Lena Headey revela que final de Game of Thrones fez todo o elenco chorar
A atriz Lena Headey, intérprete da vilã Cersei em “Game of Thrones”, revelou que o final da série fez todo o elenco chorar. Ela chamou o último episódio de “surpreendente”, em entrevista ao site Mashable. “Eu posso dizer que tivemos uma grande leitura em outubro, com todo o elenco. E acho que todo mundo chorou em algum ponto. E foi… bem surpreendente”, contou a atriz. Questionada sobre como se sentia com o fim da série se aproximando, a atriz disse que estava bem. “Foi uma jornada incrível, eu aproveitei cada segundo. Eu ainda não consigo acreditar no tamanho disso tudo. E mudou a minha vida de formas espetaculares. Serei pra sempre grata por essa oportunidade. Também estou feliz de poder explorar novas coisas. Nada é permanente, não é?” Em fevereiro, a atriz Sophie Turner, a Sansa, já tinha mencionado que elenco tinha chorado muito ao ler o fim da série. “No final, estavam todos aplaudindo e chorando”. A HBO programou a estreia da 8ª e última temporada de “Game of Thrones” para 2019. No mês de abril, segundo a atriz Maisie Williams, a Arya.
Seven Seconds: Nova série policial da criadora de The Killing ganha trailer tenso
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Seven Seconds”, nova série de antologia criminal criada por Veena Sud (“The Killing”). A prévia explora as consequências da morte de um jovem negro por um policial branco, com muito drama, suspense e tensão, explorando as repercussões do crime. A ideia do título é que sete segundos (seven seconds) é o tempo para se tomar uma decisão de vida ou morte. Mas as consequências duram uma eternidade. O grande elenco da atração destaca Regina King (“American Crime”), David Lyons (“Revolution”), Russell Hornsby (“Grimm”), Clare-Hope Ashitey (“Shots Fire”), Beau Knapp (também de “Shots Fire”), Nadia Alexander (“The Sinner”), Michael Mosley (“Ozark”), Michelle Veintimilla (“Gotham”) e Patrick Murney (“Public Morals”). A estreia está prevista para 23 de fevereiro.
The Walking Dead ganha novos pôsteres para a “última batalha” contra Negan
O canal pago americano AMC divulgou novos pôsteres da série “The Walking Dead”, que destacam a “última batalha” (the last stand) entre Rick (Andrew Lincoln) e Negan (Jeffrey Dean Morgan). A segunda metade da 8ª temporada será aberta com um dos episódios mais longos da série, com 82 minutos de duração, para a anunciada despedida de Carl (Chandler Riggs). Os detalhes do episódio estão sendo mantidos em segredo. O produtor Greg Nicotero, que é responsável por sua direção, afirmou recentemente que se trata de um dos mais fortes da série até o momento, a ponto de fazê-lo chorar. A decisão de matar Carl foi bastante criticada por fãs da série, que chegaram a criar uma petição online pedindo a demissão do showrunner Scott M. Gimple. Ele acabou afastado do cargo, mas devido a uma “promoção”. Para o lugar de Gimple, a AMC promoveu a roteirista Angela Kang, que escreve para a série desde 2011 e exerce funções de produção desde 2013. “The Walking Dead” retoma sua 8ª temporada em 25 de fevereiro, com os episódios finais produzidos por Gimple. No Brasil, a série vai ao ar pelos canais pagos Fox e Fox Premium.
Michael Shannon entra na minissérie baseada em A Garota do Tambor
O ator Michael Shannon (“A Forma da Água”) entrou no elenco da minissérie da BBC que vai adaptar o célebre romance de espionagem “A Garota do Tambor”, de John le Carré. Ele se junta aos anteriormente anunciados Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”) e Florence Pugh (“Lady Macbeth”) na produção, que será dirigida pelo cineasta sul-coreano Park Chan-wook, dos cultuados “Oldboy” (2003) e “A Criada” (2016). A trama gira em torno de uma atriz inglesa de esquerda cooptada pelo Mossad, o serviço de inteligência secreta de Israel, para ajudar a capturar um terrorista palestino. Mas ao se infiltrar entre os terroristas, ele simpatiza com a causa palestina e entra em conflito com sua missão. Pugh tem o papel principal, Sarkarsgard será seu aliciador e Shannon o líder da missão. Publicado em 1983, o livro já teve uma adaptação cinematográfica, levada ao cinema no ano seguinte, com Diane Keaton como protagonista. Intitulada “The Little Drummer Girl”, a minissérie terá seis episódios, com previsão de lançamento para 2019. A produção será a terceira adaptação consecutiva de uma obra de John Le Carré realizada pela rede BBC. A primeira foi a recente “The Night Manager”, premiada no Emmy, BAFTA e Globo de Ouro do ano passado, e a segunda já está sendo gravada: “The Spy Who Came in from the Cold”, adaptação do clássico “O Homem que Veio do Frio”, prevista para 2018, com Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) no papel principal.
Altered Carbon ganha mais 40 fotos e vídeo de bastidores com coreografias de ação
A Netflix divulgou 40 fotos inéditas e um vídeo legendado de “Altered Carbon”, que explora a violência e a coreografia das cenas de ação, mostrando os bastidores das gravações com o sueco Joel Kinnaman (de “Esquadrão Suicida”), a mexicana Martha Higareda (“McFarlane dos EUA”) e o americano Will Yun Lee (série “Falling Water”). Passada no século 25, a série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), com base no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan, e tem como premissa uma tecnologia futurista capaz de digitalizar a mente humana para que possa ser transferida de um corpo para o outro, tornando a morte obsoleta. Joel Kinnaman (de “Esquadrão Suicida”), que volta para as séries após sua marcante passagem por “The Killing” (2011–2014), interpreta Takeshi Kovacs, um antigo guerreiro derrotado no conflito que resultou no admirável mundo novo do futuro. Com a mente aprisionada em criogenia durante séculos, ele recebe a oportunidade de viver de novo, quando é resgatado por Laurens Bancroft (James Purefoy, de “The Following”), um dos homens mais ricos e velhos do mundo, em troca da realização de uma missão: resolver o assassinato do próprio Bancroft – ou melhor, do antigo corpo que ele usava. A direção do piloto ficou a cargo do inglês Miguel Sapochnik (responsável pelos melhores episódios da 6ª temporada de “Game of Thrones”), que curiosamente já tinha filmado uma sci-fi de medicina distópica: “Repo Men: O Resgate de Órgãos” (2010). A produção ainda inclui em seu elenco Antonio Marziale (“Project MC²”), Chris Conner (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Kristin Lehman (“Ghost Wars”), Hiro Kanagawa (“iZombie”), Alika Autran (“When We Rise”), Teach Grant (“Damnation”), Hayley Law (“Riverdale”), Tamara Taylor (“Bones”), Adam Busch (“Colony”), Byron Mann (“The Expanse”) e Dichen Lachman (“The Last Ship”). A estreia vai acontecer em 2 de fevereiro no serviço de streaming.
2ª temporada de The Handmaid’s revela novas personagens e participação de Marisa Tomei
As atrizes Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”), Cherry Jones (série “24 Horas”) e Sydney Sweeney (vista na série “Pretty Little Liars”) entraram na 2ª temporada da série “The Handmaid’s Tale”, vencedora do Emmy 2017 e do Globo de Ouro 2018. Sweeney fará parte do elenco fixo do novo ano de produção, no papel de Eden, uma garota de 15 anos que é descrita como “religiosamente devota e obediente, alguém que simboliza a nova onda de fiéis em Gilead”. O sonho da menina é se tornar uma esposa de comandante e sua fé cega a torna perigosa às demais ao seu redor. A personagem será introduzido no quinto episódio e seguirá até quase o final da temporada. Já Tomei e Jones terão participações especiais em apenas um episódio cada uma. O papel de Tomei não foi identificado, mas acontecerá num capítulo passado nas colônias radioativas, local onde são mandadas as pessoas que não aceitam o regime totalitário de Gilead. Por sua vez, Jones viverá a mãe da protagonista Offred (Elisabeth Moss), descrita como feminista radical. No livro “O Conto da Aia”, de Margaret Atwood, que inspirou a série, Offred por vezes reflete sobre as opiniões da mãe, que um dia chegou a considerar um pouco extremistas. Mas, conforme o romance avança, ela percebe que sua mãe não estava tão errada assim. A 2ª temporada estreia em abril na plataforma americana Hulu, um mês depois da temporada inaugural finalmente chegar no Brasil – via canal pago Paramount.
Fotos de Legends of Tomorrow destacam participação de Constantine
A rede CW divulgou 12 fotos do próximo episódio de “Legends of Tomorrow”, que destaca a volta do ator Matt Ryan ao papel de John Constantine. Ele embarca a bordo da nave Waverider no 10º episódio da 3ª temporada, intitulado “Daddy Darhkest”, que será o primeiro sem a presença dos dois intérpretes do herói Nuclear. A exibição está marcada para 12 de fevereiro nos Estados Unidos. “Constantine” foi a única série da DC Comics/Vertigo cancelada na 1ª temporada, mas os fãs nunca desistiram de voltar a ver o personagem na TV, especialmente depois de uma participação especial no 4º ano de “Arrow” – quando conheceu Sara Lance (Caity Lotz), responsável por apresentá-lo ao resto das “lendas”. Na verdade, Matt Ryan nunca abandonou totalmente John Constantine, dublando-o na animação “Liga da Justiça Sombria” e também na vindoura série animada de “Constantine”, atualmente em produção para o serviço de streaming da rede CW. Como os produtores do desenho são os mesmos das séries de super-heróis do canal, foi fácil arranjar a aparição. A interpretação de Ryan, porém, é controversa. Há quem goste, há quem odeie. O personagem também já foi vivido por Keanu Reeves no cinema, num ótimo longa-metragem lançado em 2005.
Robert Dowdell (1932 – 2018)
O ator Robert Dowdell, astro da série clássica “Viagem ao Fundo do Mar”, morreu na terça-feira (23/1) de causas naturais em Coldwater, Michigan. Ele tinha 85 anos. Dowdell nasceu em 10 de março de 1932, em Park Ridge, Illinois, e trabalhou como mensageiro, guia de caça, ferroviário e engenheiro militar antes de estrear na Broadway em 1956, na peça “The Lovers”, escrita por Leslie Stevens (o futuro criador de “5ª Dimensão”). Após várias peças de sucesso e roteiros de cinema, Stevens decidiu criar sua primeira série em 1962 e convidou Dowdell a integrar o elenco. Intitulada “Stoney Burke”, a atração da rede ABC trazia Jack Lord (futuro astro de “Havaí 5-0”) no papel-título, um peão de rodeio que, acompanhado pelo parceiro Cody Bristol (papel de Dowdell), enfrentava perigos e violência no circuito das competições de cowboys. O elenco da produção era tão bom que ainda incluía Warren Oates (“Meu Ódio Será Sua Herança”) e Bruce Dern (“Os Oito Odiados”), mas a série só durou uma temporada. O ator continuou na folha de pagamento da ABC ao ser imediatamente escalado para uma nova série, “Viagem ao Fundo do Mar”. Desta vez, sua experiência militar foi aproveitada no papel, como o imediato Chip Morton do submarino Seaview. Embora fosse uma adaptação do filme homônimo de 1961, o personagem foi criado especialmente para a série de 1964 e ganhou status de principal coadjuvante, atrás apenas da dupla de protagonistas, o Almirante Nelson (vivido por Richard Basehart, de “Moby Dick”) e o Capitão Crane (David Hedison, de “A Mosca da Cabeça Branca”). Primeira e mais bem-sucedida das séries de ficção científica do produtor-cineasta Irwin Allen nos anos 1960, “Viagem ao Fundo do Mar” durou quatro temporadas e 109 episódios, até 1968. Originalmente concebida como uma série militar futurista, que lidava com perigos da Guerra Fria, a série evoluiu para uma sci-fi mais tradicional, com monstros marinhos e invasores do espaço. A mudança de tom foi refletida de forma visual, com a gravação a cores a partir da 2ª temporada. Após o fim da produção, Dowdell ainda foi convidado por Allen a participar de um episódio de sua quarta série do período, “Terra dos Gigantes”, e também entrou no piloto daquela que seria a quinta, “Cidade Sob o Mar”. Este projeto acabou rejeitado, mas tinha orçamento tão elevado que o piloto foi exibido nos cinemas em 1971. O ator nunca mais emplacou um papel fixo na TV, mas ainda apareceu em diversas séries até 1991, como “S.W.A.T.”, “Buck Rogers”, “CHiPs”, “Casal 20”, “Fama”, “V: A Batalha Final”, “Dinastia”, “Max Headroom” e “Hunter”. Paralelamente, teve pequenas papéis no terror “Iniciação” (1984), com Vera Miles, no filme de ação “Assassinato nos Estados Unidos” (1987), com Charles Bronson, e nas comédias “A Madrasta” (1989), de Larry Cohen, e “As Confusões De Um Sedutor” (1989), de Blake Edwards. Dowdell foi casada com a atriz Sheila Connolly (“Bandoleira por Vingança”) por 14 anos até seu divórcio em 1979. Segundo seus primos, ele achava impressionante que muitos se lembrassem de “Viagem ao Fundo do Mar” e ainda lhe pedissem autógrafo, meio século depois da exibição original.
Damnation: Série do diretor de A Qualquer Custo é cancelada após 1ª temporada
O canal pago americano USA Network anunciou o cancelamento de “Damnation”, série coproduzida com a Netflix. Com 680 mil telespectadores em média, a série nunca emplacou na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes), marcando mínimos 0,18 pontos de audiência. Produzida e dirigida por David Mackenzie, indicado ao Oscar 2017 de Melhor Direção por “A Qualquer Custo”, e escrita por Tony Tost (produtor-roteirista de “Longmire”), a série se passava durante a depressão econômica dos anos 1930. A trama girava em torno do confronto entre um falso pastor (Killian Scott, da série “Ripper Street”) e um fura-greve profissional (Logan Marshall-Green, de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) em meio a uma insurreição de trabalhadores contra um magnata do interior. O elenco também contava com Sarah Jones (séries “Vegas” e “The Path”), Zach McGowan (das séries “Black Sails” e “The 100”), Gabriel Mann (série “Revenge”), Christopher Heyerdahl (série “Van Helsing”), Timothy V. Murphy (série “The Bastard Executioner”), Melinda Page Hamilton (série “Mad Men”) e Joe Adler (série “Grey’s Anatomy”). “Damnation” estreou em novembro nos Estados Unidos e não entusiasmou a crítica, com 58% de aprovação no Rotten Tomatoes e 57 no Metacritic.
Diretor de La La Land desenvolve série para a Apple
O cineasta Damien Chazelle, vencedor do Oscar de Melhor Direção por “La La Land“, fechou com a Apple a produção de uma nova série dramática. Ainda sem título, a atração não teve premissa divulgada, mas, segundo o site The Hollywood Reporter, Chazelle planeja escrever e dirigir todos os episódios de uma hora de duração. Ele vai trabalhar na série com os produtores de “La La Land”, Jordan Horowitz e Fred Berger. O projeto da Apple será a segunda série do cineasta, que está atualmente trabalhando em “The Eddy”, série musical de oito episódios, passada num club de jazz de Paris, que será lançado pela Netflix. Além disso, Chazelle trabalha em seu próximo filme, “First Man”, filme sobre a conquista da Lua que voltará a reunir o diretor com Ryan Gosling, após o sucesso de “La La Land”. Já a Apple segue apostando nomes de grande porte para lançar suas primeiras séries. Ainda sem previsão de estreia, a empresa prepara um remake de “Amazing Stories”, de Steven Spielberg, uma nova sci-fi de Ronald D. Moore (criador de “Battlestar Galactica”), uma série que juntará Jennifer Aniston e Reese Witherspoon e duas outras produções de Witherspoon, com Kristen Wiig e Octavia Spencer.
Paul Bettany não fecha acordo e fica fora da série The Crown
Os produtores da série “The Crown” não entraram em acordo com o ator Paul Bettany (o Visão da franquia “Vingadores”) e a negociação para que ele interpretasse o Príncipe Philip na 3ª temporada foi encerrada. Nenhum motivo foi dado para a desistência. Agora, os produtores avaliarão outros candidatos ao papel desempenhado por Matt Smith nas duas primeiras temporadas. Todo o elenco vai mudar no próximo arco da história da família real britânica, que avançará uma década no tempo para mostrar o Reino Unido nos anos 1970 – época do Jubileu de Prata do reinado de Elizabeth II, do punk rock e da música “God Save the Queen”, dos Sex Pistols. Por enquanto, o elenco tem confirmadas apenas Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que substituirá Claire Foy como a rainha Elizabeth II, e Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), nova intérprete da princesa Margaret, vivida nas duas primeiras temporadas por Vanessa Kirby. Além dos personagens vistos nas duas primeiras temporadas, a série também introduzirá Camilla Parker-Bowles e a jovem Diana Spencer, futura Princesa Diana. A Netflix ainda não marcou a data de estreia dos novos episódios da série criada por Peter Morgan (“A Rainha”).
3ª temporada de The Crown vai introduzir a Princesa Diana
A 3ª temporada da série “The Crown” vai mostrar a juventude de Diana Spencer, antes de Lady Diana virar a Princesa Diana, segundo apurou a revista The Hollywood Reporter. Ela vai aparecer no final do terceiro ano da série da Netflix e ganhará mais destaque na 4ª temporada, cuja produção também foi confirmada pela publicação. Diana conheceu o Príncipe Charles em 1977, quando tinha 16 anos e o herdeiro da coroa britânica namorava sua irmã mais velha, Lady Sarah. Embora sua intérprete ainda não tenha sido revelada, o nome de Sophie Turner (a Sansa de “Game of Thrones”) tem sido especulado por alguns sites. Além de Diana, os novos episódios também devem apresentar Camilla Parker Bowles. Ela foi a primeira namorada séria do Príncipe Charles e virou sua amante enquanto ele era casado com Lady Di. Após o divórcio de Diana, os dois assumiram o relacionamento, o que gerou grande polêmica na sociedade britânica da época. Esta situação será abordada na 4ª temporada. Passado nos anos 1970, o terceiro ano de “The Crown” também trocará os intérpretes dos protagonistas da série. Olivia Colman (da série “Broadchurch”) substituirá Claire Foy como a rainha Elizabeth II e Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”) será a nova intérprete da princesa Margaret, vivida nas duas primeiras temporadas por Vanessa Kirby.
MaddAddam: Vem aí nova série sci-fi baseada nos livros da autora de The Handmaid’s Tale
A Paramount Television e a Anonymous Content anunciaram que vão produzir uma nova série baseada na obra da escritora canadense Margaret Atwood. Autora dos livros que inspiraram a série multipremiada “The Handmaid’s Tale” e a minissérie “Alias Grace”, Atwood está em alta e a bola da vez é sua trilogia “MaddAddam” (publicada no Brasil pela editora Rocco). Assim como “The Handmaid’s Tale”, “MaddAddam” também é uma distopia. Os três livros da série (“Oryx e Crake”, “O Ano do Dilúvio” e “MaddAddam”) se encaixam no que Atwood descreve como “ficção especulativa”, abordando assuntos como catástrofes biológicas, experiências genéticas e regimes totalitários provocados por colapsos ambientais. Na trama, o mundo é apresentado como um lugar pós-apocalíptico e melancólico, habitado por criaturas biologicamente modificadas e tomadas pelo vício. Desastres ambientais e experiências genéticas ajudaram a transformar o planeta num território devastado, e as consequências são narradas pelo último sobrevivente da humanidade, que tem apenas a companhia de crianças criadas num laboratório. Em comunicado, a autora de 78 anos disse estar entusiasmada com a “deslumbrante apresentação visual” que os produtores imaginam para a adaptação. Há três anos, o diretor Darren Aronowsky (“Mãe!”) tentou desenvolver uma adaptação da trilogia para a HBO, mas o projeto não foi adiante pelo custo elevado. Ainda não há cronograma para a nova produção nem canal definido para a exibição da série, embora a Paramount tenha demonstrado interesse em investir mais em seu próprio canal pago nos Estados Unidos, lançado agora em janeiro – no lugar do antigo canal Spike.












