Kleber Mendonça Filho desenvolve série sobre os cinemas de rua do Brasil
O cineasta Kleber Mendonça Filho, diretor de “Aquarius”, vai realizar uma série documental sobre a história de importantes salas de cinema de rua. O projeto foi apresentado na feira de audiovisual Rio Content Market, que se encerrou na sexta (10/3). Na ocasião, o diretor explicou a premissa: “Cada sala funciona como um personagem, e, a partir delas, vamos desenvolvendo outras histórias, mostrando o impacto que elas têm na comunidade”. A série é importante por destacar um aspecto da produção cinematográfica pouco valorizado pelas leis de incentivo e abandonado pela Ancine: o parque exibidor. Durante 20 anos, Kleber Mendonça Filho foi o coordenador do cinema da Fundação Joaquim Nabuco, em Recife, onde tratou de questões comuns aos programadores de cinemas. Ele vai voltar a exercer a mesma função para o Instituto Moreira Salles.
Série besteirol que transforma Rita Lee e Branco Mello em alienígenas estreia neste domingo
O canal pago Warner estreia neste domingo (12/3), às 22h30, sua primeira série brasileira, “Manual Para Se Defender de Aliens, Ninjas e Zumbis”. Como o título revela, trata-se de um besteirol adolescente. Mas a premissa é de desenho animado infantil. Alienígenas sedentos por gás carbônico se infiltraram em posições importantes da sociedade e se aliaram com ninjas e zumbis com o objetivo de dominar o mundo. Para confrontar esse grupo, chamado de Aliança, surge a organização Nazca, que desenvolveu o manual do título. E os inseparáveis amigos brasileiros com nomes de personagens americanos, Sput (Michel Joelsas, de “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”), Wes (Thalles Cabral, da novela “Amor à Vida”) e Tina (Daphne Bozaski, da série “Lili, a Ex”) acabam, sem querer, envolvidos no meio do combate. A série é criação de André Moraes, diretor do besteirol cinematográfico “Entrando Numa Roubada” (2015). Apaixonado pelo universo geek, ele já havia lançado um curta-metragem com o mesmo nome em 2010 e desde então tentava emplacar o projeto na TV. Vale observar que os americanos fizeram algo parecido com “Guerra dos Monstros” (2015), comédia teen com aliens, zumbis e vampiros, também protagonizada por três jovens heróis – e que saiu direto em DVD no Brasil. Apesar do tom infantilizado, a versão brasileira tem chamariz para os mais velhos, graças à participação dos roqueiros Rita Lee e Branco Mello como alienígenas do planeta Titan (sacaram a sacadinha?). Pois é, Branco Mello sempre foi titã, um alienígena infiltrado na Terra. Também estão no elenco Zé Celso, em uma participação como um cientista, André Abujamra, cujo personagem é o líder da resistência contra a Aliança, e André Bankoff, que vive um caçador de zumbis. Com 13 episódios de meia hora, “Manual Para se Defender de Aliens, Ninjas e Zumbis” pode ganhar uma 2ª temporada, caso faça sucesso.
Record vai produzir minisséries sobre os grandes vilões da Bíblia
A rede Record planeja produzir minisséries baseadas no conceito “Os Grandes Vilões da Bíblia”. Segundo a coluna de Flávio Ricco no UOL, a estreia acontecerá com a produção de “Jezabel – A Rainha Má”, em 10 episódios previstos para 2018. A sinopse apresentada pela autora Cristianne Fridman (das novelas “Vidas em Jogo”, “Vitória” e “Chamas da Vida”) já teria sido aprovada. Ela vai estrear no filão bíblico da emissora com a minissérie “O Rico e Lázaro”, que começa a ser exibida na próxima segunda (13/3). Entre as outras tramas discutidas, estariam as histórias de Judas e Caim. A produção de minisséries sobre vilões bíblicos segue o sucesso das novelas e séries de heróis da Bíblia, que reforçam o caráter religioso da teledramaturgia do canal.
Globo vai resgatar A Grande Família com especiais de retrospectiva da série
A rede Globo vai resgatar a série “A Grande Família” com uma, claro, grande retrospectiva. Embora tenha marcado época em sua versão original, nos anos 1970, a atração foi muito além em seu revival no século 21, virando um fenômeno de longevidade, com exibição de 2001 a 2014, sempre com grande audiência. A estreia da segunda fase aconteceu em março de 2001, com o episódio “Meu Marido Me Trata como Se Eu Fosse uma Geladeira”, que fará 16 anos neste mês. A retrospectiva trará os melhores momentos de cada personagem da atração, com narração feita por Marco Nanini, o intérprete do patriarca Lineu. Intitulada “O Álbum da Grande Família”, a homenagem irá ao ar de 20 de março a 28 de abril, lembrando a trajetória de cada integrante da família ao longo de seus 13 anos de produção. Os primeiros cinco episódios serão voltados à trajetória de Nenê (Marieta Severo), que começou a série como dona de casa e terminou como empresária de sucesso. Em seguida, virão os arcos de Bebel (Guta Stresser), Agostinho (Pedro Cardoso), Tuco (Lúcio Mauro Filho), os convidados especiais e, por fim, o próprio Lineu. Além da série, os personagens também estrelaram um filme, intitulado, como não poderia deixar de ser, “A Grande Família – O Filme” (2007), dirigido por Mauricio Farias (“Vai que Dá Certo”).
SBT, Record e RedeTV ameaçam tirar seus canais dos pacotes de HD da TV paga
Três das maiores redes da TV aberta brasileira, SBT, Record e RedeTV, se juntaram em uma parceria para forçar a TV paga a negociar uma compensação pela veiculação gratuita de seus sinais. A joint venture foi batizada de Simba e o primeiro ato dessa empresa foi cobrar as operadoras pelo uso de seus conteúdos em HD. Quando as operadoras vendem pacotes de TV, elas incluem as emissoras abertas, inclusive com sinal HD. Pois a Simba quer receber por isso e alega que as operadoras já pagam à Globo. As operadoras rebatem dizendo que as redes são concessões públicas gratuitas para o público e, se tiverem que pagar, o grande prejudicado será o consumidor, via aumento dos preços das assinaturas. Pois a Simba não quer saber como vai receber, desde que receba. E, se não receber, vai imitar a Fox em sua negociação com a Sky, cortando o sinal dos três canais em HD nos pacotes das operadoras. Se isso ocorrer, pela resolução da Anatel, as operadoras teriam de substituir esses canais por similares, que não existem. A alternativa para a falta de conteúdo correspondente é reduzir os preços dos pacotes para os assinantes. Para pressionar ainda mais as operadoras, a Simba abriu negociações com a Netflix para a venda do conteúdo dos três canais. O prazo dado para as operadoras se manifestaram vai até abril. A partir daí, caso não haja acordo, SBT, Record e RedeTV cortarão seus sinais nos pacotes HD da TV paga. Segundo levantamento do IBOPE, o público dos três canais nos serviços de assinatura equivale a 20% da audiência total da TV paga brasileira.
Netflix anuncia produção de segunda série brasileira, cuja sinopse lembra a vida de Simony
Após confirmar a 2ª temporada de “3%”, a Netflix anunciou a encomenda da produção de mais uma série original brasileira. Trata-se de “Samantha”, comédia sobre uma ex-atriz-mirim que, aos 20 anos, se casa com um jogador de futebol que passou dez anos na cadeia. A história pode ser original, mas o resumo lembra a vida de uma ex-atriz e cantora mirim que, aos 20 e poucos anos, casou com um rapper que passou sete anos preso no Carandiru. Curiosamente, o nome desta pessoa também começa com S de Simony. “Samantha” será produzida pela Losbragas, produtora paulista da atriz Alice Braga (série “Queen of the South”), responsável pela série “Latitudes”, que chegou a ser exibida no canal de TV paga TNT. Ainda não há elenco ou diretor selecionados, nem previsão de estreia. Em São Paulo, durante uma entrevista coletiva, o CEO da Netflix, Reed Hastings, disse que “Samantha” será “uma série que vai espalhar a cultura brasileira pelo mundo”. Além disso, a Netflix também está investindo numa série sobre a Operação Lava Jato, atualmente em estágio inicial de desenvolvimento, com produção do cineasta José Padilha, com quem já tem relação profissional por meio da série “Narcos”. “Não estamos escolhendo lados. Estamos preocupados em mostrar o lado humano dessa história”, afirmou o executivo americano, complementando: “Com certeza será muito polêmica, vindo de José”.
Redes de TV brasileiras negociam disponibilizar conteúdo na Netflix
A briga entre a Netflix e as operadoras de TV por assinatura ganhou um desdobramento inusitado. Segundo a coluna do jornalista Ricardo Feltrin, a Simba, empresa formada por SBT, Record e RedeTV negocia com a Netflix a distribuição de seus conteúdos originais na plataforma de streaming. O acordo seria desdobramento de outro conflito de interesses. Desta vez entre as redes e as empresas que comandam o mercado de TV paga no Brasil. As emissoras de TV aberta que formam a Simba estão insatisfeitas com o fato de as operadoras não pagarem para transmitir seu sinal HD, mesmo que eles estejam inclusos em pacotes pagos. Assim, o acordo com a Netflix surge como uma alternativa para valorizar seus conteúdos. A empresa americana tornou-se altamente popular com o público brasileiro nos últimos tempos com seu serviço de streaming de filmes e seriados. O acordo com a Simba traria mais programação brasileira para a plataforma, incluindo novelas, séries, humorísticos, reality shows e programas jornalísticos. Aliando-se à Netflix, as redes também cutucam as empresas de TV por assinatura duplamente, já que, em geral, elas são vinculadas a grandes empresas de telefonia e internet. Há tempos estas companhias pressionam o governo por uma forma de tributar a Netflix, que oferece seus serviços ocupando grandes quantidades de banda sem pagar por isso, apoiando-se justamente na infraestrutura das empresas de telefonia para competir com as empresas de TV paga. A Simba também estaria planejando negociar a distribuição do conteúdo das redes com a rival americana da Netflix, a Amazon, que recentemente também começou a operar no Brasil.
Após rebeliões nas prisões, Globo adia indefinidamente a série Carcereiros
A rede Globo decidiu adiar a estreia da série “Carcereiros”. O colunista do UOL Flávio Ricco apurou que a atração, originalmente prevista para estrear na quinta (26/1), não tem mais previsão de lançamento. Ou, pelo menos, “não entrará no 1º semestre deste ano”. Segundo ele, comentários internos passam a certeza que a mudança foi provocada pelo fato de o Brasil estar vivendo a pior crise prisional de sua história, com cenas de terror e morte praticamente toda semana. Gravada no último trimestre de 2016, a série adapta o segundo livro da trilogia carcerária de Drauzio Varella, a mesma que rendeu o filme “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. O médico e escritor trabalha atualmente no terceiro livro, “Presidiárias”. As gravações foram realizadas na Penitenciária Feminina de Votorantim e também em São Bernardo do Campo, em local não divulgado. Atualmente em fase final de edição, a história mostra o ponto de vista dos carcereiros que comandam os presídios e o convívio com os presos. O elenco inclui Rodrigo Lombardi (novela “Velho Chico”), Aílton Graça (“Até que a Sorte nos Separe 3”), Matheus Nachtergaele (“Trinta”), Chico Díaz (“Em Nome da Lei”), Giovanna Rispoli (novela “Totalmente Demais”) e o rapper Projota, entre outros. A adaptação foi escrita por Marçal Aquino e Fernando Bonassi (ambos de “Supermax”), e a direção é de José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e Fernando Grostein Andrade (“Quebrando o Tabu”).
Betty Faria será sogra de Leandro Hassum na série A Cara do Pai
Betty Faria vai voltar a atuar na Globo após quase dois anos. Ela fará uma participação especial na série “A Cara do Pai”, interpretando Iolanda, sogra de Théo (personagem de Leandro Hassum) e avó de Duda (Mel Maia). Ela é mãe de Silvia (Alessandra Maestrini), ex-mulher do protagonista. Em seu perfil no Instagram, Betty comemorou a parceria com Hassum. “Leandro, companheiro todo meu”, escreveu. O ator também celebrou a entrada de Betty na série: “Não dá para medir o tamanho da honra de ter Betty Faria fazendo minha sogra na ‘Cara do Pai’. Feliz demais”. Já Mel Maia brincou com filtros e fez a atriz aparecer disfarçada de cachorrinho. “Doçura de vovó”, elogiou a garota. A Globo ainda não definiu quando exibirá a participação de Betty Faria, porque “A Cara do Pai” está em hiato. O criador da atração, o roteirista Paulo Cursino (“De Pernas pro Ar” e “Até que a Sorte nos Separe”) brigou com a emissora e abandonou a série devido à demora em definir a produção da 1ª temporada e a exigência, na véspera da estreia, da produção de mais capítulos. O projeto foi aprovado e, em agosto, Cursino recebeu a encomenda de escrever mais 12 episódios em tempo recorde. Segundo disse ao colunista Flávio Ricco, do UOL, o trabalho deveria ser feito “sem equipe e em menos de três meses”. Ele acabou não aceitando as condições impostas e, diante do impasse, preferiu se afastar do projeto e se desligar da Globo. Mesmo assim, a Globo manteve a estreia do programa para dezembro, com apenas os quatro episódios já escritos, estrelados por Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”) e Mel Maia (“Qualquer Gato Vira-Lata 2”). Acabou que só três foram exibidos. A ideia agora é continuar a produção com novos capítulos sob responsabilidade de Daniel Adjafre (das séries “S.O.S. Emergência” e “Batendo o Ponto”).
Série cult dos anos 1980 Armação Ilimitada pode ganhar filme com elenco original
A cultuada série dos anos 1980 “Armação Ilimitada” pode ganhar um filme. André de Biase, um dos protagonistas da série, revelou que já tem metade dos recursos captados para rodar “A Última Aventura”, sobre Juba e Lula nos dias de hoje. “Tenho o roteiro pronto, com ação, aventura e humor de situação. É como se [o filme] fechasse um ciclo, parece que não se fechou ainda. É a história de dois amigos que não se veem há 30 anos, e um deles, em grande dificuldade, procura o outro, que está bem-sucedido”, revelou o ator no programa “Os Anos 80 Estão de Volta”, do canal Viva, neste domingo (8/1). Exibida na rede Globo entre 1985 e 1988, “Armação Ilimitada” foi uma série inovadora, que destacava esportes radicais e usava linguagem de quadrinhos para contar as aventuras dos melhores amigos Juba e Lula, que tinham uma pequena empresa de prestação de serviços e namoravam a mesma mulher, a arrojada jornalista investigativa Zelda Scott, interpretada por Andréa Beltrão. A série foi criada pelo próprio André de Biase e seu parceiro Kadu Moliterno, que se conheceram fazendo surfe e tiveram a ideia de levar o universo jovem e radical da época para a televisão. O diretor Guel Arraes complementou a produção com linguagem moderna e o resto é história.
SBT desenvolve série juvenil sobre a formação de uma boy band
A rede SBT está desenvolvendo uma série para o público juvenil sobre a formação de uma boy band. Intitulada “Z4”, será uma sitcom de 13 episódios, prevista para ir ao ar apenas em 2018. A trama vai girar em torno da reunião de quatro garotos na mansão do produtor musical Zé. Eles passam as férias treinando para se lançar como boy band. O piloto foi originalmente gravado em 2015, e tinha o ex-Titãs Paulo Miklos no papel do produtor musical. Já a banda era formada pelos atores Matheus Chequer, Gabriel Santana, Filipe Bragança e Matheus Lustosa, todos de “Chiquititas” (2013). A demora para tirar o projeto do papel se deve à opção do canal por buscar incentivo federal. A atração pleiteou e foi contemplada com R$ 2,6 milhões da Ancine (Agência Nacional do Cinema). O valor representa mais da metade do orçamento de “Z4” (R$ 4,6 milhões), que será realizada pela produtora independente Fábrica de Ideias Cinemáticas. O roteiro foi desenvolvido por Newton Cannito, colaborador de novelas como “Joia Rara” (2013). A direção será de Alexandre Boury (“Carrossel: O Filme”) e as gravações devem começar em outubro, após o elenco ser reformulado. Além de conseguir a verba para tirar o projeto do papel, o SBT também conseguiu R$ 4,5 milhões do Fundo Setorial do Audiovisual, da Ancine, para a 2ª temporada de “A Garota da Moto”. Ao todo, a Ancine liberou R$ 17,4 milhões do Fundo Setorial para 11 produções – nove de TV e duas de cinema. Os recursos vêm da cobrança de taxas e tributos de companhias telefônicas, emissoras de TV, produtoras e distribuidoras de filmes. O dinheiro é concedido para produções independentes selecionadas pela Ancine, mas parte dele retorna para os cofres públicos.
Adilson Maghá (1948 – 2016)
Morreu o ator mineiro Adilson Maghá. Ele faleceu no sábado (31/12), em um hospital de Belo Horizonte, aos 68 anos de idade. O artista lutava contra um câncer no pulmão que acabou atingindo o cérebro, por metástase. Maghá chegou a ser submetido a uma cirurgia cerebral nesta semana, mas acabou não resistindo. Nascido em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, em maio de 1948, Maghá iniciou carreira artística nos anos 1960 como cantor e compositor, mas acabou seguindo rumo às artes cênicas, inicialmente no teatro, quando foi autor, ator e diretor. Também trabalhou como administrador do Teatro Santa Maria de Belo Horizonte. Deu aulas de técnica teatral e foi o fundador-presidente do Grupo Cena de Teatro. Seu primeiro trabalho na TV foi na minissérie “Grande Sertão: Veredas” (1985) na Rede Globo, mas apenas recentemente veio a se tornar presença constante nas novelas do canal, participando do elenco de “Sete Pecados” (2007), “Caminho das Índias” (2009) e “Araguaia” (2010). Seu último papel foi uma participação em “Velho Chico” (2016). A carreira cinematográfica também é recente, e inclui títulos como “O Vestido” (2003), “Confronto Final” (2005), “Oração do Amor Selvagem” (2015) e o inédito “Vazante”, selecionado para o Festival de Berlim. O diretor de teatro Pedro Paulo Cava, amigo do ator, postou uma homenagem ao ator. “Último dia do ano que traz tristeza para a cena mineira. Deixou-nos esta madrugada o nosso querido Adilson Maghá, um dos mais instigantes e criativos atores brasileiros. Generoso, alegre, excelente profissional, um companheiro imprescindível nesta trajetória de lutas pelo bom teatro em Minas Gerais.”
Após pedir emprego no Facebook, ator de A Grande Família vai estrelar vídeos de aplicativo
Pedir emprego pelo Facebook deu certo para o ator Marcos Oliveira, o Beiçola de “A Grande Família”. Uma semana após o apelo, ele conseguiu seu primeiro trabalho: estrelar uma série de vídeos para o aplicativo GetNinjas, que permite a contratação de serviços – como aulas particulares, limpeza e técnicos de informática. “Venho hoje agradecer a todos vocês que tentaram me ajudar”, disse Oliveira em um vídeo publicado em seu perfil no Facebook (veja abaixo). “A partir de janeiro eu vou estar aqui para tentar testar algumas profissões e aí vou mostrar tudo em vídeo pra vocês. Vou tentar ser um pintor, um barman, um personal trainer, um diarista e por aí vai. Vai ser engraçado”. Sem trabalho desde agosto, quando terminou a novela “Liberdade, Liberdade”, Marcos Oliveira desabafou publicamente sobre a falta de emprego em 16 de dezembro. Na ocasião, o ator disse estar disposto a aceitar qualquer trabalho na área artística, de participação na TV a animação de festas.











