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  • Filme

    Netflix vai lançar mais um filme estrelado por Ryan Reynolds

    24 de julho de 2020 /

    A Netflix fechou contrato com a produtora Skydance e a Paramount para distribuir mais um filme do ator Ryan Reynolds (“Deadpool”), após o sucesso de “Esquadrão 6” na plataforma. Trata-se de uma aventura com viagem no tempo, que mostrará Reynolds viajando ao passado para ajudar sua própria versão adolescente. A premissa, que lembra “De Volta ao Futuro” (1985), é de um antigo projeto abandonado, chamado “Our Name Is Adam”, que foi escrito por T.S. Nowlin (roteirista da trilogia “Maze Runner”) e quase virou filme em 2012, com Tom Cruise no papel principal. O roteiro foi refeito por Jonathan Tropper (criador da violenta série “Banshee”) e agora será dirigido por Shawn Levy (da trilogia “Uma Noite no Museu”). Reynolds e Levy acabaram de filmar o primeiro trabalho juntos, a comédia sci-fi “Free Guy: Assumindo o Controle” – com lançamento marcado para dezembro pela Disney. E o fato de emendarem um novo projeto significa que a parceria deve ter agradado aos dois, a ponto de repetirem a colaboração imediatamente após o final da primeira produção. Ainda sem título oficial, o longa atraiu interesse da Netflix não apenas por causa de “Esquadrão 6”, mas também devido ao sucesso de “The Old Guard”, outra produção da Skydance na plataforma. A produtora espera agora fazer mais negócios com a empresa de streaming. Ainda não há previsão para o início das filmagens.

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  • Série

    Série que adapta clássico sci-fi Fundação ganha trailer épico

    22 de junho de 2020 /

    A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer da série baseada em “Fundação” (Foundation), considerada uma das principais obras da ficção científica mundial, escrita nos anos 1950 por Isaac Asimov (1920-1992). A prévia tem introdução do roteirista-produtor David S. Goyer (da trilogia “Cavaleiro das Trevas”) e se revela tão ambiciosa quanto o livro, com fôlego e escala épicos, manifestados na visualização de diferentes planetas e muitos efeitos visuais. O projeto está sendo desenvolvido por Goyer e Josh Friedman (criador de “Emerald City”), em parceria com a produtora Skydance, e destaca os atores Jared Harris (“Chernobyl”) e Lee Pace (“Capitã Marvel”) como protagonistas. Harris interpretará o cientista Hari Seldon e Pace será Brother Day, o atual Imperador da galáxia. Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) têm como pano de fundo um futuro em que a Via Láctea está sob o controle do Império Galático. Mas um matemático chamado Hari Seldon desenvolve um método de prever a queda do império. Ele descobre que a atual forma de governo galáctico vai entrar em colapso em mil anos, mergulhando a humanidade numa era de trevas, na qual todo o conhecimento será perdido e o homem voltará à barbárie, levando outros 40 mil anos para que a civilização possa se recuperar. De posse desse conhecimento, ele passa a liderar um grupo conhecido como A Fundação, para preservar a humanidade e criar um novo império. Em 1981, após a trilogia da “Fundação” ser incensada como um dos trabalhos mais importantes da ficção científica moderna, Asimov foi convencido por seus leitores a escrever um quarto livro, que se tornou “Limites da Fundação” (1982). Inspirado, ele escreveu mais uma sequência, “Fundação e Terra” (1986), além de dois prólogos, “Prelúdio para Fundação” (1988) e “Origens da Fundação” (1993), e interligou na sua série vários outros trabalhos, criando um universo estendido por mil anos de História ficcional. Não por acaso, este vasto material já tinha sido considerado ideal para uma série anteriormente. A HBO tentou fazer uma adaptação em 2015, com o co-criador de “Westworld” Jonathan Nolan. Mas o orçamento se provou impeditivo para a TV. Aparentemente, o preço cabe no bolso da Apple. Além de “A Fundação”, Issac Asimov também é conhecido por ter formulado as chamadas “leis da robótica” em outro de seus livros famosos, que já teve, inclusive, adaptação (bastante livre) de Hollywood: “Eu, Robô”, estrelado por Will Smith em 2004. Ainda não há data definitiva para a estreia de “Foundation” (o nome da série em inglês) na plataforma Apple TV+, mas a prévia coloca o lançamento em 2021.

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  • Série

    Amazon confirma série baseada em Jack Reacher

    15 de janeiro de 2020 /

    A Amazon oficializou a produção da série “Jack Reacher”, baseada nos livros de Lee Child (pseudônimo de James D. Grant), que já rendeu dois filmes estrelados por Tom Cruise. A adaptação está a cargo de Nick Santora (criador de “Scorpion”) e também conta com a participação do cineasta Christopher McQuarrie, que dirigiu os filmes de 2012 e 2016, como produtor. A 1ª temporada será baseada no primeiro livro de Reacher, “Dinheiro Sujo” (The Killing Floor), publicado em 1997, introduzindo o personagem como ele foi criado na literatura. Vale lembrar que os longas estrelados por Cruise adaptaram o 9º e o 18º livros da franquia. E descontentaram os leitores devido à baixa estatura do ator, que não combina com a descrição do personagem. Outro ator será agora escalado no papel, e o escritor garantiu que a produção escolherá um intérprete mais alto e encorpado. A série está sendo desenvolvida pela Skydance e a Paramount, que já foram bem-sucedidas ao relançar outra franquia literária que derrapava nos cinemas e renasceu com sucesso como uma série da Amazon: “Jack Ryan”.

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  • Filme

    Esquadrão 6: Novo trailer legendado apresenta os “heróis secretos” recrutados por Ryan Reynolds

    9 de dezembro de 2019 /

    A Netflix divulgou o terceiro trailer legendado de “Esquadrão 6” (6 Underground). Este é menos “Velozes e Furiosos”, concentrando-se mais nos personagens, que são apresentados individualmente com suas respectivas habilidades. Curiosamente, o vídeo também destaca um vício da produção. A seleção de imagens tem mais closes que as novelas da Globo. “Esquadrão 6” acompanha um grupo de ex-militares que se transforma em “heróis secretos”, agindo em segredo, em missões sigilosas, após serem dados como mortos. Dirigido por Michael Bay, o filme também tem, contratualmente, muitas explosões. Não por acaso, seu orçamento é de US$ 125 milhões. O roteiro é de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram “Zumbilândia” e “Deadpool”, e o elenco destaca Ryan Reynolds (o próprio “Deadpool”), Dave Franco (“O Artista do Desastre”), Mélanie Laurent (“Truque de Mestre”), Ben Hardy (“X-Men: Apocalipse”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sicario: Dia do Soldado”), Adria Arjona (“Amanda 2018 Círculo de Fogo: A Revolta”) e Corey Hawkins (série “24: Legacy”). “Esquadrão 6” estreia em streaming já na sexta-feira (13/12).

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  • Filme

    Tim Miller nunca mais trabalhará com James Cameron após Exterminador do Futuro: Destino Sombrio

    23 de novembro de 2019 /

    O diretor Tim Miller (“Deadpool”) não encarou bem o fracasso de bilheteria de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”. Ainda que o longa tenha agradado parte da crítica, Miller acredita que faria um filme melhor sem as interferências de James Cameron (“Avatar”), que criou a franquia e atuou como produtor no longa mais recente. Por conta disso, afirmou que não pretende trabalhar nunca mais com Cameron, retirando-se de qualquer continuação que o filme possa ter. Em entrevista ao podcast “The Business”, da rádio KCRW, da Califórnia, Miller explicou que não é nada pessoal, “é mais que eu simplesmente não quero estar em uma situação novamente em que não tenha o controle para fazer o que acho que é o mais correto”. “Jim e David Ellison são produtores e tecnicamente possuem o direito à edição final. Mas meu nome ainda fica no filme como diretor. Mesmo que eu perca a luta… eu ainda sinto a obrigação de lutar pelo que eu acredito, lutar pelo filme”, continuou. “Teve muitas coisas que eu fui obrigado a cortar, porque Jim achou que precisava cortar, e cenas que nós filmamos e que geraram desentendimentos. James vetou falas que eram poéticas e bonitas. Eu lutava por essas falas, pois eram importantes para mim”, acrescentou. Ainda em cartaz nos cinemas, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” fez apenas US$ 235 milhões mundiais em três semanas, que nem chegam perto de cobrir seu custo estimado entre $185 e $196 milhões de produção, sem incluir P&A (gastos de cópias e publicidade). Segundo analistas ouvidos pela revista The Hollywood Reporter, o filme, concebido para iniciar uma nova trilogia que dificilmente será completada, pode dar um prejuízo de US$ 130 milhões. O desastre apocalíptico de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” foi a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”, que representou uma surpresa negativa para a Disney após comprar a 20th Century Fox. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger.

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  • Filme

    Esquadrão 6: “Velozes e Furiosos de Michael Bay” ganha novo trailer legendado

    14 de novembro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o segundo trailer legendado de “Esquadrão 6” (6 Underground), que confirma a produção como um “Velozes e Furiosos” dirigido por Michael Bay. A prévia é toda centrada na destruição causada pelo carro em disparada dos protagonistas pelas ruas repletas de arte e relíquias históricas de Florença, na Itália. Algumas cenas surgem do nada e vão para lugar algum, sempre acompanhadas de piadinhas, explosões e comentários machistas. O orçamento é de US$ 125 milhões, mas o pôster parece ter sido feito por um aprendiz de Photoshop. “Esquadrão 6” acompanha um grupo de ex-militares que se transforma em “heróis secretos”, agindo em segredo, em missões sigilosas, após serem dados como mortos. E esta parece ser a única diferença para “Velozes e Furiosos”: os protagonistas são ex-militares, em vez de ex-ladrões. O roteiro é de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram “Zumbilândia” e “Deadpool”, e o elenco destaca Ryan Reynolds (o próprio “Deadpool”), Dave Franco (“O Artista do Desastre”), Mélanie Laurent (“Truque de Mestre”), Ben Hardy (“X-Men: Apocalipse”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sicario: Dia do Soldado”), Adria Arjona (“Amanda 2018 Círculo de Fogo: A Revolta”) e Corey Hawkins (série “24: Legacy”). “Esquadrão 6” estreia em streaming no dia 13 de dezembro.

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  • Filme

    Novo Exterminador do Futuro pode dar prejuízo de US$ 130 milhões

    4 de novembro de 2019 /

    Com título profético, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” deve representar o final da franquia nos cinemas. O lançamento deste fim de semana conseguiu ficar em 1º lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá, mas a arrecadação de US$ 29 milhões foi muito abaixo do esperado. Segundo analistas ouvidos pela revista The Hollywood Reporter, o filme, concebido para iniciar uma nova trilogia que dificilmente será completada, pode dar um prejuízo de US$ 130 milhões para a a Skydance Media, Paramount Pictures e 20th Century Fox – cada um desses estúdios bancou 30% do orçamento. Além deles, a empresa chinesa Tencent cobriu 10% da produção, orçada em US$ 185 milhões sem incluir P&A (custos de cópias e publicidade). O desempenho internacional é que impede um desastre maior – acima de US$ 200 milhões de prejuízo, o que seria um recorde indesejável. Mas o fracasso é realmente global. Como medida de comparação, o lançamento na China foi similar ao americano, abaixo das expectativas, e ainda assim foi a maior abertura no exterior – US$ 28 milhões. O total do filme em todo o mundo está em US$ 123,6 milhões. O desastre apocalíptico de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” foi a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”, que representou uma surpresa negativa para a Disney após comprar a 20th Century Fox. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger. Sem aliviar, o filme ainda dividiu opiniões entre a crítica. Conseguiu 69% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas apenas 55% entre os críticos top (da grande imprensa). Falando candidamente sobre os bastidores da produção, Cameron confessou ter entrado em brigas ferozes com o diretor Tim Miller sobre a edição do filme. “O sangue ainda está escorrendo das paredes”, admitiu o produtor e roteirista do novo/último “Exterminador do Futuro”, em tom quase de brincadeira.

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  • Etc,  Série

    Apple TV+ estreia com preço baixo, pouco conteúdo e críticas negativas

    1 de novembro de 2019 /

    O serviço de streaming de vídeo Apple TV+ estreou nesta sexta-feira (1/11) em todo o mundo. A ideia é competir com a Netflix e os vindouros serviços Disney+ (Disney Plus), HBO Max e Peacock, já anunciados. A prática, porém, é outra. Gigante no mercado de tecnologia, a Apple começa como uma anã no segmento de streaming. Sem catálogo de séries e filmes antigos, a plataforma oferece apenas programação original, mas o material é escasso. Tanto que chega com um preço muito mais baixo que seus rivais. No Brasil, custa R$ 9,9 mensais. Além do preço, o alcance é outro diferencial do serviço, disponibilizado em mais de 100 países já no lançamento. Entretanto, o principal atrativo deveria ser o conteúdo. A Apple TV+ estreou com episódios de quatro séries adultas, o programa de variedades “Oprah’s Book Club”, um documentário sobre a natureza e três séries infantis. Atrações adicionais serão acrescentadas todos os meses, mas o crescimento deve ser lento. Tanto que vai seguir uma estratégia de disponibilização de episódios semanais – em contraste com as maratonas de temporadas da Netflix – , para ter tempo de produzir conteúdo. O problema não se resume à pequena quantidade de opções. Ele é amplificado pela qualidade das produções, porque a maioria das séries foi destruída pela crítica. Uma das piores recepções coube àquela que deveria ser a joia da programação, “The Morning Show”, série dramática que traz Jennifer Aniston em seu primeiro papel em série desde “Friends”, ao lado de Reese Witherspoon (“Little Big Lies”) e Steve Carell (“The Office”). “Chamativa, mas frívola”, resumiu a avaliação do Rotten Tomatoes, junto de uma aprovação de 60% da crítica em geral e apenas 40% dos críticos top (dos principais veículos da imprensa americana e inglesa). Ainda mais destrutiva foi a avaliação de “See”, sci-fi épica estrelada por Jason Momoa (“Aquaman”), que aparenta custar tanto quanto “Game of Thrones” e obteve apenas 42% de aprovação geral e míseros 30% entre os tops do Rotten Tomatoes. A produção caríssima chegou a ser chamada de “comédia não intencional” pelo jornal britânico Telegraph. “For All Mankind” se saiu melhor. O drama de “história alternativa” em que a União Soviética chegou primeiro à lua foi considerado lento e até tedioso, mas sua materialização de um passado diferente pero no mucho (ainda é machista) rendeu comparações a “Mad Men” e esperanças na capacidade do produtor Ronald D. Moore (“Battlestar Galactica”) para chegar logo ao cerne da trama, que avança em largos saltos temporais. Com o voto de confiança, atingiu 75% entre todos os críticos e 61% na elite. A comédia “de época” “Dickson” teve maior apoio da crítica em geral, com 76% de aprovação, mas os tops se entusiasmaram bem menos, com 57%. A série que traz Hailee Steinfeld (“Quase 18”) como uma versão adolescente punk gótica da poeta Emily Dickinson, em meio a vários anacronismos, foi a que ganhou mais elogios entusiasmados, mas também comparações pouco lisonjeiras às produções teen da rede The CW. Essa programação pode criar alguma curiosidade no público, mas, por enquanto, não demonstra potencial para virar tópicos de discussões como as primeiras séries da Netflix, “House of Cards” e “Orange Is the New Black”. A tarefa de gerar assinantes é nova na carreira de Jamie Erlicht e Zack Van Amburg, ex-presidentes da Sony Pictures Television, que assumiram o comando do projeto de desenvolvimento de séries da Apple. A dupla foi responsável pelo lançamento de diversos sucessos como copresidentes da divisão de produção televisiva da Sony. Entre as atrações que eles produziram estão “Breaking Bad”, “Better Call Saul”, “The Blacklist”, “Community”, “Hannibal”, “The Goldbergs” e “The Crown”. Com a necessidade de produzir conteúdo para manter a plataforma funcionando, eles já autorizaram as produções das segundas temporadas das séries que estrearam nesta sexta. Mas essa renovação instantânea foi uma exceção, já que há bastante material sendo produzido para preencher a Apple TV+, com a missão de tornar o serviço mais atraente nos próximos meses. Entre as próximas atrações da Apple, atualmente em produção, destacam-se “Amazing Stories”, revival da série de antologia sci-fi criada por Steven Spielberg em 1985; “Servant”, um terror psicológico desenvolvido pelo cineasta M. Night Shyamalan (“Vidro”); “Foundation”, baseada na trilogia “Fundação”, do escritor Isaac Asimov (1942-1993), uma das obras mais famosas da ficção científica; “Home Before Dark”, drama de mistério baseado na vida real de uma jornalista mirim (vivida por Brooklynn Prince, a estrelinha de “Projeto Flórida”), que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha aos 11 anos de idade; “Time Bandits”, adaptação da sci-fi “Os Bandidos do Tempo” (1981), desenvolvida pelo diretor Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”); “Life Undercover”, thriller de espionagem estrelado por Brie Larson (a “Capitã Marvel”), baseada nas experiências reais de uma ex-agente da CIA; “Truth to Be Told”, em que Octavia Spencer (“A Forma da Água”) vive uma jornalista de podcast criminal; “Mythic Quest”, comédia sobre videogames, criada por Rob McElhenney e Charlie Day (criadores e estrelas de “It’s Always Sunny in Philadelphia”); séries ainda sem títulos dos cineastas Damien Chazelle (“La La Land”) e Justin Lin (“Velozes e Furiosos 6”), etc. A plataforma também vai começar a disponibilizar filmes, como “Hala”, sobre uma jovem muçulmana, produzido pela atriz Jada Pinkett Smith (“Gotham”), que teve sua première no Festival de Sundance, o próximo longa de Sofia Coppola (“Maria Antonieta”) e títulos exclusivos do estúdio indie A24 (de “Hereditário” e “Moonlight”). Há muito mais conteúdo em desenvolvimento. Mas a pressão por um lançamento rápido, antes da Disney+ (Disney Plus) (que chega em duas semanas), não ajudou a passar a melhor primeira impressão.

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  • Filme

    Vídeo de Exterminador do Futuro: Destino Sombrio mostra luta de ciborgue contra robô

    25 de outubro de 2019 /

    A Paramount americana divulgou uma cena de ação do sexto filme da franquia “Exterminador do Futuro”. Sem legendas, a prévia tem um clima “Mad Max” de combate entre dois veículos em movimento, e destaca os poderes da ciborgue vivida por Mackenzie Davis (“Blade Runner 2049”) contra o novo Exterminador interpretado por Gabriel Luna (o “Motoqueiro” Fantasma da série “Agents of SHIELD”). Na trama, a mulher biônica do futuro luta para proteger a personagem vivida pela colombiana Natalia Reyes (da série “2091”), e vai contar com ajuda da intérprete original de Sarah Connor, Linda Hamilton, que retoma o papel após 28 anos, e de “Carl”, nome com o qual se apresenta o Exterminador original, vivido por Arnold Schwarzenegger – em sua idade atual e não rejuvenescido como já aconteceu na saga. O filme também marca a volta de James Cameron à franquia que ele criou em 1984, após recuperar os direitos dos personagens. Ele assina a produção e escreveu o roteiro em parceria com Josh Friedman – que por sinal foi o criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”, centrada em Sarah Connor – , mas o roteiro final ficou a cargo de David S. Goyer (“Batman vs. Superman”), Justin Rhodes (“Candidatos à Encrenca”) e Billy Ray (“Jogos Vorazes”). A direção é assinada por Tim Miller (“Deadpool”). “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” tem distribuição da Fox no Brasil e chega aos cinemas na próxima quinta-feira (31/10), um dia antes do lançamento da Paramount nos Estados Unidos. O filme também ganhou um novo cartaz internacional para as exibições em IMAX, que pode ser visto abaixo.

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  • Série

    Fundação: Série baseada em clássico sci-fi será estrelada por ator de Chernobyl

    22 de outubro de 2019 /

    A série baseada em “Fundação” (Foundation), ficção científica clássica do escritor Isaac Asimov, confirmou a escalação de Jared Harris (“Chernobyl”)como seu protagonista. Além dele, Lee Pace (“Capitã Marvel”) terá papel importante na trama. O projeto está sendo desenvolvido pela dupla de roteiristas-produtores David S. Goyer (criador de “Krypton” e “Constantine”) e Josh Friedman (criador de “Emerald City”), em parceria com a produtora Skydance. Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) têm como pano de fundo um futuro em que a Via Láctea está sob o controle do Império Galático. Mas um matemático chamado Hari Seldon desenvolve um método de prever a queda do império. Ele descobre que a atual forma de governo galáctico vai entrar em colapso em mil anos, mergulhando a humanidade numa era de trevas, na qual todo o conhecimento seria perdido e o homem voltaria à barbárie, levando outros 40 mil anos para que recuperasse a civilização. Assim, passa a liderar um grupo conhecido como A Fundação, para preservar a humanidade e criar um novo império. Harris interpretará Hari Seldon e Pace será Brother Day, o atual Imperador da galáxia. Em 1981, após a trilogia da “Fundação” ser incensada como um dos trabalhos mais importantes da ficção científica moderna, Asimov foi convencido por seus leitores a escrever um quarto livro, que se tornou “Limites da Fundação” (1982). Inspirado, ele escreveu mais uma sequência, “Fundação e Terra” (1986), além de dois prólogos, “Prelúdio para Fundação” (1988) e “Origens da Fundação” (1993), e interligou na sua série vários outros trabalhos, criando um universo ficcional unificado. Não é a primeira vez que esta trama é considerada material rico para uma série. A HBO tentou fazer uma adaptação em 2015, com o co-criador de “Westworld” Jonathan Nolan. Mas o orçamento se provou impeditivo para a TV. Aparentemente, o preço cabe no streaming. Considerado um dos maiores escritores da ficção científica, Issac Asimov (1942-1993) formulou as chamadas “leis da robótica” e já teve um de seus livros mais conhecidos adaptados por Hollywood: “Eu, Robô”, estrelado por Will Smith em 2004. Ainda não há previsão de estreia da série na plataforma Apple TV+.

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  • Filme

    Exterminador do Futuro: Destino Sombrio ganha trailer para maiores

    18 de outubro de 2019 /

    A Paramount americana divulgou um novo trailer do sexto filme da franquia “Exterminador do Futuro”. A prévia tem algumas cenas inéditas e é supostamente para maiores, já que inclui palavrões em inglês – que podem passar batidos para os mais desatentos. Sem legendas, o vídeo mostra a chegada do robô com desejo de matar, interpretado por Gabriel Luna (o “Motoqueiro” Fantasma da série “Agents of SHIELD”), a luta da mulher biônica vivida por Mackenzie Davis (“Blade Runner 2049”) para proteger a personagem vivida pela colombiana Natalia Reyes (da série “2091”), o retorno da intérprete original de Sarah Connor, Linda Hamilton, que retoma o papel após 28 anos, e o reencontro com “Carl”, nome com o qual se apresenta o Exterminador original, vivido por Arnold Schwarzenegger – em sua idade atual e não rejuvenescido como já aconteceu na saga. O filme também marca a volta de James Cameron à franquia que ele criou em 1984, após recuperar os direitos dos personagens. Ele assina a produção e escreveu o roteiro em parceria com Josh Friedman – que por sinal foi o criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”, centrada em Sarah Connor – , mas o roteiro final ficou a cargo de David S. Goyer (“Batman vs. Superman”), Justin Rhodes (“Candidatos à Encrenca”) e Billy Ray (“Jogos Vorazes”). A direção é assinada por Tim Miller (“Deadpool”). “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” tem distribuição da Fox no Brasil e estreia marcada para 31 de outubro, um dia antes do lançamento da Paramount nos Estados Unidos. O filme também ganhou um novo cartaz internacional, que pode ser visto abaixo.

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    Projeto Gemini é maior fracasso de Will Smith em 20 anos

    14 de outubro de 2019 /

    O novo thriller de ação de Will Smith, “Projeto Gemini”, teve a pior estreia da carreira do ator. O filme arrecadou apenas US$ 20,5 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte, abrindo em 3º lugar nas bilheterias, atrás de “Coringa” e “Família Addams”. Nem os mais conhecidos fracassos de Will Smith, “Depois da Terra” e “As Loucas Aventuras de James West”, tiveram resultados tão ruins em seus fins de semana de estreia. “Depois da Terra” abriu com US$ 27 milhões em 2013, com um orçamento de US$ 130 milhões — acabou com uma bilheteria total de US$ 243 milhões. E o pior filme de Smith, “James West”, orçado em US$ 170 milhões, estreou com US$ 27 milhões para chegar a uma bilheteria mundial de US$ 222 milhões em 1999. Smith teve bilheterias menores antes disso, mas eram produções mais modestas em tempos de ingressos muito mais baratos. Dirigido por Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), “Projeto Gemini” traz Will Smith como um assassino aposentado de agência secreta que enfrenta um clone mais jovem de si mesmo e investiu pesado em efeitos visuais, não apenas na criação do clone digital rejuvenescido do atro, mas para gravações com tecnologia 3D de ponta. Com isso, teve orçamento de US$ 138 milhões, praticamente o investimento de um blockbuster da Marvel. O custo elevado faz com que o faturamento seja visto como um desastre, uma vez que o filme foi exibido em salas IMAX e em 3D, com ingressos mais caros. Ao todo, o longa arrecadou US$ 59,5 milhões em todo o mundo – incluindo nisso R$ 4,7 milhões de bilheteria brasileira. Antigamente, filmes precisavam arrecadar três vezes os valores de seus orçamento para se pagar. Mas essa conta mudou muito com o aumento da participação do mercado internacional no bolo de faturamento, devido a maior taxação. Na China, por exemplo, Hollywood fica com apenas 25% das bilheterias de seus filmes, fazendo com que os altos valores signifiquem pouco no abate das dívidas. Os custos em P&A (cópias e publicidade) também dispararam e geralmente são mantidos em sigilo pelos estúdios. Em compensação, o mercado internacional permite maiores acordos de parceria. Assim, a Paramount não assumiu as despesas de “Projeto Gemini” sozinha. O projeto foi cofinanciado pelas produtoras Skydance e a chinesa Alibaba Pictures, mais o fundo de investimento chinês Fosum. Todos vão compartilhar do prejuízo, estimado pelas publicações voltadas à indústria cinematográfica americana em US$ 60 milhões no mínimo. Smith vem de um sucesso recente com “Aladdin”, da Disney, mas vinha enfrentando dificuldades nas bilheterias nos últimos anos, graças a opção por dramas que não se conectaram com o público, como “Beleza Oculta” (2016) e “Um Homem Entre Gigantes” (2017). Seus próximos filmes são a animação “Um Espião Animal” e a continuação “Bad Boys para Sempre”, ambos previstos para janeiro no Brasil.

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  • Filme

    Projeto Gemini: Tecnologia 3D do filme é tão avançada que nenhum cinema é capaz de exibi-la como deveria

    9 de outubro de 2019 /

    Com estreia marcada para esta semana, o filme “Projeto Gemini”, estrelado por Will Smith, usou técnicas de captação de imagens em 3D tão avançadas que não há cinema no mundo capaz de exibi-las de forma a reproduzir todos os avanços de sua produção. O filme do cineasta Ang Lee (“As Aventuras de Pi”) foi gravado em velocidade de 120 frames por segundo (FPS), com resolução 4K em câmeras 3D de última geração. Mas, de acordo com levantamento feito pelo site Polygon, apenas 14 cinemas dos Estados Unidos tem capacidade para projetar o filme em 3D de 120 FPS. Mesmo assim, suas telas possuem apenas resolução 2K. Isso não significa que o filme não pode ser reproduzido no cinema. Ele foi adaptado para rodar em diferentes capacidades de projeções. Portanto, o público será capaz de vê-los nas telas. Apenas não verá exatamente o que o diretor filmou. Ang Lee revelou, em entrevista ao site Deadline, que se sente frustrado pela falta de avanço no cinema 3D, tanto do ponto de vista tecnológico quanto artístico, lamentando a falta de mais obras inovadoras após iniciativas como “Avatar” (2009), “A Invenção de Hugo Cabret” (2011), seu próprio “As Aventuras de Pi” (2012) e “Gravidade” (2013). Ele revelou que, ao filmar em 120 FPS, mudou até seu estilo cinematográfico, desacelerando várias cenas para destacar a capacidade de captação de detalhes que só a imagem em altíssima definição é capaz de registrar. E ao fazer isso descobriu um paradoxo. Que cenas em 120 FPS parecem muito mais rápidas que as imagens tradicionais, mesmo durante uso de câmera lenta. Para quem não sabe, a velocidade tradicional, vista na maioria esmagadora dos filmes, é de 24 FPS – velocidade que sugere a “ilusão” do movimento na antiga projeção de fotogramas consecutivos. Além da tecnologia empregada nas gravações, “Projeto Gemini” também destaca efeitos visuais que criam uma versão jovem de Will Smith, em cenas em que o ator digital contracena com o Will Smith real. Na obra, Will Smith vive um agente secreto caçado por seu clone mais jovem. “Projeto Gemini” estreia nesta quinta-feira (10/10) no Brasil e no dia seguinte nos Estados Unidos. Veja abaixo um vídeo legendado dos bastidores, focado justamente na tecnologia 3D da produção.

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