Série “Psych” vai ganhar terceiro filme
A plataforma americana de streaming Peacock encomendou um terceiro filme derivado da série “Psych”, que acabou em 2014 após oito temporadas, mas ainda segue rendendo continuações. Intitulado “Psych 3: This Is Gus”, a atração vai girar em torno do casamento de Burton “Gus” Guster, personagem de Dulé Hill. Escrito, dirigido e produzido pelo criador da série, Steve Franks, a série voltará a juntar o médium de mentirinha Shawn Spencer (James Roday), seu assistente Burton “Gus” Guster (Dulé Hill) e seus amigos no departamento de polícia de Santa Mônica, Carlton “Lassie” Lassiter (Timothy Omundson), Juliet O’Hara (Maggie Lawson), a chefe Karen Vick (Kirsten Nelson), Buzz McNab (Sage Brocklebank) e o pai de Shawn, Henry Spencer (Corbin Bernsen). Como novidade, a noiva será interpretada por Jazmyn Simon (“Ballers”). Ainda não há previsão de estreia da produção. Veja abaixo o vídeo que anuncia o projeto, publicado no Instagram da plataforma. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Peacock (@peacocktv)
Panic: Trailer mostra adolescentes competindo em jogos mortais
A Amazon divulgou o pôster e o trailer legendado de “Panic”, nova série de suspense adolescente que acompanha jogos mortais. Na linha de “Nerve: Um Jogo Sem Regras” e “Jogos Vorazes” (sem a distopia sci-fi), a prévia mostra uma competição entre formandos do Ensino Médio com desafios arriscados no interior dos EUA, valendo um prêmio em dinheiro para o vencedor – e um destino trágico para os derrotados. Muitos acreditam que vencer o jogo é a única chance para conseguirem ter uma vida melhor e escapar das limitações da cidadezinha texana onde moram. Mas eles não sabem que as regras da competição desse ano mudaram: a quantidade de dinheiro do prêmio é maior e os desafios se tornaram ainda mais perigosos. “Panic” é criação de Lauren Oliver, escritora de “Antes que Eu Vá” e que também assina o best-seller em que a trama da série se baseia. O elenco reúne vários jovens ainda pouco conhecidos, como Olivia Welch (da minissérie “Inacreditável”), Mike Faist (“Selvagem”), Jessica Sula (“Fragmentado”), Camron Jones (“The Purge”), Ray Nicholson (“Bela Vingança”) e Jordan Elsass (“Superman and Lois”), além de Enrique Murciano (“Bloodline”) como o xerife da cidade. Com dez episódios, a estreia está marcada para 28 de maio.
Amazon revela o teaser da última temporada de “Bosch”
A plataforma Amazon Prime Video divulgou o teaser da 7ª e última temporada de “Bosch”, que termina com um simbólico apagar de luzes. A prévia não revela qual será a trama final que o detetive vivido por Titus Welliver (de “Lost”) precisará desvendar, mas como a decisão de encerrar a série foi tomada com bastante antecipação – antes da estreia da 6ª temporada – , os produtores e roteiristas tiveram tempo para preparar um final adequado. “Bosch” chega ao fim como a série mais longa da Amazon, somando 70 episódios ao todo – cada temporada tem 10 episódios. Embora não divulgue dados, a Amazon costumava afirmar que a atração representa uma de suas maiores audiências. Criação de Eric Overmyer (criador de “Treme”), a série materializa o personagem homônimo dos livros de Michael Connelly – que desde 1992 já venderam quase 50 milhões de exemplares em todo o mundo. O protagonista é um detetive policial de Los Angeles que se envolve em tramas inspiradas pelo clima clássico do cinema noir. Em suas primeiras temporadas, ele investigou o assassinato de um produtor de Hollywood que lavava dinheiro para a máfia, perseguiu um serial killer, virou o principal suspeito de um crime, precisou resolver o assassinato de um advogado que defendia vítimas negras de brutalidade policial e também lidar com seu próprio passado. Além de Titus Welliver, o elenco inclui Lance Reddick (também de “Lost” e “Fringe”), Jamie Hector (série “The Wire”), Amy Aquino (série “Being Human”) e Madison Lintz (que foi a menina Sophia em “The Walking Dead”).
“Law & Order: Organized Crime” é renovada para 2ª temporada
A rede NBC renovou para 2ª temporada a recém-lançada “Law & Order: Organized Crime”, série do produtor Dick Wolf que trouxe o personagem Elliot Stabler, vivido por Christopher Meloni, de volta à longeva franquia “Law & Order”, após 10 anos de sua despedida em “Law & Order: Special Victims Unit”. Com apenas cinco episódios exibidos, a série é considerada um sucesso, com uma média de 5 milhões de espectadores por episódio, e a trama avança sem estender seus mistérios. O episódio exibido na quinta passada (13/5), por exemplo, revelou quem foi o responsável pela morte de Kathy Stabler (Isabel Gillies), a mulher do protagonista. A revelação é a maior reviravolta da série desde o primeiro episódio, já que a morte de Kathy foi o que motivou Stabler a se juntar à equipe responsável por combater o crime organizado em Nova York. Apesar de “Law & Order: SVU” ser exibida no canal pago Universal no Brasil, sua atração derivada ainda permanece inédita no Brasil. Há duas semanas, a NBC anunciou a produção de mais um spin-off. “Law & Order: For The Defense” será a 7ª série derivada da atração original – sem contar “Law & Order: UK”, no Reino Unido.
Eduardo Moscovis troca Netflix pela Amazon em série internacional
Eduardo Moscovis trocou a Netflix pela Amazon. Depois de viver o vilão da 1ª temporada de “Bom dia, Verônica”, sucesso nacional da Netflix, ele está no Uruguai gravando a 2ª temporada de “El Presidente”, da plataforma rival. O ator vem investindo em aulas de espanhol para a coprodução chilena, argentina e americana, que trata de escândalos de corrupção no futebol. A temporada inaugural abordou o começo do escândalo de 2015, conhecido como “FIFA Gate”, a partir do envolvimento da Federação Argentina. Já os novos episódios focarão nos desdobramentos da corrução no Brasil. Moscovis não é o único brasileiro do elenco. A produção também inclui Leo Cidade (“Cinderela Pop”) e Polliana Aleixo (“Em Família”). A 2ª temporada terá mais oito episódios comandados pelo criador da série, Armando Bó, roteirista argentino que já venceu um Oscar pelo filme “Birdman” (2014).
“All Rise” e “The Unicorn” são canceladas após duas temporadas
A rede americana CBS cancelou as séries “All Rise” e “The Unicorn”, que não prosseguirão após suas 2ª temporadas. “The Unicorn” exibiu seu último capítulo em março, enquanto “All Rise” tem mais dois episódios inéditos para transmitir antes de sair do ar. Drama judiciário, “All Rise” trazia Simone Missick (a Misty Knight de “Luke Cage”) como Lola Carmichael, uma juíza novata que muda sua percepção de justiça ao assumir o cargo. Ex-promotora distrital, ela descobre o jogo de interesses políticos que acompanham os julgamentos, tentando se manter isenta diante dos esforços de promotores, defensores públicos, policiais e até outros juízes para influenciar suas decisões. A série foi criada por Greg Spottiswood (das também efêmeras “King” e “Remedy”) e passou por problemas de bastidores, com a demissão do criador e showrunner em março, após denúncias e investigação da produtora Warner Bros. Television sobre seu comportamento na sala de roteiristas. Apesar disso, a produção manteve um público de 4 milhões de espectadores ao vivo em sua temporada final. Criação de Bill Martin e Mike Schiff (roteiristas da série clássica “3rd Rock”), “The Unicorn” era um verdadeiro unicórnio, a única comédia moderna (sem claque) no canal CBS, conhecido por ser o mais antiquado da TV americana. A trama girava em torno de Wade (Walton Goggins, o vilão de “Homem-Formiga e a Vespa”), pai viúvo de duas filhas adolescentes, que decide voltar a namorar com a ajuda de dois casais de amigos. Ele era considerado um unicórnio porque era o tipo de homem que não existe mais: um pai perfeito, que gosta de cozinhar, cuidar da casa, com bom emprego e que teve apenas uma mulher em toda a vida. Sua grande surpresa é saber que essas qualidades, aliadas à timidez e inexperiência com namoro, faziam dele um homem disputado pelas mulheres. A série tinha um dos melhores elencos de comédia da TV americana, incluindo Rob Corddry (“A Ressaca”), Michaela Watkins (“Casual”), Omar Benson Miller (“Ballers”), Maya Lynne Robinson (“The Conners”) e as adolescentes Ruby Jay (“Fancy Nancy”) e Makenzie Moss (“Steve Jobs”). Mas seus 3,6 milhões de espectadores ao vivo não foram considerados suficientes para o canal líder da TV americana.
Criador de “Vikings” prepara série sobre Billy the Kid
O produtor-roteirista Michael Hirst, criador de “Vikings” e “Tudor”, prepara uma nova série de época. Ele fechou com o canal pago Epix, propriedade da MGM, uma produção centrada na vida de Billy the Kid, o famoso pistoleiro adolescente do Velho Oeste. A série é descrita como uma aventura romântica épica baseada na vida de Billy the Kid, também conhecido como William H. Bonney – de suas humildes raízes irlandesas e seus primeiros dias como cowboy na fronteira americana, até seu papel fundamental na Guerra do Condado de Lincoln e a morte num duelo com o xerife Pat Garrett. O papel principal será interpretado pelo jovem ator britânico Tom Blyth, que está no vindouro drama histórico “Benediction”, escrito e dirigido por Terence Davies (“O Fim de um Longo Dia”). “Billy the Kid é um dos bandidos mais famosos, fascinantes, desconhecidos, complexos, contraditórios e belos de toda a história do oeste americano”, disse Hirst, em comunicado sobre o projeto. O cineasta Otto Bathurst (“Robin Hood: A Origem”) deve dirigir os dois primeiros episódios da série, que terá oito episódios em sua 1ª temporada.
Úrsula Coberó revela fotos dos bastidores da última temporada de “La Casa de Papel”
Depois que a Netflix anunciou o fim das gravações da 5ª e última parte de “La Casa de Papel”, a atriz Úrsula Coberó, que dá vida à Tóquio, publicou várias fotos de bastidores da produção em seu Instagram, em clima de despedida. “Fim de uma etapa. Que viagem. Vou sentir muitas saudades dos meus parceiros. Obrigada a todos por tudo, espero que a 5ª temporada esteja do nível que vocês merecem. O que vocês nos deram é grandioso. Jarana forever”, ela escreveu, citando o grito de guerra de Tóquio, ao lado de uma galeria de imagens. Os 10 episódios derradeiros foram gravados na Espanha, em Portugal e na Dinamarca e, segundo a Netflix, estreiam “em breve”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Úrsula Corberó 🐣 (@ursulolita)
“Rebel” e “Call Your Mother” são canceladas na 1ª temporada
A rede ABC cancelou as séries “Call Your Mother” e “Rebel” em suas temporadas inaugurais. A notícia chega uma semana antes da comédia “Call Your Mother” encerrar a exibição de seus 13 episódios produzidos, mas encontra o drama “Rebel” com apenas cinco episódios transmitidos. Ambas eram estreladas por atrizes com mais de 55 anos de idade. O fracasso de “Rebel” impressiona ainda mais pela equipe envolvida em sua produção. Desenvolvida pela poderosa produtora-roteirista Krista Vernoff (showrunner de “Grey’s Anatomy”) e estrelada por Katey Sagal (de “Sons of Anarchy”) e Andy Garcia (“O Poderoso Chefão 3”), a série era baseada na vida da ativista jurídica Erin Brockovich, que já tinha virado um filme de sucesso protagonizado por Julia Roberts há 20 anos. A série incluía a própria Brokovich entre seus produtores, mas cometeu o equívoco básico de batizar a personagem principal com outro nome. A trama seguia Annie “Rebel” Bello (Sagal), uma defensora jurídica sem diploma de Direito que se dedica a ajudar oprimidos em processos contra o sistema. Só que mesmo como Rebel, a personagem era basicamente Erin: engraçada, bagunceira, brilhante, destemida e profundamente preocupada com as causas pelas quais lutava e as pessoas que ama. “Rebel” foi a primeira criação de Vernoff na ABC, após comandar por anos as séries de maior audiência do canal, “Grey’s Anatomy” e “Station 19” – criações de Shonda Rhimes e Stacy McKee. “Call Your Mother”, por sua vez, era uma sitcom sobre uma família disfuncional encabeçada por Kyra Sedgwick – numa mudança radical de gênero, após estrelar por sete anos a série policial “The Closer” (2005-2012) no canal pago TNT. Criada por Kari Lizer (“The New Adventures of Old Christine”), a trama girava em torno de Jean Raines (Sedgwick), uma mãe que subitamente percebe que acabou sozinha enquanto seus filhos vivem a melhor fase de suas vidas a milhares de quilômetros de distância. Inconformada, ela decide viajar para Los Angeles e se reinserir em suas vidas, enquanto os filhos adultos relutantemente percebem que podem precisar mais dela do que pensavam. Além de Sedgwick, o elenco também incluía Rachel Sennott (“Shiva Baby”) e Joey Bragg (“Liv e Maddie”) como os filhos, além do australiano Patrick Brammall (“Glitch”), a dançarina Emma Caymares (“Fosse/Verdon”) e Austin Crute (“Daybreak”). As duas séries eram inéditas no Brasil, mas “Rebel” deveria chegar neste ano pela plataforma Star+. Veja os trailers abaixo.
“American Housewife” é cancelada após escândalo de bastidores
A longa lista de cortes da ABC trouxe uma amarga surpresa para os fãs e equipe de “American Housewife” – também conhecida com o nome “Bela, Recatada e do Lar” no Brasil. A série não vai voltar após o final da 5ª temporada em março passado. Trata-se do cancelamento de maior público da ABC, com praticamente 3 milhões de espectadores ao vivo, e acontece logo após a série atingir a marca de 100 episódios produzidos – um número mágico para contratos de reprises. O final da série pode ter acontecido por motivos alheios à sua audiência. Criada por Sarah Dunn (roteirista de “Spin City” e “Bunheads”), a atração trazia Katy Mixon (“Mike & Molly”) como a protagonista Katie, uma mulher confiante, mãe de três filhos, que cria sua família cheia de defeitos na rica cidade de Westport, Connecticut, um lugar repleto de mães perfeitas e filhos lindos. Ela releva seus mais profundos pensamentos sem qualquer filtro (em voiceover) enquanto leva sua vida como a segunda dona de casa mais gorda da região. No elenco, também estavam Diedrich Bader (série “The Drew Carey Show”), Daniel DiMaggio (o jovem Kal-El, de “Supergirl”), Meg Donnelly (“Z-O-M-B-I-E-S”), Julia Butters (série “Transparent”), Ali Wong (“Selvagens”) e a atriz da Broadway Carly Hughes, única integrante negra, que deixou a série no ano passado criando um escândalo ao denunciar “ambiente tóxico” em seus bastidores. Em comunicado, o estúdio ABC Signature, que produz a série, disse ter investigado as alegações de Hughes e feito “mudanças positivas” após as denúncias. Como resultado, a criadora Sarah Dunn foi afastada as gravações, o produtor Mark J. Greenberg suspenso e os showrunners Kenny Schwartz e Rick Wiener precisaram fazer treinamento de sensibilidade. Sem mencionar a polêmica, os atores remanescentes foram às redes sociais nas últimas horas postar emojis de choro e agradecer aos colegas e ao público pela audiência. Sorry to say that #AmericanHousewife will not be returning for another seasonIt was an absolute honor to work w the entire cast (new&original) the crew and the writers and i want to thank our fans for all your support over the yearsI’ll miss playing GregHe was a sweet man❤️✌🏼 — Diedrich Bader (@bader_diedrich) May 14, 2021 can’t even think of words right now at all. guess for now, i want to thank all of u 4 watching, even w our endless time slot switches 😭 everyday on set of #AmericanHousewife was pure magic. i can’t fathom i won’t be going home to Stage 23 anymore. we love you so much. thank you. — meg donnelly (@ImMegDonnelly) May 14, 2021
“Black-ish” e “Mixed-ish” são canceladas
A guilhotina caiu pesada nas últimas horas na programação da rede americana ABC, cortando sem distinção programas novos e veteranos. Mas um cancelamento conseguiu ser menos traumático, apesar de ter peso duplo: “Black-ish” vai acabar, mas só na próxima temporada. A série de Kenya Barris, que rendeu dois spin-offs, será encerrada em sua 8ª temporada, encomendada pela ABC para o outono norte-americano (nossa primavera). “Nos dias de hoje, é raro poder decidir quando seu programa deve terminar, e somos gratos à ABC por sermos capazes de fazer desta temporada final exatamente o que esperávamos – e fazê-lo com o elenco inteiro e incrivelmente estelar voltando para fechar este capítulo conosco da maneira certa!”, escreveu Barris nas redes sociais. “Este programa mudou minha vida de muitas maneiras e estou muito orgulhoso das conversas que iniciamos ao longo do caminho”, acrescentou, sobre a despedida. “Lágrimas enchem meus olhos e um sorriso ilumina meu rosto enquanto eu digo obrigado a todos da minha família “Black” por tudo que vocês deram de si mesmos”. “Black-ish” inovou o formato das sitcoms por apresentar um ângulo inusitado. A atração gira em torno das preocupações do patriarca da família Johnson, um homem preto bem-sucedido (vivido por Anthony Anderson), que receia que seus quatro filhos estejam perdendo as referências da cultura negra pela vida privilegiada e por crescerem num bairro de brancos ricos. Com essa perspectiva, a série abordou todos os problemas que afligem os EUA atuais, incluindo os movimentos por justiça social e igualdade. A atração foi indicada três vezes como Melhor Série de Comédia no Emmy e Tracee Ellis Ross venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, por sua performance como Rainbow, a mãe sofredora da família. Ela acabou ganhando sua própria série derivada, o prólogo “Mixed-ish”, narrando a infância de sua personagem como filha mestiça de um casal interracial nos anos 1980. “Mixed-ish”, entretanto, não voltará em setembro. A ABC se despede da atração na próxima terça (18/5), quando exibe seu último episódio após apenas duas temporadas. Apesar disso, a franquia vai continuar com “Grown-ish”, sobre a vida universitária da filha mais velha dos Johnson, Zoey (Yara Shahidi), que está renovada para sua 4ª temporada no canal pago Freeform. Kenya Barris, por sua vez, já não faz parte da rede de TV do grupo Disney há algum tempo. Ele se afastou do universo “ish” em 2018, ao assinar contrato com a Netflix para desenvolver novas atrações exclusivas. Sua primeira série no streaming, “#BlackAF”, está atualmente produzindo sua 2ª temporada. No Brasil, “Black-ish” é exibida pelo canal pago Sony. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kenya Barris (@kenyabarris)
Marvel define diretores da nova série “Invasão Secreta”
Próxima série da Marvel a iniciar produção, “Invasão Secreta” (Secret Invasion) teve seus diretores revelados. A atração será dirigida por Thomas Bezucha, que fez sucesso durante a pandemia com o thriller “Deixe-o Partir”, estrelado por Kevin Costner, e Ali Selim, especialista em séries de ação cerebral como “Condor”, “Manhunt” e “The Looming Tower”. Não foram revelados detalhes sobre a trama. A série é uma adaptação dos quadrinhos homônimos, escritos por Brian Michael Bendis em 2008, sobre uma facção maligna dos skrulls (raça de alienígenas com poder de metamorfose), que planeja se infiltrar em posições-chave dos governos da Terra para dominar o planeta sem que ninguém saiba. O elenco trará Samuel L. Jackson e Ben Mendelsohn repetindo seus papéis como Nick Fury, o chefe da SHIELD, e Talos, o líder dos skrulls, que se tornaram aliados em “Capitão Marvel” (2019). Além deles, o elenco também inclui Kingsley Ben-Adir (“Uma Noite em Miami”), Emilia Clarke (“Game of Thrones”) e Olivia Colman (“A Favorita”) sem personagens identificados, embora o primeiro seja apontado como vilão da história.
Santo: Série espanhola com Bruno Gagliasso começa gravações
A Netflix anunciou o começo das gravações de “Santo”, junto com a revelação das primeiras fotos da equipe, que inclui o ator Bruno Gagliasso (“O Sétimo Guardião”) em sua primeira atração internacional. A série policial, que terá gravações no Brasil e na Espanha, também destaca os espanhóis Raúl Arévalo (“Pecados Antigos, Longas Sombras”), Greta Fernández (“O Vazio do Domingo”) e a portuguesa Victoria Guerra (“Variações”) em seu elenco central. Criada pelo espanhol Carlos López (“Tempos de Guerra”), a trama gira em torno da investigação de um narcotraficante que ninguém nunca viu, mas todos conhecem pelo apelido de Santo. Ele é investigado pelos policiais federais Ernesto Cardona (Bruno Gagliasso) e Miguel Millán (Raúl Arévalo), que são radicalmente opostos e terão que aprender a colaborar um com o outro para resolver o caso e manter suas vidas seguras. Além da Gagliasso, a produção ainda traz outros brasileiros, como o ator Gustavo Lipsztein (“Travessia Mortal”) e o diretor Vicente Amorim (“A Divisão”) atrás das câmeras. Ainda não há previsão para o lançamento.












