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  • Série

    Veja uma aula de Einstein em cena de quatro minutos da série Genius

    26 de março de 2017 /

    O canal pago National Geographic divulgou uma cena de quatro minutos da série “Genius”, cuja 1ª temporada contará a história de Albert Einstein. A prévia mostra Einstein em dois momentos de sua vida, como professor, dando uma aula de física, e como aluno, enfrentando um professor que subestima sua inteligência. As duas fases distintas são interpretadas, respectivamente, por Geoffrey Rush (“O Discurso do Rei”) e Johnny Flynn (“Acima das Nuvens”). Baseada na biografia “Einstein: His Life and Universe”, de Walter Isaacson, a atração mostrará, em 10 episódios, como o cientista chegou ao desenvolvimento da Teoria da Relatividade e, fugindo da Alemanha, ajudou com suas descobertas os EUA a vencer a 2ª Guerra Mundial. O elenco também inclui Emily Watson (“Cavalo de Guerra”), Michael McElhatton (série “Game of Thrones”), Seth Gabel (série “Salem”), Samantha Colley (série “Victoria”), Richard Topol (“Indignação”) e Vincent Kartheiser (série “Mad Men”). O cineasta Ron Howard (“No Coração do Mar”), que assina a produção, também dirige o primeiro episódio, fazendo sua estreia como diretor de séries. Concebida como uma antologia, “Genius” vai focalizar um gênio diferente por temporada. A 1ª temporada será exibida em 171 países, com estreia marcada para 25 de abril.

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  • Série

    Geoffrey Rush é Einstein em trailer impactante da nova série Genius

    6 de fevereiro de 2017 /

    O canal pago National Geographic divulgou o trailer da série “Genius”, cuja 1ª temporada contará a história de Albert Einstein. A prévia já começa impactante, com um pequeno nazista pedindo autógrafo ao cientista judeu. E segue com muitas cenas de ação, romance e desilusão, trazendo os atores Johnny Flynn (“Acima das Nuvens”) e Geoffrey Rush (“O Discurso do Rei”) caracterizados como Einstein, respectivamente na juventude e na fase mais velha do cientista. Baseada na biografia “Einstein: His Life and Universe”, de Walter Isaacson, a atração mostrará, em 10 episódios, como Einstein, que não conseguia arranjar emprego como professor ou realizar um doutorado, chegou ao desenvolvimento da Teoria da Relatividade e, fugindo da Alemanha, ajudou com sua ciência os EUA a vencer a 2ª Guerra Mundial. O elenco também inclui Emily Watson (“Cavalo de Guerra”), Michael McElhatton (série “Game of Thrones”), Seth Gabel (série “Salem”), Samantha Colley (série “Victoria”), Richard Topol (“Indignação”) e Vincent Kartheiser (série “Mad Men”). O cineasta Ron Howard (“No Coração do Mar”), que assina a produção, também dirige o primeiro episódio, fazendo sua estreia como diretor de séries. Concebida como uma antologia, “Genius” vai focalizar um gênio diferente por temporada, reunindo um elenco diferente também. A 1ª temporada será exibida em 171 países, mas ainda não tem previsão de estreia.

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  • Mars
    Série

    Mistura de sci-fi e documentário, série Mars é renovada para a 2ª temporada

    17 de janeiro de 2017 /

    O canal pago National Geographic anunciou a renovação de sua série mais ambiciosa, “Mars”, para a 2ª temporada. A atração dramatiza a chegada do homem – e da mulher – à Marte, combinando ficção e estrutura de documentário – com depoimentos de cientistas e astronautas – para mostrar as dificuldades que a humanidade enfrentará no planeta quando tentar estabelecer a primeira colônia da Terra em outro mundo. “Mars” tem produção do cineasta Ron Howard (“Inferno”) e seu parceiro na produtora Imagine, Brian Grazer. A dupla já foi ao espaço na reconstituição do maior milagre do programa espacial americano, no filme “Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo” (1995). A 1ª temporada foi exibida em 172 países e traduzida para 43 idiomas – e está disponível no aplicativo Nat Geo Play. São seis episódios com direção do mexicano Everardo Gout (série “Banshee”) e um elenco multinacional, que inclui a cantora sul-coreana Jihae (“2B”), a romena Anamaria Marinca (“A Viagem de Meu Pai”), o americano Ben Cotton (série “The Killing”), o francês Olivier Martinez (série “Revenge”), a húngara Kata Sarbó (também de “Inferno”), o argentino Alberto Ammann (série “Narcos”), a francesa Clémentine Poidatz (“Maria Antonieta”), o nigeriano Sammi Rotibi (“Django Livre”) e a alemã Cosima Shaw (“V de Vingança”).

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  • Série

    Genius: Primeiras fotos da série mostram Geoffrey Rush como Albert Einstein

    13 de novembro de 2016 /

    O canal pago National Geographic divulgou as primeiras fotos da série “Genius”, cuja 1ª temporada contará as conquistas de Albert Einstein. As imagens trazem os atores Johnny Flynn (“Acima das Nuvens”) e Geoffrey Rush (“O Discurso do Rei”) caracterizados como Einstein, respectivamente como as versões mais jovem e mais velha do cientista. Baseada na biografia “Einstein: His Life and Universe”, de Walter Isaacson, a minissérie terá 10 episódios para mostrar como Einstein, que não conseguia arranjar emprego como professor ou realizar um doutorado, chegou ao desenvolvimento da Teoria da Relatividade. O elenco também inclui Emily Watson (“Cavalo de Guerra”), Michael McElhatton (série “Game of Thrones”), Seth Gabel (série “Salem”), Samantha Colley (série “Victoria”), Richard Topol (“Indignação”) e Vincent Kartheiser (série “Mad Men”). O cineasta Ron Howard (“No Coração do Mar”), que assina a produção, deve dirigir o primeiro episódio, fazendo sua estreia como diretor de séries. Concebida como uma antologia, a série vai focalizar um gênio diferente por temporada, reunindo um elenco diferente também. A 1ª temporada será exibida em 171 países, mas ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Jennifer Lawrence vai viver Zelda Fitzgerald em filme do diretor de Inferno

    21 de outubro de 2016 /

    A atriz Jennifer Lawrence vai estrelar um novo filme com potencial de Oscar. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela viverá a socialite, escritora e símbolo da era do jazz Zelda Fitzgerald numa cinebiografia intitulada simplesmente “Zelda”. O projeto está sendo desenvolvido por Ron Howard (“Inferno”), que ainda não definiu se, além de produzir, irá dirigi-lo. Ele vem de uma série de fracassos de bilheterias que custaram fortunas e minaram a confiança em seu talento, embora “Rush” (2013) tenha, ao menos, rendido elogios da crítica – o mesmo não pode ser dito de “No Coração do Mar” (2015) e “Inferno” (2016). O roteiro foi escrito por Emma Frost (minissérie “The White Queen”) e adapta a biografia homônima, assinada pela escritora Nancy Milford, sobre a tumultuada vida de Fitzgerald, seu casamento com o autor F. Scott Fitzgerald e sua tentativa desesperada de afirmar-se através de sua própria arte. Segundo o site, o filme vai questionar se o amor é realmente possível entre pessoas de igual capacidade criativa. Como é regra em Hollywood, o projeto vem à tona poucos meses após o anúncio de outra produção sobre o mesmo tema. O estúdio Millennium está produzindo “The Beautiful and The Damned”, que terá Scarlett Johansson no papel de Zelda.

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  • Filme

    Inferno: Tom Hanks tenta impedir o apocalipse em comercial legendado da continuação de O Código Da Vinci

    12 de setembro de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou um novo comercial legendado de “Inferno”, terceiro filme da franquia iniciada por “O Código Da Vinci” (2006), que volta a trazer Tom Hanks no papel do simbologista Robert Langdon. A prévia tem 30 segundos de ritmo intenso, com tiros, ameaças e correrias, prometendo uma ameaça de nível apocalíptico para Langdon desvendar, enquanto sua assistente fica de boca aberta. Desta vez, Langdon contará com a ajuda da personagem vivida por Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”). Seguindo pistas extraídas do poema épico “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri, eles descobrem planos apocalípticos, que envolvem um milionário (Ben Foster, de “Programado para Vencer”) e uma ameaça biológica. O elenco inclui coadjuvantes de várias nacionalidades, como o francês Omar Sy (“Intocáveis”), o indiano Irrfan Khan (“O Espetacular Homem-Aranha”) e a dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (estrela da série “Borgen”). Assim como os dois filmes anteriores baseados na obra do escritor Dan Brown, a direção é de Ron Howard. Já o roteiro foi escrito por David Koepp, responsável pela segunda adaptação, “Anjos e Demônios” (2009). A estreia está prevista para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Detalhe: no Brasil, o filme ganhou um apêndice exclusivo: o subtitulo “O Filme”, o que é importante para que ninguém se confunda, ao entrar no cinema, e achar que vai ler um livro.

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  • Série

    Geoffrey Rush viverá Albert Einstein em minissérie do cineasta Ron Howard

    16 de agosto de 2016 /

    O ator Geoffrey Rush (“O Discurso do Rei”) vai interpretar o cientista Albert Einstein em “Genius”, minissérie do canal pago americano National Geographic, com produção e direção do cineasta Ron Howard (“No Coração do Mar”). Baseada na biografia “Einstein: His Life and Universe”, de Walter Isaacson, a minissérie vai mostrar como o cientista, que não conseguia arranjar emprego como professor ou realizar um doutorado, chegou ao desenvolvimento da Teoria da Relatividade. Johnny Flynn (“Acima das Nuvens”) vai interpretar Einstein na juventude e Rush será o cientista em sua fase madura. “Genius” terá 10 capítulos e pelo menos o primeiro será dirigido por Howard. As filmagens começam em setembro em Praga, na República Tcheca, para uma estreia em 2017.

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  • Filme

    Inferno: Tom Hanks enfrenta o apocalipse em comercial da nova sequência de O Código Da Vinci

    10 de agosto de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou um comercial e um novo pôster de “Inferno”, terceiro filme da franquia iniciada por “O Código Da Vinci” (2006), que volta a trazer Tom Hanks no papel do simbologista Robert Langdon. A prévia tem ritmo intenso, com explosões, fogo e correrias, prometendo uma ameaça de nível apocalíptico para Langdon desvendar. Desta vez, ele contará com a ajuda da personagem vivida por Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”). Seguindo pistas extraídas do poema épico “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri, eles descobrem planos apocalípticos, que envolvem um milionário (Ben Foster, de “Programado para Vencer”) e uma ameaça biológica. O elenco inclui coadjuvantes de várias nacionalidades, como o francês Omar Sy (“Intocáveis”), o indiano Irrfan Khan (“O Espetacular Homem-Aranha”) e a dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (estrela da série “Borgen”). Assim como os dois filmes anteriores baseados na obra do escritor Dan Brown, a direção é de Ron Howard. Já o roteiro foi escrito por David Koepp, responsável pela segunda adaptação, “Anjos e Demônios” (2009). A estreia está prevista para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Detalhe: no Brasil, o filme ganhou um apêndice exclusivo: o subtitulo “O Filme”, para que ninguém se confunda, ao entrar no cinema, e achar que vai ler um livro.

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  • Música

    The Beatles: Trailer de documentário mostra a história dos shows da banda mais popular que Jesus Cristo

    29 de julho de 2016 /

    O Studiocanal divulgou o trailer do documentário “The Beatles — Eight Days a Week — The Touring Years”, dedicado aos shows da banda. A prévia traz imagens conhecidas, mas também registros raros dos bastidores das turnês do quarteto no começo dos anos 1960, com direito a muitas fãs histéricas, correria e caos, numa síntese do frenesi da Beatlemania em seu auge. Dirigido pelo cineasta Ron Howard (“No Coração do Mar”), o filme também inclui novos depoimentos de Paul McCartney e Ringo Starr, que se juntam a imagens de arquivo de John Lennon e George Harrison na recordação do período mais popular da banda. Os Beatles só fizeram shows de 1962 a 1966, quando, numa atitude impensável para os dias de hoje, decidiram parar de tocar ao vivo. “Éramos crianças. Estávamos um pouco assustados”, diz Paul no trailer. A histeria era tanta que era impossível ouvir as músicas durante os shows, apenas os gritos intermináveis das fãs. Na época, isso levou John Lennon a dizer os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo. O que rendeu polêmica e ajudou o grupo a repensar a forma como continuaria a trabalhar. “Começamos a ficar de saco cheio. E procuramos novos caminhos para seguir”, explica Paul. Ao decidirem abandonar os palcos, os Beatles passaram a concentrar seus esforços no estúdio, dedicando-se a aperfeiçoar suas gravações, o que originou uma revolução musical, culminando no disco “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” (1967), marco da psicodelia que levou a técnica da mixagem e efeitos sonoros a um nível nunca antes ouvido – quando os discos ainda eram gravados em apenas quatro canais de som. O documentário estreia em 15 de setembro no Reino Unido, no dia seguinte nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Etc,  Filme

    Garry Marshall (1934 – 2016)

    20 de julho de 2016 /

    Morreu Gary Marshall, diretor de “Uma Linda Mulher” (1990) e “O Diário da Princesa” (2001), após complicações decorrentes de uma pneumonia nesta terça-feira (19/7). Ele tinha 81 anos e, além de dirigir os filmes que tornaram Julia Roberts e Anne Hathaway famosas, ficou conhecido por ter criado séries clássicas como “The Odd Couple”, “Happy Days”, “Laverne & Shirley” e “Mork & Mindy”, pelas quais recebeu cinco indicações ao Emmy e entrou para o Hall da Fama da Academia da Televisão em 1997. Marshall nasceu no Bronx, em Nova York, e se formou em jornalismo na Universidade de Northwestern. Chegou a trabalhar no jornal New York Daily News, mas decidiu se dedicar à carreira de roteirista na década de 1960. Ele obteve sucesso imediato em Hollywood como roteirista de sitcoms de comediantes famosos, como “The Lucy Show”, “The Dick Van Dyke Show” e “The Joey Bishop Show”, conseguindo lançar sua primeira série própria em 1966, “Hey, Landlord”, sobre uma dupla que dividia um apartamento em Nova York. Por volta desta época, ainda tentou atuar no cinema, interpretando um dos oponentes anônimos de James Bond no clássico “007 Contra Goldfinger” (1964) e figurantes hippies em “Maryjane” (1968) e “Busca Alucinada” (1968). Mas acabou priorizando o que sabia fazer melhor ao emplacar seu primeiro roteiro cinematográfico, “Lua de Mel com Papai” (1968), a primeira comédia romântica de uma carreira especializada no gênero. Mesmo assim, o reconhecimento começou mesmo pela TV, a partir de 1970, quando decidiu adaptar a peça de Neil Simon “Um Estranho Casal”, que tinha sido levada aos cinemas dois anos antes. A versão televisiva de “The Odd Couple” se tornou um dos maiores sucessos da década, durando cinco temporadas – e foi recentemente revivida num remake do ano passado, renovado para sua 3ª temporada. Seguiram-se outros fenômenos de audiência. Nenhum maior que “Happy Days”, a série estrelada pelo futuro diretor Ron Howard (“O Código Da Vinci”) e o futuro produtor Henry Winkler (série “MacGyver”). Acompanhando uma turma de adolescentes dos anos 1950, a produção foi responsável por lançar a era das séries de nostalgia em 1974, além de popularizar o icônico personagem Fonzie (Winkler) e inúmeras gírias. Até a expressão “pular o tubarão”, que nos EUA virou sinônimo de série que inicia sua decadência, veio de uma cena de sua produção, quando Fonzie, literalmente, saltou sobre um tubarão. “Happy Days” durou 11 temporadas até 1984, batendo recordes de audiência enquanto retratava, ao longo de uma década, a evolução dos gostos da juventude americana, de Elvis aos Beatles. Fez tanto sucesso que rendeu dois spin-offs igualmente memoráveis. “Laverne & Shirley”, por sinal, praticamente repetiu o sucesso da série original, acompanhando, ao longo de oito temporadas (entre 1976 e 1983), duas amigas solteiras em meio às mudanças sociais dos anos 1950 e 1960. Laverne era vivida por sua irmã, Penny Marshall, que também virou uma cineasta bem-sucedida (de clássicos como “Quero Ser Grande” e “Tempo de Despertar”). O terceiro spin-off foi a sitcom sci-fi “Mork & Mindy” (1978 – 1982), que lançou o comediante Robin Williams no papel de um alienígena com a missão de estudar a humanidade, após seu personagem aparecer num dos episódios mais populares de “Happy Days”. Para estabelecer a conexão entre as duas séries, Mork voltou novamente num crossover, além de ter quase namorado Laverne. A série original teve sobrevida maior que seus derivados, mas, após o cancelamento consecutivo das três atrações, Marshall não se interessou mais pela televisão, voltando suas energias para o cinema. Ele estreou como cineasta na comédia sexual “Médicos Loucos e Apaixonados” (1982), mas logo mudou de tom para se estabelecer como diretor de filmes românticos, que agradavam em cheio ao público feminino da época do VHS, entre eles “Flamingo Kid” (1984), com Matt Dillon, “Nada em Comum” (1986), com Tom Hanks, e “Um Salto Para a Felicidade” (1987), com o casal Kurt Russell e Goldie Hawn. Até se consagrar com “Uma Linda Mulher” (1990), uma versão contemporânea da fábula de “Cinderela” encenada por uma prostituta e seu cliente milionário. O sucesso foi tanto que transformou sua estrela, Julia Roberts, na principal atriz americana dos anos 1990, com direito a indicação ao Oscar pelo papel. Assumindo a preferência pelo gênero, Marshall só dirigiu comédias românticas pelo resto de sua filmografia. Nenhuma outra, porém, repetiu o mesmo sucesso de “Uma Linda Mulher”. Na verdade, poucas se destacaram, como “Frankie & Johnny” (1991), que despertou interesse por representar o reencontro de Al Pacino e Michelle Pfeifer após “Scarface” (1983). Por conta disso, Marshall logo orquestrou um reencontro com Julia Roberts, além de Richard Gere, o galã de seu clássico. Em “Noiva em Fuga” (1999), Julia representou o oposta da Cinderela, uma mulher que não queria subir no altar com o príncipe encantado. Mas, como típica comédia romântica, não haveria final feliz sem o “viveram felizes para sempre”, contra qualquer possibilidade feminista. “Noiva em Fuga” lhe devolveu prestígio. E “O Diário da Princesa” (2001) lhe conquistou uma nova geração de fãs. Levando para as telas o romance juvenil de Meg Cabot, Marshall consagrou-se em nova história de Cinderela, comprovando-se um mestre das fantasias arquetípicas femininas. De quebra, lançou Anne Hathaway em seu primeiro papel cinematográfico, como uma adolescente comum dos EUA que descobria ser herdeira de um trono europeu. A história teve sequência, “O Diário da Princesa 2: Casamento Real” (2004), em que a adolescente do título tem que fazer o que se espera de toda Cinderela: casar-se com o príncipe encantado. O sucesso das duas fábulas contrastou com o fracasso das comédias que se seguiram, “Um Presente para Helen” (2004), em que Marshall dirigiu Kate Hudson (filha de Kurt Russell e Goldie Hawn), e “Ela é a Poderosa” (2007), com Jane Fonda e Lindsay Lohan. O que o levou ao velho truque de convidar Julia Roberts a estrelar seu próximo filme. Melhor ainda, Anne Hathaway também. E, já que dois é bom, uma multidão de outros famosos não poderia ser demais. Marshall e a roteirista Katherine Fugate resolveram criar uma mini-antologia de “love stories” em torno da data mais romântica de todas, o Dia dos Namorados, reunindo um verdadeiro “quem é quem” das comédias românticas americanas, incluindo Bradley Cooper, Jennifer Garner, Ashton Kutcher, Patrick Dempsey, Jamie Foxx, Shirley MacLaine, Hector Helizondo, Jessica Alba e até a cantora Taylor Swift. O filme foi batizado no Brasil como “Idas e Vindas do Amor” (2010) e inaugurou uma trilogia de comédias de feriados comemorativos, seguido pelos similares “Noite de Ano Novo” (2011) e “O Maior Amor do Mundo” (2016), este passado no Dia das Mães. Mas nem a volta de Julia Roberts impediu o esgotamento do filão, com o último lançamento implodindo nas bilheterias. O cineasta ainda estava planejando um terceiro filme dos “Diários da Princesa” para 2017 com o elenco original, que Anne Hathaway dizia estar ansiosa por estrelar. Sua morte comoveu a comunidade artística de Hollywood. O ator Henry Winkler, que trabalhou com Marshall em “Happy Days”, usou seu perfil no Twitter para prestar sua homenagem ao diretor. “Obrigado por minha vida profissional. Obrigado por sua lealdade, amizade e generosidade”, escreveu. “Ele foi um patrão de classe e um mentor cuja criatividade e liderança significaram tudo para mim”, acrescentou Ron Howard. “Garry foi uma dessas raras pessoas verdadeiramente importantes que se pode encontrar numa vida, se você for abençoado”, disse Richard Gere. “Ele lançou e nutriu mais carreiras do que a quantidade de sapatos que possuía. Como fará falta”, exaltou Tom Hanks.

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  • Filme

    Inferno: Tom Hanks enfrenta o apocalipse no trailer legendado da nova sequência de O Código Da Vinci

    24 de junho de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou o novo trailer de “Inferno”, em versões legendada e dublada. Terceiro filme da franquia iniciada por “O Código Da Vinci” (2006), “Inferno” volta a trazer Tom Hanks no papel do simbologista Robert Langdon. A prévia revela o novo quebra-cabeças que Langdon precisa desvendar, desta vez sem sua memória, perdida após um ataque que o deixou inconsciente, mas com a ajuda da personagem vivida por Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”). Seguindo pistas extraídas do poema épico “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri, eles descobrem planos apocalípticos, que envolvem um milionário (Ben Foster, de “Programado para Vencer”) e uma ameaça biológica. Os vídeos também mostram um elenco de coadjuvantes de várias nacionalidades, como o francês Omar Sy (“Intocáveis”), o indiano Irrfan Khan (“O Espetacular Homem-Aranha”) e a dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (estrela da série “Borgen”). Assim como os dois filmes anteriores baseados na obra do escritor Dan Brown, a direção é de Ron Howard. Já o roteiro foi escrito por David Koepp, responsável pela segunda adaptação, “Anjos e Demônios” (2009). A estreia está prevista para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Detalhe: no Brasil, o filme ganhou um apêndice exclusivo: o subtitulo “O Filme”. Será que é para que ninguém se confunda, ao entrar no cinema, e achar que vai ler o livro?

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  • Filme

    Inferno: Terceiro filme do autor de O Código Da Vinci ganha pôsteres e trailers

    9 de maio de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou dois pôsteres e os trailers (americano e internacional) de “Inferno”, terceiro filme da franquia iniciada por “O Código Da Vinci” (2006), que volta a trazer Tom Hanks no papel do simbologista Robert Langdon. As prévias apresentam o novo quebra-cabeças que Langdon precisa desvendar, desta vez com a ajuda de uma assistente com sotaque inglês (Felicity Jones, de “A Teoria de Tudo”), e com consequências mais grandiosas. As pistas que estariam no poema épico “A Divina Comédia” de Dante Alighieri podem levar ao apocalipse, e também envolvem um milionário (Ben Foster, de “Programado para Vencer”) e uma ameaça biológica. Os vídeos também mostram um elenco de coadjuvantes de várias nacionalidades, como o francês Omar Sy (“Intocáveis”), o indiano Irrfan Khan (“O Espetacular Homem-Aranha”) e a dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (estrela da série “Borgen”). Assim como os dois filmes anteriores, a nova adaptação da obra do escritor Dan Brown será dirigida por Ron Howard. Já o roteiro está a cargo de David Koepp, responsável pela segunda adaptação, “Anjos e Demônios” (2009). A estreia está prevista para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Detalhe: por aqui, o filme ganhou aquele subtítulo ridículo de praxe: “O Filme”. Será que é para que ninguém se confunda, ao entrar no cinema, e achar que vai ler o livro?

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  • Filme

    Inferno: Vejas as primeiras fotos do terceiro filme da franquia O Código Da Vinci

    23 de dezembro de 2015 /

    A Sony Pictures divulgou cinco fotos de “Inferno”, terceiro filme da franquia iniciada por “O Código Da Vinci” (2006), que volta a trazer Tom Hanks no papel do simbologista Robert Langdon. As imagens mostram um elenco de coadjuvantes de várias nacionalidades, como a inglesa Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”), o francês Omar Sy (“Intocáveis”), o indiano Irrfan Khan (“O Espetacular Homem-Aranha”) e a dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (estrela da série “Borgen”). A trama acompanha um mistério baseado no poema épico “A Divina Comédia” de Dante Alighieri, e traz o professor de simbologia Langdon com amnésia na Itália. Com a ajuda de uma médica, ele tentará desvendar o mistério por trás da sua perda de memória. Assim como os dois filmes anteriores, a nova adaptação da obra do escritor Dan Brown será dirigida por Ron Howard. Já o roteiro está a cargo de David Koepp, responsável pela segunda adaptação, “Anjos e Demônios” (2009). A estreia está prevista para 14 de outubro de 2016 nos EUA.

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