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    Indicação de Christopher Plummer, substituindo Kevin Spacey, é maior surpresa do Globo de Ouro

    11 de dezembro de 2017 /

    A maior surpresa da lista de indicados do Globo de Ouro 2018 não foi o terror “Corra!” ser indicado como Melhor Comédia/Musical, mas a inclusão de Christopher Plummer na disputa do troféu de Melhor Ator Coadjuvante. Isto porque o astro veterano filmou sua participação em “Todo o Dinheiro do Mundo” em poucos dias e apenas após a produção voltar para refilmagens. Ele entrou no filme de última hora para substituir o ator Kevin Spacey, envolvido num escândalo sexual. A solução dispendiosa envolveu não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E o diretor Ridley Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro nos Estados Unidos. A grande ironia é que Plummer tinha sido a escolha original do diretor para o papel, mas a Sony pressionou por Spacey, um ator mais “atual”. A Associação de Imprensa Estrangeira em Hollywood foi a primeira entidade organizadora de prêmios de cinema a assistir a versão final do filme com o novo ator. Ao falar sobre o papel, Plummer defendeu seu trabalho: “Não é uma substituição”. “De um jeito curioso, tudo recomeçou do zero e, por causa disso, é naturalmente diferente”, disse o astro de 87 anos. Plummer ainda comentou as denúncias de assédio sexual contra Spacey. “Toda a situação é muito triste, porque ele é um cara muito talentoso. As circunstâncias são tristes”. “Todo o Dinheiro do Mundo” ainda concorre ao Globo de Ouro em mais duas categorias: Melhor Atriz, com Michelle Williams, e Melhor Direção, com Ridley Scott. O fato de Scott aparecer na lista é outro dado de arrepiar, já que o diretor filmou “Todo o Dinheiro do Mundo” a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque queria chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta: a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”), que estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Plummer), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil está marcada para 25 de janeiro.

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    Novo filme internacional de José Padilha ganha primeiro trailer com tensão, política e tiroteios

    7 de dezembro de 2017 /

    A Focus Features divulgou o trailer de “7 Days in Entebbe”, segundo filme internacional dirigido por José Padilha (“Tropa de Elite”) – após estrear em Hollywood com o remake de “RoboCop” (2014) e fazer sucesso com a série “Narcos”. A nova produção também é uma espécie de remake, pois é a quarta filmagem da história, que já rendeu um filme israelense, “Operação Thunderbolt” (1977), com direção de Menahem Globus (dono do estúdio Cannon), além dos telefilmes americanos “Resgate Fantástico” (1976), estrelado por Charles Bronson (“Desejo de Matar”) e dirigido por Irvin Kershner (“O Império Contra-Ataca”), e “Vitória em Entebbe” (1976), com Kirk Douglas (“Spartacus”) e Linda Blair (“O Exorcista”). A trama dramatiza uma das missões de resgate e combate ao terror mais famosas de todos os tempos: o salvamento dos passageiros de um voo da Air France vindo de Tel Aviv, que teve sua trajetória desviada para Entebbe, em Uganda, por quatro sequestradores (dois palestinos e dois alemães) em 1976. Ameaçando matar a tripulação e os israelenses presentes no voo, os terroristas exigiam a libertação de dezenas de palestinos aprisionados por Israel, e contavam com o apoio do ditador de Uganda, Idi Amin Dada. Em resposta, o governo israelense mobilizou uma tropa de elite, composta por 100 combatentes, que invadiu o aeroporto, enfrentou o exército ugandense, matou os sequestradores e libertou os passageiros, deixando um saldo de 53 mortos. Entre as baixas, contam-se apenas três passageiros e um único militar israelense, justamente o comandante da invasão, Yonatan Netanyahu, irmão do atual Primeiro Ministro de Israel Benjamin Netanyahu. Toda a ação durou menos que a metragem da produção: 90 minutos. O roteiro está a cargo do britânico Gregory Burke (de “71: Esquecido em Belfast”) e o elenco destaca os atores Daniel Bruhl (“Capitão América: Guerra Civil”) e Rosamund Pike (“Garota Exemplar”) como terroristas alemães, Nonso Anozie (série “Zoo”) como Idi Amin, Angel Bonanni (série “Absentia”) como Netanyahu e Eddie Marsan (série “Ray Donovan”) como político israelense. A estreia está marcada para 16 de março nos Estados Unidos e apenas em maio no Brasil.

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  • Filme

    Christopher Plummer substitui Kevin Spacey nos novos pôsteres de Todo o Dinheiro do Mundo

    1 de dezembro de 2017 /

    A Sony divulgou quatro pôsteres de “Todo o Dinheiro do Mundo” (All The Money In The World), que destacam individualmente os personagens, incluindo Christopher Plummer (vencedor do Oscar por “Toda Forma de Amor”) no papel de John Paul Getty. Plummer entrou no filme na pós-produção, como substituto de Kevin Spacey (série “House of Cards”), que se envolveu num escândalo sexual. A solução dispendiosa envolveu não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro nos Estados Unidos. A grande ironia é que Plummer tinha sido a escolha original do diretor para o papel, mas a Sony pressionou por Spacey, um ator mais “atual”. Para complicar, Ridley Scott filmara “Todo o Dinheiro do Mundo” a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque queria chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta: a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”), que estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Plummer), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil já estava marcada para 2018, em 25 de janeiro, com distribuição da Diamond Filmes.

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  • Filme

    Todo o Dinheiro do Mundo: Novo comercial troca Kevin Spacey por Christopher Plummer

    29 de novembro de 2017 /

    A Sony divulgou o primeiro comercial de “Todo o Dinheiro do Mundo” (All The Money In The World) após a substituição de Kevin Spacey (série “House of Cards”) por Christopher Plummer (vencedor do Oscar por “Toda Forma de Amor”). Sem procurar esconder a mudança, a prévia até dá mais destaque ao trabalho do novo ator. A substituição de Spacey, que se envolveu num escândalo sexual, foi feita após a produção estar finalizada. A solução dispendiosa envolveu não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro nos Estados Unidos. A grande ironia é que Plummer tinha sido a escolha original do diretor para o papel, mas a Sony pressionou por Spacey, um ator mais “atual”. Para complicar, Ridley Scott filmara “Todo o Dinheiro do Mundo” a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque queria chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta: a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”), que estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Plummer), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil já estava marcada para 2018, em janeiro, com distribuição da Diamond Filmes.

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  • Filme

    Todo o Dinheiro do Mundo ganha novos pôsteres sem Kevin Spacey

    19 de novembro de 2017 /

    A Sony divulgou dois novos pôsteres de “Todo o Dinheiro do Mundo” (All The Money In The World), que substituem o nome do ator Kevin Spacey (série “House of Cards”) pelo de Christopher Plummer (vencedor do Oscar por “Toda Forma de Amor”). A substituição de Spacey, que se envolveu num escândalo sexual, foi feita após a produção estar finalizada. A solução dispendiosa envolveu não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro nos Estados Unidos. A grande ironia é que Ridley Scott já tinha rodado o filme a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque precisava chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta. A minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”) estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Plummer), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil já tinha sido marcada para 2018, em janeiro, com distribuição da Diamond Filmes.

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  • Série

    Trust: Minissérie sobre mesma história do filme Todo o Dinheiro do Mundo ganha teaser

    15 de novembro de 2017 /

    O canal pago americano FX divulgou o primeiro teaser de “Trust”, minissérie que conta a mesma história do tumultuado filme “Todo o Dinheiro do Mundo”. A prévia mostra o ator Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”) como o bilionário John Paul Getty, mesmo papel que seria desempenhado por Kevin Spacey (série “House of Cards”) no filme. Na verdade, o diretor Ridley Scott correu para filmar seu longa em tempo recorde por causa da produção televisiva, mas acabou esbarrando num escândalo sexual e, com medo de um adiamento, decidiu refilmar as cenas de Spacey, após a produção estar finalizada, com Christopher Plummer (vencedor do Oscar por “Toda Forma de Amor”) em seu lugar. “Trust” também foi desenvolvida por um diretor inglês consagrado: Danny Boyle, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008). A minissérie é uma nova parceria do diretor com o roteirista Simon Beaufoy, que fizeram juntos o filme citado e também “127 Horas” (indicado ao Oscar em 2011). Ambientada em 1973, a trama inicia quando o jovem John Paul Getty III é sequestrado em Roma e um resgate de milhões de dólares é exigido. O problema é que a família não demonstra tanto interesse em conseguir o rapaz de volta: John Paul, avô do jovem, se recusa a liberar a quantia e argumenta que se pagasse um centavo para os sequestradores, em breve teria outros parentes sequestrados. Como o pai do sequestrado, envolvido em drogas, também não responde aos telefonemas dos sequestradores, sobra para mãe do rapaz, quebrada financeiramente, negociar sua vida. Beaufoy escreveu e Boyle assina a direção de todos os 10 episódios da atração. Além de Sutherland, o elenco ainda inclui Hilary Swank (“Logan Lucky – Roubo em Família”) e Brendan Fraser (“A Múmia”) – nos papéis que no cinema serão vividos por Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”) e Michael Wahlberg (“O Dia do Atentado”). A minissérie ainda não teve a data de estreia confirmada, mas a expectativa era de um lançamento no começo de 2018.

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    Ridley Scott decide tirar Kevin Spacey de Todo o Dinheiro do Mundo com o filme já pronto para a estreia

    9 de novembro de 2017 /

    Diante da perspectiva de ter o lançamento de “Todo o Dinheiro do Mundo” adiado indefinidamente, devido à participação do ator Kevin Spacey, que se envolveu num escândalo sexual, o diretor Ridley Scott tomou uma decisão sem precedentes. Vai apagar Spacey do filme, por meio de sua substituição por outro ator. A solução é dispendiosa, já que envolve não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro. O escolhido para substituir Spacey foi Christopher Plummer, vencedor do Oscar por “Toda Forma de Amor” (2010). O intérprete veterano tinha sido a primeira escolha de Scott, mas a Sony queria um nome mais célebre e o vetou, optando por Spacey. Scott vai refilmar as cenas do filme com Plummer e os principais atores da produção. Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) e Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), ambos já concordaram em voltar ao trabalho. Mas para economizar tempo e dinheiro, Scott vai inserir digitalmente o rosto de Plummer sobre o de Spacey em várias cenas externas, rodadas em locações na Europa e Oriente Médio. Ele já tinha feito isso quando a tecnologia não era tão avançada. O ator inglês Oliver Reed sofreu um ataque cardíaco e morreu algumas semanas antes de rodar suas cenas finais no filme “Gladiador”. Scott filmou outro ator e aplicou digitalmente o rosto de Reed, extraído de cenas anteriores, sobre o figurante. Ele acabou vencendo o Oscar de Melhor Direção. Caso Scott volte a obter êxito, sua ideia vai aumentar a pressão sobre os atores, que passarão a ser facilmente substituídos em caso de confusões ou escândalos. A grande ironia é que Ridley Scott já tinha rodado o filme a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque precisava chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta. A minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”) estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Spacey), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. A estreia no Brasil já tinha sido marcada para 2018, em janeiro, com distribuição da Diamond Filmes.

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    Novo filme de Ridley Scott estrelado por Kevin Spacey pode ser adiado indefinidamente

    6 de novembro de 2017 /

    “Todo o Dinheiro do Mundo” (All The Money In The World), o novo filme de Ridley Scott (“Alien: Covenant”), não deve mais chegar aos cinemas neste ano. Segundo o site da revista Variety, a Sony já cancelou a première do filme e deve tirá-lo de seu cronograma de lançamentos, visando, na melhor das hipóteses, lançá-lo ao longo de 2018. O adiamento se deve ao escândalo sexual que envolve um de seus protagonistas, o ator Kevin Spacey (série “House of Cards”), que apareceu irreconhecível no trailer liberado, sob maquiagem de envelhecimento. A grande ironia é que Ridley Scott rodou o filme a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque precisava chegar aos cinemas antes de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta. A minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”) estreia em janeiro no canal pago FX. Antes ameaçada por “Todo o Dinheiro do Mundo”, os papéis se inverteram e agora a produção televisiva é que pode inviabilizar o êxito do filme. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Spacey), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. A história é real e o elenco do filme também destaca participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil já tinha sido marcada para 2018, em janeiro, com distribuição da Diamond Filmes. Resta saber se esta data será mantida ou se acompanhará o adiamento indefinido dos Estados Unidos.

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    Diretor de Mundo Cão vai filmar história conturbada do assassinato do prefeito Celso Daniel

    29 de setembro de 2017 /

    O sucesso de “Polícia Federal – A Lei É para Todos” começa a trazer novos filmes de crimes políticos aos cinemas. O diretor Marcos Jorge (de “Estômago” e “Mundo Cão”) prepara outra obra sobre um vespeiro, o filme “Quem Matou Celso Daniel”, longa de ficção baseado no assassinato do então prefeito de Santo André em 2002. Segundo a revista Veja, a produtora Escarlate comprou os direitos autorais do livro “Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado”, que conta com capítulos sobre o crime. A obra é de autoria do ex-secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Junior, que participou das investigações, em depoimento ao jornalista Claudio Tognolli. O assassinato de Celso Daniel também entrou na pauta da Operação Lava-Jato. Para quem não lembra, Celso Daniel foi assassinado em janeiro de 2002, quando começava a coordenar a campanha presidencial do então candidato Lula da Silva. Foi arrancado por seus algozes de um carro dirigido pelo seu segurança, Sergio Soares da Silva, o Sombra, e morto depois de ser sequestrado e torturado. Em julho daquele ano, a Polícia Civil de São Paulo encontrou os assassinos de Daniel, uma quadrilha comandada por Ivan Rodrigues da Silva, conhecido como Monstro, que atuava na favela Pantanal, na divida de Diadema. O suspeito já era conhecido da Divisão Anti-Sequestro da polícia, por outros crimes similares cometidos nos anos anteriores, e a polícia concluiu que se tratava de um crime de sequestro para obtenção de dinheiro. O assunto, porém, não se encerrou ali. Além de ser ligado ao PT, Celso Daniel, que foi prefeito de Santo André três vezes, era próximo do empresário Ronan Maria Pinto – preso pela Lava-Jato – que estaria ligado a um esquema de extorsão em empresas de ônibus da região. Um esquema do qual Daniel poderia ter conhecimento, o que implicaria o PT, pois o partido se beneficiaria dos recursos desviados. Ronan Maria Pinto foi considerado culpado por ter recebido propina de RS$ 6 milhões em 2004, por intermédio do pecuarista João Carlos Bumlai, amigo de Lula, a pedido do PT, valor com o qual comprou o jornal Diário do Grande ABC. A tese da força tarefa da Lava Jato é que o dinheiro teria sido pago pelo partido para ele não revelar detalhes da morte de Daniel, que implicariam o PT. Devido a essa transação, o juiz Sergio Moro o condenou a cinco anos de prisão por lavagem de dinheiro. A tese de que o assassinato de Daniel podia se tratar de uma “queima de arquivo” foi levantada no mesmo ano da sua morte por seu irmão João Francisco, para quem o crime eliminaria uma provável testemunha dos casos de corrupção entre empresas de ônibus do ABC. Vale observar que, no livro que será adaptado, Tuma Júnior lembra ter sido vítima de uma campanha do governo Lula ao se recusar a pôr em prática os métodos de alguns figurões do PT. Os retratos que pinta do ex-Presidente e seus Ministros são devastadores. O filme está previsto para chegar aos cinemas em 2019 e será distribuído pela Downtown Filmes.

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    O Fantasma da Sicília transforma o horror da realidade em fábula

    28 de setembro de 2017 /

    O ponto de partida do filme “O Fantasma da Sicília” não poderia ser mais ancorado na realidade. Aborda o sequestro e morte, com requintes de crueldade, do adolescente Giuseppe (Gaetano Fernandez), de 13/14 anos, por ser filho de um membro da máfia siciliana que se converteu em informante da polícia, fato real ocorrido numa pequena cidade da região nos anos 1990, que deixou a comunidade inteira amedrontada e sob o jugo da Cosa Nostra. A forma como essa história é trabalhada pelos diretores Fabio Grassadonia e Antonio Piazza conduz ao terreno da fábula, em que a fantasia, a imaginação e o desejo se mesclam de tal maneira aos fatos que tudo se torna indistinguível. Da mesma forma, o tempo não é o tempo real dos acontecimentos, mas o que habita o psiquismo dos personagens, em especial o da pequena Luna (Julia Jedlikowska), amiga adolescente de Giuseppe e candidata a ser sua namorada, que não se conforma com seu desaparecimento. É por meio dela que vivemos a perplexidade da perda, acoplada à fantasia afetiva, amorosa, do despertar do desejo, e à raiva pela ausência de respostas efetivas por parte das pessoas com quem ela convive, em casa, na escola, na rua. Na imaginação, contudo, as coisas acontecem, ou poderiam acontecer, se os ditames da realidade não se impusessem, inexoravelmente. A violência do real se opõe à fantasia, seja como desejo de amor e interação, seja como meio de escape e salvação. “O Fantasma da Sicília” apresenta um esmero técnico, na construção dos planos e sequências, na colocação da câmera, nos belos enquadramentos, nas locações e nos efeitos que cria, buscando transmitir o clima fantasmagórico e de suspense, que foi o caminho escolhido para refletir sobre uma questão tão dolorosa. O som tem um papel fundamental nisso. Ele é marcante em todas as cenas, trazendo elementos que nos permitem viver emocionalmente a tragédia de Giuseppe e de Luna. A música é parte dessa sonoridade, sem se destacar como tal. E o silêncio acaba sendo muito notado e intenso, quando aparece. Um bom elenco sustenta essa narrativa convincentemente. O ritmo do filme é lento e a intensidade das emoções baixa, o que acaba por acentuar a força e o significado do que está sendo mostrado na tela. Um bom trabalho do cinema italiano atual, dos diretores que estrearam com o premiado “Salvo” (2013).

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    Todo o Dinheiro do Mundo: Novo filme de Ridley Scott ganha pôster nacional e trailer legendado

    20 de setembro de 2017 /

    A Diamond Films divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Todo o Dinheiro do Mundo” (All The Money In The World), novo filme de Ridley Scott (“Alien: Covenant”). A trama sobre o rapto real do herdeiro da maior fortuna do mundo é apresentada de forma brilhante, com o ritmo da ação acompanhando as batidas de uma versão remix de “Time of the Season”, clássico da banda The Zombies, em meio a um clima tenso e grandes interpretações, especialmente de Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”) e de um irreconhecível Kevin Spacey (série “House of Cards”). O filme dramatiza o famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Williams), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Spacey), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. As filmagens começaram em maio na Itália e atualmente o longa está em pós-produção acelerada, visando chegar aos cinemas já em dezembro. A pressa tem dois objetivos: buscar indicações ao Oscar e evitar a concorrência de outro projeto sobre a mesma história, a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”), que estreia em janeiro no canal pago FX. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.

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    Trailer do novo filme de Ridley Scott impacta com tensão e grandes interpretações

    15 de setembro de 2017 /

    A Sony divulgou o pôster e o primeiro trailer “All The Money In The World”, novo filme de Ridley Scott (“Alien: Covenant”), sobre o rapto real do herdeiro da maior fortuna do mundo. Editada de forma brilhante, com seu ritmo acompanhando as batidas de uma versão remix de “Time of the Season”, clássico da banda The Zombies, a prévia revela um clima tenso e grandes interpretações, especialmente de Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”) e de um irreconhecível Kevin Spacey (série “House of Cards”). O filme dramatiza o famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Williams), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Spacey), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. As filmagens começaram em maio na Itália e atualmente o longa está em pós-produção acelerada, visando chegar aos cinemas já em dezembro. A pressa tem dois objetivos: buscar indicações ao Oscar e evitar a concorrência de outro projeto sobre a mesma história, a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”), que estreia em janeiro no canal pago FX. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.

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    Novo filme de Ridley Scott ganha primeira foto com Michelle Williams e Mark Wahlberg

    12 de agosto de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou a primeira foto de “All The Money In The World”, novo filme de Ridley Scott (“Alien: Covenant”). A imagem traz Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”) e Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) cercados por uma parede viva de microfones. O filme vai dramatizar o famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Williams), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr, considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar aos raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O papel de Wahlberg é o de Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores. Por sua vez, John Paul Getty Sr tem interpretação de Kevin Spacey (série “House of Cards”) e o menino é vivido por Charlie Plummer (“O Jantar”). As filmagens começaram em maio na Itália e a produção está acontecendo em ritmo acelerado, visando chegar aos cinemas já em dezembro. A pressa é para evitar a concorrência de outro projeto sobre a mesma história, a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”), que estreia em janeiro no canal pago FX.

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