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  • Série

    7ª temporada de Game of Thrones ganha 35 fotos novas

    12 de junho de 2017 /

    A HBO divulgou 35 novas fotos da 7ª temporada de “Game of Thrones”, que mostram todos os personagens centrais e ainda resgatam um coadjuvante sumido há bastante tempo. Os spoilers incluem a chegada de Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) e Tyrion Lannister (Peter Dinklage) em Westeros, e o ressurgimento de Gendry (Joe Dempsie), o filho bastardo de Robert Baratheon (Mark Addy), visto pela última vez no final da 3ª temporada. Há também cenas de bastidores que mostram o trabalho de maquiagem do Rei da Noite. Para quem esqueceu, Gendry também faz parte da linha sucessória do Trono de Ferro e, como George R.R. Martin ainda não terminou seu novo livro da saga, não se sabe qual será seu destino na trama. Anteriormente, a HBO já tinha divulgado 15 fotos oficiais. Veja aqui. A 7ª temporada da série estreia em 16 de julho no canal pago HBO. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las em tela inteira.

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  • Série

    Idris Elba vai voltar a gravar a série Luther para uma 5ª temporada

    12 de junho de 2017 /

    Idris Elba vai retornar ao papel do detetive londrino John Luther na 5ª temporada da série “Luther”, que será produzida dois anos após o último episódio ter sido exibido no Reino Unido. Com quatro novos episódios, a atração da BBC também contará com produção de Neil Cross, criador da série. Em comunicado, Cross informou que a decisão de retomar a série aconteceu após uma conversa com Elba, em que eles perceberam que deixaram uma grande quantidade de “negócios inacabados” para o personagem abordar em um novo lote de episódios. “Como amamos o John, nos perguntamos o que ele estaria fazendo”, disse Cross. “No final, ligamos para alguns velhos amigos e perguntamos se eles gostariam de descobrir o que aconteceu depois do último capítulo. E eles queriam. Então, é isso que vamos fazer. Vamos descobrir o que acontece a seguir.” “Luther” foi lançado em 2010 e, desde então, conquistou sete indicações ao Emmy e rendeu um Globo de Ouro em 2012 para Idris Elba, como Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme – a produção é considerada minissérie pela baixa quantidade de episódios produzida por temporada. Ainda não há previsão para a estreia dos próximos capítulos.

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  • Série

    Ridley Scott vai desenvolver séries sci-fi para o canal pago TNT

    12 de junho de 2017 /

    O canal pago TNT fechou uma parceria com o diretor e produtor Ridley Scott (“Alien: Covenant”) para o desenvolvimento de novas séries de ficção científica para o canal. A iniciativa segue projeto similar desenvolvido com M. Night Shyamalan (“Fragmentado”) para séries de terror. A ideia é a criação de um bloco semanal, com duas ou três séries do gênero exibidas no mesmo dia ou intercaladas ao longo do ano no mesmo horário. As produções seriam desenvolvidas em parceria com a Scott Free, empresa de Ridley Scott. “Receber licença criativa para gerar e desenvolver uma programação de ficção científica em uma variedade de formatos para a TNT é muito emocionante”, disse Scott, em comunicado. “Este gênero é um dos meus favoritos, e há uma quantidade infinita de idéias originais e inovadoras por aí que estamos ansiosos para explorar com a TNT. É muito emocionante para todos nós”. Ainda em fase inicial, o bloco ainda não teve encomenda de piloto de nenhuma série. A expectativa é que as gravações só comecem em 2018. E os pilotos precisarão ser aprovados para as produções irem ao ar. Mesmo assim, a parceria com Scott está mais cristalizada que o bloco de terror de Shyamalan. O presidente da TNT Kevin Reilly revelou ao site Deadline que a nova série baseada em “Contos da Cripta” não deve sair do papel, devido a um inferno burocrático que envolve o licenciamento de seus direitos autorais. E como o bloco do diretor de “Fragmentado” era centrado nesta atração, a investida no terror se encontra adiada indefinidamente no canal.

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  • Série

    Vídeo de bastidores explica como a série baseada no terror O Nevoeiro, de Stephen King, se diferencia do filme

    12 de junho de 2017 /

    O canal Spike TV divulgou um vídeo dos bastidores de “The Mist”, série baseada em “O Nevoeiro”, obra de Stephen King que já virou filme em 2007. Na prévia, o criador da versão televisiva, Christian Torpe (responsável pela série dinamarquesa “Rita”), explica como a série amplia o universo da obra de King. A produção usou referências presentes no livro e no filme, além da mitologia criada em torno de Arrowhead, o projeto militar onde tudo começou. Na trama original, um grupo de pessoas se abrigava num supermercado após um nevoeiro sinistro baixar em sua cidade, simultaneamente a uma invasão de monstros de outra dimensão, que a névoa escondia de forma mortal. Na prévia, os abrigos são um shopping e uma igreja. A versão televisiva destaca em seu elenco Alyssa Sutherland (série “Vikings”), Frances Conroy (série “American Horror Story”), Isiah Wheitlock Jr. (série “The Wire”), Darren Pettie (série “Madam Secretary”) e Morgan Spector (série “Pessoa de Interesse”). A 1ª temporada terá 10 episódios e estreia em 22 de junho nos EUA.

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  • Série

    Filme Sob Pressão vai virar série médica com episódios inéditos na rede Globo

    12 de junho de 2017 /

    O filme brasileiro “Sob Pressão” (2016), que tinha cara de episódio de série médica, vai virar série médica. A produção já está acontecendo, com gravações no pronto socorro desativado do Hospital Nossa Senhora das Dores, em Cascadura, na Zona Norte do Rio. Comandadas pelos diretores Andrucha Waddington, que também dirigiu o filme, e Mini Kerti, as gravações estão sendo realizadas desde abril e vão até o fim do mês. A série terá nove episódios que abordarão casos diferentes. No filme, a equipe do Dr. Evandro (Julio Andrade) lidava com um dilema ético para realizar três cirurgias complicadas num mesmo dia. Na produção para a TV, serão dramas como o da menina que é abusada e tenta suicídio, o da mulher espancada em casa, ou o da grávida que não sabe que o marido está com Aids. “Todo episódio terá uma trama que se fechará nela mesma: são os casos que entram pela porta de emergência. Paralelamente a isso, vamos mostrar a vida dos médicos. A trama é narrada pelo ponto de vista deles, que terão seus próprios dramas além do trabalho”, contou Waddington, em entrevista ao jornal O Globo. Partiu de Mini Kerti a ideia de produzir uma série sobre a realidade hospitalar brasileira, há mais ou menos oito anos. O programa não foi feito na ocasião, mas gerou o filme. E agora saiu do papel o projeto da série, livremente inspirado no livro “Sob Pressão — A Rotina de Guerra de um Médico Brasileiro”, do médico Márcio Maranhão, que também atua como consultor da série. A versão para a TV tem redação final assinada por Jorge Furtado, que escreveu os episódios com Lucas Paraizo, Antonio Prata e Márcio Alemão. Coprodução da Globo com a Conspiração Filmes, a série não terá todos os atores do filme, caso de Andréa Beltrão e Ícaro Silva. Mas trará de volta Marjorie Estiano, cuja personagem, a cirurgiã vascular Carolina, tem um romance com o médico vivido por Andrade. A expectativa de estreia é para julho na rede Globo, que estaria tão satisfeita com o material produzido que já teria autorizado o desenvolvimento de mais roteiros para a 2ª temporada.

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  • Filme

    Mulher-Maravilha ganha um trailer inspirado na série dos anos 1970

    11 de junho de 2017 /

    O site americano Screen Crush divulgou uma montagem de cenas do filme da “Mulher-Maravilha” ao estilo da abertura da série clássica da heroína, mesclada às animações e trilha sonora da produção dos anos 1970. Algumas partes ficaram bem convincentes. Compare abaixo. Em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana consecutivo, o longa dirigido por Patti Jenkins e estrelado por Gal Gadot já ultrapassou os US$ 430 milhões de arrecadação mundial e se tornou o filme mais comentado no Twitter em 2017. Mulher-Maravilha estará novamente nos cinemas neste ano no filme da “Liga da Justiça”, que estreia em 16 de novembro no Brasil.

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  • Série

    Fargo pode acabar ao final da 3ª temporada

    11 de junho de 2017 /

    A série “Fargo” pode estar chegando ao fim. O criador e showrunner Noah Hawley recomentou ao público do ATX Television Festival, que está acontecendo em Austin, para aproveitar bem os próximos capítulos, que “podem ser os últimos”. Ele disse ainda que existe um limite para certas histórias e que ele sente que o de “Fargo” já chegou. “Há apenas uma certa quantidade de histórias que você pode contar na linha de ‘Fargo’. Eu adoro contar histórias nesta linha, mas ainda não tenho outra. Então assistam ao 10º episódio da 3ª temporada, porque pode ser a último”, ele avisou. O presidente do canal FX afirmou que não pretende continuar a produção sem Hawley no comando. Contudo, não cancelou a série oficialmente, o que indica que ela pode entrar em hiato indefinido, tal como “Louie”. Hawley parece estar mais interessado em se concentrar em sua outra série do FX, “Legion”, estrelada por Dan Stevens e passada no universo dos “X-Men”. A produção foi renovada para sua 2ª temporada e deverá retornar no início do ano que vem. “Fargo” é um dos maiores sucessos de crítica do canal FX, tendo vencido vários prêmios importantes, como o Emmy e o Globo de Ouro de Melhor Minissérie. Em formato de antologia, cada temporada conta histórias completas de crimes, inspiradas no tom do filme homônimo dos irmãos Coen. O último episódio da 3ª temporada será exibido em 21 de junho. Apesar de sua repercussão, a série nunca foi exibida no Brasil, devido a problemas de licenciamento entre a Fox e a MGM.

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  • Série

    Desventuras em Série inclui Nathan Fillion, Tony Hale e outros no elenco de sua 2ª temporada

    11 de junho de 2017 /

    Os atores Nathan Fillion (série “Castle”), Tony Hale (série “Veep”), Sara Rue (série “Bones”), Lucy Punch (“Professora sem Classe”) e Roger Bart (série “Revenge”) entraram na 2ª temporada de “Desventuras em Série” (A Series of Unfortunate Events). Mas a Netflix não revelou que papéis eles interpretarão. A 1ª temporada adaptou os quatro primeiros livros da coleção de Lemony Snicket, pseudônimo do escritor Daniel Handler. A expectativa é que a 2ª adapte mais quatro ou cinco, deixando os últimos volumes, de um total de 13 publicados, para a já encomendada 3ª temporada. Os livros originais foram publicados entre 1999 e 2006, mostrando como os irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que “Desventuras em Série” é um dos maiores sucessos da Netflix. Os próximos capítulos ainda não tem previsão de estreia, mas só devem chegar à plataforma de streaming em 2018.

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  • Série

    Netflix confirma razões do cancelamento de The Get Down e Sense8

    10 de junho de 2017 /

    Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, finalmente deu a versão oficial para o cancelamento das séries “The Get Down” e “Sense8”. Durante um evento do Sindicato dos Produtores realizado no sábado (10/6), ele afirmou o que todos já supunham: as séries eram caras e tinham menos audiência do que parecia. “As pessoas estão assistindo com a mesma relação do tamanho dos gastos? Isso é bastante tradicional. Quando digo isso, quero dizer que um programa muito caro para um grande público é ótimo. Um programa grandioso e caro para um público minúsculo é difícil de fazer funcionar por muito tempo, mesmo no nosso modelo de negócio”, ele explicou. “The Get Down” custava US$ 12 milhões por episódio e “Sense8” US$ 9 milhões, o que as colocava entre as séries mais caras de todos os tempos. O preço da série de Baz Luhrmann ela elevado pela recriação de época e trabalho com coreografia, composições e gravações da trilha sonora. Já a produção das irmãs Wachowski encarecia devido a logística de gravar cenas nos quatro cantos do mundo – o elenco gravou até em São Paulo. Recentemente, Reed Hastings, cocriador da Netflix, também falou sobre os cancelamentos. Ele polemizou ao dizer que queria ver mais séries canceladas no serviço, pois isso significaria que a empresa não estaria acomodada e, com os riscos, teria mais chances de chegar a sucessos surpreendentes como “13 Reasons Why”.

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  • Etc,  Série

    Adam West (1928–2017)

    10 de junho de 2017 /

    Morreu Adam West, o intérprete mais famoso e querido de Batman. Ele faleceu na noite de sexta (9/6), em Los Angeles, de leucemia aos 88 anos. William West Anderson só virou Adam West a partir de seu primeiro filme, o clássico “O Moço de Filadélfia” (1959), no qual viveu o pai homossexual de Paul Newman. Como podia chocar sensibilidades da época, a homossexualidade de seu personagem era apenas aludida e, antes que pudesse causar controvérsia, rapidamente enterrada. O mesmo acidente de carro que o tirou de cena foi o pretexto para avançar a história e mostrar seu filho adulto – Paul Newman era três anos mais velho que West. A preferência do sobrenome West sobre Anderson coincidiu com o fato dele fazer muitas séries de western no começo da carreira, como “Cheyenne”, “Bronco”, “Colt .45”, “Maverick”, “Bonanza”, “Laramie”, “O Homem do Rifle”, “Gunsmoke” e “O Homem de Virgínia”, entre outras. Seu primeiro papel fixo na TV foi na série “Os Detetives”, em 1961. A atração só durou uma temporada de 30 episódios, apesar de ter em seu elenco o astro de cinema Robert Taylor (“Quo Vadis”) e até Mark Goddard, o futuro Major West de “Perdidos no Espaço”. No cinema, destacou-se como coadjuvante da sci-fi “Robinson Crusoé em Marte” (1964) e da comédia dos Três Patetas “Os Reis do Faroeste” (1965), antes de virar protagonista com o western spaghetti “Os Quatro Implacáveis” (1965) e a aventura “Mara das Selvas” (1965). Mas sua carreira de galã de filmes B e de participações televisivas tomou um rumo completamente diferente a partir de 1966, quando o ator assumiu o papel que marcaria sua vida. Adam West virou Batman em 1966 e nunca mais deixou o personagem na imaginação dos fãs, mesmo que a produção tenha sido cancelada após três temporadas, em 1968. Primeira série a levar a estética dos quadrinhos para a TV, com a inclusão de onomatopeias, clifhangers que continuavam na próxima história, lutas totalmente coreografadas, ameaças absurdas e um colorido digno de quadros da pop art, “Batman” virou um fenômeno de audiência, foi indicada ao Emmy de Melhor Série de Comédia e até ganhou um filme, que reuniu os principais vilões da atração num esforço conjunto para derrotar a dupla dinâmica, formada pelo cruzado encapuzado e o menino prodígio – Robin, vivido por Burt Ward. Infelizmente, o surto criativo durou pouco. A série tornou-se repetitiva com a falta de imaginação de seus roteiristas, que abusaram das mesmas piadas em torno da “batcaverna”, “batmóvel”, “batfone” e “bat-repelente de tubarão”, na mesma “bat-hora” e no mesmo “batcanal”, gerando fadiga. Para piorar, a ideia de renovação do produtor William Dozier foi criar novos vilões, tão bobões que só existiram em seus episódios. A falta dos vilões clássicos levou à queda de audiência, que culminou no cancelamento após três anos. Uma inovação, pelo menos, acabou entrando para os quadrinhos: a Batgirl, originalmente interpretada por Yvonne Craig. Conforme foi emburrecendo, “Batman” também sofreu rejeição dos fãs de quadrinhos, e a editora DC precisou reinventar o herói de forma radical nos anos 1970, como uma figura sombria, para se distanciar do tom de pastelão do programa. A repercussão da atração foi tanta que Adam West encontrou dificuldades para fazer outro papel pelo resto da carreira. Embora tenha aparecido em algumas séries e coadjuvado dois filmes bem-sucedidos, “Só o Casamento Nos Separa” (1971) e “Hooper – O Homem das Mil Façanhas” (1978), os trabalhos se revelaram mais escassos que antes de “Batman”. Incapaz de sair da sombra de Batman, West acabou retornando ao papel após uma década como dublador da primeira série animada do herói, “As Novas Aventuras de Batman” (1977), que também contava com Burt Ward como a voz de Robin. Sem premeditação, esse trabalho acabou lhe abrindo uma nova linha de atuação. Ele voltaria a dublar Batman no desenho dos “Superamigos” (1985) e, a partir daí, passou a emendar inúmeras participações vocais em produções animadas – que eram melhores que os filmes trash que fez nos anos 1980, lutando contra zumbis e motoqueiros selvagens. Numa reviravolta, em 1992 foi convidado a enfrentar Batman, dublando o vilão Fantasma Cinzento na 1ª temporada de “Batman: A Série Animada”. Mas foi só uma vez, e ele logo voltou a ser o herói encapuzado em desenhos dos “Animaniacs” (em 1997) e “Os Simpsons” (em 2002), antes de virar o prefeito de Gotham City na série animada “The Batman” (entre 2004 e 2006). Além de Batman, Adam West teve ainda outro papel reincidente: Adam West. Ao aparecer pela primeira vez como si mesmo na série “The Ben Stiller Show”, em 1992, o ator inaugurou um novo costume em sua carreira. Ele viveu Adam West em filmes como “O Tamanho das Melancias” (1996) e “Lindas de Morrer” (1999), séries animadas, como “O Crítico”, “Space Ghost Coast to Coast” e “Os Padrinhos Mágicos”, e em sitcoms, como “Murphy Brown”, “NewsRadio”, “The King of Queens”, “30 Rock” e “The Big Bang Theory” – num episódio exibido no ano passado. Sem esquecer que foi o Prefeito Adam West ao longo de mais de uma centena de episódios do desenho “Uma Família da Pesada” (Family Guy), entre 2000 e 2017. Famoso por ser ele mesmo, Adam West entretanto nunca foi reconhecido como alguém importante pelos produtores dos filmes de Batman. Ele jamais foi convidado a aparecer nos filmes do herói, embora intérpretes dos seriados de Superman tenham figurado nos longas do Homem de Aço. Esta desfeita refletia como a DC Comics enxergava o legado da série dos anos 1960. A avaliação negativa só começou a ser revista nos últimos anos, a ponto da Warner e a DC Comics desenvolverem novas linhas de produtos nostálgicos relacionados ao “Batman” de Adam West. Um desses lançamentos foi um longa animado, concebido como uma aventura da época da série, que fez grande sucesso no ano passado. Intitulado “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica”, o filme voltou a reunir West e Burt Ward como Batman e Robin, além de resgatar a voz ronronante de Julie Newmar como Mulher-Gato. Lançado em home video, “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica” teve repercussão tão forte que o ator estava trabalhando numa sequência, “Batman vs. Duas-Caras”, que seria lançada no segundo semestre. Não há informações sobre a etapa em que se encontravam as dublagens. Declarando-se devastado pela perda do amigo, Burt Ward deu a dimensão do legado de Adam West num texto publicado nas redes sociais. “Adam e eu tivemos uma amizade especial há mais de 50 anos. Nós compartilhamos alguns dos momentos mais divertidos de nossas vidas juntos. Esta é uma perda terrivelmente inesperada de meu amigo de toda a vida. Eu sempre sentirei sua falta. Existem vários atores que retrataram o Batman nos filmes. Mas, para mim, só houve um verdadeiro Batman, que é e sempre será Adam West. Ele era verdadeiramente o Cavaleiro das Luzes”.

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  • Série

    Jennifer Esposito deixa a série NCIS após apenas uma temporada

    9 de junho de 2017 /

    A atriz Jennifer Esposito está saindo de “NCIS”, após participar apenas de uma temporada como integrante fixo da longeva produção da rede americana CBS. Na série, ela interpretava Alexandra “Alex” Quinn, um agente experiente que tinha virado instrutora. A personagem foi introduzida no primeiro episódio da 14ª temporada, quando é convencida a voltar à ativa e integrar a equipe de investigações da série, aproveitando sua sagacidade, rapidez de pensamento e imenso talento como agente federal. “Foi uma ótima experiência”, disse Esposito em comunicado. “Eu não poderia ter pedido uma oportunidade melhor do que trabalhar com o elenco e os produtores de ‘NCIS'”. Quinn foi uma criação do ex-showrunner de “NCIS”, Gary Glasberg, pouco antes de sua morte em setembro do ano passado. A saída de Esposito coincide com boatos de que o programa passará por uma reformulação, a partir de uma nova direção criativa na próxima temporada. O afastamento da personagem vai acontecer de forma orgânica e tirar proveito do cliffhanger da última temporada, quando ela recebeu duas ligações não reveladas de sua mãe. O fato será usado para justificar a saída de Quinn da equipe. Aproveitando a agenda livre, a atriz já entrou no elenco do thriller de ação “Speed Kills”, em que contracenará com John Travolta. Dirigido por John Luessenhop (“O Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua”), o filme é baseado na história real do multimilionário Don Aronow, fabricante e piloto de lanchas de alta velocidade, que se envolveu com políticos e traficantes perigosos.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Glenne Headly (1955 – 2017)

    9 de junho de 2017 /

    A atriz americana Glenne Headly, que viveu a protagonista feminina de “Dick Tracy” (1990) e estrelou a série “Monk”, morreu na noite de quinta-feira (8/6), aos 62 anos, informaram seus representantes, sem precisar a causa da morte. Headly nasceu em 13 de março de 1955 em Connecticut, iniciou a carreira no teatro e integrou a Chicago Steppenwolf Theatre Company, onde conheceu o ator John Malkovich, com quem se casou em 1982. Na mesma época, ela começou a aparecer nas telas. Sua estreia no cinema foi na comédia “Amigos para Sempre” (1981), de Arthur Penn. Especializando-se no gênero, ainda foi vista em pérolas da década de 1980, como “Fandango” (1985), de Kevin Reynolds, e “A Rosa Púrpura do Cairo” (1985), de Woody Allen. Ainda fez dois filmes com o marido, “Eleni” (1985) e “Construindo Um Cara Certinho” (1987), antes de se divorciarem em 1988, ano em que, por coincidência, deixou de ser coadjuvante. A virada veio com a comédia “Os Safados” (1988), na qual viveu uma herdeira assediada por dois golpistas rivais, interpretados por Steve Martin e Michael Caine. O filme do diretor Frank Oz fez grande sucesso. Mas o trabalho seguinte provou-se ainda mais popular. A atriz se projetou como protagonista ao conquistar o papel de Tess Trueheart, a namorada do herói dos quadrinhos Dick Tracy, no filme estrelado e dirigido por Warren Beatty em 1990. Na trama, ela superava até Madonna em desenvolvimento e tempo de tela. Para completar, na mesma época foi indicada ao Emmy pela minissérie “Os Pistoleiros do Oeste” (1989). O reconhecimento foi acompanhado pela vontade de diversificar sua filmografia, às vezes sem sucesso, como no suspense “Pensamentos Mortais” (1991) e no drama “O Despertar” (1991), outras com louvor, como no musical “Mr. Holland – Adorável Professor” (1995) e no telefilme “Marcas do Silêncio” (1996), que lhe rendeu nova indicação ao Emmy. O curioso é que, a partir de então, deixou de fazer sucesso com comédias, mesmo retomando a parceria com Steve Martin em “Bilko – O Sargento Trapalhão” (1996), fracasso de crítica e bilheteria. Ela também foi a mãe de Lindsay Lohan no fraco “Confissões de uma Adolescente em Crise” (2003) e, dez anos depois, a mãe de Joseph-Gordon Levitt em “Como Perder Essa Mulher” (2013), seu reencontro tardio com o sucesso cômico. Glenne Headly também participou de várias séries. Alguns de seus papéis de destaque incluem a médica Abby Keaton na 3ª temporada de “Plantão Médico/E.R.” (exibida em 1996) e Karen Stottlemeyer, a esposa do personagem de Ted Levine na série “Monk” (entre 2003 e 2006). Além desses papéis recorrentes, ela apareceu em episódios de “Law & Order: SVU”, “C.S.I.”, “Grey’s Anatomy”, “Psych” e “Parks and Recreation”. Mais recentemente, a atriz integrou o elenco da série criminal “The Night Of”, uma das atrações mais elogiadas da HBO do ano passado, e estava gravando a 1ª temporada de “Future Man” para o serviço de streaming Hulu, como mãe do protagonista, Josh Hutcherson. Segundo os produtores, ela completou seis episódios e não será substituída na série, que ainda não tem data para estrear. A trama será reescrita para explicar sua ausência. Hutcherson foi um dos primeiros a se manifestar nas redes sociais sobre a morte da atriz. “Eu só conheci a talentosa, compreensiva, carinhosa e bela Glenne Headly por um tempo curto. Ela era forte, poderosa e hilariante. Seus olhos trouxeram à vida tantos personagens surpreendentes ao longo dos anos e seu amor trouxe à vida uma bela família. Vou sentir falta da sua presença, seu sorriso, e a forma como ela me fez sentir como seu filho – antes, durante e depois das gravações. Agarre-se àqueles que fazem você se sentir amado. Meu coração está partido e eu só posso imaginar o que aqueles mais próximos a ela estão passando… Com o coração de chumbo vamos celebrar o insubstituível Glenne Headly”, ele escreveu em seu Instagram.

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  • Série

    Liev Schreiber vive sob pressão nos teasers da 5ª temporada de Ray Donovan

    9 de junho de 2017 /

    O canal pago americano Showtime divulgou dois teasers da 5ª temporada de “Ray Donovan”, que mostram o personagem-título, vivido por Liev Schreiber (“X-Men Origens: Wolverine”), sob a pressão de seu cotidiano: resolvendo problemas para outros e criando problemas para si mesmo. Desenvolvida por Ann Biderman (também criadora da série “Southland”), a atração gira em torno de um profissional que ajuda estrelas de Hollywood e endinheirados envolvidos em escândalos, mas enfrenta dificuldades em resolver conflitos dentro de sua própria família. O elenco também inclui Jon Voight (“Transformers”), Paula Malcomson (franquia “Jogos Vorazes”), Kerris Dorsey (série “Brothers and Sisters”) e Dash Mihok (série “Gotham”). E a principal novidade dos próximos capítulos será a chegada de Susan Sarandon (série “Feud”). A estreia da 5ª temporada está marcada para 6 de agosto nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pela HBO.

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