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    Série brasileira “Manhãs de Setembro” vai virar filme

    28 de fevereiro de 2023 /

    A série brasileira “Manhãs de Setembro”, desenvolvida pela Amazon Prime Video, vai virar filme. O longa-metragem terá direção de Luis Pinheiro (“Garota da Moto”), que comandou alguns episódios da série. “Manhãs de Setembro” acompanha Cassandra (interpretada pela cantora Liniker), uma mulher trans que tem sua independência colocada em cheque quando descobre ter tido um filho, Gersinho (Gustavo Coelho), com uma ex-namorada (Karine Teles). Relutando para não aceitar a condição de pai, ela inicialmente refuta o filho, mas logo vê sua vida virar de ponta-cabeça ao ver que o menino não tem opções. A série também é estrelada pela ex-BBB Linn da Quebrada (“Segunda Chamada”), Thomas Aquino (“Bacurau”), Clodd Dias (“Entrega Para Jezebel”), Gero Camilo (“Carandiru”), o cantor Paulo Miklos (“Califórnia”) e a menina Isabela Ordoñez (“Treze Dias Longe do Sol”). Originalmente concebida como minissérie, a atração agradou público e crítica e ganhou uma 2ª temporada, explorando o reencontro entre Cassandra e seu próprio pai distante, vivido por Seu Jorge (“Marighella”). O filme vai se passar cinco anos após os eventos mostrados na 2ª temporada, e terá os retornos de Cassandra (Liniker), Leide (Teles) e Gersinho (Coelho). Ainda não há previsão de estreia. Antes disso, porém, “Manhãs de Setembro” pode receber reconhecimento internacional, já que concorre concorre ao 34ª GLAAD Media Awards, nos Estados Unidos. “A série teve, até agora, 16 indicações a prêmios nacionais e internacionais. E ganhou seis, incluindo APCA (prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte) de Melhor Série Dramática”, disse Pinheiro ao jornal o Globo. “A gente também ganhou o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade LGBTQIAP+, vinculada à APO de São Paulo, associação ligada à organização da Parada do Orgulho Gay”. “Foi emocionante receber porque ele reconhece os esforços de quem contribuiu com a luta”, continuou o diretor. “É exatamente isso que o GLAAD faz, em âmbito mundial. Ele pode ajudar a série a ser mais vista principalmente nos Estados Unidos. Se ganharmos, o prêmio pode criar uma visibilidade. É a única estrangeira no meio de séries consolidadas dos Estados Unidos”. Confira abaixo o trailer da 2ª temporada de “Manhãs de Setembro”.

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  • Série

    2ª temporada de “Cidade Invisível” ganha data de estreia

    22 de fevereiro de 2023 /

    A Netflix divulgou a data de estreia e novas fotos da 2ª temporada de “Cidade Invisível”, série que mostra entidades do folclore brasileiro vivendo no mundo atual. Em postagem nas redes sociais, a plataforma informou que os novos episódios chegam em streaming no dia 22 de março. “Cidade Invisível” foi concebida pelo diretor Carlos Saldanha, em seu primeiro trabalho live-action após dirigir as animações “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”, e fez sucesso ao explorar figuras do folclore nacional, como a Cuca, interpretada pela atriz Alessandra Negrini. Mas a produção também foi acusada por ativistas de “apropriação cultural”, por desconstruir figuras da religiosidade indígena, afastando-as de suas raízes para apresentá-las como “criaturas”, sem dar espaço para atores nativos interpretá-las. Por conta disso, a série sofreu mudanças em sua 2ª temporada, que teve várias cenas gravadas na Floresta Amazônica. “Estamos levando a 2ª temporada para Belém, um centro urbano rico de histórias. Os novos episódios mostram um Brasil indígena, do Norte, plural e com novas entidades e elementos muito interessantes da cultura popular”, explicou Carlos Saldanha, criador e produtor executivo da série. Nos novos episódios, Eric (Marco Pigossi) está sendo procurado por garimpeiros, mas recebe proteção de indígenas num santuário natural perto de Belém do Pará. O policial também descobrirá que sua filha, Luna (Manu Dieguez), e Cuca (Alessandra Negrini) viajaram para aquele local com o objetivo de trazê-lo de volta à vida. Mas, apesar de querer retornar ao Rio, ele percebe que a menina tem uma missão a cumprir na região e, ao tentar protegê-la, se torna uma ameaça para o equilíbrio entre as entidades e a natureza. 🦋🔥👀 pic.twitter.com/RA6QFD2BrM — netflixbrasil (@NetflixBrasil) February 22, 2023

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  • Série

    Globoplay renova “Arcanjo Renegado” até a 5ª temporada

    21 de fevereiro de 2023 /

    A Globoplay confirmou a produção de mais duas temporadas da série “Arcanjo Renegado”. Sucesso da plataforma, o programa foi confirmado até a sua 5ª temporada. As gravações, no entanto, só começam em 2024 e os episódios ainda não têm previsão de lançamento. Segundo a coluna de Patrícia Kogut, do jornal “O Globo”, a plataforma pretende colocar toda a equipe de “Arcanjo” para gravar a 4ª e a 5ª temporada juntas. A intenção é que a próxima temporada da série de José Junior (fundador do AfroReggae e autor também de “A Divisão”) seja lançada ainda em 2024. Com isso, o quinto ano da história protagonizada por Marcello Melo Jr (“Tô Ryca 2”) deve estrear apenas em 2025. Também não há previsão para que a série volte para a TV aberta. Vale lembrar que, em outubro de 2022, também foi anunciado que, além da série, a história ganharia um filme com foco no período em que Mikhael (Marcello Melo Jr.) ficou fora do Brasil, entre a 1ª e a 2ª temporada. No entanto, o projeto ainda não tem previsão para ser filmado. Relembre o trailer das duas primeiras temporadas de “Arcanjo Renegado”.

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  • TV

    Ancine acaba com censura de Bolsonaro a conteúdos LGBTQIAP+

    13 de fevereiro de 2023 /

    A Ancine acabou com a censura ideológica do governo Bolsonaro. Na semana passada, numa reunião em que participaram o presidente da Ancine, Alex Braga, a secretária de Audiovisual, Joelma Gonçalves, e a diretora de conteúdo da EBC, Antonia Pellegrino, foram destravadas amarras que impediam a agência de emitir certificados de conclusão de 76 projetos audiovisuais, uma parte de temática LGBTQIAP+, no valor de R$ 67,4 milhões. São documentários, obras de ficção e animações produzidos em todas as regiões do Brasil. Bolsonaro tentou impedir a produção dos projetos numa das lives mais problemáticas de todo seu governo. Ele anunciou antecipadamente sua interferência no concurso público, afirmando que “abortaria” aquelas produções. “Fomos garimpar na Ancine filmes que estavam prontos para captar recurso no mercado”, disse Bolsonaro no primeiro ano de seu governo, passando a citar títulos e temas que considerava absurdos. “Um aqui se chama ‘Transversais”, disse, demonstrando horror ao citar que seu tema era transexualidade. “Conseguimos abortar essa missão aqui”, acrescentou. “Outro filme aqui, ‘Sexo Reverso'”, seguiu, dizendo que o filme abordava sexo grupal e oral com índios, concluindo é “um dinheiro jogado fora”. “Não tem cabimento fazer um filme com esse enredo, né?” Outro nome que ele achou ofensivo foi o de “Afronte”, de Marcus Azevedo e Bruno Victor, um docudrama sobre a realidade vivida por negros e homossexuais do Distrito Federal. “Mais um filme aí que foi para o saco”, decretou. Ele também atacou o projeto de “Religare Queer”, sobre uma “ex-freira lésbica”, que descreveu como um filme com “dez episódios”. “Confesso que não entendi por que gastar dinheiro público com um filme desses”, insistiu, sobre a série. “O que vai agregar?”, afirmou, considerando produções com temática LGBTQIAP+ “impróprias”. “Não estou perseguindo ninguém, cada um faça o que bem entender do seu corpo para ser feliz, agora, gastar dinheiro público para fazer esse tipo de filme [na verdade, série]…” E arrematou: “Se a Ancine não tivesse, na sua cabeça toda, mandato, já tinha degolado todo mundo”. A ameaça foi completada por um gesto que representa o assassinato por meio de degola. Só que a tentativa de censura por “filtros” na liberação de incentivos é que acabou “abortada”. Com a aprovação da Lei Aldir Blanc pelo Congresso, passando por cima da “missão” de Bolsonaro, “Transversais” conseguiu verba para virar um filme — o primeiro longa-metragem do diretor Émerson Maranhão — e pôde ser rodado no início de 2021. A obra foi lançado em grandes festivais de cinema, como a Mostra de São Paulo, Mix Brasil e Cine Ceará. A live deu início a uma crise política. O então ministro da Cidadania, Osmar Terra, publicou uma portaria suspendendo os editais, o que resultou no pedido de demissão do primeiro secretário de Cultura do antigo governo, Henrique Pires, declarando que não compactuaria com censura. Os projetos estavam entre os finalistas da linha de “diversidade de gênero” da EBC, que visava selecionar séries para a programação da TV pública em canais como a TV Brasil. Os vencedores seriam financiados diretamente por meio do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e não por autorização para captar incentivos. O FSA é formado pela taxa conhecida como Condecine, que incide sobre empresas de cinema, vídeo e telefonia. O edital foi lançado durante o governo Temer com regras claras, que foram cumpridas pelas produções inscritas. Com a suspensão do edital por motivação ideológica, os projetos citados pelo presidente na live não foram os únicos prejudicados. Isso porque o edital ainda previa o financiamento de cerca de outras 70 iniciativas divididas em 12 categorias. Além do tema da “diversidade de gênero”, o edital também contemplou séries nas categorias de “sociedade e meio ambiente”, “profissão”, “animação infantil” e “qualidade de vida”, entre outras. A partir de agora, a EBC poderá exibir esses conteúdos.

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    Cidade Invisível: Teaser mostra que 2ª temporada se passa na floresta amazônica

    8 de fevereiro de 2023 /

    A Netflix divulgou o teaser da 2ª temporada de “Cidade Invisível”, série que mostra entidades do folclore brasileiro vivendo no mundo atual. A prévia revela que a nova leva de episódios da produção será ambientada na floresta amazônica. No teaser, parte da narração é feita por Pajé Jaciara (Ermelinda Yepario) em tukano, uma língua indígena. “Cidade Invisível” foi concebida pelo diretor Carlos Saldanha, em seu primeiro trabalho live-action após dirigir as animações “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”, e fez sucesso ao explorar figuras do folclore nacional, como a Cuca, interpretada pela atriz Alessandra Negrini. Mas a produção também foi acusada por ativistas de “apropriação cultural”, por desconstruir figuras da religiosidade indígena, afastando-as de suas raízes para apresentá-las como “criaturas”, sem dar espaço para atores nativos interpretá-las. Por conta disso, a série sofreu mudanças em sua 2ª temporada. “Estamos levando a 2ª temporada para Belém, um centro urbano rico de histórias. Os novos episódios mostram um Brasil indígena, do Norte, plural e com novas entidades e elementos muito interessantes da cultura popular”, explicou Carlos Saldanha, criador e produtor executivo da série. Nos novos episódios, Eric (Marco Pigossi) está sendo procurado por garimpeiros, mas recebe proteção de indígenas num santuário natural perto de Belém do Pará. O policial também descobrirá que sua filha, Luna (Manu Dieguez), e Cuca (Alessandra Negrini) viajaram para aquele local com o objetivo de trazê-lo de volta à vida. Assim, apesar de querer retornar ao Rio, ele percebe que a menina tem uma missão a cumprir na região e, ao tentar protegê-la, se torna uma ameaça para o equilíbrio entre as entidades e a natureza. Apesar da divulgação do teaser, a Netflix ainda não marcou a data da volta da série.

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  • TV

    Castelo Rá-Tim-Bum volta à TV com reunião de elenco original

    7 de fevereiro de 2023 /

    Os fãs de um dos programas infantis mais amados da TV brasileira vão ganhar um presente. A TV Cultura irá exibir um especial de reencontro do elenco original de “Castelo Rá-Tim-Bum”, mais de 25 anos depois do programa chegar ao fim. Com uma proposta similar ao que aconteceu na comemoração de 20 anos dos filmes de Harry Potter, a marca de biscoitos Oreo vai patrocinar o reencontro de todos os atores que fizeram parte de um dos programas mais memoráveis das crianças e que – até hoje – habita o imaginário de muitos brasileiros. O bate-papo especial vai ao ar no dia 25 de fevereiro, às 22h, após a exibição do “Jornal da Cultura”. E, no dia seguinte, já estará disponível no canal de YouTube da marca de biscoitos e nos redes sociais da TV Cultura. Estarão presentes Cao Hamburger, criador e diretor da série, assim como Rosi Campos (Morgana), Cinthya Rachel (Biba), Cassio Scapin (Nino), Fredy Állan (Zequinha), Fernando Gomes (Gato/ Relógio), Alvaro Peterson (Celeste/ Godofredo) e Enrico Verta (Mau). Outros nomes como Angela Dippe (Penélope), Eduardo Silva (Bongo), Patricia Gaspar (Caipora), Pascoal da Conceição (Dr. Abobrinha), as Passarinhas Dilma Souza e Ciça Meirelles e as Fadinhas Fafi Prado e Teresa Athayde também marcarão presença, mas, infelizmente, a festa não estará completa. Vale lembrar também que seis atores da produção já faleceram, entre eles o saudoso Sérgio Mamberti, intérprete do Dr. Victor. Os demais são Sérgio de Abreu (o Flap), Wagner Bello (o Etevaldo), Rodrigo Santiago (o Almirante Costa), Ada Chaseliov (a Xenóbia) e Cláudio Chakmati, que interpretou vários personagens. Mas um ator vai faltar à reunião por outro motivo. Luciano Amaral, o Pedro, é contratado da ESPN e não foi liberado pelo canal. Nas redes, ele disse: “Não, não estarei nessa, pessoal. Por questões contratuais, não pude fazer. Vai ser incrível mesmo assim. Aproveitem e celebrem!”. Nos comentários, os fãs se revoltaram e começaram a fazer um mutirão para a liberação do ator. “Eu vou pra porta do quartel protestar”, disse uma das admiradoras. Não, não estarei nessa pessoal.Por questões contratuais não pude fazer.Vai ser incrível mesmo assim. Aproveitem e celebrem! 🤗🏰 — Luciano Amaral (@LucianoAmaral) February 4, 2023 Não, não estarei nessa pessoal.Por questões contratuais não pude fazer.Vai ser incrível mesmo assim. Aproveitem e celebrem! 🤗🏰 — Luciano Amaral (@LucianoAmaral) February 4, 2023 Bixo, desumano 😭 pic.twitter.com/Qbn73BRQqR — Lauris ⭐️ (@Laurisliuxalene) February 4, 2023 ISSO NAO PODE ACONTECEEEEEERRRR EU VOU PRA PORTA DO QUARTEL PROTESTAAAAAR — Cura Tédio 🏳️‍🌈 (@steiaussoghi) February 4, 2023 Advogados do meu Brasil, vocês tem uma missão.. — Fiori Donegá (@donegafiori) February 4, 2023

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  • Filme

    Giovanna Grigio é cotada para viver Xuxa nos cinemas

    7 de fevereiro de 2023 /

    Xuxa, que se prepara para voltar aos cinemas em “Uma Fada Veio Me Visitar”, também ganhará um filme sobre sua vida em breve. Trata-se de “Rainha”, uma cinebiografia que será lançada nos cinemas e – posteriormente – virará um série de 8 episódios na Globoplay. Nesse momento, a produção do filme procura uma atriz para interpretar a Rainha dos Baixinhos. Participaram dos testes nomes como Vitória Strada (“Salve-se Quem Puder”), Isabela Sartori (“Malhação”) e Fernanda Marques (“Um Lugar ao Sol”), mas a atriz mais cotada para conquistar a vaga é Giovanna Grigio. Giovanna, que esteve na nova versão de “Rebelde” da Netflix, também é conhecida por ter estrelado “Chiquititas”, no SBT, e atuado em “Malhação”, na Globo. Ela chamou a atenção dos produtores ao ir caracterizada de Rainha dos Baixinhos para o teste. Além de ter mandado bem na atuação, muitos consideraram Giovanna muito parecida com Xuxa. Nos bastidores, a assinatura do contrato é dada como certa. O projeto, produzido pela Gullane, será dirigido pela argentina Daniela de Carlo, que já trabalhou em projetos como “Qualquer Gato Vira-Lata” (2011) e “The Blackout” (2019). Vale lembrar que, além de “Rainha”, a apresentadora Xuxa ganhará – ainda este ano – um documentário na Globoplay comandado por Pedro Bial.

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  • Série

    Boate Kiss: Série documental da Globoplay bate recorde de audiência

    7 de fevereiro de 2023 /

    A série documental “Boate Kiss – A tragédia de Santa Maria” bateu recorde de audiência no streaming do Globoplay. A produção conquistou o 1º lugar em consumo, considerando a primeira semana após estreia, e teve a maior abertura entre todas as séries documentais da plataforma. A informação é da própria Globoplay, que não informou dados de audiência nem de comparação com suas outras séries documentais. “Boate Kiss – A tragédia de Santa Maria” é produzido e narrado pelo jornalista Marcelo Canellas, formado pela Universidade Federal de Santa Maria. Desde a tragédia, ele esteve próximo do caso por sua trajetória pessoal na cidade. A produção da Globo traz relatos de familiares e sobreviventes do incêndio, além de imagens da cobertura da imprensa, de celulares das vítimas e áudios que os serviços de emergência receberam na tragédia. Canellas também viajou a Buenos Aires para reunir relatos semelhantes ao das vítimas da Kiss, durante o incêndio na boate República Cromañón, que causou a morte de 194 pessoas e mais de 1,400 feridos na capital da Argentina. No total, são cinco episódios, em que o jornalismo da Globo se debruça sobre as causas da enorme fatalidade e acompanha a repercussão do caso junto às famílias gaúchas e as autoridades locais. Este ano, a tragédia na Boate Kiss completou uma década sem um veredito final e um julgamento para lá de conturbado. Além do documentário, o streaming da Netflix lançou a minissérie de ficção “Todo Dia a Mesma Noite”, inspirado no livro homônimo de Daniela Arbex, que também foi um grande sucesso de audiência.

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  • Série

    Desalma: Série com Cássia Kis é suspensa após renovação

    7 de fevereiro de 2023 /

    A série “Desalma”, do streaming Globoplay, teve a produção de sua 3ª temporada suspensa após o elenco receber parte dos roteiros de Ana Paula Maia (“Deserto”). Segundo a coluna de Patricia Kogut, do jornal O Globo, além da temporada da série de terror, a Globo também decidiu engavetar outra atração da autora, intitulada de “Fronteira Seca”. A produção era ambientada na divisa do Brasil com o Paraguai. Até o momento, não está claro o que motivou os cancelamentos. A primeira temporada de “Desalma” estreou em streaming em 2020 e, no meio do ano seguinte, foi exibida na TV aberta. A 2ª temporada foi lançada em abril de 2022 na Globoplay, e logo recebeu sinal verde para a produção de novos episódios. A autora Ana Paula Maia entregou os novos roteiros em dezembro. Uma das protagonistas é a polêmica atriz Cassia Kis, que interpreta a bruxa Haia. Por conta de seu comportamento polêmico no ano passado, haviam duvidas se ela permaneceria na trama. Além disso, a atriz de “Travessia” se tornou alvo constante de denúncias nos bastidores da Globo. Há relatos de que Cassia Kis tem o costume de gritar de destratar os colegas de trabalho. Ela também é conhecida por seus comentários preconceituosos. “Desalma” também conta(va) com atuação de Claudia Abreu, Maria Ribeiro e Fabio Assunção.

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  • Série

    As 10 melhores séries lançadas em janeiro

    6 de fevereiro de 2023 /

    A maioria dos fãs de séries torce ansiosamente para o domingo chegar logo desde a estreia de “The Last of Us” em 15 de janeiro. Mas com tantas séries lançadas todas as semanas nos diversos serviços de streaming em operação no Brasil, várias atrações com a mesma qualidade podem estar sendo ignoradas por quem poderia gostar delas, simplesmente pelo excesso de oferta. Não dá para acompanhar o ritmo de estreias do mercado. E é pensando nisso que todo mês reforçamos o que de melhor foi lançado no período. Confira abaixo o Top 10 de janeiro. Será que faltou conhecer algum desses destaques?   | THE LAST OF US | HBO MAX   Uma das séries mais caras já feitas pela HBO, a adaptação do game premiado da Naughty Dog estreou com 97% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes e a superação da meta “impossível” de ser melhor que o próprio jogo. E vale apontar que é Neil Druckmann, criador do game original, quem tem rasgado os maiores elogios à produção, envolvido nos bastidores da adaptação. A série de estilo “zumbi” se passa num futuro pós-apocalíptico, depois que um fungo mortal destruiu quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que se mostra resistente à infecção e pode representar a cura, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Para a adaptação, o produtor-roteirista Craig Mazin (“Chernobyl”) se juntou ao criador do game e alinhou um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais, que assinam a direção dos episódios: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). A HBO já renovou “The Last of Us” para sua 2ª temporada.   | VIKINGS: VALHALLA 2 | NETFLIX   A série é uma espécie de continuação de “Vikings”, desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst, mas se passa um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, concentrando-se nas aventuras de outros vikings famosos. A 2ª temporada encontra os foragidos Leif Eriksson (Sam Corlett, de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), sua irmã Freydis Eiríksdottir (Frida Gustavsson, de “Swoon”) e Harald Sigurdsson (Leo Suter, de “The Liberator”) logo após a trágica queda de Kattegat, um evento que destruiu seus sonhos e alterou seus destinos. Encarando a vida de fugitivos na Escandinávia, eles são forçados a testar suas ambições e coragem em mundos além de seus fiordes familiares. A produção a cargo do showrunner Jed Stuart (roteirista dos clássicos “Duro de Matar” e “O Fugitivo”) introduziu novos personagens importantes na 2ª temporada: Harekr, líder de uma comunidade viking pagã, interpretado por Bradley James (o Rei Arthur de “Merlin”), Mariam, uma astrônoma árabe vivida por Hayat Kamille (“Assassinato no Expresso do Oriente”), o Rei Yaroslav, o Sábio, governante de um província no norte da Rússia, encarnado por Marcin Dorociński (“O Gambito da Rainha”), e Elena, uma nobre russa interpretada por Sofya Lebedeva (“McMafia”).   | SERVANT 4 | APPLE TV+   O final do terror produzido pelo cineasta M. Night Shyamalan (“Batem à Porta”) promete revelar a verdade sobre a babá misteriosa, interpretada por Nell Tiger Free (de “Game of Thrones”), originalmente contratada para cuidar de uma criança recém-nascida, que vira salvadora e maldição de uma família, com direito a desfecho apocalíptico. Inicialmente trazida para reforçar a ilusão de uma mãe desesperada, que cuidava de um boneco como se fosse seu bebê morto no parto, sua presença acaba trazendo nova vida para o lar enlutado, na forma de um nascimento, mas também atrai atenção de uma seita potencialmente satânica. Demonstrando poderes que ninguém imagina, ela é capaz de detê-los, mas com isso também consegue assustar a família. Criada por Tony Basgallop, autor da série inglesa “Hotel Babylon” e roteirista de “24 Horas: Viva Um Novo Dia”, a produção também destaca em seu elenco Toby Kebbell (o Messala de “Ben-Hur”) e Lauren Ambrose (“A Sete Palmos”, “Arquivo X”) como os pais e Rupert Grint (o Ron Weasley de “Harry Potter”) como o tio do bebê. Além de produzir, Shyamalan também dirige alguns episódios.   | A VIDA MENTIROSA DOS ADULTOS | NETFLIX   A minissérie baseada no livro mais recente da escritora italiana Elena Ferrante (de “A Amiga Genial”) narra a história da adolescente Giovanna, que enfrenta a dissipação de suas certezas, críticas dos pais à sua aparência e uma iniciação amorosa pouco excitante. Quando é comparada a uma tia excluída da família, Giovanna entra em crise, no que será o estopim para um caminho de descobertas e aproximação dessa tia distante. Assim como a adaptação de “My Brilliant Friend” na HBO, a história é encenada no passado da cidade de Nápoles, focando-se mais uma vez no desabrochar de protagonista feminina. Mas há diferenças claras, como o fato do drama ser mais contemporâneo, situado nos anos 1990, e por avançar sua narrativa por sucessivas decepções com o mundo adulto, que destroem a inocência adolescente. Escrita por Francesco Piccolo, premiado roteirista de “O Traidor” (2019), a produção é estrelada pela jovem Giordana Marengo (“Medici: Mestres de Florença”) e a veterana Valeria Golino (“Rain Man”).   | A INGLESA | HBO MAX   A minissérie western estrelada por Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”) foi exibida pela Prime Video nos EUA, mas chegou aqui pela HBO Max após conquistar uma aprovação sólida da crítica – 83% no Rotten Tomatoes. Passada na década de 1890, a trama acompanha uma aristocrata inglesa (Blunt), que se une a um scout indígena (Chaske Spencer, de “Banshee”) quando os dois são ameaçados de morte por cowboys arruaceiros. Livrando-se do perigo, fazem um pacto para realizar uma travessia perigosa até a nova cidade de Hoxem, no estado americano de Wyoming, enfrentando obstáculos que testam suas essências, tanto física quanto psicologicamente. Escrita e dirigida por Hugo Blick (“The Honourable Woman”), a série ainda reúne em seu elenco Stephen Rea (“Não Fale Com Estranhos”), Valerie Pachner (“Uma Vida Oculta”), Rafe Spall (“Trying”), Toby Jones (“First Cow – A Primeira Vaca da América”) e Ciarán Hinds (“Belfast”).   | LOCKWOOD & CO. | NETFLIX   A série sobrenatural que fez a atriz Ruby Stokes abandonar “Bridgerton” é baseada na franquia literária de Jonathan Stroud e segue um trio de caça-fantasmas juvenis de Londres, cidade onde apenas os caçadores de fantasmas mais habilidosos se aventuram para combater espíritos malignos. Stokes vive um dos três protagonistas: Lucy Carlyle, uma jovem dotada de poderes psíquicos, que encontra emprego com Anthony Lockwood e George Karim numa agência semi-amadora de detecção paranormal. Em meio a um mercado dominado por adultos, a empresa comandada pelos jovens tem um único e importante propósito: desvendar um grande mistério que mudará para sempre o curso da História – ou, ao menos, justificará suas carreiras nessa indústria competitiva. Escrita, produzida e dirigida por Joe Cornish, diretor de “O Menino que Queria Ser Rei” e roteirista de “Homem-Formiga”, a atração conta com o estreante Cameron Chapman e Ali Hadji-Heshmati (“Holby City”) no elenco central, respectivamente nos papéis de Lockwood e Karim.   | FALANDO A REAL | APPLE TV+   A série de comédia traz Jason Segel (“How I Met Your Mother”) como um terapeuta que se encontra em luto pela morte da esposa, e durante um surto começa a quebrar as regras e a dizer a seus clientes exatamente o que pensa. Ignorando seu treinamento e ética, ele se vê fazendo grandes mudanças na vida das pessoas – incluindo na sua – para preocupação de seu mentor, vivido por Harrison Ford (“Star Wars: O Despertar da Força”). Ford interpreta o Dr. Phil Rhodes, um psicólogo realista e pioneiro em terapia cognitivo-comportamental, que também enfrenta seus próprios problemas, tendo sido recentemente diagnosticado com Parkinson. A atração foi criada por Bill Lawrence e Brett Goldstein, produtores de “Ted Lasso”, e pelo próprio Segel, e a equipe ainda conta com o cineasta James Ponsoldt, que dirige episódios da série após comandar Segel no drama “O Fim da Turnê” (2015).   | MAKANAI: COZINHANDO PARA A CASA MAIKO | NETFLIX   Em sua primeira série para a Netflix, o premiado cineasta japonês Hirokazu Koreeda (“Assunto de Família”) combina gueixas e culinária num drama adolescente sensível e bem diferente do usual. O próprio diretor chegou a dizer, durante a assinatura do contrato, que jamais conseguiria realizar essa produção se a plataforma não tivesse se interessado. A trama acompanha duas amigas inseparáveis, que se mudam para Kyoto decididas a realizarem o sonho de serem maikos – aprendizes de gueixas. Mas ao chegar na casa maiko, uma delas se destaca pela graciosidade, enquanto a outra não causa o mesmo impacto entre as tutoras. Reprovada nos testes, ela resolve se despedir com um jantar para a amiga e demais moradores. Só que sua comida conquista os estômagos e corações de todos, transformando sua vida de forma como ela jamais poderia imaginar.   | TODO DIA A MESMA NOITE | NETFLIX   A minissérie recria, de forma dramática, uma das maiores tragédias da história do Brasil: o incêndio na Boate Kiss, que matou 242 pessoas em Santa Maria, Rio Grande do Sul, em 2013. A produção adapta o livro homônimo da jornalista Daniela Arbex sobre a história dos sobreviventes e dos familiares dos jovens mortos na tragédia. A escritora é consultora de roteiro dos cinco episódios, que foram escritos por Gustavo Lipsztein (“O Paciente – O Caso Tancredo Neves”) e dirigidos por Julia Rezende (“Meu Passado Me Condena”). O elenco inclui Erom Cordeiro (“Filhas de Eva”), Paulo Gorgulho (“Segunda Chamada”), Leonardo Medeiros (“A Menina que Matou os Pais”), Thelmo Fernandes (“Sob Pressão”), Bianca Byington (“Boca a Boca”), Débora Lamm (“Amor de Mãe”), Flavio Bauraqui (“Pureza”), Laila Zaid (“Orgulho e Paixão”), Bel Kowarick (“O Rebu”), Nicolas Vargas (“Desalma”) e vários atores gaúchos. O incêndio na Boate Kiss aconteceu em 27 de janeiro de 2013 causado pelo uso de um artefato pirotécnico em ambiente fechado. Além de custar a vida de 242 pessoas, deixou outras 680 feridas. Segundo as investigações, a casa noturna funcionava com mais gente do que a capacidade permitida. Dez anos depois, a luta por justiça continua.   | A ILHA DAS SOMBRAS | STAR+   O anime cultuado é mais conhecido por seu título em inglês, “Summer Time Rendering”. Com 25 episódios, a produção do estúdio OLM adapta o mangá homônimo de Yasuki Tanaka, lançado em 2017, e acompanha o jovem Shinpei Ajiro, que, após a morte dos pais, foi criado por outra família e cresceu com as irmãs adotivas Ushio e Mio antes de ir para Tóquio morar sozinho. Dois anos depois, ele retorna à sua cidade natal, a ilha de Hitogashima, para comparecer ao funeral de Ushio, que teria morrido afogada. Mas fica desconfiado diante de marcas de estrangulamento no pescoço da irmã. A situação se complica quando Shinpei se depara com uma cópia psicopata de Mio e o “fantasma” camarada de Ushio, e descobre ter um poder capaz de impedir um exército de “sombras” de duplicarem toda a população da ilha: uma inesperada habilidade de voltar no tempo, toda vez que é assassinado ao se aproximar demais dos segredos daquele lugar. A adaptação possui direção de Ayumu Watanabe (“Komi Can’t Communicate”) e fez tanto sucesso na TV japonesa que vai ganhar uma nova versão, agora em live action e para o cinema.

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  • Série

    Série sobre Boate Kiss faz venda do livro de Daniela Arbex disparar

    3 de fevereiro de 2023 /

    Apesar das polêmicas, a série “Todo Dia a Mesma Noite” tem rendido muitos frutos para a Netflix e para Daniela Arbex, autora do livro que inspirou a produção. A série, que retrata a tragédia da Boate Kiss, chegou em 6º lugar entre as produções mais assistidas em língua não-inglesa da plataforma de streaming. E o interesse pela produção fez o livro de Daniela – lançado em 2018 – voltar para a lista de mais vendidos do país. A Intrínseca, editora responsável pelo lançamento da obra, afirmou que após a estreia da sério, em 22 de janeiro, as vendas do livro registraram aumento de 127%. O livro já vendeu 50 mil exemplares desde o seu lançamento. A produção, inclusive, é a primeira na categoria “Casos verdadeiros” da lista de obras mais vendidas da Amazon. Em suas redes sociais, Daniela Arbex comemorou o sucesso da série: “Somos a sexta série mais assistida do mundo! Por memória. Por justiça. Pra que não se repita”, comentou a autora. Vale lembrar que, apesar do sucesso, um grupo de pais de vítimas do incêndio da boate Kiss, em Santa Maria, pretende processar a Netflix , em protesto contra a transformação da tragédia em entretenimento. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Daniela Arbex | Jornalista (@daniela.arbex)

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  • Música,  Série

    Record começa gravações de série biográfica dos Mamonas Assassinas

    2 de fevereiro de 2023 /

    Fugindo um pouco da dramaturgia religiosa, a Record anunciou o início das gravações da série “Mamonas Assassinas”. O projeto é uma parceria do canal com a Sony Channel e a Total Filmes. A trama irá contar a trajetória de uma das bandas mais amadas do Brasil até o seu fim trágico – com a morte de todos os seus integrantes – em um acidente aéreo na volta de um show, em 2 de março de 1996. O projeto foi criado por Carlos Lombardi – dramaturgo de grandes sucessos como “Uga Uga” (2000) e Kubanacan (2004) – e será escrito pelo repórter Carlos Amorim. A direção ficará a cargo de Edson Spinello, que já comandou as novelas “Apocalipse” (2017) e “Rei Davi” (2012). A série vai mostrar a vida dos cinco integrantes da banda antes da fama, as dificuldades no início da carreira, a formação do grupo e o sucesso meteórico interrompido pelo trágico acidente aéreo. Para o elenco principal, a Record aposta em muitos atores desconhecidos do grande público, mas com grande experiência em musicais. Ruy Brissac, que será o vocalista Dinho, repetirá o papel que viveu no teatro em “Mamonas, o Musical”. Ruy é cantor e começou sua carreira aos 8 anos de idade, cantando no coral da igreja e na escola que estudava. Seu papel como o vocalista do Mamonas Assassinas lhe rendeu o prêmio Bibi Ferreira de Ator Revelação. Adriano Tunes, que viverá o baixista Samuel Reoli, é humorista e já trabalhou no programa “Dedé e o Comando Maluco”, do SBT, além de musicais como o da apresentadora Hebe Camargo. Robson Lima, que será o tecladista Júlio Rasec, também é ator de teatro e trabalhou em “Yank – O Musical”. Rhener Freitas será o baixista Sérgio Reoli e atualmente trabalhou na série “Bia”, do Disney Channel. Os pais de Dinho serão interpretados por Guta Ruiz, que já esteve no filme “Gostosas, Lindas e Sexies”, e Jarbas Homem de Mello, marido de Cláudia Raia e ator de “Roque Santeiro – O Musical”. O cantor e apresentador Yudi Tamashiro, que chegou a integrar o elenco do musical dos Mamonas, iria interpretar o guitarrista Bento, mas foi substituído por Alberto Hinomoto, sobrinho do personagem real. Alberto, de 17 anos, tocará em cena a mesma guitarra que pertenceu a seu tio, usada por ele nos shows da banda. Essa será a estreia do ator na televisão. Outro nome que irá estrear como atriz de televisão é a famosa tiktoker Fernanda Schneider, de 20 anos. Ela irá interpretar Valéria Zoppello, a namorada de Dinho, que perdeu seu companheiro quando tinha apenas 24 anos. Fernanda é um fenômeno no TikTok e acumula quase 16 milhões de seguidores na plataforma. A série “Mamonas Assassinas” ainda não tem previsão de lançamento.

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  • Série

    Pais de vítimas querem processar Netflix pela série sobre incêndio na boate Kiss

    30 de janeiro de 2023 /

    Um grupo de pais de vítimas do incêndio da boate Kiss, em Santa Maria, pretende processar a Netflix pelo lançamento de “Todo Dia a Mesma Noite”, série dramática sobre a tragédia. O incêndio, que completou dez anos na última sexta (7/1), deixou 242 mortos e mais de 600 feridos. “Nós fomos pegos de surpresa, ninguém nos avisou, ninguém nos pediu permissão”, disse o empresário Eriton Luiz Tonetto Lopes, coordenador do grupo de pais, ao jornal gaúcho Zero Hora. Ele perdeu a filha Évelin Costa Lopes, de 19 anos, na tragédia. “Nós queremos saber quem está lucrando com isso. Não admitimos que ninguém ganhe dinheiro em cima da nossa dor e das mortes dos nossos filhos”, acrescentou. Ao todo, mais de 40 pais se juntaram para tomar uma medida contra a plataforma, em protesto contra a transformação da tragédia em entretenimento. Segundo a advogada da causa, Juliane Muller Korb, as famílias não são contra documentários (como a Globoplay também lançou na semana) ou obras jornalísticas, mas se opõem à forma como a Netflix lidou com a história. “A comercialização da tragédia incomodou muitos. A morte de pessoas vai gerar lucro à Netflix”, disse a representante à imprensa. Segundo ela, alguns pais voltaram a ter crise de ansiedade e de pânico só por ver o trailer sendo exibido na televisão. A série é baseada no livro de mesmo nome, escrito pela jornalista Daniela Arbex, e mistura realidade e ficção ao acompanhar a história de quatro familiares específicos, todos interpretados por atores. Curiosamente, o protesto dos 40 pais não conta com apoio da Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria, criada para representar todas as vítimas do incêndio em 2013. Essa associação emitiu uma nota defendendo a série. “A produção não retrata de forma individual os 242 jovens assassinados, mas sim um recorte das quatro famílias de pais que foram processados. Todos familiares de vítimas e sobreviventes retratados por personagens da obra estavam cientes e em concordância. Além disso, reiteremos que não estamos movendo nenhum processo contra as produções, nem pretendemos, por acreditarmos na potência das produções na luta por justiça e a luta por memória”, diz o comunicado da entidade.

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