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    Richard Hatch (1945 – 2017)

    8 de fevereiro de 2017 /

    Morreu o ator Richard Hatch, que se tornou conhecido como o Capitão Apollo da série clássica “Galactica: Astronave de Combate” (Battlestar galactica), grande sucesso do fim da década de 1970. Ele lutava contra um câncer avançado no pâncreas e faleceu na terça-feira (7/2), aos 71 anos. “Richard Hatch era um bom homem, amável, e um profissional perfeito. Sua morte é um duro golpe para toda a família ‘BSG’, escreveu Ronald D. Moore, criador da nova versão televisiva da história, em seu Twitter — o reboot ficou no ar entre 2004 e 2009 e também contava com Hatch no elenco. O ator nasceu em 1945, em Santa Monica, na Califórnia, e iniciou a carreira televisiva com uma participação na novela “All My Children” em 1971. Logo se tornou bastante requisitado, aparecendo em inúmeras séries clássicas dos anos 1970, de “Kung Fu” a “Havaí 5-0”, e até teve participação recorrente como um integrante da família de “Os Waltons”, antes de conquistar seu primeiro papel fixo, como o inspetor Dan Robbins, substituindo Michael Douglas na 5ª e última temporada de “San Francisco Urgente”, em 1978. Mas foi por “Battlestar Galactica” que ganhou legiões de fãs. A série foi a primeira tentativa televisiva de realizar uma produção com nível cinematográfico. Tanto que os primeiros episódios foram exibidos nos cinemas em diversos países. A série foi criada por Glen A. Larson, que depois faria “Buck Rogers”, “A Supermáquina”, “Duro na Queda” e “Magnum”, entre outras. Mas tão importante quanto o roteirista foram os efeitos visuais empregados na atração. Um dos produtores era John Dykstra, supervisor de efeitos de “Guerra nas Estrelas” (1977), que trouxe para o projeto um virtuosismo visual até então inédito na TV. A premissa era uma espécie de “Eram os Deuses Astronautas?” misturado à “batalhas navais” que aconteciam no espaço. Combinando mitologias de antigas civilizações, dos egípcios aos gregos, a trama acompanhava um grande êxodo espacial, após um ataque alienígena destruir 12 planetas, com os últimos sobreviventes buscando um novo lar na 13ª colônia, que tinha se tornado perdida há muitos anos. O problema é que os inimigos, chamados de cylons, vinham atrás para destruir as naves que escaparam. E a única nave de combate que restara era a Galactica, uma espécie de porta-aviões espacial, que abrigava pequenos caças capazes de enfrentar as forças alienígenas. O Capitão Apollo, personagem de Hatch, era o líder do esquadrão de caças e filho do Comandante Adama (o veterano Lorne Greene, patriarca de “Bonanza”), principal oficial da Galactica. A série era caríssima e durou só uma temporada de 21 episódios. Graças à sua popularidade, porém, a rede ABC retomou a produção em 1980 com novo título, “Galactica: Batalha nas Estrelas” (1980), e menos efeitos visuais. A redução de custos foi obtida com a chegada da nave à colônia perdida: o planeta Terra. Infelizmente, vários personagens não sobreviveram à transição, entre eles os dois favoritos do público, Apollo e seu parceiro Starbuck. De todo modo, a série voltou a ser cancelada após o novo ciclo e nunca mais voltou ao ar na TV aberta. O ator foi reaparecer na 5ª temporada da série “Dinastia”, além de acumular passagens por atrações da época, de “Ilha da Fantasia” a “SOS Malibu” (Baywatch). Mas jamais superou o reconhecimento obtido por “Galactica”. Diante dos inúmeros convites para participar de convenções de fãs, ele chegou a escrever, produzir e estrelar um curta-metragem em forma de trailer em 1999, intitulado “Battlestar Galactica: The Second Coming”, com vários integrantes do elenco original, para tentar convencer a rede ABC a retomar a série. “The Second Coming” nunca virou realidade. Mas o sucesso do trailer nas convenções mostrou que a franquia tinha potencial para ser revivida. Isto acabou acontecendo em 2003, pelas mãos do produtor e roteirista Donald D. Moore, no canal pago Sci-Fi (atualmente, renomeado SyFy). O revival aconteceu como uma minissérie de dois episódios, que aproveitou a maior liberdade da TV paga para deixar a premissa mais sexy, violenta, política e realista. O sucesso foi tanto que o canal encomendou a produção de uma série semanal. E “Battlestar Galactica” virou a franquia mais importante do Sci-Fi, acumulando picos de audiência, prêmios, telefilmes, quadrinhos e spin-offs. Ciente da importância de Hatch para a série, Moore o trouxe à bordo da nova versão como um novo personagem, um líder rebelde e oportunista, chamado Tom Zarek, que ajudou a movimentar a trama. Ao fim do reboot de “Battlestar Galactica”, o ator voltou ao cotidiano de participações em convenções. Mas não reclamava. “‘Battlestar Galactica’ foi um marco histórico. Ela me permitiu viver meus sonhos e fantasias de infância”, disse, em seu site oficial.

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  • Filme

    Guardiões da Galáxia revela vilã e nova formação em fotos e comercial legendado da continuação

    7 de fevereiro de 2017 /

    A Marvel divulgou um pôster, fotos e um novo comercial legendado de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, originalmente exibido no intervalo do Super Bowl nos EUA. Como as anteriores, a prévia não se preocupa em explicar a história, destacando o tom bem-humorado e os diversos efeitos visuais da produção. Mesmo assim, oferece alguns detalhes reveladores, como as primeiras cenas de Elizabeth Debicki (“O Agente da UNCLE”) como a poderosa Ayesha, também conhecida como Ela, Kismet e Parágona, dependendo da versão ou tradução. A personagem dourada é extremamente poderosa, mas não é uma típica vilã. Ela apareceu pela primeira vez em 1977, numa história do Hulk escrita por Len Wein (criador de Wolverine e do Monstro do Pântano), como uma criação da organização secreta conhecida como Enclave, em sua segunda tentativa (a primeira foi simplesmente o herói Adam Warlock) para criar um superser sob seu controle. Mas, ao se livrar da influência do Enclave, Ayesha não se mostra tão maligna, dedicando sua vida a encontrar Ele (Adam Warlock), com o objetivo de cumprir sua missão de originar uma raça de seres perfeitos. A busca, porém, não tem o resultado esperado, pois Warlock acabou morrendo numa batalha contra Thanos. Entristecida, ela decide provocar os homens mais poderosos da Terra para decidir quais seriam merecedores de sua companhia. Ao final, ela acaba formando uma parceria com o herói Quasar. O segundo detalhe importante fica por conta da nova formação dos Guardiões da Galáxia. Além do quinteto estabelecido no primeiro filme, com Peter Quill/Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Gamora (Zoe Saldana), Drax (Dave Bautista), Groot (voz de Vin Diesel) e Rocket Raccoon (voz de Bradley Cooper), outros três personagens parecem ter sido “oficialmente” incorporados ao grupo. Dois já foram vistos como vilões: Youndu (Michael Rooker) e Nebulosa (ou Nebula, dependendo da tradução, vivida por Karen Gillan). A maior novidade fica por conta da estreia de Mantis (Pom Klementieff) no grupo. A alienígena de anteninhas também é alvo literal da melhor piada do vídeo. Novamente dirigido por James Gunn, o filme tem estreia marcada para 4 de maio no Brasil. Clique nas fotos abaixo para ampliá-las.

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  • Filme

    Scarlett Johansson é cibernética nos comerciais de A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell

    7 de fevereiro de 2017 /

    A Paramount divulgou dois novos vídeos de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. Um deles é um pôster animado e o outro o comercial exibido durante o Super Bowl, em versões dublada e legendada. Todo o material destaca a mesma frase, dita pelo vilão vivido por Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”) para a heroína interpretada por Scarlett Johansson (“Capitão América: Guerra Civil”). O filme adapta o mangá criado em 1989 por Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e também o cultuado anime (longa animado) feito em 1995 por Mamoru Oshii. A história original se passava em 2029 e acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético (Seção 9), que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa. Scarlett Johansson surge com o mesmo visual do anime/mangá, mas os produtores batizaram seu papel de Major, sua patente, visando evitar muitas críticas à etnia da atriz, trazidas à tona em meio às queixas de embranquecimento de personagens orientais por Hollywood. Mas não há como ver os vídeos sem pensar imediatamente na origem japonesa de tudo o que é mostrado. O elenco ainda inclui o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) como a Dra. Ouelet, que não existe nos quadrinhos, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). A estreia está marcada para 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Vida: Sci-fi estrelada por Jake Gyllenhaal e Ryan Reynolds ganha quatro trailers diferentes

    7 de fevereiro de 2017 /

    A Sony divulgou um novo pôster, cinco fotos e quatro trailers diferentes de “Vida”, sci-fi estrelada por Jake Gyllenhaall (“Everest”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Secreta”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”). De forma curiosa, o vídeo disponibilizado no Brasil (em versões legendada e dublada) é diferente dos trailers concebidos para o mercado americano (sem legendas), entre os quais se destaca uma edição com “trilha sonora” do famoso discurso de John F. Kennedy de 1962 sobre a importância do programa espacial norte-americano e um comercial do super bowl. Entretanto, todas as prévias tem a mesma estrutura, que evoca “Alien” (1979). Na trama, um grupo de astronautas de várias nações, estabelecidos numa estação espacial em órbita de Marte, consegue encontrar a primeira prova de vida no planeta. Mas enquanto celebram a descoberta, a situação começa a sair do controle, e a evidência de vida em Marte logo se torna uma ameaça de morte para a humanidade. O roteiro é de Paul Wernick e Rhett Reese, que trabalharam recentemente com Reynolds em “Deadpool” (2016). A direção é do sueco Daniel Espinosa, que também filmou Reynolds em “Protegendo o Inimigo” (2012). O elenco ainda inclui o japonês Hiroyuki Sanada (série “The Last Ship”), o inglês Ariyon Bakare (série “Tyrant”), a russa Olga Dihovichnaya (“House of Others”) e o francês Alexandre Nguyen (do vindouro “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”). A estreia está marcada para 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    2ª temporada de Into the Badlands ganha pôster e fotos do elenco em poses de ação

    5 de fevereiro de 2017 /

    O canal pago americano AMC divulgou o pôster e as fotos do elenco da 2ª temporada de “Into the Badlands”, fazendo poses de ação. Além de destacar Daniel Wu, que vive o protagonista Sunny, as imagens incluem Emily Beecham (“Extermínio 2”), Ally Ioannides (série “Parenthood”), Aramis Knight (“Ender’s Game”), Madeleine Mantock (série “The Tomorrow People”), Orla Brady (série “Sinbad”), Sarah Bolger (“Renascida do Inferno”), Oliver Stark (“O Aventureiro: A Maldição da Caixa de Midas”), Stephen Lang (“O Homem nas Trevas”) e um novo integrante do elenco, o comediante inglês Nick Frost (“Heróis de Ressaca”). Mistura de distopia sci-fi e artes marciais, a trama se passa numa época indeterminada, em uma terra controlada por barões feudais, onde o clima pós-apocalíptico não impede guerras de poder, com direito a muito kung fu e batalhas com espadas de samurai. Desenvolvida por Alfred Gough e Miles Millar, os criadores de “Smallville”, a série estreia sua 2ª temporada em 19 de março nos EUA.

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  • Série

    Novo trailer da série distópica The Handmaid’s Tale destaca opressão sexual e visual estilizado

    5 de fevereiro de 2017 /

    O serviço de streaming Hulu divulgou novas fotos e trailer da série sci-fi “The Handmaid’s Tale”, que destaca o visual estilizado e a opressão que sofre a protagonista. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. Elizabeth Moss vive Offred, forçada à servidão sexual para, na condição de uma das últimas mulheres férteis, cumprir seu papel na repopulamento do planeta. Assim, ela é obrigada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de Offred com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”) e Ann Dowd (série “The Leftovers”). A adaptação foi criada por Bruce Miller (roteirista da série “The 100”) e a estreia foi marcada para 26 de abril nos EUA.

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  • Filme

    Guardiões da Galáxia Vol. 2 ganha seis novas imagens

    4 de fevereiro de 2017 /

    A Marvel divulgou seis novas fotos de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, que incluem cenas de ação, repletas de efeitos visuais, e a participação de Mantis, nova integrante da equipe, vivida por Pom Klementieff (“Oldboy”). Na trama da sequência, os heróis galácticos têm que lutar para manter sua recém-formada família unida enquanto desvendam o mistério em torno do pai de Peter Quill. O elenco traz de volta Chris Pratt como Peter Quill/Senhor das Estrelas, Zoe Saldana como Gamora, Dave Bautista como Drax, Vin Diesel como a voz de Groot e Bradley Cooper como o dublador de Rocket Raccoon, além de Karen Gillan como uma reformada Nebula, Michael Rooker como Youndu e Glenn Close como Nova Prime. As novidades incluem Elizabeth Debicki (“O Agente da UNCLE”), Kurt Russell (“Os Oito Odiados”) e Sylvester Stallone (“Creed”). O filme tem estreia marcada para 4 de maio no Brasil. Clique nas fotos abaixo para ampliá-las.

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  • Filme

    Resident Evil 6 leva a franquia ao Capítulo Final que merece

    3 de fevereiro de 2017 /

    A maior qualidade de “Resident Evil 6: O Capítulo Final” é o fato de ser o último filme da franquia. Chega a ser um alívio na verdade. Interessante como filmes ruins se tornam imensamente piores quando vistos numa tela gigante IMAX. É como se todos os seus defeitos ficassem ainda maiores, mais nítidos, mais incômodos. Foi assim no ano passado com coisas como “Independence Day: O Ressurgimento”, “Inferno – O Filme” e “Esquadrão Suicida”. E é assim inevitavelmente com essa… na falta de outro nome, adaptação de game. O segredo dessa franquia ter rendido tantas sequências concebidas por seu diretor e roteirista Paul W.S. Anderson está na forma como ele explora sem pudor sua esposa, a atriz Milla Jovovich, de forma fetichista, mostrando-a em trajes apertados, segurando armas e lutando em câmera lenta contra monstros e zumbis. Boa parte da franquia se resumiu a justificativas para mostrar Milla chutando traseiros de criaturas de forma geek-sexy. Muitas vezes, na companhia de outras atrizes bonitas – Michelle Rodriguez, no primeiro e quinto filmes, Sienna Guillory, no segundo e também no quinto filmes, Ali Larter, que apareceu em três longas, inclusive neste “Capítulo Final”, e a novata Ruby Rose, debutante nesta última bomba. Mesmo assim, houve alguns momentos memoráveis sem exploração feminina ao longo do caminho, como a incursão no interior da Colmeia e os cães zumbis bizarros do primeiro filme, a homenagem a “Os Pássaros” (1963), de Hitchcock, no terceiro, e a utilização de efeitos 3D digitais no quarto, até hoje visto por muitos como um dos melhores usos dessa tecnologia no cinema. Infelizmente, nada de memorável acontece em “Resident Evil 6: O Capítulo Final”. Os cenários não transmitem o mínimo senso de realismo ou beleza, a areia do deserto não parece areia, o roteiro, que nunca foi algo forte em “Resident Evil”, mostra-se ainda mais desleixado. E o filme avança aos trancos, para mostrar a revanche de Alice, a personagem de Milla, contra a corporação Umbrella, com direito a mais lutas em câmera lenta. Cenas que poderiam ser impactantes de alguma maneira, como a luta de Alice sobre um veículo militar, amarrada e perseguida de perto por uma multidão de zumbis, não conseguem despertar a mínima empolgação. A apatia, que já se manifestava nos outros filmes da franquia, agora toma conta do filme como um todo. Tudo é ruim: diálogos, cenas de ação, cenários, fotografia escura, efeitos 3D vagabundos, personagens desinteressantes e conclusão apressada e nada criativa. A única satisfação gerada pelo filme, após quase duas horas de projeção, é saber que acabou. E com direito a um “Capítulo Final” capaz de superar todos os defeitos dos longas anteriores. Um final à altura da franquia.

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  • Filme

    Diretor de A Chegada é confirmado à frente do remake de Duna

    2 de fevereiro de 2017 /

    Denis Villeneuve foi confirmado como diretor da nova versão de “Duna”. O anúncio foi feito via Twitter por Brian Herbert, filho do autor do romance clássico de ficção científica, Frank Herbert (1920-1986). A Lionsgate adquiriu os direitos da obra em novembro, logo após Villeneuve admitir seu desejo de filmar a obra clássica de Herbert. Agora, o filho do escritor revelou que o contrato entre o estúdio e o cineasta já foi assinado. A adaptação será a terceira sci-fi consecutiva de Villeneuve, após o reconhecimento de público e crítica conquistado por “A Chegada” e a grande expectativa que cerca o vindouro “Blade Runner 2049”. “Duna” se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em especial, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Ao longo dos anos, muitos tentaram adaptar “Duna” no cinema. Um documentário sobre a primeira tentativa, a versão nunca realizada do diretor Alejandro Jodorowsky nos anos 1970, foi lançado em 2013 com detalhes espetaculares. O único filme produzido chegou aos cinemas na década de 1980, mas sofreu cortes que prejudicaram muito seu resultado, ainda assim com visuais fantásticos. Dirigido por ninguém menos que David Lynch, “Duna” foi lançado em 1984 com um elenco que tinha Kyle MacLachlan, Patrick Stewart, Linda Hunt, Max von Sydow e até o cantor Sting. Depois disso, ainda foram produzidas duas minisséries sobre o universo de “Duna”, em 2000 e 2003, pelo canal atualmente conhecido como SyFy. A Legendary ainda não divulgou a data para o início das filmagens nem uma previsão para o lançamento da nova produção.

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  • Filme

    Scarlett Johansson vira personagem de mangá em novo pôster de Vigilantes do Amanhã

    1 de fevereiro de 2017 /

    A Paramount Pictures divulgou um novo pôster estilizado de “Ghost in the Shell”, que trasnforma Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) em personagem de quadrinhos japoneses. Batizado no Brasil como “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”, o filme adapta o mangá criado em 1989 por Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”). A história original se passava em 2029 e acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético (Seção 9), que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa. Seu sucesso deu origem a uma franquia animada, composta por três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. Apesar de Scarlett Johansson surgir com o mesmo visual do anime/mangá, os produtores batizaram seu papel de Major, sua patente, visando evitar muitas críticas à etnia da atriz, trazidas à tona em meio às queixas de embranquecimento de personagens orientais por Hollywood. O elenco ainda inclui Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”) como um terrorista virtual, o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, chefe da Seção 9, a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) como a Dra. Ouelet, que não existe nos quadrinhos, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). A direção é de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) e a estreia está marcada para 13 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Star Trek: Discovery
    Série

    Nova série derivada de Star Trek ganha teaser com imagens de bastidores

    31 de janeiro de 2017 /

    A Netflix divulgou um teaser, com cenas de bastidores de “Star Trek: Discovery”, a nova série passada no universo de “Star Trek”. O vídeo registra fotos de produções clássicas da franquia, que completou 50 anos em 2016, e apresenta imagens inéditas do desenvolvimento da nova atração, revelando o estúdio, onde cenários estão sendo construídos, e detalhes das maquiagens de alienígenas e figurinos finalizados, encerrando com uma poltrona vazia de capitão de nave espacial. O vídeo ressalta que a produção ainda não tem data de estreia, ao incluir um indefectível “em breve” em seu encerramento. Esperada para maio, após já ter sofrido um primeiro adiamento, “Star Trek: Discovery” estourou os prazos de produção, devido à ambição de seus produtores, focados em realizar uma série com efeitos visuais cinematográficos. Apesar disso, Bryan Fuller (criador de “Hannibal”), que desenvolveu o projeto, foi afastado da produção em outubro, porque a rede CBS, responsável pela série, creditava os atrasos ao fato dele dividir sua atenção com outras séries simultaneamente – “American Gods” e “Amazing Stories”, ambas também sem previsão de estreia. Mas os novos showrunners, os produtores Gretchen Berg e Aaron Harberts (que trabalharam com Fuller em “Pushing Daisies”), também não conseguiram apurar a produção. Eles ainda contam com a ajuda de Akiva Goldsman e Alex Kurtzman, como consultores criativos. Os dois trabalharam juntos na série “Fringe”, mas também tem agendas lotadas. Kurtzman, por sinal, foi responsável pelos roteiros dos dois primeiros filmes do reboot de “Star Trek”. O elenco confirmado inclui Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (estrela de “O Tigre e o Dragão”), Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”) e Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”), que viverá o membro de uma espécie alienígena inédita no universo trekker, além do trio Chris Obi (minissérie “Raízes”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”) e Mary Chieffo (“Miss Dial”), como intérpretes de klingons, e participação especial de James Frain (série “Gotham”) como Sarek, o pai do Sr. Spock. Projeto considerado de alta prioridade, “Star Trek: Discovery” vai lançar uma nova plataforma de streaming nos EUA, a CBS All Access, mas será disponibilizada pela Netflix no resto do mundo.

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  • Série

    Peter Capaldi confirma que deixará Doctor Who ao final da temporada

    30 de janeiro de 2017 /

    O ator Peter Capaldi confirmou que deixará de ser o misterioso e divertido Doutor ao final da 10ª temporada do revival de “Doctor Who”. “A nova temporada de ‘Doctor Who’ será a minha última… Sinto que é hora de seguir em frente”, disse o ator, em entrevista a Jo Whiley na Radio 2, da BBC. Ouça abaixo. A notícia foi reforçada pelo Twitter oficial da série, que publicou: “Peter confirma que deixará a série no Natal de 2017 mas ‘Ainda sou o #DoctorWho! Estamos fazendo coisas épicas! Ainda não acabei'”. 12º intérprete de Doctor Who, Capaldi entrou para a série em 2014, durante a 8ª temporada, e deixará o programa no especial de Natal no final deste ano. Steven Moffat (criador de “Sherlock”), produtor principal da atração, também deixará “Doctor Who” no final de ano, sendo substituído por Chris Chibnall (criador de “Broadchurch”), que assim ganha carta branca para mudar tudo. A série possui, ao todo, 54 anos de idade, mas teve sua produção interrompida em 1989. Seu retorno em 2005 é considerado a 1ª temporada do revival. Desde esta data, cinco intérpretes diferentes já viveram o bom Doutor. Além de Capaldi, o protagonista foi interpretado por, em ordem cronológica, Christopher Eccleston (hoje na série “The Leftovers”), David Tennant (nas séries “Jessica Jones” e “Broadchurch”), Matt Smith (série “The Crown”) e John Hurt, que faleceu na sexta (27/1). A 10ª temporada de “Doctor Who” vai estrear em 15 de abril e introduzirá uma nova companheira para o Doutor, Billy, vivida por Pearl Mackie. Ela entra na produção no lugar da protagonista Clara Oswald, a simpática professorinha encarnada por Jenna Coleman, que teve um destino trágico no final da temporada passada. Aproveite e veja o trailer dos próximos episódios.

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  • Filme

    Filme de Han Solo inicia produção com referência à cena clássica de Guerra nas Estrelas

    30 de janeiro de 2017 /

    Christopher Miller, que é co-diretor da próxima “História Star Wars”, centrada no jovem Han Solo, publicou em seu Instagram uma foto que marca o início das filmagens. A imagem compartilha foi a da claquete do primeiro dia de trabalho. Mas a legenda aproveita para fazer referência a uma cena clássica de “Guerra nas Estrelas” (1977). Veja abaixo. O texto diz, em inglês, “Han First Shot”. Em linguagem cinematográfica, isto quer dizer “primeira tomada de Han”. Mas também significa, literalmente, “primeiro tiro de Han”, num trocadilho com a maior polêmica digital da franquia – conhecida como “Han Shot First”, em inglês. No filme antigamente conhecido como “Guerra nas Estrelas”, Han Solo dava um tiro no caçador de recompensas Greedo, durante uma conversa na famosa cena da cantina de Mos Eisley. Mas no relançamento rebatizado em 1997 como “Star Wars: Uma Nova Esperança”, o confronto foi retocado digitalmente para que Greedo atirasse primeiro, dando a Han Solo o “direito” de defesa – segundo a lógica do Velho Oeste, que até hoje é preservada na cultura americana. Embora o resultado seja o mesmo nas duas versões – Geedo morre – , George Lucas quis mudar o detalhe de quem atira primeiro para que as crianças não vissem Han Solo como um assassino. Han virou assim um, digamos, assassino justificado. Outra curiosidade é que o logo da claquete identifica a produção com o título “Star Wars: Red Cup”. Trata-se de um nome provisório, já que a LucasFilm ainda não definiu o título oficial do filme. Ao mesmo tempo, a claquete confirma o nome de Bradford Young (“A Chegada”) como diretor de fotografia. Assim como “Rogue One: Uma História Star Wars”, o filme vai se passar antes dos eventos mostrados no clássico “Guerra nas Estrelas” (1977). O elenco destaca Alden Ehrenreich (“Ave César”), que viverá o personagem imortalizado por Harrison Ford, além de Donald Glover (série “Atlanta”), Emilia Clarke (série “Game of Thrones”) e Woody Harrelson (“Truque de Mestre”). O roteiro é de Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despertar da Força”) e seu filho Jon, e a direção está a cargo da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Anjos da Lei”), com lançamento marcado para maio de 2018. Han First Shot Uma foto publicada por Chris Miller (@chrizmillr) em Jan 30, 2017 às 8:10 PST

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