Temporada crossover de American Horror Story ganha pôsteres e título apocalíptico
O canal pago FX divulgou dois pôsteres, o título, o tema e a data de estreia da 8ª temporada de “American Horror Story”, que será o primeiro crossover completo entre dois arcos diferentes da série. Os cartazes revelam a mão de uma criatura negra que brinca com um bebê ensanguentado, imagem que faz referência direta ao final da 1ª temporada, batizada de “Murder House”. A trama inaugural se encerra com a personagem Vivien (Connie Britton) morta após dar à luz o filho da criatura que assombrava sua casa, deixando o pequeno “anticristo” nas mãos de Constance (Jessica Lange). Pois bem, o menino deve mesmo ser o anticristo, já que o subtítulo da nova temporada é “Apocalypse”. Além do bebê demônio, o criador da série, Ryan Murphy, confirmou que as bruxas da 3ª temporada, “Coven”, também participarão ativamente da trama. Até o momento, estão confirmados os retornos dos seguintes atores, ao novo capítulo da série de antologia: Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Emma Roberts, Cheyenne Jackson, Billie Lourd, Billy Eichner, Adina Porter e Leslie Grossman, além da estreia de Joan Collins (da série clássica “Dinastia”). Além disso, foram convidadas, mas ainda não confirmadas, as atrizes Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe e a cantora Lady Gaga. A 8ª temporada vai estrear em 12 de setembro nos Estados Unidos. A série também é exibida no canal pago FX no Brasil.
Pose: Série com maior elenco transexual da TV é renovada para a 2ª temporada
O canal pago FX anunciou a renovação de “Pose”, última série criada por Ryan Murphy para o canal (que também exibe suas criações “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Feud”). Inédita no Brasil, a série entrou para a História ao escalar o maior elenco com atores transgêneros já visto na TV, e por ter pela primeira vez um episódio escrito, produzido e dirigido por uma trans negra, Janet Mock. “Pose” se passa na cena dançante de Nova York entre os anos 1980 e 1990, auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna), e acompanha a trajetória de um grupo de jovens que tenta deixar sua marca em sua época. A 1ª temporada se encerra em 22 de julho nos Estados Unidos, e Ryan Murphy está doando todos os lucros obtidos pela produção para entidades relacionadas aos direitos LGBTQIA+.
Janet Mock se torna primeira transexual negra a produzir, escrever e dirigir uma série de TV
A produtora Janet Mock entrou para a história da TV no domingo (8/7), quando o canal pago FX exibiu o sexto episódio da série “Pose”. Ela se tornou a primeira negra transexual a produzir, escrever e dirigir um episódio de uma série de TV. Ela comemorou o feito no Instagram. “Não deixe meu sorriso engá-lo. Estava muito nervosa por fazer algo que nunca tinha feito, um trabalho que parecia ser reservado para homens brancos, uma posição na indústria que raramente convida mulheres e/ou pessoas de cor para sentar em uma cadeira de direção”, opinou Mock. “Você escreveu este roteiro, você sabe os personagens. Você ajudou a moldá-los, fazê-los. Você consegue. E sua vida inteira como uma garota trans negra te prepara para tantos desafios.” “Ser a primeira da sua família a ir para a faculdade, conseguir um mestrado, trabalhar como jornalista, sair do conforto e segurança de contar outras histórias para realmente contar as suas próprias histórias, escrever dois livros de memórias, ser a primeira transexual de cor contratada entre roteiristas… e sim, ser a primeira a escrever e dirigir um episódio de televisão”, completou Mock. Vale lembrar que já houve uma transexual branca que fez tudo isso com sucesso em vários episódios de uma série, a cineasta Lena Wachowski, criadora de “Sense8” na Netflix. Por sinal, “Pose” estreou em junho nos Estados Unidos com outra marca para a comunidade LGBTQIA+, ao escalar o maior elenco com atores transgêneros na história da televisão. Criada por Steven Canals (série “Dead of Summer”), Brad Falchuk e Ryan Murphy (a dupla de “American Horror Story”), “Pose” se passa na cena dançante de Nova York entre os anos 1980 e 1990, auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna), e acompanha a trajetória de um grupo de jovens que tenta deixar sua marca em sua época. A 1ª temporada se encerra em 22 de julho nos Estados Unidos, e Ryan Murphy está doando todos os lucros obtidos pela produção para entidades relacionadas aos direitos LGBTQIA+. This was taken under the amber light of the #posefx ballroom on my first shoot as a Director. Don’t let the smile fool you: I was nervous af about doing something I had never done before, a job that seemed to be reserved for white men, a position in the industry that rarely invited women and/or people of color to sit in the director’s chair. I doubted whether I had the skills and experience to be a director. But I was pushed by @mrrpmurphy who told me I could (“you’re naturally bossy…like me”) and used his Half Initiative to make it happen. But still I had to talk myself through self-doubt (like so many “firsts” have done before me) by saying, “You wrote this script. You know these characters. You helped shape them, make them, move them. You got this, and your whole life as a black trans girl with all your experiences have prepared you for so many unknowns — from being the first in your family to go to college, to get a masters, to work as a journalist, to leave the safety of telling others stories to actually tell your own story, to write two memoirs that centered #girlslikeus, to be the first trans woman of color to be hired in a writer’s room…and yes, the first to write and direct an episode of television. You can do this, will do this and are deserving.” I couldn’t do it alone — no director can. I thank my mentors @mrrpmurphy & @gwynethhorderpayton for pushing, nurturing and supporting me, my DP @simondennis_dop for making it all seem so easy, my first AD Deanna Leslie Kelly, my production designer @jame03, HMU @wigorama @barryleemoe @sherrilaurence, @eriberryk and @tanasepopa for being architects, my editor Shelly Westerman, the marvelous @alexisvmw, my ❤️ @svcanals and the entire crew and the cast especially @theebillyporter, @katemara, @indyamoore, @mjrodriguez7, @evanpeters, and our guest star @johnnysibilly who gave all of themselves to episode 6. LOVE IS THE MESSAGE — and there was no way to write, prep and shoot this script without that LOVE. I hope you enjoy “Love Is the Message” tonight on @fxnetworks. @poseonfx airs at 9PM. Uma publicação compartilhada por Janet Mock (@janetmock) em 8 de Jul, 2018 às 9:07 PDT
Emma Robert grava vídeo como sua personagem de American Horror Story: Coven
A atriz Emma Roberts postou um vídeo em seu Instagram em que aparece caracterizada como Madison Montgomery, sua personagem na 3ª temporada de “American Horror Story”, batizada de “Coven”. No vídeo, ela confirma: “Surprise, bitch. Aposto que pensaram que viram meu final”, dizendo a frase icônica da personagem. A frase retorna com dois novos significados, já que a personagem realmente morreu na 3ª temporada, mas o produtor Ryan Murphy anunciou que a vindoura 8ª temporada de “American Horror Story” será um crossover com personagens de “Murder House” (a 1ª temporada) e “Coven”. Teria Madison sobrevivido, de alguma forma, ou sua participação aponta para um prólogo – ou interlúdio – da trama original? Novas pistas devem surgir em breve, pois a estreia dos novos episódios da série de antologia vai acontecer no outono norte-americano, entre setembro e novembro, no canal pago FX. Talking this and more at 9pm est during the @poseonfx live tweet with @evanpeters & @mrrpmurphy #posefx #ahs8 Uma publicação compartilhada por Emma Roberts (@emmaroberts) em 17 de Jun, 2018 às 2:20 PDT
Próxima trama de American Horror Story será crossover com personagens da 1ª e da 3ª temporadas
O produtor Ryan Murphy foi ao Twitter revelar novidades sobre a próxima temporada de “American Horror Story”, que será um crossover entre dois arcos diferentes da série. Murphy já havia dito que planejava misturar as histórias da 1ª e da 3ª temporadas, conhecidas como “Murder House” e “Coven”. Ele afirmou que isso não deveria acontecer logo, já que dependia da agenda do elenco. Mas parece que tudo se encaixou mais rápido que esperava. Como ele mesmo escreveu: “O crossover de ‘The Coven/Murder House’ não vai acontecer no ano que vem porque…vai acontecer neste ano. AHS #8 Witches Rule em setembro”, o produtor escreveu no Twitter, sugerindo que a 8ª temporada vai se chamar “Wiches Rule”, numa referência às bruxas de “Coven”. Veja abaixo. The Coven/Murder House AHS crossover season won't be happening next year…because it's happening THIS YEAR. AHS #8 WITCHES RULE THIS SEPTEMBER — Ryan Murphy (@MrRPMurphy) June 14, 2018
Ryan Murphy vai doar todo o lucro da série Pose para organizações LGBTQ
O produtor Ryan Murphy (“American Horror Story”) anunciou que vai doar 100% de seu lucro com “Pose”, sua última série para o canal pago FX, para organizações envolvidas em causas da comunidade LGBTQ. Em um anúncio feito por meio da sua conta oficial do Twitter no fim de semana, Murphy revelou que a decisão leva em conta o trabalho excepcional de instituições que merecem todo o aporte financeiro necessário. Desde então, ele vem divulgando, diariamente, nomes de organizações que serão beneficiadas. “Pose” se passa na cena dançante de Nova York nos anos 1990, auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna), e fez história ao escalar cinco intérpretes transgênero nos papéis principais, tornando-se a série com o maior elenco trans da televisão americana em todos os tempos. A estreia aconteceu em 3 de junho na TV americana. Murphy não sentirá falta dos lucros da série, porque assinou um contrato milionário com a Netflix para desenvolver novas atrações. I am donating 100 percent of my profits from my new FX show POSE towards trans and LGBTQ charitable organizations. These groups do amazing work and need our support. Every day for the next 14 days I will highlight a group I'm supporting, and encourage you to do the same! — Ryan Murphy (@MrRPMurphy) May 9, 2018
Jennifer Love Hewitt vai substituir Connie Britton na série 9-1-1
A série “9-1-1”, que gira em torno de chamados de emergência para a polícia e bombeiros, precisou resolver uma emergência própria. Com a decisão de Connie Britton de sair da atração, a Fox contratou Jennifer Love Hewitt como integrante do elenco fixo da 2ª temporada. A atriz vai interpretar Maddie, uma nova operadora do serviço de emergências 911 (preenchendo a lacuna deixada pela personagem Abby Clark, de Britton). Maddie também é irmã de Buck, interpretado por Oliver Stark. Hewitt deve ter sido pega de surpresa, porque estava afastada da TV desde 2015, quando participou de uma temporada de “Criminal Minds”. Sex symbol dos anos 1990, a atriz de 39 anos compareceu nos Upfronts, evento de divulgação da programação, e chamou atenção por estar fisicamente diferente. Veja abaixo. Ela própria foi ao Instagram pedir desculpas pela aparência, jogando a culpa na falta de maquiagem, na viagem em cima da hora com seus filhos e a maratona de 12 horas que acompanhou o evento. Em março, o produtor executivo Ryan Murphy disse esperar que Britton pudesse voltar como atriz convidada – algo que parece improvável após ela fechar o papel principal na série de antologia “Dirty John”, do canal pago Bravo. “Estamos no processo de renegociar seu contrato para que ela possa fazer alguns episódios para manter sua personagem viva”, disse Murphy na época. “Ela realmente ama o elenco e a equipe e está muito esperançosa de que isso possa acontecer.” Na mesma entrevista, Murphy revelou que a 2ª temporada apresentaria vários novos operadores de call center. “Estamos indo atrás de grandes nomes”, ele brincou. Além de “Criminal Minds”, os créditos de Hewitt na TV incluem “The Client List” (2012-2013), “Ghost Whisperer” (2005-2010) e a clássica “Party of Five” (O Quinteto, 1994–2000), que gerou o spin-off “Time of Your Life” (1999-2000) centrado em sua personagem, mas ela também é conhecida por papéis no cinema, como o terror “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” (1997) e sua continuação, além da comédia “Mal Posso Esperar” (1999) e até “O Terno de Dois Bilhões” (2002), com Jackie Chan.
Pose: Série sobre a cena dançante LGBT de Nova York nos anos 1990 ganha pôsteres e novo trailer
O FX divulgou três pôsteres e o segundo trailer de “Pose”, nova e última série criada por Ryan Murphy para o canal (que já exibe suas criações “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Feud”). A prévia destaca os personagens LGBT da produção, que fez história ao escalar cinco intérpretes transgênero nos papéis principais, tornando-se a série com o maior elenco trans da televisão americana em todos os tempos. Além disso, a prévia destaca a ambientação da trama: a cena dançante de Nova York nos anos 1990, auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna). O vídeo, por sinal, é cheio de voguing. E não é por acaso que os cartazes lembram capas de revistas de moda (tipo… Vogue). Criada por Murphy, seu colaborador frequente Brad Falchuk (“Glee”, “American Horror Story”, “Scream Queens”) e o roteirista Steven Canals (série “Dead of Summer”), “Pose” traz em seu elenco LGBT os atores MJ Rodriguez (série “Nurse Jackie”), Haile Sahar (série “Mr. Robot”), Angelica Ross (série “Transparent”) e os estreantes Indya Moore e Dominique Jackson, além de astros conhecidos como Evan Peters (série “American Horror Story”), Charlayne Woodard (série “The Leftovers”), James Van Der Beek (série “CSI: Cyber”) e Kate Mara (“Quarteto Fantástico”). A estreia acontece em 3 de junho. E será a última atração desenvolvida por Murphy para o FX, porque o produtor assinou um contrato milionário de exclusividade com a Netflix.
Pose: Série LGBT+ de Ryan Murphy ganha primeiro trailer com muita música e dança
O FX divulgou o primeiro trailer de “Pose”, nova e última série criada por Ryan Murphy para o canal (que já exibe suas criações “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Feud”). A prévia destaca os personagens LGBT+ da produção, que fez história ao escalar cinco intérpretes transgênero nos papéis principais, tornando-se a série com o maior elenco trans da televisão americana em todos os tempos. Além disso, mostra ambientação da trama: a cena dançante de Nova York nos anos 1990, auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou um hit de Madonna). O vídeo, por sinal, é cheio de voguing, com direito a uma rápida explicação sobre a origem da dança. Esta explicação faz parte do aspecto mais intrigante do vídeo, que possuiu um estilo de falso documentário, com atores dando depoimentos como se fossem seus personagens. Criada por Murphy, seu colaborador frequente Brad Falchuk (“Glee”, “American Horror Story”, “Scream Queens”) e o roteirista Steven Canals (série “Dead of Summer”), “Pose” traz em seu elenco LGBT os atores MJ Rodriguez (série “Nurse Jackie”), Haile Sahar (série “Mr. Robot”), Angelica Ross (série “Transparent”) e os estreantes Indya Moore e Dominique Jackson, além de “veteranos” como Evan Peters (série “American Horror Story”), Charlayne Woodard (série “The Leftovers”), James Van Der Beek (série “CSI: Cyber”) e Kate Mara (“Quarteto Fantástico”). A estreia acontece em 3 de junho. E será a última atração desenvolvida por Murphy para o FX, porque o produtor assinou um contrato milionário com a Netflix.
Joan Collins será avó de Evan Peters na próxima American Horror Story
Ryan Murphy vai incluir mais uma diva icônica em sua franquia de terror. A atriz Joan Collins, com uma carreira repleta de papéis de megera, incluindo uma passagem histórica pela série “Dinastia” original, entrou na 8ª temporada de “American Horror Story”, no papel de avó de Evan Peters, que integra o elenco regular da atração. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, a atriz Sarah Paulson, que também aparece em todas as temporadas da série, revelou como o criador do programa, Ryan Murphy, fez o convite para a veterana atriz. “Nós estávamos na festa do Oscar da Vanity fair, quando nos deparamos com ela. ‘Oh meu deus, é a Joan Collins’. Ele me pegou pela mão e fomos até ela. O acordo foi feito naquele salão. Foi incrível”, contou. Apesar de não oferecer muitos detalhes sobre o tema, Murphy disse que a temporada se passará no futuro próximo, no final de 2020, e será mais semelhante a “Asylum” e “Coven”, 2ª e 3ª temporadas da série. Além de atuar, Sarah Paulson e Evan Peter também deverão dirigir episódios do próximo ano, que ainda contará com as voltas de Kathy Bates, Billy Eichner, Cheyenne Jackson, Adina Porter e Leslie Grossman ao elenco. As gravações vão começar em junho para uma provável exibição no outono norte-americano (entre setembro e novembro).
Projetos de séries sobre o escândalo sexual do presidente Bill Clinton são cancelados nos EUA
Dois projetos de séries envolvendo o escândalo sexual do ex-presidente Bill Clinton e a estagiária Monica Lewinsky foram arquivados nos Estados Unidos: a minissérie “The Breach”, no canal History, e a adaptação do caso na série de antologia “American Crime Story”, do canal FX. “The Breach” deveria ser a primeira parte de uma nova série de antologia, “The Commanders” que dramatizaria “momentos cruciais da história dos EUA, que definiram o legado dos homens que serviram como presidentes dos Estados Unidos – do primeiro, George Washington, ao 42º, Bill Clinton”, segundo comunicado. As outras séries limitadas, sobre presidentes americanos como Ronald Reagan, Franklin Delano Roosevelt, Theodore Roosevelt e Thomas Jefferson, continuam em desenvolvimento. O capítulo de Clinton tinha sido anunciado como um thriller político focado no escândalo criado em torno da revelação de que o presidente estava tendo um caso com Monica Lewinsky, estagiária da Casa Branca. A produção seria baseada no livro “The Breach: Inside the Impeachment and Trial of William Jefferson Clinton” em que Peter Baker, jornalista do jornal Washington Post, afirma que o presidente quase renunciou no ápice do escândalo. Já a versão de “American Crime Story” estava sendo planejada para o quarto ano da atração, que acaba de encerrar sua 2ª temporada. A Fox 21 Television Studios e a FX Productions, parceiras do produtor Ryan Murphy no projeto, compraram os direitos de adaptação do livro “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, de Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. Segundo o site The Hollywood Reporter, Murphy já estava trabalhando em ritmo acelerado na pré-produção, buscando atrizes para interpretar Monica Lewinsky e sua colega Linda Tripp, responsável por gravar secretamente as conversas da ex-estagiária com Bill Clinton. Mas, de repente, mudou de ideia, e informou a decisão em primeira mão a Monica Lewinsky, que encontrou em uma festa de Hollywood. “Eu disse para ela: ‘Ninguém deveria contar a sua história a não ser você, e é nojento se o fizerem. Se você quiser produzir comigo, eu adoraria, mas você deve ser a produtora e ganhar todo o dinheiro”, revelou o criador de “Glee” e “American Horror Story”, em entrevista ao THR. A 3ª temporada de “American Crime Story” vai girar em torno da tragédia do furacão Katrina e, no momento, não há mais nenhum tema definido para o quarto ano da atração.
Olivia de Havilland, de 101 anos, perde ação contra a série Feud
A ação movida pela lendária atriz Olivia de Havilland contra a série “Feud” não foi aceita pela justiça americana. O processo foi descartado pelo tribunal de Los Angeles nesta segunda (26/3). A atriz de 101 anos de idade acusava o canal FX de distorcer a verdade e manchar sua reputação ao retratá-la na 1ª temporada de “Feud”, na qual ela foi vivida por Catherine Zeta-Jones. Mas, no entendimento da Justiça americana, o direito da última estrela viva de “…E o Vento Levou” não está acima do direito da liberdade de expressão e criação, estabelecidos na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos. A 1ª temporada de “Feud” era centrada na famosa rivalidade entre outras estrelas de Hollywood: Bette Davis, interpretada por Susan Sarandon, e Joan Crawford, encarnada por Jessica Lange. De Havilland é a única atriz viva dentre os personagens retratados na série. A advogada da atriz, Suzelle Smith, afirmou ante ao tribunal que a produção passa uma imagem negativa de sua cliente e viola seu direito à privacidade, ao mostrá-la na ficção referindo-se a sua irmã, Joan Fontaine, como uma “cadela” (“bitch”). “Uma das razões principais do grande respeito do público por Olivia de Havilland é que em sua carreira de mais de 80 anos sempre se negou a se envolver em fofocas de Hollywood sobre as relações entre os outros atores”, afirma a ação. Já a advogada do canal pago, Kelly Klaus, alegou em juízo que a ficção documental não se propõe a contar a história literalmente. “Essa é a função dos documentários”, afirmou. O tribunal de apelação não discutiu o mérito da calúnia, que seria outra ação, apenas considerou que a produção “Feud” estaria protegida constitucionalmente. Além disso, a Primeira Emenda exime os criadores de pagar pelos direitos da vida de alguém – porque a vida não é uma obra intelectual. “A decisão é uma vitória para a comunidade criativa e para a Primeira Emenda”, comemorou Ryan Murphy, criador da série, em um comunicado. “A vitória de hoje dá a todos os criadores o espaço necessário para respirar e continuar a contar histórias históricas importantes inspiradas em eventos reais. Acima de tudo, é um ótimo dia para a expressão artística e um lembrete de quão preciosa nossa liberdade permanece.”
8ª temporada de American Horror Story será protagonizada por Sarah Paulson, Evan Peters e Kathy Bates
A produção da 8ª temporada de “American Horror Story” já começou a definir seu elenco. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, o produtor Ryan Murphy revelou que Sarah Paulson, Evan Peters e Kathy Bates vão retornar na nova história da antologia de terror. “Kathy e Sarah Paulson terão um monte de coisas ótimas para fazer”, Murphy disse à publicação. “Assim, com Evan Peters, os três serão os protagonistas deste ano.” Do trio, apenas Bates não participou da 7ª temporada. Ela não estava disponível durante o ano passado, devido à produção de sua série na Netflix. Mas como “Disjointed” – que era um horror de verdade – foi cancelada, seu retorno foi rapidamente arranjado. Ela vai retomar a trajetória iniciada na 3ª temporada, que lhe valeu três indicações ao Emmy e uma vitória na premiação em 2014. A Entertainment Weekly também apurou que a 8ª temporada pode ter o subtítulo de “Radioactive”. O canal pago americano FX ainda não anunciou a data de estreia dos novos episódios.










