Kevin Dobson (1943 – 2020)
O ator Kevin Dobson, que viveu o parceiro de Telly Savalas na série policial “Kojak”, morreu na noite de domingo (6/9) em um hospital em Stockton, na Califórnia, de uma deficiência auto-imune, aos 77 anos. Dobson se consagrou em 1973 como o Detetive Crocker, o braço direito do tenente Theodopolus “Theo” Kojak na famosa série da rede CBS. Ele trabalhou lado a lado com Telly Savalas em todos os episódios daquela que se tornou a produção policial mais famosa dos anos 1970. Foram cinco temporadas até o cancelamento em 1978, além de um telefilme de reencontro, “Kojak: It’s Always Something”, lançado em 1990, em que seu personagem foi promovido a promotor público. O sucesso de “Kojak” fez com que o ator vivesse muitos detetives televisivos nos anos seguintes. Mas não deixa de ser curioso que seu primeiríssimo papel, como figurante na série “The Doctors” em 1969, tenha sido justamente o de um policial. Entre os muitos detetives que viveu na TV destacam-se o personagem-título da série “Shannon” (1981-82) e o Detetive Leo McCarty em “F/X: A Série” (1996-97), versão televisiva do personagem interpretado por Brian Dennehy no filme “F/X: Assassinato sem Morte” (1986). As duas séries tiveram vida curta. Em compensação, ele viveu outro detetive por uma década: Patrick “Mack” MacKenzie no longevo melodrama “Knots Landing”. Introduzido na 4ª temporada para investigar a morte de um personagem, Dobson permaneceu no novelão até sua conclusão, na 14ª temporada em 1993. “Eu era um policial militar do Exército, então sabia como segurar uma arma e atirar alguém contra a parede”, disse ele, numa entrevista sobre a carreira, para explicar porque costumava ser sempre escalado como detetive. Além das séries que estrelou, o ator também gravou dezenas de telefilmes e participações em episódios de inúmeras atrações – as mais recentes foram “CSI”, “Hawaii Five-0” e “Anger Management”. Mas foram poucos trabalhos para o cinema. A pequena lista inclui o papel de um marinheiro em “A Batalha de Midway” (1976), contracenando com Henry Fonda, e o marido de Barbra Streisand na comédia “Tudo em Família” (1981).
Trailer revela participação de Kit Harington na 2ª temporada de Criminal
A Netflix divulgou os pôsteres e o primeiro trailer da 2ª temporada de “Criminal”. A série policial britânica, passada no cenário restrito de uma sala de interrogatórios, investigará quatro novos suspeitos em seu segundo ano de produção. Os suspeitos são interpretados por Kit Harington (“Game of Thrones”), Kunal Nayyar (“The Big Bang Theory”), Sharon Horgan (“Catastrophe”) e Sophie Okonedo (“Hotel Ruanda”), que também são os destaques dos pôsteres. O trailer mostra cada um deles sendo interrogados por policiais céticos, enquanto contam suas versões para os crimes que podem ou não ter cometido. A criação de Jim Field Smith e George Kay, que antes fizeram a minissérie britânica “Stag” (2016), estreia seus novos episódios no dia 16 de setembro.
Série contará história real de atriz de Riverdale que desbaratou rede pedófila
A vida real da atriz Marisol Nichols vai virar série. Conhecida pelos fãs de “Riverdale” como Hermione Lodge, a mãe de Veronica, a atriz teve outro desempenho importante fora das telas, como agente infiltrada pelo FBI numa rede internacional de pedófilos. A história veio à tona numa reportagem da revista Marie Claire, publicada em abril, quando a atriz contou ter ajudado a justiça americana a prender pedófilos dentro e fora dos Estados Unidos. Sua experiência como combatente do crime tem quase uma década. Depois de aparecer em séries como “CSI” e “Law & Order: SVU”, sempre interpretando policiais, ela teve a iniciativa de investigar por conta própria o mundo do tráfico sexual, quando sua carreira desacelerou em 2012. Posteriormente, ela fundou uma organização sem fins lucrativos, a Foundation for a Slavery Free World, em 2014, e tem falado publicamente sobre o assunto desde então. Nichols começou a trabalhar com o FBI por essa época e passou os últimos anos fingindo ser uma mãe que oferecia crianças de 12 anos para pedófilos, que acabavam presos em flagrante. Ela auxiliou operações federais e locais, assim como casos internacionais. Esta história será transformada em série pela Sony Pictures Television, com produção da própria atriz, que também pode vir a estrelar a atração. Marisol Nichols já tinha anunciado, em fevereiro, que não retornará mais a “Riverdale”. Além desse projeto, ela filmou “Espiral – O Legado de Jogos Mortais”, continuação da franquia “Jogos Mortais”, que chega às telas em maio de 2021.
Tainá Müller é policial no teaser da série Bom Dia, Verônica
A Netflix divulgou o pôster e o teaser de “Bom Dia, Verônica”, nova série brasileira da plataforma – mas a primeira do gênero criminal. Além de apresentar cenas da produção, o vídeo também revela a data da estreia: em 1º de outubro. A série é baseada no livro de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes, lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. A Verônica do título é vivida por Tainá Müller (“Tropa de Elite”). Ela trabalha como escrivã em uma delegacia de Homicídios de São Paulo, vivendo uma rotina burocrática e pouco dinâmica. Casada e mãe de dois filhos, Verônica acaba por presenciar um suicídio que desperta nela dolorosas feridas do passado. Na mesma semana, recebe a ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Determinada, a protagonista decide usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar nos casos das duas vítimas: uma jovem enganada por um golpista na internet, e Janete, a esposa subjugada de um policial de alta patente. Ao se aprofundar nessas investigações, Verônica irá enfrentar um mundo perverso que coloca em risco sua família e sua própria existência. A produção também destaca Camila Morgado (“O Animal Cordial”) no papel de Janete e Eduardo Moscovis (“O Doutrinador”) como o marido dela, Brandão, um serial killer inteligente e perigoso que leva uma vida aparentemente normal. Ainda estão no elenco Elisa Volpatto (“Assédio”), Silvio Guindane (“3%”) e Adriano Garib (“Magnífica 70”). Produção da Zola Filmes, a série foi criada pelo próprio escritor Raphael Montes (que também é autor do roteiro de “Praça Paris”), conta com Ilana Casoy entre os roteiristas e tem direção do cineasta José Henrique Fonseca (“Heleno”). Vale lembrar que “Bom Dia, Verônica” ganhou uma nova edição na Feira do Livro passada, no Rio de Janeiro, que passou a identificar os autores reais da história. Além deste primeiro livro, Montes e Casoy planejam mais dois volumes sobre sua personagem, “Boa Tarde, Verônica” e “Boa Noite, Verônica”. Os dois também escreveram os roteiros da vindoura sessão dupla cinematográfica “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, sobre o crime de Suzane von Richthofen, atualmente a espera da reabertura dos cinemas.
Christopher Meloni revela que ainda não viu nenhum roteiro de Law & Order: Organized Crime
Christopher Meloni, que fechou contrato para voltar a interpretar o detetive Elliot Stabler num novo spin-off de “Law & Order”, revelou que ainda não viu nenhum roteiro da série. “Estamos no meio de uma produção pandêmica. Você sabe, tudo é insano”, ele explicou no programa “The Jess Cagle Show”, da rádio SiriusXM. O ator contou que pré-produção de “Law & Order: Organized Crime” tem sido feita de forma remota, devido à pandemia de coronavírus. “Você tem novas regras da cidade e no estado de Nova York, e por boas razões. Além disso, você tem novas regras e regulamentos da Universal e dos sindicatos. É preciso ‘servir muitos mestres’ agora, apenas para garantir que todos estejam seguros, certo? Qual é a nova norma para gravar?’, questionou. Enquanto isso é estabelecido, ele afirmou que os roteiristas ainda estão trabalhando na história. “Esse longo caminho foi para dizer que os roteiristas estão quebrando pedras, tentando descobrir o arco da história, quem são os personagens e como eles interagem, e eu ainda tenho que ver um roteiro”, disse. “Estou trabalhando no meu bronzeado, ok?”, acrescentou, brincando sobre o que tem feito durante a espera para as gravações. Questionado sobre uma possível evolução de seu personagem nesse novo arco narrativo, Meloni concordou. “Uma regressão eu não acho particularmente interessante. Sempre que penso em Elliot, penso que, por mais defeituoso que ele possa ter sido, seu coração estava sempre no lugar certo”, afirmou. “Acho que foi o seu senso de injustiça que trouxe à tona os piores aspectos dele. Acho que a idade, um tom mais suave, talvez não em suas paixões, mas em como ele faz seu trabalho. Acho que ele evoluiu, penso que ele agora está em um bom lugar com sua família, acho que ele está em um lugar muito melhor consigo mesmo em relação ao mundo”, completou. A nova série, desenvolvida pelo veterano produtor Dick Wolf, responsável por todos os projetos da franquia “Law & Order”, foi confirmada em março passado, animando os fãs que lamentaram a saída de Christopher Meloni de “Law & Order: SVU” em 2011, ao final da 12ª temporada. A NBC encomendou uma temporada inaugural de 13 episódios, num acordo que dispensou a gravação de um piloto. Sem previsão de estreia, a série vai mostrar que, após sair da divisão de crimes sexuais, Stabler passou a chefiar uma divisão de crime organizado do Departamento de Polícia da cidade de Nova York. Como se passa na mesma cidade de “SVU”, o público pode esperar um reencontro, via crossover, entre Stabler e a detetive Olivia Benson (Mariska Hargitay). Mas não deve ser uma reunião muito alegre, já que Stabler não se despediu de Benson, ao se afastar do departamento sem dizer uma palavra, com a notícia de que teria “se aposentado”. Isto aconteceu porque, na ocasião, Meloni não entrou em acordo para renovar seu contrato e não foi convidado para gravar um episódio de despedida do personagem. Desde que saiu de “SVU”, o ator esteve bastante ocupado, aparecendo em adaptações de quadrinhos, como “O Homem de Aço” (2013) e “Sin City: A Dama Fatal” (2014), e várias séries, entre elas “Underground”, “Wet Hot American Summer”, “Happy!”, “Pose”, “Maxxx” e “The Handmaid’s Tale”. Ele também dubla o Comissário Gordon na série animada “Harley Quinn” (da Arlequina).
Christopher Meloni e Mariska Hargitay atiçam fãs de Law & Order: SVU com fotos de reencontro
Os atores Christopher Meloni e Mariska Hargitay marcaram seu reencontro na franquia “Law & Order” com fotos compartilhadas no Instagram. Cada um deles postou fotos em que aparecem abraçados para celebrar o retorno de Meloni ao universo criminal criado pelo produtor Dick Wolf. E, aparentemente, confirmando um crossover. “Está valendo”, escreveu Hargitay em um dos posts. Veja abaixo. O ator voltará a viver o detetive favorito dos fãs de “Law & Order: SVU”, o detetive Elliot Stabler, numa nova série da franquia, intitulada “Law & Order: Organized Crime”, atualmente em processo de gravação. E por conta disso deve encontrar a detetive Olivia Benson (Mariska Hargitay) num crossover inevitável. A reunião é facilitada pelo fato de as duas séries se passarem não apenas no mesmo universo, mas na mesma cidade, Nova York. Entretanto, não deve ser uma encontro muito alegre, já que Stabler não se despediu de Benson, ao se afastar da divisão de vítimas especiais (crimes sexuais) sem dizer uma palavra, com a notícia de que teria “se aposentado”. Parceiros e melhores amigos, Benson e Stabler foram os protagonistas de “SVU” em suas 12 primeiras temporadas. O personagem de Meloni saiu da produção após um tiroteio na delegacia, supostamente se aposentando da polícia. Ainda sem previsão de estreia, “Law & Order: Organized Crime” vai mostrar que, após sair da unidade em 2011, Stabler passou a chefiar uma divisão de crime organizado do Departamento de Polícia de Nova York. Enquanto isso, sua antiga parceira continuou à frente de “SVU”. A série estrelada por Hargitay encerrou sua 21ª temporada em abril e se encontra renovada até seu 24º ano. Ver essa foto no Instagram It’s on. Uma publicação compartilhada por Mariska Hargitay (@therealmariskahargitay) em 19 de Jul, 2020 às 6:05 PDT Ver essa foto no Instagram Ladybug on my face n a lady on my arm #hanginWithBenson Uma publicação compartilhada por Chris Meloni (@chris_meloni) em 19 de Jul, 2020 às 8:25 PDT Ver essa foto no Instagram Easy like Sunday mornin… Uma publicação compartilhada por Mariska Hargitay (@therealmariskahargitay) em 19 de Jul, 2020 às 9:55 PDT
The Capture: Thriller britânico com 95% no Rotten Tomatoes ganha trailer para o streaming
A nova plataforma americana Peacock, serviço de streaming com conteúdo da NBCUniversal, divulgou o pôster e o trailer da série “The Capture”, thriller britânico que conquistou elogios rasgados da crítica. A atração foi exibida no ano passado pelo canal BBC One no Reino Unido, ocasião em que atingiu 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Teve repercussão tão positiva que vai chegar aos EUA após ter sua 2ª temporada confirmada – que será transmitida simultaneamente pela Peacock no ano que vem. Criada, escrita e dirigida por Ben Chanan (“The Missing”), a série traz Holliday Grainger (a Lucrezia de “Os Borgias”) como a detetive policial Rachel Carey, designada para um caso corriqueiro de assassinato envolvendo um oficial condecorado das forças especiais do Reino Unido, supostamente flagrado cometendo o crime pelo serviço de câmeras públicas de Londres. Mas o oficial (vivido por Callum Turner, de “Emma.”) jura inocência e se dedica a limpar seu nome, fazendo a detetive questionar se as imagens podem ter sido manipuladas para esconder o verdadeiro assassino, alguém bastante poderoso. O elenco da 1ª temporada ainda inclui Laura Haddock (“Da Vinci’s Demons”), Ben Miles (“The Crown”), Lia Williams (também de “The Crown”), Paul Ritter (“Belgravia”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e Ron Perlman (“Sons of Anarchy”). Disponibilizada desde abril em período de teste para os assinantes da Comcast (provedora de internet e TV que é dona da NBCUniversal), a Peacock terá sua inauguração oficial em 15 de julho. Mas ainda não há previsão para a chegada desse – e de vários outros – serviço de streaming ao Brasil.
Brooklyn Nine-Nine jogou roteiros da nova temporada no lixo após morte de George Floyd
A 8ª temporada da comédia policial “Brooklyn Nine-Nine” (também conhecida no Brasil como “Lei & Desordem”) já vinha sendo escrita pelos roteiristas da série, quando as manchetes sobre racismo e violência da polícia dos EUA se tornaram incontornáveis. De acordo com o ator Terry Crews, os debates sobre racismo nos Estados Unidos, com a morte de George Floyd e o movimento Black Live Matters (Vidas Negras Importam), levaram os roteiristas a jogar todo o trabalho desenvolvido no lixo, decididos a reiniciar a temporada do zero para refletir o ambiente atual. “Nós tivemos muitas conversas sóbrias e profundas e espero que a gente faça algo que realmente chacoalhe as estruturas neste ano. Temos a oportunidade e planejamos usá-la da melhor maneira possível. Nós tínhamos quatro episódios prontos para gravar, e eles simplesmente jogaram tudo no lixo. Nós começamos de novo. Agora não sabemos em que direção irá”, relatou o ator, em entrevista ao programa Access Daily. Crews contou que todo o elenco se encontrou numa videoconferência para abordar a questão e fez seu relato sobre o preconceito que enfrentou antes de se tornar um ator conhecido. “Vocês me conhecem de vários filmes, mas, antes disso, eu sempre era tido como uma ameaça. Eu ia para o shopping e outros lugares e armas eram apontadas para a minha cabeça pela polícia de Los Angeles. Isso antes de eu ser famoso, que é algo que todo homem negro já passou, e é difícil para as outras pessoas entenderem”, contou. “O que está acontecendo é um movimento #MeToo da América negra. Sempre soubemos o que estava acontecendo, mas agora os brancos estão começando a entender. O vídeo de Floyd abriu a cabeça do mundo, porque agora você testemunhou aquilo e passou pelo trauma que a América negra tem passado”, acrescentou. O ator ainda lamentou que seus filhos, jovens, ainda possam sofrer nas mãos da polícia. “Quando se é negro, eles não te tratam como um jovem de 14 anos. Eles se assustam, é aquela coisa de ver um carro de polícia e o coração acelerar”, contou Crews. “Brooklyn Nine-Nine” foi renovada para a 8ª temporada no fim de 2019, mas, devido à suspensão das produções devido à covid-19, a data de estreia ainda não foi anunciada. Veja abaixo o vídeo da entrevista com Terry Crews.
Emicida incentiva carreira de atriz de Ludmilla após polêmica
Após a atriz Samantha Schmutz criticar a escolha de Ludmilla, uma “não atriz”, para integrar o elenco da 2ª temporada da série “Arcanjo Renegado”, a cantora acabou no centro de discussões acaloradas. Vendo a onda de críticas, o rapper Emicida resolveu se solidarizar, defendendo a amiga. “C*raio Ludmilla, eu torço demais por você e tô sempre mandando aquele axé daqui, porque vou te contar viu, os bico não consegue ver você vencer mesmo, era só ignorar, mas eles simplesmente não conseguem, precisam falar alguma bosta… Continua que tá lindo e você não está sozinha”, declarou ele. A publicação fez muito sucesso, recebendo mais de 50 mil curtidas e 3 mil retuítes, além de a própria Ludmilla responder à publicação. “Vou seguir fazendo a minha parte, nunca foi fácil e não vai ser agora que será. Tá cada dia mais difícil, mas essa força que tô recebendo é fundamental, ler isso de você me faz bem. Quanto mais eles batem, mais forte a gente fica!”, disse ela. Pra quem não lembra, a polêmica começou quando Ludmilla comemorou em seu Instagram o convite para atuar em “Arcanjo Renegado” e foi surpreendida por um comentário negativo de Samantha Schmutz, que demonstrou insatisfação pela escolha de seu nome. “O meu sonho é que meus amigos atores, desempregados, porém formados em Artes Cênicas, tenham essa mesma facilidade em conseguir um papel”, atravessou a atriz, que atualmente pode ser vista na reprise da novela “Totalmente Demais”, na pele da desaforada Dorinha. A dona do hit “Cheguei” respondeu. “Meu sonho é que todos os artistas com talento possam ter espaço pra mostrar seu trabalho, mas infelizmente esse é um momento que a cultura do nosso país está tão desvalorizada que isso se torna cada vez mais difícil. Melhor seria que nós, artistas, que temos voz e alcance, nos uníssemos para melhorar a situação. Não acredito que seu comentário desmerecendo meu trabalho e minha trajetória- que é de muita superação- vá ajudar nisso”, iniciou Lud. Ludmilla ainda relembrou que outras cantoras já participaram de projetos dramáticos sem que ninguém reclamasse. “Várias cantoras brasileiras também já fizeram trabalhos na TV. Ivete, por exemplo, brilhou na minissérie “Gabriela”. Sem contar inúmeros exemplos internacionais em que vários cantores também atuam. Porque arte é arte. Funk também é arte. Pagode é arte. Música popular e de massa é arte. Antes de ser cantora, sou uma artista, e quero poder explorar e experimentar várias formas artísticas sem me limitar. Paz”, concluiu ela.
Ludmilla e Samantha Schmutz brigam por causa de papel em série
A cantora Ludmilla e a atriz Samantha Schmutz trocaram farpas nas redes sociais, durante a sexta-feira (19/6), por causa de uma série da Globoplay. Ao comemorar em seu Instagram o convite para integrar o elenco da 2ª temporada de “Arcanjo Renegado”, Ludmilla foi surpreendida por um comentário negativo de Samantha, que demonstrou insatisfação pela escolha de seu nome. “O meu sonho é que meus amigos atores, desempregados, porém formados em Artes Cênicas, tenham essa mesma facilidade em conseguir um papel”, confessou a artista, que atualmente pode ser vista na reprise da novela “Totalmente Demais”, na pele da desaforada Dorinha. A dona do hit “Cheguei” respondeu. “Meu sonho é que todos os artistas com talento possam ter espaço pra mostrar seu trabalho, mas infelizmente esse é um momento que a cultura do nosso país está tão desvalorizada que isso se torna cada vez mais difícil. Melhor seria que nós, artistas, que temos voz e alcance, nos uníssemos para melhorar a situação. Não acredito que seu comentário desmerecendo meu trabalho e minha trajetória- que é de muita superação- vá ajudar nisso”, iniciou Lud. Ludmilla ainda relembrou que outras cantoras já participaram de projetos dramáticos sem que ninguém reclamasse. “Várias cantoras brasileiras também já fizeram trabalhos na TV. Ivete, por exemplo, brilhou na minissérie “Gabriela”. Sem contar inúmeros exemplos internacionais em que vários cantores também atuam. Porque arte é arte. Funk também é arte. Pagode é arte. Música popular e de massa é arte. Antes de ser cantora, sou uma artista, e quero poder explorar e experimentar várias formas artísticas sem me limitar. Paz”, concluiu ela.
Ludmilla vai viverá policial na 2ª temporada de Arcanjo Renegado
A cantora Ludmilla vai estrear como atriz na próxima temporada da série “Arcanjo Renegado”, da Globoplay. Ela postou fotos de seu “treinamento pesado” para o papel no Instagram, segurando uma arma. No post, ela revelou que interpretará uma policial militar. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, o papel foi um convite da produção da série após a cantora comentar nas redes ter adorado a primeira leva de episódios. Interpretar uma policial era um antigo sonho da artista. Na trama, a sua personagem terá cenas com Sara (Erika Januza), que decidirá se tornar uma policial. A 2ª temporada foi confirmada em fevereiro, apenas 12 dias após a estreia da série. Sem citar números, Erick Brêtas, diretor de produtos e serviços digitais do Globoplay, informou à imprensa que “Arcanjo Renegado” foi a melhor estreia de série da Globoplay. Criada por José Junior (autor também de “A Divisão”) e dirigida pelo cineasta Heitor Dhalia (“Tungstênio”), “Arcanjo Renegado” gira em torno de policiais do Bope, batalhão carioca celebrizado no filme “Tropa de Elite”, e inclui em seu elenco ex-criminosos de verdade. Arcanjo é o nome de uma equipe do Bope tida como a mais bem treinada, eficaz e letal do batalhão. Porém, um atentado ao vice-governador (Gutti Fraga, de “Aspirantes”) do Rio de Janeiro muda a vida de seu líder, o primeiro-sargento Mikhael (vivido por Marcello Melo Jr., que por sinal participou de “Tropa de Elite”), que é transferido para uma unidade policial do interior. Dos 16 personagens policiais, 14 são integrantes reais do Bope. Já os papéis de traficantes foram desempenhados por egressos do sistema penal. A série não deve ser exibida na TV aberta, mas há planos para apresentá-la no canal pago Multishow a partir de 2021. Além do projeto da série, Ludmilla também mostrou em suas redes sociais nesta semana sua nova música, “Cobra Venenosa”, que será lançada em 3 de julho. Ela também denunciou nos últimos dias ataques racistas que recebeu nas redes sociais após novo desentendimento com Anitta. Ver essa foto no Instagram Eu não virei atriz não né gente?! Hahaha. A convite do maravilhoso @jjafroreggae chegar com tudo na segunda temporada de #Arcanjorenegado interpretando uma policial militar🔥. Tô treinando pesado, vocês vão poder conferir tudo na Globo em breve, gostaram da novidade? Uma publicação compartilhada por Ludmilla (@ludmilla) em 18 de Jun, 2020 às 7:48 PDT
Séries novatas Perfect Harmony e Lincoln Rhyme são canceladas nos EUA
A rede NBC cancelou dois de seus lançamentos da temporada, a comédia “Perfect Harmony” e o thriller policial “Lincoln Rhyme: Hunt for the Bone Collector”. Apenas a segunda era exibida no Brasil, pelo canal pago AXN. Nenhuma das duas conseguiu atrair grande público nos EUA. A comédia foi um desastre completo, com média de 1,9 milhão de espectadores, enquanto a atração criminal conseguiu quase o dobro da atenção, vista por 3,6 milhões ao vivo. Elas se juntam ao destino de “Sunnyside”, primeira série cancelada da temporada, após quatro episódios assistidos por apenas 1,3 milhão de pessoas. “Perfect Harmony” era uma espécie de “Glee” da meia-idade ou, ainda, um “Glee” evangélico. A trama acompanhava o ex-professor de música Arthur Cochran (interpretado por Bradley Whitford, de “The Handmaid’s Tale”), que, desiludido com a vida, enche a cara, sai dirigindo e resolve se matar com pílulas. Mas, na última hora, pede um sinal a Deus. Como ele estacionou seu carro justamente diante de uma igreja, a deixa faz um coral sacro ressoar. Para resumir, ela acorda de ressaca dentro da igreja, cercado por um grupo de cantores desafinados que mal podem esperar para começar a ter aulas com seu novo professor. Diante dos personagens conflitantes a seu redor, Arthur logo percebe que aquela dissonância é o que ele precisa para se reinventar e redescobrir um pouco de felicidade. Com direito a muitas versões de músicas conhecidas em arranjos de coral. Daí, a referência a “Glee”. Com 64% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série foi criada por Lesley Wake (roteirista de “Life in Pieces”) e o elenco desafinado também destacava Anna Camp, que tem experiência no gênero como uma das estrelas da trilogia musical “A Escolha Perfeita”, além de Tymberlee Hill (“Search Party”), Rizwan Manji (“The Magicians”), Will Greenberg (“Wrecked”), Geno Segers (“Banshee”) e Spencer Allport (“Zero”). “Lincoln Rhyme: Hunt for the Bone Collector”, por sua vez, era baseada na franquia literária do escritor Jeffery Deaver, iniciada por “O Colecionador de Ossos” em 1997 e que teve até o momento 13 continuações – a mais recente, “The Cutting Edge”, foi lançada em 2018. Todos os livros centram-se no personagem Lincoln Rhyme, que foi vivido por Denzel Washington no cinema e era interpretado por Russell Hornsby (o Hank da série “Grimm”) na TV. Investigador forense aposentado, Lincoln Rhyme se tornou quadriplégico ao sofrer um acidente e é relutantemente transformado em consultor pela polícia de Nova York para ajudar a pegar um serial killer. Ele acaba formando parceria com a policial novata Amelia Sachs, que já no primeiro caso o impressiona por seus instintos dedutivos e vira suas “pernas” nas investigações. No filme, Amelia era interpretada por ninguém menos que Angelina Jolie. Na série, foi vivida por Arielle Kebbel (“Midnight Texas”). A adaptação de 1999 dirigida pelo australiano Phillip Noyce (“Salt”) foi destruída pela crítica (28% no Rotten Tomatoes) e deu prejuízo financeiro (bilheteria mundial de US$ 151,4 milhões contra um orçamento de produção de US$ 73 milhões). E, por isso, “O Colecionador de Ossos” não virou franquia cinematográfica. A série não teve destino muito melhor, com 36% no Rotten Tomatoes e cancelamento após 10 episódios. Mas era previsível. A produção tinha sido desenvolvida por VJ Boyd e Mark Bianculli, que trabalharam juntos em dois pilotos, “The Jury” (2016) e “Doomsday” (2017), ambos recusados na rede ABC. A NBC ainda não anunciou o destino de outras quatro atrações da temporada – uma das mais fracas do canal. Mas a julgar pelas audiências de “Bluff City Law” (3,6 milhões), “Council of Dads” (2,8 milhões), “Indebted” (1,5 milhões) e “Zoey’s Extraordinary Playlist” (1,9 milhão) não deve demorar para a guilhotina cair novamente.
A Juíza: História de Patrícia Acioli, executada por policiais, vai virar série
A história da juíza Patrícia Acioli, assassinada em 2011, em Niterói (RJ), vai inspirar uma série de streaming, numa co-produção com o mercado americano. Intitulada “A Juíza”, a atração obteve investimento privado para desenvolvimento de três temporadas, informou a coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo. Na série, desenvolvida pela roteirista Laura Malin (“Embarque Imediato”) e produzida pela Estúdio Escarlate, a juíza vai se chamar Pilar e condenar policiais criminosos envolvidos em mortes de inocentes, residentes em comunidades. Cada episódio contará um caso diferente, ao estilo das séries procedimentais americanas. Segundo O Globo, são histórias que lembram a recente morte do menino João Pedro, de 14 anos, em operação policial em São Gonçalo (RJ). Patrícia Acioli, conhecida por condenar milicianos e policiais criminosos, era juíza em São Gonçalo. Ela foi executada com 21 tiros em agosto de 2011. Onze policiais foram condenados por esse crime, entre eles o tenente-coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira, que na época do assassinato comandava o 7º Batalhão de Polícia Militar da cidade. Sua morte gerou comoção no país, mas Flávio Bolsonaro preferiu atacá-la nas redes sociais pela “forma absurda e gratuita com que ela humilhava policiais”. Para o então deputado estadual, que empregava milicianos e era vizinho do policial que executou a vereadora Marielle Franco em 2018, isso “contribuiu para [ela] ter muitos inimigos”. Em maio passado, o desgoverno do clã Bolsonaro nomeou o advogado de um dos assassinos, Zoser Plata Bondim Hardman de Araújo, que também defendeu vários milicianos, para o cargo de Assessor Especial do ministro da Saúde. Acioli foi executada por ter descoberto um esquema de pagamento de propina de traficantes para a polícia de São Gonçalo, com o objetivo de manter o funcionamento das bocas-de-fumo na cidade e transformar assassinatos encomendados em autos de resistência – quando o boletim de ocorrência informa que o acusado morreu ao resistir à prisão em suposta troca de tiros. Delações premiadas feitas por um dos próprios policiais presos revelou que os PMs recebiam de R$ 10 mil a R$ 12 mil por semana do tráfico de drogas da região. A pesquisa de Laura Malin analisou alguns dos 10 mil casos de pessoas mortas em confronto com policiais no Rio de Janeiro entre 2001 e 2011, especialmente as mortes registradas como auto de resistência, para escrever a série. A 1ª temporada contará com oito episódios, mas não há informação sobre qual plataforma exibirá a série.












