Diretor que finalizará nova trilogia Star Wars diz que Rey será importante para toda a saga
O diretor Colin Trevorrow (“Jurassic World”), responsável por “Star Wars: Episódio IX”, terceiro e último filme da nova trilogia aberta por “Star Wars: O Despertar da Força” disse, em entrevista ao programa Entertainment Tonight que a personagem Rey (vivida por Daisy Ridley) será importante não só para os três filmes, mas para todo o universo da saga, e faz sentido que os fãs fiquem intrigados a respeito de quem são seus pais. “Rey é uma personagem importante nesse universo, não somente no contexto de ‘O Despertar da Força’, mas na galáxia inteira. Ela merece isso. Teremos certeza que a resposta [quem são seus pais] seja algo que você sinta que aconteceu há muito tempo atrás, e estamos apenas contando o que aconteceu”. O diretor também ressaltou que pretende honrar as histórias anteriores da série. “O interessante é que não estou criando uma série de personagens. Tenho vários que as pessoas realmente amam e vamos ter certeza de honrar todos eles. Ninguém será deixado para trás. [O Episódio IX] é algo que precisa honrar uma história contada durante 40 anos… Eu não quero ignorar nada disso, e realmente respeito tudo. Acho que é algo que os fãs vão abraçar”. O final da história, “Star Wars: Episódio IX”, só vai chegar aos cinemas em 24 de maio de 2019.
The 100: Novo comercial mostra Clark caçada como criminosa de guerra
A rede americana CW divulgou um novo comercial da 3ª temporada de “The 100”, que revela como os personagens estão lidando com o massacre do Monte Weather. O principal desenvolvimento diz respeito à protagonista Clarke (Eliza Taylor), que reaparece ruiva e, segundo Indra (Adina Porter), caçada por todos, como uma criminosa de guerra. A série sci-fi juvenil retorna no dia 21 de janeiro na televisão norte-americana. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago MTV.
Versão jovem de Han Solo pode estrear em Rogue One, próximo filme de Star Wars
Os fãs de “Star Wars” podem conhecer a versão juvenil de Han Solo antes do esperado. Ao publicar uma lista de candidatos ao papel no futuro spin-off dedicado ao personagem, previsto apenas para 2018, a revista Variety revelou que a razão para a escolha acontecer com tanta antecedência seria a participação do herói no filme que estreia já neste ano, “Rogue One – A Star Wars Story”. De acordo com a Variety, o jovem Han Solo deverá ser introduzido na trama, numa pequena aparição, o que faz com que o estúdio precise definir o ator antes de iniciar a produção de seu filme, com o perdão do trocadilho, solo. Aproximadamente 12 atores estariam na lista final de candidatos, dentre eles Miles Teller (“Quarteto Fantástico”), Ansel Elgort (“Divergente”), Dave Franco (“Vizinhos”), Jack Reynor (“Transformers – Era da Extinção”), Scott Eastwood (“Uma Longa Jornada”), Logan Lerman (“Corações de Ferro”), Emory Cohen (“Brooklyn”) e Blake Jenner (série “Glee”). “Rogue One – A Star Wars Story” será a primeira produção de uma série de spin-offs programados com o objetivo de explorar histórias independentes da franquia, sem ligação direta com os filmes principais, chamados de Episódios. Por sinal, a época em que se passa a trama, entre os eventos mostrados entre “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005) e “Guerra nas Estrelas” (1977), coincide com o período que será abordado no próximo spin-off, dedicado a Han Solo. A estreia do primeiro spin-off está marcada para o dia 15 de dezembro deste ano, enquanto o próximo terá lançamento apenas em 25 de maio de 2018.
David Bowie (1947 – 2016)
Morreu o cantor David Bowie, um dos artistas mais importantes do século 20, que além de um inestimável legado musical também se destacou no cinema, ao estrelar filmes cultuados como a sci-fi “O Homem que Caiu na Terra” (1976) e o terror “Fome de Viver” (1983). Ele faleceu no domingo (10/8) após uma batalha de 18 meses contra um câncer, informou sua assessoria de imprensa. Nascido David Robert Jones em Londres em 8 de janeiro de 1947, Bowie adotou o nome artístico com o qual ficou famoso em 1966, para não ser confundido com Davy Jones, cantor da banda The Monkees. Ele tocou saxofone, trabalhou com mímica e passou por várias bandas até iniciar sua carreira solo. Seu primeiro hit, lançado em 1969, foi a música “Space Oddity”, uma ode ao astronauta perdido no espaço Major Tom, que consagraria sua ligação com a sci-fi. Este elo seria ainda mais fortalecido com o lançamento, em 1972, do álbum “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars”, em que Bowie concebeu sua persona de rock star alienígena. Foi esta relação que levou o cineasta Nicolas Roeg a convidá-lo a estrelar seu primeiro longa-metragem. Mas Bowie já vinha atuando desde o início da carreira musical, fazendo teatro e mímica, tendo iniciado no cinema com um curta de terror de 1967, “The Image”. Em “O Homem que Caiu na Terra” (1976), Bowie deu vida a um alienígena disfarçado de cientista visionário, que vem à Terra em busca de água para salvar seu planeta natal. Com imagens marcantes, o filme ganhou status de cult e influenciou os próximos passos estéticos da carreira do cantor. Além de se dedicar a uma sonoridade mais “futurista”, que viria a influenciar a new wave, Bowie usou fotos do filme nas capas de dois de seus discos mais célebres, “Station to Station” (1976) e “Low” (1977). Ele teve outro papel marcante em “Apenas um Gigolô” (1978), como um gigolô de mulheres ricas na Berlim dos anos 1920. Na época da produção, Bowie vivia justamente em Berlim, absorvendo influências do kraut rock para seus discos mais inovadores. E apesar da música-tema ter sido gravada por Marlene Dietrich (em seu último longa-metragem), a trilha de “Apenas um Gigolô” registrou a primeira música composta por Bowie para o cinema, “Revolutionary Song”. Sua ligação com Berlim voltou a ser explorada em outro filme cult, “Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída” (1981), no qual interpretou a si mesmo, cantando seus sucessos durante um show visto pela jovem protagonista (Natja Brunckhorst). A ênfase em suas músicas dividiu espaço na trama com cenas sórdidas, de consumo de drogas e sexo em banheiros imundos da cidade que, na época, era considerada a capital mais punk do mundo. Bowie voltou a Londres, mas manteve sua ligação com a cultura alemã ao interpretar um texto do grande dramaturgo bávaro Bertolt Brecht no telefilme “Baal” (1982), produção da BBC em que viveu o papel-título. Fã de Brecht, o cantor já havia gravado “Alabama Song” em 1980 e, após “Baal”, lançou um disco com cinco músicas da peça. A paixão pelo teatro também o levou a estrelar uma montagem de “O Homem Elefante” na Broadway. E essa performance acabou convencendo o grande mestre Nagisa Ôshima (“O Império dos Sentidos”) a lhe dar o papel principal, como um prisioneiro de guerra, em “Furyo, Em Nome da Honra” (1983). “Furyo” chegou a causar polêmica por mostrar a tensão homossexual exercida por Bowie sobre seu captor, um oficial japonês vivido por outro músico, Ryuichi Sakamoto – premiado, inclusive, pela trilha sonora do filme. E para evitar censura do estúdio em sua primeira incursão ocidental, Oshima assumiu riscos, recusando-se a fazer cópias para enviar a película original pelo correio, para ser editada no Japão, longe dos executivos da Recorded Picture Company, enquanto conduzia as filmagens. No mesmo ano, Bowie ainda incorporou um vampiro em outro trabalho cult: “Fome de Viver” (1983), primeiro filme do diretor inglês Tony Scott (“Top Gun”). O terror abria com um show underground da banda Bauhaus (que já havia gravado um cover de “Ziggy Stardust”) e, com sua estética próxima dos videoclipes, ajudou a popularizar o som e o visual da juventude gótica. O próprio Bowie tinha antecipado esta tendência com a faixa-título do disco “Scary Monsters”, em 1980, e consolidou sua influência sobre aquela era com a composição da música-tema do terror “A Marca da Pantera” (o hit “Putting Out the Fire”), também lançado em 1983. Com a experiência adquirida no cinema, ele começou a dirigir seus primeiros clipes no começo dos anos 1980, como o célebre “Ashes to Ashes” e “Loving the Alien”. Mas um clipe mais elaborado, para a música “Blue Jean”, o levou a trabalhar com o diretor Julien Temple (do filme dos Sex Pistols, “The Great Rock ‘n’ Roll Swindle”). Os dois ficaram amigos e Bowie topou estrelar o próximo longa do cineasta, o musical “Absolute Beginners” (1986). Adaptação do romance de Colin MacInnes, Absolute Beginners era uma homenagem à juventude londrina do final dos anos 1950, basicamente pré-mod, e trazia Bowie, como um guru motivacional, cantando duas músicas, inclusive a faixa-título. Ambicioso, o filme acabou decepcionou nas bilheterias, mas ganhou sobrevida como artefato dos anos 1980, graças às participações de artistas como Patsy Kensit, Sade, Jerry Dammers e o grupo Style Council. A impressionante lista de cults de sua filmografia ainda inclui outro projeto repleto de celebridades, a comédia “Um Romance Muito Perigoso” (1985), do diretor John Landis (que fez “Um Lobisomem Americano em Londres” e o famoso clipe de “Thriller”, de Michael Jackson). No filme, Bowie vivia um assassino profissional no encalço da ladra de jóias interpretada por Michelle Pfeiffer (“Batman 2”), mas o elenco era praticamente submerso pela quantidade de figurantes notáveis, a maioria deles cineastas, como Roger Vadim, David Cronenberg, Jonatham Demme, Lawrence Kasdan, Don Siegel, Jack Arnold, Paul Mazursky, Jim Henson, etc. O cantor acabou trabalhando com um desses diretores logo em seguida, ao viver o rei duende de “Labirinto – A Magia do Tempo” (1986), clássico infantil de Jim Henson. Último longa do criador dos “Muppets”, o filme trazia Bowie sob a maquiagem de uma criatura mágica, que, ao atender a um desejo da jovem Jennifer Connelly (vencedora do Oscar por “Uma Mente Brilhante”), então com 16 anos de idade, gera consequências terríveis. Infelizmente, nem a atração de novos bonecos fantoches impediu seu fracasso nas bilheterias. Henson ficou tão abatido que nunca mais filmou novamente, mas a passagem do tempo também fez deste mais um cult na filmografia de Bowie. De fato, o artista tinha uma forte intuição a respeito de que papeis deveria interpretar, causando frisson pelo simples fato de aparecer em cena em determinado contexto. Isto o levou a viver desde um tubarão na comédia “O Pirata da Barba Amarela” (1983) até Pôncio Pilatos em “A Última Tentação de Cristo” (1988), o retrato polêmico da crucificação de Jesus dirigido por Martin Scorsese. Também o colocou com um distintivo do FBI no filme derivado da série “Twin Peaks”, “Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992), e até sob a peruca de Andy Warhol na cinebiografia “Basquiat – Traços de Uma Vida” (1996). Nem todos os seus filmes, porém, resistiram para a posteridade. Embora simpático, “Romance por Interesse” (1991) não causou a menor repercussão. E a curiosidade tinha limites, como demonstraram suas participações em alguns filmes B do final de sua carreira: o spaghetti western “Duelo de Forasteiros” (1998), única chance de ver Bowie como cowboy, o policial “Everybody Loves Sunshine” (1999), no qual contracenou com o DJ Goldie, a fantasia “Mr. Rice’s Secret” (2000) e o thriller “Reação Colateral” (2008), grandes desperdícios de seu talento. Ele também serviu de anfitrião para a série de terror “The Hunger”(1997–2000), produção de Tony Scott, que evocava o título original de “Fome de Viver”. E encerrou sua filmografia com dois grandes personagens finais. Além de interpretar o inventor Nikola Tesla na fantasia “O Grande Truque” (2006), de Christopher Nolan, ele se dedicou a seu último e grande papel, como o cantor David Bowie. Bowie viveu Bowie na comédia “Zoolander” (2001), nas séries “Full Stretch” (em episódio de 1993), “Nathan Barley” (em 2005) e “Extras” (em 2006), e no musical adolescente “High School Band”, seu último filme, lançado em 2009, dedicando, desde então, suas interpretações finais aos clipes de seus últimos álbuns, “The Next Day” (2013) e o recém-lançado “Blackstar” (2016). Em seu último vídeo, “Lazarus”, lançado três dias antes de sua morte, ele aparecia numa cama de hospital, saindo de cena num armário escuro, similar a um caixão, vestindo a roupa da contracapa do disco “Station to Station”. O produtor Tony Visconti, responsável por “Blackstar” e parceiro de Bowie desde os anos 1960, disse que o cantor fez de seu último disco uma cerimônia de despedida. Segundo ele, o disco foi concebido para ser uma espécie de adeus aos fãs. “Sua morte não foi diferente da sua vida: uma obra de arte. Ele fez ‘Blackstar’ para nós, foi um presente de despedida. Eu sabia, há um ano, que seria assim. No entanto, não estava preparado”. Distante da mídia nos últimos anos, Bowie já vinha se despedindo dos amigos há tempos. Segundo sua biógrafa Wendy Leigh, ele sofreu seis ataques cardíacos nos últimos anos. “Ele estava muito perto do limite, mas eu acredito que David dirigiu sua vida e sua morte”, disse a escritora em entrevista à BBC. “Acredito que Iman (mulher do músico), por mais trágico que seja para ela, que Duncan (filho do músico), por mais trágico que seja, estavam preparados dia a dia, mês a mês, ano a ano para o dia de sua passagem”. A modelo Iman era a mulher de Bowie desde 1992. Duncan é o filho do primeiro casamento do cantor, com Angela Bowie (que soube da morte de Bowie de forma horrível, pela produção do reality show “Celebrity Big Brother”, onde está confinada). O jovem herdeiro do sobrenome Jones é diretor de cinema e se especializou no gênero que projetou o pai, a ficção científica, tendo dirigido os elogiados filmes “Lunar” (2009) e “Contra o Tempo” (2011). Os fãs, porém, não sabiam a luta que o cantor travava, especialmente diante da qualidade artística de “Blackstar”. “Talentoso. Único. Genial. Inovador. O homem que caiu na Terra. Seu espírito viverá eternamente”, resumiu Madonna, em meio a a onda de comoção mundial, que inundou as redes sociais.
Ridley Scott pode dirigir adaptação cinematográfica da série clássica O Prisioneiro
O cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”) pode filmar mais uma ficção científica em breve. Ele está sendo sondado pela Universal Pictures para dirigir a adaptação da série britânica “O Prisioneiro”, distopia clássica dos anos 1960. O projeto está sendo desenvolvido há vários anos pelo estúdio, que anteriormente chegou a abrir conversas com diretores tão diferentes quanto Simon West (“Os Mercenários 2”) e Christopher Nolan (“Interestelar”). A produção também chegou a encomendar roteiros para Christopher McQuarrie (Missão Impossível: Nação Fantasma”), o casal David e Janet Peoples (“Os 12 Macacos”) e, mais recentemente, William Monahan (“Os Infiltrados”). Criada e estrelada por Patrick McGoohan em 1967, a série acompanhava um agente inglês que, após se demitir do serviço secreto, é sequestrado e levado para uma ilha conhecida apenas como A Vila. Lá, ele encontra dezenas de outras pessoas que não tem a menor ideia de como chegaram ali, mas também não sabem como escapar. Todos eles são identificados apenas por números, e o protagonista para a ser conhecido como Número 6, enquanto enfrenta tortura psicológica para revelar porque pediu demissão. “O Prisioneiro” já ganhou um revival recente: uma minissérie de 2009 levou outro agente para A Vila (Jim Caviezel, da série “Pessoa de Interesse”). Ainda não há cronograma de produção nem previsão de lançamento para a adaptação cinematográfica. Atualmente, Ridley Scott está trabalhando em “Alien: Covenant”, continuação de “Prometheus” (2012), que estreia em outubro de 2017.
11.22.63: James Franco viaja no tempo em trailer de minissérie
O serviço de streaming Hulu divulgou um trailer completo de “11.22.63”, minissérie de viagem no tempo estrelada por James Franco (“A Entrevista”). A prévia mostra o ator encontrando o caminho para os anos 1960, ao ser alistado por Chris Cooper (“O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro”) para impedir o assassinato do presidente John F. Kennedy. O problema é que, quanto mais se aproxima de uma mudança histórica, maiores são os inconvenientes que ele encontra, como se o próprio tempo lhe contra-atacasse. Desenvolvida por Bridget Carpenter (série “Friday Night Lights”), a minissérie é uma adaptação do romance “Novembro de 63”, de Stephen King (“Under the Dome”), com produção de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) e direção de Kevin Macdonald (“O Último Rei da Escócia”). O elenco inclui ainda Sarah Gadon (“Drácula: A História Nunca Contada”), T.R. Knight (séries “Grey’s Anatomy” e “The Good Wife”), Josh Duhamel (“Transformers”), Daniel Webber (série “Home and Away”), Cherry Jones (série “24 Horas”) e Lucy Fry (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”). Com nove episódios, “11.22.63” estreia no Hulu em 15 de fevereiro, a princípio apenas para o público dos EUA.
Filme de Han Solo deve se passar 10 anos antes do primeiro Guerra nas Estrelas
O roteirista Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despertar da Força”) revelou que o filme de origem de Han Solo se passará 10 antes dos eventos de “Guerra nas Estrelas” (também conhecido como “Star Wars: Uma Nova Esperança”, por quem viu Han “sacar primeiro”), o longa que inaugurou a franquia em 1977. “O filme não será sobre onde ele nasceu e como ele foi criado”, disse Kasdan em entrevista ao site Indiewire, descartando a aparição de Han Solo adolescente. “Eu acredito que se passará uns 10 anos antes de ‘Guerra nas Estrelas’, talvez até tenhamos um vislumbre do que aconteceu um pouco antes desse filme”, adiantou. Em entrevista anterior, Kasdan afirmou que não queria um ator parecido com Harrison Ford, mas que tivesse o mesmo carisma no longa derivado. A seleção, segundo alguns rumores, estaria selecionando o intérprete entre 2.500 atores, com idade entre 18 a 32 anos – entre os candidatos, estariam Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Ansel Elgort (“Divergente”), Dave Franco (“Vizinhos”), Miles Teller (“Quarteto Fantástico”), Nick Robinson (“Jurassic World”), Chandler Riggs (série “The Walking Dead”), Hunter Parrish (série “Weeds”), Rami Malek (série “Mr. Robot”), Landon Liboiron (série “Hemlock Grove”), Ed Westwick (série “Gossip Girl”), Tom Felton (série “Harry Potter”), Joshua Sasse (série “Galavant”), Colton Haynes (série “Arrow”), Jack Reynor (série “Transformers”), Max Thieriot (série “Bates Motel”) e Logan Lerman (“Corações de Ferro”). Escrito por Kasdan, o spin-off será dirigido por Christopher Miller e Phil Lord, dupla responsável pelas franquias “Uma Aventura LEGO” e “Anjos da Lei”. A estreia está programada para 25 de maio de 2018.
Atrizes disputam papel em Star Wars: Episódio VIII, que terá outra protagonista feminina
Daisy Ridley pode ter concorrência ao posto de musa geek no próximo filme da franquia Star Wars. Diversas fontes apontam que o “Episódio VIII” incluirá uma nova protagonista feminina, a ponto de existir uma guerra entre as estrelas blogueiras da internet para revelar sua intérprete, enquanto atrizes se revezam em testes secretos. O site Collider saiu na frente ao espalhar que Gugu Mbatha-Raw (“Nos Bastidores da Fama”) tinha sido contratada. O rumor foi reforçado quando ela interrompeu sua participação numa peça que estava encenando. Mas a Variety apurou que uma coisa não tinha a ver com a outra, afirmando que ela não teria passado no teste de elenco. Agora é a vez de um jornalista do site The Wrap apontar que Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”) está no páreo, mas a favorita seria Bel Powley (foto acima), a jovem inglesa revelada pelo filme indie “The Diary of a Teenage Girl”, sucesso do Festival de Sundance do ano passado. Tudo isso ainda é rumor. Até o momento, a única novidade confirmada no elenco da continuação é o ator Benício del Toro (“Sicario”), que viverá o vilão da trama. Ainda sem título definido, “Star Wars: Episódio VIII” tem roteiro e direção de Rian Johnson (“Looper – Assassinos do Futuro”), e começa a ser filmado ainda este mês. A estreia está marcada para 26 de maio de 2017 no Brasil. Antes disso, a franquia retornará aos cinemas com um spin-off, “Rogue One: A Star Wars Story”, com direção de Gareth Edwards (“Godzilla”) e lançamento agendado para 16 de dezembro de 2016.
Guillermo del Toro negocia dirigir remake de Viagem Fantástica
O cineasta Guillermo del Toro (“A Colina Escarlate”) está negociando dirigir uma nova versão da sci-fi clássica “Viagem Fantástica” (1966) para a 20th Century Fox. A informação é do site The Hollywood Reporter. O projeto tem produção de James Cameron (“Avatar”) e já vem sendo desenvolvido há anos. A demora tem a ver com o perfeccionismo de Cameron, que já recusou roteiros de Shane Salerno (“Armageddon”), do casal Cormac e Marianne Wibberly (“A Lenda do Tesouro Perdido”) e de Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”). A versão mais recente da trama foi escrita por David Goyer (trilogia “Batman”), com quem Del Toro trabalhou em “Blade 2” e no abortado projeto de “Nas Montanhas da Loucura”, adaptação de H.P. Lovecraft. O filme original de 1966 acompanhava um grupo de cientistas que, durante a Guerra Fria, era miniaturizado para iniciar uma jornada no corpo de um diplomata, vítima de um atentado terrorista, para curá-lo de um coágulo no cérebro. Dirigido por Richard Fleischer (“Conan, o Destruidor”), o filme trazia Rachel Welch, Stephen Boyd e Donald Pleasence injetados dentro do corpo humano, a bordo de um submergível que mais parecia uma nave espacial. “Viagem Fantástica” ganhou dois Oscars, de Efeitos Especiais e Direção de Arte. E fez tanto sucesso que rendeu um desenho animado, exibido dentro do programa infantil “Banana Splits” (1968), além de ter inspirado uma comédia da década de 1980, “Viagem Insólita” (1987).
Atriz de Creed se junta a Natalie Portman em nova sci-fi do diretor de Ex-Machina
A atriz Tessa Thompson (“Creed: Nascido Para Lutar”) vai se juntar a Natalie Portman (“Thor”) e Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”) no elenco de “Annihilation”, próxima ficção científica do cineasta Alex Garland (“Ex-Machina: Instinto Artificial”). A informação é do site The Wrap. O filme vai adaptar o livro homônimo, que inicia a trilogia literária “Southern Reach”, de Jeff VanderMeer. Na trama, quatro mulheres de campos científicos diversos embarcam na 12ª expedição a uma região desabitada e abandonada, conhecida como Área X, da qual poucos retornam, e os que retornam não sobrevivem muito tempo. Falta, portanto, escalar ainda uma atriz. As filmagens estão marcadas para março e ainda não há previsão de estreia.
Rogue One: Surgem os primeiros nomes de personagens do spin-off de Star Wars
A febre por mais “Star Wars” já transformou o primeiro spin-off da franquia espacial, “Rogue One: A Star Wars Story”, no filme mais aguardado de 2016. Mas, com praticamente um ano inteiro até sua estreia, pouco ainda se sabe sobre a produção, além do elenco e sua premissa centrada no roubo dos planos de construção da Estrela da Morte. Agora, os nomes de alguns personagens começam a circular na internet. A primeira pista sobre o papel de Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”) surgiu no site Casting Call Pro, que lista a dublê Gabriele Fritz, que é bem parecida com a atriz britânica, como intérprete de Lyra Erso em “Rogue One”. Mesmo assim, o site Making Star Wars alerta que Fritz é mais alta que Jones, o que pode atrapalhar a teoria. Já o site do empresário de Riz Ahmed (“O Abutre”) revelou que ele interpretará Bodhi Rook no longa, antes do nome ser apagado da filmografia do ator. Não há maiores informações sobre quem seja Bodhi Rook ou Lyra Erso em nenhum outro lugar. Por outro lado, Mads Mikkelsen assinou um pôster de um fã identificando-se como Galen. Também pode ser um personagem novo, mas Galen Marek é o nome do aprendiz de Darth Vader no videogame “The Force Unleashed”. Com roteiro de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), “Rogue One: A Star Wars Story” estreia em 16 de dezembro deste ano.
Star Wars: Vídeo revela bastidores das filmagens no “planeta” de Luke Skywalker
Após a revelação do nome do planeta em que Luke Skywalker (Mark Hammill) aparece no final de “Star Wars: O Despertar da Força”, o departamento de Turismo da Irlanda divulgou um vídeo inédito de bastidores, que explora a locação original usada como cenário para o planeta Ahch-To O vídeo apresenta a pequena ilha irlandesa de Skellig Michael, acompanhando a equipe de filmagem por sua superfície íngreme, que no cinema virou um lugar de outro mundo. Segundo o site Making Star Wars, a locação será novamente vista em “Star Wars: Episódio VIII”.
Valerian: Cara Delevingne publica foto dos bastidores da produção sci-fi
A atriz Cara Delevingne (“Cidades de Papel”) publicou em seu Instagram uma foto dos bastidores do final da pré-produção de “Valérian and the City of a Thousand Planets”. As filmagens começam oficialmente na terça (5/1), marcando o retorno do cineasta francês Luc Besson à ficção científica, duas décadas após “O Quinto Elemento” (1997). A imagem mostra Besson ao fundo, dirigindo-se à numerosa equipe técnica da produção. Adaptação dos cultuados quadrinhos franceses do herói espacial Valérian, criado por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967, o filme vai acompanhar os exploradores espaciais Valérian (Dane DeHaan, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Laureline (Cara Delevingne) em missão no planeta Sirte, para descobrir se seus habitantes representam um risco para a Terra. O elenco também inclui Clive Owen (série “The Knick”), Ethan Hawke (“Boyhood”) e a cantora Rihanna (“Battleship”). Além de dirigir, Besson assina o roteiro do filme, que será o mais caro já produzido por sua empresa, a EuropaCorp, responsável pela franquia “Busca Implacável”. A estreia está prevista para 21 de julho de 2017 na França e nos EUA.










