. Ela também é criadora da série “Shots Fire” e, além de dirigir, vai reescrever o roteiro do filme, feito por Lisa Joy (criadora da série “Westworld”) e Christopher Yost (roteirista de “Thor: Ragnarok”). “Silver & Black” é o segundo derivado dos quadrinhos do Aranha programado pelo estúdio. Antes dele, estreia Venom, que chega aos cinemas em outubro de 2018, estrelado por Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e dirigido por Ruben Fleischer (“Zumbilândia”). O detalhe é que, pelo que tem dito o presidente da Marvel Kevin Feige, estes filmes não devem ter ligação com o Universo Cinematográfico Marvel, nem mesmo contar com o Homem-Aranha vivido por Tom Holland. Difícil imaginar como isso se dará na prática.

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  • Filme

    Riz Ahmed negocia viver “personagem popular da Marvel” no filme de Venom

    10 de agosto de 2017 /

    O ator Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”) abriu negociações para participar do filme do supervilão Venom. Segundo o site Variety, ele dará vida a um “personagem popular da Marvel”, mas o papel não foi revelado. Já o site The Hollywood Reporter afirma que não se trata do supervilão Carnificina, que tem sido apontado como provável antagonista do filme. Até o momento, o único ator confirmado na produção da Sony Pictures é Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), que viverá Venom. O filme não faz parte do acordo do estúdio com a Marvel e não terá participação de Tom Holland, intérprete do Homem-Aranha, que está contratado apenas para três filmes individuais e três aparições em produções da Marvel (“Capitão América: Guerra Civil” e os próximos dois “Vingadores”). O detalhe é que tanto Venom quanto Carnificina são personagens derivados do próprio Homem-Aranha. Ambos foram infectados por simbiontes alienígenas que o herói aracnídeo trouxe para a Terra num uniforme negro, originário de outro planeta, durante a infame saga “Guerras Secretas”. Será curioso ver como os roteiristas irão resolver o problema de apresentar o personagem sem incluir o Aranha na história. A direção de “Venom” está a cargo de Ruben Fleischer (“Zumbilândia”) e as filmagens não devem demorar, já que a estreia está marcada para outubro de 2018. Além deste filme, a Sony planeja outro spin-off, “Silver & Black”, que juntará Gata Negra e Sabre de Prata, além de mais dois projetos de supervilões, centrados em Kraven, o Caçador e Mystério. A ideia, segundo o site The Hollywood Reporter, é construir aos poucos um universo de personagens, em vez de lançar todos de uma vez, como era o plano original há alguns anos com o abandonado “Sexteto Sinistro”.

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  • Série

    Nem o diretor gostou do primeiro trailer da série dos Inumanos

    6 de agosto de 2017 /

    Até o diretor da série “Inhumans”, Roel Reiné ficou com um pé atrás em relação ao primeiro trailer divulgado da atração, que adapta os quadrinhos dos Inumanos da Marvel. E olha que Roal Reiné não tem um trabalho relevante sequer em toda a sua filmografia, repleta de continuações para o mercado de vídeo. “Eu também fiquei confuso sobre o primeiro trailer. Senti que faltou uma pincelada final, não teve muito segredo ou efeitos visuais. Eu senti que era um pouco cedo porque os efeitos visuais não estavam prontos – o cabelo da Medusa não estava pronto. Então eu estava realmente nervoso sobre isso e achei que os fãs realmente não gostariam”, ele revelou, em entrevista ao jornal Metro. Muitos fãs realmente reclamaram da falta de efeitos de qualidade, lembrando a filmografia do diretor. Mas ele jura que não teve culpa. “O trailer foi feito por outras pessoas, então eu estava realmente nervoso sobre isso quando eu vi. Eu até meio que ponderei: ‘pessoal, talvez devêssemos segurar isso’, mas era tarde demais porque já estava divulgado”. Contudo, Reiné disse que as coisas melhoraram com o segundo vídeo, divulgado durante a Comic-Con. “Fiquei muito feliz pelas mudanças. O segundo trailer realmente conseguiu chamar a atenção dos fãs, fazer com que eles realmente gostem e queiram ver a série. Fiquei muito feliz com esse segundo trailer”. Com oito episódios em sua 1ª temporada, “Inhumans” tem estreia marcada para o dia 1º de setembro, com exibição durante duas semanas nas salas de cinema IMAX dos Estados Unidos, e no dia 29 de setembro na rede americana ABC. O canal pago Sony exibirá a série no Brasil.

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  • Série

    Cena da série dos Inumanos destaca os cabelos vivos de Medusa

    6 de agosto de 2017 /

    A Marvel divulgou uma cena de “Inhumans”, série baseada nos quadrinhos dos Inumanos, que mostra como Medusa (Serinda Swan, da série “Segredos do Paraíso/Graceland”) usa seus cabelos para se defender. Eles ganham vida e atacam Maximus (Iwan Rheon, da série “Game of Thrones”), que planeja um golpe de estado contra o marido da ruiva, Raio Negro (Anson Mount, da série “Hell on Wheels”). Além do trio central, o elenco também inclui Isabelle Cornish (irmã mais nova de Abbie Cornish, de “Sucker Punch”) como Cristal, Ken Leung (série “Lost”) como Karnak, Eme Ikwuakor (série “Extant”) como Gorgon, Mike Moh (o Ryu da websérie baseada em “Street Fighter”) como Triton, Sonya Balmores (“Soul Surfer: Coragem de Viver”) como Auran e Ellen Woglom (série “Californication”) como uma personagem humana que não teve o nome revelado. Os Inumanos são descendentes de humanos que foram geneticamente modificados por alienígenas da raça kree. Alguns deles já apareceram na série “Agents of SHIELD”, mas a atração não será um spin-off, e sim uma história com personagens inéditos – os inumanos clássicos criados por Stan Lee e Jack Kirby em 1965, nos quadrinhos do Quarteto Fantástico. Com oito episódios em sua 1ª temporada, “Inhumans” tem estreia marcada para o dia 1º de setembro, com exibição durante duas semanas nas salas de cinema IMAX dos Estados Unidos, e no dia 29 de setembro na rede americana ABC. O canal pago Sony exibirá a série no Brasil.

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  • Filme

    A Torre Negra recebe críticas negativas e começam os boatos de problemas nos bastidores

    3 de agosto de 2017 /

    O lançamento de “A Torre Negra” neste fim de semana nos Estados Unidos está sendo acompanhado por críticas muito negativas e notícias inquietantes sobre como o filme teria sido mal-visto dentro do próprio estúdio. Fontes ouvidas pela revista Variety apontam que o cofundador da Media Right Capital, Modi Wiczyk, e o CEO da Sony Pictures, Tom Rothman, teriam ficado insatisfeitos com a primeira edição do longa, realizada pelo diretor dinamarquês Nikolaj Arcel (“O Amante da Rainha”). A montagem desagradou tanto que os executivos teriam pensado em interferir e realizar uma edição com outro profissional mais experiente. Wiczyk e Rothman negaram os rumores. Segundo eles, apenas ofereceram ao diretor algumas sugestões. O diretor também respondeu à reportagem. “Num filme com dois estúdios e produtores poderosos, obviamente acontecem muitos debates criativos acalorados sobre como trabalhar determinadas ideias, mas senti que estava tendo apoio durante o processo. Se alguém tivesse assumido minha sala de edição, eu teria saído instantaneamente.” As notícias negativas em torno da produção começaram a surgir em outubro do ano passado, quando aconteceram as primeiras sessões de teste, que teriam sido rejeitadas pelo público. A ideia de substituir Arcel começou a germinar naquele momento, e desde então os executivos passaram a acompanhar mais de perto a pós-produção, assim como o produtor Ron Howard, responsável direto pelo projeto. O filme originalmente estrearia em fevereiro desse ano, mas seu lançamento foi adiado para 24 de agosto, o que revela a atenção dada à pós-produção. Mesmo assim, “A Torre Negra” chega aos cinemas com uma recepção crítica do nível de um “Transformers”, com apenas 18% de aprovação (e caindo) no site Rotten Tomatoes. A expectativa é que o filme estreie em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, mas na casa dos US$ 20 milhões, o que não é exatamente um valor de blockbuster, muito menos de franquia, considerando os planos de continuações e séries de Ron Howard. Vale observar que, enquanto dedos apontam para Arcel, ninguém parece perceber o elefante no meio da sala. Afinal, “A Torre Negra” é mais uma bomba escrita por Akiva Goldsman, o roteirista mais superestimado de Hollywood, que dá prejuízo atrás de prejuízo, enquanto fecha contratos cada vez mais milionários. O gênio, que tem até Oscar, assina nada menos que “Transformers: O Último Cavaleiro”, “O Chamado 3”, “A 5ª Onda”, “A Série Divergente: Insurgente” e “Um Conto do Destino”, para citar as cinco aberrações mais recentes de sua filmografia tenebrosa. “A Torre Negra” estreia no Brasil em 24 de agosto.

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  • Filme

    Certas Mulheres é um dos melhores filmes não lançados nos cinemas brasileiros em 2017

    29 de julho de 2017 /

    Dentre os filmes que não chegaram aos cinemas brasileiros neste ano, “Certas Mulheres”, de Kelly Reichardt (“Movimentos Noturnos”), lançado direto em DVD no país, talvez seja o que mais fez falta na telona. Não que seja uma obra de muitos planos gerais ou coisas do tipo. É justamente essa aproximação mais requerida entre personagem e espectador que seria importante na intimidade da sala de cinema. Mas ver o filme com o espírito tranquilo, numa madrugada dessas, também funciona que é uma beleza. Inclusive para deixar o espectador sem dormir com suas histórias. Entre suas histórias paralelas, a mais impactante, no sentido de trazer dor e angústia, mostra Kristen Stewart como uma professora de Direito e Lily Gladstone (“Subterranea”) como uma vaqueira de jeito simples, que fica encantada com aquela jovem mulher que leva quatro horas para chegar até sua cidadezinha. A beleza de cada palavra não dita, os momentos em que os olhares se encontram e, principalmente, não se encontram – Kristen é ótima em fazer o tipo tímida e imaginem ela dentro de uma sala de aula, toda desconcertada –, tudo neste terceiro segmento contribui para que seja uma leve e gentil facada no peito. E este segmento é o que mais torna a obra de Reichardt valiosa e muito parecida com alguns contos modernistas que lidam com problemas simples e do dia a dia de certas mulheres. É possível se lembrar de Clarice Lispector, Katherine Mansfield ou Virginia Woolf. O que, aliás, é muito bom, levando em consideração que muitas vezes o cinema parece se contentar com pouco, em sua estrutura convencional. As demais histórias, ainda que menos impactantes, não deixam de ter também o seu valor, ainda mais pela força das atrizes que as interpretam. A primeira traz a grande Laura Dern (“Livre”) como uma advogada que tenta ajudar um cliente frustrado. É a história em que mais coisas acontecem, ainda que o tom seja exatamente o oposto de um filme de enredo amarradinho, levando em consideração que há uma situação envolvendo polícia e refém. Numa dessas histórias em que nada parece acontecer, brilha Michelle Williams, fazendo um papel bem distinto do visto em “Manchester à Beira-Mar” (2016). O tom é mais sutil, mas ela traz igualmente aquele sorriso sem graça que lhe caracteriza há algum tempo. Sua personagem está acampando com o marido e a filha adolescente e percebemos que há um atrito entre ela e a filha. Mas o que mais torna a história incômoda é a conversa que ela tem com um senhor que mora isolado. Ela deseja comprar dele umas pedras que remontam a tempos históricos dos Estados Unidos. O velho senhor não parece muito feliz com a proposta, embora não negue doar as pedras. No fim do segmento, fica aquele gosto amargo. Mal sabíamos que um amargo maior ainda estaria por vir no melhor segmento, o que traz a já citada história estrelada por Kristen Stewart, que está cada vez mais se provando uma atriz de primeira grandeza. De dar gosto mesmo. Quanto à diretora Kelly Reichardt, é o caso de reclamar porque suas obras, todas maravilhosas, não chegam aos cinemas brasileiros. Uma delas, inclusive, “Wendy and Lucy” (2008), traz Michelle Williams como protagonista e rendeu o prêmio para a atriz no Festival de Toronto. Por sinal, “Certas Mulheres” venceu o Festival de Londres do ano passado.

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  • Filme

    Jared Leto pode viver herói dos quadrinhos Bloodshot no cinema

    26 de julho de 2017 /

    O ator Jared Leto pode estrelar outra adaptação de quadrinhos. Segundo o site Deadline, o intérprete do Coringa em “Esquadrão Suicida” está em negociações para viver o protagonista de “Bloodshot”, adaptação dos quadrinhos publicados pela editora Valiant Comics. A produção é da Sony Pictures, que em 2012 adquiriu os direitos da Valiant com o objetivo de lançar novas franquias de super-heróis. Além de “Bloodshot”, há planos para uma adaptação de “Harbinger”. “Bloodshot” foi criado em 1992 por Kevin VanHook e Yvel Guichet, e gira em torno do assassino profissional Angelo Mortalli, ex-capanga de mafiosos que entra em um programa de proteção a testemunhas e acaba traído, virando cobaia de uma experiência para se tornar uma verdadeira máquina de matar. Suas memórias são apagadas e diversos nanocomputadores são implantados em seu corpo. E enquanto tenta recuperar sua memória, Angelo se divide entre batalhas com a polícia e com os bandidos. Há quatro anos, havia um roteiro sendo escrito por Jeff Wadlow (diretor de “Kick-Ass 2”) e Eric Heisserer (“A Chegada”), mas muita coisa mudou desde então. O projeto original seria dirigido por David Leitch e Chad Stahelski (“De Volta ao Jogo”), mas agora está sendo anunciado como filme de estreia de Dave Wilson, um técnico de efeitos visuais que é parceiro de Tim Miller (diretor de “Deadpool”). A produção está a cargo de Neal Moritz (da franquia “Velozes e Furiosos”), mas ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Série dos Inumanos será exibida pelo canal Sony no Brasil

    25 de julho de 2017 /

    O canal pago Sony confirmou que exibirá a série “Inhumans”, sobre os quadrinhos dos Inumanos, no Brasil. A novidade foi divulgada durante um evento para a imprensa brasileira, que revelou cenas inéditas da produção da Marvel. Por enquanto não há detalhes sobre as datas. O Sony já exibe outra série da Marvel, “Agents of SHIELD”, que introduziu a existência dos Inumanos no universo televisivo da Marvel. Mas a nova atração não será um spin-off, e sim uma história com personagens inéditos – a família real dos inumanos, personagens clássicos criados por Stan Lee e Jack Kirby em 1965, nos quadrinhos do Quarteto Fantástico. Filmada com câmeras IMAX, a produção terá os seus dois primeiros episódios exibidos no circuito IMAX por duas semanas – em cópias dubladas e legendadas. A estreia nos cinemas acontecerá em 31 de agosto, um dia antes do lançamento nos EUA, mas ainda não há previsão para a exibição na TV brasileira. Os episódios chegam no dia 29 de setembro na rede americana ABC.

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  • Filme

    Anne Hathaway pode viver Barbie no cinema

    25 de julho de 2017 /

    A atriz Anne Hathaway (“Colossal”) pode estrelar a comédia live action da boneca Barbie. Seu nome foi revelado no elenco da produção pelo site Tracking Board, poucos dias após a produtora Amy Pascal afirmar, em entrevista ao New York Times, que a Sony estava em negociações com uma atriz vencedora do Oscar para o papel principal. Anne Hathaway venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “Os Miseráveis” (2012). Por enquanto nem os representantes da atriz nem o estúdio confirmam a contratação. Caso Hathaway seja confirmada, a produção terá passado por uma reformulação completa, já que, anteriormente, a humorista Amy Schumer tinha sido escolhida para viver a protagonista. Shumer deixou o projeto alegando conflitos de agenda, mas o motivo por ter sido a repercussão negativa de sua escolha junto ao público. A Sony sempre se mostrou determinada a fazer um filme não convencional sobre Barbie, tendo contratado a roteirista Diablo Cody (“Juno”, “Jovens Adultos”) para escrever o primeiro roteiro em 2015. Entretanto, os executivos do estúdio não gostaram muito do que Diablo escreveu e encomendaram três novos roteiros para escritores diferentes, na esperança de que surgisse algo melhor. A ideia vencedora foi a de Hillary Winston (criadora da série “Bad Teacher”). Mas, mesmo assim, foi mexida por Schumer e sua irmã, Kim Caramele. As duas trabalhavam no roteiro para começar as filmagens neste mês de junho, enquanto a Mattel já desenvolvia novas bonecas para acompanhar o lançamento do filme em 2018. Tudo foi por água abaixo, mas a Sony não desistiu da produção. Além de uma atriz principal, o estúdio também busca definir um nome para a direção. A cineasta indie Alethea Jones (“Fun Mom Dinner”) seria a favorita, segundo fontes do site Deadline.

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  • Filme

    Diretor de Homem-Aranha: De Volta ao Lar negocia filmar a continuação

    20 de julho de 2017 /

    O diretor Jon Watts abriu negociações com a Marvel e a Sony Pictures para voltar à direção na sequência de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Considerado uma boa surpresa, o trabalho de Watts agradou. Até então pouco conhecido, o diretor deve retornar para comandar Tom Holland no segundo filme solo do Homem-Aranha, que já tem data marcada para estrear nos cinemas: 5 de julho de 2019. O longa deverá marcar o começo de uma nova fase no universo cinematográfico da Marvel, pois chegará após “Vingadores 4”, último filme dos intérpretes de Homem de Ferro, Capitão América e outros heróis.

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  • Filme

    Ótimo vilão impede Homem-Aranha de virar comédia adolescente

    9 de julho de 2017 /

    O novo filme do Homem-Aranha é o segundo recomeço do herói em 15 anos, e o primeiro em parceria com o Marvel Studios, o que, se rompe a conexão com os títulos anteriores do herói, acaba exigindo do espectador um conhecimento de todos os outros lançamentos do estúdio. Afinal, os filmes da Marvel estão 100% conectados. No caso de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, a principal conexão é com “Capitão América: Guerra Civil” (2016), que trouxe a primeira aparição do personagem dentro desse universo, e isso já interliga a produção com a trama dos Vingadores. Entretanto, ao contrário do que o marketing sugere, as aparições de Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) são apenas pontuais, e o Homem-Aranha lida com situações mais corriqueiras do seu bairro, como ladrões e coisas do tipo. Isto porque, além do pretexto de estabelecer o protagonista num universo em que outros super-heróis existem, o novo reboot tem uma segunda e maior motivação: aproximar mais o herói das histórias de Stan Lee e Steve Ditko, ou seja, representá-lo como um adolescente desajeitado e com pouca popularidade na escola, destacando mais sua turma de colegial. Ironicamente, para cumprir esse objetivo simples, o roteiro opta por complicar, realizando uma simbiose entre o Peter Parker que todos conhecem e a versão Ultimate do personagem, com a inclusão de um melhor amigo, Ned Leeds (Jacob Batalon), que na verdade é um gordinho trazido da versão do universo alternativo criada pelo roteirista Brian Michael Bendis – o personagem original se chama Ganke Lee, que não é nada parecido com o jornalista adulto Ned Leeds das histórias de Stan Lee. O problema é que ele, assim como tantos outros elementos do filme, foram incluídos na trama para fazer o público rir. Fala-se numa suposta influência de John Hughes, mas mesmo a referência explícita de “Curtindo a Vida Adoidado” (1986) não é exatamente eficiente. O humor forçado, aliás, é uma constante em grande parte dos filmes da Marvel, mas se torna ainda mais evidente no primeiro Homem-Aranha do estúdio, escrito por especialistas em comédia (Jonathan Goldstein e John Francis Daley), como as péssimas “Quero Matar Meu Chefe 2” (2014) e “Férias Frustradas” (2015). Para efeito de comparação, “Mulher-Maravilha”, de Patty Jenkins, fez o público rir sem se esforçar tanto, com muito mais naturalidade. São dois estúdios diferentes e rivais, mas como a distância entre os dois lançamentos foi muito próxima, as diferenças se acentuam. Aliás, as cenas de ação, de pouco impacto, são outro problema que chama atenção. O que, então, funciona em “De Volta ao Lar”? Tom Holland convence como o adolescente que ganhou super-poderes e mal se contém de empolgação. Mas é Michael Keaton quem arrasa no papel do Abutre – uma escalação perfeita, logo após o ator, que já foi Batman, ter interpretado um super-herói alado, “Birdman”, no premiado filme de Alejandro González Iñárritu. Seu personagem está presente nas duas cenas que realmente funcionam no filme: a visita à casa de Liz (Laura Harrier), o interesse amoroso de Peter, e a cena no carro, em conversa com Peter. Ambas trazem elementos de suspense que até então o filme não havia explorado. Na filmografia do diretor Jon Watts, há pelo menos dois filmes dos gêneros suspense e terror, “Clow” (2014) e “A Viatura” (2015), e é bem provável que isso seja o seu forte. Também é possível considerar um acerto a escalação de Marisa Tomei como a Tia May. É inusitado ver uma mulher tão jovem e bonita fazendo o papel de uma personagem representada nos quadrinhos tradicionalmente como uma senhora idosa. Mas a May de Marisa Tomei faz um bom contraponto ao mulherengo Tony Stark, como sugere uma piada/elogio logo no início do filme. Já o que mais destoa é a opção curiosa de incluir uma cota racial na produção e mudar a caracterização de praticamente todos os colegas de escola de Peter Parker. A ideia de inserir o herói num ambiente colegial não é, de maneira alguma, um equívoco. Vendo os créditos finais, com imagens de desenhos parecidos com os de uma criança e ao som de “Blitzkrieg Bop”, dos Ramones, percebe-se o potencial. Mas juntar esse conceito original de Stan Lee com a alta tecnologia do traje criado para o personagem por Tony Stark, num retcon radical, faz com que Peter Parker pareça às vezes um Homem de Ferro adolescente e atrapalhado. Apesar do entusiasmo palpável que provocou entre os blogueiros de quadrinhos, o resultado é menos empolgante que a impressão dominante na mídia. Ponto central da questão: a luta com o Abutre demora tempo demais para acontecer. E ela é o batismo de fogo do herói. Há outros vilões conhecidos dos fãs dos quadrinhos, mas suas aparições são muito discretas e, no máximo, funcionam como um aperitivo para um segundo filme. Ao final, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” oferece uma longa introdução para o próximo filme, pois não chega a mostrar o Aranha estabelecido como super-herói ou nas situações mais conhecidas dos leitores – não há o ambiente do Clarim Diário. Com isso, fica a obrigação de caprichar mais na sequência. Senão, os pedidos de “volta, Sam Raimi!”, por enquanto tímidos, podem ganhar volume.

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    Veja os primeiros quatro minutos de Homem-Aranha: De Volta ao Lar

    4 de julho de 2017 /

    A Sony divulgou os quatro primeiros minutos de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” na plataforma da Playstation Network. A prévia é uma espécie de diário digital de Peter Parker (Tom Holland), que registra num smartphone o primeiro encontro do Aranha com os Vingadores – quando roubou o escudo do Capitão América no filme “Capitão América: Guerra Civil”. Boa parte das imagens já tinham sido antecipadas nos trailers. Na trama, depois de ter uma participação espetacular ao lado dos Vingadores, chegou o momento do jovem Peter Parker voltar para casa e para a sua rotina, agora não mais tão normal. Enquanto luta contra pequenos crimes nas redondezas de seu bairro, ele acredita ter encontrado sua verdadeira missão quando surge o vilão Abutre (Michael Keaton). “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para esta quinta (6/7) no Brasil.

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    Homem-Aranha: De Volta ao Lar ganha 15 novas fotos

    3 de julho de 2017 /

    A Sony e a Marvel divulgaram 15 novas fotos de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. A maioria traz Tom Holland como Peter Parker, em meio a seus colegas de escola, e como Homem-Aranha, enfrentando os supervilões do filme, entre eles o Shocker, vivido por Logan Marshall-Green (série “Quarry”), além de cenas de bastidores com o diretor Jon Watts e o produtor Kevin Feige. “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para esta quinta (6/7) no Brasil.

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