Nickelodeon cancela séries School of Rock e Nicky, Ricky, Dicky & Dawn
O canal pago americano Nickelodeon anunciou o cancelamento das séries infantis “School of Rock”, baseada na comédia “Escola de Rock” (2003), e “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”. Ambas as séries encerrarão suas tramas em 2018, quando completarão quatro anos no ar. “Estamos extremamente orgulhosos de cada série, e agradecemos aos elencos e equipes pelos seus trabalhos. Os episódios restantes das duas séries continuarão a aparecer no Nickelodeon até 2018”, anunciou o canal em comunicado. “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn” ainda irá exibir toda a 4ª temporada em 2018, mas “School of Rock” tem apenas metade de sua atual temporada (13 episódios) para veicular. Nesta série, o papel de professor de rock, que foi vivido por Jack Black no cinema, é interpretado por Tony Cavalero (da série “Hart of Dixon”), enquanto o papel da diretora da escola coube a Jama Williamson (série “Parks and Recreation”). Entre o elenco de crianças, os mais conhecidos são Lance Lim (série “Growing Up Fisher”), Breanna Yde (série “A Família Hathaways/The Haunted Hathaways”), Jade Pettyjohn (série “The Last Ship”) e Aidan Miner (série “A Vida Secreta de uma Adolescente Americana”). A adaptação foi desenvolvida pelos irmãos Jim e Steve Armogida (produtores das séries “Crash & Bernstein” e “The Return of Jezebel James”). O diretor e o produtor do filme, Richard Linklater e Scott Rudin, também integram a equipe executiva. Já “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn” é uma criação de dois roteiristas veteranos do canal, Michael Feldman (“Sunny Entre Estrelas” e “See Dad Run”) e Matt Fleckenstein (“Victorious” e “iCarly”), e girava em torno de quatro irmãos gêmeos, que tinham 11 anos quando a série começou em 2014.
Série Difficult People é cancelada após três temporadas
O serviço de streaming Hulu anunciou o cancelamento da série “Difficult People” após três temporadas. Criada e estrelada por Julie Klausner, a série mostrava Julie e Billy, versões dela mesmo e de Billy Eichner, como dois comediantes que lutam para emplacar em Nova York. Sem conseguir reconhecimento ou estabelecer amizades influentes, a dupla aparentemente odeia a todos, exceto um ao outro. A série estreou em Hulu em 5 de agosto de 2015 e tinha grande aprovação da crítica (92% no Rotten Tomatoes). O último episódio foi ao ar em 26 de setembro. Após o anúncio, Eichner agradeceu aos fãs do programa no Twitter, confirmado o fim da produção e elogiando a parceira Julie Klausner, “a pessoa mais engraçada que conheço”. Veja abaixo. Yes it's true. DIFFICULT PEOPLE has come to an end. Thanks to many people but above all my friend, @julieklausner. A singular comedic voice & the funniest person I know. I cannot WAIT to see what Julie creates next. Thanks to all of you Difficult People out there who watched.❤️ — billy eichner (@billyeichner) November 15, 2017
Shut Eye: Jeffrey Donovan tem visões da morte no trailer da 2ª temporada
O serviço de streaming Hulu divulgou o trailer completo da 2ª temporada de “Shut Eye”. A prévia mostra o protagonista às voltas com novas visões psíquicas e ameaças de ciganos, além de introduzir dois novos personagens: um promotor vivido por Noah Bean (série “Nikita”), que oferece um acordo para a personagem de Isabella Rossellini (“Joy: O Nome do Sucesso”) na prisão, e um novo médium vivido por Aasif Mandvi (série “The Brink”), que tem a capacidade de “ouvir coisas”. Estrelada por Jeffrey Donovan (série “Burn Notice”), a atração se passa no submundo dos médiuns de Los Angeles. A história gira em torno de seu personagem, um mágico fracassado que supervisiona os negócios dos cartomantes e tem sua visão cínica desse mundo desafiada, quando começa a ter visões que podem ser reais. Esta reviravolta o faz questionar tudo que ele acredita, ao mesmo tempo em que é pressionado por uma poderosa família de ciganos, que controla a picaretagem psíquica da cidade. Não por acaso, ele começa a ter visões de sua própria morte. O elenco ainda inclui KaDee Strickland (série “Private Practice”), Angus Sampson (série “Fargo”), David Zayas (série “Dexter”), Susan Misner (série “The Americans”) e Emmanuelle Chriqui (série “Murder in the First”). Criada por Leslie Bohem (minissérie “Taken”), “Shut Eye” retorna em 6 de dezembro nos EUA. Com exibição bastante atrasada, a série estreou no mês passado no Brasil pelo canal pago Fox Premium.
Recrutas da Pesada: Comédia clássica dos anos 1980 pode virar série
A comédia clássica dos anos 1980, “Recrutas da Pesada” (Stripes, 1981), dirigida por Ivan Reitman, escrita por Harold Ramis e estrelada por Bill Murray, vai virar série de TV. A revista Variety publicou que a rede americana CBS está desenvolvendo o projeto, com roteiro e produção do trio Trevor Moore, Sam Brown e Zach Cregger, criadores da série de esquetes “The Whitest Kids U’ Know”. Assim como no filme, a série acompanhará um eterno rebelde que encontra seu propósito de vida no Exército dos Estados Unidos, unindo-se a um grupo de figuras excêntricas. O longa foi o segundo trabalho consecutivo a juntar Reitman, Ramis e Murray no cinema, após “Almôndegas” (1979). O trio voltaria a trabalhar juntos no clássico “Os Caça-Fantasmas” (1986) e sua continuação. Ainda não foram definidos elenco e cronograma de produção da atração, que precisará ter seu piloto aprovado para ganhar encomenda de temporada inaugural. Caso a produção ganhe sinal verde, será lançada com o título original do filme em inglês, “Stripes”.
George Clooney vai voltar à TV em minissérie que adapta o clássico pacifista Ardil-22
George Clooney vai voltar a estrelar uma série, quase 20 anos após deixar o elenco de “E.R.” (Plantão Médico) para seguir uma carreira de sucesso nos cinemas. Ele vai estrelar uma minissérie baseada no romance pacifista “Ardil-22”, lançado em 1961 por Joseph Heller. Produzida pela Paramount Television, a série foi criada pelo roteirista Luke Davies (“Lion”) e o cineasta David Michôd (“The Rover – A Caçada”), e ainda não foi adquirida por nenhum canal ou serviço de streaming, mas deve atrair diversas ofertas após o anúncio do envolvimento de Clooney. “Ardil-22” já foi levado ao cinema em 1970, num filme cultuadíssimo dirigido por Mike Nichols. Passada durante a 2ª Guerra Mundial, a trama satírica gira em torno da inconformidade de um piloto americano com o fato de a Força Aérea sempre aumentar o número de missões exigidas antes que ele possa voltar para casa. Ele descobre que a única forma de evitar essas missões é declarando insanidade, mas o único modo de provar insanidade é se propondo a aceitar as missões perigosas. Clooney vai interpretar o coronel Cathcart, que no longa de Nichols foi vivido por Martin Balsam. Nenhum outro nome foi anunciado no elenco. Além de atuar, ele também vai dirigir a minissérie, que terá seis episódios. As gravações estão previstas para o início de 2018. George Clooney ficou famoso como ator em séries como “Vivendo e Aprendendo”, “Roseanne” e principalmente “ER”, onde interpretou o médico galã Doug Ross. O ator deixou “ER” em 1999 e desde então construiu uma carreira bem sucedida no cinema, em filmes como a franquia de “Onze Homens e Um Segredo”, “Amor Sem Escalas” e “Gravidade”, além de ter se lançado como diretor de filmes. Recentemente, ele deu uma entrevista afirmando que não precisava mais atuar para ganhar dinheiro e só trabalharia no que gostasse, já que estava bilionário, graças à venda de uma empresa de destilados em que ele tinha investido. A decisão do ator de voltar às séries reflete uma tendência atual, que está invertendo o caminho tradicional da carreira das estrelas de Hollywood. Antigamente – na época de Clint Eastwood e também de Clooney – , atores que se destacavam na TV buscavam se lançar no cinema. Mas com a transformação da indústria cinematográfica no século 21, após efeitos visuais se tornaram as maiores estrelas de Hollywood, os talentos tem buscado espaço onde são mais valorizados, alimentando o prestígio das produções televisivas e de streaming. Entre os famosos que recentemente decidiram fazer séries estão Reese Witherspoon, Nicole Kidman, Julia Roberts, Robert De Niro, Anthony Hopkins, James Franco, Emma Stone, Jonah Hill e Drew Barrymore.
Atriz transgênero de Transparent acusa Jeffrey Tambor de abuso sexual
Uma segunda pessoa denunciou o astro de “Transparent”, Jeffrey Tambor, por abuso sexual. A acusadora é a atriz transgênero Trace Lysette, colega de elenco de Tambor na série da Amazon. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, a intérprete da personagem Shea alegou que o ator teria se portado de maneira inapropriada no set de gravações do programa. “Ele apareceu e falou para mim: ‘Meu Deus, Trace. Quero te atacar sexualmente”, explicou ela. O ator, então, teria colocado seus pés sobre os dela, impossibilitanto os movimentos da moça. “Ele se inclinou em cima de mim, foi muito rápido, ele se atirou de um lado para o outro contra o meu corpo. Senti seu pênis no meu quadril”, disse a atriz. Trace também descreveu outras situações desconfortáveis. Entre elas um episódio em que Tambor teria tentado beijá-la sem sua permissão. Enquanto atuou em “Transparent”, Trace dividiu a casa com a assistente de produção Van Barnes. As duas são transgênero e ambas foram assediadas por Tambor. Na época em que trabalhava na série, Barnes entrou em um acordo com Tambor para não discutir sobre o caso. Trace, no entanto, abriu o jogo pela amiga. “Ela chegava em casa destruída e estressada. Vi que ela a botava para baixo. Na maioria das vezes, ela guardava esse sentimento para si mesma”, explicou a atriz, que levou ambos os casos para os produtores de “Transparent”, mas nada foi feito. As alegações de Van Barnes foram as primeiras a vir à tona, numa publicação compartilhada apenas para um pequeno grupo em seu Facebook, no começo do mês. Na ocasião, Tambor buscou restringir a denúncia à qualificação de ex-funcionária desgostosa. “Estou a par de que uma contrariada ex-assistente fez uma publicação privada insinuando que eu tinha atuado de modo inadequado com ela”, disse o ator como resposta. “Rejeito e nego de maneira contundente e veemente qualquer insinuação ou acusação de que eu tenha mantido alguma vez algum tipo de comportamento inadequado com esta pessoa ou com qualquer outra com quem tenha trabalhado. Estou consternado e angustiado por esta acusação infundada”, ele se manifestou. A criadora da série, Jill Soloway, também divulgou uma nota após o surgimento das acusações. “Tudo o que diminui o nível de respeito, segurança e inclusão tão fundamental para o nosso ambiente de trabalho é completamente antitético aos nossos princípios”, ela afirmou. “Estamos cooperando com a investigação sobre este assunto”. Um representante da Amazon afirmou que os casos estão sendo apurados e serão discutidos em uma conversa com a equipe do programa. Tambor venceu dois prêmios Emmy de Melhor Ator de Série de Comédia por “Transparent”, em que interpreta um transexual novato da Terceira Idade, cuja transição de gênero pega a família de surpresa.
Supergirl tem crossover inesperado com Smallville
A série “Supergirl” teve um crossover inesperado em seu episódio desta semana, que contou com a “participação” de uma personagem sumida desde o final de “Smallville” (2001–2011), primeira atração do universo televisivo da DC Comics exibida pela rede CW nos Estados Unidos. Intitulado “Midvale”, nome da cidade natal das irmãs adotivas Kara (Melissa Benoist) e Alex (Chyler Leigh), o episódio é um longo flashback sobre as adolescências das protagonistas, com direito à trilha da época – Gwen Stefani e The Eames Era. O que inicia em clima de comédia de John Hughes não demora para virar um suspense ao estilo de “Riverdale”, com as irmãs resolvendo seu primeiro caso juntas, o assassinato do colega de aula favorito, enquanto criam laços de família. O detalhe é que a investigação precisa de um hacker capaz de quebrar a encriptação de imagens de um laptop. E Chloe Sullivan, amiga do “primo” Clark Kent, é citada nominalmente. Embora não apareça em cena, ela envia emails e é graças à sua habilidade com o computador que a identidade do assassino vem à tona na hora certa, impedindo que Alex se tornasse a próxima vítima. Para azar dos produtores, o timing foi um pouco infeliz, já que Allison Mack, a intérprete de Chloe, foi acusada recentemente de liderar uma seita de escravas sexuais. Mas esta não foi a única ligação do episódio com “Smallville”. A atriz Erica Durance, intérprete de Lois Lane na série clássica, fez uma aparição física na história. Importante registrar que a participação de Durance em “Supergirl” é um pouco confusa, já que ela entrou na atual temporada como substituta da atriz que interpretava a mãe biológica da heroína e isto nunca ficou muito claro nos episódios. Para complicar ainda mais, sua presença em “Midvale” se deu com outra identidade, assumida pelo Caçador de Marte (David Harewood) para convencer a adolescente Kara (Izabela Vidovic) a não usar seus poderes na escola. Na trama, o marciano é contatado pela mãe adotiva de Kara (vivida por Helen Slater, a Supergirl dos anos 1980) e assume a aparência da mãe biológica da jovem, num encontro-surpresa, em que diz ser uma agente do FBI. O detalhe final de confusão referencial fica por conta do nome que Durance usa na cena: Noel Neill, primeira atriz a interpretar Lois Lane no cinema. Assim, Erica Durance acabou referenciando Lois Lane no episódio de “Smallville” de “Supergirl”. Há também uma citação de humor negro à “South Park”. Escrito por Caitlin Parrish (do drama indie “The View from Town”), “Midvale” foi ao ar na segunda-feira (13/11) e está sendo considerado um dos melhores episódios de toda a série “Supergirl”. Ele chega ao Brasil em duas semanas, pelo canal pago Warner. Confira abaixo o trailer e um vídeo dos bastidores de “Midvale”, comentado pelos produtores da atração.
Criador de The Royals é afastado após denúncias de assédio sexual
Após atrizes e roteiristas da antiga série “One Tree Hill” (2003–2012), exibida na TV aberta brasileira como “Lances da Vida”, denunciarem Mark Schwahn por assédio sexual, o produtor foi afastado do trabalho em sua nova série, “The Royals”. “A E!, Universal Cable Productions e a Lionsgate Television levam muito a sério alegações de assédio sexual, investigando-as com seriedade e independência, e tomaremos as ações apropriadas. Diante disso, a Lionsgate suspendeu Mark Schwahn de ‘The Royals’ enquanto continuamos essa investigação,” diz o comunicado oficial conjunto das empresas responsáveis pela série. A investigação interna revelou que a prática de assédio, apontada pelo elenco de “One Tree Hill”, continuava nos bastidores da nova atração. Conforme os fatos foram sendo conhecidos, as atrizes de “The Royals” também decidiram se manifestar, usando as redes sociais para falar individualmente de seus casos, e assinando uma carta coletiva, aos moldes do que fez a equipe de “One Tree Hill”. Saiba mais detalhes aqui. A 4ª temporada de “The Royals” continua marcada para estrear em março do ano que vem. Entretanto, ainda não há nada definido para além do quarto ano da série, que parece improvável, uma vez que Schwahn era a principal força criativa da atração.
Atrizes de The Royals ecoam acusações do elenco de One Tree Hill contra criador da série
As estrelas de “The Royals”, atual série produzida por Mark Schwahn, resolveram romper o silêncio após as atrizes e roteiristas da antiga série “One Tree Hill” (2003–2012), exibida na TV aberta brasileira como “Lances da Vida”, acusarem o produtor de assédio sexual. Alexandra Park, uma das protagonistas da série, foi uma das primeiras a ir ao Twitter denunciar. “Eu tenho responsabilidade, como alguém que vem trabalhando com Mark Schwahn em ‘The Royals’, de reconhecer essas acusações. Eu me sinto devastada em admitir isso para mim mesma, para os meus colegas e para essa indústria, mas também tive experiências com esse tipo de comportamento repreensível”. Depois disso, as demais atrizes e profissionais femininas de “The Royals” emitiram uma carta aberta conjunta, no mesmo molde da divulgada pela equipe de “One Tree Hill”, reforçando o repúdio ao produtor. “Ficou muito claro, lendo a declaração no início desta semana, de que a traição e a raiva que muitos de nós experimentamos durante nosso tempo em ‘The Royals’ não é exclusivamente nossa”, abre o texto, em referência à iniciativa das colegas, que passaram pelas mesmas experiências com Schwahn. “Esta declaração é uma coleção de vozes das mulheres envolvidas em ‘The Royals’, que gostariam de finalmente responder ao comportamento de nosso showrunner. Que sentiu a inclinação de abusar de seu poder e influência em um ambiente onde ele tinha o comando sobre mulheres. Isso se manifestava no assédio sexual indesejado e repetido sobre múltiplos integrantes femininos do elenco e equipe”, diz o texto. “Quando devíamos ficar animadas para conhecer novas mulheres do elenco ou equipe, sentíamos uma preocupação nauseante de que ele também caçasse seus números de telefone. Quando devíamos oferecer auxílio ou dicas sobre as cenas para nossas amigas que faziam testes para ‘The Royals’, oferecíamos avisos sobre o homem que elas encontrariam na sala de audições. Mais do que tudo, quando devíamos sentir, coletivamente, orgulho de nossos trabalhos, realizados duramente, e de nossas personagens que tanto amamos, nos sentimos menosprezadas como artistas e mentes criativas. E, em muitos casos, sentíamos que éramos consideradas não mais do que uma soma de atributos corporais”. “Ao condenar vorazmente as ações de um homem, gostaríamos de destacar nossa gratidão aos outros. Obrigado aos homens de ‘The Royals’ que garantiram que nunca estivemos sozinhos em situações sociais com ele e davam dois passos em nossa direção sempre que preciso. Obrigado aos amigos, entes queridos e parceiros que nos apoiaram naqueles momentos e ainda mais agora, quando decidimos avançar. Mas muito obrigado a todas as mulheres de ‘One Tree Hill’, cuja ética sólida nos tocou enormemente. Para vocês, tiramos nossas coroas”, conclui o texto, assinado pelas “ladies” de “The Royals”, Hatty Preston, Sophie Colquhoun, Alex Watherson, Lydia Rose Bewley, April Church, Annalise Beusnel, Poppy Corby-Tuech, Florence Chow, Charlie Jones, Isabella Artitzone, Jade Armstrong, Rachel Walsh, Tania Vernava, Bonnie Vannucci, Merritt Patterson, Kate Benton, Jerry-Jane Pears, Jodie Simone, Kate Royds, Leonie Hartard, Lisa Mitton, Marie Deehan, Alice Woodward, Rachel Lennon e Kimberly Macbeth. A atriz Elizabeth Hurley, que não assinou a carta, foi ao Twitter se justificar, lamentando ter falhado em perceber o assédio cometido pelo criador da série sobre suas colegas, e dizendo-se triste por ter decepcionado a todas. Veja abaixo. A 4ª temporada de “The Royals” continua marcada para estrear em março do ano que vem. Entretanto, ainda não há nada definido para além do quarto ano da série, que parece improvável, uma vez que Schwahn era a principal força criativa da atração e foi afastado pelo canal pago E! e as produtoras Lionsgate e Universal após o escândalo. pic.twitter.com/EZheSTn7ut — Alexandra Park (@AlexandraPark1) 16 de novembro de 2017 I have loved working on The Royals. I am devastated by recent reports. This is my statement. pic.twitter.com/7c7VCAgPjr — Elizabeth Hurley (@ElizabethHurley) November 16, 2017
Legends of Tomorrow enfrenta rei dos gorilas na guerra do Vietnã
A rede americana CW divulgou o trailer e as fotos do próximo episódio da série “Legends of Tomorrow”, que faz referência explícita ao filme “Kong: A Ilha da Caveira”, ao mostrar os heróis viajantes do tempo em plena guerra do Vietnã, enfrentando o rei dos gorilas. Mas não se trata de King Kong e sim do supervilão Gorilla Grodd. Intitulado “Welcome to the Jungle”, o novo capítulo da 3ª temporada vai ao ar na terça (21/11) nos Estados Unidos. “Legends of Tomorrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Garret Dillahunt e Jenna Elfman entram na 4ª temporada de Fear the Walking Dead
A série “Fear the Walking Dead” vai introduzir novos personagens em sua 4ª temporada, que continuará a trama após um cliffhanger em que vários protagonistas podem ter morrido. Os atores Garret Dillahunt (série “Raising Hope”) e Jenna Elfman (série “Dharma e Greg”) foram anunciados com papéis fixos no novo ano da produção. Os personagens que eles interpretarão não foram revelados. Fã das séries de zumbis do canal AMC, Dillahunt tuitou que há “muitas coisas legais planejadas” para seu arco. Ele atualmente pode ser visto em participação especial na série “The Gifted”, passada no universo dos X-Men, e nos últimos capítulos da série de comédia “The Mindy Project”, que chegou ao fim na terça-feira (14/11) na plataforma de streaming Hulu. Já Jenna Elfman teve seu trabalho mais recente, a série “Imaginary Mary”, cancelada em maio. Os novos episódios serão gravados no Texas, acompanhando a proclamação do novo vilão da série, vivido por Ray McKinnon (da série “Sons of Anarchy”), que iria viajar para “o que restou de Houston”. A 4ª temporada de “Fear the Walking Dead” ainda não tem previsão de estreia.
Atores de One Tree Hill manifestam apoio às atrizes e roteiristas da série após denúncia de assédio
Os atores da série clássica “One Tree Hill”, exibida na TV aberta brasileira como “Lances da Vida”, manifestaram-se em apoio às atrizes e roteiristas, após a denúncia de assédio sexual contra Mark Schwahn, criador e showrunner da produção. Os atores Chad Michael Murray, Bryan Greenberg, Austin Nichols, James Lafferty, Stephen Colletti, Antwon Tanner, Lee Norris e Robert Buckley foram às redes sociais demonstrar que estão ao lado das colegas. “Chocado e entristecido ao saber o que as mulheres de ‘OTH’ passaram”, escreveu Bryan Greenberg no Twitter. “Tenho orgulho do pronunciamento delas. E me posiciono ao seu lado”, completou. “Isto é inaceitável”, comentou Austin Nichols. “Eu apoio todas as mulheres de ‘OTH’ que se ergueram contra o sistema que falhou em protegê-las”, disse James Lafferty. “As mulheres de ‘OTH’ sempre foram fortes e incríveis. Hoje, elas nos deixaram mais orgulhosos ao se posicionar como um farol para o que é certo e liderar a mudança no clima da sociedade”, resumiu Chad Michael Murray. Os comentários foram motivados por uma carta aberta assinada pelas atrizes e parte da equipe feminina da série, após a roteirista Audrey Wauchope, que escreveu para a atração em 2011, denunciar um showrunner que tocava nela e em outras mulheres de forma inapropriada, dizendo-se “inspirada pela denúncia contra Andrew Kreisberg”, suspenso das séries de super-heróis da rede CW. Após a publicação, as atrizes Sophia Bush, Hilarie Burton e Bethany Joy Lenz, entre outras, se juntaram para dar nome ao assediador da roteirista. O grupo afirma que “o comportamento de Mark Schwahn durante as gravações de ‘One Tree Hill’ era como um ‘segredo conhecido’. Muitas de nós fomos, em graus diferentes, manipuladas psicológica e emocionalmente. Mais de uma nós ainda está em tratamento de estresse pós-traumático. Muitas de nós fomos colocadas em situações desconfortáveis e tivemos que aprender a lutar, muitas vezes fisicamente, porque ficou claro para nós que os supervisores na sala não eram os protetores que deveriam ser”. A carta também diz que as mulheres se uniram nos bastidores para tentar criar um ambiente mais seguro, alertando as novas funcionárias sobre os casos e muitas ouviram que se tudo isso fosse divulgado na época, a série seria cancelada, deixando várias pessoas sem emprego: “Essa não é uma pressão apropriada para colocar em jovens garotas”. “Muitas de nós ficamos em silêncio em público, mas tivemos canais de comunicação muito abertos em nosso grupo e em nossa indústria, porque queríamos que ‘One Tree Hill’ permanecesse o lugar ‘onde tudo é melhor e tudo é seguro’ para os nossos fãs; alguns dos quais disseram que a série literalmente salvou suas vidas. Mas a realidade é que nenhum espaço é seguro quando se tem um câncer escondido e contagioso. Trabalhamos para recuperar nosso poder, apreciando as boas lembranças. Mas há mais trabalho a ser feito”, conclui o texto, assinado pelas atrizes Sophia Bush, Hilarie Burton, Bethany Joy Lenz, Danneel Harris, Michaela McManus, Kate Voegele, Daphne Zuniga, India DeBeaufort, Bevin Prince, Jana Kramer, Shantel Van Santen e Allison Munn, e pela “brava equipe” Audrey Wauchope, Rachel Specter, Jane Beck, Tarin Squillante, Cristy Koebley e JoJo Stephens. Após a denúncia, o canal pago E! e as produtoras Universal Cable Productions e Lionsgate Television, responsáveis pela série atual comandada por Schwahn, “The Royals”, afirmaram que estão investigando as informações cuidadosamente para verificar se o problema continua e se dizem comprometidas em criar uma ambiente seguro de trabalho. Veja abaixo os tuítes de apoio dos atores da série, que foi exibida entre 2003 e 2012 nos Estados Unidos – também na rede CW, que suspendeu Kreisberg na semana passada por comportamento similar nos bastidores de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”. pic.twitter.com/nCnTD0qjD3 — Chad Michael Murray (@ChadMMurray) November 14, 2017 Shocked and saddened to hear what the women of OTH had to endure. I’m proud of them for speaking up. I support them fully. And I hope that their courage to tell the truth, will help put an end to the pervasive culture of harassment in the work place. There’s no place for it. — Bryan Greenberg (@bryangreenberg) November 14, 2017 pic.twitter.com/i5xukoYppQ — James Lafferty (@ThisIsLafferty) November 14, 2017 I stand with all my OTH sisters. We have to change. We have to be better. All of us. This is unacceptable. — AUSTIN NICHOLS (@AustinNichols) November 14, 2017 I want to acknowledge the women of OTH who have penned their letter with deep wounds from a culture unacceptable for anyone, at any age, and in any business. I have the utmost respect of your position in righting the wrongs you have endured. I stand for you, for better… — Stephen Colletti (@StephenColletti) November 14, 2017 To my sisters/all the women of OTH that have come forward and showed their bravery. I want u to know that I love u and I support u ???????? — antwon tanner (@antwon_tanner) November 14, 2017 To the women of OTH that have come forward and bravely used their voices, I want you to know I believe you, I respect you and I support you. — Robert Buckley (@robertbuckley) November 14, 2017
Novo trailer da 2ª temporada de The Crown destaca a princesa Margaret
A Netflix divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “The Crown”. A prévia destaca a princesa Margaret (Vanessa Kirby), seu ressentimento em relação à irmã, rainha Elizabeth II (Claire Foy), e seu envolvimento com o fotógrafo Anthony Armstrong-Jones, também conhecido como Lorde Snowdon, que é vivido por Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”) nos novos episódios. Na 2ª temporada, a trama chega nos anos 1960, época é de grandes mudanças, o que faz com que a monarquia britânica, presa em tradições antiquadas, seja confrontada e precise evoluir para se manter relevante, ao mesmo tempo em que teme novos escândalos. Criada pelo roteirista Peter Morgan, que já havia retratado Elizabeth II com sucesso no drama “A Rainha” (2006) e na peça “The Audience”, a série retorna com novos episódios no dia 8 de dezembro.












