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  • Série

    Trailer completo de The Gifted, série derivada dos X-Men, é cinematográfico

    16 de maio de 2017 /

    A Fox divulgou o pôster, quatro fotos e o primeiro trailer completo da série “The Gifted”, passada no universo dos filmes dos “X-Men”. E a prévia é cinematográfica, repleta de efeitos especiais, tensão e complexidade narrativa. A qualidade se deve principalmente à direção do cineasta Bryan Singer, responsável pelos filmes dos “X-Men”, que assina o piloto e a produção. Mas o elenco também é sólido, assim como parece ser o roteiro. Desenvolvida por Matt Nix (criador de “Burn Notice”), a trama é bem explicada no trailer e curiosamente lembra certos aspectos de “Heroes”. Para começar, o personagem de Stephen Moyer (série “True Blood”) trabalha para uma organização do governo que caça mutantes. Mas quando seus filhos manifestam poderes, ele muda de lado, fugindo com os adolescentes e a esposa (Amy Acker, da série “Pessoa de Interesse/Person of Interest”) em busca de refúgio com rebeldes mutantes. Há cenas de angústia adolescente, com direito a bullying, de distopia sci-fi, manifesta na perseguição aos mutantes, de thriller de ação com tiroteios e, por fim, de filme de super-heróis, no surgimento de personagens superpoderosos dos quadrinhos. Natalie Alyn Lind (série “The Goldbergs”) e Percy Hynes White (“Between”) interpretam os filhos. Já os mutantes incluem X-Men conhecidos, como Pássaro Trovejante (Blair Redford, da séries “The Lying Game”), Blink (Jamie Chung, da série “Gotham”) e Polaris (Emma Dumont, da série “Aquarius”). “The Gifted” vai estrear na temporada de outono, entre setembro e novembro nos EUA.

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  • Will and Grace
    Série

    Will & Grace ganha vídeo musical para marcar o retorno da série após mais de dez anos

    16 de maio de 2017 /

    A rede NBC divulgou um vídeo de mais de 5 minutos para divulgar o revival da série “Will & Grace”. A prévia capricha na metalinguagem, começando nos corredores da NBC, enquanto Debra Messing confessa dúvidas sobre voltar a viver Grace, fazendo com que Eric McCormack, o Will, a leve ao cenário clássico da série. Lá, encontram Megan Mullally e Sean Hayes, já imbuídos em seus papéis de Karen e Jack, e logo o reencontro vira um musical, com cantoria, coreografia, orquestra e serpentinas. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas. O vídeo diz que o retorno será como se eles nunca tivessem saído do ar, voltando a acompanhar as desventuras do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. A princípio, o revival contará com 12 episódios inéditos, todos escritos pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. A volta da série vai acontecer no outono americano, entre setembro e novembro.

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  • Série

    Frequency e No Tomorrow ganham epílogos com desfechos das séries

    16 de maio de 2017 /

    A rede CW surpreendeu com uma iniciativa nobre para atender aos fãs de suas séries canceladas “Frequency” e “No Tomorrow”. Ambas saíram do ar sem um final, mas o canal divulgou em seu aplicativo desfechos criados especialmente para encerrar suas tramas. No caso de “Frequency”, trata-se de um vídeo de cerca de quatro minutos, em que a detetive policial Raimy Sullivan (Peyton List) fala pela última vez com seu pai Frank Sullivan (Riley Smith). Veja abaixo. Já “No Tomorrow” ganhou um final estendido de dois minutos, com um texto explicando o que aconteceu com os personagens. Infelizmente, este vídeo só está disponível no aplicativo para residentes nos Estados Unidos. Frequency CW Series Epilogue – The Unaired Final Series Ending from Frequency Fan on Vimeo.

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  • Série

    Fox está disposta a continuar 24: Legacy e Prison Break, mas pode demorar

    16 de maio de 2017 /

    A Fox aprovou o spin-off da série “24 Horas” e o retorno de “Prison Break”, e quer retomar as duas franquias. Entretanto, isto não acontecerá na próxima temporada, cuja programação foi revelada no upfront do canal. Durante encontro com a imprensa no upfront, os diretores da Fox Gary Newman e Dana Walden afirmaram que as séries não foram canceladas. Apenas não há “planos imediatos” para continuar suas histórias. No caso de “24: Legacy”, o problema está na disponibilidade do ator Corey Hawkins, que entrou no espetáculo da Broadway “Six Degrees of Separation” e ficou indisponível para novas gravações. Apesar da série não ter obtido uma audiência similar a da “24 Horas” original, Walden elogiou a atração, dizendo-se “feliz com a direção criativa do programa” e acreditando que “Corey Hawkins fez um grande trabalho, pois substituir Jack Bauer não era uma tarefa fácil.” Apesar da queda brutal de audiência – após abrir diante de 17,5 milhões de telespectadores, a temporada acabou com 3,4 milhões ao vivo, os executivos disseram que planejam se reunir com o produtor Howard Gordon para decidir qual será o próximo passo da franquia, sugerindo que ela possa continuar com outro protagonista. Já “Prison Break” rendeu menos audiência que o esperado, com 2,8 milhões de telespectadores sintonizados ao vivo, mas os números dobram com a soma de outras plataformas. “Amamos a temporada”, disse Newman, revelando desejo de ver como o produtor Paul Scheuring imagina a sequência da história. “Estamos loucos para saber”, assumiu Newman, enquanto Walden confirmou o “interesse sério” em novos episódios. “Queremos que seja especial”, ela completou.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Powers Boothe (1948 – 2017)

    16 de maio de 2017 /

    Morreu o veterano ator Powers Boothe, um dos grandes vilões do cinema e da TV, que enfrentou Jean-Claude Van Damme, Superman e os Agentes da SHIELD. Ele morreu em casa, em Los Angeles, aos 68 anos, de causas naturais enquanto dormia. Boothe, que cresceu em uma fazenda no Texas, começou sua carreira de ator no teatro, em uma série de produções shakespearianas, e foi fazer sua estréia na Broadway no final dos anos 1970. Por coincidência, foi como um ator numa peça de Shakespeare que ele apareceu pela primeira vez no cinema, durante uma sequência do romance clássico “A Garota do Adeus” (1977), de Herbert Ross. Também teve um pequeno papel em “Parceiros da Noite” (1980), de William Friedkin, antes de se voltar para a TV. Ele conquistou o primeiro reconhecimento da carreira ainda em 1980, ao interpretar seu maior vilão: Jim Jones, o líder de uma seita suicida, no telefilme baseado na tragédia real da morte de seus seguidores. Boothe venceu o Emmy de Melhor Ator pela produção, exibida no Brasil como “Jim Jones: O Pastor do Diabo”. A repercussão do prêmio o levou a conquistar papéis importantes em filmes cultuados, como “O Confronto Final” (1981), de Walter Hill, “Amanhecer Violento” (1984), de John Milius, e “A Floresta de Esmeraldas” (1985), de John Boorman. Este último foi filmado no Brasil, ocasião em que Boothe contracenou com vários atores brasileiros, como Dira Paes e Gracindo Júnior. Paralelamente, ele continuou desenvolvendo trabalhos na TV, como uma série em que encarnava o célebre detetive noir Phillip Marlowe – vivido por Humphrey Bogart no cinema. Sua filmografia ainda destaca os últimos filmes de ação violenta à moda antiga, antes do gênero virar pastiche de si mesmo e passar a alimentar o mercado de vídeo. Em ótimos passatempos da época, enfrentou Nick Nolte como rei do crime em “O Limite da Traição” (1987), foi parceiro do falecido Brandon Lee como policial incorruptível em “Rajada de Fogo” (1992) e cultivou o extremo da canastrice como terrorista em “Morte Súbita” (1995), no qual lutou contra Jean-Claude Van Damme. Graças à voz grave e presença intimidadora, acabou consolidando um perfil de intérprete de malvadões, que explorou de forma caricatural em “Sin City” (2005) e sua sequência de 2014. E também como dublador dos supervilões dos quadrinhos Gorila Grodd, em duas séries animadas da “Liga da Justiça”, e Lex Luthor, no longa animado “Superman: Brainiac Ataca” (2006). Ao mesmo tempo, mostrou versatilidade ao ingressar em diferentes gêneros, como o western em “Tombstone – A Justiça Está Chegando” (1993), o romance em “Céu Azul” (1994) e o drama histórico em “Nixon” (1995), de Oliver Stone. Sua presença também engrandeceu séries premiadas. Um de seus papéis mais memoráveis foi como o implacável dono de saloon Cy Tolliver na melhor série já feita sobre o Velho Oeste, “Deadwood” (2004-2006). Viveu ainda o perigoso vice-presidente dos EUA Noah Daniels na série “24 Horas” e no telefilme “24 Horas: A Redenção” (2008), o juiz Valentine “Wall” Hatfield na premiada minissérie “Hatfields & McCoys” (2012), o pai de Connie Britton em “Nashville” (de 2012 a 2014) e o vilão Gideon Malick na temporada passada de “Agents of SHIELD”, papel também vislumbrado no filme “Os Vingadores” (2012).

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  • Série

    George R.R. Martin revela detalhes dos projetos de séries derivadas de Game of Thrones

    16 de maio de 2017 /

    Após a divulgação de que a HBO estaria considerando quatro possíveis spin-offs de “Game of Thrones”, o escritor George R.R. Martin publicou um texto em seu blog em que aborda o desenvolvimento dessas produções. E, segundo ele, existem cinco projetos e não quatro, conforme veio à tona anteriormente. “Tínhamos quatro roteiros em desenvolvimento quando cheguei em Los Angeles na semana passada, mas quando sai tínhamos cinco. Adicionamos mais um roteirista aos quatro originais. Não, eu não vou revelar o nome dele aqui”, escreveu Martin citando os roteiristas já conhecidos: Max Borenstein (“Kong: Ilha da Caveira”), Jane Goldman (“Kingsman: Serviço Secreto”), Brian Helgeland (“Lendas do Crime”) e Carly Wray (série “Mad Men”). O autor da saga literária “As Crônicas de Gelo e Fogo”, em que “Game of Thrones” se baseia, não acredita que todos esses projetos virem séries. “Décadas de experiência com filmes e televisão me ensinaram que nada é muito certo… mas acho muito improvável que possamos ter quatro (ou cinco) séries novas. Pelo menos não imediatamente. O que temos é a ordem para quatro – agora cinco – roteiros pilotos. Quantos desses vamos filmar e quantas séries podem sugir disso, ainda veremos”. Por sinal, ele prefere chamar as novas atrações de “séries sucessoras” e não spin-offs. E afirma estar por dentro de cada detalhe, já que está envolvido com todos os roteiros. “Sim, eu estou envolvido, e tenho estado há meses. Tive minha primeira reunião com a HBO sobre a possibilidade de uma série sucessora em agosto, quando sugeri duas possíveis séries. (Uma delas está entre os conceitos em desenvolvimento, a outra não). Nos meses seguintes, outros escritores foram trazidos e sugeriram suas ideias. Por fim, a HBO decidiu seguir em frente com quatro desenvolvimentos separados…”, escreveu. “Cada um dos quatro [escritores] me visitou aqui em Santa Fé, alguns mais de uma vez, e passamos dias discutindo ideias, a história de Westeros e do mundo além dele, e detalhes variados encontrados em ‘O Mundo de Gelo e Fogo’ e ‘As Terras de Gelo e Fogo'”, revelou, acrescentando elogios aos roteiristas. “São todos talentos incríveis, e eu estou empolgado de estar trabalhando com eles.” Por fim, o autor esclareceu que nenhum destas “séries sucessoras” são realmente séries sucessoras, na medida em que não continuam os eventos nem trazem personagens de “Game of Thrones”. “Todos os conceitos que discutimos são de prelúdios, ao invés de sequências. Algumas podem não ser situadas em Westeros”, contou. “Estamos falando de novas histórias ambientadas no ‘universo secundário’ (pegando emprestado o termo de Tolkien) de Westeros e do mundo que eu criei para ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’. É sim um mundo, e um bem grande.” Martin não revelou quais personagens ou reinos seriam abordados, e inclusive apontou que duas hipóteses favoritas dos fãs não estão entre os projetos. Segundo o autor, não há projeto envolvendo “O Cavaleiro dos Sete Reinos” (ou “Os Contos de Dunk & Egg”), que ele próprio chegou a sugerir anteriormente como possível spin-off, tampouco sobre a Rebelião de Robert Baratheon. “Dunk & Egg” não chegará à TV porque Martin não quer repetir o que aconteceu com “Game of Thrones” – a série ultrapassar os livros. Por enquanto, foram publicados três contos do Cavaleiro dos Sete Reinos, e “há pelo menos sete ou oito ou dez a mais que eu quero escrever”, ele acrescentou. Já sobre a Rebelião de Robert, que levou à queda da dinastia Targaryen e ao assassinato do Rei Louco, a explicação é simples: “quando eu terminar de escrever ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’, vocês saberão todas as coisas importantes que aconteceram na Rebelião. Não haveria surpresas ou revelações para explorar.” Quando será isso? Com tantos projetos paralelos, não há a menor previsão para o lançamento do sexto livro das “Crônicas de Gelo e Fogo”. Intitulado “Os Ventos do Inverno”, o livro deveria ter sido lançado no ano passado. A conclusão da trama, porém, só acontecerá no sétimo livro, que ele nem começou a escrever. Enquanto isso, a 7ª temporada de “Game of Thrones” estreia na HBO no dia 16 de julho de 2017, e a série se encerra com a 8ª temporada, prevista para o ano que vem.

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  • Série

    Quantico é renovada para sua 3ª temporada

    15 de maio de 2017 /

    A rede ABC renovou a série “Quantico” para sua 3ª temporada. A decisão foi literalmente de última hora, na véspera da apresentação da programação de outono do canal para a imprensa e anunciantes – o chamado upfront. Apesar da queda de audiência, de 4,3 milhões de telespectadores ao vivo na 1ª temporada para apenas 2,7 milhões no arco que se encerra nesta segunda (15/5), pesou na decisão o sucesso internacional da série, que é estrelada por uma atriz indiana, propiciando bons negócios na Ásia. Como a produção é do ABC Studios, o licenciamento representa lucro para o conglomerado. Mas a renovação vem acompanhada de uma mudança no formato e no comando da série. O criador Josh Safran (roteirista de “Gossip Girl”) vai deixar a função de showrunner, permanecendo apenas como consultor. Além disso, ao contrário das duas temporadas iniciais, exibidas no formato tradicional da TV aberta com 22 episódios, o novo arco terá apenas 13 capítulos, como na TV paga. Produzida pelo poderoso Mark Gordon (das séries “Criminal Minds” e “Grey’s Anatomy”), a série explora o estado de pânico reinante nos Estados Unidos em relação a ataques terroristas, especialmente em Nova York, onde a trama se passa. A 1ª temporada acompanhava um grupo de agentes novatos do FBI, que precisa lidar com um atentado terrorista que pode ter sido realizado por um dos integrantes de sua classe. Para apresentar os suspeitos, a narrativa também contou com uma trama paralela de flashback, acompanhando o treinamento dos recrutas na cidade de Quantico, na Virgínia, que dá título à produção. Já a 2ª temporada refletiu uma reviravolta na trama, com a protagonista Alex Parrish (Priyanka Chopra) recomeçando sua carreira como uma recruta da CIA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago AXN.

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  • Filme

    Hackers estariam ameaçando vazar o novo Piratas do Caribe na internet

    15 de maio de 2017 /

    Depois da Netflix, com a série “Orange Is the New Black”, hackers estariam agora chantageando à Disney. Segundo o site Deadline, hackers teriam contatado a Disney para revelar estarem de posse de uma cópia em alta definição de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, exigindo pagamento para não vazarem o filme antes da estreia. Apesar da ameaça, o estúdio não deve pagar – o que o Deadline descreve como – uma “enorme quantidade” de dinheiro em Bitcoin, e trabalha com o FBI para desbaratar a quadrilha. A informação teria sido confirmada numa reunião entre os executivos do estúdio e funcionários da rede ABC, que faz parte do mesmo conglomerado. Na ocasião, o CEO da Disney admitira que a empresa estava sendo chantageada, mas não revelou qual produção tinha sido “sequestrada”. O Netflix também se recusou a pagar e 10 episódios (de um total de 13) da 5ª e ainda inédita temporada de “Orange Is the New Black” vazaram na internet. A notícia vem à tona logo após surgirem informações de problemas nos bastidores das filmagens do quinto “Piratas do Caribe”, que teriam sido causados por Johnny Depp. Ao divulgar o primeiro trailer da produção, a Disney incluiu um texto que afirmava que aquela seria a “última aventura” da franquia. A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Scream Queens é cancelada após duas temporadas

    15 de maio de 2017 /

    A Fox anunciou o cancelamento de “Scream Queens” após duas temporadas. Já esperado, o final da série foi confirmado pelo presidente da rede, Gary Newman, durante a apresentação da programação de outono da Fox para a imprensa e anunciantes – evento conhecido como upfront. “É uma série de antologia, e Ryan sentiu que ele contou a história ao longo das duas temporadas, ele sentiu a história estava completa”, disse Newman, referindo-se ao criador da atração, Ryan Murphy. “Não há planos para voltar e contar mais histórias”, completou. Mas Murphy estará de volta à Fox na próxima temporada com uma nova série, seu primeiro drama na TV aberta, “9-1-1”, estrelado por Angela Bassett, com quem trabalhou em “American Horror Story”. Sátira de terror, “Scream Queens” nunca teve uma boa audiência e só se manteve no ar por duas temporadas por conta do prestígio de Murphy. De fato, a série foi o único equívoco da carreira do produtor, que já lançou sucessos como “Estética” (Nip/Tuck), “Glee”, “American Horror Story”, “American Crime Story” e o recente “Feud”. A 1ª temporada, vista por 2,7 milhões de telespectadores, acompanhava a matança de um serial killer num campus universitário, enquanto a 2ª, sintonizada por apenas 1,4 milhão, mostrou as personagens sobreviventes num hospital suspeito. Apesar do tom trash e das piadas fracas, a crítica norte-americana parecia gostar da atração, como mostram os 76% de aprovação no site Rotten Tomatoes. De forma sintomática, antes mesmo do destino da série ser definido, duas de suas protagonistas já tinham avisado que não voltariam: Keke Palmer entrou na série “Berlin Station”, do canal pago Epix, e Lea Michele gravou o piloto de “The Mayor”, para a rede ABC. O bom elenco de “Screem Queens” ainda incluía Emma Roberts, Jamie Lee Curtis, Abigail Breslin e Billie Lourd.

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  • Série

    New Girl é renovada para a 7ª e última temporada

    15 de maio de 2017 /

    A rede Fox anunciou a renovação da série “New Girl” para sua 7ª temporada, que será a última. A atração veterana tem uma das audiências mais baixas do canal, com apenas 2 milhões de telespectadores ao vivo nos episódios de sua temporada mais recente. Tanto que fãs e produtores estavam resignados com um possível cancelamento. Prevendo o pior, a 6ª temporada se encerrou em abril com um final que poderia servir de fecho para a série. Entretanto, a atração tem um público proporcionalmente grande na demo, registrando 0,93 pontos na faixa demográfica cobiçada pelos anunciantes (18 a 49 anos). Isto representa uma audiência de nicho altamente qualificada, melhor, inclusive, que o público de quase 6 milhões ao vivo de “Code Black”, também renovada nas últimas horas que antecedem os upfronts – apresentações da programação de outono da TV americana. A Fox não confirmou quantos episódios terá a temporada derradeira, mas ela deverá ser mais curta. Na verdade, muito curta, se for levado a sério um tuite do protagonista Jake Johnson. Ele postou que serão apenas oito capítulos, bem menos do que os tradicionais 22. Veja abaixo. Lançada em 2011, “New Girl” inovou ao centrar-se em uma personagem feminina solteira, interpretada pela atriz Zooey Deschanel, que mora com três amigos homens em um apartamento em Los Angeles. A 1ª temporada chegou a atingir 3,2 pontos na demo e 6,52 milhões de telespectadores ao vivo, tornando-se a primeira sitcom de sucesso da Fox, mas a audiência começou a desabar a partir do terceiro ano e nunca se recuperou, mesmo com participações memoráveis de Damon Wayans Jr. e Megan Fox. No Brasil, “New Girl” é exibida pelo canal Fox Life e as três primeiras temporadas também estão disponíveis na plataforma Clarovideo. #NewGirl has been picked up for 8 final episodes! Very excited to be able to finish what we started. Also Happy Mother's Day, ladies. — jake johnson (@MrJakeJohnson) May 14, 2017

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  • Série

    Série médica Code Black é renovada para a 3ª temporada

    15 de maio de 2017 /

    A rede CBS anunciou a renovação da série médica “Code Black” para sua 3ª temporada. É o segundo ano consecutivo que a série tem seu destino decidido na última hora, flertando com o cancelamento. A 2ª temporada perdeu 1,2 milhões de telespectadores na média geral, mas ainda está no limite da linha de corte do canal, que é a mais alta dentre todas as redes americanas. Atualmente, a série é vista por 5,9 milhões de telespectadores ao vivo, subindo para ótimos 9,2 milhões semanais em todas as plataformas. Entretanto, proporcionalmente, o público da demo é muito baixo, marcando apenas 0,97 pontos na faixa demográfica que interessa aos anunciantes (entre 18 e 49 anos). A seu favor contou o fato de a CBS ser coprodutora da série, com direito à metade dos lucros futuros de eventuais vendas de reprises para outros canais. Mas a cereja do bolo foi a iniciativa do outro sócio do negócio, o ABC Studios, que aceitou reduzir sua taxa de licenciamento para produzir os episódios. Criada por Michael Seitzman (criador da série “Intelligence” e roteirista de “Terra Fria”), a série chega a evocar o clássico “Plantão Médico/E.R.”, girando em torno de um pronto socorro lotado, onde os plantonistas, além de tratar dos pacientes, precisam lidar com o caos da saúde pública americana. Baseada no documentário homônimo dirigido por Ryan McGarry, a série se passa no LA County Hospital, que tem o pronto socorro mais movimentado dos EUA. Lá, uma nova turma de estudantes chega com idealismo e encontra um sistema quebrado. O nome “Code Black” é um código hospitalar usado quando o número de pacientes é tão grande que a equipe fica totalmente sobrecarregada, sem condições de tratar a todos, o que compromete o atendimento, podendo levar até à morte dos doentes. A atração sofreu algumas alterações criativas na última temporada, entre elas uma mudança de parte de seu elenco, com destaque para a chegada de um médico militar vivido por Rob Lowe (série “The Grinder”). Segundo os produtores, a série foi concebida para introduzir novos personagens a cada temporada, tal qual ocorre na vida real de um hospital, em que residentes se formam, médicos e enfermeiras mudam de emprego e seguem em frente com suas vidas, dando lugar a outros profissionais. O elenco também inclui Marcia Gay Harden (“Cinquenta Tons de Cinza”), Luiz Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”), Boris Kodjoe (série “O Último Cara da Terra/The Last Man on Earth”), Lindsey McKeon (série “Supernatural”), Ben Hollingsworth (série “Cult”), Melanie Chandra (série “The Nine Lives of Chloe King”), Harry Ford (“Mais Forte Que Bombas “), William Allen Young (série “Moesha”), Angela Relucio (série “Six”) e Jillian Murray (“Cabana do Inferno 3”). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.

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  • Série

    Confira a lista completa das mais de 20 séries canceladas na temporada de cortes da TV americana

    14 de maio de 2017 /

    As grandes redes americanas se preparam para anunciar suas novas programações televisivas para a temporada de outono e verão, mas o ritual inclui também a revelação de cortes. A tradição de definir renovações e cancelamentos na última hora rendeu uma grande concentração de baixas na semana passada. Foram cortes sangrentos, com mais de 20 vítimas. A lista de séries canceladas inclui atrações veteranas como “2 Broke Girls” e “Last Man Standing”, ambas com seis temporadas, cultuadas como “Sleepy Hollow”, muitas novatas, como “The Blacklist: Redemption” e “Making History”, e até atrações premiadas com o Emmy, como “American Crime”. Alguns títulos já tinham saído do ar e aguardavam apenas a confirmação da guilhotina. Outros surpreenderam por parecer que iam continuar por mais uma temporada. “2 Broke Girls” foi a série que durou mais, com 138 episódios, enquanto “Doubt”, estrelada por Katherine Heigl, representa o outro extremo, saindo do ar com apenas dois episódios exibidos. O detalhe é que ainda não acabou. Séries como “Chicago: Justice”, “Quantico” e “Code Black”, entre outras, ainda não tiveram seu destino definido. Ou seja, há mais uma semana de definições pela frente. Quem perdeu de vista todos os cortes, já que foram muitos, pode checar abaixo a lista das séries que já tiveram seu final decretado. Clique nos títulos de cada uma delas para saber o que levou as redes a interromper suas produções, acessando informações como audiência e bastidores das negociações. Eis as séries que acabaram em 2017 por decisão das redes de TV aberta dos Estados Unidos: “2 Broke Girls” (CBS) – exibida no Brasil pelo canal pago Warner e SBT “American Crime” (ABC) – AXN e Netflix “APB” (Fox) – inédita no Brasil “Conviction” (ABC) – inédita no Brasil “Dr. Ken” (ABC) – inédita no Brasil “Doubt” (CBS) – inédita no Brasil “Emerald City” (NBC) – Fox1 “Frequency” (CW) – Warner “Imaginary Mary” (ABC) – inédita no Brasil “Last Man Standing” (ABC) – Comedy Central “Making History” (Fox) – inédita no Brasil “No Tomorrow” (CW) – inédita no Brasil “Notorious” (ABC) – inédita no Brasil “Pitch” (Fox) – inédita no Brasil “Powerless” (NBC) – Warner “Pure Genius” (CBS) – Universal “Rosewood” (Fox) – Fox Life “Secrets and Lies” (ABC) – Canal Sony e Netflix “Sleepy Hollow” (Fox) – Fox, Band e Netflix “Son of Zorn” (Fox) – FX “The Blacklist: Redemption” (NBC) – AXN “The Catch” (ABC) – Canal Sony e Crackle “The Great Indoors” (CBS) – inédita no Brasil “The Real O’Neals” (ABC) – inédita no Brasil “Time After Time” (ABC) – inédita no Brasil Além destas, as séries “Bones” (Fox), “Grimm” (NBC), “Reign” (CW) e “The Vampire Diaries” (CW) também exibiram seus capítulos finais, mas foram avisadas ou negociaram o encerramento com bastante antecedência, fora da temporada de cortes, e puderam conduzir suas tramas a uma conclusão planejada.

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    American Gods é renovada para a 2ª temporada

    14 de maio de 2017 /

    O canal pago americano Starz anunciou a renovação da série “American Gods” para a 2ª temporada, após a exibição de apenas dois episódios. A série teve um começo promissor, com 975 mil telespectadores ao vivo. Parece pouco comparado à TV aberta, mas se trata de uma das maiores audiências do canal, no nível de “Outlander” e abaixo apenas de “Power”. Além disso, rendeu muita repercussão na mídia. A crítica se apaixonou pela produção de Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”) e Michael Green (roteirista de “Logan”), que está avaliada com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Adaptação do best-seller “Deuses Americanos”, de Neil Gaiman, a trama gira em torno de Shadow Moon, um ex-condenado que é libertado da prisão após sua esposa morrer num acidente. Completamente só e falido, ele aceita trabalhar como guarda-costas para um vigarista misterioso chamado Mr. Wednesday, que parece saber mais sobre a sua vida do que deixa transparecer. Isto porque Wednesday é a encarnação do deus Odin, que está percorrendo a Terra para reunir todos os deuses antigos e iniciar uma batalha contra os novos deuses que controlam a humanidade atual: internet, televisão, cartão de crédito, etc. O ótimo elenco inclui Ricky Whittle (Lincoln em “The 100”) como Shadow Moon, Ian McShane (série “Deadwood”) como Mr. Wednesday, além de Emily Browning (“Sucker Punch”), Gillian Anderson (“Arquivo X”), Crispin Glover (“Alice no País das Maravilhas”), Peter Stormare (série “Prison Break”), Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”), Jonathan Tucker (série “Justified”), Dane Cook (“Tiros, Garotas e Trapaças”), Yetide Badaki (série “Sequestered”), Kristen Chenoweth (série “Glee”), Jeremy Davies (“Justified”), Orlando Jones (série “Sleepy Hollow”) e a veterana Cloris Leachman (“Como Sobreviver a um Ataque Zumbi”). No Brasil, a série é disponibilizada pelo serviço de streaming da Amazon, sempre um dia após cada exibição na TV americana.

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