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    Nova temporada do desenho de Velozes e Furiosos se passa no Rio de Janeiro

    26 de setembro de 2020 /

    A DreamWorksTV divulgou dois pôsteres e o trailer da 2ª temporada de “Velozes e Furiosos: Espiões do Asfalto”, série animada baseada nos filmes “Velozes e Ferozes”, que vai se passar no cenário do quinto longa da franquia, o Rio de Janeiro. O trailer mostra vários clichês de Hollywood sobre o Rio, com imagens inevitáveis do Corcovado, favelas, praias e os macacos que todo turista encontra na cidade, como os Simpsons não cansam de denunciar. A série gira em torno de Tony Toretto, primo adolescente de Dom Toretto (o personagem de Vin Diesel nos filmes). Na trama, ele e seus amigos são recrutados por uma agência federal para missões secretas. O ator Tyler Posey (de “Teen Wolf”) dubla Tony Toretto e o elenco de vozes originais ainda inclui Camille Ramsey (“American Vandal”), Luke Youngblood (da franquia “Harry Potter), Charlet Chung (“Overwatch”) e Jorge Diaz (“Jane the Virgin”). A produção executiva inclui o próprio Vin Diesel, além de Neal Mortiz e Chris Morgan, produtores da franquia cinematográfica. A nova temporada do desenho animado estreia em 9 de outubro na Netflix.

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    Prévia de WandaVision bate recorde como trailer de série mais visto em 24 horas

    23 de setembro de 2020 /

    O trailer de “WandaVision”, primeira série da Marvel derivada dos filmes dos Vingadores, teve uma performance de blockbuster nas 24 horas que se seguiram ao seu lançamento durante a premiação do Emmy no domingo passado (20/9). O site Deadline levantou com fontes da Disney e a empresa que monitora mídias sociais RelishMix que o vídeo teve 53 milhões de visualizações em seu primeiro dia, somando todas as aparições online de redes sociais e YouTube. Os números para este período representam a maior audiência de um trailer de programa de streaming e, até prova em contrário, a maior visualização de um trailer de série em todos os tempos. “O desempenho é comparável às franquias dos ‘Vingadores’ e ‘Velozes e Furiosos’ nas 24 horas depois de uma exibição no intervalo do Super Bowl”, disse a RelishMix ao Deadline. “WandaVision” também teve mais de 300 mil menções nas redes sociais, um volume de envolvimento só visto antes da pandemia. O trailer começou a ser tendência no Twitter imediatamente após sua exibição na noite de domingo e atingiu o topo dos vídeos mais vistos do YouTube. A prévia rendeu muita discussão online por mostrar a metamorfose ambulante criada por Wanda/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) para sua vida “doméstica” ao lado do androide Visão (Paul Bettany), como pais suburbanos de um par de gêmeos. A atração foi apresentada como uma sitcom clássica em preto e branco e evoluiu para uma comédia teen dos anos 1990, sem esquecer de evocar as produções de super-heróis mais recentes. Não faltaram sequer cenas de Wanda e Visão com seus trajes clássicos dos quadrinhos, em versão caseira. A roteirista Jac Schaeffer, que escreveu “Capitã Marvel”, é a showrunner da série, que não será um prólogo e sim uma continuação dos eventos de “Vingadores: Ultimato”, apesar de o Visão ter morrido no cinema. Além de Elizabeth Olsen (Wanda, a Feiticeira Escarlate) e Paul Bettany (Visão), “WandaVision” também terá participações de Kat Dennings e Randall Park, retomando os papéis que já desempenharam no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), respectivamente como Darcy (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Para completar, Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”) aparecerá como Monica Rambeau, que foi introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), e Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) está escalada como “uma vizinha barulhenta”. O nome da personagem da atriz não foi revelado, porque, se por acaso fosse Agatha Harkness, confirmaria a trama que todos já imaginam. Com a paralisação das produções devido à pandemia de coronavírus, “WandaVision” será a primeira série da Marvel a chegar ao Disney+ (Disney Plus), invertendo a ordem originalmente planejada (“Falcão e o Soldado Invernal” deveria abrir a lista). Será também a única série da Marvel lançada na plataforma em 2020. Ainda sem data definida, a produção será bastante importante para o MCU, pois sua história terá repercussões no filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” – com participação já confirmada de Wanda. Não viu o trailer ou quer rever? Para isso disponibilizamos novamente abaixo.

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    Netflix cancela O Cristal Encantado e deixa série sem fim

    21 de setembro de 2020 /

    A Netflix decidiu cancelar “O Cristal Encantado: A Era da Resistência”. O cancelamento foi comunicado após a série ganhar o Emmy de Melhor Programa Infantil na semana passada, e um ano após a estreia da atração. “Podemos confirmar que não teremos mais temporadas de ‘O Cristal Encantado: A Era da Resistência”, disse a produtora Lisa Henson, em comunicado divulgado à imprensa nesta segunda (21/9). “Sabemos que os fãs gostariam de saber como esse capítulo da saga se encerra, por isso nós procuraremos formas de contar essa história no futuro”, ela acrescentou. “Agradecemos à Netflix por ter acreditado na gente e realizado uma série tão ambiciosa. Estamos muito orgulhosos pelo trabalho feito em ‘A Era da Resistência’, que foi aclamado pelos fãs, pela crítica e por nossos colegas”, encerrou a produtora. Com a decisão, a série ficou sem final, já que acabou num cliffhanger. Não está claro porque exatamente a produção não foi renovada ou o que levou a Netflix a se manifestar apenas após um ano, mas o site The Hollywood Reporter apurou que “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” foi considerada um fracasso para a plataforma de streaming, a ponto de ser citada como um dos motivos do afastamento da executiva de longa data Cindy Holland, que ajudou a dar vida à série. Uma “decepção cara”, de acordo com uma fonte não identificada. Ao falar sobre a série com o site Gizmodo, no início deste ano, o produtor executivo Javier Grillo-Marxuach observou que o programa não era apenas caro como também apresentou a produção mais longa da história da Netflix. “Esta série não é uma franquia que você pode dizer ‘Ok, vamos contratar um monte de novos escritores para desenvolver a primeira temporada’. Este é um trabalho dinástico de amor artesanal. Para fazer direito, você precisa de todos. Você precisa dos Hensons, você precisa dos Frouds. Você precisa de um certo compromisso financeiro e também aceitar o fato de que leva tempo. E é difícil acertar. De tudo em que trabalhei, este era provavelmente a série mais difícil de acertar. E todas as condições precisam ser reunidas para que seja exatamente o que precisa ser”, explicou o produtor. A série era um prólogo do clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson, que foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não são fantoches, como os Muppets, mas animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso foi mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. O comando da produção ficou nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que produziu e dirigiu os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reuniu uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), que deram vida aos heróis Rian, Brea e Deet, protagonistas da série. Além deles, o elenco coadjuvante era igualmente impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Natalie Dormer (também de “Game of Thrones”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”).

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    Série animada da Arlequina é renovada para 3ª temporada

    18 de setembro de 2020 /

    A Warner anunciou a renovação de “Harley Quinn”, a série animada adulta da Arlequina, para sua 3ª temporada. A atriz Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) continuará dublando a anti-heroína e voltará para novos episódios com todo o elenco de vozes originais, mas num novo endereço. A série trocou a DC Universe pela HBO Max, somando-se à debandada de produções da plataforma de quadrinhos, que a Warner decidiu esvaziar. Ultraviolenta (Harley arranca o nariz do Pinguim) e sexy (Harley e Ivy se beijam), o desenho não é uma criação do time das animações da DC Comics, que criou a Arlequina, mas dos produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. O elenco da produção inclui Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa (Poison Ivy), Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. A série é inédita no Brasil e só deve chegar por aqui quando a Warner lançar a HBO Max no país – ainda sem previsão.

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    Estreias online: Ratched e mais 10 séries para maratonar no fim de semana

    18 de setembro de 2020 /

    A Netflix lança nada menos que oito séries nesta semana, juntando na lista produções que adquiriu de outros canais, mas essa grande variedade de conteúdo chega basicamente sem divulgação. A plataforma só se preocupou em chamar atenção para um par de atrações. A mais badalada é “Ratched”, produção de Ryan Murphy estrelada por Sarah Paulson. Os dois são parceiros em vários projetos e “Ratched” lembra, inclusive, um deles: “American Horror Story”. A trama serve de prólogo para “Um Estranho no Ninho”, originalmente um livro de Ken Kesey publicado em 1962, mas mais lembrado por sua famosa adaptação cinematográfica de 1975, vencedora de cinco Oscars: Melhor Filme, Diretor (Milos Forman), Roteiro Adaptado, Ator (Jack Nicholson) e Atriz Coadjuvante (Louise Fletcher, justamente no papel de Mildred Ratched). O público-alvo da plataforma não deve nem saber do que se trata, mas fica a dica de assinar o serviço rival, Amazon Prime Video, para conhecer – a Netflix não disponibiliza o filme no Brasil. “Ratched” é a terceira série lançada por Murphy na plataforma após assinar um contrato milionário de exclusividade. E mantém o padrão de mediocridade – “The Politician” está com 48% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Hollywood” ficou com 57% e “Ratched” estreou com 61% (mas apenas 43% entre os críticos top). Há séries bem melhores, “escondidas” na própria Netflix e também na Globoplay nesta semana – como a animação adulta “Sem Maturidade para Isso” e a 2ª temporada da trepidante “A Divisão”. A programação de lançamentos pode ser conferida com trailers e maiores informações logo abaixo. Ratched | EUA | 1ª temporada A nova produção de Ryan Murphy (“American Horror Story”) conta a origem de uma personagem do filme “Um Estranho no Ninho” (1971). Com clima de “American Horror Story: Asylum”, a série retrata os terrores de um hospício controlado pela enfermeira psicopata Mildred Ratched, vivida por Sarah Paulson (“Bird Box”), responsável por uma escalada de crimes cometidos impunemente no sistema público de saúde mental ao longo de décadas. No cinema, o papel rendeu um Oscar para Louise Fletcher. Além de Sara Paulson, a atração conta com um grande elenco, que destaca Sharon Stone (“Instinto Selvagem”), Cynthia Nixon (“Sex and the City”), Judy Davis (“Feud”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Sophie Okonedo (“Hotel Ruanda”), Amanda Plummer (“Pulp Fiction”), Rosanna Arquette (“Ray Donovan”), Vincent D’Onofrio (“Demolidor”) e Finn Wittrock (“American Horror Story”). Disponível na Netflix Sem Maturidade para Isso | EUA | 1ª temporada A nova criação de J.G. Quintel, autor de “Apenas um Show” (Regular Show), uma das séries de maior sucesso do Cartoon Network, acompanha um casal que precisa lidar com a difícil experiência de viver como adultos, enquanto passam por mudanças de perspectivas de seus 20 aos 30 anos de idade. Chamada “Close Enough” em inglês, a animação atingiu impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Pena que a Netflix não tenha alardeado o lançamento para seus assinantes. É que a produção foi feita originalmente para a HBO Max e apenas distribuída pela Netflix no mercado internacional. Por sinal, a 2ª temporada já foi encomendada. Disponível na Netflix A Divisão | Brasil | 2ª temporada A elogiada série policial que retrata a Divisão Antissequestro do Rio na década de 1990 avança sua trama para mostrar o envolvimento dos policiais com a política, enquanto uma investigadora da corregedoria (Branca Messina) chega para desencavar o passado complicado dos ditos heróis do combate ao crime, vividos por Silvio Guindane (“3%”) e Erom Cordeiro (“1 Contra Todos”). Também lançada como filme, “A Divisão” foi criada e produzida por José Júnior, um dos fundadores da ONG AfroReggae, e tem episódios dirigidos pelo cineasta Vicente Amorim (“Motorrad”) – responsável pela versão cinematográfica do projeto. Disponível na Globoplay Criminal | Reino Unido | 2ª temporada A série policial britânica de Jim Field Smith e George Kay (“Stag”) se passa no cenário restrito de uma sala de interrogatórios e investiga quatro novos suspeitos em seu segundo ano de produção, interpretados por Kit Harington (“Game of Thrones”), Kunal Nayyar (“The Big Bang Theory”), Sharon Horgan (“Catastrophe”) e Sophie Okonedo (“Hotel Ruanda”). Cada um deles é interrogado por policiais céticos, enquanto contam suas versões para os crimes que podem ou não ter cometido. Disponível na Netflix Sem Saída | Nova Zelândia | 3 temporadas Odiou que a Netflix cancelou “The Society” e deixou o mistério da série sem fim? A série neo-zelandesa “Sem Saída” tem praticamente a mesma premissa, ao acompanhar adolescentes que se vêem subitamente sozinhos diante do desaparecimento sem explicações de todos os adultos. Até esta semana inédita no Brasil, “Cul-de-Sac” (o título original) chega com suas três temporadas completas, produzidas entre 2016 e 2018, e com um jovem elenco de “revelações”, que inclui a protagonista Greta Gregory e um certo KJ Apa, antes de pintar o cabelo de vermelho e virar Archie Andrews em “Riverdale”. Vale avisar que a série toma um rumo sci-fi radical ao tentar dar respostas em seu final. Disponível na Globoplay Baby | Itália | 3ª temporada Os primeiros episódios renderam polêmica na Itália, por retratarem sexo de menores. Mas a trama é supostamente “baseada em uma história real”. Na verdade, um escândalo que ocupou muitas páginas da imprensa do país, conhecido como o caso de Baby Squillo. Em 2013, foi revelado que o ex-policial Mauro Floriani, marido de Alessandra Mussolini, a neta do ex-ditador fascista Benito Mussoloni, comandava um esquema de prostituição com garotas entre 14 e 16 anos. Contratadas para entreter clientes importantes durante festas, elas ganhavam milhares de euros para comprar roupas de grifes famosas e celulares de última geração. A série ficcionaliza a história, acompanhando duas garotas que alternam seu cotidiano entre os dias na escola e as noites nas baladas. Até que suas atividades deixam de ser um segredo. Nos últimos episódios, as protagonistas Chiara (Benedetta Porcaroli) e Ludovica (Alice Pagani) tem que arcar com as consequências de suas ações. Disponível na Netflix Nas Montanhas da Coruja | Polônia | Parte 2 A série polonesa (Znaki, no original), originalmente produzido para o canal AXN em 2018, acompanha duas investigações paralelas, que envolvem um crime atual e uma conspiração nazista da 2ª Guerra Mundial. Tudo se passa numa cidadezinha que tem sua tranquilidade interrompida por um assassinato chocante, mas que guarda muitas semelhanças com um caso antigo nunca resolvido. Cabe ao comissário Trela (interpretado por Andrzej Konopka) desvendar os segredos obscuros que a cidade guarda. A segunda parte ainda apresenta um novo mistério, por meio de um casal que desaparece sem deixar pistas na região. Disponível na Netflix A Penúltima Palavra | Alemanha | 1ª temporada A comédia alemã encontra humor em lugares improváveis, como na dor do luto e da perda. Quando seu marido morre repentinamente após 25 anos de casamento, a protagonista da atração (Anke Engelke, de “Deutschland 86”) se vê enterrada em dívidas, mas o funeral triste lhe dá uma ideia inesperada. Para o espanto dos filhos, ela acaba encontrando uma vocação e uma nova forma de pagar as contas, virando oradora de velórios. Uma curiosidade da produção é que a premissa foi concebida por Thorsten Merten (“Donbass”), ator que interpreta um agente funerário na série. Disponível na Netflix Grey’s Anatomy | EUA | 16 temporadas A série médica mais duradoura da TV americana desembarca simultaneamente na Globoplay e na Amazon, “furando” a exclusividade da Netflix, que até a 15ª temporada exibia sozinha a criação de Shonda Rhimes em streaming. Para se ter ideia de como a série é antiga, ela foi lançada seis meses após as estreias de “Lost” e “Desperate Housewives” na rede ABC. Para se diferenciar do grande sucesso da época, “Plantão Médico” (ER), Rhimes retratou seus médicos atraentes lidando com o estresse do trabalho com romances durante os plantões, e assim transformou “Grey’s” numa comédia romântica, repleta de namoros, noivados, casamentos e separações. Com o passar do tempo, os personagens originais evoluíram de residentes iniciantes a donos de hospital e a trama se tornou mais dramática, com diversas mortes. Mas o elenco acabou cansando – a lista de baixas inclui Katherine Heigl, Sandra Oh, Patrick Dempsey, Justin Chambers, Chyler Leigh, Eric Dane e muitos outros. Dos residentes que adentraram no Seattle Grace em 2005, somente Ellen Pompeo, intérprete de Meredith Grey (personagem que batiza a produção), segue na trama, junto do antigo chefe do hospital (James Pickens Jr.) e a principal atendente (Chandra Wilson). Todos os demais personagens entraram em temporadas mais recentes. As duas plataformas vão disponibilizar as 16 temporadas produzidas até o momento, mas enquanto a Amazon lança o lote de uma vez, a Globoplay vai seguir um calendário semanal, começando neste fim de semana com a 1ª e a 16ª temporadas. O mais curioso é que a Netflix não perdeu a atração e também vai lançar a 16ª temporada neste fim de semana. Disponível na Amazon, Globoplay e Netflix Jurassic World: Acampamento Jurássico | EUA | 1ª temporada Você levaria seus filhos para um parque de diversões em que há seguidas tragédias com vítimas fatais e ameaças constantes de segurança? Os pais dos personagens mirins de Jurassic Park/World responderiam “claro que sim” à esta questão. Não importa quantas vezes as criaturas fujam, causem caos, morte e destruição, sempre é possível ver crianças lotando o parque jurássico da franquia. A nova animação não é exceção. Previsivelmente, as crianças que viajam ao parque não demoram a ser perseguidas por dinossauros furiosos, repetindo a premissa de “Jurassic World”. Desenvolvida por Scott Kreamer (“Kung Fu Panda: Lendas do Dragão Guerreiro”) e Lane Lueras (“Star vs. As Forças do Mal”), a animação conta com produção de Steven Spielberg e Colin Trevorrow, respectivamente diretores de “Jurassic Park” (1993) e “Jurassic World” (2015). Disponível na Netflix Jack Whitehall: Travels with My Father | Reino Unido | 4ª temporada Em uma tentativa de estreitar os laços familiares, o humorista inglês Jack Whitehall roda o mundo com o pai careta, Michael, por lugares inusitados e descolados. O quarto ano da produção acompanha a dupla numa viagem pela Austrália – com uma equipe completa de documentaristas a tiracolo para registrar cada momento constrangedor. Disponível na Netflix

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    Vídeo mostra bastidores da dublagem do revival de Animaniacs

    14 de setembro de 2020 /

    A plataforma Hulu divulgou um vídeo de bastidores que mostra os trabalhos de dublagem para a volta de “Animaniacs”. A cultuada série animada dos anos 1990 vai ganhar capítulos inéditos em 20 novembro, data que marca 22 anos da exibição de seu último episódio original, e voltará a contar com os dubladores originais. Outro que retorna à produção é o cineasta Steven Spielberg, representando a produtora Amblin. O nome dele pode ser visto com destaque na prévia. Spielberg será o produtor executivo ao lado de Sam Register, presidente da Warner Bros. Animation. O desenho original era uma parceria entre a Amblin e a WB. A estreia vai acontecer dois anos depois que a Hulu encomendou a produção de duas novas temporadas da atração, cada uma com 13 episódios. Além dos irmãos Warner, o revival também resgatará outros personagens favoritos da animação original, Pinky e o Cérebro. Inspirada nas animações históricas e histéricas da Warner, “Animaniacs” gira em torno de personagens que tinham sido esquecidos nos arquivos do estúdio: os verdadeiros irmãos Warner – o tagarela Yakko, o guloso e sagaz Wakko e a fofa Dot – , estrelas de clássicos animados, que após sua fase de sucesso e fama foram trancados no estúdio, por serem considerados perigosamente malucos, e agora moram na famosa torre d’água da sede da Warner Bros. A prévia da dublagem faz várias referências aos anos 1990, sugerindo que eles foram novamente trancados pelo estúdio nos últimos anos – aparentemente enquanto esperavam baixar um álbum em mp3 de Hootie and the Blowfish pelo Napster!

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    Justiça Jovem tem 4ª temporada confirmada

    12 de setembro de 2020 /

    A WarnerMedia não esqueceu a série animada “Justiça Jovem” (Young Justice). Após uma renovação oficiosa para a 4ª temporada em julho… de 2019 (!), a atração, que conta tramas completas a cada temporada, ganhou seu título oficial. O novo arco vai se chamar “Young Justice: Phantoms”. A série de Brandon Vietti e Greg Weisman estreou em novembro de 2010 e foi originalmente encerrada em março de 2013, após duas temporadas, no Cartoon Network. Uma forte campanha de fãs viu a série ser ressuscitada para a plataforma de streaming DC Universe em janeiro de 2019. A 3ª temporada de duas partes foi concluída em 19 de agosto de 2019. Durante a Comic-Con International do ano passado, em San Diego, a WB Animation tinha anunciado que a produção dos novos episódios começara, e que Vietti e Weisman trabalhariam ao lado de Sam Register (de “Teen Titans Go!”). Demorou um ano, mas os fãs finalmente tiveram novidades sobre a produção. Entretanto, não foi revelado onde a série será exibida. Em meio a relatos – e provas – de que a WarnerMedia pretende aposentar a DC Universe, a confirmação dos novos episódios vem com zero detalhes adicionais além do título. Também não está claro qual será a trama. Cada temporada apresentou uma geração diferente de heróis juvenis da DC Comics, apresentando a evolução e o amadurecimento dos personagens originais.

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    The Loud House é renovada para a 6ª temporada

    9 de setembro de 2020 /

    O canal pago Nickelodeon renovou “The Loud House” para sua 6ª temporada, dois dias antes da estreia do quinto ano da produção, que vai acontecer na sexta-feira (11/9) nos EUA. A série animada é atualmente o programa mais visto da TV americana entre o público formado por crianças de 6 a 11 anos de idade. Produzido pelo Nickelodeon Animation Studio, a 6ª temporada vai mostrar a família Loud embarcando em aventuras ainda mais selvagens, repletas de coração e humor, incluindo musicais, festas de aniversário e brincadeiras com todos os personagens adoráveis ​​que habitam Royal Woods. Diferente de “Os Simpsons” e tantas outras animações, que mantém os personagens com a mesma idade sem refletir a passagem do tempo, a série criada por Chris Savino e Michael Rubiner acompanha a evolução dos irmãos Loud, que continuam a crescer de temporada em temporada. Vale lembrar que Lincoln e seus amigos estão agora no ensino médio, enfrentando novos desafios e aventuras à medida que se adaptam à hierarquia da nova escola. Cada uma de suas irmãs também subiu de ano, tornando Leni a mais velha da casa, enquanto Lori inicia seu primeiro ano de faculdade. “The Loud House” também é exibida no Brasil pelo Nickelodeon. Veja a abertura dublada da série abaixo.

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    Nickelodeon cancela estreia de série acusada de plagiar curta vencedor do Oscar

    4 de setembro de 2020 /

    A Nickelodeon resolveu cancelar a estreia da série animada “Made by Maddie”, após um trailer da atração criar polêmica nas redes sociais. O motivo foi a semelhança entre seus personagens e os do curta-metragem “Hair Love”, de Matthew A. Cherry, vencedor do Oscar de Melhor Curta Animado deste ano. A série tinha previsão de estreia em 13 de setembro no Nick Jr., o canal pré-escolar da rede ViacomCBS, mas agora terá seu histórico examinado com cuidado, segundo os executivos do Nickelodeon. “‘Made by Maddie’ é um programa que adquirimos há vários anos da Silvergate Media, uma renomada produtora com a qual já trabalhamos em outras séries. Desde o anúncio da data de estreia do programa esta semana, temos ouvido atentamente os comentários, críticas e preocupação vindo de espectadores e membros da comunidade criativa”, disse a Nickelodeon em um comunicado. “Em resposta, e por respeito a todas as vozes na conversa, estamos removendo a série de nossa programação, enquanto obtemos mais informações sobre a jornada criativa do programa. Somos gratos à Silvergate Media por todo o seu trabalho. E nós temos Matthew A. Cherry e o maravilhoso e inspirador ‘Hair Love’ na mais alta consideração”, completa o texto. A série “Made by Maddie” deveria mostrar uma menina negra de 8 anos que usa seu senso de moda e habilidades de design para resolver problemas, juntamente com a ajuda de alguns amigos e seus pais, Dee e Rashad. Maddie freqüentemente usa uma faixa rosa no cabelo, enquanto Dee é retratada com cabelo natural e Rashad com dreadlocks. As semelhanças vão desde os cabelos dos personagens até o uso da bandana rosa. Além disso, as famílias em ambos os projetos também têm gatos de estimação. Por esses detalhes, muitos usuários acusaram a Silvergate Media e a Nickelodeon de plagiarem “Hair Love”. Matthew A. Cherry não comentou a polêmica, mas retuitou várias postagens chamando a atenção para a semelhança. Recentemente, ele fechou um contrato com a HBO Max para transformar “Hair Love” numa série animada. A Silvergate Media, por sua vez, afirma que começou a desenvolver a série (anteriormente chamada de “Fashion Ally”) em 2015. Ou seja, antes de Cherry lançar sua campanha no Kickstarter para financiar “Hair Love” em 2017. A Nickelodeon encomendou a então chamada “Fashion Ally” em abril de 2018, enquanto “Hair Love” fez sua estreia no cinema em agosto de 2019. “A Silvergate Media tem trabalhado na série nos últimos cinco anos e ao longo da produção tomou medidas para garantir uma equipe de produção diversificada e um elenco de voz apropriado, que emprestassem suas experiências e talentos”, disse o CEO da companhia, Waheed Alli, em comunicado. “Como criadores, temos o maior respeito e admiração por Matthew A. Cherry e ‘Hair Love’, e nossa esperança é que, quando as pessoas assistirem ao nosso programa, verão que é sua própria história com suas próprias aventuras.” Veja abaixo o trailer de “Made by Maddie”, o curta “Hair Love” e um dos muitos tuítes sobre a polêmica logo em seguida. This series idea is so cute and I know it will make a lot of little girls happy… but this is still plagiarism…? Like, why not just hire black creatives like @MatthewACherry…? — ❥ (@softblackgirls) September 2, 2020

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    Desenho baseado em Jurassic World volta a soltar dinossauros do parque

    1 de setembro de 2020 /

    Você levaria seus filhos para um parque de diversões em que há seguidas tragédias com vítimas fatais e ameaças constantes de segurança? Pois é. Não importa quantas vezes as criaturas fujam, causem caos, morte e destruição, sempre é possível ver o Parque dos Dinossauros lotado de crianças nas produções da franquia. A nova animação “Jurassic World: Acampamento Jurássico” não é exceção. No trailer dublado em português, divulgado pela Netflix, as crianças que viajam ao parque não demoram a ser perseguidas por dinossauros furiosos. Nos filmes, o parque da ilha Nublar, mais conhecida como ilha dos dinossauros, já foi desativado, evacuado e destruído durante uma explosão vulcânica – em “Jurassic World: Reino Ameaçado” (2018) – , porque não dava mais para contar sempre a mesma história da rebelião de criaturas no parque. Mas o desenho insiste e retoma a premissa tradicional. A animação foi desenvolvida por Scott Kreamer (“Kung Fu Panda: Lendas do Dragão Guerreiro”) e Lane Lueras (“Star vs. As Forças do Mal”) e conta com produção de Steven Spielberg e Colin Trevorrow, respectivamente diretores de “Jurassic Park” (1993) e “Jurassic World” (2015). A estreia está marcada para 18 de setembro na Netflix. Confira abaixo também um novo pôster e o trailer com a dublagem original em inglês.

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    Arquivo X vai virar série animada

    29 de agosto de 2020 /

    A série “Arquivo X” vai ganhar um spin-off animado. A Fox encomendou a adaptação de um projeto de comédia animada, baseada no universo de mistério e ficção científica da atração clássica. Intitulada “Arquivo X: Albuquerque” (ou, em inglês, “X-Files: Albuquerque”), a produção está sendo desenvolvida por Rocky Russo e Jeremy Sosenko, roteiristas de outras duas séries animadas – “Paradise PD”, da Netflix, e “Brickleberry”, do Comedy Central. A iniciativa lembra a recém-lançada “Star Trek: Lower Decks”, com personagens inéditos e pouco capacitados. Baseados em Albuquerque, no Novo México, os protagonistas da nova série serão agentes desajustados que investigam os casos considerados malucos demais, ridículos ou simplesmente estúpidos, que não merecem a atenção de Mulder e Scully. Eles são basicamente o time B dos Arquivos X. A produção está a cargo da 20th Television, da Fox Entertainment e do Bento Box, estúdio de animação de propriedade da Fox. Chris Carter, criador de “Arquivo X”, também está a bordo, mas David Duchovny e Gillian Anderson, intérpretes de Mulder e Scully, não estão envolvidos na série, pelo menos neste momento. Vale lembrar que Mulder e Scully já apareceram animados, e com dublagem de Duchovny e Anderson, numa atração da Fox. Eles foram os convidados especiais de um episódio de “Os Simpsons” (“The Springfield Files”) exibido em 1997 – por sinal, a imagem que ilustra esse post é assinada pelo criador dos Simpsons.

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    Estreias online: Confira 7 séries para maratonar no fim de semana

    28 de agosto de 2020 /

    Sete séries lançam episódios em streaming nesta semana, oferecendo maratonas de aventura, ficção científica, comédia, drama e ação para os espectadores. A lista inclui três minisséries completas: a elogiada “Devs”, de Alex Garland, e a francesa “A Última Onda”, ambas de temática sci-fi, além da brasileira “Um Dia Qualquer”, trama policial que agradou na TV paga e agora começa a ser oferecida em VOD. Os destaques ainda incluem o final da premiada “Gatunas” e a transferência de “Cobra Kai”, do implodido YouTube Premium para a Netflix. Confira abaixo mais detalhes destes e dos demais lançamentos do gênero em streaming. Devs | EUA | Minissérie Criada pelo visionário cineasta Alex Garland, diretor de “Ex-Machina” (2014) e “Aniquilação” (2018), a série aborda física quântica, tecnologia de ponta e determinismo, por meio de uma história de ficção científica. O título “Devs” é o apelido dado aos “desenvolvedores” de programas de informática e a trama acompanha uma engenheira de computação novata, Lily Chan (Sonoya Mizuno, de “Ex_Machina”), funcionária de uma companhia tecnológica de São Francisco, que secretamente investiga a divisão de desenvolvimento da empresa após o desaparecimento misterioso de seu namorado. O elenco também conta com Nick Offerman (série “Parks and Recriation”), Cailee Spaeny (“Círculo de Fogo: A Revolta”) e Alison Pill (“Star Trek: Picard”). Lançada no começo do ano nos EUA, atingiu 81% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Disponível na Fox Play. Cobra Kai | EUA | 1ª e 2ª Temporadas O maior sucesso do YouTube Premium, agora na Netflix, retoma os personagens de “Karatê Kid”, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme. A trama se concentra na renovada rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Depois de vencer Lawrence no antigo duelo de karatê, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto seu velho rival tem problemas com o alcoolismo e o filho adolescente. No meio disso, Lawrence resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel. Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos ainda assinam a direção dos primeiros episódios. Disponível na Netflix. Gatunas | EUA | 2ª Temporada A 1ª temporada foi premiada com o Emmy de Melhor Série Juvenil do ano passado e os novos episódios encerram a trama, sobre três garotas viciadas em furtos de lojas, que nunca foram pegas e se desafiam a ser cada vez mais ousadas. A série adapta best-seller homônimo de Kirsten Smith, roteirista de Sessões da Tarde clássicas como “10 Coisas que Eu Odeio em Você” (1999) e “Legalmente Loira” (2001). A própria escritora assina a adaptação, estrelada por Brianna Hildebrand (a Míssil Adolescente Megassônico de “Deadpool”), Kiana Madeira (a vilã Spin em “The Flash”) e a novata Quintessa Swindell. Disponível na Netflix. Masaba Masaba | Índia | 1ª Temporada Neena e Masaba Gupta, mãe e filha na vida real, interpretam versões de si mesmas numa divertida comédia sobre a vida no mundo da moda indiana. Disponível na Netflix. Aggretsuko | Japão | 3ª Temporada A simpática panda vermelha, que é estagiária de contabilidade durante o dia e metaleira de karaokê à noite, finalmente recebe uma promoção. Mas não demora a perceber que na verdade o que aumentou foi seu trabalho, enquanto se vê cada vez mais endividada. Concebida pela empresa Sanrio, especializada em produtos voltados para a subcultura kawaii (fofa), “Aggretsuko” foi concebida como representação de uma parcela da população japonesa que sofre com o excesso de trabalho. Para quem não sabe o que é kawaii, basta mencionar que Hello Kitty é seu maior representante. Disponível na Netflix. A Última Onda | França | Minissérie completa Neste thriller sobrenatural, uma nuvem sinistra encontra uma onda gigantesca durante uma competição de surf em uma cidade no sudoeste da França, fazendo os banhistas desaparecerem. Algumas horas depois, eles reaparecem sem nenhuma consequência aparente, mas também sem qualquer lembrança do que aconteceu. E todos começam a demonstrar poderes excepcionais e inexplicáveis. O detalhe é que a nuvem continua a pairar no horizonte, enquanto a natureza começa a se manifestar de forma ameaçadora e os moradores da cidadezinha se apavoram com a possibilidade de algo pior se materializar, numa vingança do meio ambiente contra a humanidade. Disponível na Globoplay. Um Dia Qualquer | Brasil | 1ª Temporada Depois de passar no canal pago Space, a nova série brasileira chega aos serviços VOD. A produção aborda as milícias do Rio em cinco episódios, que registram 24 horas de violência, drama e corrupção, a partir da jornada de uma mãe em busca da verdade sobre o seu filho desaparecido. Sua única pista é que o jovem foi visto pela última vez com um ex-policial, que atualmente se autodenomina “dono do bairro”. A direção é de Pedro von Krüger, que trabalhou na equipe de câmera dos filmes “Tropa de Elite” e foi diretor de fotografia da série “Tudo ou Nada: Seleção Brasileira”, da Amazon. Ele também assina a história com outros roteiristas, incluindo Leonardo Gudel, que já trabalhou em duas séries criminais: “A Lei e o Crime” e “Acerto de Contas”. Já o elenco destaca Mariana Nunes (“Alemão”), Augusto Madeira (“Bingo, o Rei das Manhãs”), Jefferson Brasil (“Ilha de Ferro”), Tainá Medina (“O Doutrinador”), André Ramiro (“Tropa de Elite”) e Vinícius de Oliveira (o menino agora adulto de “Central do Brasil”). Disponível na Now, Sky Play e Vivo Play.

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  • Etc,  Série

    Joe Ruby (1933 – 2020)

    27 de agosto de 2020 /

    Joe Ruby, o veterano da animação que co-criou o personagem Scooby-Doo, morreu na quarta-feira (26/8) em sua casa em Los Angeles, aos 87 anos. Quatro vezes indicado ao Emmy, Joseph Clemens Ruby começou a carreira desenhando quadrinhos e se tornou animador no Walt Disney Studios. Mas ele achava que animar desenhos dava muito trabalho, então aceitou virar editor e escrever episódios no então nascente estúdio Hanna-Barbera, fundado em 1959 com o projeto pioneiro de fazer desenhos exclusivamente para a TV. Assim, trabalhou em “Zé Colmeia”, “Manda-Chuva”, “Os Flintstones” e “Os Jetsons”, entre outras séries clássicas. O artista conheceu seu parceiro na criação de Scooby-Doo, Ken Spears, quando ambos trabalhavam como editores e escritores da equipe da Hanna-Barbera, assinando histórias de “Space Ghost”, “A Turma da Gatolândia” e “Os Apuros de Penélope Charmosa”. Foi deles a ideia de criar um programa sobrenatural para crianças, que girava em torno de um cachorro dinamarquês falante e seus amigos caçadores de mistérios. Dos 25 episódios da 1ª temporada de “Scooby-Doo, Cadê Você?”, lançados em 1969, apenas quatro não foram concebidos pela dupla. O sucesso do desenho foi tanto que, logo em seguida, o então presidente da programação infantil da CBS, Fred Silverman, contratou Ruby e Spears para supervisionarem a programação de desenhos animados da rede nas manhãs de sábado. Eles repetiram o trabalho também na ABC, quando o executivo mudou de canal, em 1975. Paralelamente, escreveram diversos episódios de “Josie e as Gatinhas”, “Fantasminha Legal”, “O Urso do Cabelo Duro” e criaram alguns dos desenhos mais famosos da Hanna-Barbera, como “Capitão Caverna e as Panterinhas”, “Dinamite, o Bionicão” e “Tutubarão”. Na segunda metade dos anos 1970, fundaram sua própria produtora, a Ruby-Spears Productions que também lançou séries live-action, como “Se meu Buggy Falasse” (Wonderbug), “O Menino Selvagem” (Bigfoot and Wildboy) e “Electra Woman & Dyna Girl”, todas criadas pela dupla. Mas as produções não repetiram o mesmo sucesso dos desenhos e a empresa acabou comprada em 1981 pela Taft, que então era proprietária da Hanna-Barbera. Ruby também escreveu um filme de terror, “Distorcido no Inferno” (1995), e dois anos depois ainda ajudou a criar o visual de “Johnny Bravo” para o Cartoon Network.

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