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    Blade Runner 2049 tem tantas ideias promissoras que poderia ser uma minissérie

    5 de outubro de 2017 /

    Na tela em 1982, “Blade Runner” causou certo estranhamento. Era enigmático, escuro e fora do padrão. Se a estética não parece tão estranha agora, foi porque a publicidade, o cinema, os clipes, todo mundo assimilou o visual e tentou capturar a atmosfera. Em casos assim é muito comum a indústria destruir o que antes parecia fresco e autêntico. Não aconteceu com esse clássico. Revendo o filme, o senso de mistério persiste, a trama ilumina algumas questões, mas deixa várias implicações a margem para o espectador deduzir. O prazer de rever “Blade Runner” continua justamente pelas entrelinhas. Parece que há sempre algo novo a ser descoberto. O novo “Blade Runner 2049” tem bem pouco disso. Existe uma trama de mistério, mas ela é confortavelmente solucionada pra ninguém sair da sala com uma preocupação nova. É um espetáculo bem produzido e bonito, com duas reviravoltas surpreendentes, mas com um acumulo de detalhes pensados para tornar o todo mais complexo, que precisava ser melhor depurado. São 2 horas e quarenta de filme contra os 119 minutos do Blade Runner original. Deve-se desanimar com isso? Não. O filme tem força. A maior delas é o carinho, o amor com que o diretor Dennis Villeneuve se debruça sobre o baú de relíquias do clássico de Ridley Scott sem se intimidar em tatear esse mundo. O roteiro co-escrito por Michael Green (de “Logan”) e Hampton Fancher (que escreveu o original) alinha ideias para uns quatro filmes. Todas muito boas, mas desperdiçadas. A começar pelo paralelo entre os protagonistas. Aparentemente no primeiro filme, Harrison Ford era o humano que rastreava e matava os sintéticos humanoides reconstruídos com DNA humano, os chamados replicantes. O olhar para esses seres vinha de fora. Em “Blade Runner 2049”, a perspectiva desde o princípio vem de dentro. Ryan Gosling (“La La Land”) é KD6-3.7, um replicante que caça replicantes. E ele é a escolha perfeita para o Departamento de Polícia de Los Angeles. Uma máquina que sabe exatamente o que fazer e pouco se lixa para o que cada morte significa. Essa pelo menos é a impressão que “K” passa a chefe do departamento, a tenente Joshi (Robin Wright, da série “House of Cards”). No íntimo, porém, o replicante revela-se um sujeito cheio de duvidas. Um caixão enterrado sob uma árvore seca aumenta ainda mais as incertezas de K. Dentro, encontra-se a ossada de uma mulher desconhecida. O legista diz que a vítima morreu de complicações de parto. Quando examinam os pormenores, descobrem uma costela marcada com número de série: a mulher era uma replicante. Deveria ser impossível um ser sintético engravidar, mas aconteceu. Esta descoberta é o incidente propulsor do filme. Para a tenente Joshi, a reprodução de replicantes representa uma ameaça para os principados da criação e para o equilíbrio social. Mas para o empresário Niander Wallace (Jared Leto, de “Esquadrão Suicida”), o diabólico sucessor da Tyrell Corporation, a fábrica de replicantes, representa uma oportunidade. Se os replicantes são capazes de se reproduzir por conta própria, eles podem ser peões de uma nova ordem. Desta forma, K encontra-se no centro de um conflito político. Ele é designado para encontrar e matar a criança que cresceu, tornou-se adulta e que ninguém sabe o paradeiro. Nessa missão, K esbarra em dois grupos inimigos, um que pretende interferir, e outro que tem a intenção de ajudá-lo. A quantidade de história aqui é suficiente para construir uma minissérie, mas em sua ambição, Villeneuve mira o além. Ele insere as ruminações sombrias do caçador de replicantes sobre a natureza da espécie humana, da espécie sintética e sobre o futuro da vida na Terra. Curioso que o aspecto mais promissor do filme envolva uma meditação periférica. Sim, tem mais uma! Trata-se de uma reflexão sobre as fronteiras do palpável e o virtual numa sociedade altamente tecnológica. Primeiro vemos como K lida com essa virtualidade em casa. Ele tem uma namorada chamada Joi (a cubana Ana de Armas), que simplesmente é um holograma. É comovente como são apaixonados e como sustentam a relação mesmo sem um beijo real. Na esperança de consolar o parceiro, a mulher holográfica contrata uma prostituta para fazer sexo com K. E numa jogada de mestre, sincroniza sua imagem sobre o corpo da outra para que a ilusão do sexo palpável seja plena. O trecho, sem sombra de dúvida, é o maior momento do filme. Uma inquietante sequência de amor em que o protagonista se vê enlaçado por um corpo real e outro virtual de duas cabeças, quatro mãos e quatro pernas que iludem e ao mesmo tempo fornecem o sentido do quanto o amor é um sentimento rico, vasto e complexo. Há outra cena preciosa, dentro de um casino antigo, onde os hologramas de artistas mortos podem ser vistos com o simples acionamento de um botão. Assim Elvis reaparece cantando em seu macacão branco. Marilyn comparece sedutora com a saia branca esvoaçante, seguido por Liberace ao piano e Sinatra entoando uma canção romântica. Uma sublime melancolia se instala nessa ocasião. Elvis, Marilyn, Sinatra são emblemas de um outro tempo, um passado simples, quando todos entendiam o que significava ser humano. Não há tal compreensão no mundo de 2049. No filme é impossível dizer a um ser sintético o que o torna mais humano, assim como parece igualmente complicado reforçar nos humanos seus traços civilizados. Isso implica em todo tipo de questões existenciais. Talvez os replicantes sejam como seres humanos e tenham uma alma. Ou talvez os humanos sejam como replicantes, tudo seja mecanicista, e toda a noção da alma não passe apenas de fantasia. “Blade Runner 2049” roça nessas ideias densas e promissoras. Pena que o roteiro esteja tão inflado delas. Em vez do desenvolvimento, temos apenas a amostragem. Nesse sentido, Villeneuve foi mais feliz em seu filme anterior, “A Chegada”. Esse novo bem que tenta alcançar o brilho neon-noir esfumaçado do Los Angeles de Ridley Scott, mas não é fácil redefinir o mapa de nossos sonhos coletivos. Isso é ruim? Certamente, não. Seria um descaso não mergulhar na experiência proposta. A satisfação é imediata, mas há o que pensar, uma quantidade razoável para sentir e até para ver. E não é todo dia que temos uma oportunidade dessas.

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    Roteiro da continuação de No Limite do Amanhã já está pronto

    4 de outubro de 2017 /

    O diretor Doug Liman revelou que Christopher McQuarrie já terminou o roteiro da sequência de “No Limite do Amanhã”, mas ainda não há previsão para o começo das filmagens, porque está sendo difícil conciliar sua agenda com a dos astros Tom Cruise e Emily Blunt. “Tom e Emily estão realmente empolgados para fazer o filme. Já temos um roteiro, só estamos tentando encontrar tempo para fazer a agenda, entre os meus compromissos, os de Emily e Tom”, ele explicou, em entrevista ao site Collider. “Esse é um daqueles casos que a sequência vêm do melhor lugar possível, que não é algo como o estúdio dizendo ‘hey, achamos que podemos fazer mais dinheiro. Vamos fazer outro’. Essa sequência foi originada com os fãs do primeiro longa, que continuaram vindo até Tom, Emily e eu e nos dizendo o quanto amaram o filme e se estávamos pensando na sequência. E tantas pessoas falaram isso para nós que finalmente pensamos: ‘Como seria uma sequência?’. E terminamos com Chris McQuarrie criando uma história incrível”. “Realmente é algo que vem do coração”, ele acrescentou. “Eu nunca tinha trabalhado com Tom nessas grandes franquias, então tudo o que sempre o vi fazer, ou trabalhar com ele, vem do coração da forma mais pura. Quero dizer, ele sempre pensa em seus fãs, sempre pensa no público. Ele não é um desses astros que pensa que é santificado. Ele genuinamente entende que é uma estrela porque as pessoas gostam dos seus filmes. E ele quer entregar isso para essas pessoas”. O filme original acompanhava o inexperiente Tenente Bill Cage (Cruise), enviado sem preparo para lutar contra uma invasão de alienígenas na Terra, e por isso acabava morto em minutos. Mas o contato direto com a espécie extraterrestre cria um fenômeno, lançando-o de volta no tempo no momento de sua morte, de modo que ele passa a reviver os mesmos eventos outra vez. O efeito se repete cada vez que ele morre, o que o leva a lutar a mesma batalha várias vezes. Até descobrir que a personagem de Emily Blunt também enfrentou o mesmo paradoxo e se oferece para treiná-lo e transformá-lo num militar experiente em “apenas um dia”. Doug Liman e Tom Cruise voltaram a se juntar em “Feito na América”, atualmente em cartaz nos cinemas. No momento, o diretor filma a ficção científica “Chaos Walking”. Já Tom Cruise está se recuperando de um acidente no set do sexto “Missão Impossível”, dirigido por McQuarry, e Emily Blunt finalizou as filmagens da continuação de “O Retorno de Mary Poppins”.

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    Último trailer de Blade Runner 2049 traz diversas cenas inéditas

    4 de outubro de 2017 /

    A Warner divulgou um trailer final “Blade Runner 2049”, repleto de cenas inéditas. Há até uma aparição de Edward James Olmos, que retoma seu papel do primeiro filme, Gaff. Mas o que mais chama atenção é a grandiosidade das cenas, que revelam um futuro muito mais sombrio que o longa original, submerso na poluição do ar, no lixo e na miséria. Escrita por Hampton Fancher (também do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação gira em torno da investigação de um novo caçador de androides (blade runner), o oficial K (Ryan Gosling, de “La La Land”), que descobre um segredo há muito tempo enterrado com o potencial de mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta o leva a uma busca por Rick Deckard (Harrison Ford), o ex-blade runner que está desaparecido há 30 anos. O elenco ainda inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), Lennie James (série “The Walking Dead”), Hiam Abbass (“Êxodo: Deuses e Reis”), Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”), Carla Juri (“Zonas Úmidas”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”), Wood Harris (“Creed”) e Tómas Lemarquis (“X-Men: Apocalypse”). O filme tem direção de Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, que dirigiu o “Blade Runner” original de 1982, e as primeiras críticas falam em “obra-prima”. A estreia acontece na quinta (5/10) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Kate Winslet vai voltar a trabalhar com James Cameron nas sequências de Avatar

    3 de outubro de 2017 /

    A atriz Kate Winslet vai voltar a trabalhar com o diretor James Cameron, 20 anos depois da parceria de “Titanic” (1997). Ela foi escalada em um importante papel nas sequências de “Avatar”, que já começaram a ser gravadas (e não filmadas, já que é tudo digital). “Kate e eu estávamos procurando algo para fazer juntos há 20 anos, desde a nossa colaboração em ‘Titanic’, que foi uma das mais gratificantes da minha carreira”, disse Cameron ao site Deadline, antes de engatar o “eu mal posso esperar” de todos os comunicados de Hollywood. “Eu mal posso esperar para vê-la no personagem de Ronal”. Ela se juntará a grande parte do elenco do primeiro filme, que retornará nas continuações: Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald. Além deles, o elenco terá Oona Chaplin (neta do mestre do cinema mudo Charles Chaplin e intérprete da mulher de Robb Stark na série “Game of Thrones”), Cliff Curtis (o Travis da série “Fear the Walking Dead”) e diversos atores-miris como novos personagens. Após anos de desenvolvimento, a franquia terá mais quatro filmes, com a expectativa de todos os filmes serão gravados ao mesmo tempo – assim como aconteceu com “O Hobbit”. Segundo o site Deadline, o orçamento estimado para a realização dos quatro longas é de US$ 1 bilhão, o mais alto da história. “Avatar 2” vai estrear em dezembro de 2020, seguida por “Avatar 3” em dezembro de 2021. Com um curioso hiato de três anos, “Avatar 4” só será visto em dezembro de 2024 e a última parte da franquia, “Avatar 5”, em dezembro de 2025.

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    Genial! Espetacular! Obra-Prima! Blade Runner 2049 destaca elogios da crítica em novo comercial

    2 de outubro de 2017 /

    A Warner, que distribui “Blade Runner 2049” nos Estados Unidos, divulgou um novo comercial que destaca os inúmeros, ostensivos e hiperbólicos elogios da crítica à produção. “Obra-prima” é um substantivo usado, assim como os adjetivos “genial”, “épico”, “perfeito”, “obrigatório” e “espetacular”, e expressões como “visual estonteante” e “de tirar o fôlego”. A crítica norte-americana amou o filme, que atualmente tem 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”), os efeitos visuais, a cenografia e a atuação de Harrison Ford são os pontos mais elogiados. Produzido por Ridley Scott, diretor do original, o longa traz Ford novamente ao papel de Rick Deckard, contracenando com Ryan Gosling (“La La Land”) como um novo caçador de androides rebelados. A estreia acontece na quinta (5/10) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Mia Kirshner vai viver a mãe de Spock na série Star Trek: Discovery

    2 de outubro de 2017 /

    A atriz Mia Kirshner (séries “The L Word” e “Defiance”) entrou no elenco de “Star Trek: Discovery” para desempenhar um papel da série clássica de “Jornada nas Estrelas”: ninguém menos que Amanda Grayson, a mãe de Spock. A personagem foi apresentada pela primeira vez em 1966, interpretada por Jane Wyatt (estrela da série clássica “Papai Sabe Tudo”). A atriz repetiu o papel 20 anos depois, no filme “Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa” (1986), e, três anos após sua morte, foi substituída por Winona Ryder (série “Stranger Things”) no reboot cinematográfico da franquia, “Star Trek” (2009). O contexto da aparição de Amanda não foi revelado, mas como a série inclui flashbacks sobre a infância de Michael Burnham (Sonequa Martin-Green, da série “The Walking Dead”), é provável que o cotidiano da família de Spock seja melhor explorado. A protagonista de “Star Trek: Discovery” é uma órfã humana criada desde criança por Sarek, o pai de Spock. Na série, Sarek é vivido por James Frain (séries “Orphan Black” e “Gotham”). Assistido por 9,6 milhões de telespectadores ao vivo, a estreia de “Star Trek: Discovery” foi o programa não esportivo mais visto do domingo retrasado (24/9) nos EUA, segundo a empresa Nielsen. Como se não bastasse, ainda foi elogiada por 90% da crítica norte-americana, na média do site Rotten Tomatoes. Os efeitos visuais, a performance de Sonequa Martin-Green e o ritmo intenso foram os elementos mais destacados. Mas os novos episódios não passarão na TV aberta. A plataforma CBS All Access irá mostrar com exclusividade o resto da série por streaming nos Estados Unidos. No resto do mundo, inclusive no Brasil, “Star Trek: Discovery” é disponibilizada pela Netflix, na proporção de um episódio por semana, sempre às segundas.

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    Ron Howard divulga foto com Thandie Newton nos bastidores do filme de Han Solo

    2 de outubro de 2017 /

    O diretor Ron Howard publicou no Twitter uma nova foto dos bastidores do longa sobre a juventude de Han Solo, dessa vez ao lado de Thandie Newton (série “Westworld”), avisando que ela voltou ao estúdio para filmar cenas adicionais. Mas sua participação não deve ser grande, pois o diretor também afirma que ela vai voltar logo em seguida a gravar a 2ª temporada de “Westworld”, atualmente em plena produção. Por enquanto não há detalhes sobre a personagem, mas o visual da atriz pode dar algumas pistas. Howard colocou a mão estrategicamente sobre um emblema costurado na manga de sua jaqueta. E o que dá para ver da imagem sugere um brasão imperial. O roteiro é de Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despertar da Força”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”), e o elenco também destaca Alden Ehrenreich (“Ave Cesar”) no papel-título, além de Emilia Clarke (série “Game of Thrones”), Donald Glover (série “Atlanta”), Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Paul Bettany (“Capitão América: Guerra Civil”) e Joonas Suotamo (“Star Wars: O Despertar da Força”) como Chewbacca. A estreia está marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. @thandienewton returned 2 #TheGalaxy to light up some key new #UntitledHanSolo scenes then back to #Westworld. What a powerhouse talent! pic.twitter.com/3Toldp3UtK — Ron Howard (@RealRonHoward) September 30, 2017

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    Tom Holland e Daisy Ridley aparecem juntos na primeira foto de Chaos Walking

    2 de outubro de 2017 /

    Os atores Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) e Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”) ilustram a primeira foto oficial de “Chaos Walking”. Os dois aparecem numa cena de bastidores das filmagens, revelando o visual loiro de Ridley para interpretar sua personagem. Com direção de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), o filme adapta a franquia literária “Mundo em Caos”, de Patrick Ness (autor de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”). No Brasil, o primeiro livro da trilogia foi lançado como “O Motivo”. A trama se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando um vírus infecta a civilização, fazendo com que todos os pensamentos sejam escutados, o caos se instala e abre caminho para um autocrata corrupto (Mads Mikkelsen, de “Rogue One”) culpar os nativos do planeta pelo problema. Resta ao adolescente Todd Hewitt (papel de Holland) tentar impedir o genocídio. Daisy Ridley, por sua vez, interpreta Viola, uma garota descoberta por Todd num lugar onde nenhuma mulher deveria existir. Para complicar ainda mais, ela é a única pessoa que consegue esconder seus pensamentos, tornando-a particularmente ameaçadora para os homens que dominam aquele mundo. A distribuição é da Lionsgate e a previsão de estreia é para março de 2019. Caso o filme seja bem sucedido, há mais dois livros de Patrick Ness que continuam a trama: “A Missão” (The Ask and the Answer) e “A Guerra” (Monsters of Men).

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    Luc Besson já terminou o roteiro da continuação de Lucy

    1 de outubro de 2017 /

    O cineasta Luc Besson já terminou o roteiro da sequência da sci-fi “Lucy”, estrelada por Scarlett Johansson em 2014. A revelação foi feita por Marc Shmuger, CEO da produtora EuropaCorp, de Besson, numa reunião com acionistas divulgada pela revista Variety. Ele assegurou que a sequência de “Lucy” está a todo vapor, mas não deu maiores detalhes sobre o projeto, nem se Scarlett Johansson voltará ao papel principal – já que a personagem vira uma consciência cósmica-cibernética. No primeiro filme, Lucy (Johansson) é uma jovem forçada a trabalhar como mula do narcotráfico que acaba absorvendo as drogas sintéticas e experimentais em seu corpo, o que, em vez de matá-la numa overdose, aciona capacidades adormecidas em seu cérebro, dando-lhe diversas habilidades, como a de aprender coisas instantaneamente e mover objetos com a mente. Mas usar seus poderes também lhe custa sua humanidade. “Lucy 2” pode deixar de lado a principal regra de Hollywood em relação às continuações, que sempre são mais grandiosas e mais caras. Isto porque, segundo a publicação, após o desastre financeiro do ambicioso “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, filme europeu mais caro de todos os tempos, orçado em US$ 177,2 milhões, a empresa agora vai se concentrar em produções com orçamentos modestos, sem gastar mais que US$ 35 milhões por filme.

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    Cena inédita de Star Trek: Discovery destaca primeiro personagem gay da franquia televisiva

    1 de outubro de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly revelou uma cena exclusiva do próximo episódio de “Star Trek: Discovery”, que mostra como a protagonista Michael Burnham (personagem de Sonequa Martin-Green, da série “The Walking Dead”) encontra-se deslocada e discriminada à bordo da nave Discovery, devido à sua fama de “amotinada”, como lembra o Tenente Stamets (Anthony Rapp, de “Uma Mente Brilhante”), em sua primeira aparição na divulgação da série. Seu personagem também é o primeiro abertamente gay do universo televisivo de “Star Trek”. Assistido por 9,6 milhões de telespectadores ao vivo, a estreia de “Star Trek: Discovery” foi o programa não esportivo mais visto do domingo nos EUA, segundo a empresa Nielsen. Como se não bastasse, ainda foi elogiada por 90% da crítica norte-americana, na média do site Rotten Tomatoes. Os efeitos visuais, a performance de Sonequa Martin-Green e o ritmo intenso foram os elementos mais destacados. Mas os novos episódios não passarão na TV aberta. A plataforma CBS All Access irá mostrar com exclusividade o resto da série por streaming nos Estados Unidos. No resto do mundo, inclusive no Brasil, “Star Trek: Discovery” é disponibilizada pela Netflix, na proporção de um episódio por semana, sempre às segundas.

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    The Orville: Trailer e fotos destacam participação de Charlize Theron na série

    1 de outubro de 2017 /

    A rede americana Fox divulgou as fotos e o trailer do próximo episódio da série de comédia sci-fi “The Orville”, que conta com participação especial da atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”). Ela vive Pria, capitã de uma nave espacial destroçada, que é resgatada por Ed (Seth MacFarlane) e a tripulação do Orville. E logo encanta a equipe, mas, como demonstra a prévia, não demora a demonstrar segundas intenções. Charlize já contracenou anteriormente com Seth MacFarlane na comédia “Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola” (2014), também escrita, dirigida e estrelada pelo astro e criador de “The Orville”. Na nova série, MacFarlane interpreta o Capitão Ed, que tem um relacionamento tumultuado com a Primeira Oficial Kelly, pelo simples fato dela ser sua ex-esposa. A personagem é vivida por Adrianne Palicki (série “Agents of SHIELD”) e o elenco ainda inclui Scott Grimes (série “Plantão Médico/E.R.”), Halston Sage (“Cidades de Papel”), Penny Johnson Jerald (série “Castle”) e Peter Macon (série “Shameless”). “The Orville” estreou em 10 de setembro nos Estados Unidos, com um piloto dirigido pelo cineasta Jon Favreau (“Mogli, o Menino Lobo”), e a participação de Theron acontecerá no quinto episódio, que vai ao ar na quinta (5/10) com direção de Jonathan Frakes (“Star Trek: A Nova Geração”). Ainda não há previsão para a estreia da série no Brasil.

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    Entertainment Weekly faz ensaio fotográfico com o elenco de Stranger Things

    1 de outubro de 2017 /

    A próxima edição da revista Entertainment Weekly é dedicada à 2ª temporada de “Stranger Things”. Além de três capas diferentes com os personagens da série, a publicação também divulgou fotos exclusivas da sessão fotográfica com o elenco, estampadas com seu logotipo. Veja logo abaixo. A 2ª temporada de “Stranger Things” vai se passar em 1984 e mostrar que a ameaça do Mundo Invertido não acabou. A estreia acontece na Netflix em 27 de outubro, no fim de semana que antecede o Halloween.

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    Showrunner de Lucifer vai escrever remake da sci-fi juvenil O Voo do Navegador

    30 de setembro de 2017 /

    Depois de cinco anos em desenvolvimento na Disney pelo cineasta Colin Trevorrow (“Jurassic World”), o remake da sci-fi juvenil “O Voo do Navegador” (1986) foi parar na Lionsgate. Segundo a Variety, o estúdio já contratou um novo roteirista para escrever a adaptação: o showrunner da série “Lucifer”, Joe Henderson. A trama original de “O Voo do Navegador” acompanhava um garoto de 12 anos que desaparece misteriosamente, voltando após oito anos sem ter envelhecido um único dia e em memória do que aconteceu. A NASA desconfia que há uma conexão entre o garoto e um disco voador que caiu na Terra, e parte atrás da criança. O filme original foi dirigido por Randal Kleiser, responsável por outros filmes cultuados da época, como “Grease” (1978) e “A Lagoa Azul” (1980), e o elenco contava com a jovem adolescente Sarah Jessica Parker (“Sex and the City”), além de Veronica Cartwright (“Alien”), Paul Reubens (série “Gotham”) e Cliff De Young (“Livre”), além do menino Joey Cramer, cuja carreira não vingou. Ainda não há cronograma de produção ou previsão para a estreia do remake.

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