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  • Filme

    Roteiristas de Jumanji vão transformar mangá One Punch Man em filme

    21 de abril de 2020 /

    A Sony anunciou que o mangá “One Punch Man” vai virar filme live-action com roteiro de Scott Rosenberg e Jeff Pinkner, dupla responsável pelas franquias “Jumanji” e “Venom”, dois dos maiores sucessos comerciais do estúdio. “One Punch Man” foi lançado em 2009 como uma história em quadrinhos publicada na web pelo artista japonês ONE e se concentra em um super-herói chamado Saitama, que pode derrotar qualquer inimigo com um único soco. Logo ele fica entediado e procura um desafio maior. Em 2012, ONE fechou com a editora Jump Next e se juntou ao artista Yusuke Murata para publicar “One Punch Man” no formato tradicional dos mangás. A publicação chegou ao mercado internacional em 2015 e também já foi adaptada como anime e rendeu vários games. A versão anime de “One Punch Man” está disponível no Brasil em streaming, nas plataformas Netflix (dublado e legendado) e Crunchyroll (somente legendado).

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  • Série

    Citadel: Astros de Bodyguard e Quantico vão estrelar série dos diretores de Vingadores: Ultimato

    18 de janeiro de 2020 /

    Os atores Richard Madden (“Bodyguard”) e Priyanka Chopra Jonas (“Quantico”) vão estrelar “Citadel”, nova série produzida pelos Irmãos Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”). Em desenvolvimento na Amazon, “Citadel” é um thriller de espionagem que pretende lançar derivados em outros países, como México, Índia e Itália. O projeto foi anunciado pela primeira vez em julho de 2018 por Jennifer Salke, presidente do Amazon Studios, como “a primeira franquia de televisão verdadeiramente global”. A trama parte de um complô de espionagem internacional que se desdobrará num universo de spin-offs, focando em produções regionais “múltiplas e interligadas” Além de produzir, Joe e Anthony Russo devem dirigir o piloto da 1ª temporada, que foi escrito pelas duplas Josh Appelbaum e André Nemec (de “Missão: Impossível, Protocolo Fantasma”) e Jeff Pinkner e Scott Rosenberg (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”). A série ainda não tem previsão de estreia.

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  • Etc,  Série

    John Cho sofre grave acidente nas gravações da série Cowboy Bebop

    18 de outubro de 2019 /

    O ator John Cho (o Sulu de “Star Trek”) sofreu um grave acidente nas gravações da série “Cowboy Bebop”, que aconteciam na Nova Zelândia. Detalhes do acidente não foram revelados, embora tenha acontecido há quase duas semanas. A notícia se tornou pública porque o ator foi trazido para Los Angeles para passar por uma cirurgia. Apesar da aparente gravidade, ele não corre risco de vida. O problema seria em seu joelho, e Cho precisará passar por extensa reabilitação para voltar a andar normalmente. Fontes ouvidas pelo site Deadline descreveram a lesão como um acidente bizarro que aconteceu na última tomada de uma cena de rotina e bem ensaiada. Por conta disso, as gravações de “Cowboy Bebop” foram interrompidas e só serão retomadas no segundo semestre de 2020. O novo cronograma da produção só será definido quando o estado de saúde de Cho, que interpreta o protagonista Spike Spiegel, estiver claro. A Netflix poderia optar por substituir o ator, pois nenhum episódio chegou a ser finalizado, mas a plataforma estaria comprometida com Cho. “Nossos pensamentos estão com John e ele tem nosso total apoio enquanto se recupera dessa lesão”, disse um porta-voz da Netflix em comunicado. “Cowboy Bebop” é um anime cultuadíssimo, que estreou no Japão em 1998, contando as aventuras de um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop atrás de criminosos perigosos no ano de 2071. Originalmente, a versão americana ia ser um filme, que entrou em desenvolvimento na década passada, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. No projeto de 2009, Keanu Reeves viveria o protagonista Spike Spiegel, mas a produção foi abandonada pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões – segundo revelou o ator. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”) e conta com o diretor do anime, Shinichiro Watanabe, como consultor da produção. Além de Cho no papel principal, a série inclui Elena Satine (a Dreamer de “The Gifted”) no papel de Julia, Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”) como Faye Valentine, Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet, e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. Mas apenas o cachorro corgi, que complementa o elenco, reflete o visual dos personagens nos desenhos originais. A 1ª temporada terá dez episódios, que agora só devem estrear em 2021.

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  • Série

    Cowboy Bebop: Vídeo revela bastidores da produção da série live-action inspirada no anime clássico

    7 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou o primeiro vídeo de bastidores da produção da série live-action baseada no anime “Cowboy Bebop”. O vídeo registra a chegada ao estúdio e a primeira leitura coletiva do roteiro, sob a perspectiva de um cachorro da raça corgi, que “interpreta” um dos personagens da atração, Ein. O cachorro é um dos membros da tripulação da nave Bebop. Os demais são John Cho (“Procurando…”), que irá interpretar o protagonista da série, Spike Spiegel, Elena Satine (a Dreamer de “The Gifted”) no papel de Julia, Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”) como Faye Valentine, Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet, e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. Detalhe: só a “escalação” do cachorro reflete o visual dos personagens originais. “Cowboy Bebop” é um anime cultuadíssimo, que estreou no Japão em 1998, contando as aventuras de um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop atrás de criminosos perigosos no ano de em 2071. Após o fim da série, os personagens ainda apareceram num longa de animação, “Cowboy Bebop: O Filme”, em 2001. Originalmente, a versão americana ia ser um filme, que entrou em desenvolvimento na década passada, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. No projeto de 2009, Keanu Reeves viveria Spike Spiegel, mas a produção foi abandonada pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões – segundo revelou o ator. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”) e conta com o diretor do anime, Shinichiro Watanabe, como consultor da produção. A 1ª temporada terá dez episódios, mas ainda não há previsão para sua estreia. Really hoping the entire season of Cowboy Bebop is shot in Corgi-Vision. #CowboyBebop pic.twitter.com/C42CLwYswa — ?? NheX ?? (@NXOnNetflix) October 7, 2019

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  • Série

    Atriz de The Gifted entra na série live-action de Cowboy Bebop

    23 de agosto de 2019 /

    A Netflix anunciou mais um integrante do elenco da série live-action baseada no anime “Cowboy Bebop”. A atriz Elena Satine (a Dreamer de “The Gifted”) irá interpretar Julia, uma femme fatale que se torna objeto de desejo de Spike Spiegel, graças à sua beleza sensual e à sua voz encantadora. A escolha de Satine não reflete a aparência da personagem na série animada japonesa. Ela vai contracenar com o ator John Cho (“Procurando…”), que irá interpretar o protagonista da série, Spike Spiegel. Por sinal, é outra escalação inusual, já que o ator é sul-coreano e vai interpretar um japonês – pela segunda vez, já que também vive o Sr. Sulu na franquia cinematográfica “Star Trek”. Pior que isso, outra personagem importante deixou de ser asiática na série. Nascida em Singapura na animação, Faye Valentine será interpretada pela latina Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”), que também não se parece nada com a icônica heroína. Os demais atores confirmados são Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet, braço direito mortal de Spike, e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. O ator de Radical Ed, protagonista que falta, ainda está em fase de seleção. “Cowboy Bebop” é um anime cultuadíssimo, que estreou no Japão em 1998, contando as aventuras de um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop atrás de criminosos perigosos no ano de em 2071. Após o fim da série, os personagens ainda apareceram num longa de animação, “Cowboy Bebop: O Filme”, em 2001. A versão americana ia originalmente ser um filme, que entrou em desenvolvimento na década passada, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. No projeto de 2009, Keanu Reeves viveria Spike Spiegel, mas a produção foi abandonada pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões – segundo revelou o ator. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”), o que deve garantir a manutenção do humor irônico do desenho original. Além disso, o diretor do anime Shinichiro Watanabe será um consultor da produção. A 1ª temporada terá dez episódios, mas ainda não há previsão para sua estreia.

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  • Série

    Ator de Star Trek vai estrelar série baseada no anime Cowboy Bebop

    4 de abril de 2019 /

    A Netflix anunciou os primeiros nomes do elenco da série live-action baseada no anime (desenho animado japonês) clássico e cultuadíssimo “Cowboy Bebop”, inclusive quem viverá o protagonista Spike Spiegel. O papel principal ficou com John Cho (“Buscando…”). Será a segunda vez que o ator, que é sul-coreano, é escalado para viver um “japonês” por Hollywood. Ele também é o intérprete do Sr. Sulu na franquia cinematográfica “Star Trek”. Mas há uma ironia na nova escalação. Apesar de nascido em Marte, Spike tem um sobrenome alemão, adotado por muitas famílias judias. Mesmo assim, será vivido por um ator asiático na série. A contratação de Cho pode ser decorrência das várias reclamações de fãs contra o embranquecimento de personagens de animes nas adaptações americanas. Em compensação, outra personagem importante deixou de ser asiática na série. Nascida em Singapura na animação, Faye Valentine será interpretada por Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”), que não se parece nada com a icônica femme fatale. Os demais atores anunciados foram Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet, braço direito mortal de Spike, e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. O ator de Radical Ed, protagonista que falta, ainda está em seleção. “Cowboy Bebop” inspirou um verdadeiro culto desde que estreou no Japão em 1998. A série animada acompanhava um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop em 2071, atrás de criminosos perigosos. Após o fim da série, os personagens ainda apareceram num longa de animação, “Cowboy Bebop: O Filme”, em 2001. A versão americana ia originalmente ser um filme, que entrou em desenvolvimento na década passada, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. Mas o roteiro assustou o estúdio. Em 2009, Keanu Reeves, que iria estrelar o longa como o icônico Spike Spiegel, contou que a produção foi abandonada pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”), o que deve garantir a manutenção do humor irônico do desenho original. Além disso, o diretor do anime Shinichiro Watanabe será um consultor da produção. A 1ª temporada terá dez episódios, mas ainda não há previsão para sua estreia.

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  • Filme

    Netflix anuncia produção de série live-action baseada no anime Cowboy Bebop

    28 de novembro de 2018 /

    A Netflix anunciou que vai lançar uma série em live-action baseada no anime (desenho animado) clássico e cultuadíssimo “Cowboy Bebop”. O projeto é antigo, mas seu destino é novidade. “Acho que é hora de anunciar que ‘Cowboy Bebop’, a série em live-action, está indo para a Netflix”, revelou o Twitter oficial da plataforma de streaming, com um vídeo que não entregou detalhes da atração. “Cowboy Bebop” inspirou um verdadeiro culto desde que estreou no Japão em 1998. Em 26 episódios, a série animada acompanhava um grupo de caçadores de recompensa que viaja na espaçonave Bebop, em 2071, atrás de criminosos perigosos. Após o fim da série, os personagens ainda apareceram num longa de animação, “Cowboy Bebop: O Filme”, em 2001. A versão americana ia originalmente ser um filme, que entrou em desenvolvimento há pelo menos uma década, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. Mas o roteiro assustou o estúdio. Em 2009, Keanu Reeves, que iria estrelar o longa como o icônico Spike Spiegel, contou que a Fox suspendeu a produção pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi criada pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”), o que deve garantir a manutenção do humor irônico do desenho original. Além disso, o diretor da anime Shinichiro Watanabe será um consultor da produção. A 1ª temporada terá dez episódios, mas ainda não há cronograma de produção nem previsão para sua estreia. Veja abaixo o anúncio original e a “versão otaku brasileira”. Guess it’s time to announce that Cowboy Bebop, the live-action series, is heading to @Netflix. pic.twitter.com/bKe0d8EKoH — NX (@NXOnNetflix) 28 de novembro de 2018 Meu coração otaku está em festa. Em breve, uma série live-action de Cowboy Bebop! pic.twitter.com/frVbkumKzj — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) November 28, 2018

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  • Série

    Série Zoo é cancelada após três temporadas e fica sem final

    24 de outubro de 2017 /

    A rede americana CBS anunciou o cancelamento da série “Zoo” após três temporadas. A atração vinha de sua melhor fase, assumindo um viés pós-apocalíptico, e foi interrompida num cliffhanger, ficando sem final. Quando a série iniciou – e os episódios eram mais fraquinhos – , chegou a liderar a audiência do verão americano. A média da temporada inaugural foi de 6 milhões de telespectadores. Já a 2ª temporada foi sintonizada por 4,4 milhões. Mas este número caiu para quase metade no terceiro ano, visto por 2,6 milhões – bem menos que os 3,5 milhões de “Salvation”, que foi renovada. Baseado no livro homônimo escrito pela dupla James Patterson (autor de “Beijos que Matam”) e Michael Ledwidge, sobre uma onda de violentos ataques animais que acontecem em todo o planeta, a série acompanhava os esforços de um grupo díspar (uma jornalista, um veterinário, um guia de safari, etc) que tentava impedir o apocalipse. A última temporada apresentou um salto temporal de uma década, mostrando uma mutação animal capaz de levar a humanidade à extinção. A série era uma criação de Jeff Pinkner, Josh Appelbaum e Andre Nemec, que trabalharam juntos em “Alias”. Desde o fim daquela produção em 2006, o trio alçou voos ambiciosos no cinema. Appelbaum e Nemec assinaram o roteiro de “Missão Impossível: Protocolo Fantasma” (2011) e de “As Tartarugas Ninja” (2014), enquanto Pinkner escreveu “O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro” (2014). O trio escreveu o piloto em parceria com Scott Rosenberg (“Con Air – A Rota da Fuga”) e os quatro ainda dividem a produção da série com o cineasta James Mangold (“Wolverine – Imortal”). O elenco, por sua vez, trazia James Wolk (Série “Mad Men”), Billy Burke (série “Revolution”), Nonso Anozie (série “Dracula”), Kristen Connolly (série “House of Cards”), Alyssa Diaz (série “Ray Donovan”), Josh Salatin (minissérie “Show Me a Hero”), Ken Olin (série “Brothers & Sisters”) e, na última temporada, Gracie Dzienny (série “Supah Ninjas”) e Athena Karkanis (série “The Expanse”).

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  • Série

    O cultuado anime Cowboy Bebop vai virar série americana

    7 de junho de 2017 /

    O projeto de adaptação americana do cultuado anime “Cowboy Bebop” voltou à tona, com a contratação do roteirista Christopher Yost (do vindouro “Thor: Ragnarok”) para desenvolver a história. Há tempos cogitado como uma franquia cinematográfica, a produção será uma série com atores reais. “Cowboy Bebop” inspirou um verdadeiro culto desde que estreou no Japão em 1998. Em 26 episódios, o desenho acompanhava um grupo de caçadores de recompensa que viaja na espaçonave Bebop, em 2071, atrás de criminosos perigosos. Após o fim da série, os personagens ainda apareceram num longa de animação, “Cowboy Bebop: Tengoku no Tobira”, em 2001. A versão americana está em desenvolvimento há uma década, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. Mas a primeira versão do roteiro assustou o estúdio. Em 2009, Keanu Reeves, que iria estrelar o longa como o icônico Spike Spiegel, contou que a Fox suspendeu a produção pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões. A nova encarnação está em desenvolvimento num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. “Estamos empolgados em trabalhar com o Sunrise para trazer esse amado anime aos EUA e ao mercado global como uma série de atores reais”, disse Marty Adelstein, proprietário do Tomorrow Studios, em comunicado. “A versão animada há muito ressoou com o público em todo o mundo, e com a manutenção da popularidade do anime, acreditamos que uma versão live action terá um impacto incrível hoje”, completou. A expectativa é que o roteiro do piloto seja finalizado antes de ser oferecido para canais e serviços de streaming. Vale observar que o roteirista Christopher Yost começou sua carreira escrevendo animações. Foi ele quem criou X-23, a personagem que se destacou no filme “Logan” (2017). Mas depois foi responsável pelo pior filme da Marvel, “Thor: O Mundo Sombrio” (2013), e pela adaptação trash de “Max Steel” (2016).

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  • Série

    Série Zoo é renovada para sua 3ª temporada

    10 de agosto de 2016 /

    A rede americana CBS anunciou a renovação de “Zoo” para sua 3ª temporada. A notícia foi revelada pela emissora durante evento da TCA (Associação da Crítica de TV dos EUA). Atualmente na metade de sua 2ª temporada, a série vem perdendo audiência a cada novo episódio exibido. Abriu com 5,1 milhões de telespectadores em junho e o capítulo mais recente, que foi ao ar na segunda (9/8), rendeu sintonia de apenas 3,6 milhões. A média da temporada inaugural foi de 6 milhões de telespectadores. A série adapta o livro homônimo escrito pela dupla James Patterson (autor de “Beijos que Matam”) e Michael Ledwidge, sobre uma onda de violentos ataques animais que acontecem em todo o planeta. À medida que os ataques se tornam mais coordenados e ferozes, um equipe de investigadores e cientistas assume a missão de solucionar o mistério, descobrindo se tratar de uma ameaça de proporções apocalípticas para a humanidade. A atração foi desenvolvida pelos roteiristas Jeff Pinkner, Josh Appelbaum e Andre Nemec, que trabalharam juntos na série de espionagem “Alias”. Desde o fim daquela produção em 2006, o trio alçou voos ambiciosos no cinema. Appelbaum e Nemec assinaram o roteiro de “Missão Impossível: Protocolo Fantasma” (2011) e de “As Tartarugas Ninja” (2014), enquanto Pinkner escreveu “O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro” (2014). O trio escreveu o piloto em parceria com Scott Rosenberg (“Con Air – A Rota da Fuga”) e os quatro dividem a produção da série com o cineasta James Mangold (“Wolverine – Imortal”). O elenco, por sua vez, traz James Wolk (Série “Mad Men”), Billy Burke (série “Revolution”), Nonso Anozie (série “Dracula”) e Kristen Connolly (série “House of Cards”), mas recentemente perdeu Nora Arnezeder (série “Mozart in the Jungle”). Para seu lugar, foi trazida Alyssa Diaz (série “Ray Donovan”). A estreia do terceiro ciclo acontecerá em 2017, novamente durante o verão norte-americano (entre junho e agosto).

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