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  • Série

    Ricardo Spencer, diretor de séries da Globo, é encontrado morto em SP

    20 de julho de 2026 /

    Cineasta baiano dirigiu “Todas as Mulheres do Mundo”, “Segunda Chamada” e videoclipes de Rita Lee e Pitty

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  • TV

    Eduardo Sterblitch e Tatá Werneck vão comandar novo programa na Globo

    16 de junho de 2025 /

    Dupla vai apresentar “ET”, com gravações marcadas para agosto e Sterblitch também na direção

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  • Etc,  Filme,  TV

    Antônio Pedro, da “Escolinha do Professor Raimundo”, morre aos 82 anos

    12 de março de 2023 /

    O ator Antônio Pedro, conhecido por uma série de personagens humorísticos da Globo, morreu na madrugada deste domingo (12/3) no Rio de Janeiro, aos 82 anos. Ele estava internado desde janeiro com um quadro de insuficiência renal e cardíaca. Antônio Pedro Borges de Oliveira teve uma carreira longa, de mais de meio século, e embora seja mais lembrado por tipos cômicos da TV, participou de dezenas de filmes, peças e produções televisivas. Ele foi um dos atores agredidos por militantes da extrema direita em 1968, durante a montagem de “Roda Vida”, de Chico Buarque, em São Paulo. E o cancelamento da peça, diante do recrudescimento da ditadura militar, foi responsável por levá-lo às telas. Sua carreira televisiva começou em 1969, na novela “Super Plá”, da rede Tupi, e três anos depois o levou à Globo, onde estreou em outra novela, “O Bofé”. Mas depois de “Supermanoela” (1974), sua segunda novela na emissora, Antônio Pedro se jogou no cinema, atuando em vários clássicos como “Os Condenados” (1975), de Zelito Viana, “O Casal” (1975), de Daniel Filho, “Se Segura, Malandro!” (1978), de Hugo Carvana, “A Lira do Delírio” (1978), de Walter Lima Jr., “O Homem do Pau-Brasil” (1982), de Joaquim Pedro de Andrade”, e “Bar Esperança” (1983), novamente trabalhando com Hugo Carvana. Neste período, chegou até a estrear na direção com “O Grande Desbum…” (1978), sua única incursão na função, em parceria com Braz Chediak. A volta à Globo se deu pelo humorístico “Chico Anysio Show” em 1982, que inaugurou sua veia humorística na TV. Ele voltou a trabalhar com Chico Anysio em “Estados Anysios de Chico City” e na “Escolinha do Professor Raimundo”, nos anos 1990, vivendo os personagens Bicalho, Nelson Piquete e João Abrealas, e mais recentemente esteve também na versão da “Zorra” de 2015. Durante sua passagem pela emissora, o ator fez participações em muitas novelas, como “Sassaricando” (1987), “Bebê a Bordo” (1988), “Que Rei Sou Eu?” (1989), “Caça Talentos” (1996) e “Explode Coração” (1996), além de minisséries e infantis como “Sítio do Picapau Amarelo” (2002) e “Acampamento de Férias” (2009), com Renato Aragão. Paralelamente, ele ainda foi um dos responsáveis pela explosão do besteirol no teatro brasileiro, com o lançamento de “Cabra Marcado para Correr” em 1985, que ele dirigiu e estrelou, com direito a nudez gratuita do elenco. Entretanto, o cinema continuou representando a maior atividade artística de sua trajetória. Ele firmou uma colaboração bem-sucedida com Bruno Barreto a partir da versão de cinema de “Gabriela” em 1983, que rendeu ainda “Romance da Empregada” (1988) e “O Que é Isso, Companheiro?” (1997), indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Seguiu firme na parceria com Hugo Carvana, filmando “O Homem Nu” (1997), “Apolônio Brasil, Campeão da Alegria” (2003), “Casa da Mãe Joana” (2008), “Não Se Preocupe, Nada Vai Dar Certo” (2011) e “Casa da Mãe Joana 2” (2013). E também trabalhou nos clássicos “Dias Melhores Virão” (1989), de Cacá Diegues, “O Grande Mentecapto” (1989), de Oswaldo Candeira, e “Policarpo Quaresma, Herói do Brasil” (1997), de Paulo Thiago. A partir dos anos 2000, Antônio Pedro passou a ser visto em diversos sucessos de bilheteria, integrando-se ao novo cinema de comédia do Brasil. A lista inclui, entre outros, “O Xangô de Baker Street” (2001), de Miguel Faria Jr., “Divã” (2009), de José Alvarenga Jr., “De Pernas pro Ar” (2010) e “O Candidato Honesto” (2014), de Roberto Santucci, “Meu Passado Me Condena 2: O Filme” (2015), de Julia Rezende, “Ninguém Entra, Ninguém Sai” (2017), de Hsu Chien, e “Detetives do Prédio Azul 2: O Mistério Italiano” (2018), de Vivianne Jundi. Suas última aparições nas telas aconteceram em três minisséries do grupo Globo: “Shippados” (2019), “Bom Sucesso” (2019) e “Filhas de Eva” (2021). Antônio Pedro também teve atuação na política. Filiado ao PDT, foi nomeado em 1986 primeiro Secretário Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, mesmo cargo que ocuparia no município de Volta Redonda três anos depois. Em 1990, foi candidato a deputado estadual pelo partido, mas não conseguiu se eleger. O artista deixa três filhos, incluindo as atrizes Ana Baird e Alice Borges.

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  • Série

    Shippados: Última série de Fernanda Young estreia na TV aberta

    12 de janeiro de 2021 /

    A rede Globo estreia na noite desta terça (12/1) na TV aberta a comédia “Shippados”, última série criada pela escritora Fernanda Young (com Alexandre Machado), que morreu em agosto de 2019, aos 49 anos. Originalmente exibida em 2019 na Globoplay, a obra dos autores de “Os Normais” aborda relacionamentos em tempos digitais e é estrelada por Tatá Werneck (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) e Eduardo Sterblitch (“Os Penetras”). Na trama, Rita (Tatá Werneck) é uma funcionária de um supermercado que também é YouTuber e está sempre em busca de um namorado através de um aplicativo de relacionamentos. Depois de um encontro ruim, ela conhece Enzo (Eduardo Sterblitch) e os dois descobrem que têm muitas coisas em comum, como o azar no amor e os problemas com os aplicativos de namoro. A série ainda destaca outro casal, que chama atenção pelo nudismo. Clarice Falcão (“Desculpe o Transtorno”) e Luis Lobianco (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”) aparecem nos episódios sempre pelados. Além deles, Júlia Rabello (“Alguém Como Eu”) e Rafael Quiroga (“Meu Passado Me Condena: O Filme”) também estão no elenco. Confira o trailer da atração abaixo.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Fernanda Young (1970 – 2019)

    25 de agosto de 2019 /

    A escritora, atriz e apresentadora de TV Fernanda Young morreu aos 49 anos na madrugada deste domingo (25/8), em Gonçalves, interior de Minas Gerais, onde sua família tem sítio. A artista teve uma crise de asma seguida de parada respiratória. Fernanda sofria de asma desde a adolescência. Ela nasceu em Niterói (RJ) e também lutava contra a depressão, que a fez abandonar os estudos. Ela só completou o Ensino Médio via supletivo e largou as faculdades de Letras, Jornalismo, Rádio e TV em que se inscreveu. Ela encontrou um grande parceiro no roteirista e escritor Alexandre Machado. Ambos casaram em 1993, depois de três anos de namoro, e tiveram quatro filhos, dois deles adotados. A parceria se estendeu para o trabalho, resultando na maioria dos roteiros que se seguiram. A estreia como roteirista aconteceu em 1995 no programa “A Comédia da Vida Privada”, da rede Globo, assinando adaptações de textos de Luis Fernando Veríssimo com o marido. Um ano depois, Fernanda lançou o primeiro de seus 14 livros, “Vergonha dos Pés”, pela editora Objetiva. E em 2000 roteirizou o primeiro filme, “Bossa Nova”, de Bruno Barreto, novamente com Machado. Logo em seguida, o casal lançou uma das séries de comédias mais bem-sucedidas do século, “Os Normais”, estrelada por Fernanda Torres e Luiz Fernando Guimarães. Foi exibida na Globo entre 2001 e 2003 e deu origem a dois filmes, um de 2003 e outro de 2009, também escritos por Fernanda, Alexandre e outros roteiristas. Trabalhando sempre ao lado de Alexandre Machado, Fernanda Young criou ainda as séries “Os Aspones” (2004), “Minha Nada Mole Vida” (2006), “O Sistema” (2007), “Separação?!” (2010), “Macho Man” (2011), “Como Aproveitar o Fim do Mundo” (2012), “O Dentista Mascarado” (2013), “Odeio Segundas” (2015), “Vade Retro” (2017), “Edifício Paraíso” (2017), “Shippados” (2019), o especial de fim de ano “Nada Fofa” (2008) e os quadros do Fantástico: “As 50 Leis do Amor” e “Super Sincero”. O casal foi indicado duas vezes ao prêmio de Melhor Comédia do Emmy Internacional, por “Separação?!” e “Como Aproveitar o Fim do Mundo”. Esta última chamou atenção do mercado americano e acabou adaptada pela rede The CW, virando a série de comédia “No Tomorrow” (2016). Dona de opiniões fortes e presença marcante, com cabelos curtos e tatuagens, Fernanda também se destacou em participações em programas de TV. Depois de integrar “Saia Justa” (2002) comandou dois programas próprios, “Irritando Fernanda Young” (entre 2006 e 2010) e “Confissões do Apocalipse” (2012), ambos no GNT. Sem seguir padrões de beleza e comportamentos convencionais, ela transformou o fato de posar para a Playboy em 2009 num ato de rebelião feminista. E ainda tripudiou: “Não acredito que se masturbem com minha Playboy. Lendo meus livros, sim”, disse em entrevista ao UOL. Cansada de sofrer ataques machistas, ela chegou a processar um hater que a chamou de “vadia lésbica” no Instagram. Saiu vitoriosa, mas não sem ser atacada pelo próprio juiz do processo, que reduziu o valor da indenização alegando que sua “reputação é elástica”, por ter posado nua. “O excelentíssimo crê que mulheres como eu provocam o caos”, ironizou Fernanda. Ela também trabalhou como atriz. Antes mesmo de começar a escrever, já tinha aparecido na minissérie “Iaiá Garcia” (1989), na TV Cultura, e na novela “O Dono do Mundo” (1991), na Globo. Mas só retomou a carreira após ter se consagrado como roteirista. O que começou de brincadeira num episódio de “Macho Man” se tornou regra após estrelar “Surtadas na Yoga” (2013), que foi seguida por mais dois sitcoms escritos e estrelados por ela, “Odeio Segundas” e “Edifício Paraíso”. Seu último trabalho na Globo foi a criação de “Shippados”, sitcom com Tatá Werneck e Eduardo Sterblitch, que estreou em junho no Globoplay. Já seu último roteiro foi para o cinema, a comédia “Amigas de Sorte”, que escreveu com o marido, com previsão de estreia para 2020. Deixou ainda um livro inédito completo, que será lançado em novembro, e outro inacabado. E se preparava para estrear em setembro, em São Paulo, a peça “Ainda Nada de Novo”, em que contracenaria com Fernanda Nobre. Um dia antes de morrer, ela publicou um longo texto em seu Instagram em tom de desabafo. Numa das passagens, escreveu “Sou uma mulher de 50 anos que sonhou alto e realizou muito”, acrescentando, por fim, que estava longe de encerrar sua “jornada nessa orbe”. Sua última postagem foi a foto da sala de estar do sítio em Gonçalves, horas antes de morrer. “Onde queres descanso, sou desejo” foram suas últimas palavras escritas. “Posso dizer, de coração, é uma perda muito grande para a gente, para o mundo artístico, para as pessoas que trabalham com ela”, afirmou Luiz Fernando Guimarães, astro de “Os Normais” e “Minha Nada Mole Vida”. “O Brasil perde muito sem a anarquia e a clareza dela”, acrescentou Fernanda Torres, a outra metade de “Os Normais”.

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  • Série

    Shippados: Nova série de comédia dos criadores de Os Normais ganha primeiro trailer

    2 de junho de 2019 /

    A Globoplay divulgou o primeiro trailer de “Shippados”, nova série de comédia de Alexandre Machado e Fernanda Young, os criadores de “Os Normais”. Estrelada por Tatá Werneck (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) e Eduardo Sterblitch (“Os Penetras”), a atração retoma o tema dos problemas de um casal, como na série clássica da Globo. A diferença é que será lançada diretamente em streaming e abordará relacionamentos na era dos aplicativos. Na trama, Rita (Tatá Werneck) é uma funcionária de um supermercado que também é YouTuber e está sempre em busca de um namorado através de um aplicativo de relacionamentos. Depois de um encontro ruim, ela conhece Enzo (Eduardo Sterblitch) e os dois descobrem que têm muitas coisas em comum, como o azar no amor e os problemas com os aplicativos de namoro. A prévia ainda destaca outro casal, que chama atenção pelo nudismo. Clarice Falcão (“Desculpe o Transtorno”) e Luis Lobianco (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”) vão aparecer na série sempre pelados. Júlia Rabello (“Alguém Como Eu”) e Rafael Quiroga (“Meu Passado Me Condena: O Filme”) também estão no elenco. Todos os episódios da 1ª temporada serão disponibilizados em 7 de junho em streaming.

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  • Série

    Gravações da série Shippados são paralisadas após assassinato de integrante da produção

    11 de dezembro de 2018 /

    As gravações da série “Shippados”, produzida para o Globoplay, foram paralisadas devido à morte de Francis Ferreira de Souza, eletricista da equipe de produção, que foi assassinado na noite de segunda-feira (10/12). Segundo comunicado da Globo, Francis foi baleado quando chegava em casa, na cidade carioca de Maricá. Ele havia acabado de sair de um jantar e estava acompanhado do colega Carlos Niedson Faria Adell, maquinista da equipe, que acabou sendo ferido na perna e foi transferido para um hospital na cidade do Rio de Janeiro. O crime está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de São Gonçalo. “Shippados” foi uma das novidades apresentadas pela Globoplay na CCXP (Comic Con Experience) 2018. Estrelada por Tatá Werneck (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) e Eduardo Sterblitch (“Os Penetras”), a série vai tratar de relacionamentos na era dos aplicativos e das redes sociais. Na trama, Rita (Tatá Werneck) é uma funcionária de um supermercado que também é YouTuber e está sempre em busca de um namorado através de um aplicativo de relacionamentos. Depois de um encontro ruim, ela conhece Enzo (Eduardo Sterblitch) e os dois descobrem que têm muitas coisas em comum, como o azar no amor e os problemas com os aplicativos de encontros. A série é uma criação de Alexandre Machado e Fernanda Young (o casal responsável por “Os Normais”) e ainda tem no elenco Clarice Falcão (“Desculpe o Transtorno”), Luis Lobianco (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”), Júlia Rabello (“Alguém Como Eu”) e Rafael Quiroga (“Meu Passado Me Condena: O Filme”).

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  • Série

    Shippados: Nova série dos criadores de Os Normais revela fotos dos personagens

    9 de dezembro de 2018 /

    A nova série de comédia dos criadores de “Os Normais”, Alexandre Machado e Fernanda Young, foi oficialmente anunciada na CCXP (Comic Con Experience) 2018, com direito a painel e divulgação das fotos dos personagens. Apesar da notícia já circular anteriormente, o evento serviu para reunir elenco e criadores e alardear a produção, que vai se chamar “Shippados” e voltará a tratar dos problemas de um casal como na série clássica da Globo. A diferença é que será lançada diretamente em streaming. Estrelada por Tatá Werneck (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) e Eduardo Sterblitch (“Os Penetras”), a série vai tratar de relacionamentos na era dos aplicativos e das redes sociaisl Na trama, Rita (Tatá Werneck) é uma funcionária de um supermercado que também é YouTuber e está sempre em busca de um namorado através de um aplicativo de relacionamentos. Depois de um encontro ruim, ela conhece Enzo (Eduardo Sterblitch) e os dois descobrem que têm muitas coisas em comum, como o azar no amor e os problemas com os aplicativos de encontros. “O que surge no amor [aplicativos de relacionamento] faz parte da trama atual sem excluir o assunto que é o conflito, ciúmes, possessividade. São justamente esses recursos virtuais que são mais risíveis do que nunca. Graças a Deus, sou uma jovem senhora e não tenho acesso a essa palhaçada, porque do jeito que sou ciumenta, possessiva e agressiva, ia dar merda”, afirmou Fernanda Young, autora da série, durante o painel da Comic Con. “A ideia da série veio por causa das nossas filhas mais velhas, as gêmeas de 18 anos. Eu gosto muito do assunto dos casais e do amor, e na minha literatura já tem isso. Na comédia, o casal deve ser dramaturgicamente risível porque o amor é engraçado”, completa. Young também comentou o paralelo da nova série com “Os Normais”, exibido entre 2001 e 2003 na Globo. “Nos ‘Shippados’ são pessoas loucas, que são normais na vida. Já em ‘Os Normais’ eram pessoas normais que eram loucas.” A autora também revelou que gostaria de ter feito uma trilogia da sitcom para o cinema e concluiu que “Os Normais” sempre será uma referência. A atriz Tatá Werneck também comentou sobre a mudança dos relacionamentos da época de “Os Normais” para os dias atuais. “A gente descobre a traição com mais facilidade hoje por causa das redes sociais”, diz Tatá. Com previsão de estreia para o primeiro semestre de 2019 na Globoplay, a sitcom tem ainda no elenco Clarice Falcão (“Desculpe o Transtorno”) e Luis Lobianco (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”), que formam um casal que vai aparecer na série sempre nu, e Júlia Rabello (“Alguém Como Eu”) e Rafael Quiroga (“Meu Passado Me Condena: O Filme”). “A gente mostra a nudez real. Nossa realidade, com corpo real. Não é uma nudez Marina Ruy Barbosa”, brincou Tatá.

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