Conheça a história real por trás da série “Bem-Vindos à Vizinhança”
A série “Bem-Vindos à Vizinhança” (The Watcher), que estreou nessa quinta (13/10) na Netflix, é baseada numa bizarra história real, que há oito anos aterrorizou os proprietários de uma casa em Nova Jersey nos EUA. Estrelada por Naomi Watts (“Goodnight Mommy”) e Bobby Cannavale (“Mr. Robot”), a série conta a história de um casal que compra aquela que seria a sua casa dos sonhos e começa a receber cartas assustadoras de alguém que os vigia. A série criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (parceiros desde “Glee”) tomou algumas liberdades criativas na construção da sua narrativa (como mostrar a família morando na casa, algo que não aconteceu na história real). Mas os fatos verdadeiros foram ainda mais assustadores que sua versão dramatizada. Tudo começou em 2014, quando Maria Broaddus e o marido Derek Broaddus compraram uma casa colonial holandesa de seis quartos, localizada no agora infame endereço 657 Boulevard, em Westfield, Nova Jersey. Antes mesmo de a venda se tornar pública, Derek encontrou a primeira cartas anônima na caixa de correio (conforme apontam os dados de um processo que o casal iniciou contra as pessoas que lhes venderam o imóvel). Em tom sinistro, a carta dizia: “Você precisa encher a casa com o sangue jovem que eu pedi. Assim que souber seus nomes, vou chamá-los e atraí-los para mim. Pedi aos [proprietários anteriores] que me trouxessem sangue jovem.” O autor da carta dizia que sua família observara aquela casa durante gerações e ele se dizia insatisfeito com as recentes reformas feitas no imóvel. “Você conhece a história da casa? Você sabe o que está dentro dos muros do 657 Boulevard? Por que você está aqui? Vou descobrir.” A segunda e terceira cartas, recebidas em 18 de junho e 18 de julho de 2014, foram ainda mais preocupantes. “Quem vai ficar nos quartos de frente para a rua?” perguntou o misterioso autor. “Eu saberei assim que você se mudar. Vai me ajudar a saber quem está em qual quarto para que eu possa planejar melhor.” As cartas foram endereçadas aos novos moradores, por mais que o nome estivesse escrito incorretamente. O autor ainda citou os apelidos das crianças, sugerindo que estava perto o suficiente para conseguir ouvi-los, conforme apontado em um artigo escrito por Reeves Wiedeman para Magazine e publicado em 2018 – que serviu de base para a série da Netflix. Suspeitando que o autor das cartas pudesse ser um dos seus vizinhos mais próximos, Derek e Maria levaram as cartas para a polícia. “Não era alguém do outro lado da cidade ou de outro lugar… Era alguém que estava lá”, disse Wiedeman. “E isso indicava alguém que morava muito perto ou passava muito tempo por lá.” A teoria de que o autor estava próximo foi confirmada pelo fato de ele ter mencionado que um dos filhos do casal estava usando um cavalete em uma varanda fechada, que não era visível da rua. Diante disso, a polícia questionou um vizinho suspeito, um homem de 60 anos que supostamente tinha problemas de saúde mental (e que já morreu). Entretanto, não foi apresentada nenhuma evidência que confirmasse essa suspeita. Mais tarde, foi descoberto que o DNA encontrado em um dos envelopes pertencia a uma mulher. A família processou os antigos proprietários da casa em 2015, alegando que eles deveriam ter divulgado uma carta anterior enviada pelo mesmo sujeito. Depois que o processo virou notícia, o detetive da polícia de Westfield, Barron Chambliss, resolveu investigar o caso novamente. Chambliss suspeitava que uma irmã do vizinho entrevistado poderia ter sido a pessoa que lambeu o envelope. Porém, quando conseguiu uma amostra de DNA dela, viu que não era compatível. O detetive também perseguiu uma pista envolvendo um casal visto em um carro estacionado do lado de fora da casa certa noite. A mulher disse que o homem, seu namorado, jogava videogames “obscuros”, incluindo um que envolvia um “observador”. Mas o homem não atendeu à intimação para ir à delegacia e, posteriormente, mudou-se para fora do estado. Seria ele o autodenominado Watcher? Ninguém sabe. Com a investigação sem resolução, a família Broaddus desistiu de se mudar para a casa. Eles compraram outra moradia e estavam tentando vender a casa assombrada pelas cartas. Porém, ao contrário dos donos anteriores, eles se sentiam na obrigação de avisar possíveis compradores a respeito do que tinha acontecido lá. Diante da dificuldade em vender a residência, a família chegou a considerar demolir a casa e dividir o terreno em dois lotes diferentes. Essa ideia encontrou muita resistência entre os moradores da região, que pareciam não se importar muito com as cartas que a família recebia. Os planos de demolição foram enterrados quando o conselho de planejamento da cidade rejeitou o projeto. Em 2017, algumas semanas depois de o jornal The Star-Ledger publicar que novos inquilinos tinham se mudado para a casa, uma quarta carta foi recebida. Conforme relatado no artigo da revista New York, o tom da nova carta era muito mais agressivo, com ameaças físicas, que sugeriam que os moradores sofreriam algum tipo de violência, seja na forma de um acidente, um incêndio, uma doença misteriosa ou talvez na morte de um animal de estimação. Um ano depois, um juiz indeferiu a ação de Broaddus e outra dos proprietários anteriores, que alegaram difamação. Mais um ano se passou até que o casal finalmente conseguiu vender sua casa dos sonhos para uma família que não parecia se importar com a história daquele local. Os novos proprietários pagaram US$ 959 mil pela casa, o que representou uma perda de quase US$ 400 mil para a família Broaddus, que havia gasto US$ 1,3 milhões, isso sem mencionar os anos de pagamentos de hipotecas e impostos que investiram na casa, sem nunca ter morado lá dentro. Aparentemente, os novos ocupantes não receberam nenhuma carta desde que se mudaram. Derek e Maria Broaddus ainda vivem com os filhos em Westfield e precisaram lidar com a exposição na mídia despertada pela nova série, além da desconfiança dos seus vizinhos, que suspeitam que eles próprios criaram a farsa – o que não faz sentido algum, visto que perderam muito dinheiro com isso. Nem mesmo a venda dos direitos da sua história para o canal pago Lifetime, que desenvolveu um telefilme, e para a série da Netflix compensou as despesas que eles tiveram. Até hoje não se sabe quem é o autor das misteriosas cartas. Assista abaixo o trailer de “Bem-Vindos à Vizinhança”.
Série documental vai explorar polêmicas de “Glee”
O serviço de streaming Discovery+ está desenvolvendo uma série documental que vai explorar as polêmicas da série “Glee”, criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan. A série de três episódios contará com depoimentos dos principais membros do elenco e da equipe de “Glee” (além dos seus familiares), que vão compartilhar histórias nunca antes contadas a respeito dos bastidores da atração. Entre as controvérsias, destaca-se três mortes no elenco, começando por Cory Monteith (Finn), falecido em decorrência de uma overdose acidental de heroína, o afogamento de Naya Rivera (Santana) e o suicídio de Mark Salling (intérprete de Puck), que foi preso e se declarou culpado de possuir imagens de pornografia infantil e se matou enquanto aguardava a sentença. Além disso, há o caso de Lea Michele (Rachel Berry), que foi acusada de bullying nos bastidores da produção. A série ainda sem título será produzida pela Ample Entertainment, mesma produtora de “The Invisible Pilot” (2022) e “9 Months with Courteney Cox” (2019). Recentemente, a Discovery+ lançou a série documental “House of Hammer” (2022), que detalhou as polêmicas envolvendo o ator Armie Hammer e sua família. Exibida entre 2009 e 2015 no canal americano Fox, “Glee” era uma mistura de drama, comédia e musical, e narrou a história de estudantes que se juntam ao coral da escola. A série coletou dezenas de prêmios e suas seis temporadas podem ser vistas no serviço de streaming Disney+.
“Dahmer: Um Canibal Americano” já é 2ª série em inglês mais vista da Netflix
A série “Dahmer: Um Canibal Americano”, criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (ambos de “Ratched”), continua quebrando recordes na Netflix. Na sua terceira semana de exibição, a série acumulou incríveis 205 milhões de horas assistidas, liderando o Top 10 semanal da plataforma. Com isso, a produção estrelada por Evan Peters (“American Horror Story”) já teve mais de 700 milhões de horas assistidas, o que já a posiciona como a segunda série em inglês mais assistidas da história da Netflix (ou, pelo menos, desde que o serviço de streaming mudou a sua forma de contabilizar a audiência). A série mostra como Jeffrey Dahmer, um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da polícia e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. Apesar do sucesso, a atração também gerou protestos de parentes das vítimas, que reclamam da exploração da história. A produção também não agradou à crítica, sendo considerada medíocre pela média das resenhas compiladas no agregador Rotten Tomatoes – 52% de aprovação. Ainda que a audiência de “Dahmer: Um Canibal Americano” seja surpreendente, ela ainda estão longe da marca da 4ª temporada de “Stranger Things”, que acumulou 1,35 bilhão de horas no período de um mês (e continua sendo a série mais assistida da Netflix). Vale observar que o interesse na história do psicopata é tanto que, em 2º lugar no ranking, ficou a série documental “Conversando com um Serial Killer: O Canibal de Milwaukee”, que traz entrevistas com Jeffrey Dahmer. Lançada na sexta (7/10), a produção teve um pouco mais de 30 milhões de horas assistidas. Fechando o Top 5 semanal, a terceira posição ficou “Dinastia 5” (com quase 28 milhões de horas), seguida por “O Clube da Meia-Noite” (18 milhões de horas) e pela 3ª temporada de “Império da Ostentação” (com um pouco mais de 15 milhões de horas assistidas). A diferença brutal entre o desempenho das séries parece indicar que o público da Netflix está assistindo a “Dahmer: Um Canibal Americano” e quase mais nada.
“Dahmer: Um Canibal Americano” bate recorde de audiência na Netflix
A série “Dahmer: Um Canibal Americano”, criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (ambos de “Ratched”), se tornou um dos maiores sucessos na Netflix em todos os tempos. Durante a sua segunda semana, a série acumulou quase 300 milhões de horas assistidas, liderando com folga o Top 10 semanal do serviço de streaming. Os números são impressionantes e classificam a atração como a segunda série em inglês mais assistida da Netflix numa única semana – atrás apenas da 4ª temporada de “Stranger Things”. Ao todo, após 12 dias de disponibilidade, “Dahmer: Um Canibal Americano” já foi visto por um total de 496,1 milhões de horas. A Netflix também revelou que pelo menos 56 milhões de lares já consumiram todos os 10 episódios da série até agora. Com a audiência atual, “Dahmer: Um Canibal Americano” já é a 9ª série mais popular da Netflix. E deve subir mais posições em breve, uma vez que a série tem mais 16 dias para fechar o mês – a Netflix contabiliza somente as horas visualizadas nos primeiros 28 dias de disponibilidade de cada título. “Dahmer: Um Canibal Americano” mostra como Jeffrey Dahmer (Evan Peters, de “American Horror Story”), um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da polícia e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. Apesar do sucesso, a atração tem gerado protestos de parentes das vítimas, que reclamam da exploração da história. A produção também não agradou à crítica, sendo considerada mediana pela média das resenhas compiladas no agregador Rotten Tomatoes – 50% de aprovação. Fechando o Top 5 semanal da Netflix, estão ainda – de forma surpreendente, pela audiência pífia na TV – a 5ª temporada de “Dinastia” (que acumulou 44,6 milhões de horas assistidas), a 2ª temporada de “Fate: A Saga Winx” (com 26 milhões de horas assistidas), a 5ª temporada de “Cobra Kai” (20 milhões de horas) e a 1ª temporada de “Heartbreak High: Onde Tudo Acontece” (14 milhões de horas).
“American Horror Story” revela elenco, título, artes e data de estreia da 11ª temporada
O canal americano FX divulgou os pôsteres promocionais da 11ª edição de “American Horror Story”, que revelam o título da temporada e a data de estreia dos novos episódios. A 11ª temporada da série de antologia vai se chamar “American Horror Story: New York” – ou “AHS: NYC”, de forma abreviada – e teve a exibição de seus dois primeiros capítulos marcada para 19 de outubro na TV paga americana. A trama permanece em segredo, mas o título confirma a locação, após paparazzi flagrarem o começo da produção. Com base nos figurinos e cenários flagrados pelos fotógrafos, a produção deve ser ambientada na década de 1970, o que é confirmado por uma sinopse extraoficial sobre um serial killer que ataca a comunidade LBGTQIA+ da era das discotecas – quando a cidade também enfrentou um grande blecaute. O elenco também foi confirmado com Denis O’Hare (integrante série desde o primeiro episódio, de 2011, até a mais recente temporada, de 2021), Zachary Quinto (que participou entre 2011 e 2013), Billie Lourd (entre 2017 e 2021), Leslie Grossman (também de 2017 a 2021), Isaac Powell (em 2021) e Patti LuPone (em 2013). Além disso, trarão também outros colaboradores recorrentes do produtor Ryan Murphy, como Sandra Bernhard (“Pose”), Joe Mantello (“Hollywood” e “The Normal Heart”) e Charlie Carver (“Ratched”). Assim, a maior novidade é Russell Tovey (“Looking”), que trabalha com Murphy pela primeira vez. A série mais longeva da história do FX encontra-se renovada até o 13º ano de produção. Conheça o elenco de #AHSNYC! 🗽 pic.twitter.com/FflfAdDaPK — American Horror Story Brasil (@ahsfx_br) September 29, 2022
“Dahmer: Um Canibal Americano” vira um dos maiores sucessos da Netflix
A série “Dahmer: Um Canibal Americano”, criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (ambos de “Ratched”), acumulou mais de 196 milhões de horas assistidas em sua primeira semana de exibição. Trata-se de uma das maiores audiências da Netflix desde que o serviço de streaming mudou a contabilização da audiência, em 2021. Para se ter uma ideia, o número de horas só ficou abaixo dos sucessos “Round 6”, “All of Us Are Dead”, da 4ª temporada de “Stranger Things” e da 2ª temporada de “Bridgerton”, todos recordistas de audiência. De todo modo, é difícil comparar esse desempenho com outras séries desenvolvidas por Ryan Murphy para a Netflix, como “The Politician” (lançada em setembro de 2019), “Hollywood” (maio de 2020), “Ratched” (setembro de 2020) e “Halston” (maio de 2021), uma vez que todas estrearam antes da plataforma mudar sua contabilização de dados. Mas é possível que este seja o maior sucesso do produtor no serviço de streaming. Os números de “Dahmer: Um Canibal Americano” se tornam ainda mais impressionantes quando comparados à série que ficou em segundo lugar, a 2ª temporada da série “Fate: A Saga Winx”, que acumulou “apenas” 60 milhões de horas assistidas, seguida pela 5ª temporada de “Cobra Kai”, com 38 milhões de horas. Ou seja, “Dahmer: Um Canibal Americano” dominou a Netfix. A série mostra como Jeffrey Dahmer (Evan Peters, “American Horror Story”), um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da política e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. Apesar do sucesso, a atração tem gerado protestos de parentes das vítimas, que reclamam da exploração da história. A produção também não agradou à crítica, sendo considerada média pela média das resenhas compiladas no agregador Rotten Tomatoes – 47% de aprovação. Assista abaixo ao trailer de “Dahmer: Um Canibal Americano”.
Irmã de vítima de Jeffrey Dahmer reclama da série Netflix: “Apenas ganância”
Rita Isbell, irmã de Errol Lindsey, uma das vítimas de Jeffrey Dahmer, está indignada com a série “Dahmer: Um Canibal Americano”, na Netflix. Ela falou que nunca foi contatada pelos realizadores. “Eu sinto que a Netflix deveria ter perguntado se nos importaríamos ou como iríamos nos sentir. Não me perguntaram nada. Eles apenas fizeram aquilo”, ela disse ao site Insider. Isbell explicou que não precisaria de nenhuma compensação financeira pelo uso do seu nome na série, mas reconheceu que “é triste que eles estão apenas ganhando dinheiro com essa tragédia. Isso é apenas ganância.” Com sentimento dividido sobre a série, ela aponta que a produção “traz à tona sentimentos antigos e isso doeu, mas também me beneficia”, disse ela. “Eu me beneficio porque hoje posso lidar com isso de maneira diferente do que fiz no passado. Eu posso falar sobre isso sem tanta raiva.” Os produtores a transformaram numa dos personagens da série, interpretada pela atriz DaShawn Barnes (“Bosch”), e reproduziram seu pronunciamento durante o julgamento do assassino. Na ocasião, ela quis falar sobre como a morte do seu irmão havia afetado a sua família. Mas “quando cheguei na frente dele foi um jogo totalmente novo. Eu reconheci o mal. Eu estava cara a cara com o puro mal”, explicou. “Eu não tinha escrito nada”, contou Isbell sobre seu testemunho. “Se eu tivesse, eu teria rasgado de qualquer maneira. Não teria sido lido. Aquela foi a minha primeira vez na frente dele. O que quer que eu pensei que ia dizer, isso não aconteceu. Tudo acabou saindo naquele momento.” Ela explicou o que a motivou. “A razão pela qual eu disse o que disse durante aquela declaração foi porque, durante o julgamento, eles o retratavam como alguém tão fora de controle que não conseguia se conter”, disse ela. “Mas você tem que estar no controle para fazer as coisas que ele estava fazendo. Você tem que estar muito no controle. Então é por isso que eu disse: ‘Deixe-me mostrar o que é fora de controle. Isso é alguém fora de controle.’ Eu estava fora do corpo. Eu não era eu naquele momento.” Em seu desabafo, ela comentou que só assistiu aos episódios em que a sua “versão ficcional” aparece. “Não assisti a série inteira. Eu não preciso assistir. Eu vivi aquilo. Eu sei exatamente o que aconteceu.” Ao contrário de Rita, seu primo Eric Isbell foi mais contundente nas suas críticas à atração. “Eu não estou dizendo a ninguém sobre o que assistir. Eu sei que a mídia de ‘true crime’ é enorme agora, mas se você está realmente curioso sobre as vítimas, minha família (os Isbells) está furiosa com essa série”, afirmou ele no Twitter. Criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (“Glee”), “Dahmer: Um Canibal Americano” mostra como Dahmer (Evan Peters, “American Horror Story”), um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da política e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. A minissérie estreou na quarta-feira (21/9) na Netflix. Netflix Jeffrey Dahmer’s victim’s sister and the real Rita in 1992 #jeffreydahmer #serialkillers #truecrime #truecrimecommunity pic.twitter.com/t8fZe1S2oT — Carol DaRonch (@CarolDaRonch) September 21, 2022
Naomi Watts é aterrorizada em trailer de suspense
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Bem-Vindos à Vizinhança” (The Watcher), série estrelada por Naomi Watts (“Goodnight Mommy”) e Bobby Cannavale (“Mr. Robot”). Revelada no Tudum, a prévia evoca a 1ª temporada de “American Horror Story”, um dos maiores sucessos de Murphy, que, por sinal, é produtor da atração. A trama é inspirada na famosa casa “Watcher” em Nova Jersey. Um casal comprou o imóvel colonial holandês de 1905 por quase US$ 1,4 milhão em 2014, mas foram forçados a abandonar sua nova casa por causa de cartas arrepiantes de alguém que se autodenominava “O Vigia” e que afirmava ter “vigiado” a casa por décadas. “Eu sou o Vigia. Traga-me seu sangue jovem”, dizia uma das notas. A produção marca a volta de Naomi Watts à Netflix após a experiência frustrada de “Gypsy” – cancelada com apenas uma temporada em 2017 – e seu segundo trabalho consecutivo com Bobby Cannavale – os dois acabaram de filmar “This Is the Night” do diretor James DeMonaco (o criador da franquia “Uma Noite de Crime”). Segundo a sinopse oficial, Dean (Cannavale) e Nora Brannock (Watts) acabaram de comprar a casa dos seus sonhos no idílico subúrbio de Westfield, em Nova Jersey. Mas logo depois de gastarem todas as suas economias para fechar o negócio, eles percebem que o bairro não é nada acolhedor. Há uma mulher mais velha e excêntrica chamada Pearl (Mia Farrow, de “O Ex-Namorado da Minha Mulher”) e seu irmão Jasper (Terry Kinney, de “Billions”) que se infiltram na casa dos Brannock e se escondem no elevador. Há também Karen (Coolidge), a corretora de imóveis e uma velha conhecida de Nora, que os faz sentir como se não pertencessem àquele lugar. Além disso, o bairro ainda conta com os vizinhos intrometidos Mitch (Richard Kind, de “tick, tick… BOOM!”) e Mo (Margo Martindale, de “The Americans”), que não respeitam os limites da propriedade. Mas a vida do casal principal só vira mesmo um verdadeiro inferno quando as cartas sinistras do autodenominado “O Vigilante” começam a chegar, aterrorizando os Brannocks ao ponto de ruptura, à medida que os segredos sinistros do bairro se espalham. A estreia vai acontecer em 13 de outubro.
Tudum: Saiba o que vai rolar no evento mundial da Netflix
A Netflix divulgou a programação do Tudum: Um Evento Mundial para Fãs, que vai trazer novidades sobre diferentes produções da plataforma de streaming. O evento oficial terá início às 14h de sábado (24/9) no YouTube da Netflix e será transmitido para o mundo todo. Mas além dessa programação principal, ainda acontecerão outros três “Tuduns regionais”, voltados para produções da Coreia do Sul, Índia e Japão. Por sinal, o primeiro começa daqui há pouco, às 23h, direto de Seul. Curiosamente, o Tudum começou como um evento local no Brasil. Chegou a ter duas edições presenciais em São Paulo, em 2020 e 2021, antes de ser encampada pela Netflix americana e virar um grande infomercial da empresa, com apresentações de vídeos, imagens e astros de suas produções. Só que neste ano, com a introdução de múltiplos Tuduns regionais, a programação brasileira perdeu o destaque original, sendo absorvida numa apresentação latina geral. Entre as novidades mais aguardadas do evento principal, estão a participação do astro Henry Cavill, que trará novas informações sobre a 3ª temporada de “The Witcher”, apresentando um vídeo de bastidores da produção com Anya Chalotra e Freya Allen. O elenco de “Stranger Things” também vai marcar presença, respondendo perguntas dos fãs e compartilhando os erros de gravação da 4ª temporada. Além disso, os atores de “Sombra e Ossos” vão apresentar uma prévia da 2ª temporada, Jenna Ortega mostrará uma cena da série de Wandinha Adams e haverá a revelação do primeiro trailer completo da série “The Watcher”, de Ryan Murphy. O Tudum também apresentará o primeiro material de novas séries, como uma nova atração estrelada pelo ator Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que já Amei”) e “Berlin”, série derivada de “La Casa De Papel”. Apesar da ênfase para produções norte-americanas, o evento terá espaço para programas nacionais. Camila Queiroz, por exemplo, vai trazer novidades sobre a 2ª temporada do reality show “Casamento às Cegas Brasil” e sobre a competição musical “La Firma”. O evento ainda terá participação dos elencos de “The Umbrella Academy”, “Manifest”, “Lupin”, “Round 6”, “Bridgerton”, “Outher Banks”, entre outras séries. Já entre os filmes, os destaques são “Heart of Stone”, que terá imagens de bastidores apresentadas pela atriz Gal Gadot, uma cena inédita de “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”, introduzida pelo diretor Rian Johnson, Jason Momoa falando sobre seu papel na fantasia “Terra dos Sonhos”, Guillermo Del Toro abrindo os bastidores de “Pinóquio”, Millie Bobby Brown e o trailer de “Enola Holmes 2”, e os atores Ashton Kutcher e Reese Witherspoon juntando-se para apresentar a comédia romântica que eles estrelam: “Your Place or Mine”. Outras filmes que cujos elencos famosos marcarão presença na programação do Tudum são “The Old Guard 2”, “Resgate 2”, “A Escola do Bem e do Mal”, “Através do Mar”, “Depois do Universo” e o nacional “Carga Máxima”. O Tudum também vai trazer novidades sobre o mundo dos games, com o ator Jamie Foxx apresentando uma prévia do jogo “Oxenfree: Netflix Edition”. Confira os horários de todos os eventos do Tudum e assista aos trailers de cada um deles abaixo. Dia 23/9 às 23h – início do Tudum com um bloco dedicado às produções da Coreia do Sul. Dia 24/9 às 2h30 – programação dedicada às produções da Netflix na Índia. Dia 24/9 às 14h – divulgação de novidades Estados Unidos, Europa e outro bloco para as novidades da América Latina (incluindo o Brasil) Dia 25/9 às 1h – novidades do mercado japonês e encerramento do evento.
Parente de vítima do canibal Jeffrey Dahmer está furioso com série da Netflix
O parente de uma vítima do serial killer Jeffrey Dahmer está furioso com a estreia da série “Dahmer: Um Canibal Americano” na Netflix. Eric Isbell, primo de Errol Lindsey, que foi morto pelo assassino aos 19 anos, usou as redes sociais para condenar a produção e explicar como a família se sentiu diante da recriação de fatos traumáticos. “Eu não estou dizendo a ninguém sobre o que assistir. Eu sei que a mídia de ‘true crime’ é enorme agora, mas se você está realmente curioso sobre as vítimas, minha família (os Isbells) está furiosa com essa série”, afirmou ele no Twitter. “Voltou a nos traumatizar repetidamente, e para quê? De quantos filmes/séries/documentários precisamos?”, ele seguiu, incluindo um vídeo que compara uma cena da série com o julgamento real de Dahmer, ocorrido em 1992. A cena em questão destaca a intérprete da irmã de Errol, Rita Isbell, e é muito semelhante ao depoimento verdadeiro. “Recriar minha prima tendo um colapso emocional no tribunal diante do homem que torturou e assassinou o irmão dela é insano. INSANO”, escreveu sobre a cena. Ele também explicou que a produção não notificou sua família de que ela seria retratada na série. “Eles não notificam as famílias quando fazem isso. É tudo registro público, então não precisam notificar (ou pagar!) ninguém. Minha família descobriu [que ia aparecer na série] junto com todo mundo”. Eric continuou suas críticas no Instagram e ressaltou que “não, minha família não está feliz”. “Descanse em paz, meu primo Errol Lindsey, e todas as outras vítimas”, concluiu. Além do garoto de 19 anos, Jeffrey Dahmer matou outros 16 homens. O serial killer seduzia ou oferecia dinheiro às vítimas, que eram drogadas, estupradas, assassinadas e devoradas. A história também chama atenção porque ele dissecava os corpos, comia órgãos, guardava ossos e praticava necrofilia com as pessoas que escolhia matar. Condenado à prisão perpétua, Dahmer morreu espancado por outro detento em 1994. Na minissérie produzida por Ryan Murphy (“American Horror Story”), o psicopata é vivido por Evan Peters (também de “American Horror Story”) e o elenco ainda destaca Niecy Nash (“Claws”), Penelope Ann Miller (“American Crime”), Shaun J. Brown (“Future Man”), Colin Ford (“Daybreak”) e o veterano Richard Jenkins (“A Forma da Água”). “Dahmer: Um Canibal Americano” foi disponibilizada na quarta (21/9) na Netflix. Like recreating my cousin having an emotional breakdown in court in the face of the man who tortured and murdered her brother is WILD. WIIIIIILD. — eric. (@ericthulhu) September 22, 2022
Trailer de “Dahmer: Um Canibal Americano” culpa racismo por mortes do serial killer
A Netflix divulgou um novo trailer de “Dahmer: Um Canibal Americano”, minissérie em que Evan Peters (“American Horror Story”) incorpora o serial killer canibal Jeffrey Dahmer. A prévia reforça o papel do racismo como componente primordial para a impunidade do assassino por décadas. Baseada na história real do psicopata, a série vai mostrar como Dahmer, um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da política e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. A minissérie foi co-criada por Ryan Murphy (também de “American Horror Story”) e seu velho parceiro Ian Brennan – os dois conceberam juntos “Glee”, “Screem Queens”, “Hollywood” e “The Politician”, as duas últimas na Netflix. Vale lembrar que Murphy também mostrou em “The Assassination of Gianni Versace – American Horror Story” que um serial killer foi capaz de matar o dono da grife Versace por causa da homofobia da polícia, que não se dedicou a capturar o assassino que “só” matava gays. Além de Evan Peters, o elenco de “Dahmer” conta com Niecy Nash (“Claws”) como a vizinha, além de Penelope Ann Miller (“American Crime”), Shaun J. Brown (“Future Man”), Colin Ford (“Daybreak”) e o veterano Richard Jenkins (“A Forma da Água”). Com direção de Paris Barclay (“Sons of Anarchy”), Carl Franklin (“Mindhunter”) e Janet Mock (“Pose”), os episódios estreiam em 21 de setembro.
Evan Peters arrepia no trailer de “Dahmer: Um Canibal Americano”
A Netflix divulgou o trailer arrepiante de “Dahmer: Um Canibal Americano”, minissérie em que Evan Peters (“American Horror Story”) incorpora o serial killer canibal Jeffrey Dahmer. O ator impressiona na prévia, mostrando a frieza e calma do famoso assassino, enquanto planeja suas carnificinas e serve um sanduíche de gente para sua vizinha. Baseada na história real do psicopata, a série vai narrar a vida de Dahmer, um dos mais famosos serial killers dos EUA, que assassinou e esquartejou 17 homens e garotos entre 1978 e 1991. A crueldade e sadismo dos seus assassinatos, somado ao fato de praticar necrofilia e canibalismo, chocou a polícia, o público e a mídia, e lhe rendeu o apelido de Canibal de Milwaukee. O mais impressionante é que ele escapou várias vezes de ser capturado em flagrante por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. Por sinal, essa questão é apresentada em destaque no trailer. A minissérie foi co-criada por Ryan Murphy (também de “American Horror Story”) e seu velho parceiro Ian Brennan – os dois conceberam juntos “Glee”, “Screem Queens”, “Hollywood” e “The Politician”, as duas últimas na Netflix. Além de Evan Peters, o elenco conta com Niecy Nash (“Claws”) como a vizinha, além de Penelope Ann Miller (“American Crime”), Shaun J. Brown (“Future Man”), Colin Ford (“Daybreak”) e o veterano Richard Jenkins (“A Forma da Água”). Com direção de Paris Barclay (“Sons of Anarchy”), Carl Franklin (“Mindhunter”) e Janet Mock (“Pose”), os episódios estreiam em 21 de setembro.
Ator mirim de “It: A Coisa” estrela novo terror de Stephen King. Veja o trailer
A Netflix divulgou o trailer de “Mr. Harrigan’s Phone”, que volta a trazer Jaeden Martell, principal ator adolescente de “It: A Coisa”, num terror de Stephen King. “O Telefone do Sr. Harrigan” é o conto que abre a antologia “Com Sangue” (If It Bleeds), lançada em 2020. A trama gira em torno de um adolescente (Martell), morador de uma cidade pequena, que faz amizade com um bilionário idoso e recluso chamado Sr. Harrigan. Os dois estreitam os laços graças ao amor compartilhado por livros e um iPhone, mas quando o idoso morre, o garoto descobre que consegue continuar conversando com seu velho amigo pelo telefone, que foi enterrado com ele. Isto acontece depois dele deixar uma mensagem no celular no caixão, desejando que o velho amigo estivesse vivo para aconselhá-lo a como lidar com um garoto mais velho, após sofrer uma agressão. A ligação dá início a uma série de mortes, aparentemente acidentais, de inimigos do garoto. A adaptação tem roteiro e direção de John Lee Hancock (“Um Sonho Possível”) e traz o veterano Donald Sutherland (“Jogos Mortais”) no papel do Sr. Harrigan. O filme é uma coprodução de Ryan Murphy (criador de “American Horror Story”) e da Blumhouse (produtora de “O Homem Invisível” e “Corra!”), e tem estreia marcada para 5 de outubro.






