Novo trailer de Guardiões da Galáxia Vol. 2 introduz o pai do Senhor das Estrelas
A Marvel divulgou um pôster e um novo trailer de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. Ainda sem legendas, o vídeo traz novas piadas e muitas cenas inéditas de ação desenfreada. Como as anteriores, a prévia não se preocupa em explicar a história, destacando o tom bem-humorado e os diversos efeitos visuais da produção, enquanto mostra a nova formação e dinâmica do grupo de heróis relutantes, reforça a majestade da possível vilã Ayesha (Elizabeth Debicki, de “O Agente da UNCLE”) e, de quebra, revela a primeira aparição do pai de Peter Quill/Senhor das Estrelas (Chris Pratt), vivido por Kurt Russell (“Os Oito Odiados”). Novamente dirigido por James Gunn, o filme tem estreia marcada para 4 de maio no Brasil. Clique no pôster abaixo para ampliá-lo.
Novo trailer de Alien: Covenant mostra muita tensão em outro planeta
A 20th Century Fox divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Alien: Covenant”, filme que é continuação de “Prometheus” (2012) e prólogo de “Alien: o Oitavo Passageiro” (1979). A prévia remete a ambos os filmes e revela o clima de tensão da trama, mostrando como uma tripulação de colonizadores chega em um novo planeta, que a princípio parece um paraíso, apenas para encontrar o inferno, habitado por criaturas alienígenas sanguinárias. O elenco inclui Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), Billy Crudup (“Spotlight”), Amy Seimetz (“O Último Sacramento”), Demián Bichir (“Os Oito Odiados”), Carmen Ejogo (“Selma”), Callie Hernandez (série “Um Drink no Inferno”), Jussie Smollett (série “Empire”), Danny McBride (“É o Fim”), James Franco (“A Entrevista”) e participações de Noomi Rapace e Guy Pearce, que retomam seus personagens de “Prometheus”. Dirigido Ridley Scott, que realizou tanto “Alien” quanto “Prometheus”, o filme estreia em 18 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Teaser de Guardiões da Galáxia Vol. 2 confirma Nebula no grupo
Antecipando o novo trailer completo, a Marvel divulgou um teaser de “Guardiães da Galáxia Vol. 2”, que revela a falta de etiqueta de um certo integrante do grupo. Alguém não sabe como se comportar durante o jantar. E, de forma surpreendente, não é Rocket Raccoon. Além da piada, a prévia serve para adiantar que Nebula (ou Nebulosa, dependendo da tradução) está perfeitamente integrada ao grupo. O que a teria feito mudar de lado, após ser uma vilã no primeiro filme? Pelo jeito, a resposta só será conhecida quando a continuação estrear. Novamente dirigido por James Gunn, “Guardiões da Galáxia Vol. 2” chega aos cinemas em 4 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Produzida por Matt Damon e Ben Affleck, série sci-fi Incorporated é cancelada
O canal pago americano SyFy decidiu não renovar a série “Incorporated”, produzida pelos atores Matt Damon (“Perdido em Marte”) e Ben Affleck (“Batman vs Superman”). A série não decolou, registrando uma média de 500 mil telespectadores por episódio. Para completar, sua trama foi considerada clichê pela crítica, ainda que bem interpretada e com ótima cenografia. “Incorporated” foi criada pelos irmãos espanhóis David e Alex Pastor (“Vírus”) e se passa num futuro em que as corporações têm poder aparentemente ilimitado. A trama girava em torno dos esforços de um homem (Sean Teale, da série “Reign”) para burlar o sistema e salvar a mulher que ama. O elenco também contava com Eddie Ramos (série “Teen Wolf”), Dennis Haysbert (série “24 Horas”), Allison Miller (série “Terra Nova”) e Julia Ormond (série “As Bruxas de East End”). A série estreou em 30 de novembro e seu último episódio foi exibido em 25 de janeiro nos EUA.
Spin-off de Doctor Who, Class teria sido cancelada na 1ª temporada
A série britânica “Class”, spin-off de “Doctor Who”, teria sido cancelada após sua 1ª temporada. A informação é do tabloide inglês Daily Mirror, mas a BBC ainda não fez o anúncio oficial. A atração estreou em outubro e teve oito episódios em sua 1ª temporada, mas nem a participação de Peter Capaldi como Doctor Who no primeiro episódio a ajudou a decolar. A estreia foi disponibilizada antecipadamente no aplicativo BBC iPlayer, onde foi assistida por 550 mil pessoas. E esta foi a maior audiência registrada pela série, seja online ou em suas “reprises” televisivas. Criada por Patrick Ness (roteirista de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”), “Class” chegou a ser descrita como uma espécie de “Buffy – A Caça Vampiros” britânica, por girar em torno de um grupo de alunos de uma famosa escola fictícia, a Coal Hill School – cenário do primeiríssimo episódio de “Doctor Who”, o clássico “An Unearthly Child”, exibido em novembro de 1963. O elenco incluía Katherine Kelly (séries “Mr. Selfridge” e “Happy Valley”) como uma professora e os jovens Greg Austin (também de “Mr. Selfridge”), Fady Elsayed (visto em “Penny Dreadful”), Sophie Hopkins (“The Devil Knows You’re Here”) e a estreante Vivian Oparah como os estudantes da Coal Hill School. “Class” não chegou a estrear nos EUA.
James Cameron divulga carta emocionada em tributo ao ator Bill Paxton
O cineasta James Cameron escreveu uma carta emocionada sobre a morte de Bill Paxton, um de seus mais antigos e melhores amigos em Hollywood, a quem dirigiu em quatro filmes. Como ele recorda, os dois se conheceram há 36 anos, quando Paxton ainda não era ator. O jovem era um assistente de produção, trabalhando como carpinteiro e pintor na sci-fi barata “Galáxia do Terror” (1981), que tinha Cameron como cenógrafo, também em começo de carreira. Depois disso, o cineasta o escalou numa pequena figuração em “O Exterminador do Futuro” (1984), deu-lhe seu primeiro grande papel em “Aliens, o Resgate” (1986), além de ter feito participação como ator no primeiro filme a destacar Paxton num pôster, o terror “Quando Chega a Escuridão” (1987), de Kathryn Bigelow – namorada de Cameron na época. Os dois ainda trabalharam juntos nos sucessos “True Lies” (1994) e “Titanic” (1997). Mas compartilharam muito mais que filmes, como conta o diretor na carta abaixo. Leia na íntegra: “Estou sofrendo com isso, tentando fazer meu coração e minha mente aceitarem. Bill deixa um vazio. Ele e eu éramos amigos íntimos há 36 anos, desde que nos conhecemos no set de um filme de baixo orçamento de Roger Corman. Ele entrou para trabalhar no cenário, e eu lhe dei um pincel e apontei para uma parede, dizendo: “Pinte isso!” Reconhecemos rapidamente a centelha criativa que havia surgido naquele simples gesto e nos tornamos amigos rapidamente. O que se seguiu foram 36 anos de filmagens em conjunto, ajudando a desenvolver projetos uns dos outros, indo em viagens de mergulho juntos, assistindo nossos filhos crescerem juntos, até mesmo visitando os destroços naufragados do Titanic em um submarino russo. Era uma amizade de riso, aventura, amor ao cinema e respeito mútuo. Bill me escreveu belas cartas sinceras e pensadas, um anacronismo nesta era da digitação eletrônica. Ele cuidava bem de seus relacionamentos com as pessoas, sempre preocupado e presente para os outros. Ele era um bom homem, um grande ator e um dínamo criativo. Espero que, em meio ao burburinho da noite do Oscar, as pessoas levem um momento para se lembrar deste homem maravilhoso, não apenas por todas as horas de alegria que ele nos trouxe com sua presença vívida nas telas, mas para o grande humano que ele foi. O mundo é um lugar menor após sua morte, e eu sentirei profundamente sua falta.”
Scarlett Johansson pilota moto futurista em nova foto de A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell
A Paramount divulgou um novo pôster e uma nova foto (via revista Empire) de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. A foto traz Scarlett Johansson pilotando uma moto futurista – da marca japonesa Honda. Na trama, Scarlett Johansson surge com o mesmo visual da heroína criada em 1989 no mangá de Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e sua versão anime (longa animado) feita em 1995 por Mamoru Oshii, mas os produtores batizaram seu papel de Major, sua patente, visando evitar muitas críticas à etnia da atriz, trazidas à tona em meio às queixas de embranquecimento de personagens orientais por Hollywood. Mas não há como ver as imagens sem pensar imediatamente na origem japonesa de tudo o que é mostrado. O elenco ainda inclui o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) como a Dra. Ouelet, que não existe nos quadrinhos, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). Com direção de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”), o filme estreia em 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Bill Paxton (1955 – 2017)
Morreu o ator americano Bill Paxton, que marcou época em grandes produções como “Aliens, o Resgate” (1986), “Twister” (1996) e “Titanic” (1997) e estrelou a série “Amor Imenso” (Big Love) na HBO. Segundo comunicado da família, ele morreu repentinamente devido a complicações de uma cirurgia, aos 61 anos. Paxton não começou sua carreira em Hollywood como ator. Nos anos 1970, ele trabalhou como carpinteiro e pintor de cenários de diversos filmes B, incluindo produções de Roger Corman. Foi numa delas, “Galáxia do Terror” (1981), que chamou atenção do cenógrafo e diretor assistente James Cameron. Os dois se tornaram grandes amigos e Cameron o convidou a participar de seu segundo filme como cineasta: “O Exterminador do Futuro” (1984). Ele viveu um punk que enfrentava o robô interpretado por Arnold Schwarzenegger logo no começo da trama. No mesmo ano, apareceu no clipe “Shadows of the Night” (1984), de Pat Benatar, e logo começou a demonstrar sua capacidade para roubar cenas, como o irmão mais velho de um dos nerds de “Mulher Nota Mil” (1985), clássico de John Hughes. Mas foi o velho amigo James Cameron quem lhe deu seu primeiro grande papel, como o soldado Hudson, um dos fuzileiros espaciais do cultuado “Aliens, o Resgate”. Indo do egoísmo ao sacrifício pessoal, da covardia ao heroísmo, Paxton construiu um arco tão rico do personagem que sua morte foi uma das mais lamentadas do filme. A cineasta Kathryn Bigelow, na época namorada de Cameron, também se impressionou com o rapaz e o escalou como um vampiro sanguinário em “Quando Chega a Escuridão” (1987), mistura de terror, western e love story rural com idéias inovadoras. Mergulhando no sadismo do personagem, Paxton roubou as cenas e acabou sendo escolhido para ilustrar o cartaz da produção, mesmo não sendo o mocinho. O ator também apareceu num clipe do New Order, “Touched by the Hand of God” (1989), enfrentou os futuros rivais dos Aliens em “Predador 2 – A Caçada Continua” (1990) e acabou se consolidando como um dos coadjuvantes mais requisitados de Hollywood. O período incluiu papéis de destaque em “Marcados Pelo Ódio” (1989), “Os Saqueadores” (1992), “Encaixotando Helena” (1993), “Tombstone” (1993), “Apollo 13” (1995) e “True Lies” (1994), novamente dirigido por Cameron. Tantos destaques consecutivos abriram caminho para sua transformação em protagonista, que aconteceu no filme de desastre ambiental “Twister” (1996), em que enfrentou tornados com a mesma coragem com que lutou contra Aliens. Ele confirmou ser um dos atores favoritos de James Cameron ao embarcar a bordo de “Titanic” (1997), que bateu recordes de bilheteria mundial. E aproveitou o período de sucesso para dar sequência à carreira de protagonista, estrelando o excelente suspense “Um Plano Simples” (1998), de Sam Raimi, um remake infantil da Disney, “Poderoso Joe” (1998), ao lado de Charlize Theron, e um thriller de alpinismo, “Limite Vertical” (2000). A esta altura, decidiu passar para trás das câmeras, estrelando e dirigindo o terror “A Mão do Diabo” (2001), que conquistou críticas positivas, mas baixa bilheteria. Ele só dirigiu mais um filme, “O Melhor Jogo da História” (2005), no qual escalou seu filho, James Paxton (atualmente na série “Eyewitness”). Mas acabou descuidando da própria carreira de ator. Apostou em produções infantis, como a franquia “Pequenos Espiões” e a adaptação da série de fantoches “Thunderbirds”, que implodiram. E o declínio o convenceu a realizar uma curva estratégica, rumo à televisão. Com o primeiro papel fixo numa série, veio a consagração que lhe faltava. Ele conquistou três indicações ao Globo de Ouro como protagonista de “Big Love”, história de um polígamo, casado com três mulheres diferentes, exibida entre 2006 e 2011. Também se agigantou na premiada minissérie “Hatfields & McCoys” (2011), que lhe rendeu sua única indicação ao Emmy, teve uma passagem marcante como vilão em “Agents of SHIELD” (em 2014) e liderou o elenco da minissérie “Texas Rising” (2015). Ao voltar às produções de ponta, relembrou o soldado Hudson na sci-fi “No Limite do Amanhã” (2014), na qual voltou a enfrentar alienígenas, desta vez ao lado de Tom Cruise. E ainda teve papel importante no excelente “O Abutre” (2014), filme indicado ao Oscar, com Jake Gyllenhaal. Paxton participava atualmente da nova série “Traning Day”, baseada no filme “Dia de Treinamento”, numa versão do papel que deu o Oscar a Denzel Washington, e poderá ser visto ainda em uma última sci-fi, “O Círculo”, de James Ponsoldt, com Emma Watson e Tom Hanks, que estreia em abril.
Veja o trailer do primeiro anime original da Netflix, baseado em mangá do criador de Knights of Sidonia
A Netflix da Ásia divulgou o trailer do aguardado “Blame!”, primeiro longa animado japonês lançado mundialmente pelo serviço de streaming. A prévia destaca o visual impactante e o clima pós-apocalíptico da trama, que adapta o mangá homônimo de Tsutomu Nihei, artista cultuado, que recebeu homenagem e prêmio pela carreira na San Diego Comic-Con 2016. “Blame!” se passa num futuro distante, no qual o que sobrou da humanidade vive na Megaestrutura, um imenso e perigoso labirinto que enlouqueceu e está totalmente fora de controle. E no meio dessa loucura está Killy, um sujeito misterioso determinado a salvar a civilização humana do esquecimento. Publicada inicialmente como um mangá entre os anos de 1997 e 2003, “Blame!” ainda não tinha sido adaptada nem sequer como série. A produção, por sinal, foi consequência do sucesso de “Knights of Sidonia” no Netflix, série animada derivada de outra obra de Nihei. No anúncio da produção, David Lee, o vice-presidente internacional de Originais Netflix, deu a entender que a plataforma pretende explorar mais animes em seu futuro. “Estamos sempre ansiosos para oferecer os melhores animes originais e trabalhar com os mais conceituados criadores da indústria”, ele afirmou. Coproduzido pela Polygon Pictures, a animação tem direção de Hiroyuki Seshita (também de “Knights of Sidonia”) e estreia marcada para 20 de maio. A produção também será disponibilizada no Brasil, como demonstra o pôster nacional abaixo.
Chris Colfer desenvolve série sci-fi para ele próprio estrelar, escrever e dirigir
Chris Colfer está planejando seu retorno à TV. Mas, desta vez, em sua própria série. O ator de “Glee” desenvolveu uma produção sci-fi, chamada de “Indigo”, que ele vai escrever, estrelar e até dirigir. O projeto gira em torno de crianças que possuem extraordinárias habilidades paranormais e enfrentam forças tenebrosas, que trabalham para explorar seus poderes. A premissa lembra “Believe”, a série de Alfonso Cuarón que durou 13 episódios e foi cancelada em 2014. “Indigo” é uma produção da Sonar Entertainment (das séries “Taboo” e “The Shannara Chronicles”) e ainda não tem nenhuma emissora atrelada. Desde o fim de “Glee”, Colfer virou um autor de livros bem-suceido. Sua coleção infantil “The Land of Stories” já foi traduzida para 20 línguas. E ele também levou seu livro “O Diário de Carson Phillips” para os cinemas, numa adaptação que ele próprio escreveu, estrelou e produziu em 2012.
Comercial destaca a nova companheira do Doutor Who
O canal pago BBC America divulgou um novo comercial da 10ª temporada de “Doctor Who”, que destaca a participação da atriz Pearl Mackie, a nova companheira de Peter Capaldi na produção. A prévia compartilha sua percepção do protagonista e como ela adora o fato de participar das aventuras. Mackie vai dar vida a uma nova personagem, chamada Billy, substituta de Clara Oswald, a professorinha carismática encarnada por Jenna Coleman, que teve um destino trágico no final da temporada passada. A nova atriz tem um currículo bastante enxuto, tendo participado apenas do filme “Svengali” (2013) e de um episódio da longeva série britânica “Doctors” em 2014. Por sinal, sua participação foi comunicada em abril de 2016, um ano antes da data prevista para o começo da 10ª temporada – em abril de 2017. Um detalhe que não tem sido muito comentado é que o simpático Nardole, vivido por Matt Lucas, também parece ter sido incorporado ao elenco fixo da atração. Nardole tinha aparecido exclusivamente nos dois últimos especiais de Natal de “Doctor Who”, atuando como assistente do bom Doutor, mas pode ser visto novamente no comercial, ao lado de Billy e do Doutor. Por sinal, a 10ª temporada será a última de Capaldi como Doctor Who, além de marcar a despedida do produtor Steven Moffat. Ele será substituído por Chris Chibnall (criador da série “Broadchurch”), já confirmado como novo showrunner da atração a partir da 11ª temporada, prevista para 2018. Os novos episódios começam a ser exibidos a partir de 15 de abril nos EUA e no Reino Unido.
Revival de Mystery Science Theater 3000 ganha primeira foto com o novo elenco
A Netflix divulgou a primeira foto do elenco do revival da série cult “Mystery Science Theater 3000” (programa que foi ao ar entre os anos 1988 e 1999). A nova versão inclui, além dos integrantes originais (Bill Corbett, Kevin Murphy e Mary Jo Pehl ), a adição de Felicia Day (série “Supernatural”) e Patton Oswalt (série “Agents of SHIELD”). Conhecida pela abreviação “MST3K”, a série se resumia à exibição comentada de filmes antigos ruins. A sessão trash era assistida por um astronauta e dois robôs, presos em um satélite no espaço, como parte de um experimento por cientistas loucos. O homem e seus companheiros robôs comentavam e zombavam das produções que assistiam. A série durou de 1988 até 1999, rendendo ao todo 198 episódios, e ao contrário dos filmes de ficção científica de péssima qualidade incluídos em sua produção, fez grande sucesso de público e crítica, chegando a ganhar um Peabody Award em 1993. “MST3K” nunca foi exibida no Brasil, mas o longa-metragem para cinemas, “Mystery Science Theater 3000: The Movie”, foi dublado e chegou às telas brasileiras pela rede Globo, com o título “O Filme Mais Idiota do Mundo”. O revival se tornou possível depois que o criador da série, Joel Hodgson, lançou uma campanha de arrecadação no Kickstarter na esperança de alcançar US$ 2 milhões para produzir novos episódios e acabou atingindo US$ 5,7 milhões em contribuições, valor recorde no site de crowdfunding. O Netflix vai inteirar o restante e fazer a distribuição mundial de 14 novos episódios do programa, que terá Elliott Kalan (programa “The Daily Show”) como roteirista-chefe, além de Dan Harmon (criador de “Community”) e o ator Joel McHale (também de “Community”) na equipe de roteiristas. A estreia está marcada para no dia 14 de abril. Mas não será desta vez que o público brasileiro poderá conhecer oficialmente a produção. Segundo o site The Hollywood Reporter, o programa estará disponível pela Netflix somente nos países de língua inglesa – Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Reino Unido.
Yvonne Strahovski será mãe de Jacob Tremblay no novo filme da franquia Predador
A atriz Yvonne Strahovski (da séries “Chuck”, “Dexter” e “24 Horas”) entrou no novo filme da franquia “Predador”, dirigido por Shane Black (“Homem de Ferro 3”). Ela será a mulher do personagem de Hoyd Holbrook (série “Narcos”) e mãe de Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), um menino encrenqueiro que acaba se envolvendo acidentalmente no conflito das criaturas alienígenas com o seu pai. O elenco também inclui Sterling K. Brown (minissérie “The People v O.J. Simpson: American Crime Story”), Trevante Rhodes (“Moonlight”), Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Keegan-Michael Key (“Tinha Que Ser Ele?”) e Alfie Allen (o Theon Greyjoy de “Game of Thrones”) O roteiro é de Fred Dekker (“RoboCop 3”) e, para quem não lembra, o trabalho marcará a volta de Shane Black à franquia. Ele participou como ator, num papel secundário, do filme original de 1987, protagonizado por Arnold Schwarzenegger. As filmagens já começaram, com previsão de classificação etária “R” (maiores de 17 anos nos EUA) e estreia marcada para agosto de 2018.












