Amazon resgata Flack, série estrelada por Anna Paquin
A plataforma Amazon resgatou a série “Flack”, que tinha sido cancelada inesperadamente em março pelo canal pago americano Pop TV, na véspera da estreia de sua 2ª temporada. A atração terá as duas temporadas produzidas disponibilizadas em streaming nos EUA e no Canadá, em data ainda não divulgada. Além de “Flack”, a Pop TV também cancelou “Florida Girls” e “Best Intentions” após a ViacomCBS assumir completamente o controle do canal, que era uma joint venture com o estúdio Lionsgate. Todas as séries canceladas eram feitas por produtoras de fora do conglomerado da rede CBS, incluindo a própria Lionsgate, e seus destinos refletem a linha adotada por Bob Bakish, CEO da ViacomCBS, que em fevereiro determinou priorizar franquias e conteúdo produzido pelo próprio conglomerado. “Nossa estratégia não é gastar mais, mas valorizar nosso conteúdo por toda a nossa vasta base de comunicação”, ele discursou um mês antes dos cortes. O cancelamento mais chocante tinha sido mesmo o de “Flack”. A produção da comédia estrelada por Anna Paquin (de “True Blood”), no papel de uma profissional de relações públicas especializada em resolver escândalos de celebridades, recebeu a notícia de que deixaria de ser exibida uma semana antes da estreia de sua 2ª temporada, prevista para 13 de março. Os episódios da 2ª temporada ficaram inéditos nos EUA, mas passaram em abril e maio no Reino Unido, já que a série é uma coprodução do canal pago britânico UKTV. O desmonte do Pop remete ao que aconteceu recentemente com outro canal do conglomerado ViacomCBS, o TVLand, que atualmente também só tem uma série original no ar, “Younger”. Veja abaixo os trailers das duas temporadas de “Flack”, com direito a várias participações especiais – Sam Neill (“Jurassic Park”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”), Bradley Whitford (“The Handmaid’s Tale”), Amanda Abbington (“Sherlock”) etc.
As Telefonistas vira The Handmaid’s Tale no trailer da temporada final
A Netflix divulgou o pôster e o trailer da parte final da 5ª temporada de “As Telefonistas” (Las Chicas del Cable), sua primeira série espanhola, que conclui sua trama em clima de distopia. A prévia chega a evocar várias cenas da premiada série sci-fi “The Handmaid’s Tale”, com prisão de rebeldes, destruição da cultura liberal, repressão à homossexualidade e campos de reeducação para mulheres. Só que “As Telefonistas” não se passa num futuro terrível, mas na primeira parte do século 20 e demonstra em sua reta final os horrores do fascismo, durante a ascensão do generalíssimo Franco ao poder na Espanha. O final da história se afasta dramaticamente do início idealista da atração, que acompanhava originalmente quatro mulheres empregadas como telefonistas na Madri dos anos 1920, conquistando independência financeira numa sociedade ainda dominada pelo machismo. O tom de melodrama virou terror, conforme a história chegou nos anos 1930, apresentando a repressão fascista contra a liberdade democrática e todos os avanços da sociedade, em nome de um conservadorismo brutal. A série foi criada pelo trio Ramón Campos, Teresa Fernández-Valdés e Gema R. Neira, que escreveram juntos “Seis Hermanas”, uma novela passada quase na mesma época. Já o elenco é liderado por Blanca Suárez (“A Pele que Habito”), Ana Polvorosa (“Mentiras y Gordas”), Nadia de Santiago (“Ninho de Musaranho”) e Maggie Civantos (“Temporal”), que na reta final ainda contracenou com sua filha da vida real, Anahí Civantos, estreante no papel de filha de sua personagem, uma jovem idealista que se torna guerrilheira contra os exércitos franquistas. Os últimos episódios estreia em 3 de julho em streaming.
Séries novatas Perfect Harmony e Lincoln Rhyme são canceladas nos EUA
A rede NBC cancelou dois de seus lançamentos da temporada, a comédia “Perfect Harmony” e o thriller policial “Lincoln Rhyme: Hunt for the Bone Collector”. Apenas a segunda era exibida no Brasil, pelo canal pago AXN. Nenhuma das duas conseguiu atrair grande público nos EUA. A comédia foi um desastre completo, com média de 1,9 milhão de espectadores, enquanto a atração criminal conseguiu quase o dobro da atenção, vista por 3,6 milhões ao vivo. Elas se juntam ao destino de “Sunnyside”, primeira série cancelada da temporada, após quatro episódios assistidos por apenas 1,3 milhão de pessoas. “Perfect Harmony” era uma espécie de “Glee” da meia-idade ou, ainda, um “Glee” evangélico. A trama acompanhava o ex-professor de música Arthur Cochran (interpretado por Bradley Whitford, de “The Handmaid’s Tale”), que, desiludido com a vida, enche a cara, sai dirigindo e resolve se matar com pílulas. Mas, na última hora, pede um sinal a Deus. Como ele estacionou seu carro justamente diante de uma igreja, a deixa faz um coral sacro ressoar. Para resumir, ela acorda de ressaca dentro da igreja, cercado por um grupo de cantores desafinados que mal podem esperar para começar a ter aulas com seu novo professor. Diante dos personagens conflitantes a seu redor, Arthur logo percebe que aquela dissonância é o que ele precisa para se reinventar e redescobrir um pouco de felicidade. Com direito a muitas versões de músicas conhecidas em arranjos de coral. Daí, a referência a “Glee”. Com 64% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série foi criada por Lesley Wake (roteirista de “Life in Pieces”) e o elenco desafinado também destacava Anna Camp, que tem experiência no gênero como uma das estrelas da trilogia musical “A Escolha Perfeita”, além de Tymberlee Hill (“Search Party”), Rizwan Manji (“The Magicians”), Will Greenberg (“Wrecked”), Geno Segers (“Banshee”) e Spencer Allport (“Zero”). “Lincoln Rhyme: Hunt for the Bone Collector”, por sua vez, era baseada na franquia literária do escritor Jeffery Deaver, iniciada por “O Colecionador de Ossos” em 1997 e que teve até o momento 13 continuações – a mais recente, “The Cutting Edge”, foi lançada em 2018. Todos os livros centram-se no personagem Lincoln Rhyme, que foi vivido por Denzel Washington no cinema e era interpretado por Russell Hornsby (o Hank da série “Grimm”) na TV. Investigador forense aposentado, Lincoln Rhyme se tornou quadriplégico ao sofrer um acidente e é relutantemente transformado em consultor pela polícia de Nova York para ajudar a pegar um serial killer. Ele acaba formando parceria com a policial novata Amelia Sachs, que já no primeiro caso o impressiona por seus instintos dedutivos e vira suas “pernas” nas investigações. No filme, Amelia era interpretada por ninguém menos que Angelina Jolie. Na série, foi vivida por Arielle Kebbel (“Midnight Texas”). A adaptação de 1999 dirigida pelo australiano Phillip Noyce (“Salt”) foi destruída pela crítica (28% no Rotten Tomatoes) e deu prejuízo financeiro (bilheteria mundial de US$ 151,4 milhões contra um orçamento de produção de US$ 73 milhões). E, por isso, “O Colecionador de Ossos” não virou franquia cinematográfica. A série não teve destino muito melhor, com 36% no Rotten Tomatoes e cancelamento após 10 episódios. Mas era previsível. A produção tinha sido desenvolvida por VJ Boyd e Mark Bianculli, que trabalharam juntos em dois pilotos, “The Jury” (2016) e “Doomsday” (2017), ambos recusados na rede ABC. A NBC ainda não anunciou o destino de outras quatro atrações da temporada – uma das mais fracas do canal. Mas a julgar pelas audiências de “Bluff City Law” (3,6 milhões), “Council of Dads” (2,8 milhões), “Indebted” (1,5 milhões) e “Zoey’s Extraordinary Playlist” (1,9 milhão) não deve demorar para a guilhotina cair novamente.
Patrulha do Destino: 2ª temporada ganha primeiro trailer
A plataforma HBO Max divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada de “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), que destaca uma nova personagem: Dorothy (Abigail Shapiro), filha do Chefe (Timothy Dalton). A prévia revela que a missão dos heróis será salvá-la. Lançada pela DC Universe, a série será disponibilizada simultaneamente pela HBO Max em seu segundo ano de produção. “Patrulha do Destino” será a única atração compartilhada pelos dois serviços. De fato, a maior parte do material do streaming da editora de quadrinhos continua exclusivo de seu serviço – detalhe que diversos sites geeks chamaram atenção ao pesquisar pelos títulos na HBO Max, lançada em 27 de maio nos EUA. Segunda produção live-action da DC Universe, “Patrulha do Destino” dá vida aos personagens mais estranhos da DC Comics, criados ainda nos anos 1960. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Os personagens foram introduzidos em live-action num episódio de outra série da plataforma, “Titãs”, mas seu elenco mudou bastante desde a primeira aparição – embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica, enquanto o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, estão sendo dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Uma mudança, porém, é indisfarçável. Vivido por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, Niles Caulder, o Chefe, ganhou a imponência de Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Além disso, a Patrulha foi reforçada por Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Elogiadíssima, a 1ª temporada superou as expectativas da crítica americana, atingindo 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão. A série chegou ao Brasil apenas em março deste ano, com exibição pelo canal pago HBO. A estreia da próxima leva de episódios foi marcada para 25 de junho nos dois streamings americanos, que ainda não têm previsão para chegar ao Brasil.
Crossing Swords: Nova animação adulta da turma de Frango Robô ganha trailers
A plataforma Hulu divulgou o pôster e dois trailers de “Crossing Swords”, nova série de animação adulta da equipe de “Frango Robô” (Robot Chicken), que estreia nesta sexta (12/6) nos EUA. A série acompanha Patrick, um escudeiro da idade média que tenta ser valoroso num reino governado por um rei tirano. Pior ainda, a coragem de Patrick fez dele a ovelha negra da família, e seus irmãos criminosos farão tudo para tornar sua vida um inferno. Nicholas Hoult (o Fera de “X-Men: Fênix Negra”) é o responsável pela voz original do protagonista e o elenco de dubladores ainda inclui Adam Ray (“American Vandal”), Tara Strong (“Lemony Snicket: Desventuras em Série”), Tony Hale (“Veep”), Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”), Alanna Ubach (“Euphoria”), Adam Pally (“Sonic: O Filme”), Yvette Nicole Brown (“Community”), Maya Erskine (“PEN15”), Wendi McClendon-Covey (“The Goldbergs”), Breckin Meyer (“Franklin & Bash”), Jameela Jamil (“The Good Place”) e o criador de “Frango Robô”, Seth Green. Com piadas que incluem violência, palavrões e crítica social, a animação em stop-motion é criada e escrita por John Harvatine IV e Tom Root, produtores-roteiristas de “Frango Robô”. Todos os 10 episódios da 1ª temporada serão disponibilizados na sexta (12/6) nos EUA.
Dakota Johnson vai estrelar nova série da criadora de I Am Not Okay With This
A atriz Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) vai estrelar e produzir uma nova série da Amazon. Intitulada “Rodeo Queens”, a atração será uma comédia em estilo de falso documentário, que vai acompanhar um grupo de candidatas ao troféu de Rainha do Rodeio, mostrando os bastidores da competição. A série foi desenvolvida por Christy Hall, cocriadora de “I Am Not Okay With This” na Netflix, e também contará com a cocriadora de “Portlandia”, Carrie Brownstein, como diretora de seus episódios. Johnson também se prepara para atuar a seguir em “The Lost Daughter”, adaptação de romance de Elena Ferrante, que marcará a estreia da atriz Maggie Gyllenhaal como diretora, e “Don’t Worry, Darling”, um thriller psicológico dirigido pela também atriz Olivia Wilde.
Reprisal: Série com Rodrigo Santoro não terá 2ª temporada
A plataforma de streaming Hulu cancelou sua nova série “Reprisal”, estrelada por Abigail Spencer (de “Timeless”) e o brasileiro Rodrigo Santoro (“Westworld”), que não terá 2ª temporada. “Reprisal” era centrada na personagem de Spencer, uma femme fatale que, após ser atacada e deixada para morrer, busca vingança contra a gangue responsável pela violência. Santoro interpretava Joel Kelly, um membro antigo da gangue, que é praticamente o líder de fato do grupo, mas também passou por uma mudança recente em suas prioridades e passou a lutar para manter a paz. Além da dupla principal, o elenco também incluía Mena Massoud (o Aladdin da nova versão live-action), Madison Davenport (“Objetos Cortantes”), Rhys Wakefield (“Uma Noite de Crime”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”), W. Earl Brown (“Deadwood”) e Ron Pearlman (“Sons of Anarchy”). A série foi criada por Josh Corbin (roteirista de “StartUp”) e tinha produção do A+E Studios e da Littlefield Company. Todos os episódios da 1ª temporada foram disponibilizados em 6 de dezembro nos Estados Unidos.
Harlots: Série sobre bordel do século 18 é cancelada
A plataforma Hulu cancelou a série “Harlots”, sobre prostitutas de um bordel inglês de luxo do século 18, que não terá 4ª temporada. O anúncio foi feito quase um ano após a estreia da 3ª temporada, lançada em julho de 2019. Criada pela roteirista Moira Buffini (“Bizantium”) e a produtora Alison Newman (“The Tree Widow”), a atração se passava na Londres do século 18 e acompanhava Margaret Wells (Samantha Morton, a Alfa de “The Walking Dead”) em sua luta para conciliar seus papéis de mãe e dona de um bordel, onde também trabalhavam suas filhas. O elenco de “Harlots” ainda destacava Jessica Brown Findlay (Lady Sybil na série “Downton Abbey”), Lesley Manville (indicada ao Oscar 2018 por “Trama Fantasma”) e Liv Tyler (“The Leftovers”), que entrou na trama na 2ª temporada. No Brasil, a série era exibida pelo Fox Premium.
Mangá The Promised Neverland vai virar série live-action na Amazon
A Amazon encomendou uma série baseada no mangá “The Promised Neverland”. Desenvolvida pela roteirista Meghan Malloy e com direção de Rodney Rothman, dupla que trabalhou em “Homem-Aranha no Aranhaverso”, a atração será uma série live-action, e ainda contará com produção do ator Masi Oka (o eterno Hiro de “Heroes”) e da empresa Vertigo Entertainment. Escrito por Kaiu Shirai e ilustrado por Posuka Demizu, “The Promised Neverland” gira em torno das crianças mais inteligentes de um orfanato aparentemente idílico, que descobrem sua verdade sombria quando quebram uma regra para nunca deixar o local. Uma vez que a verdade é descoberta, eles começam a planejar uma fuga para salvar as demais crianças. Os quadrinhos japoneses já venderam mais de 20 milhões de exemplares em todo o mundo desde 2016, além de ter inspirado uma série animada de mesmo nome no ano passado – disponibilizada no Brasil pela plataforma Crunchyroll. “The Promised Land” é a segunda série da Vertigo encomendada pela Amazon e se junta à antologia de terror “Them”, produzida por Lena Waithe, que ainda permanece inédita. Detalhe: a produtora já tinha feito, anteriormente, uma adaptação de mangá live-action: o filme “Death Note”, da Netflix, que não agradou aos fãs dos quadrinhos originais. Masi Oka também produziu esse equívoco. Veja abaixo o trailer legendado da série animada, que usa apenas imagens do mangád e resume a premissa.
Pesquisa da Netflix revela que séries com personagens LGBTQIA+ diminuem preconceito no Brasil
A Netflix e a GLAAD, organização para o avanço das pautas LGBTQIA+ na mídia, divulgaram nesta quarta (10/6) uma pesquisa feita no Brasil sobre séries com personagens LGBTQIA+, que aponta algumas conclusões interessantes. Para começar, cerca de 80% dos brasileiros que se identificam como heterossexuais disseram que séries como “Elite”, “Sex Education”, e personagens como Casey de “Atypical” e Robin de “Stranger Things” ajudaram a melhorar seus relacionamentos com pessoas LGBTQIA+ em suas próprias vidas. Em outras palavras, ajudaram a acabar com o preconceito. “Dada toda a polarização do mundo hoje, a representação nas telas importa mais do que nunca. A Netflix e os criadores de todo o mundo têm a oportunidade de aumentar a aceitação da comunidade LGBTQIA+ por meio do entretenimento”, disse Monica Trasandes, diretora de mídia latinx e representação em língua espanhola da GLAAD, em comunicado. “Séries como ‘Sex Education’ e ‘Elite’ não são apenas grandes histórias, elas permitem que mais pessoas vejam suas vidas na tela – aumentando a empatia e a compreensão. Os dados comprovam: mais representatividade acelera a aceitação”. Além disso, os participantes LGBTQIA+ da pesquisa afirmaram que sentem que o entretenimento reflete sua comunidade com mais precisão agora do que há dois anos. No entanto, ainda existem algumas áreas importantes a serem aprimoradas para contar histórias queer significativas, incluindo narrativas com pais e famílias LGBTQIA+, maior diversidade racial e situações que abordem a imagem corporal e os relacionamentos LGBTQIA+ com familiares e amigos. Isso é particularmente importante, pois 85% dos participantes da comunidade LGBTQIA+ disseram que o entretenimento ajudou suas famílias a entendê-los melhor. A pesquisa constatou que os títulos e personagens da Netflix em que a comunidade LGBTQIA+ se sentiu mais representada e que também foram os mais bem-sucedidos em criar empatia entre os não membros LGBTQIA+ são: Casey Gardner – “Atypical” Eric Effiong – “Sex Education” Lito Rodriguez – “Sense8” Omar Shanaa – “Elite” Piper Chapman – “Orange is the New Black” Robin Buckley – “Stranger Things” RuPaul – “RuPaul’s Drag Race” Theo Putnam – “O Mundo Sombrio de Sabrina” A plataforma de streaming também criou um endereço para oferecer uma coleção variada de séries, filmes e documentários de temática LGBTQIA+ – no endereço Netflix.com/Orgulho.
Coisa Mais Linda: Trailer da 2ª temporada tem mais melodrama que bossa nova
A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Coisa Mais Linda”, série brasileira passada na época da Bossa Nova, que chega ao streaming em 19 de junho. Apesar do contexto musical, a prévia opta pelo melodrama típico de novela ao dar maior ênfase à jornada de suas personagens femininas na sociedade machista do período, que chega aos anos 1960 nos novos episódio. Segundo a sinopse, Malu (Maria Casadevall) continua sendo a mesma mulher determinada, mãe dedicada e amiga leal. No entanto, após os acontecimentos do final da temporada inaugural, a mocinha ganha uma força interior, alimentada pelo trauma. Ela fica ainda mais forte, sem filtro e desinibida. Já Thereza (Mel Lisboa) opta por dedicar-se ao lar e à família, mas não demora muito para sentir falta do trabalho, criando conflito no casamento ao se aventurar em uma rádio. Enquanto isso, Adélia (Pathy Dejesus) deseja começar do zero a relação com Capitão (Ícaro Silva), decidida a seguir em frente, e sua irmã Ivone (Larissa Nunes) passa de uma adolescente típica a uma talentosa aspirante a artista, que tem a chance de provar sua capacidade numa indústria ainda dominada por homens, com a ajuda de Malu. Vale observar que Fernanda Vasconcellos, intérprete de Lígia, pouco aparece, o que pode ser uma dica sobre o que aconteceu após a tragédia do último episódio do drama. No elenco da 2ª temporada, também retornam Leandro Lima, Gustavo Machado, Alexandre Cioletti e Gustavo Vaz. Já entre os intérpretes dos novos personagens estão Val Perré, Breno Ferreira, Eliana Pittman, Angelo Paes Leme, Alejandro Claveaux e Kiko Bertholini. A nova temporada de “Coisa Mais Linda” terá apenas seis episódios de 50 minutos cada.
Supergirl: Chyler Leigh diz que momento em que Alex assumiu-se lésbica ecoou sua vida real
Casada com o ator Nathan West, após os dois se conhecerem na série “Sétimo Céu”, e mãe de três crianças, a atriz Chyler Leigh tem aproveitado seu papel na série “Supergirl” para revelar detalhes de sua sexualidade que não parecem tão evidentes. Assim como Alex Danvers se assumiu lésbica na série, a atriz vem trazendo à tona que não é tão hetero quanto seu casamento sugere, e que ao longo dessa jornada de autodescoberta tem contado com o apoio do próprio marido. Depois de se assumir queer no ano passado, ela revelou na segunda-feira (8/6) que a saída do armário de sua personagem em “Supergirl” foi muito parecida com sua própria experiência pessoal. A confissão foi feita num texto do site Create Change, que Chyler lançou com o marido e outros parceiros para encorajar positividade e mudanças, com o objetivo de criar um mundo melhor. É importante notar que, embora o post de Leigh fale sobre sua jornada pessoal, a atriz não rotulou sua sexualidade, mas descreveu como pessoas próximas sentiram-se ressentidas pelo que viram na série e, pelo que dá para entender, também em sua vida. “Quando me disseram que minha personagem sairia do armário na 2ª temporada, uma enxurrada de pensamentos e emoções passou por mim por causa da responsabilidade que senti em representar autenticamente a jornada de Alex”, escreveu Leigh. “O que eu não percebi na época era como a cena em que ela finalmente confessou sua verdade saltaria das páginas do roteiro e se tornaria genuinamente uma variação da minha situação. Na vida real. Meu coração parecia que ia sair do meu peito em cada take que gravamos, sempre apresentando uma oportunidade para tirar essas palavras honestas da minha boca. Embora elas não correspondam exatamente ao meu diálogo pessoal, o coração por trás delas certamente foi o mesmo. O diretor, a imprensa, a mídia, o elenco e os fãs ainda me dizem que foi a saída do armário mais realista que eles já assistiram, e para roubar as palavras de Alex, é porque havia alguma verdade no que ela disse sobre mim. A cena está na 2ª temporada, episódio 6, se vocês quiserem ver por si mesmos”, acrescentou. Leigh também comentou como aquele episódio levou sua família a perder amigos, mas que ela e o marido aprenderam “a se orgulhar de quem somos, não importa o custo”. “Aqui está o lado ruim”, continuou. “Desde que o episódio foi ao ar, amigos queridos (e até seguidores ávidos de ‘Supergirl’) me disseram que eles não assistiriam mais à série por causa da jornada de Alex ter se afastado do que suas crenças consideravam aceitável. Logo depois, eles começaram a se distanciar e, eventualmente, minha família e eu fomos excluídos, marcando a perda de muitas pessoas que amávamos. No entanto, após essa ferida inicial, não guardei rancor pela resposta negativa, porque, como eu disse, todos nós temos dificuldades de uma maneira ou de outra com aceitação (seja qual for o assunto), seja em relação a nós mesmos ou com os outros”, considerou. “Tem sido um caminho longo e solitário para meu marido e para mim, mas posso dizer de todo o coração que, depois de todos esses anos, ele e eu ainda estamos descobrindo as profundezas de nós mesmos e um do outro, mas ao longo de nossa jornada aprendemos a ter orgulho de quem somos, não importa o custo”. Veja abaixo a cena citada pela atriz e outra em que Alex revela sua sexualidade para a irmã Kara (Melissa Benoist), a Supergirl.
Série sobre “Corona Party” reúne Samantha Schmütz, Tom Cavalcante, Adriane Galisteu e Karol Conká
Enquanto produtores do mundo inteiro buscam formas de adequar o distanciamento social à obras de ficção, uma série humorística brasileira faz sucesso nas redes sociais mostrando o caminho, ao explorar todo o potencial do formato. Trata-se de “Alta Sociedade Baixa”, uma Insta-série, isto é, uma série com episódios publicados no Instagram, que começou a ser disponibilizada no começo de maio. Um mês depois, a produção já rendeu seis episódios e tem aumentado sua lista de participações especiais com diversas celebridades. Criada pelos diretores Rodrigo Pitta e Marcello Bosschar, com direção também de Mariana Jorge, a série gira em torno de um grupo da alta sociedade carioca que não aguenta mais o tédio da quarentena e pretende se reunir numa “Corona Party” ilegal. O humor é ácido e debochado e todo o elenco gravou suas participações em suas próprias casas, sem contato entre si. A montagem, entretanto, às vezes sugere maior proximidade. Assim como na trama, o elenco é repleto de famosos, como Samantha Schmütz, Tom Cavalcante, Adriane Galisteu, Karol Conká, Theodoro Cochrane, Glamour Garcia, Gustavo Mendes, Gorete Milagres, Leonardo Miggiorin, Reynaldo Machado e Pablo Morais. O ponto de partida é a decretação de um lockdown no Rio. Quem sair na rua pode ser preso imediatamente, crime inafiançável. Mas a socialite Lidia, papel de Schmütz, e aspirante a futura primeira dama do Rio de Janeiro arma em seu apartamento uma festinha para oito convidados. A série é veiculada apenas no Instagram, em um perfil criado especialmente para a obra (@altasociedadebaixa) e também nos perfis de todos os atores e produtores do elenco. Ao todo, serão 12 capítulos, dos quais metade já foram disponibilizados, sempre às sextas-feiras, a partir das 11h. Veja o trailer abaixo. Ver essa foto no Instagram Ficção ou Realidade ?! Um grupo de socialites cariocas , resolve driblar a quarentena durante a pandemia e fazer uma festinha….Vem aí uma INSTASÉRIE no IGTV. Tudo filmado de casa , sem contato físico entre diretores e atores que estão em cidades diferentes , entre o Brasil e os EUA. Uma crítica ácida e bem humorada sobre a alta sociedade brasileira , sobre o momento atual, com um elenco incrivel, dirigido pelo Rodrigo Pitta e a Mariana Jorge! @samanthaschmutz @theocochrane @galisteuoficial @gustavomendestv @glamourgarcia @leo_miggiorin @karolconka @pabloxmorais @tomcavalcante @goretemilagres @rodrigo_pitta @marianajustmariana @teamo.live @altasociedadebaixa #altasociedadebaixa #instaserie Uma publicação compartilhada por Alta Sociedade, Baixa ⚘ (@altasociedadebaixa) em 30 de Abr, 2020 às 7:06 PDT












