Casal da série Revenge revela noivado na vida real
O casal da série “Revenge” está noivo na vida real. A atriz Emily VanCamp revelou na quinta-feira (11/5) que está noiva do ator Josh Bowman. Na série, os personagens dos dois chegaram a se casar, mas tudo fazia parte de um plano de vingança de Emily (a personagem, que tinha o mesmo nome da atriz). Enquanto faziam cenas românticas, os dois atores se apaixonaram na vida real. Segundo a revista Us Weekly, eles estão juntos desde o início de 2012. O noivado foi divulgado no Instagram por meio de uma imagem de Emily, que tapa os olhos mostrando um grande anel de noivado na sua mão esquerda. Na legenda, um coração. Veja abaixo. Emily vai voltar à TV na próxima temporada. O piloto de série médica em que trabalhava, “The Resident”, recebeu encomenda de temporada na rede Fox. Já Josh Bowman segue caminho oposto, com o cancelamento de “Time After Time”, que ele estrelava como o famoso serial killer Jack, o Estripador. ❤️ Uma publicação compartilhada por Emily VanCamp (@emilyvancamp) em Mai 11, 2017 às 12:54 PDT
Mumuzinho compartilha primeira foto dos novos Trapalhões
Mumuzinho compartilhou em seu Instagram a primeira foto que reúne o elenco dos novos “Trapalhões”. Os atores que estarão no remake posaram para o clique ao se encontrem em um workshop preparatório para as gravações. A foto reúne Lucas Veloso (novela “Velho Chico”), Bruno Gissoni (novela “Babilônia”), Gui Santana (ex-“Pânico”), Mumuzinho (“Esquenta!”) e o cantor Nego do Borel – que vão interpretar personagens inspirados em Didi, Dedé, Zacarias, Mussum e Tião Macalé, respectivamente. Para evitar confusão, Lucas e Bruno serão Didico e Dedeco, uma vez que Renato Aragão e Dedé Santana, o Didi e o Dedé originais, também vão marcar presença nos novos episódios, como tios dos jovens. A Globo ainda não anunciou a data de estreia do programa, que tem direção de Ricardo Waddington (programa “Amor & Sexo” e novela “Boogie Oogie”), mas a expectativa é que entre no ar no segundo semestre deste ano. Mais um dia de workshop com essas feras. #remake #ostrapalhoes Uma publicação compartilhada por Mumuzinho (@mumuzinhoc) em Mai 11, 2017 às 7:53 PDT
Last Man Standing é cancelada após seis temporadas
A duradoura sitcom “Last Man Standing” foi cancelada pela rede americana ABC. Estrelada por Tim Allen (o dublador do astronauta Buzz Lightyear em “Toy Story”), a série chegou ao fim após seis temporadas. A decisão não levou em conta a audiência, já que “Last Man Standing” tem um dos públicos mais consistentes do canal. A 6ª temporada, encerrada em março, foi vista em média por 6,4 milhões de telespectadores, contra 6,7 milhões da temporada anterior. A diferença é muito pequena em relação à duplamente renovada “Modern Family”, assistida por 6,9 milhões ao vivo e em franco declínio – perdeu 1 milhão de telespectadores desde o ano passado. E reparem que “Last Man Standing” ainda tem a desvantagem de ser exibida às sextas, dia de pior audiência da TV americana. Mas enquanto “Modern Family” venceu prêmios e rende discussão, pouca gente cita a persistência de Tim Allen em contar as mesmas piadas conservadoras, semana após semana. De forma significativa, “Last Man Standing” nem sequer tem avaliação no site Rotten Tomatoes, porque a crítica simplesmente não se interessa por ela. Criada por Jack Burditt (roteirista das clássicas “Mad About You” e “Just Shoot Me”), a sitcom girava em torno do pai conservador de três meninas, que tenta manter sua masculinidade numa casa – e num mundo – cada vez mais feminista. A premissa é o avesso de “Modern Family”, em que o protagonista de “Last Man Standing” buscava defender seu ideal de “Old Family”, representando o público que elegeu Donald Trump – fye, Allen chegou a se fantasiar de Trump num episódio. Como suas reprises já são exibidas em outros canais, a ABC quis renegociar os custos de produção com a Fox TV. Mas a produtora não aceitou pagar mais pelos episódios, encarecidos pelo salário elevado de Tim Allen. Diante do impasse, a rede preferiu investir em um substituto mais barato ou que ela própria produzisse, encerrando a série.
Gotham é renovada para a 4ª temporada
A rede Fox renovou a série “Gotham” para sua 4ª temporada. Isto significa que o canal será o primeiro a exibir em sua programação séries das maiores editoras rivais de quadrinhos dos EUA: DC Comics (“Gotham”) e Marvel (a recém encomendada “The Gifted”). “Gotham” vem perdendo audiência a cada temporada. A atração que partiu com uma média de 6,1 milhões de telespectadores em sua temporada inaugural chegou à metade desse número em seu terceiro ano. Criativamente, porém, não tem deixado a desejar. Os fãs não podem reclamar do desenvolvimento dos personagens, reviravoltas e proliferação de vilões. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), o programa acompanha a juventude do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie), em seus primeiros dias como detetive policial na GCPD, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude da Mulher Gato, do Pinguim e do Charada, revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos de Batman. A atual temporada ainda tem cinco episódios inéditos, encerrando seu ciclo apenas em 5 de junho. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Modern Family é renovada para mais dois anos
Após muitas negociações, a rede ABC anunciou a renovação da série “Modern Family” para mais dois anos. O acordo incluiu novos contratos para todo o elenco central, com aumentos de salários para repetirem suas participações nas próximas duas temporadas. O acerto ecoou o que houve recentemente com a série “The Big Bang Theory”, também renovada por dois anos na CBS. Com a renovação, a atração criada e produzida por Steve Levitan e Christopher Lloyd vai atingir 10 temporadas e 232 episódios de duração, podendo ainda ser renovada por mais tempo. “Modern Family tem sido a peça central da nossa marca de comédia por 8 temporadas e estamos entusiasmados por tê-lo em nossa programação por mais dois anos”, disse Channing Dungey, presidente da ABC Entertainment, no comunicado do anúncio. “Steve e Chris criaram personagens tão cativantes, e o elenco é inigualável”. “Modern Family continua a ser um dos ativos mais valiosos do estúdio e estamos imensamente gratos a ABC por esta renovação de dois anos”, manifestaram-se Jonnie Davis e Howard Kurtzman, presidentes de 20th Century Fox Television, estúdio responsável pela produção. “Nós fomos abençoados desde o primeiro dia com ‘Modern Family’, e ter a oportunidade de passar mais dois anos com esses personagens – e os atores brilhantes por trás deles – é mais um presente que um trabalho”, disse o produtor Christopher Lloyd. “Há muito mais a explorar nas vidas desta família, e tantas necessidades prementes nas vidas de nossas próprias famílias atuais, que este sincronismo não poderia ter funcionado de forma melhor”. Mas para fechar esse acordo não foi nada fácil. O sexteto principal de atores, Ed O’Neill, Julie Bowen, Ty Burrell, Jesse Tyler Ferguson, Eric Stonestreet e Sofia Vergara, teria passado de US$ 350 mil por episódio para US$ 500 mil. Além disso, a ABC e o estúdio Fox ainda precisam negociar novos contratos com o elenco de crianças e adolescentes da série. Apesar de já estar na 8ª temporada, que se encerra na próxima semana, “Modern Family” é a série de comédia mais vista e o segundo programa de maior audiência da ABC. Além disso, já venceu cinco vezes o Emmy de Melhor Série de Comédia.
Heróis de Os Defensores ganham imagens animadas
A Netflix divulgou gifs animados da série mais aguardada do ano, “Os Defensores”, que vai juntar os heróis das quatro produções da Marvel na plataforma de streaming em uma única história. As imagens registram individualmente Matt Murdock, o Demolidor (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) e Daniel Rand, o Punho de Ferro (Finn Jones). Além do quarteto principal, a série também contará com a presença de Claire Temple (Rosario Dawson), Misty Knight (Simone Missick), Coleen Wing (Jessica Henwick), Trish Walker (Rachael Taylor), Elektra (Elodie Yung), Stick (Scott Glenn) e a vilã vivida por Sigourney Weaver. Com apenas oito episódios, “Os Defensores” estreia em 18 de agosto na Netflix. Careful @Daredevil. pic.twitter.com/znGagC0hgo — The Defenders (@TheDefenders) 9 de maio de 2017 Your lobby could use a bar, @MarvelIronFist. pic.twitter.com/BLAojOeC4j — Jessica Jones (@JessicaJones) 9 de maio de 2017 Hey @Daredevil, let me know when you want to go a round or two. pic.twitter.com/4D822eIAkV — Luke Cage (@LukeCage) 9 de maio de 2017 Meditation tip: Make plans early with @JessicaJones. She’s always late. pic.twitter.com/Rn2wPwwlGD — Iron Fist (@MarvelIronFist) 9 de maio de 2017 Longtime listener. pic.twitter.com/jFNjsvg8bw — Daredevil (@Daredevil) 9 de maio de 2017 Get the swear jar ready, @LukeCage. pic.twitter.com/wOQO1RvrnJ — The Defenders (@TheDefenders) May 10, 2017
Deadpool vai virar uma série animada para adultos
O canal pago americano FX anunciou a produção de uma série animada do super-herói Deadpool para adultos, que será comandada pelo ator Donald Glover (série “Atlanta”). O astro e criador da série “Atlanta” vai desenvolver a produção com seu irmão Stephen Glover. Programada para estrear em 2018, a série ainda sem título – chamada provisoriamente de “Marvel’s Deadpool” – será produzida pela Marvel Television junto com a FX Productions e o ABC Signature Studios. “Quão divertido isto poderá ser? Deadpool, Donald e FX – a combinação perfeita para o mercenário falastrão”, disse o chefe de TV da Marvel, Jeph Loeb, em comunicado. “Estamos encantados com a continuidade de nossa relação com a FX, que começou com ‘Legion’, siga com o que certamente será um espetáculo inovador em animação para adultos”. A produção da 1ª temporada, que terá 10 episódios, foi aprovada sem que nenhum roteiro tivesse sido apresentado, baseado apenas no apelo do personagem, que também vai ganhar seu segundo filme nos cinemas em 2018. O primeiro “Deadpool” arrecadou US$ 780 milhões no ano passado, com Ryan Reynolds no papel principal.
Sleepy Hollow é cancelada após quatro temporadas
A rede Fox anunciou o cancelamento da série sobrenatural “Sleepy Hollow”. A notícia não chega a surpreender, pois a 4ª e última temporada viu sua audiência desabar para menos de 2 milhões de telespectadores por episódio. A série simplesmente não conseguiu superar a perda da atriz Nicole Beharie, que, insatisfeita com os rumos da produção, pediu para sair e teve sua personagem, Abbie Mills, morta no final da 3ª temporada. Inspirada no conto gótico “A Lenda da Caverna Adormecida”, de Washington Irving, mais conhecido por seu título de Portugal, “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça”, a série foi criada por Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores de “Fringe”), o estreante Phillip Iscove e o cineasta Len Wiseman (“Anjos da Noite”). Na trama, Ichabod Crane (Tom Mison, de “Amor Impossível”) desperta após 250 anos para impedir o fim do mundo, enfrentando ataques sobrenaturais, que incluem o Cavaleiro Sem Cabeça, mas também demônios e bruxaria. A permanência de Tom Mison como o protagonista Ichabod Crane não foi o suficiente para evitar a evasão de público. Em queda livre de audiência, a série que estreou em 2013 diante de 10 milhões de telespectadores ao vivo, iniciou sua última temporada em janeiro diante de apenas 2,2 milhões e foi perdendo cada vez mais público a cada episódio, encerrando sua trajetória diante de apenas 1,7 milhão de telespectadores nos Estados Unidos. O último episódio de “Sleepy Hollow” foi exibido no dia 31 de março.
Nelson Xavier (1941 – 2017)
Grande ator brasileiro, Nelson Xavier morreu na madrugada desta quarta-feira (10/5) aos 75 anos, em Uberlândia, Minas Gerais. Ele vinha fazendo tratamento de um câncer em uma clínica na cidade e faleceu após o agravamento de uma doença pulmonar. Na ocasião do falecimento, estava acompanhado por amigos e familiares. Nelson Agostini Xavier nasceu em São Paulo, em 30 de agosto de 1941. Em mais de cinco décadas de carreira, marcou época na TV e no cinema, especialmente nos papéis de Lampião e Chico Xavier – que lhe renderam experiências quase transcendentais, conforme costumava dizer. Mas a carreira começou no teatro, ainda nos anos 1950. Ele participou do Teatro de Arena, um dos mais importantes grupos de artes cênicas de seu tempo, atuando em peças históricas, como “Eles Não Usam Black-Tie” (1958), de Gianfrancesco Guarnieri, “Chapetuba Futebol Clube” (1959), de Oduvaldo Vianna Filho, “Gente como a Gente” (1959), de Roberto Freire, e “Julgamento em Novo Sol” (1962), de Augusto Boal. Com o golpe militar de 1964, a ditadura passou a censurar o tipo de teatro político que ele desenvolvia. Isto o levou a buscar outras vias de expressão. Ao começar a fazer TV, chegou a acreditar que sua timidez não lhe permitiria sucesso. “Eu tive muita dificuldade em começar a fazer televisão. As máquinas eram enormes, eu tinha pavor, até tremia”, ele contou ao site Memória Globo. Sua primeira participação na Globo foi como o personagem Zorba, na novela “Sangue e Areia” (1967), de Janete Clair. Ao mesmo tempo, desenvolveu uma carreira prolífica no cinema. Fez mais de 20 filmes até o fim da ditadura, no começo dos anos 1980, entre eles os clássicos “Os Fuzis” (1964), de Ruy Guerra, “A Falecida” (1965), de Leon Hirszman, “O ABC do Amor” (1967), de Eduardo Coutinho, Rodolfo Kuhn e Helvio Soto, “É Simonal” (1970) e “A Culpa” (1972), de Domingos de Oliveira, “Vai Trabalhar Vagabundo” (1973), de Hugo Carvana, o blockbuster “Dona Flor e seus Dois Maridos” (1976), de Bruno Barreto, “A Queda” (1978), que co-escreveu e co-dirigiu com Ruy Guerra, vencendo um Urso de Prata no Festival de Berlim, e a versão cinematográfica de “Eles Não Usam Black-Tie” (1981). Nessa época, também foi jornalista. Com o diretor Eduardo Coutinho, trabalhou como revisor na revista Visão, onde passou a colaborar também como crítico de cinema e teatro. Seis anos após estrear na TV, conseguiu seu primeiro grande papel, em “João da Silva” (1973). Mas foi apenas em 1982 que sua carreira televisiva decolou, ao estrelar a primeira minissérie da Globo, “Lampião e Maria Bonita”, dirigida por Paulo Afonso Grisolli e baseada nos últimos seis meses de vida do mais lendário criminoso da história do Brasil, Virgulino Ferreira da Silva, e seu grande amor trágico. A adaptação reimaginava Lampião e Maria Bonita como Bonnie e Clyde tropicais. O desempenho brilhante o consagrou como o melhor intérprete do líder do cangaço já visto em qualquer tela, a figura definitiva de um personagem icônico, a ponto de levar o personagem ao cinema, estrelando logo em seguida a comédia “O Cangaceiro Trapalhão” (1983) com os Trapalhões. Nelson também participou das minisséries “Tenda dos Milagres” (1985) e “O Pagador de Promessas” (1988), textos famosos que já tinham sido levados ao cinema. E fez diversas novelas, entre elas “Sol de Verão” (1982), “Voltei pra Você” (1983), “Riacho Doce” (1990), “Pedra sobre Pedra” (1992), “Renascer” (1993), “Irmãos Coragem” (1995), “Anjo Mau” (1997), “Senhora do Destino” (2004) e “Babilônia” (2015). Seu prestígio o levou a trabalhar em produções de Hollywood, integrando os elencos de “Luar Sobre Parador” (1988), de Paul Mazursky, comédia sobre uma republiqueta de bananas, estrelada por Sonia Braga, Richard Dreyfuss e Raul Julia, e “Brincando nos Campos do Senhor” (1991), de Hector Babenco, drama passado na Amazônia, com Tom Berenger, John Lithgow, Daryl Hannah e Kathy Bates. Apesar da visibilidade conseguida na TV, as novelas invariavelmente o escalavam para viver coadjuvantes, ainda que marcantes. Por isso, nunca negligenciou o cinema, construindo uma filmografia eclética, que não parou de acrescentar filmes importantes, como “Lamarca” (1994), “O Testamento do Senhor Napumoceno” (1997), “Narradores de Javé” (2003) e “Sonhos Roubados” (2009). Na tela grande, alternou seus coadjuvantes com papéis de protagonista, que lhe renderam muitos prêmios e reconhecimento da crítica. Quando muitos já considerariam a aposentadoria, Nelson atingiu novos picos de popularidade ao estrelar “Chico Xavier” (2010), cinebiografia do médium mineiro dirigida por Daniel Filho. Fenômeno de bilheteria, o longa acabou se tornando o mais importante de sua carreira. “Finalmente fiz o meu maior papel. Fui invadido por uma onda de amor tão forte, tão intensa, que levava às lágrimas”, afirmou à imprensa na época do lançamento do filme. “Nenhum dos personagens que fiz mudou minha vida. O Chico fez uma revolução”. Assim como acontecera com Lampião, três décadas antes, o ator se tornou tão identificado com o papel que o retomou em outro filme, “As Mães de Chico Xavier” (2011). O reconhecimento da comunidade espírita lhe rendeu ainda participação em “O Filme dos Espíritos” (2011), enquanto a Globo tratou de escalá-lo como um guru na novela “Joia Rara” (2013). Muito ativo no fim da vida, Nelson voltou a trabalhar com um diretor estrangeiro em “Trash: A Esperança Vem do Lixo” (2014), filmado no Rio pelo inglês Stephen Daldry, e estrelou “A Despedida” (2014), de Marcelo Galvão, como amante de Juliana Paes. O desempenho dramático deste filme lhe rendeu o troféu de Melhor Ator no Festival de Gramado, além de prêmios internacionais. Ele ainda fez “A Floresta Que Se Move” (2015), o papel-título de “Rondon, o Desbravador” (2016) e “Comeback”, que estreia dia 25 nos cinemas brasileiros. Em seu último papel, viveu um matador que não consegue se aposentar. O nome do personagem é Amador. Mas Nelson foi um profissional como poucos. Tanto que foi premiado pelo desempenho derradeiro: Melhor Ator no Festival do Rio do ano passado. Melhor Ator até o último trabalho. O ator deixa a mulher, a também atriz Via Negromonte, e quatro filhos. Em seu Facebook, a filha Tereza fez a melhor definição da passagem do pai. “Ele virou um planeta. Estrela ele já era. Fez tudo o que quis, do jeito que quis e da sua melhor maneira possível, sempre”.
Série Psych vai ganhar revival com telefilme de Natal
O elenco principal de “Psych” vai voltar à TV, três anos depois do fim da série, num telefilme de reencontro. O canal pago USA Network anunciou a produção de “Psych: The Movie”, um especial que terá a temática natalina e será exibido em dezembro nos Estados Unidos. A série era um dos maiores sucessos do USA e durou 8 temporadas, entre 2006 e 2014. A trama girava em torno do filho picareta de um ex-policial que resolve usar seus dons apurados de dedução, que o pai lhe incutiu ainda na infância, para se fingir de médium e resolver crimes. A ideia foi ao ar muito antes de “The Mentalist”, o que inclusive rendeu piadas em episódios de “Psych”. A produção também era conhecida por atrair muitos atores famosos em participações especiais. Num de seus melhores capítulos, chegou a juntar quase todo o elenco clássico de “Twin Peaks”. O telefilme vai contar com o retorno de James Roday ao papel do detetive “vidente” Shawn Spencer e de Dulé Hill no papel de Gus, seu fiel parceiro. Os demais atores do elenco fixo também têm presença confirmada – Timothy Omundson, Maggie Lawson, Corbin Bernsen e Kirsten Nelson. Mas o USA prometeu que os fãs poderão esperar a presença de outros personagens marcantes da trajetória da produção. “Psych: The Movie” terá a direção de Steve Franks, o criador da atração, que também assina o roteiro junto com Roday. “Psych é uma parte querida da família USA e qual época é melhor para reunir a família do que as festas de fim de ano?”, disse Chris McCumber, presidente da NBCUniversal Cable Entertainment, em um comunicado à imprensa. “Steve e James pegaram o estilo único de comédia da série, desenvolvido ao longo de oito temporadas, e vão colocar isso num filme de duas horas que vai reviver com sucesso um dos maiores bromances da história da televisão.” As gravações do revival começam em duas semanas, no dia 24 de maio.
Rosewood é cancelada na 2ª temporada
Após duas temporadas de críticas muito negativas, a rede Fox anunciou o cancelamento de “Rosewood”. A série tinha meros 9% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O drama criminal era estrelado por Morris Chestnut (série “V”), que vivia o personagem-título, um médico legista tão bom que não conseguia evitar a arrogância, apesar de seu coração defeituoso, que já lhe rendera duas cirurgias. Na trama, ele formava dupla com uma detetive esquentadinha, vivida por Jaina Lee Ortiz (série “The Shop”). Passada em Miami, em meio a praias, lanchas, palmeiras e salsa, “Rosewood” foi criada por Todd Harthan (roteirista da série “Psych”) e era mais uma do subgênero dos procedurais legistas, produções policiais que resolvem um crime por episódio, usando cadáveres como ponto de partida – filhotes de “CSI”. A diferenciação ficava por conta do elenco multirracial, liderado por um ator negro e uma atriz latina. O cancelamento foi anunciado por Chestnut e Jaina Lee Ortiz nas redes sociais, e a série não retorna devido à queda de sua audiência. “Rosewood” caiu de 4,7 milhões de telespectadores para 3 milhões na 2ª temporada, marcando apenas 0.66 pontos no espectro demográfico dos adultos (18 a 49 anos) cobiçados pelos anunciantes. O último episódio foi ao ar no dia 28 de abril. No Brasil, a série era exibida no canal pago Fox Life.
Série baseada no terror O Nevoeiro, de Stephen King, ganha trailer sangrento
O canal pago americano Spike (que em 2018 vai virar Paramount) divulgou um novo trailer de “The Mist”, série baseada no terror “O Nevoeiro”, de Stephen King. Diferente da primeira prévia, que privilegiava o clima tenso, o novo vídeo enfatiza os aspectos mais sangrentos da produção, com diversos closes de feridas e cenas violentas. Na trama original, um grupo de pessoas se abrigava num supermercado após um nevoeiro sinistro baixar na cidade, simultaneamente a uma invasão de monstros de outra dimensão, que a névoa escondia de forma mortal. O livro já foi adaptado num excelente filme de terror, “O Nevoeiro” (2007), escrito e dirigido por Frank Darabont, que logo depois criou o fenômeno “The Walking Dead” com alguns atores do próprio longa. Darabont não participa da nova adaptação, que foi criada por Christian Torpe, responsável pela série dinamarquesa “Rita”, atualmente em sua 4ª temporada. A versão televisiva destaca em seu elenco Alyssa Sutherland (série “Vikings”), Frances Conroy (série “American Horror Story”), Isiah Wheitlock Jr. (série “The Wire”), Darren Pettie (série “Madam Secretary”) e Morgan Spector (série “Pessoa de Interesse”). A 1ª temporada terá 10 episódios e estreia em 22 de junho nos EUA.
The Gifted: Série derivada dos X-Men ganha primeiro trailer
A Fox divulgou o primeiro teaser da série “The Gifted”, passada no universo dos filmes dos “X-Men”. Curta, com cerca de 20 segundos, a prévia mostra rapidamente os novos personagens da atração usando seus poderes de forma lúdica, mas também uma perseguição policial, e encerra com Amy Acker (série “Pessoa de Interesse/Person of Interest”) dizendo que a mutação pode ser um fardo, mas também uma dádiva, numa alusão ao título da atração. Na série, Amy Acker e Stephen Moyer (série “True Blood”) vivem pais de adolescentes que possuem o gene mutante. Eles precisam fugir quando o governo descobre as mutações dos jovens e encontram refúgio com um grupo de resistência. Natalie Alyn Lind (série “The Goldbergs”) e Percy Hynes White (“Between”) interpretam os filhos. Já os mutantes incluem personagens conhecidos dos quadrinhos, como Pássaro Trovejante (Blair Redford, da séries “The Lying Game”), Blink (Jamie Chung, da série “Gotham”) e Polaris (Emma Dumont, da série “Aquarius”). Desenvolvido por Matt Nix (criador de “Burn Notice”), o piloto tem direção do cineasta Bryan Singer, responsável pelos filmes dos “X-Men”, que também assina a produção. A expectativa é que “The Gifted” estreie na próxima temporada de outono, entre setembro e novembro nos EUA.












