PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    Netflix renova Irmandade para 2ª temporada

    21 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix anunciou a renovação da série brasileira “Irmandade” para sua 2ª temporada. Em post de suas redes sociais, a plataforma também informou que as gravações dos novos episódios vão acontecer “ainda em 2021”, sem dar maiores detalhes. O anúncio vem depois de nada menos que 16 meses de lançamento da série, que, a esta altura, já era tida como cancelada. Lançada em outubro de 2019, “Irmandade” se passa nos bastidores de uma facção criminosa. A narrativa é contada pelo ponto de vista de Edson, interpretado por Seu Jorge (“Cidade de Deus”), e Cristina, vivida por Naruna Costa (“Hoje eu Quero Voltar Sozinho”), dois irmãos que vivem em realidades muito diferentes e ao mesmo tempo bem próximas. Na série, a advogada Cristina (Naruna Costa) é pressionada a se reaproximar do irmão Edson (Seu Jorge), líder da Irmandade, para virar informante da polícia. Com as batidas e prisões que se seguem, outro líder da facção, Carniça (Pedro Wagner, de “Tungstênio”), passa a desconfiar que há um rato (traidor) na organização, e o cerco começa a se fechar. Ao mesmo tempo, conforme se infiltra na Irmandade, Cristina começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. O elenco da 1ª temporada também incluiu Lee Taylor (“O Mecanismo”) e Hermila Guedes (“Céu de Suely”). A série tem produção da 02 e foi criada pelo cineasta Pedro Morelli (“Zoom”), que dividiu a direção dos primeiros episódios com Gustavo Bonafé (“O Doutrinador”) e Aly Muritiba (“Ferrugem”), e conta com Felipe Sant’Angelo (“Pedro e Bianca”) como roteirista-chefe. Eu gosto de começar o domingo assim: avisando que Irmandade foi oficialmente renovada para uma segunda temporada e começa a ser gravada ainda em 2021. pic.twitter.com/aa1L6ftP0J — netflixbrasil (@NetflixBrasil) February 21, 2021

    Leia mais
  • Etc,  Série,  TV

    Niana Machado (1939 – 2021)

    21 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Niana Machado, que participou da série “Pé na Cova” (2013-2016), morreu aos 82 anos. Miguel Falabella, que escalou a atriz em vários de seus trabalhos na Globo, foi quem deu a notícia em seu Instagram, aproveitando para contar um pouco de sua história com a colega, que começou em 2009, nas gravações de “Toma Lá da Cá”. “Querida Niana Machado, hoje fecham-se as cortinas para você e eu, longe de casa, passo em revista aquela tarde há muitos anos, quando uma figurante de ‘Toma Lá Dá Cá’ chamou minha atenção. Marília deve ter ido te dar um abraço de boas vindas à imensidão, onde seu grito de ‘Piranha!’ vai certamente assustar os anjos mais conservadores”, escreveu Falabella, sem perder o bom humor, lembrando o bordão da personagem Bá em “Pé na Cova” e a saudade de Marília Pêra, sua co-protagonista, que morreu em 2015. “Toda a família ‘Pé na Cova’ (que lhe amou e respeitou) silenciosamente lhe presta a última homenagem. Obrigado por ter sido nossa Bá, a cereja do bolo de um dos trabalhos que mais prazer e alegria me trouxe nessa passagem. Descanse em paz! Um beijo do seu Miguel”, completou ele. Com uma carreira televisiva tardia, Niana começou a aparecer nas telas justamente com “Toma Lá da Cá”, em 2009. Ela também esteve em mais dois trabalhos de Falabella: a novela “Aquele Beijo”, de 2012, e “Brasil a Bordo”, uma comédia de 2017 da Globoplay, em que praticamente repetiu o papel de “Pé na Cova” – sua personagem se chamava Babá Dellacova. Em 2013, ela passou por uma cirurgia para retirar um coágulo do cérebro. A causa da morte da atriz ainda não foi divulgada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por miguelfalabellareal (@miguelfalabellareal)

    Leia mais
  • Série

    Produção de série de Bruna Marquezine e Manu Gavassi é interrompida pela pandemia

    20 de fevereiro de 2021 /

    As gravações da série “Maldivas”, da Netflix, foram paralisadas pela segunda vez por causa da pandemia de covid-19. A produção da Netflix protagonizada por Bruna Marquezine e Manu Gavassi só voltará ao trabalho em abril. A comédia de mistério criada por Natalia Klein (roteirista de “Zorra Total”) já tinha dado uma pausa em dezembro passado, após um integrante da equipe testar positivo. O nome da pessoa infectada não foi divulgado, mas não faltaram especulações em torno de Manu Gavassi. Segundo a colunista Naiara Andrade, do jornal Extra, a nova paralisação não se deve a um novo caso na equipe e sim ao avanço generalizado da pandemia no Brasil. Com o atraso no cronograma, diminuem as chances de “Maldivas” estrear neste ano na plataforma de streaming. O título da produção refere-se ao nome de um condomínio no Rio de Janeiro, onde a goiana Liz (Bruna Marquezine) se infiltra para descobrir pistas da morte de sua mãe. Lá, ela se depara com personagens exóticas, como Milene (Manu Gavassi), a rainha do Maldivas, com uma vida aparentemente perfeita junto ao marido, o cirurgião plástico Victor Hugo (Klebber Toledo), e Rayssa (Sheron Menezzes), uma ex-cantora de axé convertida em empresária de sucesso, casada com o ex-vocalista de sua banda, Cauã (Samuel Melo). Há também Kat (Carol Castro), uma mãezona cujo marido, Gustavo (Guilherme Winter), cumpre prisão domiciliar. Ainda estão na trama Verônica (Natalia Klein), uma outsider que destoa das mulheres do Maldivas, Miguel (Danilo Mesquita), o noivo interiorano de Liz, e o detetive Denilson (Enzo Romani). Já o papel de mãe da protagonista será encarnado por Vanessa Gerbelli, que foi mãe de Bruna Marquezine quando ela era criança, na novela “Mulheres Apaixonadas”, de 2003.

    Leia mais
  • Série

    Cidade Invisível é acusada de apropriação cultural

    20 de fevereiro de 2021 /

    Elogiado pela crítica internacional e alvo de tuítes apaixonados em várias línguas, a série brasileira “Cidade Invisível” alterna seu sucesso atual com a acusação de cometer apropriação cultural. “Cidade Invisível” rendeu controvérsia pela falta de representatividade indígena em sua produção, na frente e atrás das câmeras. Como os personagens do folclore brasileiro apresentados na atração se baseiam em lendas e crenças nativas, chamou atenção a quantidade de intérpretes, produtores e roteiristas brancos envolvidos no projeto, entre eles o cineasta Carlos Saldanha (diretor das animações “Rio” e “O Touro Ferdinando”) em contraste com a completa ausência de representantes da cultura retratada. Até o Boto-Cor-de-Rosa, chamado de Manaus, é interpretado por um ator branco, enquanto Iara, a sereia de nome tupi, emerge quase Iemanjá com a pele negra em streaming. Entre vários outros, Fabrício Titiah, ativista da tribo Pataxó HãHãHãe, exaltou a qualidade da produção da Netflix, mas isso só teria tornado maior a oportunidade perdida. “É uma grande produção nacional, uma pena que erraram. Faltou estudar mais e ser respeitoso. Eu e outros parentes podemos contar a história que realmente representa as tradições originárias, a representatividade já começa aí”. “Há uma diferença muito grande entre exaltar uma produção nacional e colaborar para a venda da imagem de um Brasil onde a cultura sagrada de um povo é tratada como uma fantasia exótica. Reforçando pensamentos equivocados que os gringos tem sobre nossa cultura”, ele continuou, no Twitter. “Para nós que já vimos e sentimos a Mãe D’água e a Dona da Mata (Kaapora), ver como a série retratou nossos protetores foi agoniante. E ainda sem nenhum protagonismo indígena”, completou. A comunicadora Alice Pataxó também reclamou no Twitter que “é uma grande problemática tratar de ‘folclore’ Br, crenças e culturas indígenas sem protagonismo Indígena”. E exemplificou porque os equívocos são inevitáveis sem a participação nativa na construção de histórias de sua própria cultura. Porque os roteiristas brancos ao fazer “a apresentação dessas divindades, falam de seres e culturas que desconhecem, ou como em outras obras, se baseiam na Wikipedia”. “Até quando se trata de nós, somos os últimos a sermos lembrados e procurados, essa poderia ter sido uma oportunidade incrível de indígenas nas telinhas, mas a apropriação virou primeira opção”, ela refletiu. Apesar de manifestações mais radicais — como protestos por o Saci refletir o garoto negro eternizado pela literatura de Monteiro Lobato e não o mito indígena — , as reclamações apontam um problema recorrente nas produções brasileiras, que precisa ser escancarado e enfrentado, e nesse sentido é mais que válida, necessária mesmo, a pressão das redes sociais. Basta lembrar que a falta de representatividade chegou ao ponto de, no ano passado, uma roteirista branca ter ficado à frente de um especial em homenagem ao Dia da Consciência Negra. Infelizmente, produtores e executivos de canais e plataformas não parecem dar importância para estes “detalhes” no país em que muitos dizem não existir racismo e sim militância de esquerda. Mas oportunidade, representatividade e correção cultural não são apenas slogans. São emprego, visibilidade e educação. Há uma diferença muito grande entre exaltar uma produção nacional e colaborar para a venda da imagem de um Brasil onde a cultura sagrada de um povo é tratada como uma fantasia exótica. Reforçando pensamentos equivocados que os gringos tem sobre nossa cultura. — Fabrício HãHãHãi VACINADO (@fabriciotitiah) February 15, 2021 #CidadeInvisivel Primeiro, não são fantasias, são nossos Encantados, nosso sagrado, nossos protetores. Para nós que já vimos e sentimos a Mãe D'água e a Dona da Mata (Kaapora), ver como a série retratou nossos protetores foi agoniante. E ainda sem nenhum protagonismo indígena. — Fabrício HãHãHãi VACINADO (@fabriciotitiah) February 14, 2021 Até quando se trata de nós, somos os últimos a sermos lembrados e procurados, essa poderia ter sido uma oportunidade incrível de indígenas nas telinhas, mas a apropriação virou primeira opção. — Alice Pataxó🏹 (@alice_pataxo) February 15, 2021 É importante entender que cobrar representatividade e posicionamento antirracista não é apenas quando esse movimento está em alta, todos os dias nossas culturas são usurpadas e incorporadas ao status brasileiro, enquanto nós somos excluídos. — Alice Pataxó🏹 (@alice_pataxo) February 15, 2021

    Leia mais
  • Música,  Série

    Noites Tropicais: Memórias musicais de Nelson Motta vão virar série

    14 de fevereiro de 2021 /

    O célebre livro “Noites Tropicais”, em que o jornalista Nelson Motta traça suas memórias, vai virar série. Na obra lançada em 2000, Motta conta suas aventuras e desventuras no mundo da música brasileira como um Forest Gump tropical, que esteve presente em momentos chaves do final dos anos 1950 até o início da década de 1990. Por suas páginas, desfilam figuras como Vinícius de Moraes, João Gilberto, Roberto Carlos, Chico Buarque, Elis Regina, Rita Lee e Tim Maia (responsável pelos melhores trechos), além de muitos, mas muitos outros. Os direitos da obra foram adquiridos pela Delicatessen Filmes e, além de vir junto como produtor associado, Nelson também vai colaborar no roteiro. A coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, mencionou uma “primeira temporada” de oito episódios, sugerindo que o projeto pode se estender por vários anos de exibição. Mas a partir da década de 1980, quando comandou o programa “Mocidade Independente” na Band, a diferença de gerações levou o escritor a cometer algumas gafes (que precisam de revisão na adaptação), como subestimar a importância da banda Ira! Ainda não foi divulgado qual canal ou plataforma exibirá a série. Nelson Motta também está envolvido no roteiro de uma cinebiografia da cantora Rita Lee, anunciada há exatamente três anos.

    Leia mais
  • Série

    Globoplay prepra série documental sobre Bussunda

    14 de fevereiro de 2021 /

    A Globoplay já começou a gravar sua série documental em homenagem aos 15 anos da morte de Bussunda. Intitulada “Meu Amigo Bussunda”, a atração vai contar a vida do humorista até seus últimos trabalhos. As primeiras gravações foram feitas em janeiro, com conversas com Vera Fischer, Zico e Débora Bloch, que na infância frequentou a mesma colônia de férias de Bussunda. O projeto terá imagens inéditas resgatadas dessa época. Os primeiros capítulos vão remontar a trajetória do humorista em ordem cronológica juntando as imagens de arquivo com estas e outras entrevistas com amigos, familiares, colegas de trabalho e, claro, os demais integrantes da equipe do “Casseta & Planeta”. Serão ao todo quatro episódios, os três primeiros dirigidos por Claudio Manoel, integrante da trupe “Casseta & Planeta”, e Micael Langer, diretor do premiado documentário “Simonal: Ninguém Sabe o Duro que Dei” (2009). Já o último tem direção de Manoel e Júlia Besserman, filha do artista, que tinha 12 anos quando o pai morreu. O capítulo que fecha a série pretende apresentar uma reflexão sobre o legado do humorista sob o olhar de Julia, formada em cinema na Califórnia. A série tem previsão de estreia no Globoplay para junho, mês em que Bussunda morreu em 2006, em plena Copa do Mundo da Alemanha.

    Leia mais
  • Reality,  TV

    Séries online: Destaques da semana são documentários

    12 de fevereiro de 2021 /

    A realidade rende tramas melhores que a ficção na programação de séries de streaming desta semana. Enquanto a Globoplay conta a história do “poderoso chefão brasileiro”, a HBO Go examina o fiasco da maior “obra faraônica” da ditadura, a Transamazônica, e os fãs de “true crimes” descobrem pela Netflix um hotel de história macabra. Até a Amazon aposta em reality show, deixando os fãs de séries dramáticas com poucas e medianas opções no Top 10. Entre as curiosidades, “Os Segredos de Manscheid” é a primeira atração de Luxemburgo disponibilizada pela Netflix – com uma premissa investigativa que lembra “The Killing” – “Soulmates” busca o amor no futuro – um “Black Mirror” romântico – e “Little Birds”, que estreia domingo (14/2) no Starzplay, explora os fetiches da literatura erótica de Anais Nin – dando saudades de “Henry & June”. Confira abaixo a relação completa e os trailers das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana.     Doutor Castor | Brasil | Minissérie (Globoplay)     Transamazônia – Uma Estrada para o Passado | Brasil | Minissérie (HBO Go)     Cena do Crime – Mistério e Morte no Hotel Cecil | EUA | 1ª Temporada/h4> (Netflix)     Soltos em Floripa | Brasil | 2ª Temporada (Amazon)     O Jogo do Detetive | Coreia do Sul | 3ª Temporada (Netflix)     Little Birds | Reino Unido | Minissérie (Starzplay)     Soulmates | EUA | 1ª Temporada (Amazon)     Os Segredos de Manscheid | Luxemburgo | 1ª Temporada (Netflix)     Mãe Só Tem Duas | EUA | 1ª Temporada (Netflix)     L.A.’s Finest: Unidas contra o Crime | EUA | 1ª Temporada (Globoplay)

    Leia mais
  • Série

    Series online: Wynonna Earp e Cidades Invisíveis são os destaques em streaming

    4 de fevereiro de 2021 /

    Fãs de séries sobrenaturais estão bem servidos com os lançamentos desta sexta (5/2), que destacam “Wynonna Earp” e “Cidades Invisíveis” em streaming. Melhor atração do canal pago americano SyFy, “Wynonna Earp” adapta os quadrinhos homônimos de Beau Smith sobre uma descendente delinquente do famoso delegado do Velho Oeste Wyatt Earp, que recebe de forma relutante a missão de caçar demônios e acabar com uma maldição secular de sua família. O resultado é uma “Buffy” para o século 21. Nas mãos da produtora-roteirista Emily Andras (de “Lost Girl”), o faroeste sobrenatural virou cult ao combinar feminismo, rebeldia, monstros e sensualidade de forma indissociável. Estrelada por Melanie Scrofano (série “Damien”) como a ovelha negra da família e heroína do título, Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”) como sua irmã caçula, Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”) como a policial “hot” (ou melhor, Haught) e Tim Rozon (série “Vagrant Queen”) como o pistoleiro Doc Holliday, a série faz uma mistura bem dosada de aventura, terror, western moderno, humor, empoderamento feminino, fantasia sexy e orgulho LGBTQIA+. Duas das três primeiras temporadas disponibilizadas pela Globoplay têm simplesmente 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Criada pelo cineasta Carlos Saldanha, que estreia no comando de uma obra em live-action (após dirigir as animações “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”), “Cidades Invisíveis” traz Marco Pigossi (“Tidelands”) no papel do detetive Eric, da Delegacia de Polícia Ambiental, que após encontrar um animal estranho numa praia carioca e conhecer a dona misteriosa de uma casa noturna (vivida por Alessandra Negrini), descobre um mundo habitado por entidades míticas normalmente invisíveis aos seres humanos. Cheia de reviravoltas e ritmo ágil, essa produção com criações do folclore brasileiro tem tudo para fazer sucesso internacional. Outros destaques da semana chegam na Disney+ (Disney Plus): a minissérie “Os Eleitos” (The Right Stuff), sobre a conquista do espaço nos anos 1960, baseada no livro homônimo que já tinha sido filmado em 1983 (num longa vencedor de quatro Oscars), e todos os episódios de “Ugly Betty”, uma das primeiras atrações a colocar temas LGBTQIA+ e a comunidade latina em evidência na TV americana. Para as crianças, o Top 10 semanal ainda traz os desenhos do “Snoopy e Sua Turma” e “Kid Cosmic”, nova série animada de Craig McCracken (criador de “As Meninas Superpoderosas”). Confira abaixo a relação completa e os trailers das 10 melhores séries disponibilizadas para streaming nesta semana.     Wynonna Earp | EUA | 3 Temporadas (Globoplay)     Cidade Invisível | Brasil | 1ª Temporada (Netflix)     Os Eleitos | EUA | Minissérie (Disney+)     Ugly Betty | EUA | 4 Temporadas (Disney+)     Jovem Sheldon | EUA | 3ª Temporada (Globoplay)     Hache | Espanha | 2ª Temporada (Netflix)     Amar É… | EUA | Minissérie (Globoplay)     Amigas para Sempre | EUA | 1ª Temporada (Netflix)     Snoopy e Sua Turma | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+)     Kid Cosmic | EUA | 1ª Temporada (Netflix)

    Leia mais
  • Série

    Dira Paes vai participar de Sob Pressão

    3 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Dira Paes (“Divino Amor”) vai participar da próxima temporada de “Sob Pressão”. Na trama, ela interpretará uma mãe que tem seu filho atingido por uma bala perdida no meio da pandemia. Lucas Paraizo e sua equipe já entregaram os roteiros da 4ª temporada, que também vão abordar o incêndio no Hospital Badim, na Tijuca, ocorrido em 2019, e o caso do morador de rua que esfaqueou três pessoas na Lagoa, no mesmo ano. As gravações temporada vão começar neste mês, após o sucesso dos dois episódios especiais, “Sob Pressão: Plantão Covid”, que retrataram o auge da crise do coronavírus, mostrando a nova rotina dramática de Carolina (Marjorie Estiano), Evandro (Julio Andrade) e outros médicos num hospital de campanha no Rio de Janeiro. Para gravar os dois episódios em agosto, o elenco de “Sob Pressão” foi o primeiro a voltar a trabalhar nos estúdios da Globo, em plena pandemia. Para isso, protocolos de segurança contra a covid foram seguidos rigorosamente. As novas gravações devem seguir os mesmos critérios. Além disso, Drica Moraes, que gravou remotamente os episódios especiais sobre a covid no ano passado, voltará aos estúdios com o resto do elenco para os novos capítulos. A atriz já teve problemas de saúde no passado e, por isso, a direção optou por poupá-la naquela ocasião. Ela vive a infectologista Vera na trama. Para completar, David Junior, que estreou na série como o neurocirurgião Mauro em “Plantão Covid”, seguirá no elenco. A estreia ainda não foi marcada, mas a Globo já confirmou a produção da 5ª temporada.

    Leia mais
  • Filme

    Hard: Natália Lage é empresária pornô no trailer da 2ª temporada

    30 de janeiro de 2021 /

    A HBO divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada da série de comédia brasileira “Hard”. Com direção geral de Rodrigo Meirelles (“Psi”, “Vade Retro”) e realizada em coprodução com a Gullane, a série é uma adaptação da atração francesa homônima e já tem a 3ª temporada confirmada. Na trama, Natália Lage (“A Divisão”) vive Sofia, uma dona de casa que, ao ficar viúva, descobre que o marido mentia sobre sua verdadeira profissão. Ela recebe como herança uma produtora pornô e precisa se adaptar à essa nova forma de sustentar a família. Na nova temporada, Sofia é seduzida pelo mundo pornô realizando fantasias de suas clientes, mas ainda tem que lidar com os preconceitos da família e com a nova carreira de Marcello (Julio Machado, de “Divino Amor”). O elenco também traz Martha Nowill (“A Garota da Moto”), Fernando Alves Pinto (“A Vida Secreta dos Casais”) e Denise Del Vecchio (“Os Dez Mandamentos”). Os seis novos episódios estreiam no dia 21 de fevereiro.

    Leia mais
  • Série

    Sob Pressão: 4ª temporada começa a ser gravada em fevereiro

    23 de janeiro de 2021 /

    As gravações da 4ª temporada de “Sob Pressão” foram marcadas para fevereiro. Segundo a colunista Patrica Kogut, do jornal O Globo, a atriz Drica Moraes, que gravou remotamente os episódios especiais sobre a covid no ano passado, voltará aos estúdios com o resto do elenco para os novos capítulos. A atriz já teve problemas de saúde no passado e, por isso, a direção optou por poupá-la naquela ocasião. Ela vive a infectologista Vera na trama. Além disso, David Junior, que estreou na série como o neurocirurgião Mauro em “Plantão Covid”, seguirá no elenco. Lucas Paraizo e sua equipe já entregaram os roteiros e um deles vai abordar o incêndio no Hospital Badim, na Tijuca, ocorrido em 2019. De acordo com Kogut, o caso do morador de rua que esfaqueou três pessoas na Lagoa, no mesmo ano, também serviu de inspiração. A estreia ainda não foi marcada, mas a Globo já confirmou a produção da 5ª temporada.

    Leia mais
  • Série

    Atriz de Rotas do Ódio foi vítima de crime denunciado na série

    23 de janeiro de 2021 /

    A atriz Renata Peron viveu na pele o tema abordado pela série “Rotas do Ódio”, que teve suas três temporadas lançadas na Globoplay na semana passada. Em 2004, ela andava pela Praça da Sé, em São Paulo, quando foi brutalmente espancada por um grupo de skinheads simplesmente por ser transexual. Além do trauma emocional, ela perdeu um dos rins e carrega até hoje uma cicatriz na barriga por conta da violência sofrida aos 27 anos. “É um trauma muito grande você ser agredida por ser quem você é. Eu demorei anos para conseguir superar esse trauma, mas hoje, aos 43 anos, posso dizer que consegui. Acabei entendendo que o problema não sou eu, mas a sociedade ruim e emburrecida em que vivemos”, ela disse à coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo. “Fisicamente, ainda carrego algumas marcas. Preciso beber três litros de água por dia, para que o meu único rim continue funcionando bem. Também não uso mais biquíni e nada que mostre a minha barriga, pois tenho vergonha da grande cicatriz que ficou”, acrescentou. Foi por conta da agressão que Renata conheceu a diretora Susanna Lira, criadora da série. Susana entrevistou Renata para o documentário “Intolerância.doc”, lançado em 2017 com o tema dos crimes de ódio. E, ao saber que ela era atriz, decidiu convidá-la para o elenco de seu próximo projeto, “Rotas do Ódio”. “A série é um trabalho maravilhoso. Não tive qualquer problema em abordar um assunto que marcou tanto a minha vida. Já passei por tanta coisa nessa vida que acabei criando uma couraça, sabe?”, contou a atriz. A 1ª temporada estreou em 2018 no canal pago Universal, mas a produção passou a repercutir com mais força com o lançamento na Globoplay. “A minha caixa de mensagem nas redes sociais e o meu e-mail estão uma loucura. Parece até que a série foi o primeiro trabalho da minha vida como atriz. Por incrível que pareça, muitas pessoas sabem que eu vivo das artes, mas acham que eu sou apenas do gueto e, por isso, não tenho valor. Foi preciso aparecer numa série de TV com destaque para que reconhecessem esse valor”, disse Renata. Atualmente, Renata vive a expectativa por uma possível nova temporada de “Rotas do Ódio”. Mas ela também é cantora, formada em assistência social e militante dos direitos humanos.

    Leia mais
  • Série

    Ator de Sintonia é demitido por não cumprir protocolos contra covid-19

    22 de janeiro de 2021 /

    Paulo Bronks, que interpreta o personagem Torto na série “Sintonia”, teve seu contrato encerrado após não cumprir “protocolos de segurança para prevenção da covid-19”. O desligamento aconteceu durante as gravações da 2ª temporada da série, que é realizada pela produtora KondZilla para exibição na Netflix. No entanto, o comunicado não informou se a saída do ator terá impacto na trama. Em nota, a Netflix informou que ele também não cumpriu outras cláusulas previstas em contrato, sem especificações. O comentário de alguns colegas, postados nas redes sociais, indicam que Bronx faltou em gravações e se recusava a realizar testes periódicos de covid-19. De acordo com a plataforma, tais atitudes colocaram “em risco a segurança de todos os envolvidos na produção”. O ator, também conhecido como É o Bronks, se pronunciou via stories do Instagram e afirmou ter recebido um “ok” para realizar trabalhos externos enquanto as gravações estavam paralisadas por conta da pandemia. Ele informou que estava na Praia Grande, litoral de São Paulo, trabalhando com divulgação de marcas, quando foi comunicado que realizaria uma cena dentro de um carro e, segundo ele, por ter se exposto ao coronavírus, foi comunicado da rescisão contratual. “Eu estava trabalhando, não estava na praia. Preciso de dinheiro. Eles poderiam remarcar a cena, acho que foi uma injustiça. Eu nunca me neguei a fazer teste”, disse Bronks, via Instagram Intérprete do protagonista Doni, MC Jottapê também se manifestou em seu stories, reforçando que Bronks não vinha cumprindo suas obrigações contratuais. “Sou muito grato ao projeto, por isso que eu defendo mesmo. Soube aproveitar”, ele explicou.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie