Cara Delevingne vira cantora em clipe dirigido por Luc Besson
Cara Delevingne agora também é cantora. Ela lançou seu primeiro clipe, “I Feel Everything”, que faz parte da trilha sonora de seu novo filme de ficção científica, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”. Dirigido por Luc Besson, o cineasta responsável por “Valerian”, o clipe traz a atriz de terninho e perucas, cantarolando a música produzida por Pharrell, entre cenas do próprio filme. Há ainda uma sequência em que ela aparece com diversas borboletas coladas ao corpo, num efeito especial que alude à produção – e sem contexto algum com as perucas e os terninhos. No filme, Cara interpreta Laureline, companheira de Valerian, vivido por Dane DeHaan, em aventuras espaciais que materializam quadrinhos franceses clássicos, criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967. Já as perucas seriam alusão à outra personagem do filme, vivida por uma cantora de verdade, Rihanna, que na trama muda os cabelos conforme se apresenta. Após fracassar nos Estados Unidos, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” tem estreia marcada para 10 de agosto no Brasil.
Capa da Entertainment Weekly, Star Trek: Discovery ganha novas fotos e vídeo de entrevistas
A revista Entertainment Weekly dedicou a capa da sua nova edição à série “Star Trek: Discovery”. Além de uma entrevista com o elenco e os produtores, a publicação divulgou um vídeo e um ensaio fotográfico realizado com os atores à caráter, e nos cenários da atração. Para completar, a Netflix disponibilizou novas fotos da série. Confira abaixo. A série se passa uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009) e a tripulação fotografada é formada pelos personagens de Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”), Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”), Clare McConnell (“Dim the Fluorescents”), Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”), e Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”), que viverá o primeiro tripulante assumidamente gay de uma série trekker. “Star Trek: Discovery” foi desenvolvida originalmente por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”, que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”). Mas Fuller, que tinha a função principal de showrunner, acabou saindo para se dedicar ao lançamento de “American Gods”. Em seu lugar, assumiram seus assistentes, Gretchen Berg e Aaron Harberts, que trabalharam com o produtor em “Pushing Daisies”. A estreia está marcada para o dia 24 de setembro nos Estados Unidos. Seguindo o padrão estabelecido em outras parcerias da Netflix, a série será disponibilizada no dia seguinte no mercado internacional (inclusive no Brasil), na proporção de um episódio por semana.
Jon Hamm é uma inteligência artificial no trailer da sci-fi Marjorie Prime
A FilmRise divulgou o pôster e o trailer de “Marjorie Prime”, sci-fi indie premiada no Festival de Sundance deste ano. A prévia mostra Jon Hamm (“Em Ritmo de Fuga”) como uma interface de computador, que recria fisicamente o falecido marido de uma senhora que começa a sentir os efeitos da velhice. A trama acontece num futuro em que é possível recriar pessoas falecidas através de hologramas, e Marjorie (Lois Smith, da série “True Blood”) passa o tempo convivendo Walter (Hamm), uma cópia holográfica perfeita de seu marido na juventude, muitas vezes confundindo-o com seu marido de verdade e preocupando sua filha (Geena Davis, da série “The Exorcist”). Tim Robbins (série “The Brink”) também está no elenco como genro de Marjorie. Entre os elogios da crítica americana, o filme tem sido comparado à série “Black Mirror” e qualificado como a mais sensível história de inteligência artificial desde “Ela” (2013) A história é baseada numa peça de Jordan Harrison (roteirista da série “Orange Is the New Black”) e foi adaptada e dirigida por Michael Almereyda (de “Experimentos” e “Cymbeline”). Atualmente em exibição no circuito dos festivais, o filme ainda não tem estreia comercial definida.
Ron Howard confirma Warwick Davis no filme de Han Solo
O ator Warwick Davis foi confirmado no filme de Han Solo pelo diretor Ron Howard. Ao comentar no Twitter a pergunta de um fã sobre “Willow”, fantasia estrelada por Davis, que Howard dirigiu em 1988, o cineasta revelou que tinha dirigido o ator naquele dia pela primeira vez em 30 anos. Warwick Davis tem uma ligação profunda com a franquia “Star Wars”. Ainda criança, ele viveu o famoso ewok Wicket em “O Returno de Jedi” (1983) e voltou para interpretar personagens diferentes na era da computação gráfica, em “A Ameaça Fantasma” (1999), “O Despertar da Força” (2015), “Rogue One” (2016) e no vindouro “Os Últimos Jedi” (2017). Ron Howard assumiu a direção do filme de Han Solo há um mês, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm. Ainda sem título oficial, o filme tem previsão de estreia para maio de 2018. Glad you are asking for one! I directed @WarwickADavis for the 1st time in 30 years today. It made me happy https://t.co/yW8E19MPCn — Ron Howard (@RealRonHoward) July 26, 2017
Charlize Theron fará participação especial na nova série de comédia sci-fi The Orville
A atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”) vai participar de um episódio da série de comédia sci-fi “The Orville”, que estreia na temporada de outono na Fox. Segundo o site Deadline, que obteve a confirmação, os detalhes de seu personagem estão sendo mantidos em segredo. Charlize já contracenou anteriormente com Seth MacFarlane, o astro e criador de “The Orville”, na comédia “Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola” (2014), também escrita, dirigida e estrelada por MacFarlane – que também é criador da série animada “Uma Família da Pesada” (Family Guy). Segundo a sinopse, o grupo heterogêneo de exploradores da nave espacial Orville enfrentará desafios cósmicos “audaciosamente indo onde nenhum drama cômico jamais foi antes”. Sim, é uma referências a “Star Trek”. Outras referências trekkers podem ser vistas nos designs das naves espaciais, nos figurinos dos uniformes e até na maquiagem dos alienígenas. MacFarlane interpreta o Capitão Ed, que tem um relacionamento tumultuado com a Primeira Oficial Kelly, pelo simples fato dela ser sua ex-esposa. A personagem é vivida por Adrianne Palicki (série “Agents of SHIELD”) e o elenco ainda inclui Scott Grimes (série “Plantão Médico/E.R.”), Halston Sage (“Cidades de Papel”), Penny Johnson Jerald (série “Castle”) e Peter Macon (série “Shameless”). O piloto foi dirigido pelo cineasta Jon Favreau (“Mogli, o Menino Lobo”), que também é um dos produtores, e a lista de diretores dos episódios seguintes inclui nada menos que Brannon Braga (roteirista de “Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”) e Jonathan Frakes (intérprete de William Riker na série “Star Trek: A Nova Geração”). “The Orville” estreia em 10 de setembro nos Estados Unidos.
CCH Pounder voltará a viver a líder espiritual de Pandora em Avatar 2
A atriz CCH Pounder (séries “The Shield” e “Warehouse 13”) teve seu retorno confirmado à franquia “Avatar”. Segundo o site da revista Variety, ela vai retomar o papel de Moat nas sequências da sci-fi de 2009. A personagem é mãe de Neytiri e líder espiritual do clan Omaticaya de Pandora. Ela vai se juntar a outros integrantes do elenco original que já tiveram a volta garantida, como Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang e Joel David Moore, que irão reprisar seus papéis do primeiro filme. Além deles, a sequência terá Oona Chaplin (neta do mestre do cinema mudo Charles Chaplin e intérprete da mulher de Robb Stark na série “Game of Thrones”) e Cliff Curtis (o Travis da série “Fear the Walking Dead”) como novos personagens. Depois de diversos adiamentos, as continuações da franquia começarão a ser filmadas em breve. Serão ao todo quatro novos filmes, todos dirigidos por James Cameron. A primeira continuação, “Avatar 2”, vai estrear em dezembro de 2020, seguida por “Avatar 3” em dezembro de 2021. Com um curioso hiato de três anos, “Avatar 4” só será visto em dezembro de 2024 e a última parte da franquia, “Avatar 5”, em dezembro de 2025.
Star Trek: Discovery ganha novas fotos e pôsteres
A Netflix divulgou quatro novas fotos e três pôsteres de “Star Trek: Discovery”. As imagens destacam a protagonista melancólica Michael Burnham, vivida por Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), a capitão Georgiou, interpretada por Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”), um funeral klingon e o trapaceiro Harry Mudd, personagem da série clássica dos anos 1960 que agora é vivido por Rainn Wilson (série “The Office”). A série foi desenvolvida originalmente por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”, que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”). Mas Fuller, que tinha a função principal de showrunner, acabou saindo para se dedicar ao lançamento de “American Gods”. Em seu lugar, assumiram seus assistentes, Gretchen Berg e Aaron Harberts, que trabalharam com o produtor em “Pushing Daisies”. O piloto foi dirigido por David Semel (séries “Hannibal” e “The Strain”) e o lançamento foi agendado para o dia 24 de setembro nos Estados Unidos. Seguindo o padrão estabelecido em outras parcerias da Netflix, a série será disponibilizada no dia seguinte no mercado internacional (inclusive no Brasil), na proporção de um episódio por semana.
Produtor de Doctor Who nega polêmica e diz que fãs aprovaram primeira Doutora
O painel de “Doctor Who” na Comic-Con-2017 serviu para o produtor Steven Moffat colocar panos quentes na suposta polêmica envolvendo a escalação de Jodie Whittaker (da série “Broadchurch”) como a primeira mulher a interpretar o personagem-título, que por mais de 50 anos foi vivido por homens. “Apareceram muitos artigos sobre reações negativas entre os fãs de ‘Doctor Who’ contra a escalação de uma doutora. Mas na verdade não houve nada disso. Os fãs supostamente conservadores de ‘Doctor Who’ abraçaram a mudança completamente. 80% de aprovação nas redes sociais – não que eu cheque esses números obsessivamente. Tanta gente querendo fingir que há um problema e ele não existe.” “Os fãs de ‘Doctor Who’”, continuou o produtor, “estão mais empolgados com o fato de que uma atriz brilhante assumirá o papel do que com o fato de que ela é uma mulher. Eles têm sido incrivelmente progressistas e iluminados, e isso é o que realmente aconteceu. Eu desejo que todos os jornalistas que estão escrevendo o contrário calem a boca”. Jodie Whittaker vai estrear como Doutora no próximo especial de Natal de “Doctor Who”, que marcará a despedida de Peter Capaldi, após quatro anos no papel. Além disso, Peter Moffat também será substituído na função de showrunner por Chris Chibnall, criador da premiada série “Broadchurch”, de onde vem Whittaker e que era estrelada pelo ex-“Doctor Who” David Tennant. O especial vai ao ar em 25 de dezembro no Reino Unido. No Brasil, “Doctor Who” é exibida pelo canal pago Syfy.
Star Trek: Discovery dará mais destaque aos klingons que qualquer outra série
Uma das principais novidades do painel de “Star Trek: Discovery” na Comic-Con foi a revelação de que os klingons terão mais espaço que nunca na nova série, ganhando maior destaque que nas produções anteriores do universo trekker. A atração dará um foco considerável a sua cultura, revelando aspectos desconhecidos da vida desses alienígenas. “Eles têm seu próprio orgulho, interesses e talentos – é uma cultura muito fascinante. Ser capaz de expandir o que já foi criado e aprofundar o conhecimento desse grupo foi fantástico”, revelou a produtora executiva Gretchen J. Berg. O detalhe é os klingons não falarão em inglês. Eles se expressarão em seu próprio idioma, que será traduzido para o público por meio de legendas. “Star Trek: Discovery” estreia em 24 de setembro nos Estados Unidos e no dia seguinte no Brasil, via Netflix, que disponibilizará a série no mercado internacional na proporção de um episódio por semana.
Especial de Natal do Doctor Who ganha primeiro trailer e fotos
O canal pago BBC America divulgou duas fotos e o trailer do próximo especial de Natal de “Doctor Who”. Exibido na Comic-Con, o vídeo mostra o encontro entre dois Doutores, graças a um paradoxo temporal. Peter Capaldi e James Bradley (que foi o primeiro Doctor Who no especial “An Adventure in Space and Time”) encontram-se no momento em que o atual “Doctor Who” começa a se regenerar. Sempre que o personagem é ferido de morte, ele se transforma em outra pessoa, ganhando não apenas nova aparência, mas também um nova personalidade, ainda que mantenha intacta toda a sua memória. Graças a esse artifício narrativo, concebido quando William Hartnell (1908–1975), o primeiro intérprete de Doctor Who, resolveu sair da série, o Doutor altera periodicamente sua aparência e personalidade, permitindo que a produção atravesse as décadas (a série estreou em 1963) com a mudança do ator principal. O papel de Bradley, por sinal, é uma recriação do Doctor Who vivido por Harnell. Além dos dois, o trailer revela a participação de Mark Gatiss, cocriador da série “Sherlock” – com Steven Moffat, o atual showrunner de “Doctor Who”, que também se despede da série no especial. Ele vive um oficial do exército britânico da 1ª Guerra Mundial. Completa o grupo central a atriz Pearl Mackie, intérprete de Billy, vista no final da 10ª temporada embarcando em sua própria jornada de aventuras espaciais. Ainda que inesperado, o reencontro permite uma despedida conjunta da dupla que esteve à frente da série. Se confirmada sua saída, Mackie terá sido a companheira menos duradoura do Doutor, introduzida e despedida na mesma temporada. Já Capaldi dá adeus ao papel após quatro anos viajando no tempo e no espaço. Só faltou a convidada mais esperada: Jodie Whittaker, que será a primeira mulher a viver Doctor Who. Ela será introduzida no especial e passará a estrelar a série a partir da 11ª temporada. Além de um novo Doctor Who, as chaves da Tardis também irão parar nas mãos de um novo showrunner: Chris Chibnall, criador da premiada série “Broadchurch”, de onde vem Whittaker e que era estrelada pelo ex-“Doctor Who” David Tennant. O especial natalino de “Doctor Who” já é uma tradição anual da BBC e será exibido em 25 de dezembro. No ano passado, o canal pago SyFy transmitiu o episódio simultaneamente no Brasil.
Trailer da 4ª temporada de The Last Ship mostra nova mutação do vírus apocalíptico
O canal pago TNT divulgou o pôster, 12 fotos e o trailer da 4ª temporada de “The Last Ship”, que mostra a tripulação do destroyer Nathan James às voltas com outra ameaça apocalíptica. Uma nova mutação do vírus, que eliminou boa parte da população mundial nas primeiras temporadas da série, passa a atacar a agropecuária, produzindo outra forma de extermínio: por fome. O conflito agora gira em torno de um grupo que possui as últimas sementes viáveis para replantar espécies de plantas condenadas, e que não pretende cedê-las para os militares americanos. Por coincidência, eles parecem habitar a mesma ilha grega que o ex-comandante do Nathan James, Tom Chandler (Eric Dane), escolheu para passar sua aposentadoria. Ele aparece deprimido e sem rumo em cena, não apenas pelos rumos da série. As gravações da nova temporada chegaram a ser interrompidas para que Dane fosse tratar de um caso agudo de depressão. Desenvolvida por Hank Steinberg (criador da série “Desaparecidos/Without a Trace”) e produzida pelo cineasta Michael Bay (“Transformers”), a série também é estrelada por Adam Baldwin (série “Cuck”), Marissa Neitling (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Travis Van Winkle (“Transformers”), Charles Parnell (série “Os Irmãos Aventura”), Tania Raymonde (“O Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua”), Maximiliano Hernández (“Os Vingadores”), Jocko Sims (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), Bren Foster (“Operações Especiais”) e John Pyper-Ferguson (“Alphas”). A 4ª temporada estreia em 20 de agosto nos Estados Unidos, e a série já está renovada até a 5ª temporada.
Dunkirk estreia em 1º lugar e Valerian fracassa nas bilheterias da América do Norte
Rodado em 60mm, como os épicos de outrora, e com aviões e navios reais na locação verdadeira da história, “Dunkirk” arrastou multidões aos cinemas norte-americanos, abrindo em 1º lugar nas bilheterias em seu fim de semana de estreia. Superando expectativas da indústria, o longa dirigido por Christopher Nolan faturou US$ 50,5 milhões e dobrou a arrecadação com seu desempenho no mercado internacional. De forma inesperada para muitos, o filme de guerra à moda antiga deu um pau na sci-fi com efeitos digitais mirabolantes “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, que era a outra grande estreia da semana. A produção mais cara já dirigida pelo francês Luc Besson fracassou de forma retumbante, rendendo apenas US$ 17 milhões e um modesto 5º lugar no ranking. Publicações especializadas tinham cravado que “Dunkirk” teria dificuldades para abrir com mais de US$ 40 milhões, devido ao tema. Filmes sobre a 2ª Guerra Mundial não costumam virar blockbusters. Mas os lançamentos do diretor Christopher Nolan, responsável pela trilogia “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, “A Origem” e “Interestelar”, nunca decepcionaram a Warner, que investiu uma fortuna em marketing para sua divulgação, praticamente dobrando os gastos de US$ 100 milhões de seu orçamento. A aposta era mais no prestígio, com possibilidade de Oscar, do que em lucro. Mas parece que “Dunkirk” vai render algum troco. Para dar dimensão a seu feito, a maior bilheteria de filme de guerra na América do Norte tem quase 20 anos. É “O Resgate do Soldado Ryan”, de Steven Spielberg, que rendeu US$ 216,5 milhões em 1998, mas abriu com bem menos que “Dunkirk”: US$ 31 milhões. A estreia no Brasil está marcada para quinta-feira (27/7). Já “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” tem o potencial de quebrar a produtora de Besson, EuropaCorp. O cineasta se reforçou com parceiros na produção. Mesmo assim, os custos são de outro mundo. Para começar, o orçamento é o dobro de “Dunkirk”. Trata-se do primeiro filme europeu que custou mais de US$ 200 milhões. E as despesas de marketing são tratadas como segredo de estado, pois devem aumentar muito a hemorragia financeira. Enquanto “Dunkirk” foi elogiado pela crítica, com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Valerian” dividiu opiniões, entre aplausos pelo visual impressionante e vaias para o roteiro nonsense. O crítico do site The Hollywood Reporter chegou a afirmar que o filme era favorito ao Framboesa de Ouro 2018, mas opiniões menos rigorosas elevaram a média do filme para 54%. Ou seja, não é um lixo, é apenas medíocre. A sci-fi chega aos cinemas brasileiros em 10 de agosto. Entre os dois extremos do Top 5, o ranking ainda reservou uma enorme surpresa. A comédia “Girls Trip”, que não tem título nacional nem previsão de lançamento no Brasil, estreou em 2º lugar, com US$ 30,3 milhões, num desempenho que ninguém previu. O resultado representou a maior abertura da carreira do diretor Malcolm D. Lee (“O Natal dos Amigos Indiscretos”, “Um Salão do Barulho 3”, etc). E com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, não repetiu o vexame crítico da outra comédia recente sobre viagens de amigas, “A Noite é Delas”, fracasso completo que sorrateiramente sumiu do cronograma de estreias do Brasil. “Girls Trip” se mostrou mais que “Uma Noite É Delas” com atrizes negras. Para começar, reforçou a ótima química entre as atrizes Queen Latifah (série “Star”) e Jada Pinkett Smith (série “Gotham”), que voltaram a filmar juntas 21 anos após estrelarem “Até as Últimas Consequências” (1996). Viajam junto com elas Regina Hall (“Pense como Eles”), que estreou no cinema na primeira comédia do diretor, “Amigos Indiscretos” (1999), e Tiffany Haddish (“Keanu: Cadê Meu Gato?!”). As quatro vivem melhores amigas que resolvem curtir o carnaval de Nova Orleans, onde reencontram o espírito juvenil, dançando, brigando e flertando até corar. Entre os alvos masculinos de sua energia está ninguém menos que Mike Colter (o astro da série Luke Cage”). Vale observar que logo abaixo de “Girls Trip” – e acima de “Valerian” – estão pesos-pesados como “Homem-Aranha: De Volta para Casa” e “Planeta dos Macacos: A Guerra”, filmes de franquias, que disputavam o topo do ranking. O detalhe é que o filme das férias femininas, que impediu as superproduções de assegurarem ou manterem o 2º lugar, foi feito por apenas US$ 20 milhões. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Dunkirk Fim de semana: US$ 50,5 milhões Total EUA: US$ 50,5 milhões Total Mundo: US$ 105,9 milhões 2. Girls Trip Fim de semana: US$ 30,3 milhões Total EUA: US$ 30,3 milhões Total Mundo: US$ 30,3 milhões 3. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 22 milhões Total EUA: US$ 251,7 milhões Total Mundo: US$ 571,7 milhões 4. Planeta dos Macacos: A Guerra Fim de semana: US$ 20,4 milhões Total EUA: US$ 97,7 milhões Total Mundo: US$ 174,8 milhões 5. Valerian e a Cidade dos Mil Planetas Fim de semana: US$ 17 milhões Total EUA: US$ 17 milhões Total Mundo: US$ 17 milhões 6. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 12,7 milhões Total EUA: US$ 213,3 milhões Total Mundo: US$ 727,4 milhões 7. Em Ritmo de Fuga Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 84,2 milhões Total Mundo: US$ 118,6 milhões 8. The Big Sick Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 24,5 milhões Total Mundo: US$ 24,6 milhões 9. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 4,6 milhões Total EUA: US$ 389 milhões Total Mundo: US$ 779,4 milhões 10. 7 Desejos Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 10,5 milhões Total Mundo: US$ 10,5 milhões
The Expanse ganha vídeo e anuncia atriz de Lost na 3ª temporada
O canal pago SyFy divulgou um vídeo de “The Expanse” na Comic-Con, que faz uma retrospectiva dos melhores momentos da 2ª temporada. A maior novidade da produção, portanto, ficou por conta do anúncio da participação de Elizabeth Mitchell (das séries “Lost” e “Revolution”) num papel recorrente na 3ª temporada. Seu personagem foi descrita apenas como alguém “que traz uma nova perspectiva espiritual para a série”. Atração mais cara do SyFy, “The Expanse” é baseada na franquia de livros “Leviathan Wakes”, escrita por James S.A. Corey, e se passa 200 anos no futuro, quando a Terra vive uma crise política com suas colônias em Marte e no cinturão de asteroides. A situação é agravada pelo ataque a uma nave espacial terrestre, falsamente creditado à Marte, e por um teste com arma biológica num asteroide habitado, ecoando uma conspiração interplanetária que ameaça conduzir a uma guerra entre mundos. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), a série é estrelada por Steven Strait (série “Magic City”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (série “Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Jared Harris (série “Mad Men”) e Chad Coleman (série “The Walking Dead”). Pelos custos elevados, “The Expanse” foi concebida como uma série limitada de 10 episódios. Mas o sucesso obtido, especialmente entre a crítica, animou o Syfy a investir na sua continuação. Ainda não há previsão para a estreia da 3ª temporada, que acontecerá apenas em 2018 nos Estados Unidos. No Brasil, “The Expanse” é disponibilizada pela plataforma de streaming Netflix.











