Novo trailer do remake dos Cavaleiros do Zodíaco traz várias mudanças
A Netflix divulgou o segundo trailer dublado em português da nova animação dos “Cavaleiros do Zodíaco”. A série é um remake do clássico, responsável por popularizar os desenhos animados japoneses de lutas intermináveis, que retorna com computação gráfica e, pelo visto, várias mudanças em relação à história de 1986. A prévia apresenta o personagem principal, Seiya, que junto com seus amigos Shun, Shiryu, Hyoga e Ikki são recrutados para se tornarem cavaleiros e defender a deusa Athena de inimigos, para que ela possa salvar a Terra da destruição. Enquanto algumas cenas seguem a trama clássica, com as batalhas da semana contra os cavaleiros negros, há situações inéditas, como lutas contra soldados, tanques e helicópteros, que desviam da fórmula original inspirada na mitologia grega. Esta, claro, não é a única mudança que os fãs do anime devem esperar. A produção já a href=”https://pipocamoderna.com.br/2018/12/roteirista-de-cavaleiros-do-zodiaco-deleta-twitter-apos-polemica-de-andromeda/”>causou polêmica ao mudar o sexo do personagem Shun, o cavaleiro de Andrômeda, que agora é uma mulher – segundo o roteirista Eugene Son (das séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”), para refletir as mudanças do mundo atual. Intitulada em português “Os Cavaleiros do Zodíaco: Saint Seiya”, a série terá 12 episódios com direção de Yoshiharu Ashino. Ele foi o animador da cultuada minissérie “Armitage III” (1995) e de “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, além de ter comandado o reboot de “Thundercats” (2011–2012). A estreia está marcada para 19 de julho.
Human Discoveries: Série animada dublada por Zac Efron e Anna Kendrick ganha trailer
O Facebook Watch divulgou o primeiro trailer da animação pré-histórica “Human Discoveries”, que conta com as vozes célebres de Zac Efron (“Baywatch”) e Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”). Além deles, a atração conta com as vozes de Paul Scheer (“Fresh Off the Boat”), Jillian Bell (“Anjos da Lei 2”) e Lamorne Morris (“New Girl”). A série animada segue um grupo de amigos “no alvorecer da civilização humana”, que fazem descobertas importantes, como o fogo e a roda, mas também arte, álcool, moda, conversa fiada, racismo e monogamia. Criada pelos novatos Chris Bruno e David Howard Lee, e coproduzida pelo próprio Efron, “Human Discoveries” estreia no dia 16 de julho no serviço de streaming do Facebook.
Tradução brasileira de Neon Genesis Evangelion vira polêmica entre fãs da obra original
A tradução dos episódios clássicos do anime “Neon Genesis Evangelion” continua rendendo polêmica. Depois de reclamações de censura contra os elementos LGBTQIA+ da trama nas legendas e na dublagem americanas, o trabalho dos tradutores brasileiros também entrou na lista de problemas apontados na nova adaptação da Netflix. As redes sociais registraram diversos protestos contra o uso de gírias, citando termos como “eu estou muito pistola”, “morre diabo” e “sem tempo irmão”, que adaptam memes populares – e inexistentes na época da produção dos desenhos originais. Curiosamente, um dos primeiros a observar o problema foi um usuário americano do fórum Reddit. Mas os brasileiros também acharam péssimo. “Vai começar uma onda de adaptar legendas de clássicos pra ficar em formato milênio? Tenha dó”, disse um internauta nacional. A inclusão de expressões modernas tem o claro objetivo de atualizar a trama. Entretanto, ignora que se trata de uma obra histórica, um marco reconhecido das animações japonesas feitas para a televisão, lançado originalmente em 1995. O produto é o mesmo de 25 anos atrás e não mudou com o simples relançamento. O que mudou foi sua tradução, que optou por reinventar o texto clássico da equipe de Hideaki Anno, motivando as diversas reclamações contra a adaptação. Como se sabe, gírias e expressões de modismo transitório servem apenas para datar produtos. Traduções que seguem essa tendência para parecer modernas tornam-se, paradoxalmente, antiquadas com maior velocidade, chegando a perder seu sentido quando as frases utilizadas saem de moda. Como exemplo extremo (no sentido de “bem antigo”), tente ler – e entender – algum gibi da Marvel lançado pela editora Bloch nos anos 1970, que seguiu essa “escola” de tradução. As dublagens anteriores da animação foram feitas pelos estúdios Mastersound (para o já extinto canal pago Locomotion) e, posteriormente, Álamo (para exibição na Animax). Já o relançamento foi redublado pela VoxMundi Audiovisual, com direção de dublagem por Fábio Lucindo – por coincidência, responsável por dar voz ao protagonista Shinji Ikari em todas as versões. O estúdio também redublou os filmes “End of Evangelion” (1997) e a continuação “Evangelion: Death (True)²”, ambos disponibilizados no catálogo da Netflix. Veja algumas das reclamações abaixo. Netflix is putting Brazilian memes in the Brazilian subs of Evangelion (????????) from r/anime Que merd* vcs deixaram fazer com a legenda de NG Evangelion? Vai começar uma onda de adaptar legendas de clássicos pra ficar em formato milênio? Tenha dó. #cagounatraducao — Hugo MB (@hugohmb) 3 de julho de 2019 e essas legendas engraçadinhas de Evangelion, Netflix? Agora pouco vi um “sem tempo, irmão “ (confesso que gostei) — na yeon ni (@akiramenay_) 26 de junho de 2019 Tô reassistindo Evangelion e tive que mudar as legendas de português para inglês pq a @NetflixBrasil achou que seria uma ótima idéia encher a legenda de meme… Ah, pelo amor de deus viu… — Aterro sanitário (@Renanrodri) 3 de julho de 2019 – entra no robô shinji– sem tempo irmão Respeito d shinji subiu para 10% — Bruna Ardat (@belzebrub) 1 de julho de 2019 A dublagem não fica muito atrás… com direito até a Asuka gritando "morre diabo"… — Giancarlo Silva ?? (@giancarlozero) 3 de julho de 2019
WarnerMedia oficializa série animada dos Gremlins
A WarnerMedia oficializou a produção de uma série animada baseada no filme clássico “Gremlins”. Intitulada “Gremlins: Secrets of the Mogwai”, a animação ganhou sua primeira arte, que destaca a silhueta de Gizmo. Veja abaixo. A série terá 10 episódios com aproximadamente 30 minutos de duração e será disponibilizada no vindouro serviço de streaming dos estúdios Warner, ainda sem data de lançamento. A trama será um prólogo do longa de Joe Dante e vai mostrar o Sr. Wing – o vovô chinês interpretado nos filmes por Keye Luke – em sua juventude na Xangai dos anos 1920, onde conhece o amigável mogwai Gizmo. A atração está sendo desenvolvida pelo roteirista Tze Chun, do thriller “Dinheiro Sujo” (2013) e da série “Gotham”. O “Gremlins” original contava a história de Billy Peltzer (Zach Galligan), que ganha um novo bichinho de estimação, um mogwai, sem imaginar que, se não seguisse as regras de como tratá-lo, poderia liberar no mundo verdadeiras pestes monstruosas. Escrito por Chris Columbus (o diretor de “Esqueceram de Mim”), o filme chegou aos cinemas em 1984 e fez tanto sucesso que ganhou uma continuação, “Gremlins 2: A Nova Geração”, em 1990. Desde 2010, a Warner discutia como retomar a franquia, e chegou até a considerar um terceiro filme, novamente dirigido por Dante. Mas esta produção nunca saiu do papel.
Remake de Os Cavaleiros do Zodíaco ganha novas imagens
A Netflix divulgou o pôster nacional e novas imagens do remake da série “Os Cavaleiros do Zodíaco”, que mostram um pouco mais do visual dos heróis em sua versão CGI (computação gráfica). O remake contará a mesma história do anime clássico. Mas a proposta de usar CGI garante que o visual será bem diferente daquele que os fãs lembram. A começar pela aparência de Andromeda, que virou mulher – e rendeu polêmica. A produção terá 12 episódios com direção de Yoshiharu Ashino. Ele foi o animador da cultuada minissérie “Armitage III” (1995) e de “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, além de ter comandado o reboot de “Thundercats” (2011–2012). Já os roteiros são de Eugene Son (séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”). Intitulada em português “Os Cavaleiros do Zodíaco: Saint Seiya”, a série é uma coprodução da Netflix com a Toei Animation, responsável pela animação original, e será lançado em 19 de julho.
Lena Headey entra em nova fantasia épica, no elenco da série de O Cristal Encantado
A atriz Lena Headey entrou em outra saga de fantasia épica após “Game of Thrones”. A ex-intérprete de Cersei Lannister se juntou ao elenco de dubladores de “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Cystal: Age of Resistance), série da Netflix baseada no clássico infantil de Jim Henson, lançado em 1982. Além dela, a produção anunciou as participações de Benedict Wong (“Doutor Estranho”), Awkwafina (“Poderes de Ricos”), Sigourney Weaver (“Alien”), Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e Vespa”) e o profissional veterano de muppets Dave Goelz, que trabalhou no filme original. A série é ambientada muitos anos antes dos eventos do longa dos anos 1980. Centra-se em três Gelfling (dublados por Taron Egerton, Anya Taylor-Joy e Nathalie Emmanuel) que descobrem a terrível verdade por trás do poder dos malvados Skeksis e partem em uma jornada épica para acender o fogo da rebelião e salvar seu mundo. Headey e John-Kamen darão vozes a Gelflings, os personagens bonzinhos da trama, enquanto Wong e Awkwafina interpretarão vilões Skeksis. Weaver fará a narração e Goelz vai dar voz a outra criatura diferente, um Fizzigig. O resto do elenco de dubladores é igualmente impressionante. Não apenas Taron Egerton (“Rocketman”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. Os coadjuvante confirmados incluem nada menos que Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Natalie Dormer (“Game of Thrones”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). Ou seja, a Netflix Brasil teria que divulgar esta série com legendas! Mesmo assim, o primeiro trailer disponibilizado foi estrelado por vários profissionais anônimos da dublagem brasileira… O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). A estreia está marcada para 30 de agosto em streaming.
Estreia de Neon Genesis Evangelion na Netflix gera polêmica com queixas de censura
O anime clássico “Neon Genesis Evangelion”, marco da animação da TV japonesa, chegou à Netflix na sexta-feira (21/6). E o lançamento já virou polêmica nos Estados Unidos, porque a série ganhou uma nova tradução, que transformou o desenho revolucionário dos anos 1990 num produto conservador. Uma das cenas mais alteradas diz respeito ao momento em que os personagens Kaworu e Shinji declaram seu amor. Tanto na dublagem quanto na nova legendagem, o contexto homossexual foi suprimido, tornando a intenção dos personagens apenas subentendida, praticamente um amor fraternal. “Eu te amo” virou “eu gosto de você”. Veja abaixo a comparação das versões. A mudança na declaração de afeto gay fez vários fãs considerarem a tradução um ato de censura. Eles também repararam que os palavrões foram cortados, tirando a força da raiva dos personagens em diversos momentos. Responsável pela tradução, Dan Kanemitsu respondeu às críticas no Twitter. “Eu não estou em posição de responder pela cena específica que você citou, mas digo que, em todas as minhas traduções, eu tentei manter ao máximo a fidelidade ao material original”, disse Kanemitsu. Mas não ficou nisso. Em outro tuíte, ele se autoatribuiu a função de roteirista, tentando explicar o sentido da cena original citada, que ele não escreveu. “O poder do storytelling depende da habilidade que a audiência tem em estabelecer relações emocionais com os personagens, além de reconhecer a intimidade entre as pessoas baseado em inferências. Uma coisa é os personagens confessarem seu amor e outra é eles inferir que existe uma afeição entre eles e deixar o público em dúvida […] deixar espaço para a interpretação é o que deixa tudo mais divertido”, afirmou o tradutor. Um internauta não resistiu e rebateu: “O problema com o poder do storytelling é que ele não te pertence. A história já foi contada. Você está aí só para traduzi-la. Não para mudá-la”. Nesta discussão, é importante reparar que a versão dos quadrinhos de “Evangelion” é mais explicita ao representar a cena censurada, com um beijo de Kaworu em Shinji, que não dá margens à interpretação. E eles não se beijam apenas uma vez. O fórum dedicado à tradução do desenho no Reddit tem mais de 500 reclamações diferentes, inclusive sobre “traduções” com inglês mal-falado, como o uso da palavra “children” no plural, quando o correto seria “child” no singular, resultando num “japinglês” tosco – “a terceira crianças”. A série animada também ganhou uma nova dublagem no Brasil. As dublagens anteriores da animação foram feitas pelos estúdios Mastersound (para o já extinto canal pago Locomotion) e, posteriormente, Álamo (para exibição na Animax). Já o relançamento foi redublado pela VoxMundi Audiovisual, com direção de dublagem por Fábio Lucindo – por coincidência, responsável por dar voz ao protagonista Shinji Ikari em todas as versões. O estúdio também redublou os filmes “End of Evangelion” (1997) e a continuação “Evangelion: Death (True)²”, ambos disponibilizados no catálogo da Netflix. Outro detalhe: além das dublagens/legendagens diferentes, a nova versão se diferencia das anteriores por não incluir a música “Fly Me to the Moon” nos créditos finais. Veja abaixo o final dos episódios originais japoneses, que não está no lançamento da Netflix. The power of storytelling sometime depends on the ability of audiences to establish emotional relationships with the characters, as well as, recognize intimacy between people based on inferences. — 兼光ダニエル真 (@dankanemitsu) June 21, 2019 sorry but this is not ok (right is from the new netflix eva script) pic.twitter.com/LehJYFjMng — Jimmy Gnome (@jimmygnome9) June 21, 2019
Heróis da DC se juntam no trailer dos novos episódios de Young Justice: Outsiders
A plataforma DC Universe divulgou o primeiro teaser da segunda parte de “Young Justice: Outsiders”, 3ª temporada da série “Young Justice”, que combina quadrinhos dos heróis adolescentes da Justiça Jovem, Titãs e Renegados, além de participações da Liga da Justiça. A prévia combina super-heróis dos quatro grupos, como Moça-Maravilha, Mulher-Maravilha, Mutano, Geoforça, Raio Negro e Superman, unidos contra a ameaça alienígena do planeta Apokolips. A produção está a cargo dos responsáveis pela série da Justiça Jovem no Cartoon Network, Brando Vietti e Greg Weisman, ao lado de Sam Register (de “Teen Titans Go!”). E os novos episódios vão estrear em acontecer em 2 de julho nos Estados Unidos.
Série animada de Velozes e Furiosos ganha primeiro teaser
A DreamWorksTV divulgou o primeiro teaser de “Fast & Furious: Spy Racers”, série animada derivada da franquia “Velozes e Furiosos” que será exibida na Netflix. A prévia mostra apenas os carros da franquia, mas a trama da animação acompanhará Tony Toretto, o primo adolescente de Dom Toretto (Vin Diesel). Ele é recrutado por uma agência federal para se infiltrar em uma liga profissional de corridas que serve como fachada para uma poderosa organização criminosa. A produção executiva inclui o próprio Vin Diesel, além de Neal Mortiz e Chris Morgan, produtores da franquia cinematográfica. A data de estreia ainda não foi divulgada.
Versão anime de Ultraman é renovada para 2ª temporada
A Netflix anunciou nas redes sociais a renovação da sua versão em anime de “Ultraman”. “Prepare-se para vestir a armadura mais uma vez. Ultraman está voltando para sua 2ª temporada”, escreveu o serviço de streaming no Twitter, junto de um pequeno vídeo. A série animada é uma continuação da segunda série a cores produzida pela TV japonesa. Lançada em 1966, a atração original foi pioneira do subgênero de Tokusatsu (séries com efeitos visuais) conhecido como “Kyodai Hero”, em que um herói era capaz de se tornar gigante para enfrentar monstros colossais. O efeito especial, no caso, era mostrar dois atores fantasiados que trocavam socos em cenários de miniaturas de cidades. As brigas entre Ultraman e o kaiju da semana tornaram-se um fenômeno cultural, rendendo dezenas de sequências, derivados, cópias, seguidores e paródias. O herói que batia em monstros só foi chegar ao Brasil nos anos 1970, mas enjoou de tanto reprisar na Record, SBT, Band e até em canais que não existem mais, como Tupi e Manchete. A nova produção acompanha Shinjiro, o filho de Shin Hayata, que foi o Ultraman dos anos 1960. Na trama, anos se passaram desde a última aparição de Ultraman, o que leva a humanidade a acreditar que ele tinha voltado ao espaço depois de derrotar os alienígenas monstruosos que invadiram a Terra. Entretanto, com a chegada de novos invasores, Hayata revela seu segredo ao seu filho, preparando-o para assumir seu legado como o novo Ultraman. O novo “Ultraman” foi desenvolvido pela Production I.G., produtora de “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, em parceria com a Sola Digital Arts, de “Appleseed Alpha”. São duas escolas bem diferentes de animação, que se combinam para dar nova vida ao clássico, criado como uma junção de computação gráfica e desenho tradicional, sob a direção de Kenji Kamiyama (de “Cyborg 009”) e Shinji Aramaki (de “Appleseed Alpha”). A 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Get ready to armor up once again, Ultraman is coming back for Season 2. pic.twitter.com/34Bsn0MRMt — NX (@NXOnNetflix) June 11, 2019
Disney revela primeira arte da série animada que vai continuar Monstros S.A.
A Disney divulgou a primeira arte da série animada “Monstros no Trabalho” (Monsters at Work), produção exclusiva da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), derivada dos filmes de “Monstros S.A.”. O cartaz, que pode ser conferido abaixo em sua íntegra, foi revelado durante um painel no Festival Internacional de Animação de Annecy, na França. Além da imagem, a Disney também revelou mais informações sobre a série. Ao contrário do prólogo “Universidade Monstros”, lançado nos cinemas em 2013, a nova série vai se passar depois dos eventos do filme original de 2001. Mais especificamente, seis meses depois do final de “Monstros S.A.”, mostrando como Mike e Sully tentam selecionar e treinar outros monstros para fazer as crianças rirem, em vez de assustá-las. Como todos os que cresceram vendo “Monstros S.A.” – ou vendo seus filhos repetirem sem parar a exibição do filme em DVD – devem lembrar, a produção da Pixar terminou com uma mudança radical no mundo dos monstros. Após Mike e Sully descobrirem que a risada das crianças gerava mais energia do que os gritos, todo o foco da empresa em que trabalhavam foi mudado. Assim como nos filmes, a série animada vai voltar a trazer John Goodman e Billy Crystal como os dubladores de Mike e Sully. Já a produção estará a cargo de Bobs Gannaway, veterano da Disney que escreveu a série “Timão e Pumba”, criou “Jake e Os Piratas da Terra do Nunca” e “A Casa do Mickey Mouse”, e ainda ajudou a escrever longas animados das franquias “Carros” e “Tinker Bell”. A plataforma Disney+ (Disney Plus) será lançada no dia 12 de novembro nos Estados Unidos, com planos de chegar a outros países em 2020.
Netflix renova Love, Death & Robots para a 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série animada “Love, Death & Robots” para a 2ª temporada. A notícia foi compartilhada nas redes sociais da plataforma. “Love, Death & Robots” é uma série de animação com formato de antologia e temática sci-fi, desenvolvida pelos cineastas Tim Miller (“Deadpool”) e David Fincher (“Clube da Luta”). Disponibilizada em março, chamou atenção por trazer, além dos três itens do título (amor, morte e robôs), muito sangue, sexo, monstros e violência. A produção também possui uma grande variedade de estilos entre os episódios, sem perder de vista um visual refinadíssimo e uma classificação para maiores. A quantidade de capítulos e a data de lançamento da 2ª temporada ainda não foram definidas, mas contarão com supervisão da diretora Jennifer Yuh Nelson (da franquia “Kung Fu Panda”), recém-contratada para o projeto. Jennifer Yuh Nelson Nelson é uma veterana da animação. Além de dirigir dois filmes da franquia “Kung Fu Panda”, ela trabalhou em obras como “Spirit – O Corcel Indomável” (2002) e “Madagascar” (2005), e no ano passado fez sua estreia live-action à frente da fantasia adolescente “Mentes Sombrias” (2018). Eu já tava com saudade de ver robôs estranhos, relações conturbadas e brigas raivosas em animações curtinhas. Vai ter segunda temporada de Love, Death & Robots. pic.twitter.com/ciIYmarSbo — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) June 10, 2019
Primeira arte conceitual da série Loki mostra personagem em 1975
A Disney divulgou uma arte conceitual da série “Loki”, a primeira produção da Marvel na plataforma Disney+ (Disney Plus), durante a conferência Produced By, que neste fim de semana reuniu os principais produtores de Hollywood em Nova York. E uma foto da apresentação já começou a circular nas redes sociais. Atrás de Kevin Feige, o chefão da Marvel, a imagem mostra tanto o logo da produção quanto o personagem, localizando a ação em 1975. A data é sugerida pelos veículos e por um pôster do filme “Tubarão” ao fundo. A caracterização sugere que o personagem de Tom Hiddleston aparecerá no passado. Mas ainda mantém a dúvida sobre se a história acompanha o Loki desse período ou se mostrará o personagem de hoje viajando no tempo. Ao todo, serão produzidas cinco séries da Marvel derivadas dos filmes dos Vingadores para a Disney+ (Disney Plus). Além de “Loki”, foram confirmadas “The Falcon and the Winter Soldier” (O Falcão e o Soldado Invernal), que juntará Anthony Mackie e Sebastian Stan, “WandaVision”, com Elizabeth Olsen e Paul Bettany reprisando seus papéis como a Feiticeira Escarlate e o Visão, “Hawkeye”, com Jeremy Renner despedindo-se do Gavião Arqueiro, e a animação “Marvel’s What If…?”, baseada nas publicações de quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. A plataforma será lançada em 12 de novembro, inicialmente apenas nos Estados Unidos, mas deve começar a expandir o seu alcance para outros países em 2020. Logo da Série do Loki,E uma concept art do nosso "vilão" favorito andando pela terra em 1975.#Loki #LokiSeries #DisneyPlus #Marvel pic.twitter.com/HsQev4hTFY — Disney + Plus Brasil?? (@DisneyPlusBr10) June 9, 2019











