Netflix oficializa série baseada nos quadrinhos de Sandman
A Netflix assinou o contrato e oficializou a produção de uma série baseada nos cultuados quadrinhos de “Sandman”, de Neil Gaiman, após a negociação ser revelada no fim de semana. Em comunicado, a plataforma de streaming anunciou a encomenda de 11 episódios para a 1ª temporada da atração, produzida pela Warner Bros. Television (WBTV). Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela WBTV, superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. O estúdio definiu o roteirista Allan Heinberg (do filme da “Mulher-Maravilha”) como responsável pela adaptação, além de contar com o envolvimento do criador da história em quadrinhos, Neil Gaiman (também de “American Gods” e “Good Omens”), e o roteirista David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) na produção. “Estamos entusiasmados em fazer parceria com Neil Gaiman, David S. Goyer e Allan Heinberg para finalmente trazer a icônica série de quadrinhos de Neil, ‘Sandman’, para as telas”, declarou Channing Dungey, vice-presidente de originais da Netflix. “Desde os seus personagens e histórias ricas aos seus mundos bem construídos, temos o prazer de criar uma série épica original que mergulha profundamente neste universo complexo adorado pelos fãs de todo o mundo”, acrescentou. A Netflix definiu a obra original como “uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria, na qual a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados”. Esta definição é parte de um esboço de sinopse, que ainda diz que “’Sandman’ acompanha os lugares e pessoas afetados por Morpheus, O Rei do Sonho, enquanto corrige os erros cósmicos – e humanos – que cometeu ao longo de sua vasta existência.” A publicação de “Sandman” consolidou o gênero dos quadrinhos adultos na virada dos anos 1980 para os 1990, impulsionando o lançamento do selo Vertigo, divisão adulta da DC Comics. A trama durou 75 edições (de 1989 a 1996) acompanhando Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D, inclusive Dream (Sonho), o “verdadeiro” nome de Sandman. Embora encerrada em 1996, a revista em quadrinhos original ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazikeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix. A série de “Sandman” ainda não tem previsão de estreia.
Série Batwoman ganha seu primeiro pôster
A rede The CW divulgou o primeiro pôster da série “Batwoman”, que foi desenvolvido para a San Diego Comic-Con. A imagem traz a atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) com o uniforme vermelho e preto da heroína. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Ruby Rose (de “Megatubarão”) será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Caroline Dries é a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. O elenco da série inclui ainda Dougray Scott (“Fear the Walking Dead”), Rachel Skarsten (a rainha Elizabeth de “Reign”), Meagan Tandy (“Teen Wolf”), Camrus Johnson (“Luke Cage”) e Nicole Kang (“You”). A estreia está marcada para 6 de outubro nos Estados Unidos.
Veja uma cena completa de Paris Jackson na nova temporada de Scream
O canal pago americano VH1 divulgou uma cena completa da nova temporada de “Scream”, série baseada nos filmes de terror lançados no Brasil com o título de “Pânico”. A prévia é focada na personagem de Paris Jackson (filha de Michael Jackson) e remete à participação icônica de Drew Barrymore no longa de 1996. Mas o final tem uma reviravolta. Em seu retorno à televisão, a série sofrerá um reboot, trazendo novos personagens e atores para a trama de terror, que não se conectará com os acontecimentos dos dois primeiros anos. Em vez disso, resgatará a máscara original dos filmes de Wes Craven. E terá subtítulo. A atração vai se chamar, em inglês, “Scream: Ressurrection”. Para atrair o público do canal (voltado para a música pop), a atração terá muitas conexões musicais, como a cantora e atriz Mary J. Blige, indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound: Lágrimas sobre o Mississippi”, o rapper Tyga, C.J. Wallace (filho do rapper Notorious B.I.G.) e a mencionada Paris Jackson. Além disso, a produção está a cargo da cantora Queen Latifah (“Star”). O elenco também inclui RJ Cyler (“Power Rangers”), Keke Palmer (“Scream Queens”), Tyler Posey (“Teen Wolf”), Giorgia Whigham (“13 Reasons Why”), Giullian Yao Gioiello (“Julie’s Greenroom”) e Jessica Sula (“Fragmentado”). A série terá seis episódios com roteiro e produção de Brett Matthews (“The Vampire Diaries”), e estreia na próxima segunda-feira (8/7) nos Estados Unidos.
Killjoys: Última temporada da série sci-fi ganha dois trailers
O canal pago SyFy divulgou dois trailers (um para os EUA e outro para o Reino Unido) da 5ª e última temporada de “Killjoys”. A prévia destaca o humor da trama e o empoderamento de sua heroína. Criada por Michelle Lovretta (também criadora de “Lost Girl”), a série segue um trio de caçadores de recompensas interplanetárias – a líder rebelde Dutch (Hannah John-Kamen) e dois irmãos, o nerd de computação John Jaqobis (Aaron Ashmore) e o militar D’avin Jaqobis (Luke MacFarlane) – à beira de uma guerra multiplanetária. A atriz britânica Hannah John-Kamen ganhou grande projeção após estrelar a série, conquistando papéis em filmes como “Tomb Raider”, “Jogador Nº 1” e “Homem-Formiga e a Vespa”. Mas a trama repleta de gírias inventadas, mitologia hermética e referências sci-fi não é para o telespectador casual. Os últimos episódios começam a ser exibidos em 19 de julho na América do Norte.
Criador de A Maldição da Residência Hill emplaca nova série de terror na Netflix
A Netflix vai produzir uma nova série de terror do cineasta Mike Flanagan, responsável pela arrepiante e bem-sucedida “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House). Intitulada “Midnight Mass” (missa da meia-noite, em tradução literal), a atração vai se passar numa comunidade isolada, que começa a testemunhar fenômenos inexplicáveis após a chegada de um jovem e carismático padre. A plataforma de streaming encomendou sete episódios da série, que ainda não tem previsão de estreia. A produção faz parte de um contrato assinado em fevereiro entre a Netflix e a FlanaganFilm, produtora do diretor, que inclui a 2ª temporada de “A Maldição da Residência Hill” – rebatizada, em inglês, como “The Haunting of Bly Manor”.
Suits: Patrick J. Adams retorna no trailer da 9ª e última temporada
O canal pago americano USA divulgou o trailer da 9ª e última temporada da série “Suits”. A prévia mostra a firma dos protagonistas ameaçada de fechar e o retorno de Mike Ross (Patrick J. Adams) durante a crise. “Eu sempre tenho tempo para velhos amigos”, ele diz, apertando a mão de Harvey Specter (Gabriel Macht). Adams saiu da série junto de Meghan Markle, a atual duquesa de Sussex, quando seus personagens se casaram no final da 7ª temporada. Além de uma participação confirmada no quinto capítulo da 9ª temporada, ele também deve aparecer no episódio final da série. A prévia também apresenta a representante da Associação dos Advogados de Nova York, Faye Richardson (papel de Denise Crosby, do “Cemitério Maldito” original), designada para investigar os problemas da firma. A última temporada de “Suits” terá apenas 10 episódios, que começam a ser exibidos no dia 17 de julho pelo canal pago USA Network nos Estados Unidos. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
WarnerMedia oficializa série animada dos Gremlins
A WarnerMedia oficializou a produção de uma série animada baseada no filme clássico “Gremlins”. Intitulada “Gremlins: Secrets of the Mogwai”, a animação ganhou sua primeira arte, que destaca a silhueta de Gizmo. Veja abaixo. A série terá 10 episódios com aproximadamente 30 minutos de duração e será disponibilizada no vindouro serviço de streaming dos estúdios Warner, ainda sem data de lançamento. A trama será um prólogo do longa de Joe Dante e vai mostrar o Sr. Wing – o vovô chinês interpretado nos filmes por Keye Luke – em sua juventude na Xangai dos anos 1920, onde conhece o amigável mogwai Gizmo. A atração está sendo desenvolvida pelo roteirista Tze Chun, do thriller “Dinheiro Sujo” (2013) e da série “Gotham”. O “Gremlins” original contava a história de Billy Peltzer (Zach Galligan), que ganha um novo bichinho de estimação, um mogwai, sem imaginar que, se não seguisse as regras de como tratá-lo, poderia liberar no mundo verdadeiras pestes monstruosas. Escrito por Chris Columbus (o diretor de “Esqueceram de Mim”), o filme chegou aos cinemas em 1984 e fez tanto sucesso que ganhou uma continuação, “Gremlins 2: A Nova Geração”, em 1990. Desde 2010, a Warner discutia como retomar a franquia, e chegou até a considerar um terceiro filme, novamente dirigido por Dante. Mas esta produção nunca saiu do papel.
Divorce: Série estrelada por Sarah Jessica Parker vai acabar na 3ª temporada
A HBO decidiu se divorciar da série “Divorce”. A atração estrelada por Sarah Jessica Parker (“Não Sei Como Ela Consegue”) e Thomas Haden Church (“Compramos um Zoológico”) vai acabar em sua 3ª temporada. Criada por Sharon Horgan (série “Pulling”), a série retorna para seus últimos episódios nesta segunda (1/7) nos Estados Unidos. E será uma temporada abreviada, após menos de 500 mil telespectadores assistirem à produção no ano passado. É interessante reparar na contagem regressiva que levou ao cancelamento. A 1ª temporada teve 10 episódios, a 2ª diminuiu para 8 e a 3ª terá apenas 6 capítulos para encerrar a trama. A produção marcou a volta de Parker para a HBO, mais de uma década após o fim de “Sex and the City”. Mas sem o mesmo sucesso. Na nova série, ela interpretava uma mulher recém-divorciada, que precisa lidar com o longo processo de separação do ex-marido (Church) e iniciar uma nova etapa em sua vida. O elenco também incluía Molly Shannon (série “Enlightened”), Talia Balsam (série “Mad Men”), Sterling Jerins (“Inovocação do Mal 2”) e Tracy Letts (série “Homeland”). Além destes, Becki Newton (“Ugly Betty”), introduzida como intérprete recorrente na 2ª temporada, integra o elenco fixo dos capítulos finais.
Kaley Cuoco vai estrear série de suspense após The Big Bang Theory
A atriz Kaley Cuoco, conhecida pelo papel de Penny em “The Big Bang Theory”, já definiu sua próxima série. Ela vai trocar a comédia pelo suspense para estrelar “The Flight Attendant”, produção em desenvolvimento para o vindouro o serviço de streaming da WarnerMedia. Inspirado no livro homônimo de Chris Bohjalian, “The Flight Attendant” gira em torno de Cassandra (Cuoco), a comissária de bordo do título. Na trama, ela acorda alcoolizada em um quarto de hotel em Dubai e percebe que há um homem morto ao seu lado na cama. Com medo de chamar a polícia e sem lembrar o que aconteceu na noite anterior, ela segue o seu dia como se nada tivesse acontecido. Mas quando seu voo chega à Nova York, o FBI está lhe aguardando no aeroporto. A adaptação está a cargo do roteirista Steve Yockey (“Supernatural”) e a produção vai juntar Cuoco, via sua empresa Yes Norman, com o ubíquo Greg Berlanti (“The Flash”, “Riverdale”, etc), o produtor com mais séries exibidas simultaneamente em todos os tempos. O projeto é o primeiro de um contrato assinado por Cuoco com a WarnerMedia. Pelo acordo, a atriz vai criar, produzir, dirigir e estrelar diversas séries para o estúdio nos próximos anos.
Trailer da série inspirada por Quatro Casamentos e um Funeral destaca atriz de Game of Thrones
A plataforma Hulu divulgou o pôster, nove fotos e o primeiro trailer da série “Four Weddings and a Funeral”, inspirada na comédia romântica britânica “Quatro Casamentos e um Funeral”, responsável pela febre do gênero nos anos 1990. A atração é estrelada pela atriz Nathalie Emmanuel, conhecida pelo papel de Missandei na série “Game of Thrones”. E o detalhe é que a atriz Andie MacDowell, que estrelou o filme de 1994, também faz participação especial na série. Outros integrantes do elenco incluem Brandon Mychal Smith (“You’re the Worst”), Zoe Boyle (“Frontier”), Rebecca Rittenhouse (“The Mindy Project”), John Reynolds (“Search Party”), Jennie Jacques (“Vikings”), Nikesh Patel (“Invasão a Londres”), Harish Patel (“Maratona do Amor”) e Guz Khan (“Borderline”). Como no filme que transformou o ator Hugh Grant em ídolo das comédias românticas, a série acompanhará um grupo de amigos à medida que suas vidas se cruzam entre cinco eventos. A diferença é que a produção da Hulu gira em torno de quatro amigos americanos – Maya (Emmanuel), Craig (Smith), Ainsley (Rittenhouse) e Duffy (Reynolds) – que se reúnem para um fabuloso casamento em Londres. Mas depois que uma bomba no altar balança a estabilidade de suas vidas, eles devem resistir a um ano tumultuado de romances e desgostos. Relacionamentos são iniciados e interrompidos, escândalos políticos expostos, casos de amor são inflamados e, claro, há quatro casamentos e um funeral. A adaptação foi desenvolvida pela comediante Mindy Kaling ao lado do roteirista Matt Warburton, respectivamente criadora e showrunner de “The Mindy Project”. Além deles, a produção contará com o roteirista do filme original, o mestre das comédias românticas Richard Curtis. A estreia está marcada para 31 de julho.
Henry Cavill aparece em pôster e novas fotos da série The Witcher
A Netflix divulgou o pôster e novas fotos da série “The Witcher”. As imagens destacam o trio central da saga de fantasia, mostrando Henry Cavill (de “Missão Impossível: Efeito Fallout”) como o guerreiro Geralt of Rivia, Freya Allan (da série “Into the Badlands”) na pele da Princesa Ciri e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. E, como não poderia deixar de ser, já há polêmica racial em torno da aparência de Yennefer, que não seria “eslava” suficiente. Fãs da saga encheram o Twitter da Netflix de gifs, memes e reclamações contra o tom de pele da personagem. E o detalhe é que ainda não surgiram fotos de Anna Shaffer (da franquia “Harry Potter”) como Triss Marigold, a mudança racial mais radical da produção. Vale observar que “The Witcher” é sinônimo de polêmica racial. Em 2015, o game “The Witcher 3” já tinha sido acusado de racismo por alguns críticos, por incluir apenas personagens humanos brancos, enquanto os monstros tinham uma variedade enorme de cores. Os fãs reagem a esse tipo de observação lembrando que a saga é polonesa e se passa numa Europa medieval imaginária, que registra a herança étnica da civilização eslava. O papel em “The Witcher” marca o retorno de Cavill às séries após o fim de “The Tudors”, em 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só por suas aparições como Superman nos filmes da DC, mas também por longas como “Missão Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Ainda não há previsão para a estreia, que deve acontecer em 2019.
Blood & Treasure é renovada para 2ª temporada
A rede CBS anunciou a renovação da série “Blood & Treasure”, novidade de sua temporada de verão. A série estreou no fim de maio e até agora exibiu apenas metade dos episódios produzidos para sua temporada inaugural. O primeiro capítulo foi visto por 5,6 milhões de espectadores ao vivo – a estreia mais bem-sucedida do verão nos EUA – , mas desde então o público caiu para 3,2 milhões. Criada por Matthew Federman e Stephen Scaia, roteiristas de “Jericho” e “Limitless”, a série acompanha um especialista em antiguidades (Matt Barr, de “Valor”) e uma ladra de arte (Sofia Pernas, de “The Brave”) que se unem para prender um terrorista (Oded Fehr, de “Covert Affairs”) que financia seus ataques com fortuna adquirida via tesouro roubado. Veja abaixo o trailer da série, que ainda é inédita no Brasil.
Quadrinhos de Sandman vão virar série na Netflix
A Warner está negociando com a Netflix a produção de uma série baseada nos cultuados quadrinhos de “Sandman”. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela WBTV (Warner Bros Television), superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. O contrato ainda não foi assinado, mas a THR garante que isso é detalhe burocrático. O estúdio teria definido o roteirista Allan Heinberg (do filme da “Mulher-Maravilha”) como responsável pela adaptação, além de contar com o envolvimento do criador da história em quadrinhos, Neil Gaiman (também de “American Gods” e “Good Omens”), e o roteirista David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) na produção. A opção por transformar “Sandman” em série vem após duas décadas de tentativas frustradas de adaptação para o cinema. O último a desistir foi o roteirista Eric Heisserer (“A Chegada”), que deixou projeto há três anos aconselhando a Warner a abordar a obra de Neil Gaiman numa série. “Cheguei à conclusão que a melhor versão para esse material seria como uma série da HBO, ou mesmo uma minissérie, mas não como um filme — nem mesmo uma trilogia”, disse Heisserer ao site io9. Pois foi exatamente o que a Warner fez. De acordo com as fontes da THR, a WBTV procurou primeiro a HBO, mas o canal não avançou após considerar os custos, deixando o caminho aberto para a Netflix. Ainda segundo o THR, o estúdio não quis considerar a própria plataforma de streaming da WarnerMedia, porque viu no conteúdo uma forma de se capitalizar para fechar contratos de exclusividade com produtores visados no mercado, como J.J. Abrams (“Westworld”), cujo acordo estaria avaliado em US$ 500 milhões, e até Chuck Lorre (“The Big Bang Theory”), que encerra seu contrato atual em 2020. A Netflix, por sua vez, procura encontrar novas franquias de apelo popular após perder os super-heróis da Marvel, e não tem economizado nas negociações para adquirir IPs (propriedades intelectuais) capazes de atrair público, como nas negociações envolvendo “As Crônicas de Nárnia” e as obras infantis de Roald Dahl. A publicação de “Sandman” consolidou o gênero dos quadrinhos adultos na virada dos anos 1980 para os 1990, impulsionando o lançamento do selo Vertigo, divisão adulta da DC Comics. A trama acompanha Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D. A revista em quadrinhos foi originalmente publicada entre 1989 e 1996 e ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazikeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix.











