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  • Série

    Volta de Sex and the City vai abordar a pandemia em Nova York

    31 de janeiro de 2021 /

    A volta de “Sex and The City” vai incorporar a pandemia de covid-19 em sua trama. A informação foi dada pela estrela Sarah Jessica Parker em entrevista à revista Vanity Fair. Após dizer que está aguardando “ansiosamente” os roteiros, ela afirmou que, como o cenário da série é Nova York, será imprescindível as consequências do vírus nas relações da cidade. “Obviamente será parte da história, porque essa é a cidade em que [esses personagens] vivem”, disse ela. “E como isso mudou os relacionamentos depois que as amigas desapareceram? Tenho muita fé que os escritores vão examinar tudo.” Não é só fé. Ela é produtora da série e pode determinar os rumos da trama. A atriz ainda celebrou que o time de novos escritos da série “é incrivelmente diverso de uma forma realmente emocionante” e que eles irão trazer uma nova “experiência de vida, visões de mundo políticas e visões de mundo social” para o programa. As personagens da série (menos Samantha) vão voltar num revival com 10 episódios na plataforma HBO Max, intitulado “And Just Like That…”. A minissérie vai seguir três das estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), enquanto lidam com a evolução de suas vidas após os 50 anos em Nova York. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy durante seu tempo no ar – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto original ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. O primeiro longa foi um sucesso de público e crítica. Já o segundo, basta dizer que implodiu os planos de uma trilogia, ao mesmo tempo em que Kim Catrall (Samantha) jurou nunca mais voltar à franquia, criticando Parker.

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  • Etc,  Série

    Destino de Samantha na volta de Sex and the City vira aposta online

    20 de janeiro de 2021 /

    Depois que a HBO Max anunciou que retomaria a série “Sex and the City” numa minissérie centrada nas melhores amigas Carrie (Sarah Jessica Parker), Miranda (Cynthia Nixon) e Charlotte (Kristin Davis), mas sem Samantha (Kim Cattrall), muitos fãs da atração original dos anos 1990 passaram a especular nas redes sociais como os roteiristas explicariam a ausência de uma personagem importante do quarteto central. No mundo real, a ausência se deve a uma conhecida rivalidade de longa data entre Cattrall e Parker. Mas como a série terá que encontrar uma forma narrativa de abordar a falta de Samantha no revival, que vai se chamar “And Just Like That…”, uma casa de apostas online resolveu colocar a questão para seus apostadores. O resultado foi surpreendente. Um porta-voz do site Bovada disse ao Hollywood Reporter que as apostas sobre o destino de Samantha se tornaram uma das populares de seus negócios. Dentro do universo da ficção, só perde por enquanto para as apostas sobre quem ficaria com o Trono de Ferro no final de “Game of Thrones”. As opções mais apostadas para o destino de Samantha incluem morte, mudança para longe de Nova York, a presença vagamente mencionada ou nenhuma menção de forma alguma e até o aprisionamento numa cadeia ou instituição de qualquer espécie – inclusive clínica de reabilitação. A resolução por meio de morte da personagem é a aposta que promete pagar melhor aos interessados, dando um retorno em torno de 30% sobre o valor empenhado. A empresa planeja deixar as apostas correrem até que a série comece a ser gravado na primavera, mas pode adiar o fechamento se, até a data de estreia (ainda não anunciada), nenhum spoiler for revelado. Até o momento, a única declaração sobre a ausência de Cattrall no revival vieram de Parker no Instagram, onde ela respondeu a um seguidor, dizendo: “Samantha não faz parte desta história. Mas ela sempre fará parte de nós. Não importa onde estamos ou o que fazemos.”

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  • Etc,  Série

    Richard Lindheim (1939 – 2021)

    19 de janeiro de 2021 /

    O produtor e roteirista Richard Lindheim, que co-criou a série “The Equalizer” de 1985, morreu na segunda (18/1) de insuficiência cardíaca aos 81 anos. Lindheim passou mais de quatro décadas na indústria do entretenimento, atuando como executivo de redes e estúdios de TV – na NBC, Universal Studios e Paramount, além de produzir séries populares e premiadas como “Frasier”, “Star Trek: Voyager”, “Star Trek: Deep Space 9” e “Miami Vice”. Ele começou a carreira ainda nos anos 1970, tendo escrito e produzido as três temporadas da série “As Aventuras de BJ” (BJ and the Bear) de 1978 a 1981. Mas sua maior contribuição à TV foi mesmo a criação de “The Equalizer”, que foi exibida na rede CBS por quatro anos, de 1985 a 1989, e recentemente foi revivida no cinema com dois filmes de sucesso estrelados por Denzel Washington (batizados de “O Protetor” no Brasil). O co-criador da versão original também estava envolvido no revival da atração, que está prestes a voltar à TV em nova versão estrelada por Queen Latifah. Ele era produtor executivo desta nova série, que vai estrear em 7 de fevereiro nos EUA. Outra realização notável de sua carreira aconteceu durante seu mandato na Paramount Television Group, de 1992 a 1999, onde fundou a Paramount Digital Entertainment, o grupo de tecnologia da Internet do estúdio. Lindheim também foi cofundador da RL Leaders, uma empresa que fornece experiências imersivas para treinamento especializado, combinando a criatividade de Hollywood com a alta tecnologia para criar simulações de realidade virtual, além de diretor executivo do Instituto de Tecnologias Criativas da USC (Universidade do Sul da Califórnia). “Ele estava assistindo ao (piloto de) ‘The Equalizer’ até o último dia. Estava tão animado para ver a série entrar em produção…”, disse o genro de Lindheim, Ezra Dweck, à imprensa americana.

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  • Série

    Estrelas de Sex and the City terão cachê milionário para retomar série

    11 de janeiro de 2021 /

    As protagonistas da série clássica “Sex and the City”, Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis, vão receber um cachê milionário para participar do revival da série. A revista americana Variety apurou que cada uma das protagonistas vai receber mais de US$ 1 milhão por episódio. Além de atuar, o trio principal também terá créditos como produtoras executivas da nova atração, que terá 10 episódios com exibição prevista para a plataforma de streaming HBO Max. Procurados para confirmar as cifras, representantes das três atrizes não responderam os pedidos da publicação. Mas a Variety não considerar os valores supreendentes, já que esse cachê virou referência para projetos de elenco cobiçado nos últimos anos. Nicole Kidman, Jeff Bridges e Reese Witherspoon, entre outros, estão entre os atores que fecharam contratos nesse valor para realizar séries na própria HBO, além da Netflix e Hulu. Intitulada “And Just Like That…”, frase bastante utilizada na série original, a nova trama acompanhará as personagens Carrie, Miranda e Charlotte enquanto elas navegam pela amizade em seus 50 anos. Já Samantha ficou de fora, porque a atriz Kim Cattrall se envolveu em brigas de bastidores com as colegas e tornou público seu desejo de deixar a franquia. A produção deve começar a ser gravada em Nova York ainda no primeiro semestre de 2021.

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  • Série

    Nicole Kidman e Javier Bardem negociam viver astros de I Love Lucy em filme

    11 de janeiro de 2021 /

    Nicole Kidman e Javier Bardem estão em negociações para interpretar Lucille Ball e Desi Arnaz, os astros casados do sitcom clássico “I Love Lucy” (1951-1957), num filme sobre o relacionamento que marcou época na TV americana. Intitulado “Being the Ricardos”, o filme vai se passar durante uma semana de produção de “I Love Lucy”, quando Lucy e Desi enfrentam uma crise que pode encerrar suas carreiras e seu casamento. O cineasta Aaron Sorkin (“Os 7 de Chicago”) assina o roteiro e vai dirigir o longa para a Amazon Studios. Os contratos ainda precisam ser fechados por ambos os atores, mas a produção ainda não tem previsão para começar, já que a pandemia de covid-19 continua a paralisar os planos dos estúdios de cinema.

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  • Etc,  Série

    Rod Perry (1941 – 2020)

    11 de janeiro de 2021 /

    O ator Rod Perry, que estrelou a série “SWAT” nos anos 1970, morreu em 17 de dezembro aos 86 anos, anunciou sua família nesta segunda (11/1). Ele se destacou como atleta – estabeleceu o recorde mundial nos 200 metros com barreiras em 1957 – antes de se tornar modelo para a agência Ford e estrear na Broadway como ator em 1968. Um de seus primeiros papéis na tela foi no telefilme “The Autobiography of Miss Jane Pittman” (1974), em que retratou Joe Pittman, um cowboy que tem um casamento breve, mas feliz, com a mulher do título (Cicely Tyson). A estreia no cinema aconteceu no ano seguinte, durante o ciclo da blaxploitation, vivendo o “poderoso chefão” de “A Fúria do Poderoso Chefão” (1974). Ele ainda participou de outro lançamento do gênero, “The Black Gestapo” (1975), antes de ingressar na “SWAT”. Rod Perry interpretou o sargento David “Deacon” Kay ao lado de Steve Forrest e Robert Urich na série policial, produzida por Aaron Spelling e Leonard Goldberg. Apesar de ter durado só 37 episódios entre 1975 e 1976, as reprises transformaram a atração num grande sucesso, que, mais recentemente, inspirou um filme e um revival televisivo. O longa “SWAT” de 2003 também contou com participação de Perry como o pai de seu personagem original, vivido no cinema por LL Cool J (Jay Harrington interpreta o mesmo personagem na versão atual da série). Outros de seus trabalhos televisivos incluem aparições em episódios das séries “Barney Miller”, “Good Times”, “Projeto U.F.O.” e “Babylon 5”.

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  • Série

    Continuação de Sex and the City é oficializada na HBO Max

    11 de janeiro de 2021 /

    “Sex and the City” está oficialmente voltando para a televisão. As estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), anunciaram no domingo (10/1) que voltarão numa minissérie na HBO Max, que se chamará “And Just Like That…”, frase bastante utilizada na série original. Veja o teaser oficial abaixo. A nova trama acompanhará Carrie, Miranda e Charlotte enquanto elas navegam pela amizade em seus 50 anos. Já Samantha ficou de fora, porque a atriz Kim Cattrall se envolveu em brigas de bastidores com as colegas e tornou público seu desejo de deixar a franquia. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy durante seu tempo no ar – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. A trama acompanha quatro amigas que lidavam com a vida de solteiras em Nova York no final dos anos 1990, enquanto uma delas escrevia uma coluna sobre o assunto. Após o final, o quarteto original ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. O primeiro longa foi um sucesso de público e crítica. Já o segundo, basta dizer que implodiu os planos de uma trilogia. Michael Patrick King, que ganhou um Emmy por seu trabalho de direção da série e escreveu e dirigiu os dois filmes, também está de volta na produção executiva do projeto, que terá 10 episódios. Já Darren Star, criador da série original, que tem um rico contrato geral com a ViacomCBS, não está envolvido. Uma busca por um showrunner está atualmente em andamento, visando começar a produção no final da primavera (depois de março) em Nova York. “Eu cresci com essas personagens e mal posso esperar para ver como sua história evoluiu neste novo capítulo, com a honestidade, a pungência, o humor e a cidade amada que sempre as definiu”, disse Sarah Aubrey, diretora da originais na HBO Max, em comunicado. Há quem defenda que a série envelheceu muito mal, ficando datada ao apresentar uma visão comercial do empoderamento feminino com consumismo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker)

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  • Série

    Revival de Punky, a Levada da Breca ganha primeira foto oficial

    7 de janeiro de 2021 /

    A plataforma americana Peacock, serviço de streaming com conteúdo da NBCUniversal, divulgou a primeira foto oficial do elenco do revival da série clássica “Punky, a Levada da Breca” (Punky Brewster). A foto destaca ao centro a intérprete original. A atração vai voltar com a mesma atriz que vivia a menina nos anos 1980, Soleil Moon Frye. Concebida como continuação da trama original, a nova série vai mostrar Punky (Frye) como uma mulher adulta, uma atrapalhada mãe solteira de três crianças, que conhece uma jovem que a lembra de sua própria infância. A premissa segue uma tendência de outras produções em que crianças de séries clássicas retornam adultas para estrelar continuações, o que aconteceu recentemente em “Fuller House” e “A Casa da Raven” (Raven’s Home). Soleil Moon Frye não é a única integrante do elenco original que está de volta. Chrie Johnson também retoma seu papel como Cherie, melhor amiga de Punky. As novidades ficam por conta de Freddie Prinze Jr. (“Ela É Demais”), que vive o marido, Noah Cottrell (“Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”), Oliver de los Santos (“Occupation: Rainfall”) e Lauren Lindsey Donzis (“No Good Nick”) como os filhos e a estreante Quinn Copeland, como a nova “Punky” – ou melhor, Izzy. “Punky, a Levada da Breca” foi exibida originalmente entre 1984 e 1988 e girava em torno de uma garota abandonada pela mãe em um shopping. Sem se deixar abater, ela começa a morar num apartamento vago de um prédio administrado pelo viúvo Henry (George Gaynes), que depois a adota. No Brasil, a sitcom foi transmitida com grande sucesso pelo SBT, e depois de cansar de reprisar por lá passou ainda pela Rede Bandeirantes. Além disso, uma versão em desenho animado da série, batizada de “Punky” (também Punky Brewster no original), foi produzida entre 1985 e 1987. A série acabou quando Soleil Moon Frye tinha 12 anos. Mas ela não parou de atuar, aparecendo em várias outras atrações televisivas, inclusive em “Friends”, “Galera do Barulho” (Saved by the Bell) e “Anos Incríveis” (The Wonder Years), até se destacar num papel fixo em “Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira” (1996–2003) e como dubladora da franquia animada baseada nas bonecas “Bratz” (2004-2013). O revival de “Punky” estava sendo desenvolvido pelos irmãos Steve e Jim Armogida (criadores da série “School of Rock”) para os estúdios Universal, visando um lançamento na rede NBC, lar da série original. Mas o projeto de streaming da empresa mudou tudo. A produção agora vai se juntar ao revival de “Galera do Barulho”, outro sucesso adolescente antigo, na plataforma Peacock. A volta de “Punky” terá 10 episódios e, por enquanto, não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Veja uma cena inédita e muito divertida da série The Office

    2 de janeiro de 2021 /

    O serviço de streaming Peacock, da NBCUniversal, reservou uma surpresa de Ano Novo para os fãs da série “The Office”: uma cena inédita de 30 minutos, que foi gravada e nunca utilizada como abertura do final da série em 2013. Engraçadíssima, a cena revela um elaborado plano de Jim (John Krasinski) e Pam (Jenna Fischer) para convencer Dwight (Rainn Wilson) de que o filme “Matrix” era real e ele tinha sido selecionado para se juntar à luta contra as máquinas. A cena ainda destaca Hank incorporando Dorpheus, o irmão de Morpheus, e o vídeo é dedicado à memória de seu intérprete, o ator Hugh Dane, falecido em 2018. O presente para os fãs é um lembrete de que “The Office” deixou a Matrix, ops, a Netflix, e agora está na Peacock, por enquanto disponível apenas nos EUA. Confira abaixo a divertida cena inédita. 🚨 This is not a drill. 🚨 Presenting a never-before-seen cold open from #TheOffice! Watch #TheOfficeonPeacock for more exclusive content: https://t.co/83j9pd3Wke pic.twitter.com/NgE1GYsJzm — Dunder Mifflin Peacock (@peacockTV) January 1, 2021

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    Dawn Wells (1938 – 2020)

    30 de dezembro de 2020 /

    A atriz Dawn Wells, que interpretou a náufraga Mary Ann na icônica série de comédia de TV “A Ilha dos Birutas” (Gilligan’s Island), morreu na manhã desta quarta-feira (30/11) em Los Angeles de complicações relacionadas à covid-19. Ela tinha 82 anos. Natural da cidade de Reno, Wells se tornou Miss Nevada no concurso de Miss América de 1959, e a projeção obtida pela disputa a levou a aparecer em várias séries do começo dos anos 1960 antes de conseguir seu papel mais famoso – incluindo “77 Sunset Strip” (em quatro episódios como quatro personagens diferentes), “Caravana”, “Laramie”, “Cheyenne”, “Maverick”, “Salto à Aventura” (Ripcord) e “Hawaiian Eye”. Ela derrotou 350 candidatas para ficar com o papel de Mary Ann em 1964. Mas, apesar da longevidade das reprises na TV, “A Ilha dos Birutas” foi apenas um sucesso moderado para a rede CBS durante sua exibição original de três temporadas, indo ao ar em noites e horários diferentes a cada ano até ser cancelada em 1967. A ironia é que, quando passou a ser reprisada em horário fixo nas estações locais, a atração se tornou um dos maiores sucessos da TV americana da década de 1970, inspirando até duas produções animadas, a primeira exibida de 1974 a 1977 e a segunda (“Gilligan’s Planet”) de 1982 a 1984. Wells voltou a viver Mary Ann na dublagem das duas produções, além de aparecer com o elenco original em três telefilmes de reencontro, do final dos anos 1970 ao início dos 1980. Após o fim da série, ela ainda apareceu no cultuado terror “Assassino Invisível” (The Town That Dreaded Sundown, 1976) e num punhado de filmes inexpressivos, acomodando-se como atriz convidada de sucessos televisivos, como “James West”, “Columbo”, “Ilha da Fantasia”, “O Barco do Amor”, “Roseanne”, “SOS Malibu” (aywatch) e “ALF, o Eteimoso”. Wells continuou a trabalhar na TV esporadicamente até 2019, encerrando a carreira ao dublar um episódio da animação “As Épicas Aventuras do Capitão Cueca”. Mas, além de atuar, ela também foi produtora, escritora, jornalista, palestrante motivacional, professora, presidente da Fundação Terry Lee Wells, com foco em mulheres e crianças no norte de Nevada, e ainda dirigiu um acampamento de atores, Film Actors Boot Camp, por sete anos em Idaho.

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  • Série

    Sex and the City pode voltar como minissérie na HBO Max

    23 de dezembro de 2020 /

    “Sex and the City” pode ganhar continuação. O jornal New York Post apurou que a HBO Max estaria perto de um acordo para produzir um revival da atração clássica, na forma de uma nova série limitada. A produção contaria com a volta das protagonistas Sarah Jessica Parker, Kristin Davis e Cynthia Nixon a seus papéis, respectivamente como Carrie, Charlotte e Miranda. Já Kim Cattrall, que se envolveu em brigas de bastidores com as colegas, tornou público seu desejo de deixar a franquia, o elenco e sua personagem Samantha para trás e não deve se envolver no projeto. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy durante seu tempo no ar – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. A trama acompanha quatro amigas que lidavam com a vida de solteiras em Nova York no final dos anos 1990, enquanto uma delas escrevia uma coluna sobre o assunto. Após o final, o quarteto original ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. O primeiro longa foi um sucesso de público e crítica. Já o segundo, basta dizer que implodiu os planos de uma trilogia. Há quem defenda que a série envelheceu muito mal, ficando datada ao apresentar uma visão comercial do empoderamento feminino com consumismo.

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    Série clássica Os Pioneiros vai ganhar remake

    17 de dezembro de 2020 /

    A série clássica “Os Pioneiros” (Little House on a Prairie), que marcou época nos anos 1970, vai ganhar um remake da Paramount Television Studios. O estúdio se juntou à produtora Anonymous Content para o projeto, que conta a história de uma família imigrante que tenta estabelecer uma pequena fazenda em terra selvagem, no interior do Kansas, Minnesota e outros locais remotos, durante o século 19. A narrativa é baseada na coleção de livros best-seller de Laura Ingalls Wilder (1867-1957). Embora ela tenha escrito os livros como histórias para crianças nos anos 1930 e 1940, a trama foi inspirada em sua própria vida como filha de pais pioneiros. Na série, Michael Landon e Karen Grassle eram os patriarcas da família Ingalls, que contavam com a ajuda de suas primeiras três filhas – entre elas a narradora Melissa Gilbert, no papel da própria Laura – para realizar seu sonho americano. Mas embora a adaptação televisiva tenha sido um grande sucesso, ficando no ar por nove temporadas na rede NBC, de setembro de 1974 a maio de 1982, a história de Wilder teria grande dificuldades de ser aceita da mesma forma hoje em dia sem atualizações culturais. Nos livros e na série, os Ingalls são apresentados como colonizadores benevolentes, que ocupam uma terra desabitada, quando na verdade a terra pertencia a nativos americanos, que nas obras da escritora eram descritos como sub-humanos. Apesar disso, “Os Pioneiros” continuou a ser reprisado e ganhou nova vida na TV em alguns telefilmes – que continuaram a história – e até num primeiro remake, uma minissérie baseada nos livros exibida em 2005. Para completar, a plataforma Peacock anunciou que vai disponibilizar todos os episódios da série clássica em seu serviço em 2021.

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  • Série

    Ilha da Fantasia vai ganhar remake televisivo

    15 de dezembro de 2020 /

    A série “Ilha da Fantasia”, grande sucesso dos anos 1970, ganhará um remake televisivo passado nos dias atuais. A rede Fox encomendou a produção de uma temporada completa do projeto. A nova versão está sendo desenvolvida pelas produtoras-roteiristas Liz Craft e Sarah Fain (ambas de “The 100”) para a Sony Pictures TV e a Gemstone Studios, braço da Sony criado para a realização de conteúdos independentes. A nova versão terá formato de semi-antologia, com um pequeno grupo de atores compondo o elenco principal e novos convidados fazendo participações especiais em todos os episódios. Na trama, pessoas do mundo inteiro buscam abrigo na famosa Ilha da Fantasia, um lugar com um caríssimo resort em que é possível realizar as mais profundas fantasias, mas nem sempre recebendo o que pagaram – tem uma lição de vida embutida em cada pacote de estadia. “Estamos particularmente focados em fornecer aos telespectadores séries de verão que possam oferecer uma verdadeira fuga da vida cotidiana – com certeza, agora mais do que nunca”, disse Michael Thorn, presidente da Fox Entertainment, em um comunicado . “’Ilha da Fantasia’ é um programa amado, e o mundo que Liz e Sarah criaram para essa adaptação contemporânea é uma série perfeita para os tempos de hoje. Afinal, quem entre nós não gostaria de fazer uma viagem (segura) para a Ilha da Fantasia agora?”, concluiu Exibida originalmente entre 1977 e 1984, “Ilha da Fantasia” teve 154 episódios exibidos ao longo de sete temporadas. A produção era estrelada por Ricardo Montalbán (1920-2009) como o misterioso Sr. Roarke, anfitrião do resort, e Hervé Villechaize (1943-1993), que interpretava Tattoo, seu assistente anão. No Brasil, a série foi exibida na Globo e na extinta TV Manchete. Recentemente, a série foi adaptada para o cinema como um filme de terror de baixíssima qualidade, com Michael Peña (“Homem-Formiga”) no papel do Sr. Roarke e sem Tattoo. Disponível em VOD, o filme tem uma das piores avaliações do ano, com apenas 7% de aprovação no site agregador de críticas Rotten Tomatoes.

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