Conteúdo brasileiro em plataformas de streaming é menor que 10%
A Ancine publicou no portal do Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual (OCA), um panorama com dados sobre os serviços de Vídeo por Demanda no País. Os estudos confirmaram que a participação de conteúdo brasileiro ocupa menos de 10% do catálogo dos principais serviços estrangeiros como Netflix, Amazon Prime Video, HBO Max e Disney+. Essa participação só é maior nas plataformas nacionais, de menor porte. Elaborado a partir de dados fornecidos por empresas que monitoram o segmento, o estudo apresenta uma análise dos catálogos de mais de 30 serviços de VOD disponíveis no Brasil e em outros Países da América Latina. No Brasil, o trabalho cobriu cerca de 32 mil títulos disponíveis por assinatura para o público. O trabalho buscou entender como são compostos os catálogos dos principais serviços considerando a proporção de filmes e séries, os diferentes modelos de negócio e o ano de produção das obras, entre outras características. Concluiu-se que, com 31 plataformas principais de VOD analisadas, cerca de 32 mil títulos distintos estão disponíveis por assinatura para o público brasileiro. As plataformas nacionais se destacam na presença de conteúdo brasileiro, independente ou não. Segundo a Ancine, a insuficiência de dados sobre a produção brasileira independente no segmento de VOD reforça a iniciativa da agência por mais informações sobre os catálogos, conforme definido na Agenda Regulatória. Futuramente, a agência pretende regular a obrigatoriedade de prestação de informações dos agentes econômicos. Com a obtenção de dados primários sobre a atividade, pretende-se qualificar o auxílio técnico da Ancine aos Poderes Executivo e Legislativo na regulamentação do segmento. A agência avalia medidas para a ampliação e a garantia da participação de conteúdo brasileiro independente nas plataformas. Para isso, a Ancine se prepara para colaborar com o debate sobre a regulamentação do segmento de Vídeo por Demanda, prevendo a regulamentação do streaming em 2023. Em 15 de dezembro de 2022, a Diretoria Colegiada da Ancine decidiu priorizar medidas tanto para efeito da tributação do setor, com vistas ao financiamento da atividade audiovisual brasileira, quanto para implementação de mecanismos que assegurem a circulação e participação das obras brasileiras independentes nos catálogos, inclusive no que se refere à titularidade e ao exercício de direitos patrimoniais pelas produtoras brasileiras.
O Rei da TV: Trailer da 2ª temporada destaca mais polêmicas de Sílvio Santos
A plataforma Star+ divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada da série “O Rei da TV”, sobre a vida de Silvio Santos, que despertou a href=”https://pipocamoderna.com.br/2022/10/serie-o-rei-da-tv-estreia-polemizando-com-familia-de-silvio-santos/”>reações negativas da família Abravanel. Os novos episódios mostram temas ainda mais polêmicos, como a candidatura de Sílvio Santos à presidência. Segundo a sinopse divulgada, o ressentimento de ter a intenção de virar presidente abortada teria sido a “motivação para transformar o SBT no canal mais assistido do Brasil, numa grande batalha que marcou a história da TV no país”. Para completar, a trama também vai mostrar o sequestro da filha Patrícia Abravanel, “transmitido ao vivo em rede nacional”, o prejuízo financeiro causado pelo Banco Panamericano e o relacionamento do apresentador com Gugu Liberato. Produção da Gullane, “O Rei da TV” destaca em sua equipe o diretor Marcus Baldini (“Bruna Surfistinha”) e o ator José Rubens Chachá (“Bom Dia, Verônica”) como Sílvio Santos. A estreia vai acontecer em 29 de março.
Cidade Invisível: Série adentra floresta amazônica no trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Cidade Invisível”, série que mostra entidades do folclore brasileiro vivendo no mundo atual. A prévia reforça que a nova leva de episódios da produção será ambientada na floresta amazônica, e integra ainda mais o personagem de Marco Pigossi no universo místico da trama. “Cidade Invisível” foi concebida pelo diretor Carlos Saldanha, em seu primeiro trabalho live-action após dirigir as animações “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”, e fez sucesso ao explorar figuras do folclore nacional, como a Cuca, interpretada pela atriz Alessandra Negrini. Mas a produção também foi acusada por ativistas de “apropriação cultural”, por desconstruir figuras da religiosidade indígena, afastando-as de suas raízes para apresentá-las como “criaturas”, sem dar espaço para atores nativos interpretá-las. Por conta disso, a série sofreu mudanças em sua 2ª temporada e teve locações no Pará, incluindo não apenas a selva, mas também a capital Belém. Nos novos episódios, Eric (Marco Pigossi) está sendo procurado por garimpeiros, mas recebe proteção de indígenas num santuário natural perto de Belém do Pará. O policial também descobrirá que sua filha, Luna (Manu Dieguez), e Cuca (Alessandra Negrini) viajaram para aquele local com o objetivo de encontrá-lo. Assim, apesar de querer retornar ao Rio, ele percebe que a menina tem uma missão a cumprir na região e, ao tentar protegê-la, se torna uma ameaça para o equilíbrio entre as entidades e a natureza. Os novos episódios chegam em streaming no dia 22 de março.
Gabriel Leone vai pra prisão no trailer da 2ª temporada de “Dom”
A Amazon Prime Video divulgou o pôster e um novo trailer da 2ª temporada de “Dom”. Repleta de ação, a prévia destaca a chegada do protagonista Pedro Dom (Gabriel Leone) à prisão, onde adota uma nova identidade. Baseada no livro homônimo de Tony Bellotto (autor de ficções policiais e também guitarrista dos Titãs), a série foi o último trabalho do diretor Breno Silveira (“2 Filhos de Francisco”, “Gonzaga de Pai para Filho”). Ele chegou a completar as gravações da 2ª temporada antes de sofrer um infarto súbito e falecer em maio passado. A série conta a história razoavelmente verídica de Pedro Dom (1981-2005), jovem bem-nascido e filho de policial que se tornou chefe de uma quadrilha especializada em assaltar prédios de luxo no Rio de Janeiro. A premissa explora a dinâmica entre o pai policial e o filho viciado, que se torna “criminoso fashion” para sustentar o vício, até um desfecho trágico. Na 2ª temporada, a história vai se dividir entre a prisão do jovem, em meio a uma rebelião carcerária com 200 figurantes, e a recriação de um conflito entre indígenas e madeireiros na Amazônia dos anos 1970, que envolveu o pai de Dom. Produção da Conspiração Filmes, “Dom” destaca em seu elenco Gabriel Leone (o Roberto Carlos de “Minha Fama de Mau”) e Flávio Tolezani (“Boca a Boca”) como o protagonista e seu pai, além de Filipe Bragança (“Órfãos da Terra”), Raquel Villar (“Mato sem Cachorro”), Isabella Santoni (“Orgulho e Paixão”), Ramon Francisco (“1 Contra Todos”), Digão Ribeiro (“Dente por Dente”), Julia Konrad (“Cidade Invisível”), André Mattos (“Tropa de Elite 2”) e Fabio Lago (“Cidade Invisível”). A estreia dos novos episódios vai acontecer em 17 de março, e a série já se encontra renovada para sua 3ª (e última) temporada.
Série brasileira “Manhãs de Setembro” vai virar filme
A série brasileira “Manhãs de Setembro”, desenvolvida pela Amazon Prime Video, vai virar filme. O longa-metragem terá direção de Luis Pinheiro (“Garota da Moto”), que comandou alguns episódios da série. “Manhãs de Setembro” acompanha Cassandra (interpretada pela cantora Liniker), uma mulher trans que tem sua independência colocada em cheque quando descobre ter tido um filho, Gersinho (Gustavo Coelho), com uma ex-namorada (Karine Teles). Relutando para não aceitar a condição de pai, ela inicialmente refuta o filho, mas logo vê sua vida virar de ponta-cabeça ao ver que o menino não tem opções. A série também é estrelada pela ex-BBB Linn da Quebrada (“Segunda Chamada”), Thomas Aquino (“Bacurau”), Clodd Dias (“Entrega Para Jezebel”), Gero Camilo (“Carandiru”), o cantor Paulo Miklos (“Califórnia”) e a menina Isabela Ordoñez (“Treze Dias Longe do Sol”). Originalmente concebida como minissérie, a atração agradou público e crítica e ganhou uma 2ª temporada, explorando o reencontro entre Cassandra e seu próprio pai distante, vivido por Seu Jorge (“Marighella”). O filme vai se passar cinco anos após os eventos mostrados na 2ª temporada, e terá os retornos de Cassandra (Liniker), Leide (Teles) e Gersinho (Coelho). Ainda não há previsão de estreia. Antes disso, porém, “Manhãs de Setembro” pode receber reconhecimento internacional, já que concorre concorre ao 34ª GLAAD Media Awards, nos Estados Unidos. “A série teve, até agora, 16 indicações a prêmios nacionais e internacionais. E ganhou seis, incluindo APCA (prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte) de Melhor Série Dramática”, disse Pinheiro ao jornal o Globo. “A gente também ganhou o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade LGBTQIAP+, vinculada à APO de São Paulo, associação ligada à organização da Parada do Orgulho Gay”. “Foi emocionante receber porque ele reconhece os esforços de quem contribuiu com a luta”, continuou o diretor. “É exatamente isso que o GLAAD faz, em âmbito mundial. Ele pode ajudar a série a ser mais vista principalmente nos Estados Unidos. Se ganharmos, o prêmio pode criar uma visibilidade. É a única estrangeira no meio de séries consolidadas dos Estados Unidos”. Confira abaixo o trailer da 2ª temporada de “Manhãs de Setembro”.
2ª temporada de “Cidade Invisível” ganha data de estreia
A Netflix divulgou a data de estreia e novas fotos da 2ª temporada de “Cidade Invisível”, série que mostra entidades do folclore brasileiro vivendo no mundo atual. Em postagem nas redes sociais, a plataforma informou que os novos episódios chegam em streaming no dia 22 de março. “Cidade Invisível” foi concebida pelo diretor Carlos Saldanha, em seu primeiro trabalho live-action após dirigir as animações “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”, e fez sucesso ao explorar figuras do folclore nacional, como a Cuca, interpretada pela atriz Alessandra Negrini. Mas a produção também foi acusada por ativistas de “apropriação cultural”, por desconstruir figuras da religiosidade indígena, afastando-as de suas raízes para apresentá-las como “criaturas”, sem dar espaço para atores nativos interpretá-las. Por conta disso, a série sofreu mudanças em sua 2ª temporada, que teve várias cenas gravadas na Floresta Amazônica. “Estamos levando a 2ª temporada para Belém, um centro urbano rico de histórias. Os novos episódios mostram um Brasil indígena, do Norte, plural e com novas entidades e elementos muito interessantes da cultura popular”, explicou Carlos Saldanha, criador e produtor executivo da série. Nos novos episódios, Eric (Marco Pigossi) está sendo procurado por garimpeiros, mas recebe proteção de indígenas num santuário natural perto de Belém do Pará. O policial também descobrirá que sua filha, Luna (Manu Dieguez), e Cuca (Alessandra Negrini) viajaram para aquele local com o objetivo de trazê-lo de volta à vida. Mas, apesar de querer retornar ao Rio, ele percebe que a menina tem uma missão a cumprir na região e, ao tentar protegê-la, se torna uma ameaça para o equilíbrio entre as entidades e a natureza. 🦋🔥👀 pic.twitter.com/RA6QFD2BrM — netflixbrasil (@NetflixBrasil) February 22, 2023
Globoplay renova “Arcanjo Renegado” até a 5ª temporada
A Globoplay confirmou a produção de mais duas temporadas da série “Arcanjo Renegado”. Sucesso da plataforma, o programa foi confirmado até a sua 5ª temporada. As gravações, no entanto, só começam em 2024 e os episódios ainda não têm previsão de lançamento. Segundo a coluna de Patrícia Kogut, do jornal “O Globo”, a plataforma pretende colocar toda a equipe de “Arcanjo” para gravar a 4ª e a 5ª temporada juntas. A intenção é que a próxima temporada da série de José Junior (fundador do AfroReggae e autor também de “A Divisão”) seja lançada ainda em 2024. Com isso, o quinto ano da história protagonizada por Marcello Melo Jr (“Tô Ryca 2”) deve estrear apenas em 2025. Também não há previsão para que a série volte para a TV aberta. Vale lembrar que, em outubro de 2022, também foi anunciado que, além da série, a história ganharia um filme com foco no período em que Mikhael (Marcello Melo Jr.) ficou fora do Brasil, entre a 1ª e a 2ª temporada. No entanto, o projeto ainda não tem previsão para ser filmado. Relembre o trailer das duas primeiras temporadas de “Arcanjo Renegado”.
Ancine acaba com censura de Bolsonaro a conteúdos LGBTQIAP+
A Ancine acabou com a censura ideológica do governo Bolsonaro. Na semana passada, numa reunião em que participaram o presidente da Ancine, Alex Braga, a secretária de Audiovisual, Joelma Gonçalves, e a diretora de conteúdo da EBC, Antonia Pellegrino, foram destravadas amarras que impediam a agência de emitir certificados de conclusão de 76 projetos audiovisuais, uma parte de temática LGBTQIAP+, no valor de R$ 67,4 milhões. São documentários, obras de ficção e animações produzidos em todas as regiões do Brasil. Bolsonaro tentou impedir a produção dos projetos numa das lives mais problemáticas de todo seu governo. Ele anunciou antecipadamente sua interferência no concurso público, afirmando que “abortaria” aquelas produções. “Fomos garimpar na Ancine filmes que estavam prontos para captar recurso no mercado”, disse Bolsonaro no primeiro ano de seu governo, passando a citar títulos e temas que considerava absurdos. “Um aqui se chama ‘Transversais”, disse, demonstrando horror ao citar que seu tema era transexualidade. “Conseguimos abortar essa missão aqui”, acrescentou. “Outro filme aqui, ‘Sexo Reverso'”, seguiu, dizendo que o filme abordava sexo grupal e oral com índios, concluindo é “um dinheiro jogado fora”. “Não tem cabimento fazer um filme com esse enredo, né?” Outro nome que ele achou ofensivo foi o de “Afronte”, de Marcus Azevedo e Bruno Victor, um docudrama sobre a realidade vivida por negros e homossexuais do Distrito Federal. “Mais um filme aí que foi para o saco”, decretou. Ele também atacou o projeto de “Religare Queer”, sobre uma “ex-freira lésbica”, que descreveu como um filme com “dez episódios”. “Confesso que não entendi por que gastar dinheiro público com um filme desses”, insistiu, sobre a série. “O que vai agregar?”, afirmou, considerando produções com temática LGBTQIAP+ “impróprias”. “Não estou perseguindo ninguém, cada um faça o que bem entender do seu corpo para ser feliz, agora, gastar dinheiro público para fazer esse tipo de filme [na verdade, série]…” E arrematou: “Se a Ancine não tivesse, na sua cabeça toda, mandato, já tinha degolado todo mundo”. A ameaça foi completada por um gesto que representa o assassinato por meio de degola. Só que a tentativa de censura por “filtros” na liberação de incentivos é que acabou “abortada”. Com a aprovação da Lei Aldir Blanc pelo Congresso, passando por cima da “missão” de Bolsonaro, “Transversais” conseguiu verba para virar um filme — o primeiro longa-metragem do diretor Émerson Maranhão — e pôde ser rodado no início de 2021. A obra foi lançado em grandes festivais de cinema, como a Mostra de São Paulo, Mix Brasil e Cine Ceará. A live deu início a uma crise política. O então ministro da Cidadania, Osmar Terra, publicou uma portaria suspendendo os editais, o que resultou no pedido de demissão do primeiro secretário de Cultura do antigo governo, Henrique Pires, declarando que não compactuaria com censura. Os projetos estavam entre os finalistas da linha de “diversidade de gênero” da EBC, que visava selecionar séries para a programação da TV pública em canais como a TV Brasil. Os vencedores seriam financiados diretamente por meio do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e não por autorização para captar incentivos. O FSA é formado pela taxa conhecida como Condecine, que incide sobre empresas de cinema, vídeo e telefonia. O edital foi lançado durante o governo Temer com regras claras, que foram cumpridas pelas produções inscritas. Com a suspensão do edital por motivação ideológica, os projetos citados pelo presidente na live não foram os únicos prejudicados. Isso porque o edital ainda previa o financiamento de cerca de outras 70 iniciativas divididas em 12 categorias. Além do tema da “diversidade de gênero”, o edital também contemplou séries nas categorias de “sociedade e meio ambiente”, “profissão”, “animação infantil” e “qualidade de vida”, entre outras. A partir de agora, a EBC poderá exibir esses conteúdos.
Cidade Invisível: Teaser mostra que 2ª temporada se passa na floresta amazônica
A Netflix divulgou o teaser da 2ª temporada de “Cidade Invisível”, série que mostra entidades do folclore brasileiro vivendo no mundo atual. A prévia revela que a nova leva de episódios da produção será ambientada na floresta amazônica. No teaser, parte da narração é feita por Pajé Jaciara (Ermelinda Yepario) em tukano, uma língua indígena. “Cidade Invisível” foi concebida pelo diretor Carlos Saldanha, em seu primeiro trabalho live-action após dirigir as animações “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”, e fez sucesso ao explorar figuras do folclore nacional, como a Cuca, interpretada pela atriz Alessandra Negrini. Mas a produção também foi acusada por ativistas de “apropriação cultural”, por desconstruir figuras da religiosidade indígena, afastando-as de suas raízes para apresentá-las como “criaturas”, sem dar espaço para atores nativos interpretá-las. Por conta disso, a série sofreu mudanças em sua 2ª temporada. “Estamos levando a 2ª temporada para Belém, um centro urbano rico de histórias. Os novos episódios mostram um Brasil indígena, do Norte, plural e com novas entidades e elementos muito interessantes da cultura popular”, explicou Carlos Saldanha, criador e produtor executivo da série. Nos novos episódios, Eric (Marco Pigossi) está sendo procurado por garimpeiros, mas recebe proteção de indígenas num santuário natural perto de Belém do Pará. O policial também descobrirá que sua filha, Luna (Manu Dieguez), e Cuca (Alessandra Negrini) viajaram para aquele local com o objetivo de trazê-lo de volta à vida. Assim, apesar de querer retornar ao Rio, ele percebe que a menina tem uma missão a cumprir na região e, ao tentar protegê-la, se torna uma ameaça para o equilíbrio entre as entidades e a natureza. Apesar da divulgação do teaser, a Netflix ainda não marcou a data da volta da série.
Castelo Rá-Tim-Bum volta à TV com reunião de elenco original
Os fãs de um dos programas infantis mais amados da TV brasileira vão ganhar um presente. A TV Cultura irá exibir um especial de reencontro do elenco original de “Castelo Rá-Tim-Bum”, mais de 25 anos depois do programa chegar ao fim. Com uma proposta similar ao que aconteceu na comemoração de 20 anos dos filmes de Harry Potter, a marca de biscoitos Oreo vai patrocinar o reencontro de todos os atores que fizeram parte de um dos programas mais memoráveis das crianças e que – até hoje – habita o imaginário de muitos brasileiros. O bate-papo especial vai ao ar no dia 25 de fevereiro, às 22h, após a exibição do “Jornal da Cultura”. E, no dia seguinte, já estará disponível no canal de YouTube da marca de biscoitos e nos redes sociais da TV Cultura. Estarão presentes Cao Hamburger, criador e diretor da série, assim como Rosi Campos (Morgana), Cinthya Rachel (Biba), Cassio Scapin (Nino), Fredy Állan (Zequinha), Fernando Gomes (Gato/ Relógio), Alvaro Peterson (Celeste/ Godofredo) e Enrico Verta (Mau). Outros nomes como Angela Dippe (Penélope), Eduardo Silva (Bongo), Patricia Gaspar (Caipora), Pascoal da Conceição (Dr. Abobrinha), as Passarinhas Dilma Souza e Ciça Meirelles e as Fadinhas Fafi Prado e Teresa Athayde também marcarão presença, mas, infelizmente, a festa não estará completa. Vale lembrar também que seis atores da produção já faleceram, entre eles o saudoso Sérgio Mamberti, intérprete do Dr. Victor. Os demais são Sérgio de Abreu (o Flap), Wagner Bello (o Etevaldo), Rodrigo Santiago (o Almirante Costa), Ada Chaseliov (a Xenóbia) e Cláudio Chakmati, que interpretou vários personagens. Mas um ator vai faltar à reunião por outro motivo. Luciano Amaral, o Pedro, é contratado da ESPN e não foi liberado pelo canal. Nas redes, ele disse: “Não, não estarei nessa, pessoal. Por questões contratuais, não pude fazer. Vai ser incrível mesmo assim. Aproveitem e celebrem!”. Nos comentários, os fãs se revoltaram e começaram a fazer um mutirão para a liberação do ator. “Eu vou pra porta do quartel protestar”, disse uma das admiradoras. Não, não estarei nessa pessoal.Por questões contratuais não pude fazer.Vai ser incrível mesmo assim. Aproveitem e celebrem! 🤗🏰 — Luciano Amaral (@LucianoAmaral) February 4, 2023 Não, não estarei nessa pessoal.Por questões contratuais não pude fazer.Vai ser incrível mesmo assim. Aproveitem e celebrem! 🤗🏰 — Luciano Amaral (@LucianoAmaral) February 4, 2023 Bixo, desumano 😭 pic.twitter.com/Qbn73BRQqR — Lauris ⭐️ (@Laurisliuxalene) February 4, 2023 ISSO NAO PODE ACONTECEEEEEERRRR EU VOU PRA PORTA DO QUARTEL PROTESTAAAAAR — Cura Tédio 🏳️🌈 (@steiaussoghi) February 4, 2023 Advogados do meu Brasil, vocês tem uma missão.. — Fiori Donegá (@donegafiori) February 4, 2023
Giovanna Grigio é cotada para viver Xuxa nos cinemas
Xuxa, que se prepara para voltar aos cinemas em “Uma Fada Veio Me Visitar”, também ganhará um filme sobre sua vida em breve. Trata-se de “Rainha”, uma cinebiografia que será lançada nos cinemas e – posteriormente – virará um série de 8 episódios na Globoplay. Nesse momento, a produção do filme procura uma atriz para interpretar a Rainha dos Baixinhos. Participaram dos testes nomes como Vitória Strada (“Salve-se Quem Puder”), Isabela Sartori (“Malhação”) e Fernanda Marques (“Um Lugar ao Sol”), mas a atriz mais cotada para conquistar a vaga é Giovanna Grigio. Giovanna, que esteve na nova versão de “Rebelde” da Netflix, também é conhecida por ter estrelado “Chiquititas”, no SBT, e atuado em “Malhação”, na Globo. Ela chamou a atenção dos produtores ao ir caracterizada de Rainha dos Baixinhos para o teste. Além de ter mandado bem na atuação, muitos consideraram Giovanna muito parecida com Xuxa. Nos bastidores, a assinatura do contrato é dada como certa. O projeto, produzido pela Gullane, será dirigido pela argentina Daniela de Carlo, que já trabalhou em projetos como “Qualquer Gato Vira-Lata” (2011) e “The Blackout” (2019). Vale lembrar que, além de “Rainha”, a apresentadora Xuxa ganhará – ainda este ano – um documentário na Globoplay comandado por Pedro Bial.
Boate Kiss: Série documental da Globoplay bate recorde de audiência
A série documental “Boate Kiss – A tragédia de Santa Maria” bateu recorde de audiência no streaming do Globoplay. A produção conquistou o 1º lugar em consumo, considerando a primeira semana após estreia, e teve a maior abertura entre todas as séries documentais da plataforma. A informação é da própria Globoplay, que não informou dados de audiência nem de comparação com suas outras séries documentais. “Boate Kiss – A tragédia de Santa Maria” é produzido e narrado pelo jornalista Marcelo Canellas, formado pela Universidade Federal de Santa Maria. Desde a tragédia, ele esteve próximo do caso por sua trajetória pessoal na cidade. A produção da Globo traz relatos de familiares e sobreviventes do incêndio, além de imagens da cobertura da imprensa, de celulares das vítimas e áudios que os serviços de emergência receberam na tragédia. Canellas também viajou a Buenos Aires para reunir relatos semelhantes ao das vítimas da Kiss, durante o incêndio na boate República Cromañón, que causou a morte de 194 pessoas e mais de 1,400 feridos na capital da Argentina. No total, são cinco episódios, em que o jornalismo da Globo se debruça sobre as causas da enorme fatalidade e acompanha a repercussão do caso junto às famílias gaúchas e as autoridades locais. Este ano, a tragédia na Boate Kiss completou uma década sem um veredito final e um julgamento para lá de conturbado. Além do documentário, o streaming da Netflix lançou a minissérie de ficção “Todo Dia a Mesma Noite”, inspirado no livro homônimo de Daniela Arbex, que também foi um grande sucesso de audiência.
Desalma: Série com Cássia Kis é suspensa após renovação
A série “Desalma”, do streaming Globoplay, teve a produção de sua 3ª temporada suspensa após o elenco receber parte dos roteiros de Ana Paula Maia (“Deserto”). Segundo a coluna de Patricia Kogut, do jornal O Globo, além da temporada da série de terror, a Globo também decidiu engavetar outra atração da autora, intitulada de “Fronteira Seca”. A produção era ambientada na divisa do Brasil com o Paraguai. Até o momento, não está claro o que motivou os cancelamentos. A primeira temporada de “Desalma” estreou em streaming em 2020 e, no meio do ano seguinte, foi exibida na TV aberta. A 2ª temporada foi lançada em abril de 2022 na Globoplay, e logo recebeu sinal verde para a produção de novos episódios. A autora Ana Paula Maia entregou os novos roteiros em dezembro. Uma das protagonistas é a polêmica atriz Cassia Kis, que interpreta a bruxa Haia. Por conta de seu comportamento polêmico no ano passado, haviam duvidas se ela permaneceria na trama. Além disso, a atriz de “Travessia” se tornou alvo constante de denúncias nos bastidores da Globo. Há relatos de que Cassia Kis tem o costume de gritar de destratar os colegas de trabalho. Ela também é conhecida por seus comentários preconceituosos. “Desalma” também conta(va) com atuação de Claudia Abreu, Maria Ribeiro e Fabio Assunção.











