Desenho baseado em Jurassic World volta a soltar dinossauros do parque
Você levaria seus filhos para um parque de diversões em que há seguidas tragédias com vítimas fatais e ameaças constantes de segurança? Pois é. Não importa quantas vezes as criaturas fujam, causem caos, morte e destruição, sempre é possível ver o Parque dos Dinossauros lotado de crianças nas produções da franquia. A nova animação “Jurassic World: Acampamento Jurássico” não é exceção. No trailer dublado em português, divulgado pela Netflix, as crianças que viajam ao parque não demoram a ser perseguidas por dinossauros furiosos. Nos filmes, o parque da ilha Nublar, mais conhecida como ilha dos dinossauros, já foi desativado, evacuado e destruído durante uma explosão vulcânica – em “Jurassic World: Reino Ameaçado” (2018) – , porque não dava mais para contar sempre a mesma história da rebelião de criaturas no parque. Mas o desenho insiste e retoma a premissa tradicional. A animação foi desenvolvida por Scott Kreamer (“Kung Fu Panda: Lendas do Dragão Guerreiro”) e Lane Lueras (“Star vs. As Forças do Mal”) e conta com produção de Steven Spielberg e Colin Trevorrow, respectivamente diretores de “Jurassic Park” (1993) e “Jurassic World” (2015). A estreia está marcada para 18 de setembro na Netflix. Confira abaixo também um novo pôster e o trailer com a dublagem original em inglês.
Arquivo X vai virar série animada
A série “Arquivo X” vai ganhar um spin-off animado. A Fox encomendou a adaptação de um projeto de comédia animada, baseada no universo de mistério e ficção científica da atração clássica. Intitulada “Arquivo X: Albuquerque” (ou, em inglês, “X-Files: Albuquerque”), a produção está sendo desenvolvida por Rocky Russo e Jeremy Sosenko, roteiristas de outras duas séries animadas – “Paradise PD”, da Netflix, e “Brickleberry”, do Comedy Central. A iniciativa lembra a recém-lançada “Star Trek: Lower Decks”, com personagens inéditos e pouco capacitados. Baseados em Albuquerque, no Novo México, os protagonistas da nova série serão agentes desajustados que investigam os casos considerados malucos demais, ridículos ou simplesmente estúpidos, que não merecem a atenção de Mulder e Scully. Eles são basicamente o time B dos Arquivos X. A produção está a cargo da 20th Television, da Fox Entertainment e do Bento Box, estúdio de animação de propriedade da Fox. Chris Carter, criador de “Arquivo X”, também está a bordo, mas David Duchovny e Gillian Anderson, intérpretes de Mulder e Scully, não estão envolvidos na série, pelo menos neste momento. Vale lembrar que Mulder e Scully já apareceram animados, e com dublagem de Duchovny e Anderson, numa atração da Fox. Eles foram os convidados especiais de um episódio de “Os Simpsons” (“The Springfield Files”) exibido em 1997 – por sinal, a imagem que ilustra esse post é assinada pelo criador dos Simpsons.
Estreias online: Confira 7 séries para maratonar no fim de semana
Sete séries lançam episódios em streaming nesta semana, oferecendo maratonas de aventura, ficção científica, comédia, drama e ação para os espectadores. A lista inclui três minisséries completas: a elogiada “Devs”, de Alex Garland, e a francesa “A Última Onda”, ambas de temática sci-fi, além da brasileira “Um Dia Qualquer”, trama policial que agradou na TV paga e agora começa a ser oferecida em VOD. Os destaques ainda incluem o final da premiada “Gatunas” e a transferência de “Cobra Kai”, do implodido YouTube Premium para a Netflix. Confira abaixo mais detalhes destes e dos demais lançamentos do gênero em streaming. Devs | EUA | Minissérie Criada pelo visionário cineasta Alex Garland, diretor de “Ex-Machina” (2014) e “Aniquilação” (2018), a série aborda física quântica, tecnologia de ponta e determinismo, por meio de uma história de ficção científica. O título “Devs” é o apelido dado aos “desenvolvedores” de programas de informática e a trama acompanha uma engenheira de computação novata, Lily Chan (Sonoya Mizuno, de “Ex_Machina”), funcionária de uma companhia tecnológica de São Francisco, que secretamente investiga a divisão de desenvolvimento da empresa após o desaparecimento misterioso de seu namorado. O elenco também conta com Nick Offerman (série “Parks and Recriation”), Cailee Spaeny (“Círculo de Fogo: A Revolta”) e Alison Pill (“Star Trek: Picard”). Lançada no começo do ano nos EUA, atingiu 81% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Disponível na Fox Play. Cobra Kai | EUA | 1ª e 2ª Temporadas O maior sucesso do YouTube Premium, agora na Netflix, retoma os personagens de “Karatê Kid”, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme. A trama se concentra na renovada rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Depois de vencer Lawrence no antigo duelo de karatê, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto seu velho rival tem problemas com o alcoolismo e o filho adolescente. No meio disso, Lawrence resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel. Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos ainda assinam a direção dos primeiros episódios. Disponível na Netflix. Gatunas | EUA | 2ª Temporada A 1ª temporada foi premiada com o Emmy de Melhor Série Juvenil do ano passado e os novos episódios encerram a trama, sobre três garotas viciadas em furtos de lojas, que nunca foram pegas e se desafiam a ser cada vez mais ousadas. A série adapta best-seller homônimo de Kirsten Smith, roteirista de Sessões da Tarde clássicas como “10 Coisas que Eu Odeio em Você” (1999) e “Legalmente Loira” (2001). A própria escritora assina a adaptação, estrelada por Brianna Hildebrand (a Míssil Adolescente Megassônico de “Deadpool”), Kiana Madeira (a vilã Spin em “The Flash”) e a novata Quintessa Swindell. Disponível na Netflix. Masaba Masaba | Índia | 1ª Temporada Neena e Masaba Gupta, mãe e filha na vida real, interpretam versões de si mesmas numa divertida comédia sobre a vida no mundo da moda indiana. Disponível na Netflix. Aggretsuko | Japão | 3ª Temporada A simpática panda vermelha, que é estagiária de contabilidade durante o dia e metaleira de karaokê à noite, finalmente recebe uma promoção. Mas não demora a perceber que na verdade o que aumentou foi seu trabalho, enquanto se vê cada vez mais endividada. Concebida pela empresa Sanrio, especializada em produtos voltados para a subcultura kawaii (fofa), “Aggretsuko” foi concebida como representação de uma parcela da população japonesa que sofre com o excesso de trabalho. Para quem não sabe o que é kawaii, basta mencionar que Hello Kitty é seu maior representante. Disponível na Netflix. A Última Onda | França | Minissérie completa Neste thriller sobrenatural, uma nuvem sinistra encontra uma onda gigantesca durante uma competição de surf em uma cidade no sudoeste da França, fazendo os banhistas desaparecerem. Algumas horas depois, eles reaparecem sem nenhuma consequência aparente, mas também sem qualquer lembrança do que aconteceu. E todos começam a demonstrar poderes excepcionais e inexplicáveis. O detalhe é que a nuvem continua a pairar no horizonte, enquanto a natureza começa a se manifestar de forma ameaçadora e os moradores da cidadezinha se apavoram com a possibilidade de algo pior se materializar, numa vingança do meio ambiente contra a humanidade. Disponível na Globoplay. Um Dia Qualquer | Brasil | 1ª Temporada Depois de passar no canal pago Space, a nova série brasileira chega aos serviços VOD. A produção aborda as milícias do Rio em cinco episódios, que registram 24 horas de violência, drama e corrupção, a partir da jornada de uma mãe em busca da verdade sobre o seu filho desaparecido. Sua única pista é que o jovem foi visto pela última vez com um ex-policial, que atualmente se autodenomina “dono do bairro”. A direção é de Pedro von Krüger, que trabalhou na equipe de câmera dos filmes “Tropa de Elite” e foi diretor de fotografia da série “Tudo ou Nada: Seleção Brasileira”, da Amazon. Ele também assina a história com outros roteiristas, incluindo Leonardo Gudel, que já trabalhou em duas séries criminais: “A Lei e o Crime” e “Acerto de Contas”. Já o elenco destaca Mariana Nunes (“Alemão”), Augusto Madeira (“Bingo, o Rei das Manhãs”), Jefferson Brasil (“Ilha de Ferro”), Tainá Medina (“O Doutrinador”), André Ramiro (“Tropa de Elite”) e Vinícius de Oliveira (o menino agora adulto de “Central do Brasil”). Disponível na Now, Sky Play e Vivo Play.
Joe Ruby (1933 – 2020)
Joe Ruby, o veterano da animação que co-criou o personagem Scooby-Doo, morreu na quarta-feira (26/8) em sua casa em Los Angeles, aos 87 anos. Quatro vezes indicado ao Emmy, Joseph Clemens Ruby começou a carreira desenhando quadrinhos e se tornou animador no Walt Disney Studios. Mas ele achava que animar desenhos dava muito trabalho, então aceitou virar editor e escrever episódios no então nascente estúdio Hanna-Barbera, fundado em 1959 com o projeto pioneiro de fazer desenhos exclusivamente para a TV. Assim, trabalhou em “Zé Colmeia”, “Manda-Chuva”, “Os Flintstones” e “Os Jetsons”, entre outras séries clássicas. O artista conheceu seu parceiro na criação de Scooby-Doo, Ken Spears, quando ambos trabalhavam como editores e escritores da equipe da Hanna-Barbera, assinando histórias de “Space Ghost”, “A Turma da Gatolândia” e “Os Apuros de Penélope Charmosa”. Foi deles a ideia de criar um programa sobrenatural para crianças, que girava em torno de um cachorro dinamarquês falante e seus amigos caçadores de mistérios. Dos 25 episódios da 1ª temporada de “Scooby-Doo, Cadê Você?”, lançados em 1969, apenas quatro não foram concebidos pela dupla. O sucesso do desenho foi tanto que, logo em seguida, o então presidente da programação infantil da CBS, Fred Silverman, contratou Ruby e Spears para supervisionarem a programação de desenhos animados da rede nas manhãs de sábado. Eles repetiram o trabalho também na ABC, quando o executivo mudou de canal, em 1975. Paralelamente, escreveram diversos episódios de “Josie e as Gatinhas”, “Fantasminha Legal”, “O Urso do Cabelo Duro” e criaram alguns dos desenhos mais famosos da Hanna-Barbera, como “Capitão Caverna e as Panterinhas”, “Dinamite, o Bionicão” e “Tutubarão”. Na segunda metade dos anos 1970, fundaram sua própria produtora, a Ruby-Spears Productions que também lançou séries live-action, como “Se meu Buggy Falasse” (Wonderbug), “O Menino Selvagem” (Bigfoot and Wildboy) e “Electra Woman & Dyna Girl”, todas criadas pela dupla. Mas as produções não repetiram o mesmo sucesso dos desenhos e a empresa acabou comprada em 1981 pela Taft, que então era proprietária da Hanna-Barbera. Ruby também escreveu um filme de terror, “Distorcido no Inferno” (1995), e dois anos depois ainda ajudou a criar o visual de “Johnny Bravo” para o Cartoon Network.
As Meninas Superpoderosas vai virar série live-action da roteirista de Juno
A rede americana The CW está desenvolvendo uma série live-action (com atores reais) baseada na produção animada “As Meninas Superpoderosas”, do Cartoon Network. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto mostraria Florzinha, Lindinha e Docinho já crescidas, com mais de 18 anos, e ressentidas pelo fato de terem perdido a infância para combater o crime. Só que o mundo vai precisar delas mais uma vez. A adaptação do programa original de Craig McCracken está sendo desenvolvida pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno”) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso). McCracken, que atualmente comanda a série de animação “Kid Cosmic” na Netflix, não está envolvido. O projeto combina vários elementos de sucesso comprovado na CW: uma franquia bastante conhecida de uma de suas empresas-mãe (WarnerMedia e ViacomCBS), super-heróis (como cerca de metade das séries do canal) e produção de Berlanti, que responsável por oito séries na rede (das 18 realizadas atualmente pela Berlanti Productions). “As Meninas Superpoderosas” foram ao ar originalmente de 1998-2005 no Cartoon Network e geraram um longa-metragem em 2002. Uma nova versão da série, desenvolvida por Nick Jennings e Bob Boyle, foi lançada em 2016 e durou três temporadas, até o ano passado. Para quem não lembra, a série original já teve um episódio em que as Meninas viraram Adolescentes Superpoderosas. Confira abaixo como a adolescência atrapalha o combate ao crime.
Criador de Arlequina elogia visual da personagem novídeo de O Esquadrão Suicida
Um dos criadores da Arlequina, o roteirista Paul Dini mais que aprovou o visual da personagem no vídeo de bastidores de “O Esquadrão Suicida”. Ele definiu a aparência como “tão incrível”, ao ser questionado por um seguidor no Twitter sobre o novo look. “O Esquadrão Suicida” será o terceiro filme em que Margot Robbie interpreta a Arlequina. Mas ao contrário das produções anteriores, o primeiro “Esquadrão Suicida” e “Aves de Rapina”, em que usou roupas coloridas, pela primeira vez ela apareceu com trajes que refletem o esquema de cores de seus desenhos originais, trajando roupas em tons de vermelho e preto. Para quem não sabe, a Arlequina foi criada por Paul Dini e Bruce Timm no sétimo episódio da 1ª temporada de “Batman: A Série Animada”, exibido originalmente em 1992 nos EUA. Era para ser uma aparição única, mas ela acabou voltando em mais 8 capítulos da série e em vários outros projetos, tornando-se uma das raras personagens criadas em outra mídia a fazer a transição para os quadrinhos – como outra criação de Dini e Timm, a policial Renee Montoya. Perdeu o trailer de “O Esquadrão Suicida”? Veja abaixo. So. AWESOME! https://t.co/27R2JJy6b6 — Paul_Dini (@Paul_Dini) August 22, 2020
Estreias online: 10 séries imperdíveis para ver em casa no fim de semana
Com ótimas opções, as séries que chegam ao streaming oferecem uma programação perfeita para maratonas de sofá e cama, aproveitando o clima frio nas regiões Sul e Sudeste neste fim de semana. São nada menos que 10 títulos que destacam, além dos populares “Lucifer” e “Killing Eve”, produções de vários países numa grande variedade de gêneros. A seleção permite descobrir, por exemplo, porque “Rita” é considerada há anos uma das melhores comédias europeias e como “Das Boot” conseguiu se equiparar ao cultuado filme original dos anos 1980. Confira abaixo mais detalhes destes e de outros lançamentos imperdíveis em streaming. Lucifer | EUA | 5ª Temporada – Parte 1 Aguardadíssima após o final dramático do quarto ano, em que Lucifer é enviado de volta ao inferno, a nova temporada traz o protagonista ligeiramente diferente. Isto porque seu “irmão gêmeo” resolveu tomar seu lugar na Terra, fingindo ser o diabo. O falso Lucifer é ninguém menos que seu irmão Michael, mais conhecido como o arcanjo Miguel no Brasil. Por sinal, a ideia de colocar Michael no lugar do protagonista também é conhecida – como podem atestar os fãs da série “Supernatural”. Originalmente concebida para encerrar a série, a 5ª Temporada foi dividida em duas partes, com os primeiros 8 episódios disponibilizados nesta sexta (21/8). Destaques incluem um episódio metalinguístico e outro inspirado no film noir. Mas a melhor notícia para os fãs é que a Netflix se arrependeu de decretar o cancelamento e renovou a série para “mais uma” temporada final. Disponível na Netflix. Killing Eve | EUA, Reino Unido | 3ª Temporada A obsessão continua. A atração premiada, criada por Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”), traz as protagonistas Sandra Oh (ex-“Grey’s Anatomy”) e Jodie Comer (“The White Princess”) num novo jogo de gato e rato. Mas embora Eve (Oh) tenha sobrevivido à tentativa de assassinato de seu crush do mal Villanelle (Comer), alguns de seus contatos no submundo da espionagem não terão a mesma sorte na nova temporada, em que não faltam traições, reviravoltas e romance… tóxico – literalmente, com veneno. Disponível na Globoplay. Rita | Dinamarca | 5 Temporadas Grande sucesso da TV dinamarquesa, a comédia dramática segue uma professora independente e sem papas na língua, que se torna a favorita dos alunos de sua escola. Já entre os adultos, não dá para dizer o mesmo. Entre eles, incluem-se seus filhos adolescentes, a quem tenta prevenir, de forma não convencional, sobre os erros que cometeu na juventude. Disponível na Netflix. Das Boot | Alemanha | 2ª Temporada Aclamado pela crítica, o drama é inspirado no filme “O Barco: Inferno no Mar” (1981) e acompanha a tripulação de um submarino alemão durante a 2ª Guerra Mundial. A 2ª temporada gira em torno de uma missão de perseguição de outro submarino, que deveria transportar sabotadores para a costa leste dos EUA, mas tem sua lealdade questionada. Paralelamente, a história acompanha o antigo capitão do “barco”, que sobreviveu no Atlântico e encontra abrigo em Nova York, além de mostrar alemães que enfrentam o nazismo para ajudar famílias de judeus. Com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série é considerada tão boa quanto o filme original, além de ampliar a história que virou cult e consagrou o diretor Wolfgang Petersen nos anos 1980. Disponível na Starzplay. A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert | EUA | Minissérie completa Patrick Dempsey (“Grey’s Anatomy”) vive um escritor premiado que acaba preso e tem a reputação abalada quando o cadáver de uma adolescente desaparecida é encontrado enterrado no jardim de sua casa. Ele admite que não só conhecia a menor como a considerava sua musa. Mas também jura nunca ter feito nada inapropriado, muito menos assassinado a menina. Só que a investigação o incrimina cada vez mais e apenas um estudante, que o considera seu mentor, decide acreditar na sua história e tentar encontrar formas de inocentá-lo. O suspense tem seus 10 episódios dirigidos pelo veterano cineasta francês Jean-Jacques Annaud (dos filmes “O Nome da Rosa” e “Sete Anos no Tibet”). Disponível na Globoplay. Stranger | Coreia do Sul | 2 Temporadas Com a ajuda de uma detetive ousada, um promotor que perdeu a capacidade de sentir empatia investiga um caso de assassinato e corrupção política. A detetive é vivida por Doona Bae, estrela de outras duas ótimas séries da Netflix, “Sense8” e “Kingdom”. Disponível na Netflix. Biohackers | Alemanha | 1ª Temporada Uma estudante de medicina entra na universidade com uma missão secreta: desvendar uma conspiração que liga uma tragédia familiar a uma professora de biologia visionária. Com clichês de cientista maluco (“A Ilha do Dr. Moreau”, por exemplo), experiências clandestinas (“Anatomia”, para citar o cinema alemão) e uma trama de vingança e mistério, o techno-thriller é uma criação de Christian Ditter, diretor de filmes bem diferentes, como o romântico “Simplesmente Acontece” (2014) e a comédia “Como Ser Solteira” (2016). Disponível na Netflix. Rio Heroes | Brasil | 2ª Temporada Produção da Fox que mergulha no universo das lutas de vale-tudo. Inspirado na história verdadeira da criação de uma competição de lutas clandestinas, a atração concebida por Fabio Danesi (“O Negócio”) reúne atores conhecidos do grande público, como Murilo Rosa, Priscila Fantin, André Ramiro e Duda Nagle. Disponível na Globoplay. Great Pretender | Japão | 1ª Temporada Anime muito divertido e estiloso, com clima dos filmes de Jean-Paul Belmondo dos anos 1960 e 70, sobre um trapaceiro que se acha o rei dos golpes do Japão, até tentar trapacear um vigarista internacional, que acaba lhe envolvendo numa conspiração maior que sua capacidade de enganação. Disponível na Netflix. Hoops | EUA | 1ª Temporada A nova animação adulta da Netflix gira em torno de Ben Hopkins, um treinador de basquete colegial que não consegue vencer e só se destaca pelo mau temperamento e a boca suja – e por ser filho de um antigo astro do esporte. Mas ele acredita que sua vida miserável pode mudar completamente se conseguir fazer seu terrível time do ensino médio se tornar vencedor nas quadras. Criação de Ben Hoffman (roteirista do “The Late Late Show with James Corden”), “Hoops” tem produção-executiva da dupla Chris Miller e Phil Lord (produtores-roteiristas de “Homem-Aranha no Aranhaverso”) e destaca Jake Johnson (o Peter Parker do “Aranhaverso”) como dublador do protagonista. Como curiosidade, ele volta a trabalhar na produção com mais três colegas de sua antiga série, “New Girl”: Max Greenfield, Damon Wayans Jr. e Hannah Simone. Disponível na Netflix.
The Owl House faz História com primeira protagonista bissexual da Disney
A série animada do Disney Channel “The Owl House: A Casa Coruja” fez história ao revelar a inclinação da primeira protagonista bissexual da Disney. Luz Noceda, a heroína de 14 anos do programa, é uma adolescente normal que parte em uma jornada para outro mundo para se tornar uma bruxa. Ao longo dos primeiros episódios, Luz mostrou que é atraída por personagens masculinos, mas os dois capítulos mais recentes exibidos nos EUA exploram uma relação com a personagem feminina recorrente Amity. As duas compartilham uma dança juntas. A criadora da série, Dana Terrace, alimentou as teorias dos telespectadores no Twitter afirmando que aquele era realmente o retrato de um relacionamento LGBTQIA+ – algo que alguns líderes da Disney nem sempre demonstram interesse de ver em seus programas infantis. “No [desenvolvimento], fui muito aberta sobre minha intenção de colocar crianças queer no elenco principal. Eu sou uma péssima mentirosa, então esconder teria sido difícil”, escreveu Terrace. “Quando recebemos o sinal verde, certa liderança da Disney me disse que eu não poderia representar nenhuma forma de relacionamento gay ou bi no canal.” No entanto, ela revelou que conseguiu o apoio dos superiores dessa pessoa na Disney. “Eu sou bi! Eu quero escrever um personagem bi, caramba!” Terrace tuitou. “Felizmente, minha teimosia valeu a pena e agora sou muito apoiada pela liderança atual da Disney.” O ex-supervisor de animação de “The Owl House”, Spencer Wan compartilhou o storyboard original para a cena de dança entre Lux e Amity, escrevendo que foi sua “primeira vez fazendo algo remotamente queer”. Esta não é a primeira vez que a Disney inclui um personagem abertamente LGBTQIA+ em seus desenhos. Entretanto, eles são geralmente personagens secundários. Notavelmente, no recente filme animado “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica”, a personagem Oficial Spector, dublada por Lena Waithe, foi identificada como lésbica. E, em maio, o curta-metragem da Pixar “Out” apresentou um protagonista gay em seu lançamento no Disney+ (Disney Plus). “The Owl House: A Casa Coruja” também é exibida no Disney Channel Brasil. In dev I was very open about my intention to put queer kids in the main cast. I'm a horrible liar so sneaking it in would've been hard haha. When we were greenlit I was told by certain Disney leadership that I could NOT represent any form of bi or gay relationship on the Channel. — Dana Terrace (@DanaTerrace) August 9, 2020 The storyboards for the dance. This was a collaboration between Hayley Foster and myself. At some point I got carried away and timed it to Veo Lu Sluice by Kumi Tanioka. This was my first time getting to do anything even remotely queer, and I've never been prouder of any board. pic.twitter.com/r0ljIGRxTV — Spencer Wan (@SpencerWan) August 9, 2020
Séries: Final de 3% e estreia de Caçadoras de Recompensas chegam ao streaming
A Netflix disponibilizou quatro das cinco séries atuais que chegam em streaming nesta semana. Os principais lançamentos são o final de “3%”, primeira e mais bem-sucedida série brasileira da plataforma, e a estreia de “Caçadoras de Recompensas”, que começa sua trajetória bastante elogiada pela crítica nos EUA. A lista tem também uma “La Casa de Papel” colombiana, novos episódios de “Ricky & Morty” e a estreia das primeiras temporadas de “Chicago P.D.” na Globoplay. Confira abaixo mais detalhes dos novos lançamentos em streaming. 3% | Brasil | 4ª Temporada Passada num futuro distópico, a primeira série brasileira da Netflix discutiu miséria, meritocracia e resistência ao acompanhar o processo seletivo que permite a uma pequena parcela da população ter acesso a melhores condições de vida. A trama agora chega ao fim com reviravoltas, alianças inesperadas e uma disputa ao estilo de “Jogos Vorazes” entre os protagonistas. “Seis candidatos. Quem ganhar, ganhou”. Disponível na Netflix. Caçadoras de Recompensas | EUA | 1ª Temporada A comédia de ação gira em torno de duas irmãs gêmeas que levam a rebeldia adolescente a outro nível, ao descobrir seu talento para surpreender e prender criminosos. Aproveitando-se da aparência inocente para se dar bem neste negócio arriscado, elas se juntam a um caçador de recompensas veterano para aprender os truques e seguir a profissão sem que ninguém saiba, incluindo os pais, os crushes e, claro, as terríveis meninas populares da escola. As gêmeas são vividas pelas atrizes Maddie Phillips (“Ghost Wars”) e Anjelica Bette Fellini (“The Gifted”), que não são realmente parentes, mas demonstram ótima química e garantem a diversão – e os 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. A série é a primeira criação de Kathleen Jordan (roteirista de “American Princess”), mas conta com os experientes Jenji Kohan (criadora de “Weeds” e “Orange Is the New Black”) e Jesse Peretz (diretor de “Juliet, Nua e Crua”) entre os produtores. Peretz também dirigiu o primeiro episódio. Disponível na Netflix. O Maior Assalto | Colômbia | 1ª Temporada Minissérie colombiana ao estilo de “La Casa de Papel”, acompanha o planejamento de um roubo milionário ao Banco Central da Colômbia. A trama é inspirada num assalto que realmente aconteceu nos anos 1990 e foi adaptada por Pablo Gonzalez, criador de outra atração criminal da Netflix, “Historia de un Crimen: Colmenares”. Disponível na Netflix. Rick and Morty | EUA | 4ª Temporada – Parte 2 Com cinco novos episódios, a 4ª temporada de “Rick and Morty” finalmente se completa. A primeira parte havia sido disponibilizada em dezembro do ano passado. Mas graças ao sucesso e reconhecimento da crítica, a produção tem mais 60 capítulos encomendados pelo Adult Swim, que produz originalmente a série animada nos EUA. Criada por Justin Roiland e Dan Harmon (criador também de “Community”), a série acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, que acabam tendo grande impacto na realidade de sua família – e também na cultura pop. Disponível na Netflix. Chicago PD | EUA | 4 Temporadas A Globoplay disponibilizou as quatro primeiras temporadas da série “Chicago PD”, que integra o catálogo da franquia, formada ainda por “Chicago Fire”, “Chicago Med” e “Chicago Justice”. Agora, as quatro séries produzidas por Dick Wolf estão na plataforma. Isto representa um alívio para os fãs, já que elas costumam se cruzar com compartilhamento de personagens e histórias. “Chicago PD” surgiu como um spin-off plantado em “Chicago Fire” em 2014 e acompanha o cotidiano do Distrito 21 do Departamento de Polícia de Chicago, composto pelos policiais uniformizados que patrulham as ruas e a unidade de inteligência que combate os principais delitos da cidade. Liderando a equipe está o sargento Hank Voight (Jason Beghe), um homem que possui seu próprio senso de justiça e está sempre disposto a contornar a lei. Atualmente em sua 7ª temporada nos EUA, a série já se encontra renovada até o 10º ano. Disponível na Globoplay.
Turma da Mônica vai encontrar os Jovens Titãs no DC FanDome
O Brasil terá presença no DC FanDome, o primeiro grande evento online da DC Comics. Dentre os painéis revelados na programação oficial, que destaca os vários projetos de cinema e séries baseados em quadrinhos da DC Comics, está o “Brazil Loves DC: For the Glory of the Fans!” (Brasil ama DC: Pela glória dos fãs!, em tradução literal). O painel vai apresentar o primeiro encontro entre a “Turma da Mônica” e os “Jovens Titãs em Ação!” em uma “videochamada para o perigo”, que pode ser uma animação inédita. A apresentação terá ainda o quadrinista brasileiro Ivan Reis (“Lanterna Verde”) desenhando o Batman de Robert Pattinson enquanto conversa sobre sua trajetória como artista da editora. “Brazil Loves DC: For the Glory of the Fans!” vai acontecer às 18h30 (horário de Brasília) dentro da maratona de 24 horas do DC Fandome, que começa às 14 horas no sábado que vem, dia 22 de agosto.
Criadores de Avatar: A Lenda de Aang abandonam projeto live-action da Netflix
A versão live-action de “Avatar: A Lenda de Aang”, anunciada pela Netflix em 2018, perdeu o apoio dos criadores do desenho animado original. Em carta aberta para os fãs, o cocriador Michael Dante DiMartino afirmou que a saída dele e do colega Bryan Konietzko da produção se deu por conflitos criativos com a equipe burocrática envolvida na adaptação de streaming. “Quando Bryan e eu assinamos contrato para fazer o projeto, em 2018, éramos produtores executivos e showrunners. Em um comunicado conjunto, a Netflix disse que estava comprometida a honrar a nossa visão para este remake da nossa história e a apoiar a nossa criatividade. Nós dois expressamos como estávamos animados com essa oportunidade de estar no comando. Infelizmente, as coisas não aconteceram como gostaríamos”, escreveu DiMartino em texto publicado em seu site oficial. Ele acrescentou que estava acostumado com imprevistos e mudanças de plano em meio a produções, e que costuma ser maleável. “No entanto, todo mundo tem um limite, e precisamos saber quando seguir em frente”, apontou. “E quem sabe? A adaptação live-action de ‘Avatar’ na Netflix pode ter o potencial de ser boa. Pode ser que muitos de vocês gostem dessa série. Mas o que eu posso dizer com certeza é que, não importa qual versão acabe indo parar nas telas, não vai ser a versão que eu Bryan tínhamos visualizado”, completou. A nova série é uma parceria da Netflix com a Nickelodeon, que detém os direitos do personagem, e será a segunda tentativa de transformar “Avatar: A Lenda de Aang” numa produção live-action. Em 2010, M. Night Shyamalan dirigiu “O Último Mestre do Ar”, que foi destruído pela crítica e não empolgou o público, encerrando os planos da Paramount para lançar uma franquia cinematográfica. Já a série original fez enorme sucesso, além de ter vencido um Emmy e vários prêmios prestigiados, como o Annie, o Genesis e o Peabody Awards ao longo de suas três temporadas exibidas no canal pago infantil Nickeledeon, de fevereiro de 2005 a julho de 2008. Inspirada por animes japoneses, a trama de “Avatar: A Lenda de Aang” gira em torno das aventuras do protagonista Aang e seus amigos, que juntos precisam derrotar o Senhor do Fogo Ozai e pôr fim à guerra contra a Nação do Fogo para salvar o mundo. Após o fim da série, a saga continuou numa atração derivada, “A Lenda de Korra”, também criada por DiMartino e Konietzko, que teve quatro temporadas exibidas entre 2012 e 2014.
Bob Esponja vai ganhar série derivada centrada em Patrick Estrela
A Nickelodeon está desenvolvendo um spin-off de “Bob Esponja” centrado do melhor amigo do protagonista, chamado “The Patrick Star Show” — em tradução não oficial, “O Show do Patrick Estrela”. Segundo apurou o site Deadline, 13 episódios foram encomendados para a 1ª temporada, que será realizada pela mesma equipe criativa por trás da série original. O spin-off deve mostrar Patrick em um talk show, entrevistando outros personagens da Fenda do Biquíni. Os personagens centrais seriam a estrela-do-mar e sua família, com outros membros de “Bob Esponja” fazendo aparições eventuais. Vale avisar que o canal pago Nickelodeon ainda não confirmou o projeto. Caso seja oficializada, a série de Patrick será a segunda atração derivada de “Bob Esponja”. No ano passado, o estúdio da Nickelodeon anunciou a produção de “Kamp Koral”, que vai mostrar Bob Esponja criança em um acampamento de verão. Esta série será exibida pela plataforma de streaming CBS All Access, que, por enquanto, só é acessível para o público americano. Na ocasião do anúncio de “Kamp Koral”, circularam informações de que outros spin-offs estavam sendo avaliados. Além de uma série para Patrick, os produtores ainda consideravam desenvolver derivados de Sandy Bochechas, a esquilo que mora na Fenda do Biquíni e é grande amiga dos protagonistas Bob Esponja e Patrick, e até do Plankton, dono do restaurante Balde de Lixo, que vive tentando roubar a receita do famoso hambúrguer de siri.
Noah Centineo posa sem camisa para mostrar os músculos de He-Man
O ator Noah Centineo, galã de comédias adolescentes da Netflix, compartilhou nesta segunda (10/8) duas fotos em que aparece descamisado. O objetivo foi mostrar a evolução de sua forma física. Ele está ganhando massa muscular para viver o herói He-Man num novo filme baseado na série animada – e brinquedo – dos anos 1980. A produção deveria ter começado a ser filmada no ano passado, mas acabou adiada e encontra-se comprometida pela pandemia. Por conta disso, o ator perguntou aos seguidores, ao lado das fotos: “A questão é… devo começar a malhar de novo?”. Muitos fãs, porém, não sabiam desse projeto e manifestaram surpresa, nos comentários, ao ver Centineo com músculos e o abdômen definido. A escalação do ator mostra que os produtores buscaram um intérprete bem diferente do primeiro He-Man do cinema, ninguém menos que o fortão Dolph Lundgren (“Creed II”) em “Mestres do Universo”, lançado em 1987. Escrito por Art Marcum e Matt Holloway, roteiristas do primeiro “Homem de Ferro” (2008) e do novo “MIB: Homens de Preto – Internacional” (2019), o filme terá direção dos irmãos Aaron e Adam Nee, conhecidos pelo thriller independente “Band of Robbers”. O projeto, na verdade, tem mais de uma década – e uma pilha de roteiros descartados que inclui histórias de Terry Rossio (“O Cavaleiro Solitário”), Alex Litvak (“Predadores”), Michael Finch (“Hitman: Agente 47”) e Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”). Ao contrário do filme de 1987, o novo longa não deverá se passar na Terra, preservando a inspiração dos desenhos e servindo como filme de origem. A história deve mostrar a transformação do príncipe Adam no guerreiro He-Man, que representa a última esperança da terra mágica chamada Eternia contra a ameaça do Esqueleto. Originalmente, o personagem foi lançado numa linha de bonecos pela Mattel, em 1982. Acabou se tornando desenho animado e ganhou até um spin-off, centrado em sua irmã She-Ra, ambos com muito sucesso nas manhãs da TV Globo nos anos 1980. Após She-Ra ser completamente reinventada numa nova série animada da Netflix, uma versão de He-Man com Centineo também tende a ser bem diferente do que a maioria lembra do personagem. A produção ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram The question is.. should I start training again? Uma publicação compartilhada por Noah (@ncentineo) em 8 de Ago, 2020 às 8:17 PDT











