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    Taika Waititi confirma que vai filmar Akira após Thor: Love and Thunder

    19 de outubro de 2019 /

    O diretor Taika Waititi não desistiu de dirigir a adaptação live-action de “Akira”. Em entrevista ao site IGN para promover seu novo filme “Jojo Rabbit”, Waititi confirmou que a produção da Warner será seu próximo trabalho após “Thor: Love and Thunder” e, inclusive, explicou porque as filmagens foram adiadas. “Infelizmente, tudo aconteceu pelo timing envolvendo ‘Akira’. Nós estávamos trabalhando duro no roteiro, e a data para o início das filmagens precisou ser adiada várias vezes. Chegou um momento que colidiu com a produção de ‘Thor 4’. Ficaram muito próximas. Não seria possível fazer daquele jeito, e eu já estava comprometido com a Marvel naquela altura. Então, a melhor decisão foi adiar a estreia de Akira, pois vamos começar após ‘Thor 4’ ser concluído”, explicou. O projeto de “Akira” está em desenvolvimento há 17 anos na Warner, e é curioso que o estúdio insista em sua produção num momento em que aumenta a pressão para que filmes sobre personagens japoneses sejam estrelados por atores asiáticos e após adaptações americanas recentes de mangás terem dado enormes prejuízos – de “Ghost in the Shell” em 2017 a “Alita: Anjo de Combate” no começo do ano. Todas as versões desenvolvidas pela Warner preveem um “Akira” totalmente americanizado, ao mesmo tempo em que preservariam a trama central que opõe Kaneda, o líder de uma gangue de motoqueiros, a seu melhor amigo Tetuso, um jovem poderoso que enlouquece com suas habilidades psíquicas. Tudo isso se passaria após a reconstrução de Nova York, destruída na 3ª Guerra Mundial, e enquanto o governo tenta manter o segredo sobre os poderes incontroláveis de uma criança chamada Akira, com capacidade de desencadear o apocalipse. A troca da ambientação de Neo-Tóquio para Neo-York seria a justificativa para abrir negociações com nomes do calibre de Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e Joseph Gordon-Lewitt (“A Travessia”) para os papéis principais. DiCaprio está até hoje envolvido no projeto, como produtor. Entre os diversos atores cotados para os papéis principais, também foram sugeridos Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”), Garrett Hedlund (“Tron: O Legado”) e até o ex-casal de “Crepúsculo”, Kristen Stewart e Robert Pattinson, além de Gary Oldman (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Ken Watanabe (“A Origem”) como o Coronel e Helena Bonham Carter (“Os Miseráveis”) para o papel de Lady Miyako. Nos primórdios do projeto, em 2002, o filme seria dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”). Também quase virou dois filmes, cada um condensando três dos seis volumes da obra original, que seriam dirigidos pelos irmãos Allen e Albert Hughes (“O Livro de Eli”). Mas o orçamento de US$ 230 milhões assustou a Warner. A produção foi retomada novamente como um único filme ao custo de US$ 90 milhões, sob o comando do irlandês Ruairí Robinson (“O Planeta Vermelho”), que até divulgou artes conceituais com Joseph Gordon-Levitt no papel do vilão Tetsuo. Finalmente, com orçamento ainda mais enxuto, de US$ 65 milhões, chegou perto de sair do papel com direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”). Embora “Akira” tenha se tornado conhecido devido a seu famoso anime de 1988, que chamou atenção mundial para a animação adulta japonesa, o projeto tem sido apresentado como uma adaptação mais fiel dos mangás de Katsuhiro Otomo, publicados entre 1982 e 1990, que tem final bastante diferente do filme. E são muito mais complexos, motivo pelo qual a Warner realmente chegou a considerar dividir o filme em duas partes. O roteirista mais recente a tentar simplificar a história foi Marco Ramirez, em seu primeiro trabalho no cinema, após se destacar roteirizando episódios das séries “Sons of Anarchy”, “Orange Is the New Black” e “Da Vinci’s Demons”, além de “Demolidor”, na qual foi promovido a showrunner da 2ª temporada. Sua versão foi encomendada após o estúdio recusar adaptações escritas por Dante Harper (“No Limite do Amanhã”), Steve Kloves (roteirista de quase todos os filmes da franquia “Harry Potter”, exceto “A Ordem da Fénix”), Mark Fergus e Hawk Ostby (dupla de “Homem de Ferro” e “Filhos da Esperança”).

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  • Etc,  Série

    John Cho sofre grave acidente nas gravações da série Cowboy Bebop

    18 de outubro de 2019 /

    O ator John Cho (o Sulu de “Star Trek”) sofreu um grave acidente nas gravações da série “Cowboy Bebop”, que aconteciam na Nova Zelândia. Detalhes do acidente não foram revelados, embora tenha acontecido há quase duas semanas. A notícia se tornou pública porque o ator foi trazido para Los Angeles para passar por uma cirurgia. Apesar da aparente gravidade, ele não corre risco de vida. O problema seria em seu joelho, e Cho precisará passar por extensa reabilitação para voltar a andar normalmente. Fontes ouvidas pelo site Deadline descreveram a lesão como um acidente bizarro que aconteceu na última tomada de uma cena de rotina e bem ensaiada. Por conta disso, as gravações de “Cowboy Bebop” foram interrompidas e só serão retomadas no segundo semestre de 2020. O novo cronograma da produção só será definido quando o estado de saúde de Cho, que interpreta o protagonista Spike Spiegel, estiver claro. A Netflix poderia optar por substituir o ator, pois nenhum episódio chegou a ser finalizado, mas a plataforma estaria comprometida com Cho. “Nossos pensamentos estão com John e ele tem nosso total apoio enquanto se recupera dessa lesão”, disse um porta-voz da Netflix em comunicado. “Cowboy Bebop” é um anime cultuadíssimo, que estreou no Japão em 1998, contando as aventuras de um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop atrás de criminosos perigosos no ano de 2071. Originalmente, a versão americana ia ser um filme, que entrou em desenvolvimento na década passada, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. No projeto de 2009, Keanu Reeves viveria o protagonista Spike Spiegel, mas a produção foi abandonada pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões – segundo revelou o ator. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”) e conta com o diretor do anime, Shinichiro Watanabe, como consultor da produção. Além de Cho no papel principal, a série inclui Elena Satine (a Dreamer de “The Gifted”) no papel de Julia, Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”) como Faye Valentine, Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet, e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. Mas apenas o cachorro corgi, que complementa o elenco, reflete o visual dos personagens nos desenhos originais. A 1ª temporada terá dez episódios, que agora só devem estrear em 2021.

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  • Série

    Roteirista de Rogue One vai comandar série Star Wars derivada do filme

    18 de outubro de 2019 /

    A nova série de “Star Wars” da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), derivada de “Rogue One”, sofreu mudanças em seus bastidores. Tony Gilroy, co-roteirista de “Rogue One” e diretor “secreto” das refilmagens do longa de 2016, foi contratado para escrever e dirigir os episódios da atração, que será centrada no personagem Cassian Andor, interpretado por Diego Luna. Além de Luna, o elenco também trará de volta Alan Tudyk para reprisar a dublagem da voz do robô K-2SO. A Lucasfilm não anunciou mudanças no cargo de showrunner, exercido por Stephen Schiff, produtor de “The Americans”, mas boatos compartilhados pelo editor do site Collider em seu Twitter afirmam que a produção foi paralisada várias vezes há algumas semanas. Segundo as fontes do jornalista Steven Weintraub, o roteiro do piloto “não era bom”. Depois disso, a bola de neve aumentou nas redes sociais a ponto de alimentar notícias de que a série quase foi cancelada. Gilroy vai agora escrever uma nova história para o piloto e assinar sua direção. A série ainda sem nome vai acompanhar Andor durante a formação da Aliança Rebelde, antes dos eventos apresentados em “Rogue One” e também do primeiro longa da saga clássica, “Guerra nas Estrelas” (1977), mas depois de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005). O projeto vai se juntar a “The Mandalorian”, uma criação original do cineasta Jon Favreau (“Homem de Ferro” e “Mogli”), que estreia junto com a Disney+ (Disney Plus) em 12 de novembro e já foi renovada para a 2ª temporada, além de uma anunciada produção sobre Obi Wan Kenobi, estrelada por Ewan McGregor. Por “coincidência”, as três atrações se passam no mesmo período da cronologia de “Star Wars”. I'd heard the Cassian Andor series was shut down a few weeks ago & everyone working on it was sent home. Heard the story/scripts weren’t good enough. Was getting ready to write a story about what I’d been hearing & the news about Tony Gilroy hit. Wonder what day he was hired 2/2 https://t.co/aQtosuhWLW — Steven Weintraub (@colliderfrosty) October 16, 2019

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  • Filme

    Exterminador do Futuro: Destino Sombrio ganha trailer para maiores

    18 de outubro de 2019 /

    A Paramount americana divulgou um novo trailer do sexto filme da franquia “Exterminador do Futuro”. A prévia tem algumas cenas inéditas e é supostamente para maiores, já que inclui palavrões em inglês – que podem passar batidos para os mais desatentos. Sem legendas, o vídeo mostra a chegada do robô com desejo de matar, interpretado por Gabriel Luna (o “Motoqueiro” Fantasma da série “Agents of SHIELD”), a luta da mulher biônica vivida por Mackenzie Davis (“Blade Runner 2049”) para proteger a personagem vivida pela colombiana Natalia Reyes (da série “2091”), o retorno da intérprete original de Sarah Connor, Linda Hamilton, que retoma o papel após 28 anos, e o reencontro com “Carl”, nome com o qual se apresenta o Exterminador original, vivido por Arnold Schwarzenegger – em sua idade atual e não rejuvenescido como já aconteceu na saga. O filme também marca a volta de James Cameron à franquia que ele criou em 1984, após recuperar os direitos dos personagens. Ele assina a produção e escreveu o roteiro em parceria com Josh Friedman – que por sinal foi o criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”, centrada em Sarah Connor – , mas o roteiro final ficou a cargo de David S. Goyer (“Batman vs. Superman”), Justin Rhodes (“Candidatos à Encrenca”) e Billy Ray (“Jogos Vorazes”). A direção é assinada por Tim Miller (“Deadpool”). “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” tem distribuição da Fox no Brasil e estreia marcada para 31 de outubro, um dia antes do lançamento da Paramount nos Estados Unidos. O filme também ganhou um novo cartaz internacional, que pode ser visto abaixo.

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    The Man in the High Castle: Trailer apresenta o confronto final da série

    17 de outubro de 2019 /

    A Amazon divulgou o pôster e o trailer da 4ª e última temporada de “The Man in the High Castle”, que já foi a série mais assistida de seu serviço de streaming. A prévia mostra um mergulho literal da protagonista (Alexa Davalos, de “Fúria de Titãs”) no multiverso da trama, saindo da ocupação nazista da América do Norte para adentrar o mundo em que Hitler perdeu a guerra e os Beach Boys surfam nos USA. Mas ela não pretende fugir da luta, acreditando que se os nazistas foram derrotados num universo, podem perder em todos. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos dos anos 1960, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com a 3ª temporada demorasse quase dois anos para ser exibida. Mesmo assim, manteve-se popular o suficiente para ganhar autorização de encerrar sua trama numa temporada adicional. Os dez episódios finais concluirão a história, levando a série ao seu desfecho natural. A estreia está marcada para 15 de novembro.

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    Atriz de Punho de Ferro será protagonista de Matrix 4

    16 de outubro de 2019 /

    A atriz britânica Jessica Henwick, revelação de “Game of Thrones” que virou heroína da Marvel em “Punho de Ferro”, está em negociações finais para ser a protagonista de “Matrix 4”. Segundo apurou o site Deadline, trata-se de um dos principais do novo filme. Ela teve que passar por testes de casting para ser aprovada. Embora a trama e seus personagens estejam sob sigilo, boatos sobre os novos integrantes do elenco sugerem que Henwick viveria uma versão feminina de Neo, o papel de Keanu Reeves na trilogia original, enquanto outro ator confirmado, Yahya Abdul-Mateen (o vilão Arraia Negra em “Aquaman”), seria a versão jovem de Morpheus, personagem imortalizado por Laurence Fishburne em 1999. Keanu Reeves também está confirmado como Neo, assim como Carrie-Anne Moss na pele de Trinity. Curiosamente, os dois personagens morreram em “Matrix Revolutions” (2003). Além deles, Jada Pinkett Smith negocia retornar como Niobe, uma das líderes da rebelião de Zion contra as máquinas, e Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother” e “Desventuras em Série”) completa o elenco conhecido em papel misterioso. A participação em “Matrix 4” será a segunda franquia clássica de sci-fi estrelada por Jessica Henwick, que já apareceu em “Star Wars: O Despertar da Força” (2015) e ainda estará em “Godzilla vs. Kong”. Curiosamente, também renderá um reencontro entre estrelas das séries canceladas da Marvel na Netflix. Carrie-Anne Moss também apareceu em episódios de “Punho de Ferro” como a advogada Jeri Hogarth. A produção atravessa atualmente sua fase de revisão de roteiro. A história foi escrita por Aleksandar Hemon (roteirista de “Sense8”) e David Mitchell (autor do livro que virou “A Viagem”) em parceria com Lana Wachowski, que criou “Matrix” com a irmã Lilly, na época em que ambas eram “irmãos”. Desta vez, Lana é a única Wachowski envolvida no projeto. Ela também vai assinar a direção, completando uma separação da irmã que se iniciou na produção de “Sense8”. A trama do filme original passava-se em um futuro no qual uma Inteligência Artificial tomou conta do mundo. A maioria das pessoas, no entanto, vive sem saber disso, habitando uma “simulação” virtual do planeta antes do apocalipse. Porém, alguns conseguem se libertar e o hacker Neo (Reeves) é escolhido para se “desplugar” deste universo virtual e ajudar os rebeldes na luta contra os computadores e robôs que escravizaram a humanidade. O filme de 1999 foi revolucionário por suas metáforas, que combinavam metafísica e sci-fi, mas também por suas cenas de ação, que introduziram o wire fu (o kung fu voador) e o feito “time bullet” (câmera lenta do ponto de vista de uma bala) no cinema ocidental. Fez tanto sucesso que ganhou duas continuações, que entretanto não tiveram a mesma repercussão, chegando a decepcionar os fãs da franquia. As filmagens do quarto longa devem começar nos primeiros meses de 2020, mas não há previsão para o lançamento nos cinemas.

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    Apple renova seis séries antes da estreia de sua plataforma de streaming

    16 de outubro de 2019 /

    A Apple anunciou a renovação de seis séries que farão parte de sua nova plataforma de streaming, Apple TV+. Quatro das atrações renovadas serão lançadas junto com a inauguração do serviço, dia 1º de novembro. As quatro séries que chegam na primeira leva e já tem retorno confirmado são a sci-fi de realidade alternativa “For All Mankind”, estrelada por Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”), a sci-fi pós-apocalíptica “See”, com Jason Momoa (“Aquaman”), a comédia de época “Dickinson”, protagonizada por Hailee Steinfeld (“Bumblebee”), e a dramédia “The Morning Show”, que junta Jennifer Aniston (“Friends”), Reese Witherspoon (“Big Little Lies”) e Steve Carell (“The Office”). Produzida por por Ronald D. Moore, criador do reboot de “Battlestar Galactica” e da série “Outlander”, “For All Mankind” imagina o que aconteceria se a União Soviética tivesse chegado primeiro à Lua e a corrida espacial avançasse para novos campos de disputa nos anos 1970. Concebida por Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”) e dirigida pelo cineasta Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: Em Chamas”), “See” é um épico futurista, que se passa após a humanidade perder a capacidade de enxergar, encontrando novas formas de interagir, construir, caçar e sobreviver, apenas para ter esse status quo ameaçado pelo nascimento de um par de gêmeos com olhos perfeitos. Criada por Alena Smith (roteirista-produtora de “The Affair”), “Dickinson” imagina com anacronismos propositais a vida da poeta Emily Dickinson, explorando as restrições da sociedade, gênero e família na perspectiva da escritora iniciante que não se encaixa em seu próprio tempo. “The Morning Show” é uma criação de Kerry Ehrin (“Bates Motel”) e gira em torno de um telejornal matutino, que após a demissão de um de seus apresentadores busca um substituto, dando origem a uma nova rivalidade na produção. Será a primeira série de Jennifer Aniston desde o fim de “Friends”, em 2004, e volta de Steve Carell ao gênero, após sair de “The Office” em 2011. Além de estrelar como a substituta, Reese Witherspoon produz a atração. As outras duas séries renovadas foram os dramas “Little America” e “Home Before Dark”, que ainda não têm previsão de estreia. Desenvolvida pelo casal de roteiristas Kumail Nanjiani e Emily V. Gordon (indicados ao Oscar 2018 por “Doentes de Amor”), “Little America” aborda a vida de imigrantes nos Estados Unidos, apresentando histórias diferentes a cada episódio, no formato de antologia. E “Home Before Dark”, criada por Dana Fox (do filme “Como Ser Solteira”) e Dara Resnik (da série “Castle”), é um drama de mistério baseado na vida real da jornalista mirim Hilde Lysiak, que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha aos 11 anos de idade. Brooklynn Prince (a estrelinha de “Projeto Flórida”) interpreta a jovem protagonista, cuja perseguição obstinada pela verdade a leva a desenterrar um caso criminal que todos na sua cidadezinha, incluindo seu próprio pai (Jim Sturgess, de “Tempestade: Planeta em Fúria”), tentaram enterrar.

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    Jada Pinkett Smith negocia voltar a viver Niobe em Matrix 4

    16 de outubro de 2019 /

    Mais um nome do elenco original da trilogia “Matrix” pode se juntar a Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss no quarto filme da franquia. Segundo o site Deadline, Jada Pinkett Smith estaria negociando seu retorno ao papel de Niobe, uma das líderes da rebelião de Zion contra as máquinas. Reeves e Moss retomarão seus papéis, respectivamente como Neo e Trinity, que supostamente morreram em “Matrix: Revolutions”. Mas Morpheus, que sobreviveu, não teve seu intérprete confirmado na continuação. Especula-se que Yahya Abdul-Mateen II (o vilão Arraia Negra em “Aquaman”) possa interpretar uma versão mais jovem do personagem de Laurence Fishburne na trilogia original. Além dos citados, o ator Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother” e “Desventuras em Série”) também finaliza sua negociação para integrar o elenco. A produção está atualmente em fase de revisão de roteiro. A história foi escrita por Aleksandar Hemon (roteirista de “Sense8”) e David Mitchell (autor do livro que virou “A Viagem”) em parceria com Lana Wachowski, que criou “Matrix” com a irmã Lilly, na época em que ambas eram “irmãos”. Desta vez, Lana é a única Wachowski envolvida no projeto. Ela também vai assinar a direção, completando uma separação da irmã que se iniciou na produção de “Sense8”. A trama do filme original passava-se em um futuro no qual uma Inteligência Artificial tomou conta do mundo. A maioria das pessoas, no entanto, vive sem saber disso, habitando uma “simulação” virtual do planeta antes do apocalipse. Porém, alguns conseguem se libertar e o hacker Neo (Reeves) é escolhido para se “desplugar” deste universo virtual e ajudar os rebeldes na luta contra os computadores e robôs que escravizaram a humanidade. O filme de 1999 foi revolucionário por suas metáforas, que combinavam metafísica e sci-fi, mas também por suas cenas de ação, que introduziram o wire fu (o kung fu voador) e o feito “time bullet” (câmera lenta do ponto de vista de uma bala) no cinema ocidental. Fez tanto sucesso que ganhou duas continuações, que entretanto não tiveram a mesma repercussão, chegando a decepcionar os fãs da franquia. As filmagens do quarto longa devem começar nos primeiros meses de 2020, mas não há previsão para o lançamento nos cinemas.

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    Neil Patrick Harris entra no elenco de Matrix 4

    15 de outubro de 2019 /

    O ator Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother” e “Desventuras em Série”) vai se juntar a Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss em “Matrix 4”. Seu papel não foi revelado. Além dele, outra novidade recentemente anunciada no elenco foi Yahya Abdul-Mateen II, que interpretou o vilão Arraia Negra em “Aquaman”. A produção está atualmente em fase de revisão de roteiro. A história foi escrita por Aleksandar Hemon (roteirista de “Sense8”) e David Mitchell (autor do livro que virou “A Viagem”) em parceria com Lana Wachowski, que criou “Matrix” com a irmã Lilly, na época em que ambas eram “irmãos”. Desta vez, Lana é a única Wachowski envolvida no projeto. Ela também vai assinar a direção, completando uma separação da irmã que se iniciou na produção de “Sense8”. A trama do filme original passava-se em um futuro no qual uma Inteligência Artificial tomou conta do mundo. A maioria das pessoas, no entanto, vive sem saber disso, habitando uma “simulação” virtual do planeta antes do apocalipse. Porém, alguns conseguem se libertar e o hacker Neo (Reeves) é escolhido para se “desplugar” deste universo virtual e ajudar os rebeldes na luta contra os computadores e robôs que escravizaram a humanidade. O filme de 1999 foi revolucionário por suas metáforas, que combinavam metafísica e sci-fi, mas também por suas cenas de ação, que introduziram o wire fu (o kung fu voador) e o feito “time bullet” (câmera lenta do ponto de vista de uma bala) no cinema ocidental. Fez tanto sucesso que ganhou duas continuações, que entretanto não tiveram a mesma repercussão, chegando a decepcionar os fãs da franquia. As filmagens do quarto longa devem começar nos primeiros meses de 2020, mas ainda não há previsão para o lançamento nos cinemas.

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    Globoplay será o novo endereço de Doctor Who no Brasil

    14 de outubro de 2019 /

    Uma das séries mais difíceis de acompanhar no Brasil, “Doctor Who” segue seu costume de mudar de canal a cada temporada. Agora a série vai ser disponibilizada na plataforma Globoplay, que fechou um acordo com a BBC Studios para oferecer a seus assinantes todas as 11 temporadas do reboot da série britânica e o vindouro 12º ano, estrelado por Jodie Whittaker. Também fazem parte do acordo 19 episódios especiais, que são os eventos de natal, ano novo e regenerações dos Doutores desde 2005 até os dias de hoje. “Doctor Who” tem uma relação complicada com o Brasil. Era exibida no canal pago BBC, que de uma hora pra outra passou a exibir só documentários e acabou saindo do ar no país. Depois de se perder no tempo e no espaço, a série ressurgiu no Syfy e passou a ser distribuída também pela Netflix, até que a emissora perdeu os direitos de exibição e o streaming também retirou o programa de seu catálogo. Nesse período, “Doctor Who” ainda foi exibida na TV Cultura. Alguns meses depois, a série chegou na plataforma Crackle, que exibiu a 11ª temporada antes de fechar na América Latina em março passado, deixando a atração novamente sem paradeiro no país – até a atual reviravolta. A série concluiu sua 11ª temporada em dezembro e abriu 2019 com um especial de ano novo. Ainda não há previsão de estreia para a 12ª temporada.

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    Manifest bate recorde de público do Globoplay

    11 de outubro de 2019 /

    A estratégia de lançamento de “Manifest” no Globoplay deu mais que certo. A série só chegou no Brasil na última sexta-feira (4/10), disponibilizada na plataforma Globoplay, e teve seu episódio de estreia exibido na noite de segunda-feira (7/10) na rede Globo, dentro do horário de filmes da “Tela Quente”. O resultado foi impressionante. O piloto atingiu cerca de 28 pontos no Ibope Kantar, tanto no Rio quanto em São Paulo, um dos melhores resultados do ano da “Tela Quente”. Isto representou audiência superior à registrada pela novela “Éramos Seis” e muito acima da performance de todas as atrações dos outros canais em seu horário. Para deixar claro: nem se todos os programas rivais juntassem seus públicos seriam capazes de ter maior audiência que o episódio inaugural da série na Globo. Embora siga a cartilha da Netflix de não revelar o público de sua plataforma de streaming, a empresa compartilhou com a imprensa que o buchicho fez “Manifest” atingir consumo 56% superior a “The Good Doctor”, que antes era considerado o recordista da Globoplay. Segundo o jornal do grupo, a produção estrangeira passou até a novela “A Dona do Pedaço” em horas de consumo em streaming. Em seu lançamento nos Estados Unidos, no ano passado, a produção também surpreendeu com uma audiência muito acima da esperada, vista por 10,3 milhões de telespectadores ao vivo e marcando 2,2 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Mas esses números foram caindo progressivamente conforme a série começou a arrastar seu “mistério” e aumentar o tom de melodrama, a ponto da 1ª temporada acabar com uma perda de 50% do público original. Criada por Jeff Rake (que também criou “The Mysteries of Laura”) e produzida pelo cineasta Robert Zemeckis (“O Voo”, “De Volta para o Futuro”), “Manifest” acompanha os passageiros de um avião que desapareceu por cinco anos e retorna como se poucos minutos tivessem passado. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse avançado para eles, o que afeta seus retornos para suas famílias. Além do mistério do desaparecimento, eles passam a lidar com um efeito colateral inesperado, passando a ouvir “chamados” para fazer determinadas coisas. Segundo os produtores, a trama foi inspirada pelo desaparecimento misterioso do voo 370 da Malaysia Airlines, mas a premissa também sugere influência de “Lost” e “The 4400”. O elenco é liderado por Josh Dallas (o Príncipe Encantado de “Once Upon a Time”), Melissa Roxburgh (série “Valor”), Parveen Kaur (série “Beyond”), Luna Blaise (série “Fresh Off the Boat”), J.R. Ramirez (série “Jessica Jones”), Athena Karkanis (série “Zoo”), Elizabeth Marvel (“Homeland”) e o menino Jack Messina (“Maravilhosa Sra. Maisel”). A série, transmitida originalmente pela NBC, foi renovada para a 2ª temporada, que ainda não teve sua data de estreia anunciada nos Estados Unidos.

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    Ator de Aquaman vai estrelar Matrix 4

    9 de outubro de 2019 /

    O ator Yahya Abdul-Mateen II, que interpretou o vilão Arraia Negra em “Aquaman”, assinou contrato para estrelar “Matrix 4”. Ele será um dos protagonistas e vai contracenar com Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss, que retomarão seus papéis como Neo e Trinity. Especula-se que o novo integrante do elenco possa interpretar uma versão mais jovem de Morpheus, personagem de Laurence Fishburne na trilogia original. O nome de Fishburne não é citado na produção, apesar de Morpheus ser o único sobrevivente do trio central na conclusão de “Matrix: Revolutions”. A produção está atualmente em fase de revisão de roteiro. A história foi escrita por Aleksandar Hemon (roteirista de “Sense8”) e David Mitchell (autor do livro que virou “A Viagem”) em parceria com Lana Wachowski, que criou “Matrix” com a irmã Lilly, na época em que ambas eram “irmãos”. Desta vez, Lana é a única Wachowski envolvida no projeto. Ela também vai assinar a direção, completando uma separação da irmã que se iniciou na produção de “Sense8”. A trama do filme original passava-se em um futuro no qual uma Inteligência Artificial tomou conta do mundo. A maioria das pessoas, no entanto, vive sem saber disso, habitando uma “simulação” virtual do planeta antes do apocalipse. Porém, alguns conseguem se libertar e o hacker Neo (Reeves) é escolhido para se “desplugar” deste universo virtual e ajudar os rebeldes na luta contra os computadores e robôs que escravizaram a humanidade. O filme de 1999 foi revolucionário por suas metáforas, que combinavam metafísica e sci-fi, mas também por suas cenas de ação, que introduziram o wire fu (o kung fu voador) e o feito “time bullet” (câmera lenta do ponto de vista de uma bala) no cinema ocidental. Fez tanto sucesso que ganhou duas continuações, que entretanto não tiveram a mesma repercussão, chegando a decepcionar os fãs da franquia. As filmagens do quarto longa devem começar nos primeiros meses de 2020, mas não há previsão para o lançamento nos cinemas.

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    Projeto Gemini: Tecnologia 3D do filme é tão avançada que nenhum cinema é capaz de exibi-la como deveria

    9 de outubro de 2019 /

    Com estreia marcada para esta semana, o filme “Projeto Gemini”, estrelado por Will Smith, usou técnicas de captação de imagens em 3D tão avançadas que não há cinema no mundo capaz de exibi-las de forma a reproduzir todos os avanços de sua produção. O filme do cineasta Ang Lee (“As Aventuras de Pi”) foi gravado em velocidade de 120 frames por segundo (FPS), com resolução 4K em câmeras 3D de última geração. Mas, de acordo com levantamento feito pelo site Polygon, apenas 14 cinemas dos Estados Unidos tem capacidade para projetar o filme em 3D de 120 FPS. Mesmo assim, suas telas possuem apenas resolução 2K. Isso não significa que o filme não pode ser reproduzido no cinema. Ele foi adaptado para rodar em diferentes capacidades de projeções. Portanto, o público será capaz de vê-los nas telas. Apenas não verá exatamente o que o diretor filmou. Ang Lee revelou, em entrevista ao site Deadline, que se sente frustrado pela falta de avanço no cinema 3D, tanto do ponto de vista tecnológico quanto artístico, lamentando a falta de mais obras inovadoras após iniciativas como “Avatar” (2009), “A Invenção de Hugo Cabret” (2011), seu próprio “As Aventuras de Pi” (2012) e “Gravidade” (2013). Ele revelou que, ao filmar em 120 FPS, mudou até seu estilo cinematográfico, desacelerando várias cenas para destacar a capacidade de captação de detalhes que só a imagem em altíssima definição é capaz de registrar. E ao fazer isso descobriu um paradoxo. Que cenas em 120 FPS parecem muito mais rápidas que as imagens tradicionais, mesmo durante uso de câmera lenta. Para quem não sabe, a velocidade tradicional, vista na maioria esmagadora dos filmes, é de 24 FPS – velocidade que sugere a “ilusão” do movimento na antiga projeção de fotogramas consecutivos. Além da tecnologia empregada nas gravações, “Projeto Gemini” também destaca efeitos visuais que criam uma versão jovem de Will Smith, em cenas em que o ator digital contracena com o Will Smith real. Na obra, Will Smith vive um agente secreto caçado por seu clone mais jovem. “Projeto Gemini” estreia nesta quinta-feira (10/10) no Brasil e no dia seguinte nos Estados Unidos. Veja abaixo um vídeo legendado dos bastidores, focado justamente na tecnologia 3D da produção.

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