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    Netflix elogia desempenho da Disney+ e celebra nova rivalidade

    20 de janeiro de 2021 /

    Além de celebrar uma marca histórica de assinantes mundiais, o ponto alto da apresentação de terça (20/1) da Netflix para investidores do mercado americano foi o reconhecimento da competição da Disney+ (Disney Plus). Apesar do avanço internacional da plataforma da Disney, a Netflix adicionou 8,5 milhões de assinantes no último trimestre e 37 milhões em 2020, bem acima das previsões, e com isso chegou a 203,7 milhões de assinantes mundiais. Ao mesmo tempo, a Disney+ atingiu 86,8 milhões, um crescimento recorde em apenas 14 meses, considerando seu lançamento em novembro de 2019. “É superimpressionante o que a Disney fez”, disse o fundador e co-CEO da Netflix, Reed Hastings, durante a apresentação. “E isso é ótimo. Mostra que os assinantes estão interessados ​​e dispostos a pagar mais por mais conteúdo porque estão famintos por ótimas histórias. E a Disney tem ótimas histórias”, continuou. “Isso nos deixa entusiasmados para aumentar nossas assinaturas, aumentar nosso orçamento de conteúdo e será ótimo para o mundo ver a Disney e a Netflix competirem série a série e filme a filme. Estamos muito entusiasmados em alcançá-los na área de animação infantil – talvez eventualmente até ultrapassá-los, veremos, temos um longo caminho a percorrer só para chegar onde eles estão – e manter nossa liderança no entretenimento geral, o que é muito estimulante”. Hastings citou um exemplo de sua liderança, ao destacar o desempenho da série estreante “Bridgerton”, “que eu não acho que você vai ver na Disney tão cedo”. A referência de Hastings a “Bridgerton” tem vários sentidos. A série tem cenas de sexo, que a Disney+ não permitiria, e foi criada pela empresa da produtora Shonda Rhimes, que deixou a ABC, rede televisiva de propriedade da Disney, onde lançou “Grey’s Anatomy” e outras séries, em troca de um contrato milionário com a Netflix. Primeiro programa desse acordo, “Bridgerton” teria sido assistido por 63 milhões de famílias nos primeiros 28 dias, classificando-se como o 5º maior lançamento de série original da Netflix em todos os tempos. Vale apenas reparar que os números do público de “Bridgerton” são projeções – a série ainda não completou 28 dias no ar – e a Netflix considera que uma família inteira viu uma temporada completa de série se algum morador da casa assinante der play por dois minutos num episódio.

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  • Série

    Bridgerton tem audiência estimada em 63 milhões de assinantes pela Netflix

    5 de janeiro de 2021 /

    A Netflix está festejando um final de 2020 bem-sucedido, graças à popularidade alcançada por três lançamentos, os filmes “O Céu da Meia-Noite” e “Pequenos Grandes Heróis” e a série “Bridgerton”. Graças a estes três títulos, o período de 25 a 31 de dezembro foi, de acordo com comunicado, a semana de maior audiência da história da plataforma. Depois de vazar extra-oficialmente que “O Céu da Meia-Noite” pode virar seu filme mais visto, a Netflix também deu números oficiais a “Bridgerton”. De acordo com a gigante do streaming, a série da produtora Shondaland será visualizada por 63 milhões de assinantes em seus primeiros 28 dias. Isto não passa de uma projeção, já que a série estreou no dia de Natal, há 11 dias. Mas a plataforma anunciou como fato, destacando que isso faz da atração seu quinto maior lançamento de série em todos os tempos. O que é fato é que programa alcançou o 1º lugar no Top 10 da Netflix em 76 países. Além de ser uma projeção, é importante notar também que a Netflix não mede sua audiência de maneira realista. A empresa considera suas visualizações baseando-se no número de assinantes que assistiram a pelo menos dois minutos de um determinado conteúdo. Na verdade, o anúncio significa que 63 milhões de assinantes verão dois minutos de “Bridgerton” até o final de janeiro. Talvez. O que é bem diferente de contabilizar a audiência completa da série. Ainda assim, a série provou ser indiscutivelmente popular desde o início, mantendo uma taxa de aprovação crítica de 92% no Rotten Tomatoes. A notícia é especialmente comemorada pela Netflix, porque “Bridgerton” é o primeiro lançamento resultante do contrato milionário da empresa com a empresa da produtora executiva Shonda Rhimes. Baseada numa coleção literária da escritora Julia Quinn, a série se apresenta como uma combinação de “Orgulho e Preconceito” com “Gossip Girl” e, em sua 1ª temporada, acompanha Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor, da série “Younger”), a filha mais velha da poderosa família Bridgerton, que espera encontrar um amor verdadeiro para poder se casar o quanto antes num competitivo mercado de conveniências. No entanto, diversas calúnias atrapalham seus planos, fazendo com que todos os pretendentes em potencial desapareçam. A solução é fingir um noivado com um pretende com fama de mulherengo: Simon Basset, o Duque de Hastings, interpretado por Regé-Jean Page. O ator já trabalhou numa produção da Shondaland, “For the People”, mas só agora, com o novo papel, virou um crush da internet. Para completar, a Netflix também divulgou informações sobre a audiência do filme “Pequenos Grandes Heróis”, de Robert Rodriguez. Ele terá sido visto em 44 milhões de lares após os 28 dias de sua projeção. Por conta disso, uma sequência já está em desenvolvimento.

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  • Série

    Bridgerton: Série de época da criadora de Grey’s Anatomy ganha novo trailer legendado

    14 de dezembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o segundo trailer de “Bridgerton”, primeira série da produtora Shonda Rhimes para a plataforma, após assinar um contrato milionário de exclusividade há três anos. A prévia se revela uma combinação de “Orgulho e Preconceito” como “Gossip Girl”, ao incluir um folhetim de fofocas anônimas numa trama passada numa época antiquada de cortejos, galanteios e conversas floreadas dignas dos romances de Jane Austen. Na verdade, o drama romântico de época, ambientado no período regencial britânico, é baseado na coleção literária da escritora Julia Quinn. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e a série vai seguir esse padrão ao se concentrar, em sua 1ª temporada, na filha mais velha, Daphne (Phoebe Dynevor, da série “Younger”). Ela espera encontrar um amor verdadeiro para poder se casar o quanto antes. No entanto, diversas calúnias atrapalham seus planos, fazendo com que todos os pretendentes em potencial desapareçam. A solução é fingir um noivado com um pretende com fama de mulherengo. Descrito como um aristocrata de olhos azuis nos livros de Julia Quinn, o protagonista masculino, Simon Basset, Duque de Hastings, é interpretado por Regé-Jean Page. O ator já trabalhou numa produção da Shondaland, “For the People”, e é negro como a produtora. As produções de Shonda Rhimes geralmente destacam protagonistas negros, como Kerry Washington em “Scandal” e Viola Davis em “How to Get Away with Murder”, mas se essa propensão progressista funciona muito bem em tramas contemporâneas, levaram ao desastre em “Still Star-Crossed”, uma versão de “Romeu e Julieta” com intérpretes negros e trama desenvolvida com neutralidade racial. Desta vez, a responsabilidade pelo projeto está a cargo da roteirista Chris Van Dusen, que trabalhou para Rhimes em “Grey’s Anatomy” e “Scandal”. O elenco numeroso da produção também inclui Ben Miller (“Johnny English”), Polly Walker (“Pennyworth”), Adjoa Andoh (“Invictus”), Golda Rosheuvel (“Lady Macbeth”), Luke Newton (“The Lodge”), Jonathan Bailey (“Jack Ryan”), Claudia Jessie (“Vanity Fair”), Ruby Barker (“Wolfblood”), Harriet Cains (“Marcella”), Nicola Coughlan (“Derry Girls”), Jessica Madsen (“Rambo: Até o Fim”), Ruth Gemmell (“Utopia”), Joanna Bobin (“Alice Através do Espelho”), Bessie Carter (“Howards End”), Florence Hunt (“Cursed”), Ruby Stokes (“Una”), Luke Thompson (“Dunkirk”) e a veterana Julie Andrews (“Mary Poppins”). A estreia de “Bridgerton” está marcada para 25 de dezembro.

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  • Série

    Bridgerton: Série de época da criadora de Grey’s Anatomy ganha primeiro trailer

    2 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres e o primeiro trailer de “Bridgerton”, que também é a primeira série da produtora Shonda Rhimes desde que assinou um contrato milionário de exclusividade com a plataforma de streaming há três anos. A prévia, porém, não é exatamente o esperado, apresentando a produção como uma “Gossip Girl” pré-vitoriana, ao narrar a história por meio de um folhetim de fofocas anônimas da época de “Orgulho e Preconceito”, o clássico literário de Jane Austen. Na verdade, o drama romântico de época, ambientado no período regencial britânico, é baseado na coleção literária da escritora Julia Quinn. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e a série vai seguir esse padrão ao se concentrar, em sua 1ª temporada, na filha mais velha, Daphne (Phoebe Dynevor, da série “Younger”). Ela espera encontrar um amor verdadeiro para poder se casar o quanto antes. No entanto, diversas calúnias atrapalham seus planos, fazendo com que todos os pretendentes em potencial desapareçam. O vídeo também reforça que a nova produção segue a tendência de neutralidade racial de “Still Star-Crossed”, maior fracasso de Shonda Rhimes. Ou seja, não faltam aristocratas negros na trama, que são encarados com naturalidade anacrônica. Esta mentira histórica reflete um falso retrato de época, como se racismo e intolerância não existissem na aristocracia britânica do início do século 19 – época em que a escravidão ainda alimentava grandes fortunas, é bom lembrar… Descrito como um aristocrata de olhos azuis nos livros de Julia Quinn, o protagonista masculino, Simon Basset, Duque de Hastings, é interpretado por Regé-Jean Page. O ator já trabalhou numa produção da Shondaland, “For the People”, e é negro como a produtora. As produções de Shonda Rhimes geralmente destacam protagonistas negros, como Kerry Washington em “Scandal” e Viola Davis em “How to Get Away with Murder”, mas se essa propensão progressista funciona muito bem em tramas contemporâneas, levaram ao desastre em “Still Star-Crossed”, uma versão de “Romeu e Julieta” com intérpretes negros e trama descolorida. Desta vez, a responsabilidade pelo projeto está a cargo da roteirista Chris Van Dusen, que trabalhou para Rhimes em “Grey’s Anatomy” e “Scandal”. O elenco numeroso da produção também inclui Ben Miller (“Johnny English”), Polly Walker (“Pennyworth”), Adjoa Andoh (“Invictus”), Golda Rosheuvel (“Lady Macbeth”), Luke Newton (“The Lodge”), Jonathan Bailey (“Jack Ryan”), Claudia Jessie (“Vanity Fair”), Ruby Barker (“Wolfblood”), Harriet Cains (“Marcella”), Nicola Coughlan (“Derry Girls”), Jessica Madsen (“Rambo: Até o Fim”), Ruth Gemmell (“Utopia”), Joanna Bobin (“Alice Através do Espelho”), Bessie Carter (“Howards End”), Florence Hunt (“Cursed”), Ruby Stokes (“Una”), Luke Thompson (“Dunkirk”) e a veterana Julie Andrews (“Mary Poppins”). A estreia de “Bridgerton” está marcada para 25 de dezembro.

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  • Série

    Bridgerton: Fotos da nova série da criadora de Grey’s Anatomy alimentam polêmica racial

    17 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “Bridgerton”, que também é a primeira série da produtora Shonda Rhimes desde que assinou um contrato milionário de exclusividade com a plataforma de streaming há três anos. Criadora das séries da rede ABC “Grey’s Anatomy” e “Scandal”, Rhimes assina a produção de “Bridgerton” por meio de sua empresa, Shondaland, mas o projeto foi desenvolvido pelo roteirista Chris Van Dusen, com quem ela trabalhou nas duas séries anteriores. A nova série é um drama romântico de época, ambientado no período regencial britânico e baseado na coleção literária da escritora Julia Quinn. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e a série vai seguir esse padrão ao se concentrar, em sua 1ª temporada, na filha mais velha, Daphne (Phoebe Dynevor, da série “Younger”). Ela espera encontrar um amor verdadeiro para poder se casar o quanto antes. No entanto, diversas calúnias atrapalham seus planos, fazendo com que todos os pretendentes em potencial desapareçam. O primeiro volume da coleção de Julia Quinn se chama “O Duque e Eu”. Descrito como um aristocrata de olhos azuis no livro, Simon Basset, o Duque de Hastings, será interpretado por Regé-Jean Page. O ator já trabalhou numa produção da Shondaland, “For the People”, e é negro como a produtora. As produções de Shonda Rhimes geralmente destacam protagonistas negros, como Kerry Washington em “Scandal” e Viola Davis em “How to Get Away with Murder”, mas se essa propensão progressista funciona perfeitamente em tramas contemporâneas, a produtora já amargou um fracasso ao tentar apresentar um drama de época integrado em “Still Star-Crossed”, uma versão de “Romeu e Julieta” com intérpretes negros e trama descolorida. As fotos de “Bridgerton” sugerem que a nova produção segue a tendência de neutralidade racial de “Still Star-Crossed”. Ou seja, o fato do Duque de Hastings e sua família serem negros não parece ter qualquer efeito sobre a trama, criando um falso retrato de época, como se racismo e intolerância não existissem na aristocracia britânica do início do século 19 – época em que a escravidão ainda alimentava grandes fortunas, é bom lembrar… As imagens renderam polêmica nas redes sociais, polarizando comentários em torno da escalação de Regé-Jean Page como o Duque. O elenco numeroso da produção também inclui Ben Miller (“Johnny English”), Polly Walker (“Pennyworth”), Adjoa Andoh (“Invictus”), Golda Rosheuvel (“Lady Macbeth”), Luke Newton (“The Lodge”), Jonathan Bailey (“Jack Ryan”), Claudia Jessie (“Vanity Fair”), Ruby Barker (“Wolfblood”), Harriet Cains (“Marcella”), Nicola Coughlan (“Derry Girls”), Jessica Madsen (“Rambo: Até o Fim”), Ruth Gemmell (“Utopia”), Joanna Bobin (“Alice Através do Espelho”), Bessie Carter (“Howards End”), Florence Hunt (“Cursed”), Ruby Stokes (“Una”), Luke Thompson (“Dunkirk”) e a veterana Julie Andrews (“Mary Poppins”). “Bridgerton” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    For the People é cancelada após duas temporadas

    10 de maio de 2019 /

    A rede ABC anunciou o cancelamento de “For the People” após duas temporadas. A série era a produção menos vista de Shonda Rhimes, responsável por “Grey’s Anatomy”, “Scandal” e “How to Get Away With Murder”. Criada por Paul William Davies (roteirista de “Scandal”), “For the People” também era o segundo drama jurídico da Shondaland, mas se diferenciava de “How to Get Away With Murder” por mostrar não uma, mas duas equipes rivais de advogados iniciantes, que trabalham sob supervisão de veteranos na promotoria e na defensoria pública. Ou seja, como “Raising the Bar”, exibida há dez anos no canal pago TNT. Vale lembrar que a ABC quase rejeitou a série, que para ser aprovada precisou ter seu piloto refilmado com mudanças no elenco. A atriz principal, Britt Robertson (das séries “Under the Dome” e “Girlboss”), foi acrescentada em cima da hora, em substituição a Britne Oldford (série “Hunter”). Os demais atores eram Jasmin Savoy Brown (série “Leftovers”), Ben Rappaport (“Mr. Robot”), Susannah Flood (“Chicago Fire”), Wesam Keesh (“Awkward.”), Regé-Jean Page (minissérie “Raízes/Roots”), Ben Shenkman (“Royal Pains”), Hope Davis (“Wayward Pines”), Vondie Curtis-Hall (“Demolidor”) e Anna Deavere Smith (“Nurse Jackie”), além de Charles Michael Davis (“The Originals”) a partir da 2ª temporada. O último episódio vai ao ar na próxima quinta (16/5) nos Estados Unidos.

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  • Série

    Estudo garante que a série clássica Friends foi a mais maratonada de 2018

    21 de dezembro de 2018 /

    Um estudo da empresa TV Time apontou a série “Friends”, que não é mais produzida há 14 anos, como a mais “maratonada” de 2018, graças a sua presença no serviço de streaming Netflix. Para o estudo, foram considerados os comportamentos de 12 milhões de usuários do aplicativo da empresa ao redor do mundo, além de uma definição de maratona como o hábito de assistir ao menos quatro episódios de uma mesma série em um período de 24 horas. A sitcom que acompanha a vida de seis jovens de 20 e poucos anos em Nova York manteve-se tão popular em 2018 que motivou uma renovação milionária para permanecer na plataforma. Segundo o jornal The New York Times, a Netflix teria aceito pagar US$ 100 milhões para manter as dez temporadas das histórias de Rachel, Monica, Ross, Chandler, Joey e Phoebe disponíveis em seu catálogo. Em 2º lugarm ficou “Grey’s Anatomy”, que é exibida numa rede de TV aberta, a ABC, mas vista em estilo de binge-watching também pela Netflix. Não foi por acaso que a plataforma contratou sua criadora, Shonda Rhimes, por um valor não revelado para criar séries exclusivas para streaming. A lista segue com uma produção original da Netflix na 3ª posição: “13 Reasons Why”. Na sequência, vêm a espanhola “La Casa de Papel” (que estreou antes no canal Antena 3) e “Riverdale” (nos Estados Unidos, a série é exibida pelo canal The CW). Abaixo, a lista das 10 séries mais maratonadas de 2018, segundo o estudo. 1. “Friends” 2. “Grey’s Anatomy” 3. “13 Reasons Why” 4. “La Casa de Papel” 5. “Riverdale” 6. “Brooklyn Nine-Nine” 7. “The 100” 8. “Orange Is the New Black” 9. “The Big Bang Theory” 10. “Pretty Little Liars”

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    Netflix contrata ex-presidente do maior canal da Disney para cuidar de suas séries

    17 de dezembro de 2018 /

    A Netflix continua sua guerra declarada contra a Disney com mais um golpe cirúrgico. A plataforma de streaming anunciou nesta segunda (17/12) a contratação de Channing Dungey, ex-presidente da rede ABC, principal canal de TV do conglomerado Disney. Seu cargo oficial é de Vice-Presidente de Conteúdo Original, o mesmo de Cindy Holland, com quem Dungey vai dividir a chefia da produção cada vez maior de programas originais da Netflix. “Channing é uma força criativa cujo gosto e talento lhe renderam a admiração de seus pares em toda a indústria”, disse o presidente de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, em comunicado. “Ela é uma pessoa que gosta de correr riscos e ter talentos para trabalhar com ela. Eu não poderia estar mais feliz em recebê-la na Netflix.” Dungey havia pedido demissão de seu cargo na ABC logo após a definição de que, com a compra da Fox, Dana Walden, ex-presidente da rede Fox, assumiria o chefia do departamento televisivo da Disney, ficando numa posição acima dela. Talvez fosse o cargo que ela queria. O fato é que não houve jeito de mantê-la no comando da rede de TV depois disso. Ela entrou para a Walt Disney Co. em 2004, após uma passagem bem-sucedida pelo estúdio de cinema da Warner, onde ajudou a desenvolver “Matrix”, e passou a maior parte de sua carreira na ABC – primeiro no ABC Studios e depois na rede ABC (ABC Entertainment). Como líder do departamento de produção da ABC Studios, ajudou a construir o império televisivo de Shonda Rhimes a partir do zero, com um papel fundamental no desenvolvimento de “Scandal” e na escalação de Kerry Washington. Com sua promoção à presidente da ABC em 2016, Dungey se tornou a primeira mulher negra a comandar uma grande rede de TV dos EUA. Sua contratação na Netflix acontece após a plataforma ser criticada pela falta de diversidade de seus executivos. E após a demissão de seu principal porta-voz, Jonathan Friedland, em decorrência de comentários racialmente “insensíveis” dirigidos à sua equipe. Na Netflix, Dungey vai reencontrar antigos conhecidos. Em função do clima bélico entre a plataforma e a Disney, Sarandos fechou contrato de exclusividade com vários criadores de conteúdo que fizeram carreira na ABC, como a própria Shonda Rhimes (criadora também de “Grey’s Anatomy”) e Kenya Barris (“Black-ish”). Esta estratégia é tanto retaliação quanto prevenção. A Disney se antecipou ao anunciar que tiraria todo o seu conteúdo da Netflix em 2019, com o lançamento de sua própria plataforma de streaming, o que fez a Netflix aumentar sua produção de originais. Sabendo que perderia séries da ABC, tratou de contratar os criadores dessas séries para desenvolver conteúdo exclusivo para o streaming. O mesmo movimento justificou a contratação de Ryan Murphy (“American Horror Story”) da Fox, após a Disney comprar esse estúdio. A Netflix também está cancelando as séries que coproduzia com a Disney, como as atrações da Marvel “Demolidor”, “Punho de Ferro” e “Luke Cage”, ao mesmo tempo em que desenvolve um relacionamento melhor com o futuro rival Warner Media (que também tem planos de lançar sua própria plataforma) para o licenciamento de séries dos super-heróis da DC Comics e investe na criação de suas próprias revistas em quadrinhos, com o acordo com Mark Millar (“Kingsman”, “Kick-Ass”) e sua Millarworld. Por curiosidade, Channing Dungey é a segunda executiva de grande rede de TV americana contratada para comandar a produção de conteúdo de uma plataforma de streaming. Em fevereiro, Jennifer Salke trocou a rede NBC pela chefia do departamento de séries e filmes do Amazon Studios.

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  • Série

    Ator de How I Met Your Mother será novo par romântico de Meredith em Grey’s Anatomy

    10 de outubro de 2018 /

    O ator Josh Radnor, que ficou conhecido como o protagonista Ted da sitcom “How I Met Your Mother”, entrou na série “Grey’s Anatomy”. Ele foi escalado para viver um novo interesse romântico de Meredith Grey (Ellen Pompeo). A atriz, que já protestou publicamente contra a insistência dos roteiristas de não deixarem sua personagem ser apenas uma mulher forte e independente, sem um homem a seu lado, vai conhecer o personagem de Radnor em um dos próximos episódios da série. Mas ele não deve ser o único pretendente que Meredith irá encontrar na temporada, descrita pelos próprios produtores como a “temporada do amor”. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, Pompeo disse que sua personagem está “pronta para superar o fantasma de Derek [Patrick Dempsey] e ir em muitos encontros nesta temporada”. As novas aventuras amorosas são cortesia de uma paciente de quem Meredith cuidou no episódio da última quinta-feira (4/10). A moça, chamada Cece, é especialista em juntar casais que são perfeitos um para o outro, e prometeu à doutora que arranjaria um bom encontro para ela. Após estrelar nove temporadas de “How I Met Your Mother”, Radnor apareceu em duas séries dramáticas, ambas canceladas na 1ª temporada: “Mercy Street” e “Rise”. Já Ellen Pompeo afirmou recentemente que não pretende renovar seu contrato após cumprir suas obrigações com a série, que vão até mais uma temporada. “Sinto que já contamos a maioria das histórias que tínhamos para contar. Quero algo novo. Estou pronta para uma mudança”, disse no mês passado à Entertainment Weekly. “Grey’s Anatomy” é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.

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  • Filme,  Série

    Diretor de Planeta dos Macacos e criadora de Grey’s Anatomy se juntam para criar filme e série sci-fi

    7 de outubro de 2018 /

    A produtora-roteirista Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”) e o cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) vão se juntar pela primeira vez num projeto ambicioso para a Netflix. Trata-se da adaptação do livro “Recursion”, de Blake Crouch. A parceria vai render um filme de ficção científica, que será complementado por uma série. “Recursion” aborda um futuro no qual uma cientista descobre a tecnologia necessária para acessar e alterar memórias. A invenção, usada por muitos para apagar traumas do passado para criar pessoas mais bem-resolvidas, ganha dimensões e consequências catastróficas quando cai nas mãos erradas. A Netflix comprou os direitos de “Recursion”, o livro, antes mesmo de sua publicação. A obra de Crouch, autor de livros que inspiraram séries como “Wayward Pines” e “Good Behavior”, chegará às lojas apenas em 2019. Ainda não há previsão de estreia para o filme e a série adaptadas da obra.

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  • Série

    Ellen Pompeo indica que pode deixar Grey’s Anatomy na próxima temporada

    21 de setembro de 2018 /

    A atriz Ellen Pompeo começou a plantar sua saída da série “Grey’s Anatomy”. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, ela deu a entender que deverá encerrar sua participação ao final de seu contrato. Recentemente, ela fez os mesmos comentários para conseguir uma renovação com grande compensação financeira. Pelo acordo, ela recebeu US$ 20 milhões, o que a transformou na atriz mais bem paga das séries dramáticas da TV americana. E ficou comprometida com a série por duas temporadas: a 15ª, que estreia na quinta-feira (27/9) nos Estados Unidos, e a 16ª, prevista para 2019. “Eu, claramente, não estou em uma posição na qual posso lhe dar qualquer certeza”, disse a atriz, sobre continuar na série depois disso. “No entanto, sinto que já contamos a maioria das histórias que tínhamos para contar. Quero algo novo. Estou pronta para uma mudança”. Pompeo já tinha sugerido esse desfecho em maio, em entrevista para a revista Us Weekly, quando disse: “Há um fim e ele está se aproximando”. Na ocasião, acrescentou que a decisão sobre quando encerrar a produção seria tomada em conjunto por ela e pela criadora da série, Shonda Rhimes. A dona da produtora Shondaland também já disse em entrevistas que, quando Pompeo quiser sair, a série vai terminar. Rhimes chegou, inclusive, a prometer que voltaria a escrever “Grey’s Anatomy” para assinar o último capítulo. Ela saiu do dia-a-dia da produção da série da rede ABC após fechar um contrato milionário para desenvolver novas atrações para a plataforma Netflix. Sobre seu futuro após “Grey’s Anatomy”, Pompeo ponderou, em outra conversa com o site Deadline, que gostaria de diversificar. Sair da frente da câmera para trabalhar nos bastidores. “Eu adoraria dirigir um piloto e realmente adoro produzir. Eu tive uma verdadeira aula de produção durante minha experiência em ‘Grey’s'”, disse.

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  • Série

    Ator de The Originals entra na série For the People

    9 de setembro de 2018 /

    O ator Charles Michael Davis já tem novo trabalho após o fim da série “The Original”. Ele entrou para o elenco do drama jurídico “For the People”. Essa é a segunda série de Shonda Rhimes que ele participa, já que ele participou brevemente de sete episódios de “Grey’s Anatomy” em 2013. A série também é o segundo drama jurídico da Shondaland, mas se diferencia de “How to Get Away With Murder” por mostrar não uma, mas duas equipes rivais de advogados iniciantes, que trabalham sob supervisão de veteranos na promotoria e na defensoria pública. Em “For the People”, Davis vai interpretar Ted, o novo investigador da Defensoria Pública, que será um personagem fixo da atração. Paralelamente, ele ainda continua na série “Younger”, onde também interpreta um personagem fixo. Como as gravações das duas séries não coincidem, o ator poderá participar de ambas sem conflitos, como já fazia anteriormente, na época em que estava em “The Originals” e “Younger” simultaneamente. A 2ª temporada de “For the People” vai estrear na midseason, no começo de 2019, na rede americana ABC.

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  • Série

    Station 19: Spin-off de Grey’s Anatomy ganha data de estreia no Brasil

    18 de agosto de 2018 /

    A série “Station 19”, spin-off de “Grey’s Anatomy”, finalmente ganhou data para estrear no Brasil. O canal pago Sony anunciou que exibirá a nova série de Shonda Rhimes a partir de 20 de agosto, às 21h. Depois disso, a transmissão acontecerá todas as segundas no mesmo horário. Assim, “Station 19” chegará ao Brasil três meses após o fim da exibição de sua 1ª temporada nos Estados Unidos. A série de bombeiros é atualmente a terceira maior audiência entre os dramas da rede americana ABC, atrás apenas das médicas “Grey’s Anatomy” e “The Good Doctor”. O spin-off de “Grey’s Anatomy” é assistido em média por 5,2 milhões de telespectadores ao vivo e rende 1 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Os episódios acompanham o trabalho dos bombeiros na cidade de Seattle, cuja estação – além de dar nome à série – fica a três quadras do hospital Grey Sloan Memorial. Alguns integrantes do hospital, entre eles a própria Meredith Grey (Ellen Pompeo), chegaram a participar do primeiro episódio – originalmente concebido como um capítulo de “Grey’s Anatomy”. Para completar, um dos atores da série médica se mudou para a nova atração: o Dr. Ben Warren, interpretado por Jason George. O resto do elenco inclui Jaina Lee Ortiz (série “Rosewood”), Miguel Sandoval (“Medium”), Gray Damon (“Aquarius”), Jay Hayden (“The Catch”), Okieriete Onaodowan (da peça “Hamilton”), Danielle Savre (“Too Close To Home”), Barrett Doss (“Punho de Ferro”) e Alberto Frezza (“Dead of Summer”). A produção é o segundo spin-off de “Grey’s Anatomy”, que já rendeu a série derivada “Private Practice”, exibida de 2007 a 2013. A 1ª temporada tem apenas 10 episódios, mas a atração já foi renovada para seu segundo ano. Station 19

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