PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Música

    Playlist: Veja 10 clipes do rock gótico dançante dos anos 1980

    8 de setembro de 2016 /

    Os 10 clipes abaixo relembram as “stranger things” dos anos 1980, que costumavam habitar lugares chamados “Madame Satã” e “Crepúsculo de Cubatão”. A seleção foca o lado mais pop e dançante da era gótica, para não assustar muito as criancinhas. Mas não tem jeito. Basta olhar os penteados da época para gritar: que horror!

    Leia mais
  • Música

    Supersonic: Documentário sobre a banda Oasis ganha primeiro trailer

    7 de setembro de 2016 /

    A Entertainment One divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Supersonic”, documentário sobre a banda Oasis, produzido pelo cineasta Asif Kapadia, diretor do premiado “Amy” (2015). Repleta de imagens raras, que revivem a era de ouro do Britpop, a prévia mostra o lado brincalhão e a seriedade musical com que a banda encarou sua ascensão nos anos 1990, mas também as brigas e o comportamento destrutivo que levou à sua dissolução, concentrando a história nos dois irmãos que sempre estiveram à sua frente, Liam e Noel Gallagher. O filme tem direção de Mat Whitecross, que, após se consagrar com o premiado documentário político “O Caminho para Guantánamo” (2006), estreou na ficção com dois dramas de temática roqueira, “Sex & Drugs & Rock & Roll” (2010), cinebiografia do cantor Ian Dury, e “Spike Island” (2012), homenagem à banda Stone Roses. A estreia está marcada para 14 de outubro no Reino Unido.

    Leia mais
  • Música

    Festival de Documentários In-Edit deixa São Paulo mais roqueira

    7 de setembro de 2016 /

    A 8ª edição do Festival de Documentários In-Edit Brasil traz a São Paulo 57 filmes de temática musical, numa programação quase toda gratuita. Com abertura nesta quarta (7/9), com a exibição de “Eat That Question – Frank Zappa in His Own Words”, de Thorsten Schütte, sobre o roqueiro Frank Zappa, a mostra tomará 11 salas da cidade e terá 18 estreias nacionais. O In-Edit também contará com filmes sobre os Beatles, Leonard Cohen, Tangerine Dream, Adam Ant, Cream, heavy metal. Mas a programação não tem só o rock. Há um pouco de tudo, como o documentário brasileiro “Waiting for B”, sobre fãs da cantora Beyoncé no país, e “Funk Brasil: 5 Visões do Batidão”, que fazem parte da seleção de curtas do festival, além de “Rogério Duarte, o Tropikaoslista”, sobre o maestro paulista da Tropicália, “Cool Cats”, que acompanha os jazzistas Ben Webster e Dexter Gordon nos anos 1960 e 70, “Esto Es lo que Hay”, que revela o hip-hop cubano, e “Fonko”, sobre os estilos da música pop africana, entre diversas outras opções. O evento deste ano ainda homenageará o documentarista Tony Palmer, com a exibição de oito de seus filmes, que cobrem desde a carreira da cantora erudita Maria Callas até o rock psicodélico dos anos 1960, e contará com feira de vinil, seminários, debates e shows, como das bandas Pin-Ups, cuja trajetória é coberta no documentário “Time Will Burn”, Invasores de Cérebros, presente em “Ariel – Sempre Pelas Ruas”, e do músico Chico Saraiva, tema de “Violão-Canção: Uma Alma Brasileira”. Para mais informações sobre o evento, visite o site oficial.

    Leia mais
  • Filme

    Ensaio poético de Laurie Anderson faz de Coração de Cachorro um fluxo de maravilhas

    25 de agosto de 2016 /

    Laurie Anderson, uma artista que já trafegou por diversos tipos de arte, inclusive o rock, abre seu coração e expõe, com seu talento, seus sentimentos de luto sobre a perda de sua cachorra, Lolabelle, e sobre outras perdas que a afligiram, de uma maneira ou de outra, como a perda da mãe e o sentimento que atingiu todos os americanos depois do ataque às Torres Gêmeas em 11 de setembro de 2001. “Coração de Cachorro” é um desses trabalhos singulares, que combina documentário pessoal e animação para adotar um tom ensaístico, lembrando até um pouco o olhar de Jean-Luc Godard em “Adeus à Linguagem” (2014), mas que tem uma identidade bem própria, até por ser mais acessível, com o uso de suas referências intelectuais – a filósofos como Kirkegaarde e Wittgenstein – de forma mais ilustrativa. Não funcionam exatamente como hipertextos, já que o que mais importa é o sentimento das histórias de Anderson. E essas histórias são fascinantes. Não apenas a de Lolabelle, os seus últimos dias na Terra e a ligação que a diretora faz, de modo fascinante com o “Livro Tibetano dos Mortos”, entre outros momentos memoráveis, mas também as reflexões sobre momentos de sua infância e adolescência, experiências que ela costura de maneira muito sutil e elegante ao longo da narrativa. O processo criativo da diretora pode causar confusão sobre o porquê de determinados assuntos serem abordados, como a questão das câmeras escondidas, do quanto os Estados Unidos guardam de dados sobre todos seus cidadãos, mas aos poucos se percebe o quanto isso se liga com a história de Lolabelle. Ainda assim, algumas coisas ficam um pouco soltas na teia que ela constrói, como a morte de irmãos gêmeos amigos dela. Mas até isso ajuda a passar a ideia de que o filme adota um fluxo de consciência, semelhante ao usado por escritores como Virginia Woolf, James Joyce e Clarice Lispector. Essa fluidez, por sinal, é um dos maiores trunfos do filme. Também a mistura de música (de autoria da própria Anderson, exceto a canção final, de Lou Reed) com poesia escrita e visual é admirável, bem como a delicadeza com que assuntos espinhosos são tratados. O maior exemplo é a relação da diretora com sua mãe. No fim das contas, a reconciliação, a partir de uma forte lembrança de infância, acaba sendo um dos momentos mais líricos e emocionantes do filme. No mais, além de o uso da fotografia e do som serem muito sofisticados, há tanta coisa que o filme ensina ou lembra: sobre o bardo, sobre o olhar dos cães, sobre as lembranças que nós mesmos tratamos de apagar por serem muito dolorosas, e o mais bonito de tudo, sobre a morte ter uma ligação direta com o amor. Por tudo isso, é um trabalho maravilhoso.

    Leia mais
  • Música

    Metallica divulga novo clipe após oito anos. E é pancadaria pura

    18 de agosto de 2016 /

    A banda Metallica voltou a fazer barulho com a divulgação de um novo clipe, “Hardwired”. Não há créditos de produção do vídeo, que mostra a banda em preto e branco, em closes que muitas vezes exibem apenas o nada, tamanha a velocidade da execução sonora. A música é pancadaria pura, uma das mais rápidas do repertório da banda, totalmente hardcore e impressionante pelo fato de Lar Ulrich, aos 53 anos, tocar com a disposição de um moleque punk. Robert Trujillo acompanha no baixo com se ainda estivesse em sua antiga banda, Suicidal Tendencies. Mas James Hatfield atesta que se trata de Metallica, com os riffs e a voz gutural mais marcantes do rock, apesar de Kirk Hammett brincar de guitar hero do Deep Purple num solo canastrão. “Hardwired” é a primeira música de “Hardwired… To Self-Destruct”, que, por sua vez, é apenas o terceiro disco da banda neste século, com lançamento previsto para novembro, após oito anos de hiato – desde “Death Magnetic” (2008). O disco será duplo, com 80 minutos divididos por 12 faixas, e produzido em parceria com Greg Fieldman, que já trabalhou com Slipknot, Slayer e com o próprio Metallica no álbum “Lulu”, feito com Lou Reed.

    Leia mais
  • Música

    Bon Jovi retorna sombrio no primeiro clipe com a nova formação

    12 de agosto de 2016 /

    A Island Records divulgou o primeiro clipe da “nova formação” de Bon Jovi, com Phil X, que já vinha tocando com a banda desde 2013, no lugar do guitarrista Richie Sambora, e a oficialização do baixista Hugh McDonald, integrante não oficial do grupo há mais de uma década. A mudança de formação renovou o som da banda, que em “This House Is Not For Sale” chega a lembrar seu conterrâneo Bruce Springsteen. Para completar a estranheza, o refrão tem até corinho de fundo e raiva de hardcore melódico – o título é uma metáfora quase punk rock entre a casa simbólica e a banda, que supostamente “não está à venda”. Dirigido pela premiada curtametragista indiana Indrani Pal-Chaudhuri, o clipe também traz uma estética diferente, mais sombria, com Jon Bon Jovi dirigindo por uma cidade vazia e caminhando num cemitério, durante um dia especialmente nublado, antes de adentrar a casa escura em que a banda ensaia a música. “This House Is Not For Sale” também batiza o novo CD do Bon Jovi, que será lançado no dia 21 de outubro.

    Leia mais
  • Música

    Esquadrão Suicida não entrega o que promete

    5 de agosto de 2016 /

    Após o banho de água fria provocado por “Batman vs Superman: A Origem da Justiça”, “Esquadrão Suicida” prometia um tom diferente para o universo que a DC está construindo nos cinemas, uma espécie de resposta à concorrência já consolidada da Marvel. Mas, lamentavelmente, a tentativa não rendeu o esperado na tela. Espécie de sequência direta dos eventos trágicos envolvendo a figura do Superman (Henry Cavill), “Esquadrão Suicida” inicia com a exposição dos planos da implacável Amanda Waller (Viola Davis), oficial da CIA que recomenda ao presidente a escalação de um time composto pelos maiores criminosos do país para combater uma entidade que pretende cobrir o mundo com trevas e converter humanos em soldados monstruosos. O time? Floyd Lawton (Will Smith), conhecido como Pistoleiro, um matador de aluguel com uma filha de 11 anos; Harleen Quinzel (Margot Robbie), que adotou o nome Arlequina ao se tornar a companheira de Coringa (Jared Leto); George Harkness (Jai Courtney), o Capitão Bumerangue, Waylon Jones (Adewale Akinnuoye-Agbaje), o Crocodilo; Chato Santana (Jay Hernandez), apelidado de El Diablo e com habilidades em incendiar tudo ao redor; e Christopher Weiss (Adam Beach), também chamado de Amarra. Ainda que Weller tenha implantado um chip capaz de causar a morte instantânea com o comando em um aplicativo sob o seu controle, é necessário trazer a bordo um líder capaz de supervisionar o temperamento de figuras que podem a qualquer momento trair o acordo de salvar o dia por uma redução de pena. Para isso, é escalado o soldado Rick Flag (Joel Kinnaman), namorado da arqueóloga June Moone (Cara Delevingne), possuída por um espírito milenar que cumpre um papel importante na ação. Outra adição que possui um bom caráter é Katana (Karen Fukuhara), japonesa extremamente habilidosa com espadas. Com a leva inesgotável de mutantes e justiceiros zelando pela sobrevivência da humanidade, “Esquadrão Suicida” trazia como possibilidade uma visão ainda pouco explorada nas adaptações de quadrinhos, na qual a moralidade surge distorcida, quando a prática do bem não parece uma alternativa clara para reverter a arquitetura do caos. Algo recentemente testado com sucesso em “Deadpool”, que tinha um anti-herói como protagonista. O passo de “Esquadrão Suicida” sugeria ser o mais largo, com um material promocional regado na piração e com um diretor, David Ayer, que entende a linguagem dos personagens marginalizados, das escórias da sociedade, como já demonstrou em seu roteiros de “Dia de Treinamento” (2001), “Tempos de Violência” (2005) e “Marcados para Morrer” (2012). Porém, o peso da insanidade parece ter recaído somente sobre os ombros de Margot Robbie, que supera todas as expectativas como uma delinquente que desejava apenas ter uma vida de comercial de margarina com o seu amado de sorriso nefasto – o Coringa, aliás, deve ter ficado com a maior parte de sua participação perdida na ilha de edição, ao julgar por suas intervenções de caráter quase figurativo. Além de uma encenação branda da violência, “Esquadrão Suicida” não é competente nem ao introduzir os seus personagens para o público. Confuso, o primeiro ato acredita que uma playlist de rock e cartilhas ininteligíveis dão conta de carregar todo o histórico de cada um. Igualmente mal resolvido é o desejo da Warner de fazer um “Os Vingadores” dos vilões, forçando um sentimento de amizade e companheirismo que definitivamente inexiste entre os personagens. Ao final, o efeito provocado por “Esquadrão Suicida” é como uma promessa de embriaguez épica, que só no primeiro gole revela ser patrocinada por cerveja sem álcool.

    Leia mais
  • Música

    Netflix prepara série animada com músicas da Motown

    30 de julho de 2016 /

    Após “Beat Bugs”, a Netflix vai produzir uma nova série animada musical, desta vez inspirada no extenso catálogo de músicas da gravadora Motown. O projeto é do mesmo produtor de “Beat Bugs”, Josh Wakely, e contará com curadoria de Smokey Robinson, um dos maiores artistas da soul music, que assina também a produção musical executiva. Ele foi responsável por escolher os interpretes e as músicas de cada episódio. Assim como “Beat Bugs” fez com as músicas dos Beatles, os episódios da nova atração, ainda sem título, incluirão novas versões de clássicos da Motown, incluindo canções do próprio Robinson, Marvin Gaye, The Jackson 5, Lionel Richie, The Supremes, The Temptations e Stevie Wonder, entre outros. A trama propriamente dita vai girar em torno das aventuras de um amável e tímido menino de oito anos, chamado Ben, que possui uma habilidade artística extraordinária de trazer a arte de rua para a vida. Ben e sua família vivem na cidade imaginária de Motown, inspirada em Detroit e sua rica herança musical. Embalados pelas clássicas canções, ele e seus amigos Angie e Mickey descobrem a magia da criatividade enquanto trazem o brilho de volta à sua cidade e aprendem lições de vida. Vale lembrar que os Jackson 5 já tiveram uma série animada nos anos 1970, “The Jackson 5ive”, que também contou com participação de Diana Ross. E “Ben” foi o título original de um filme de terror com trilha sonora de Michael Jackson – lançado como “Ben, O Rato Assassino” (1972) no Brasil. A nova produção ainda não previsão de estreia. Já “Beat Bugs” chega ao Netflix em 3 de agosto, trazendo devenas de covers dos Beatles.

    Leia mais
  • Música

    Beat Bugs: Série animada com músicas dos Beatles ganha novo teaser

    29 de julho de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou novo teaser de “Beat Bugs”, série animada que acompanha uma banda de besouros que toca músicas dos Beatles. A produção inclui 50 composições dos Beatles, que foram gravadas por artistas contemporâneos, como Eddie Vedder (da banda Peal Jam), Sia, Chris Cornell (da banda Soundgarden), Pink, Of Monsters and Men e Regina Spektor A série foi criada por Josh Wakely (roteirista do curta “My Mind’s Own Melody”) e propõe incentivar uma nova geração de crianças a ter contato com a música dos Beatles. A materialização do projeto foi um acordo raro, pois as músicas dos Beatles não recebem muitas liberações. Mas a Beatlemania já foi explorada pela animação antes. Além da clássica animação psicodélica “Yellow Submarine” (1968), John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr foram personagens de uma série animada americana, que durou três temporadas, entre 1965 e 1967, divulgando a música da banda para as crianças da época. Todos os 13 episódios da 1ª temporada estarão disponíveis no Netflix em 3 de agosto.

    Leia mais
  • Música

    The Beatles: Trailer de documentário mostra a história dos shows da banda mais popular que Jesus Cristo

    29 de julho de 2016 /

    O Studiocanal divulgou o trailer do documentário “The Beatles — Eight Days a Week — The Touring Years”, dedicado aos shows da banda. A prévia traz imagens conhecidas, mas também registros raros dos bastidores das turnês do quarteto no começo dos anos 1960, com direito a muitas fãs histéricas, correria e caos, numa síntese do frenesi da Beatlemania em seu auge. Dirigido pelo cineasta Ron Howard (“No Coração do Mar”), o filme também inclui novos depoimentos de Paul McCartney e Ringo Starr, que se juntam a imagens de arquivo de John Lennon e George Harrison na recordação do período mais popular da banda. Os Beatles só fizeram shows de 1962 a 1966, quando, numa atitude impensável para os dias de hoje, decidiram parar de tocar ao vivo. “Éramos crianças. Estávamos um pouco assustados”, diz Paul no trailer. A histeria era tanta que era impossível ouvir as músicas durante os shows, apenas os gritos intermináveis das fãs. Na época, isso levou John Lennon a dizer os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo. O que rendeu polêmica e ajudou o grupo a repensar a forma como continuaria a trabalhar. “Começamos a ficar de saco cheio. E procuramos novos caminhos para seguir”, explica Paul. Ao decidirem abandonar os palcos, os Beatles passaram a concentrar seus esforços no estúdio, dedicando-se a aperfeiçoar suas gravações, o que originou uma revolução musical, culminando no disco “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” (1967), marco da psicodelia que levou a técnica da mixagem e efeitos sonoros a um nível nunca antes ouvido – quando os discos ainda eram gravados em apenas quatro canais de som. O documentário estreia em 15 de setembro no Reino Unido, no dia seguinte nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Música

    Esquadrão Suicida: Novo trailer destaca a trilha e revela mais sobre a missão dos vilões

    23 de julho de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou uma nova prévia de “Esquadrão Suicida”, repleta de cenas inéditas, com destaque para as músicas da trilha sonora da produção. Concebido para a San Diego Comic-Con, o trailer também revela mais detalhes sobre a missão e as criaturas que os vilões vão enfrentar. O longa acompanha um grupo de supervilões alistados pelo governo para uma missão suicida, em troca da redução de suas sentenças. A lista de personagens inclui Pistoleiro (Will Smith, também de “Golpe Duplo”), Arlequina (Margot Robbie, de “Golpe Duplo”), Coringa (Jared Leto, de “Clube de Compra Dallas”), Rick Flagg (Joel Kinnaman, de “RoboCop”), Capitão Bumerangue (Jai Courteney, de “Divergente”), El Diablo (Jay Hernandez, de “O Albergue”), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje, de “Pompeia”), Katana (a estreante Karen Fukuhara), Amarra (Adam Beach, de “A Conquista da Honra”), Magia (Cara Delevingne, de “Cidades de Papel”) e Amanda Waller (Viola Davis, da série “How to Get Away with Murder”), responsável por juntar essa turma barra-pesada. Escrito e dirigido por David Ayer (“Corações de Ferro”), “Esquadrão Suicida” estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Música

    De Volta para o Futuro: Michael J. Fox se junta ao Colplay para tocar ao vivo as músicas do filme

    18 de julho de 2016 /

    O ator Michael J. Fox se juntou à banda Coldplay durante um show em Nova Jersey, onde tocou duas músicas da trilha do clássico “De Volta Para o Futuro” (1985). Portando a famosa guitarra Gibson Les Paul vista no filme, o ator tocou “Earth Angel” e “Johnny B. Goode” com a banda de Chris Martin. O encontro foi precedido por um vídeo com um pedido do filho de Martin, Moses, para que o pai cantasse uma música do seu “filme preferido”. A aparição de Michael J. Fox foi uma surpresa para o público que presenciou a performance. Veja abaixo o vídeo do show, seguido pela inesquecível interpretação original de “Johnny B. Goode” no filme.

    Leia mais
  • Música

    Janis – Little Girl Blue prefere as desgraças da vida à música de Janis Joplin

    18 de julho de 2016 /

    Perturba bastante no documentário “Janis – Little Girl Blue” o modo como a diretora Amy Berg expõe de maneira tão enfática a dor e a solidão de Janis Joplin. Muitas vezes, usando apenas as letras de suas canções, simples, mas que sempre falavam da falta de alguém ou de relacionamentos em geral. Inclusive, há uma cena em que Janis fala, antes de começar a cantar “Cry baby”, sobre o caso do sujeito que ela conheceu no Brasil e que resolveu ir embora porque não aguentava vê-la envolvida com heroína. O fato de ela dizer, pra todo mundo ouvir, é tocante, mas ao mesmo tempo incômodo. As entrevistas que ela dava à imprensa também não ofereciam muita coisa. Demonstravam mais sua insegurança e os repórteres sabiam disso e tocavam na ferida. Assim como iam buscar sua pior fase de escola e faculdade, quando ela sofria bullying por ser diferente e estar fora dos padrões de beleza vigentes naquela cidadezinha do Texas que ela preferiu deixar pra trás, em busca da alegria de ser uma grande cantora em São Francisco e além. E isso ela conseguiu em bem pouco tempo, quando integrou a Big Brother Holding Company. Ela acabou ficando maior do que a banda e logo se lançou em carreira solo. A relação com as drogas passa um certo ar de déjà vu, repetindo o périplo de outros documentários recentes e superiores sobre outras cantoras fantásticas: “Amy”, de Asif Kapadia, e “Cássia Eller”, de Paulo Henrique Fontenelle. Comparado a estas duas obras, o filme sobre Janis fica até pequeno, tanto porque sua história de vida não é tão bem explorada, quanto pelas imagens de arquivo não serem suficientemente ricas. Ao menos, as cartas de Janis, narradas por Cat Power, vez ou outra, funcionam como um elemento pessoal bem-vindo. Ao enfatizar o lado mais pessoal de Janis, acaba faltando espaço para o documentário explorar a força de sua música. As únicas que merecem espaço no documentário – e merecidamente, por serem lindas – são “Summertime”, que tem aquele solo de guitarra maravilhoso e uma interpretação fantástica de Janis, numa reinvenção genial do clássico de George Gershwin, e “Me and Bobby McGee”, composição de Kris Kristofferson e Fred Forster, já da última fase da cantora, quando ela conheceu um produtor que soube ensiná-la a trabalhar melhor o vocal, rendendo uma canção menos gritada e mais sutil. No mais, não há como não ficar comovido com o caso do telegrama ao final do filme, que mostra mais uma dessas histórias de amor prestes a bater à sua porta, mas que a falta de paciência faz se perder. No caso dela, então, é de se lamentar mesmo. Morrer é fácil. Viver é que é difícil.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie