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  • Filme,  Série

    Telefilme animado da A Vida Moderna de Rocko ganha trailer hilário

    22 de julho de 2017 /

    A Nickelodeon divulgou na Comic-Con o trailer de “Rocko’s Modern Life: Static Cling”, o telefilme animado de “A Vida Moderna de Rocko”. Hilário, ele mostra o protagonista da série clássica de animação descobrindo que não está mais nos anos 1990, conforme entra em contato com as últimas novidades, tendências e manias, como a obsessão pelo último modelo já obsoleto de smart phone, energéticos radioativos e food trucks capazes de inventar novas formas de envenenamento gastronômico. Apavorado, Rocko volta correndo para sua casinha afirmando que a vida no século 21 é muito perigosa. Na verdade, a prévia parece conter a história completa. A sinopse oficial diz que o especial animado mostrará Rocko de volta à sua cidade natal após ficar mais de 20 anos preso no espaço. Ao retornar, ele encontra Vacão e Felizberto, seus melhores amigos, “viciados em todo novo aspecto de tecnologia, redes sociais e a grande variedade de food trucks. Rocko acredita de coração que sua nostalgia pelo passado pode lhe salvar das torturas do mundo moderno”, complementa a descrição oficial. A série original acompanhava um marsupial australiano, que tentava se adaptar ao cotidiano de sua nova vida nos Estados Unidos, encontrando maravilhas tecnológicas e comportamentos modernos que lhe causavam estranheza. Bastante criativa, a animação tinha música tema da banda B-52’s e durou quatro temporadas, exibidas entre 1993 e 1996 no canal pago infantil Nickelodeon. “Rocko’s Modern Life: Static Cling” tem roteiro e direção do criador da série, Joe Murray, e contará com o retorno de todos os dubladores originais da produção americana. A data de estreia ainda não foi revelada, mas a expectativa é para uma exibição em 2018.

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  • Série

    Série clássica Will & Grace ganha novo teaser para anunciar seu retorno

    5 de julho de 2017 /

    A rede NBC divulgou um novo teaser para divulgar o revival da série “Will & Grace”. A prévia mostra o elenco central, formado por Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack), dançando ao som do funk “I Got the Feelin’”, de James Brown. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, e girava em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. A princípio, o revival contará com 12 episódios inéditos, todos escritos pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. O equivalente à 9ª temporada da série começa a ser exibido em 28 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Trilha de Homem-Aranha: De Volta ao Lar incorpora tema clássico do herói. Ouça como ficou

    30 de junho de 2017 /

    A trilha de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” vai incorporar o velho e clássico tema da série animada do super-herói de 1967. O compositor Michael Giacchino (“Rogue One”) divulgou uma prévia de seu arranjo no Vevo. Confira abaixo como ficou. O primeiro filme solo em que Tom Holland veste o uniforme do herói aracnídeo agradou a crítica norte-americana. Além de diversos elogios no Twitter, atingiu (provisoriamente) 93% de aprovação na avaliação do site Rotten Tomatoes. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”), o novo “Homem-Aranha” estreia na próxima quinta (6/7) no Brasil, um dia antes de seu lançamento nos EUA. Theme (from “Spider Man”) [Original Television Series] by Michael Giacchino on VEVO.

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  • Série

    Os Jetsons pode virar série com atores reais

    29 de junho de 2017 /

    A Warner prepara uma série live action (com atores) baseada nos desenhos clássicos de “Os Jetsons”. Ainda em estágio inicial, o projeto estaria sendo desenvolvido por Gary Janetti, roteirista-produtor da série animada “Uma Família da Pesada” (Family Guy) e criador da sitcom britânica “Vicious”. A informação é do site TVLine, que ainda lista entre os produtores o cineasta Robert Zemeckis (da trilogia “De Volta para o Futuro”). Procurada, a Warner não quis comentar. Recentemente, a Variety apurou que o estúdio cogitava lançar um novo longa animado dos Jetsons, a cargo do diretor Conrad Vernon, responsável pela animação “Festa da Salsicha” (2016). “Os Jetsons” foram criados pelos estúdios Hanna-Barbera como contrapartida para “Os Flintstones”. Enquanto a animação mais antiga mostrava uma família da Idade da Pedra, “Os Jetsons” levou à televisão uma família do futuro, formada pelo patriarca George, sua esposa Jane, os filhos Elroy e Judy, o cachorro Astro e a empregada-robô Rose. Seu cotidiano futurista incluía carros voadores, cidades suspensas, trabalho automatizado e robôs obedientes. Apesar de ter marcado época, a série original, que surgiu em 1962, durou apenas uma temporada com 24 episódios. Mas eles foram tão reprisados que pareciam muitos. E foram suficientes para gerar um culto, ganhando um revival em 1985, quando finalmente uma espécie de 2ª temporada foi lançada, rendendo mais 41 capítulos.

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  • Série

    3ª temporada de Fuller House será lançada no aniversário de 30 anos de Três É Demais

    26 de junho de 2017 /

    A 3ª temporada de “Fuller House” vai chegar em 22 de setembro na Netflix. A data foi revelada no Instagram pelo criador da série, Jeff Franklin, e coincide com o aniversário de estreia da atração original, “Três É Demais” (Full House), que aconteceu há 30 anos. “Fuller House” é um spin-off de “Três É Demais” e acompanha as meninas da série dos anos 1980, já crescidas e com seus próprios filhos, numa continuação da trama original. Há 30 anos, um pai (Bob Saget) tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Na continuação, uma das filhas, D.J., passa por uma situação similar. Viúva recente, mãe de três filhos – de 12, 7 anos e poucos meses de idade, ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem é vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando a série começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente. As três são as novas adultas da atração, que passam a morar juntas no velho cenário da sitcom, com seus respectivos filhos. Além delas, “Fuller House” também traz participações dos adultos de “Três É Demais”, agora vivendo a crise da Terceira Idade, especialmente Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Até Lori Loughlin retorna como a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos) e mãe de dois gêmeos, que ela deu à luz no final da série original. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas, por sinal. September 22, 2017 — the 30th anniversary of the debut episode of FULL HOUSE, and SEASON 3 of FULLER HOUSE drops on Netflix. I'm having a drink that night!! Uma publicação compartilhada por Jeff Franklin (@fullerhouseguy) em Jun 26, 2017 às 11:37 PDT

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  • Filme

    Mulher-Maravilha ganha um trailer inspirado na série dos anos 1970

    11 de junho de 2017 /

    O site americano Screen Crush divulgou uma montagem de cenas do filme da “Mulher-Maravilha” ao estilo da abertura da série clássica da heroína, mesclada às animações e trilha sonora da produção dos anos 1970. Algumas partes ficaram bem convincentes. Compare abaixo. Em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana consecutivo, o longa dirigido por Patti Jenkins e estrelado por Gal Gadot já ultrapassou os US$ 430 milhões de arrecadação mundial e se tornou o filme mais comentado no Twitter em 2017. Mulher-Maravilha estará novamente nos cinemas neste ano no filme da “Liga da Justiça”, que estreia em 16 de novembro no Brasil.

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  • Etc,  Série

    Adam West (1928–2017)

    10 de junho de 2017 /

    Morreu Adam West, o intérprete mais famoso e querido de Batman. Ele faleceu na noite de sexta (9/6), em Los Angeles, de leucemia aos 88 anos. William West Anderson só virou Adam West a partir de seu primeiro filme, o clássico “O Moço de Filadélfia” (1959), no qual viveu o pai homossexual de Paul Newman. Como podia chocar sensibilidades da época, a homossexualidade de seu personagem era apenas aludida e, antes que pudesse causar controvérsia, rapidamente enterrada. O mesmo acidente de carro que o tirou de cena foi o pretexto para avançar a história e mostrar seu filho adulto – Paul Newman era três anos mais velho que West. A preferência do sobrenome West sobre Anderson coincidiu com o fato dele fazer muitas séries de western no começo da carreira, como “Cheyenne”, “Bronco”, “Colt .45”, “Maverick”, “Bonanza”, “Laramie”, “O Homem do Rifle”, “Gunsmoke” e “O Homem de Virgínia”, entre outras. Seu primeiro papel fixo na TV foi na série “Os Detetives”, em 1961. A atração só durou uma temporada de 30 episódios, apesar de ter em seu elenco o astro de cinema Robert Taylor (“Quo Vadis”) e até Mark Goddard, o futuro Major West de “Perdidos no Espaço”. No cinema, destacou-se como coadjuvante da sci-fi “Robinson Crusoé em Marte” (1964) e da comédia dos Três Patetas “Os Reis do Faroeste” (1965), antes de virar protagonista com o western spaghetti “Os Quatro Implacáveis” (1965) e a aventura “Mara das Selvas” (1965). Mas sua carreira de galã de filmes B e de participações televisivas tomou um rumo completamente diferente a partir de 1966, quando o ator assumiu o papel que marcaria sua vida. Adam West virou Batman em 1966 e nunca mais deixou o personagem na imaginação dos fãs, mesmo que a produção tenha sido cancelada após três temporadas, em 1968. Primeira série a levar a estética dos quadrinhos para a TV, com a inclusão de onomatopeias, clifhangers que continuavam na próxima história, lutas totalmente coreografadas, ameaças absurdas e um colorido digno de quadros da pop art, “Batman” virou um fenômeno de audiência, foi indicada ao Emmy de Melhor Série de Comédia e até ganhou um filme, que reuniu os principais vilões da atração num esforço conjunto para derrotar a dupla dinâmica, formada pelo cruzado encapuzado e o menino prodígio – Robin, vivido por Burt Ward. Infelizmente, o surto criativo durou pouco. A série tornou-se repetitiva com a falta de imaginação de seus roteiristas, que abusaram das mesmas piadas em torno da “batcaverna”, “batmóvel”, “batfone” e “bat-repelente de tubarão”, na mesma “bat-hora” e no mesmo “batcanal”, gerando fadiga. Para piorar, a ideia de renovação do produtor William Dozier foi criar novos vilões, tão bobões que só existiram em seus episódios. A falta dos vilões clássicos levou à queda de audiência, que culminou no cancelamento após três anos. Uma inovação, pelo menos, acabou entrando para os quadrinhos: a Batgirl, originalmente interpretada por Yvonne Craig. Conforme foi emburrecendo, “Batman” também sofreu rejeição dos fãs de quadrinhos, e a editora DC precisou reinventar o herói de forma radical nos anos 1970, como uma figura sombria, para se distanciar do tom de pastelão do programa. A repercussão da atração foi tanta que Adam West encontrou dificuldades para fazer outro papel pelo resto da carreira. Embora tenha aparecido em algumas séries e coadjuvado dois filmes bem-sucedidos, “Só o Casamento Nos Separa” (1971) e “Hooper – O Homem das Mil Façanhas” (1978), os trabalhos se revelaram mais escassos que antes de “Batman”. Incapaz de sair da sombra de Batman, West acabou retornando ao papel após uma década como dublador da primeira série animada do herói, “As Novas Aventuras de Batman” (1977), que também contava com Burt Ward como a voz de Robin. Sem premeditação, esse trabalho acabou lhe abrindo uma nova linha de atuação. Ele voltaria a dublar Batman no desenho dos “Superamigos” (1985) e, a partir daí, passou a emendar inúmeras participações vocais em produções animadas – que eram melhores que os filmes trash que fez nos anos 1980, lutando contra zumbis e motoqueiros selvagens. Numa reviravolta, em 1992 foi convidado a enfrentar Batman, dublando o vilão Fantasma Cinzento na 1ª temporada de “Batman: A Série Animada”. Mas foi só uma vez, e ele logo voltou a ser o herói encapuzado em desenhos dos “Animaniacs” (em 1997) e “Os Simpsons” (em 2002), antes de virar o prefeito de Gotham City na série animada “The Batman” (entre 2004 e 2006). Além de Batman, Adam West teve ainda outro papel reincidente: Adam West. Ao aparecer pela primeira vez como si mesmo na série “The Ben Stiller Show”, em 1992, o ator inaugurou um novo costume em sua carreira. Ele viveu Adam West em filmes como “O Tamanho das Melancias” (1996) e “Lindas de Morrer” (1999), séries animadas, como “O Crítico”, “Space Ghost Coast to Coast” e “Os Padrinhos Mágicos”, e em sitcoms, como “Murphy Brown”, “NewsRadio”, “The King of Queens”, “30 Rock” e “The Big Bang Theory” – num episódio exibido no ano passado. Sem esquecer que foi o Prefeito Adam West ao longo de mais de uma centena de episódios do desenho “Uma Família da Pesada” (Family Guy), entre 2000 e 2017. Famoso por ser ele mesmo, Adam West entretanto nunca foi reconhecido como alguém importante pelos produtores dos filmes de Batman. Ele jamais foi convidado a aparecer nos filmes do herói, embora intérpretes dos seriados de Superman tenham figurado nos longas do Homem de Aço. Esta desfeita refletia como a DC Comics enxergava o legado da série dos anos 1960. A avaliação negativa só começou a ser revista nos últimos anos, a ponto da Warner e a DC Comics desenvolverem novas linhas de produtos nostálgicos relacionados ao “Batman” de Adam West. Um desses lançamentos foi um longa animado, concebido como uma aventura da época da série, que fez grande sucesso no ano passado. Intitulado “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica”, o filme voltou a reunir West e Burt Ward como Batman e Robin, além de resgatar a voz ronronante de Julie Newmar como Mulher-Gato. Lançado em home video, “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica” teve repercussão tão forte que o ator estava trabalhando numa sequência, “Batman vs. Duas-Caras”, que seria lançada no segundo semestre. Não há informações sobre a etapa em que se encontravam as dublagens. Declarando-se devastado pela perda do amigo, Burt Ward deu a dimensão do legado de Adam West num texto publicado nas redes sociais. “Adam e eu tivemos uma amizade especial há mais de 50 anos. Nós compartilhamos alguns dos momentos mais divertidos de nossas vidas juntos. Esta é uma perda terrivelmente inesperada de meu amigo de toda a vida. Eu sempre sentirei sua falta. Existem vários atores que retrataram o Batman nos filmes. Mas, para mim, só houve um verdadeiro Batman, que é e sempre será Adam West. Ele era verdadeiramente o Cavaleiro das Luzes”.

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  • Série

    Pistas deixam fãs curiosos por participação de David Bowie em novos episódios de Twin Peaks

    30 de maio de 2017 /

    Fãs de David Bowie ficaram curiosos com pistas que parecem sugerir sua participação nos novos episódios da série “Twin Peaks”. Ele tinha aparição prevista na série e os rumores ganharam força por conta de menções a seu personagem nos primeiros episódios do revival. Amigo do diretor David Lynch, Bowie apareceu no filme “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer”, de 1992, como o agente do FBI Phillip Jeffries, e o nome de Jeffries foi mencionado na nova temporada. Vale lembrar que as gravações do retorno de “Twin Peaks” começaram em 2015, ocasião em que o ator Harry Goaz, que interpreta Andy Brennan, chegou a dizer a um jornal que Bowie estava escalado para fazer uma participação especial. Posteriormente, foi noticiado que o cantor não conseguiu ir ao set, pois não estava se sentindo bem. Ele veio a falecer em janeiro de 2016. Mas as diversas menções a Jeffries têm feito os fãs especularem sobre uma possível aparição do personagem, que teria sido mantida em segredo por Lynch e Bowie. No Brasil, os novos episódios de “Twin Peaks” são disponibilizados pela Netflix, um dia depois da exibição nos Estados Unidos pelo canal pago Showtime.

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  • Filme

    Diretor de Festa da Salsicha fará filme animado de Os Jetsons

    30 de maio de 2017 /

    O diretor Conrad Vernon, responsável pela animação “Festa da Salsicha”, vai assumir a direção do novo longa animado de “Os Jetsons”, adaptação da série clássica da Hanna-Barbera. “Os Jetsons” foram criados pelos estúdios Hanna-Barbera como contrapartida para “Os Flintstones”. Enquanto a animação mais antiga mostrava uma família da Idade da Pedra, “Os Jetsons” levou à televisão uma família do futuro, formada pelo patriarca George, sua esposa Jane, os filhos Elroy e Judy, o cachorro Astro e a empregada-robô Rose. Seu cotidiano futurista incluía carros voadores, cidades suspensas, trabalho automatizado e robôs obedientes. Apesar de ter marcado época, graças às inúmeras reprises, a série original, que surgiu em 1962, durou apenas uma temporada com 24 episódios. Mas eles foram tão reprisados que pareciam muitos. E foram suficientes para gerar um culto, ganhando um revival em 1985, quando finalmente uma espécie de 2ª temporada foi lançada, rendendo mais 41 episódios. A nova produção da Warner será o segundo longa animado dos personagens, que já estrelaram “Os Jetsons: O Filme” em 1990 – sem considerar telefilmes como “Os Jetsons e os Flintstones se Encontram” (1987). O projeto também significa que o estúdio desistiu de transformar a franquia numa comédia sci-fi com atores reais. A Warner chegou a desenvolver planos neste sentido, com Robert Rodriguez (“Sin City”) cotado para dirigir a adaptação. Ainda não há informações sobre se a nova animação será feita de forma tradicional ou em computação gráfica, assim como não há previsão para o seu lançamento nos cinemas.

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  • Série

    Globo planeja resgatar Carga Pesada com elementos sobrenaturais

    29 de maio de 2017 /

    A rede Globo estaria planejando um revival de “Carga Pesada”, série clássica estrelada por Antônio Fagundes e Stênio Garcia. O projeto faria parte da onda de nostalgia que avança sobre a programação da emissora, após o sucesso da “Escolinha do Professor Raimundo” e as gravações do novo “Os Trapalhões”. As aventuras dos caminhoneiros Pedro (Fagundes) e Bino (Garcia) já experimentaram um revival anterior. A versão original foi exibida entre os anos de 1979 e 1981, mas os personagens voltaram numa segunda encarnação mais duradoura, entre 2003 e 2007. O detalhe é que os planos da Globo para seu famoso programa para uma terceira e última fase teria uma inovação: a presença de elementos sobrenaturais. Segundo o UOL, a intenção da emissora é reunir os dois atores sob o comando de Ricardo Waddington, diretor que já estaria avaliando o projeto. A nova versão traria Pedro como um trabalhador falido que ainda tenta lucrar com o célebre caminhão da dupla. Por outro lado, Bino tornou-se um homem rico e sua fortuna teria sido alcançada através de um pacto infernal com o próprio diabo. Após anos sem se comunicarem, os dois terão que voltar a trabalhar juntos para encontrar Sônia, filha biológica de Bino, que desapareceu misteriosamente. Se a produção for aprovada, Aguinaldo Silva assumirá o lugar anteriormente ocupado por Dias Gomes e Walcyr Carrasco na supervisão dos roteiros. Tudo dando certo, a série será relançada no ano que vem.

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    Jared Martin (1941 – 2017)

    27 de maio de 2017 /

    Morreu o ator Jared Martin, que fez sucesso como galã na série “Dallas”. Ele faleceu na quarta (24/5) em sua casa na Filadélfia, vítima de câncer, aos 75 anos. Martin era colega de Brian De Palma, com quem estudou na Universidade de Columbia, e fez sua estreia como ator no primeiro filme do cineasta, “Murder à la Mod” (1968). Ele também fez uma pequena participação em “Festa de Casamento” (1969), que marcou a estreia de Robert De Niro, e na sci-fi clássica “Westworld – Onde Ninguém Tem Alma” (1973), inspiração da atual série da HBO. Mas sua carreira acabou voltada para a TV, onde participou de diversas séries clássicas, com destaque para a produção sci-fi “Viagem Fantástica” (1977), passada no triângulo das Bermudas, na qual tinha um dos papéis principais, e “Dallas”. Ele entrou na 3ª temporada da série dos magnatas do petróleo como o cowboy de rodeio Dusty Farlow, filho adotivo de um dos inimigos da família Ewing, que se torna interesse romântico de Sue Ellen Ewing (Linda Gray). Os planos originais previam uma participação em três episódios em 1979, antes que o personagem morresse num acidente de avião. Mas o desempenho de Martin fez tanto sucesso que os fãs pressionaram os produtores a ressuscitarem seu personagem, o que acabou acontecendo após pesquisas e apostas sugerirem que ele poderia ter forjado sua morte para evitar a suspeita de ter sido o responsável pela tentativa de assassinato de J.R. (Larry Hagman), o marido de Sue Ellen. Diante da popularidade do personagem, os produtores quebraram a cabeça e encontraram uma maneira de fazê-lo retornar. “Meu agente disse: ‘Prepare-se, eles vão trazer você de volta'”, lembrou Martin, numa entrevista dos anos 1990. “Eu disse: ‘Como, eu estou morto’. Meu agente diz: “Oh, isso é Hollywood, eles vão pensar em algo”. No final, não foi Dusty Farlow quem atirou em J.R. Acontece que Dusty tinha sobrevivido, mas seus ferimentos o tornaram impotente, paralisado da cintura para baixo e confinado a uma cadeira de rodas. “Ele acaba recuperando a saúde com a ajuda de uma mulher extremamente bonita, que era algo que a América queria ver na época, não me pergunte por quê”, disse Martin. “Então eu deixei de ser um ator de participação episódica em diversas produções para me tornar parte da série mais bem-sucedida e fabulosa já conhecida pela humanidade.” Dusty faria uma recuperação milagrosa e até mesmo retornaria ao circuito do rodeio. Mas quando isso aconteceu, Sue Ellen decidiu voltar para J.R., encerrando a participação de Martin na série em 1985. Ele ainda apareceu num episódio de 1991, antes de se aposentar da atuação e passar a se dedicar à Big Picture Alliance, uma organização sem fins lucrativos que ele criou para ensinar crianças da periferia a fazer cinema. No ano passado, ele próprio fez sua estreia como diretor, filmando o longa “The Congressman”, estrelado por Treat Williams.

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    Roger Moore (1927 – 2017)

    23 de maio de 2017 /

    O ator britânico Roger Moore, famoso por interpretar o agente secreto James Bond em sete filmes, morreu nesta terça-feira (23/5), aos 89 anos. Segundo a família, Moore faleceu na Suíça, “após uma brava luta contra o câncer”. “Obrigado, papai, por ter sido você, e por ter sido tão especial para tanta gente. Com o coração pesado, compartilhamos a péssima notícia de que nosso pai, Sir Roger Moore, morreu nesta terça-feira. Estamos devastados”, disseram os três filhos do ator, em comunicado publicado no Twitter. Moore atuou em dezenas de filmes ao longo de mais de 70 anos de carreira na TV e no cinema, mas será sempre lembrado como o ator que melhor substituiu Sean Connery no papel de James Bond — ele foi o terceiro intérprete do agente secreto no cinema. Sua filmografia começou quando ele tinha apenas 18 anos, como um legionário romano no filme “César e Cleópatra” de 1945, estrelado por Claude Rains e Vivien Leigh. E após meia dúzia de outras figurações, ele conseguiu passar num teste da RADA (Academia Real de Artes Dramáticas) para estudar como virar um ator profissional. Entre as aulas, conheceu sua primeira esposa. Mas a convocação para o serviço militar interrompeu provisoriamente seus planos. Depois de três anos no exército, Moore tentou retomar a carreira, mas só conseguiu novas figurações e trabalho como modelo fotográfico de revistas de moda. Sem desistir, resolveu se mudar para Nova York em 1953 com a segunda esposa, a cantora Dorothy Squires, para tentar a sorte na televisão americana. E após três telefilmes, chamou atenção da MGM, que lhe deu seu primeiro contrato. Ironicamente, o ator inglês foi se destacar em Hollywood, antes de ser reconhecido em sua terra natal. Sua breve passagem americana incluiu papéis nos clássicos “A Última Vez que Vi Paris” (1954) e “Melodia Interrompida” (1955). Mas o que chamou mais atenção foi sua bem-sucedida carreira de herói da TV, a começar pelo papel de Ivanhoé na série homônima de 1958. Ele também teve um papel recorrente na série de western “Maverick”, aparecendo em 16 episódios como o primo britânico do personagem-título, vivido por James Garner. A popularidade crescente o levou de volta à Europa para desempenhar seu primeiro papel de protagonista, como Romulus, fundador de Roma no épico italiano “O Rapto das Sabinas” (1961). E finalmente o conduziu ao personagem que lhe permitiu explorar o charme cínico que marcaria sua carreira: Simon Templar, o ladrão herói da série britânica “O Santo”. Moore estrelou “O Santo” por mais de 100 episódios, entre 1962 e 1969, chamando atenção pelo carisma demonstrado na tela. Basicamente um Robin Hood moderno, o Santo era um ladrão britânico elegante, que roubava criminosos em nome de boas causas, daí seu apelido. Mas claro que ele também enriquecia e se divertia com as femme fatales enquanto ajudava os oprimidos. A série foi um fenômeno tão popular que conseguiu projeção internacional, algo ainda raro para as produções britânicas dos anos 1960. Seu final fez o ator ser disputado para vários projetos, mas ele preferiu protagonizar um filme, “O Homem Que Não Era” (1970), que lhe rendeu vários elogios. Entretanto, foi um novo papel televisivo que determinou seu futuro. Os produtores comemoraram quando ele topou viver o playboy aristocrata Lord Brett Sinclair em “Persuaders!”, contracenando com o americano Tony Curtis. A série era inspirada nos filmes leves de ação da época, envolvendo grandes golpes em tom de comédia. Na trama, ambos eram playboys, mas de temperamentos e origens diferentes. A motivação da dupla para solucionar crimes “que a polícia não conseguia resolver” era se divertir. O inegável atrativo dos dois astros parecia destinado a transformar a atração em outro sucesso. Mas “Persuaders!” teve apenas uma temporada, exibida entre 1971 e 1972. Porque, em 1973, Roger Moore virou James Bond. Os produtores da franquia 007 se viram em apuros quando Sean Connery desistiu de viver o espião pela segunda vez – após a primeira substituição, com George Lazenby, não ser bem-recebida pelos fãs, a ponto de implorarem para Connery retornar. A solução se mostrou óbvia quando o nome de Roger Moore entrou no páreo. Ele já era um protótipo de James Bond, como Simon Templar e como Brett Sinclair. E tudo o que precisaria para assumir o papel era dizer Bond, James Bond. Moore estreou como James Bond em “Com 007 Viva e Deixe Morrer” (1973), introduzido por uma música-tema inesquecível de Paul McCartney. Foram sete filmes como o espião britânico com licença para matar, até “007 – Na Mira dos Assassinos” (1985), desta vez com trilha do Duran Duran, para demonstrar como o mundo mudou desde que ele assumiu o papel. Sua interpretação moldou Bond, dando-lhe mais características de playboy e sedutor, além de uma leveza que deixou suas aventuras bem-humoradas. Os filmes ganharam títulos que refletiam essa mudança, como “007 – O Espião Que Me Amava” (1977), “007 – Somente Para Seus Olhos” (1981) e “007 Contra Octopussy” (1983). As Bond girls se tornaram cada vez mais sexy e importantes, ao mesmo tempo em que a ação foi se aproximando do ridículo, como em “007 Contra o Foguete da Morte” (1979), que teve cenas rodadas no Rio de Janeiro, com James Bond lutando contra o vilão Dentes de Aço no alto do bondinho do Pão de Açúcar, além da infame caminhada por uma lagoa infestada de jacarés, utilizando os bichos como “ponte”. Numa entrevista, ele explicou que sua abordagem mais cômica do personagem se devia ao fato de James Bond não ser um bom espião. “Você não pode ser um espião de verdade após fazer questão que todos saibam qual é seu nome e sua bebida favorita. Isso é apenas engraçado demais.” Apesar do tom leve, durante a filmagem de “Octopussy” na Índia, Moore teve sua visão de mundo mudada pelo contato com a miséria, e a partir daí resolveu usar sua popularidade para ajudar a combater a pobreza extrema. Por conta disso, tornou-se embaixador da Unicef, participando de eventos em todas as partes do mundo. Seu trabalho humanitário o levou a ser nomeado Cavaleiro do Império Britânico. James Bond foi seu personagem mais marcante, mas Moore precisou deixá-lo de lado aos 58 anos, quando passou a ser considerado velho demais para se insinuar para garotas de biquíni. Durante o período em que estrelou a franquia, também foi protagonista de filmes de ação, encabeçando produções de grande elenco, como “Selvagens Cães de Guerra” (1978), “Fuga para Athena” (1979) e “Resgate Suicida” (1980), além de ter feito uma bem-sucedida incursão pela comédia, com “Quem Não Corre, Voa” (1981), ao lado de Burt Reynolds. Entretanto, após deixar de viver 007, sua carreira estagnou. Até uma parceria com Michael Caine, a comédia “Ladrão de Ladrão” (1990), falhou em encantar. O que o levou a contracenar e ser dirigido por Jean-Claude Van Damme em “O Desafio Mortal” (1996). Depois disso, ainda fez uma aparição no musical “O Mundo das Spice Girls” (1997) e coadjuvou no besteirol americano “Cruzeiro das Loucas” (2002), que seus fãs preferem esquecer. Em 2016, Moore chegou a fazer uma participação no piloto de um revival de “O Santo”, que acabou não virando série. Por conta disso, seus últimos papéis foram como o personagem que mais marcou sua vida. Não James Bond, mas Roger Moore. Ele viveu a si mesmo em seus dois últimos filmes, ambos comédias: o francês “Incompatibles” (2013) e o britânico “The Carer” (2016). Em sua autobiografia de 2008, “My Word Is My Bond”, ele resumiu sua carreira como a arte de interpretar a si mesmo. “Passei a vida interpretando heróis porque parecia ser um”, escreveu. “Praticamente, todos os papéis que me ofereceram exigiam apenas que me parecesse comigo mesmo. Mas a verdade é que adoraria ter podido interpretar um verdadeiro vilão”.

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    Revival de Twin Peaks será disponibilizado no Brasil pela Netflix

    20 de maio de 2017 /

    A série “Twin Peaks”, que volta a ser produzida após 20 anos, será exibida no Brasil pela Netflix a partir da próxima segunda-feira (22/5). O serviço de streaming anunciou a novidade via Twitter. O modelo será o mesmo da série “Better Call Saul”, com um episódio disponibilizado por semana. Esta programação, que preserva os intervalos de uma semana entre os capítulos, como na televisão, também é seguido por aqui pela Amazon com a divulgação de “American Gods”. A negociação deve ter sido fechada de última hora, já que o revival da série clássica estreia no domingo (21/5) nos Estados Unidos, pelo canal pago Showtime. Até então, nenhuma informação havia sido divulgada sobre a transmissão do seriado no Brasil. Escrita pelos criadores da atração original, o cineasta David Lynch e o roteirista Mark Frost, a “3ª temporada” retomará a trama após duas décadas. O próprio Lynch assina a direção de todos os episódios, além de também participar do elenco, como o agente Gordon Cole. Outros integrantes do elenco original que retornam incluem Kyle MacLachlan (Dale Cooper), Sherilyn Fenn (Audrey Horne), Sheryl Lee (Laura Palmer/Maddy Ferguson), Mädchen Amick (Shelly Johnson), Dana Ashbrook (Bobby Briggs), Wendy Robie (Nadine Hurley), Everett McGill (Big Ed Hurley), James Marshall (James Hurley) e Peggy Lipton (Norma Jennings). Além das caras conhecidas, a atração também incluirá algumas novidades, como as participações de Amanda Seyfried (“Ted 2”), Balthazar Getty (“O Juiz”), Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Robert Knepper (série “Prison Break”), James Belushi (série “According to Jim”) e Robert Forster (“Invasão a Casa Branca”). Veja abaixo o anúncio oficial da Netflix. Está acontecendo novamente. Twin Peaks: The Return começa dia 22, com uma nova parte toda semana. pic.twitter.com/UMQ9Nu9VLu — Netflix (@NetflixBrasil) May 19, 2017

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