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    Locke & Key: Série baseada em quadrinhos de terror do filho de Stephen King escala protagonistas

    21 de dezembro de 2018 /

    A Netflix anunciou os primeiros nomes da série de terror “Locke & Key”, baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King, que terá adaptação de Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”). “Locke & Key” acompanha uma mãe e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados pela entidade do mal chamada Dodge, determinada a mantê-los presos de qualquer jeito até conseguir o que quer. Mas logo descobrem chaves que abrem portas para outras dimensões e que são capazes transformar as pessoas que passam por elas. Os jovens Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Jackson Robert Scott (“It: A Coisa”) são os atores confirmados no elenco. Eles viverão, respectivamente, os irmãos Tyler, Kinsey e Bode Locke. Trata-se do terceiro elenco diferente da produção, que antes de ganhar sinal verde da plataforma teve dois pilotos recusados, pela Hulu e pela Fox. Por sinal, Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, já estava escalado no piloto anterior. Desta vez, o projeto já está aprovado. Um trauma a menos, pois a produção está há sete anos sofrendo para sair do papel. Vale lembrar que a Fox encomendou a primeira adaptação em 2011, para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). E também naquela ocasião o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), foi rejeitado. Carlton Cuse envolveu-se com o material durante o desenvolvimento do piloto para a Hulu. E a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que se tratava de uma produção do diretor Andy Muschietti, que, na ocasião, voltaria a trabalhar com três atores jovens de “It: A Coisa” na atração. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix, enquanto o cineasta passou a priorizar a continuação de “It: A Coisa”. Por conta disso, Muschietti não irá dirigir o novo piloto. Mesmo assim, ainda continuará a ser creditado como produtor na Netflix. Tudo isso conspira para a produção da Netflix ser bem diferente da versão apresentada para a Hulu. A 1ª temporada terá 10 episódios e as gravações começam agora em janeiro no Canadá. Veja algumas capas da publicação original da editora IDW abaixo.

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    2ª temporada de Titãs terá Superboy e Krypto

    21 de dezembro de 2018 /

    O final da temporada inaugural de “Titãs” (Titans), primeira série da plataforma DC Universe, incluiu uma cena pós-créditos que apontou os rumos da trama para o próximo ano de produção. A sequência revela um clone com um logo de Superman tatuado no corpo, que se liberta do confinamento de um laboratório, acompanhado por um cachorro de olhos vermelhos flamejantes. Trata-se, claro, de Superboy e Krypto. Veja abaixo. Por sinal, a história do despertar e fuga de Superboy (sem o cachorro) já foi adaptada antes numa produção da DC: na 1ª temporada de “Young Justice”, a série animada da Justiça Jovem. Por conta disso, a premissa deixou os fãs extremamente empolgados e ansiosos pelos próximos episódios. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, o produtor Greg Walker confirmou que a série vai mesmo introduzir Conner Kent, o Superboy, na 2ª temporada, embora essa reviravolta não fizesse parte da concepção da série. “Não foi totalmente planejado desde o primeiro dia – ou talvez estivesse nas cabeças de Geoff Johns e Akiva Goldsman, mas eles não me disseram. Acho que sabíamos que seria uma direção emocionante para os fãs e interessante para nós também, e esse foi o melhor momento para abordá-la”, ele contou. “O que posso dizer é que ainda queremos seguir a mesma abordagem dimensional e psicologicamente fundamentada que fizemos com os outros personagens e aplicar essa mesma pressão a Conner Kent e ver o que acontece quando você testa um personagem assim. Você sabe, questões de identidade, questões de poder, questões de seu lugar no universo. Essas são todas as perguntas que são interessantes para qualquer tipo de personagem do Superman, e são especialmente interessantes para Conner”, completou. A produção da 2ª temporada de “Titãs” já está confirmada, mas ainda não tem previsão de estreia. A série ainda não teve lançamento nacional, mas falta pouco para os fãs brasileiros de quadrinhos conhecê-la. Ela desembarca no país em 11 de janeiro, via Netflix.

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    Astro do remake de Kickboxer vive o Batman na série Titãs

    21 de dezembro de 2018 /

    A DC Universe liberou a identidade do intérprete de Batman na season finale da série “Titãs”, exibida nesta sexta (21/12) nos Estados Unidos. Trata-se do astro do remake de “Kickboxer”, o ator e dublê Alain Moussi. Ele mesmo disponibilizou a identificação nas redes sociais. Veja abaixo. Moussi já apareceu antes nas séries da DC. Ele é dublê de cenas de ação de “Arrow”, que contém algumas das lutas mais intensas já mostradas numa produção de super-heróis. Seus próximos trabalhos no cinema são, como dublê, “X-Men: Fênix Negra” e, como ator, o terceiro longa da franquia “Kickboxer”. Já renovada para a 2ª temporada, “Titãs” estreia no Brasil em 11 de janeiro, via Netflix. Visualizar esta foto no Instagram. Well… cats out of the bag… or should I say the bat’s out of the cave lol • I share this one with my brother from another mother @maximsavarias ? We both had the honor of wearing Batman’s mask in the season finale of @dcutitans ? Got some fun behind the scenes coming soon ? . . . . . #imbatman #dcutitans #dcu #titans #batman #darkknight Uma publicação compartilhada por Alain Moussi (@alainmoussi) em 17 de Dez, 2018 às 8:58 PST

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  • Série

    Stargirl: Nova série da DC Comics escala trio de supervilões

    21 de dezembro de 2018 /

    A plataforma DC Universe anunciou os antagonistas de “Stargirl”. Os super-heróis da Sociedade da Justiça da América vai enfrentar ninguém menos que a Sociedade da Injustiça, formada por supervilões clássicos dos quadrinhos. E três desses personagens já tiveram seus intérpretes anunciados. Os nomes confirmados até o momento são Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) como Tigresa, Neil Hopkins (“Matador”) como Mestre dos Esportes e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como Rei Dragão. Veja as imagens abaixo. A Sociedade da Injustiça foi o primeiro grupo de supervilões dos quadrinhos, criado em 1947 por Sheldon Mayer e Bob Kanigher. A formação mais recente foi introduzida em 2005 com a motivação, justamente, de raptar Stargirl. “Stargirl” está sendo desenvolvida por Geoff Johns, um dos criadores da série “The Flash” e que também criou a própria personagem nos quadrinhos em 1999, inspirado em sua irmã, morta num acidente aéreo três anos antes. A super-heroína do título será vivida por Brec Bassinger (“The Goldbergs”). Na trama, Courtney é uma jovem adolescente que, ao descobrir os seus poderes, tenta juntar um grupo de super-heróis e salvar o mundo de uma ameaça que vem direto do passado. O elenco também inclui Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Yvette Monreal (de “Matador” e do vindouro “Rambo 5”) e Christopher James Baker (“True Detective” e “Ozark”) em papéis não divulgados. Prevista para agosto, “Stargirl” será lançada no serviço de streaming DC Universe após as novas séries da “Patrulha do Destino” e do “Monstro do Pântano”.

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  • Série

    Russian Doll: Nova série de Natasha Lyonne ganha teaser e primeiras fotos

    21 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos e um teaser para anunciar a data de estreia de “Russian Doll”. nova série de Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”). Na trama de comédia, ela vive Nadia, que embarca numa jornada – aparentemente inevitável – como a convidada de honra de uma festa na cidade de Nova York. Além de estrelar, Lyonne criou a atração em parceria com a atriz Amy Poehler (“Parks and Recreation”) e a cineasta Leslye Headland (“Quatro Amigas e um Casamento”). O elenco também inclui Greta Lee (“High Maintenance”), Yul Vazquez (“Narcos: México”), Elizabeth Ashley (“Treme”) e Charlie Barnett (“Chicago Fire”), além de participações de Chloë Sevigny (“Bloodline”), Dascha Polanco (“Orange Is the New Black”), Rebecca Henderson (“Westworld”), Jeremy Bobb (“The Knick”) e Ritesh Rajan (“Stitchers”). A estreia está marcada para o dia 1° de fevereiro.

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    The Walking Dead revela nova vilã no primeiro teaser dos próximos capítulos

    21 de dezembro de 2018 /

    Depois de apresentar os pôsteres, o canal pago AMC divulgou o primeiro teaser de “The Walking Dead” centrado na líder dos Sussurradores, os vilões que ganharão ainda mais destaque na segunda metade da 9ª temporada. A prévia oferece um bom close em Alpha (Samantha Morton, de “Minority Report”), que chefia o bando, costurando e vestindo uma máscara de pele de zumbi – ao melhor estilo Leatherface (“Massacre da Serra-Elétrica”)! Os Sussurradores têm este nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi. Trajando peles de zumbis, caminham em meio aos infectados e comunicam-se apenas por sussurros, conduzindo hordas de mortos-vivos em ataques contra comunidades para ficar com os espólios. Além de Alpha, o grupo destaca o segundo em comando Beta (Ryan Hurst, de “Sons of Anarchy”) e Lydia (Cassady McClincy, de “Castle Rock”), a filha adolescente de Alpha. Ainda sem título, o próximo episódio de “The Walking Dead” vai ao ar apenas em 10 de fevereiro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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    Trailer de 4 minutos antecipa final emocionante da série Gotham

    21 de dezembro de 2018 /

    A rede americana Fox divulgou um trailer de 4 minutos da 5ª temporada de “Gotham”, que irá encerrar a série. A prévia começa com uma pequena recapitulação, mas a maioria das suas cenas são inéditas e emocionantes, revelando o retorno dos personagens que ficaram à beira da morte ou tiveram suas histórias interrompidas na temporada anterior. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. Além desse elenco central conhecido, as cenas também destacam a introdução do vilão Bane, que será vivido por Shane West (“Nikita”, “Salem”), e sugerem a transformação definitiva de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan) no Coringa, durante uma luta contra Bruce Wayne. Com a premissa de “Terra de Ninguém” (No Man’s Land no original), título de um crossover dos quadrinhos de Batman, a reta final ainda vai mostrar a cidade sitiada, após a destruição de suas pontes, fazendo com que inimigos precisem se unir para impedir o caos. Os 12 episódios finais de “Gotham” estreiam em 3 de janeiro nos Estados Unidos.

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    Donald Moffat (1930 – 2018)

    21 de dezembro de 2018 /

    Morreu o veterano ator Donald Moffat, que fez sucesso na Broadway, no cinema e na televisão. Ele morreu na quinta-feira (20/12) em Sleepy Hollow, Nova York, aos 87 anos, após complicações de um derrame recente. Durante a longa carreira, que durou quase 50 anos, ele apareceu em 80 peças teatrais, dirigiu outras 10, fez 70 filmes e telefilmes e pelo menos 60 episódios de séries televisivas. Moffat nasceu em Plymouth, na Inglaterra, e se mudou para os EUA aos 26 anos. Ele começou sua trajetória no teatro e chegou a ser indicado ao prêmio Tony de Melhor Ator em 1967. A essa altura, já tinha uma década de experiência, tanto nos palcos quanto na televisão. Sua primeira participação televisiva foi num episódio da série noir “Cidade Nua”, em 1958. A estreia no cinema, porém, só foi acontecer depois da consagração teatral. Seu primeiro papel veio em “Rachel, Rachel” (1968), que também marcou o debut do astro Paul Newman como diretor. Durante os anos 1970, alternou aparições em episódios de séries clássicas, como “Missão Impossível”, “Lancer”, “Chaparral”, “Bonanza”, “Galeria do Terror”, “Gunsmoke”, “Tempera de Aço”, “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, “Os Waltons” e “Os Pioneiros”, antes de ser escalado em seu primeiro papel fixo numa série, como o androide Rem na cultuada sci-fi “Fuga das Estrelas” (Logan’s Run), versão televisiva do filme “Fuga no Século 23” (1976). Paralelamente, caprichou em sua seleção de personagens em filmes icônicos, incluindo “R.P.M.: Revoluções por Minuto” (1970), de Stanley Kramer, o western “Sem Lei e Sem Esperança” (1972), de Philip Kaufman, a sci-fi “O Homem Terminal” (1974), de Mike Hodges, e o desastre clássico “Terremoto” (1974), de Mark Robson. O auge da carreira cinematográfica aconteceu na década de 1980, inaugurada por “Política do Corpo e Saúde” (1980), de Robert Altman. Em seguida, ele participou de dois dos filmes mais comentados do período. Viveu o comandante de uma estação de pesquisa antártica na cultuada sci-fi de terror “O Enigma de Outro Mundo” (The Thing, 1982), de John Carpenter, e roubou a cena como o vice-presidente Lyndon B. Johnson em “Os Eleitos” (The Right Stuff, 1983), seu segundo filme dirigido por Philip Kaufman, sobre o início do programa espacial americano. Os dois papéis foram sucedidos por uma enxurrada de trabalho. Moffat participou de um arco em “Dallas”, mas quase não teve tempo de fazer TV, brilhando em filmes diversos, do drama “A Baía do Ódio” (1985), de Louis Malle, ao trash “O Monstro do Armário” (1986). Ele retomou sua parceria bem sucedida com Kaufman em outro longa cultuado, “A Insustentável Leveza do Ser” (1988), e continuou acumulando obras de mestres do cinema. Vieram “Muito Mais que um Crime” (1989), de Costa-Gavras, “A Fogueira das Vaidades” (1990), de Brian De Palma, “Uma Segunda Chance” (1991), de Mike Nichols, “A Fortuna de Cookie” (1999), de Robert Altman, sem esquecer o papel de presidente corrupto dos Estados Unidos em “Perigo Real e Imediato” (1994), de Phillip Noyce, entre uma variedade de títulos. Em 2000, ele entrou em “Bull”, primeira série do canal pago TNT, focada no mercado financeiro. Mas a experiência se provou amarga. A série foi cancelada na metade da 1ª temporada e ele só fez mais três trabalhos depois disso – o telefilme esportivo “A História de um Recorde” (2001) e episódios individuais de “West Wing” (em 2003) e “Law & Order: Trial by Jury” (em 2005).

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    Love Is_ é cancelada após denúncia de plágio e abuso sexual do produtor

    21 de dezembro de 2018 /

    O canal pago americano OWN cancelou a série “Love Is_”, que não terá 2ª temporada. A decisão foi consequência de uma denúncia de abuso contra o criador da atração, Salim Akil (criador também da série do herói “Raio Negro”). A atriz Amber Dixon Brenner (do filme “Selvagens”) acusou o produtor de violência doméstica, estupro e por roubar-lhe a ideia de “Love Is_”. Segundo apurou o site The Wrap, a Warner, que produz “Love Is_” e “Black Lightning” (a série do Raio Negro), nunca recebeu nenhuma reclamação sobre o comportamento de Akil no set, por isso ele segue trabalhando enquanto o estúdio investiga os méritos da acusação. Como a denúncia foca problemas fora do ambiente de trabalho, a situação é bem diversa daquela de outros casos que causaram demissões de produtores. Amber Dixon Brenner afirmou que iniciou um caso com Salim Akil há dez anos e que estiveram juntos até ano passado, apesar dele ser casado. Durante este tempo, segundo ela, o produtor a agrediu inúmeras vezes e ainda a forçou a fazer sexo oral nele em múltiplas ocasiões. Apesar dos dez anos de alegado relacionamento, ela busca, ao final da relação, uma compensação pelos abusos sofridos e, supostamente, por ter tido a ideia de “Love Is_”, roubada pelo produtor. Segundo os documentos oficiais, Brenner afirma que escreveu em 2016 um roteiro chamado “Luv & Perversity in the East Village”, baseado no relacionamento abusivo entre eles. E que após mostrá-lo para Salim, ele o copiou na série “Love Is” sem lhe dar nenhum crédito ou compensação. Ela processou também o canal OWN por direitos da ideia roubada, e acrescenta estresse emocional à ação por abuso movida contra o produtor. Salim Akil é casado há 20 anos com Mara Brock Akil. O casal compartilha os créditos pela criação de “Love Is_”, bem como por “Black Lightning” na rede americana CW.

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    Estudo garante que a série clássica Friends foi a mais maratonada de 2018

    21 de dezembro de 2018 /

    Um estudo da empresa TV Time apontou a série “Friends”, que não é mais produzida há 14 anos, como a mais “maratonada” de 2018, graças a sua presença no serviço de streaming Netflix. Para o estudo, foram considerados os comportamentos de 12 milhões de usuários do aplicativo da empresa ao redor do mundo, além de uma definição de maratona como o hábito de assistir ao menos quatro episódios de uma mesma série em um período de 24 horas. A sitcom que acompanha a vida de seis jovens de 20 e poucos anos em Nova York manteve-se tão popular em 2018 que motivou uma renovação milionária para permanecer na plataforma. Segundo o jornal The New York Times, a Netflix teria aceito pagar US$ 100 milhões para manter as dez temporadas das histórias de Rachel, Monica, Ross, Chandler, Joey e Phoebe disponíveis em seu catálogo. Em 2º lugarm ficou “Grey’s Anatomy”, que é exibida numa rede de TV aberta, a ABC, mas vista em estilo de binge-watching também pela Netflix. Não foi por acaso que a plataforma contratou sua criadora, Shonda Rhimes, por um valor não revelado para criar séries exclusivas para streaming. A lista segue com uma produção original da Netflix na 3ª posição: “13 Reasons Why”. Na sequência, vêm a espanhola “La Casa de Papel” (que estreou antes no canal Antena 3) e “Riverdale” (nos Estados Unidos, a série é exibida pelo canal The CW). Abaixo, a lista das 10 séries mais maratonadas de 2018, segundo o estudo. 1. “Friends” 2. “Grey’s Anatomy” 3. “13 Reasons Why” 4. “La Casa de Papel” 5. “Riverdale” 6. “Brooklyn Nine-Nine” 7. “The 100” 8. “Orange Is the New Black” 9. “The Big Bang Theory” 10. “Pretty Little Liars”

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    Série da Patrulha do Destino ganha primeiro teaser, pôsteres e data de estreia oficial

    21 de dezembro de 2018 /

    A plataforma DC Universe divulgou uma coleção de pôsteres e o primeiro teaser da série da “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), grupo que foi introduzido em “Titãs” (Titans). A prévia revela a data de estreia da atração, que será a segunda produção live-action do serviço de streaming, enquanto os cartazes destacam individualmente cada intérprete e seu personagem. Os quadrinhos dos heróis perderam popularidade com o tempo, mas a Patrulha do Destino é considerada os X-Men da DC Comics. Na verdade, o mais correto, pela ordem de lançamento, seria chamar os X-Men de Patrulha do Destino da Marvel. O grupo da DC é até mais rejeitado pela humanidade que os mutantes, devido às suas aparências. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. A sinopse oficial da série diz: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier. Os demais personagens que apareceram em “Titans” são Cliff Steele, o Homem-Robô, Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica. A série acrescentou mais dois personagens ao grupo e mudou praticamente todo o elenco, embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, o Chefe será vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Já o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em sua estreia, serão dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Além disso, a Patrulha ganhará novos integrantes, como Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. A série da Patrulha do Destino vai estrear em 15 de fevereiro nos Estados Unidos, e deve chegar ao Brasil entre abril e maio via Netflix.

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    Diretor de White God desenvolve série sobre indústria pornô europeia

    21 de dezembro de 2018 /

    O cineasta húngaro Kornel Mundruczo, que ficou mundialmente conhecido pelo sucesso de “White Dog” (2014), filme sobre uma revolução de cachorros, está desenvolvendo uma série sobre a indústria pornográfica europeia. Ele vai dirigir os episódios e escrever em parceria com Kata Wéber, sua parceira nos roteiros de “White Dog” e “Lua de Júpiter” (2017). A produção é do russo Alexander Rodnyansky, produtor dos premiados “Leviatã” (2014) e “Sem Amor” (2017). Rodnyansky revelou a novidade num comunicado, que afirma que a produção será falada em inglês e com um elenco internacional. As gravações vão acontecer em Budapeste, capital da Hungria, e não há outras informações, como canal envolvido e previsão de estreia. “A pornografia desempenhou um papel muito importante na vida da humanidade”, disse Rodnyansky, no anúncio da produção. “Esse negócio é baseado na exploração do corpo feminino e gostaríamos de contar uma história sobre as mudanças nessa indústria em um momento de mudanças fundamentais nas atitudes em relação às mulheres.” Ele acrescentou ter “fé na visão criativa de Kornel Mundruczo, um dos diretores mais talentosos da Europa”.

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    Barrados no Baile vai ganhar revival com elenco original dos anos 1990

    21 de dezembro de 2018 /

    A série “Barrados no Baile” (Beverly Hills 90210), fenômeno da cultura pop nos anos 1990, vai ganhar uma nova versão. Com boa parte do elenco original. De acordo com o site Deadline, Jennie Garth (Kelly), Tori Spelling (Donna), Jason Priestley (Brandon), Ian Ziering (Steve), Brian Austin Green (David) e Gabrielle Carteris (Andrea) estão ligados ao projeto. Ele foi criado por Mike Chessler e Chris Alberghini, que trabalharam em “90210”, reboot de “Barrados no Baile”, que acompanhou uma nova geração de estudantes da West Beverly Hills High School, em 2008. Na ocasião, alguns integrantes da série clássica fizeram participações especiais. A nova série ainda está sendo negociada com canais de TV e serviços de streaming, e já tem vários interessados. A produção é da CBS Television Studios. Tori Spelling já havia insinuado em março que “Barrados no Baile” poderia ganhar uma vida nova, ao publicar uma foto em que anunciava estar “de volta ao trabalho” e marcava a amiga e colega Jennie Garth. Nas hashtags, ela escreveu “90210 vibes” e “Donna e Kelly para sempre”. Criada por Darren Star e produzida por Aaron Spelling, a série original durou uma década, de 1990 a 2000, e ajudou a definir parte dos anos 1990. Também faziam parte da série Shannen Doherty, que causou problemas nos bastidores da produção e hoje luta contra o câncer, e Luke Perry, atualmente no elenco de “Riverdale” como pai de Archie Andrews. Já o reboot “90210” ficou no ar por cinco temporadas, de 2008 a 2013, e revelou o destino de alguns dos personagens originais.

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