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    Trailer da 2ª temporada de 3% revela resistência contra o Processo

    6 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou dois pôsteres, fotos e o trailer completo da 2ª temporada de “3%”, sua primeira série original brasileira, que mostra novos conflitos dos personagens. A prévia revela que, após serem reprovados no Processo, Joana (Vaneza Oliveira) e Fernando (Michel Gomes) se juntaram à Causa, enquanto Michele (Bianca Comparato), agora parte da elite, recebe a missão de voltar ao Continente para se infiltrar na resistência dos ex-colegas. Além disso, efeitos visuais e cenografia caprichada sugerem um aumento de orçamento para a produção. “3%” se passa em um futuro distópico, onde a maior parte da população vive no “Lado de Cá”: um lugar decadente, miserável, corrupto. Quando atingem 20 anos de idade, as pessoas passam pelo “Processo”, a única chance de chegar ao “Maralto” – o melhor lugar, com oportunidades e promessas de uma vida digna. Apenas três por cento dos candidatos são aprovados nesse árduo processo seletivo, que os coloca em situações perigosas e testa suas convicções por meio de dilemas morais. Os novos episódios mostrarão um novo Processo que se aproxima, enquanto acompanha as vidas dos 3% que ingressaram na elite na 1ª temporada e os que voltaram a seus cotidianos de dificuldades. Para a 2ª temporada, o elenco foi reforçado com participações de Fernanda Vasconcellos (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”), Maria Flor (“Pequeno Segredo”) e Laila Garin (novela “Rock Story”). A estreia está marcada para o dia 27 de abril.

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  • Série

    HBO anuncia produção de séries de Fernando Meirelles, Daniel Rezende e Bruno Barreto

    5 de abril de 2018 /

    Os diretores Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”), Daniel Rezende (“Bingo – O Rei das Manhãs”) e Bruno Barreto (“Flores Raras”) estão desenvolvendo novas série para o canal pago HBO. Intitulada “Pico da Neblina”, a série de Meirelles se passa numa São Paulo ficcional e vai acompanhar um ex-traficante após a maconha ser legalizada. “Hard”, de Rezende, é remake de uma produção francesa sobre uma viúva que descobre que a herança do marido é uma empresa produtora de filmes pornô. Já “O Hóspede Americano”, de Barreto, gira em torno da viagem histórica do presidente americano Theodore Roosevelt ao rio da Dúvida, em Rondônia, acompanhado pelo Coronel Cândido Rondon no ano de 1913. As três produções foram anunciadas pelo canal pago nesta quinta-feira (5/4) durante a Rio Creative Conference 2018. O “pacotão” é uma nova investida do canal americano em produções brasileiras, com a chancela de diretores premiados e conhecidos internacionalmente. Além destas atrações, a HBO já havia anunciado a produção da minissérie “Santos Dumont: Mais Leve que o Ar”, baseada na vida de Santos Dumont, vivido pelo ator João Pedro Zappa (“Gabriel e a Montanha”). A direção é de Fernando Acquarone e Estevão Ciavatta (“Made in China”). Nenhuma destas atrações tem previsão de estreia.

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  • Série

    Produtor de Polícia Federal: A Lei É para Todos ataca a série O Mecanismo

    2 de abril de 2018 /

    O produtor Tomislav Blazic, do filme “Polícia Federal: A Lei É Para Todos”, resolveu aproveitar a crítica petista contra a série “O Mecanismo” para desdenhar da produção da Netflix, que aborda a mesma operação policial de seu filme, a Operação Lava-Jato. O filme também causou polêmica quando entrou em cartaz, acusado pelos mesmos políticos e pelos mesmos motivos: supostamente distorcer falas e eventos da Operação Lava-Jato para atacar o PT. O longa teria sofrido 18 processos e o advogado de Lula chegou a tentar impedir a reconstituição da cena da condução coercitiva do ex-presidente. Além disso, políticos do PT aproveitaram a produção para atacar a própria Operação Lava-Jato, inclusive o juiz Sergio Moro. Mesmo assim, a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, afirmou que Blazic considerou equivocado o uso da frase “estancar a sangria” na série. A expressão dita pelo senador Romero Jucá – do MDB, mas ex-líder de Lula e Dilma no Congresso – , aparece na boca de João Higino, o personagem que seria o ex-presidente Lula na Netflix. Além disso, o produtor ampliou a crítica. “Colocar na série o caso do Banestado [de corrupção nos anos 1990] é também querer prejudicar só o PT. Não é baseado em uma história real”, ele comentou. Blazic está em fase de pré-produção da continuação de “Polícia Federal: A Lei É Para Todos”, na qual afirma que todos os partidos serão impactados. “O PT é corrupto como os demais partidos. No próximo filme será um salve-se quem puder”, diz. Ou seja, exatamente como mostrou “O Mecanismo”, mas apenas para quem realmente viu a série.

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    Lula diz em discurso que vai processar a Netflix

    29 de março de 2018 /

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou num discurso que processará a Netflix por causa da série “O Mecanismo”, livremente inspirada pela Operação Lava-Jato, investigação federal que já lhe rendeu uma condenação por corrupção, além de mais sete processos criminais. “Nós vamos processar a Netflix. Nós não temos que aceitar isso e eu não vou aceitar”, afirmou Lula em discurso em Curitiba, no encerramento de sua caravana pelo sul do País. Ao contrário do filme “Polícia Federal: A Justiça É para Todos”, a série “O Mecanismo” não cita Lula, Dilma, Petrobrás, Sérgio Moro e nem mesmo a Polícia Federal. Todos os nomes de pessoas e instituições foram alterados, ressaltando que se trata de uma obra de ficção. No entanto, não é difícil associar o personagem João Higino ao ex-presidente. Lula afirmou que a série é “mais uma mentira” que inventaram contra ele e o PT. “Há anos eu já ouvia dizer que a Globo estava fazendo um documentário para passar na Netflix, para não aparecer a cara da Globo”, ele afirmou em seu discurso. Desde o lançamento na última sexta-feira (23/3), a nova série de José Padilha, responsável também por “Narcos” e o filme “Tropa de Elite”, vem causando controvérsia entre petistas e simpatizantes. O discurso de Lula é o ápice de uma campanha de setores da esquerda, que faz de “O Mecanismo” uma das produções mais comentadas do Brasil nos últimos anos, superando até atrações da Globo. A obra motivou até um artigo crítico assinado pela ex-presidente Dilma Rousseff, que destaca o maior incômodo causado pela produção: a inclusão da frase “estancar a sangria”, popularizada pelo ex-líder de Lula e Dilma no Senado, Romero Jucá (do MDB), na boca de João Higino (o avatar de Lula). O diálogo original completo, gravado por uma escuta, insinuava um acordo nacional em torno do Impeachment de Dilma para apaziguar os ânimos e permitir ao Supremo soltar todo mundo, inclusive o próprio Lula – citado textualmente. O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, também condenado na Justiça por corrupção, manifestou-se sobre a série no Twitter, mas para ressaltar como o protesto petista ajuda a divulgação da série. “Com uma pessoa como Dilma fazendo campanha para boicote à série ‘O Mecanismo’, desconfio que a produção vai bater todos os recordes mundiais e planetários de audiência”, escreveu em sua conta no Twitter.

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    Campanha #CancelaNetflix se espalha e José Padilha ironiza: “Vão perder Narcos”

    27 de março de 2018 /

    Após reclamações de políticos petistas contra “O Mecanismo”, vários usuários decidiram lançar uma campanha para cancelamentos de assinaturas da Netflix. A hashtag #CancelaNetflix chegou a ganhar ímpeto nas redes sociais. A motivação seria uma suposta agenda política da série. Apesar de denunciar corrupção de todos os partidos, a trama doeu mais no PT, devido a inclusão da frase “estancar a sangria”, dita por Romero Jucá, na boca do personagem que simboliza Lula na produção. Isto seria a prova incontestável da má intenção da produção, segundo quem protesta – entre eles, a ex-Presidente Dilma Rousseff. Criador da série, o diretor José Padilha afirmou que não espalha “fake news”, como alguns insistem – série é fiction, mas não é news. Mesmo assim, respondeu ao questionamento do jornal O Globo. “Não creio que espalhamos notícias falsas. Ou será que a corrupção gigante que PT, PMDB e PSDB operam no país são ‘fake news’?”, rebateu o diretor. Quando questionado o que achava da campanha #CancelaNetflix, Padilha ironizou: “Acho patético! Vão perder a 4ª temporada de Narcos!”, disse, referindo-se à outra série que produz para a Netflix.

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  • Série

    Vídeo de bastidores explica o que é O Mecanismo do título da série inspirada na Operação Lava-Jato

    26 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “O Mecanismo”, que traz o diretor José Padilha (“Tropa de Elite”) e os atores Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”), Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”) e Enrique Diaz (“Justiça”) falando da série, livremente inspirada na Operação Lava-Jato. Na prévia, eles explicam o que é o mecanismo do título e reforçam as semelhanças da ficção com a realidade. Apesar disso, a série altera os nomes que foram manchetes no noticiário político-policial brasileiro e até algumas denominações de instituições públicas, como a Polícia Federal, que vira Polícia Federativa na ficção. Criada por José Padilha e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”), a série vem ganhando bastante publicidade gratuita de simpatizantes do PT, inclusive de um site encrencado na própria Lava-Jato, além da ex-presidente Dilma, que decidiram se manifestar contra a produção na internet. “O Mecanismo” é a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming. Ele também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada. Com oito episódios, a série foi disponibilizada na sexta na plataforma de streaming, inclusive no exterior.

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    Selton Mello promete não dormir até desvendar todo o Mecanismo, em comercial da série

    23 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo comercial de “O Mecanismo”, série inspirada pela Operação Lava-Jato, narrado por Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”). Ele interpreta um policial e promete não dormir até desvendar o mecanismo do título, que mantém o funcionamento da corrupção do país. Criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”), a série contrasta com a suposta fidelidade de “Polícia Federal: A Lei É para Todos” pela opção por se identificar como ficção e dar mais liberdade criativa e ritmo de thriller à produção. Por conta disso, todos os nomes dos noticiários da Lava-Jato foram alterados. Não apenas dos delegados, mas também dos juízes, políticos, empresários e doleiros. E mais: Petrobras virou PetroBrasil e até a Polícia Federal é identificada como Polícia Federativa. Só faltou chamar o Brasil de… Patópolis. Além de Selton Mello no papel de um delegado à frente das investigações, o elenco destaca Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”), Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Dirigida por Padilha em parceria com Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”), a série tem oito episódios, disponibilizados nesta sexta-feira (23/3). Anunciada há quase dois anos, “O Mecanismo” é a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming. Ele também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada.

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    Comercial de O Mecanismo usa campanha eleitoral para abordar a corrupção no Brasil

    21 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo comercial de “O Mecanismo”, série livremente inspirada na Operação Lava-Jato. O vídeo pega carona na vindoura campanha eleitoral do país para abordar como funciona a corrupção política. O didatismo, entretanto, tropeça num detalhe. A narração esquece de destacar que o dinheiro desviado vem de impostos pagos pela população, e que esta roubalheira é diretamente responsável pelo fato de o serviço público brasileiro – saúde, educação, previdência, etc – ser de tão baixa qualidade. E que, em vez de combater a corrupção, o governo federal trabalha para livrar condenados de penas duras e multas pesadas, oferecendo como solução para os problemas de caixa causados pelo roubo sistêmico as “reformas” de suposta salvação nacional – que, por sua vez, pioram ainda mais o serviço oferecido à população que paga por tudo. A série foi criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”). O elenco destaca Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”) no papel de um delegado à frente das investigações, e Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”) como sua discípula, uma agente federal ambiciosa, além de Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Dirigida por Padilha em parceria com Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”), “O Mecanismo” será a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming – o diretor também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada. A estreia acontece na sexta (23/3).

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    Teaser revela cenas inéditas e data de estreia da 2ª temporada de 3%

    19 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo teaser de “3%”, sua primeira série original brasileira, que mostra alguns flashes dos próximos episódios e informa a data de estreia da 2ª temporada. “3%” se passa em um futuro distópico, onde a maior parte da população vive no “Lado de Cá”: um lugar decadente, miserável, corrupto. Quando atingem 20 anos de idade, as pessoas passam pelo “Processo”, a única chance de chegar ao “Maralto” – o melhor lugar, com oportunidades e promessas de uma vida digna. Apenas três por cento dos candidatos são aprovados nesse árduo processo seletivo, que os coloca em situações perigosas e testa suas convicções por meio de dilemas morais. Os novos episódios mostrarão um novo processo que se aproxima, enquanto acompanham as vidas de Rafael (Rodolfo Valente) e Michele (Bianca Comparato), agora parte dos 3%, e as de Joana (Vaneza Oliveira) e Fernando (Michel Gomes), que retornaram às suas vidas de antes. Para a 2ª temporada, o elenco foi reforçado com participações de Fernanda Vasconcellos (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”), Maria Flor (“Pequeno Segredo”) e Laila Garin (novela “Rock Story”). A estreia está marcada para o dia 27 de abril.

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    Netflix anuncia produção de série brasileira criada por KondZilla

    12 de março de 2018 /

    A Netflix anunciou nesta segunda-feira (12/2) a produção de uma nova série brasileira. Intitulada “Sintonia”, a série foi criada e será produzida e dirigida por KondZilla, apelido de Konrad Cunha Dantas, paulista conhecido por fazer clipes de sucesso do funk ostentação e dono do canal mais visto do YouTube, com mais de 29 milhões de inscritos. Responsável pelos vídeos de hits como “Deu Onda”, de MC G15, e “Envolvimento”, de MC Loma e as Gêmeas Lacração, KondZilla criou uma série de ficção para a plataforma. “É o projeto mais antigo da minha vida, eu sempre sonhei em criar e dirigir uma ficção. Espero que seja mais uma das minhas realizações a inspirar mais molecada de favela a persistir com seus sonhos também, nada é impossível. Favela venceu!”, disse KondZilla, no comunicado do anúncio. Ele vai trabalhar no projeto com a atriz Alice Braga (série “Queen of the South”) e roteirista Felipe Braga (série “Mandrake”), por meio da produtora da dupla, Losbragas. Felipe Braga e Guilherme Quintella (roteirista de “Meu Amigo Hindu”) também são creditados como cocriadores de “Sintonia”, ao lado de KondZilla. A produção será a segunda série dos Losbragas na Netflix. Felipe Braga também criou a comédia “Samantha!”, que deve estrear ainda neste ano. “‘Sintonia’ é um projeto extremamente relevante, pois é focado em criar uma plataforma original para talentos das favelas do Brasil – como o KondZilla – poderem contar suas próprias histórias, de seus próprios pontos de vista”, comentou a produtora Alice Braga. “Uma voz emergente que encontrou seu lugar fora da mídia tradicional, KondZilla nos mostrou uma mensagem poderosa e força criativa, estabelecendo o que se tornou um dos maiores canais de música do YouTube no mundo. ‘Sintonia’ é uma narrativa em primeira pessoa e estou honrada em ficar ao lado dele enquanto conta sua história – da periferia do Brasil para o mundo”, completou. Segundo a sinopse, a série vai acompanhar três personagens diferentes para explorar a interconexão da música, tráfico de drogas e religião em São Paulo. Doni, Nando e Rita cresceram juntos na mesma favela, onde foram influenciados pelo fascínio do funk, das drogas e da igreja. Cada um deles transforma suas experiências de infância em caminhos muito divergentes. Apesar de tentarem levar uma vida diferente de onde cresceram, percebem que as únicas pessoas que podem salvá-los de si mesmos são eles próprios. A série chegará com exclusividade na Netflix em 2019. Veja abaixo o teaser do anúncio da parceria.

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    O Mecanismo: Série sobre a Lava-Jato ganha novo vídeo e 40 fotos

    7 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou 40 fotos e um vídeo de “O Mecanismo”, série livremente inspirada na Operação Lava-Jato, que destaca a personagem de Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”), uma policial obstinada chamada Verena Cardoni, que bate de frente com seus superiores para desbaratar a corrupção. Criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”), a série também destaca Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”) no papel de um delegado à frente das investigações, além de Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Dirigida por Padilha em parceria com Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”), a série terá oito episódios rodados em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília. Anunciada há quase dois anos, “O Mecanismo” será a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming. Ele também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada. A estreia acontece em 23 de março.

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    Minissérie Amores Roubados vai ganhar versão americana

    1 de março de 2018 /

    A Globo fechou um acordo de coprodução internacional com o Telemundo, canal do grupo NBCUniversal voltada ao público hispânico dos Estados Unidos. O primeiro produto do negócio será uma versão em espanhol e inglês da minissérie “Amores Roubados”, sucesso da TV brasileira de 2014, estrelada por Cauã Reymond e Isis Valverde. A minissérie vai ganhar remake com atores latinos e residentes nos Estados Unidos. Segundo o blog Notícias da TV, a Globo fará toda a supervisão dessa produção e das próximas da parceria. Inspirada no romance “A Emparedada da Rua Nova”, de Carneiro Vilela, “Amores Roubados” é a história de um conquistador irresistível para mulheres, solteiras e casadas (Cauã Reymond, no Brasil), até se apaixonar por uma delas (Isis Valverde) e ter um destino trágico. Mas um detalhe que chamou atenção na minissérie não deve ser replicado na versão gringa: as paisagens áridas do Nordeste brasileiro, com externas gravadas em Petrolina (Pernambuco) e Paulo Afonso (Bahia). O remake marca a segunda colaboração entre a Globo e a Telemundo. Em 2001, as duas emissoras assinaram um contrato de cinco anos para a produção de novelas em espanhol. Mas a primeira tentativa, uma versão de “Vale Tudo” (1988), de Gilberto Braga, fracassou e a parceria foi desfeita. Para garantir que tudo dê certo nesta segunda incursão, Silvio de Abreu, diretor de teledramaturgia da Globo, e George Moura, autor de “Amores Roubados”, estiveram nesta semana em Miami para acertar os detalhes da produção da minissérie, que no Brasil teve dez capítulos. Além disso, na semana passada, o diretor-geral da Globo, Carlos Henrique Schroder, esteve no Festival de Berlim para se encontrar com produtores e executivos de todos os continentes, visando fechar coproduções de séries, minisséries e novelas no mercado internacional.

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    Série baseada na Operação Lava-Jato, O Mecanismo ganha novo trailer

    28 de fevereiro de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo trailer de “O Mecanismo”, sua segunda série brasileira, que é livremente inspirada na Operação Lava-Jato. A prévia mostra detalhes conhecidos das investigações, vinculando malas de dinheiro à “campanha presidencial mais rica da história deste país”. “Vai rodar todo mundo”, diz o protagonista, um policial vivido por Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”). Além de Selton Mello, o elenco destaca Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”), Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”), a série estreia no dia 23 de março.

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