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  • Música

    Roteirista de A Teoria de Tudo vai escrever filme sobre John Lennon e Yoko Ono

    1 de fevereiro de 2017 /

    “Imagine… um filme sobre John Lennon e Yoko Ono.” É assim que o produtor Michael De Luca está apresentando o projeto de um longa-metragem de ficção sobre o roqueiro e sua esposa. Ainda sem título, o projeto pretende retratar o relacionamento do casal com os Beatles, mas principalmente as suas campanhas pacifistas. “A história focará em amadurecimento e temas relevantes como amor, coragem e ativismo nos EUA — com a intenção de inspirar os jovens de hoje a se levantar e ter uma visão clara do mundo que eles desejam”, disse De Luca em comunicado. Ele é produtor de filmes indicados ao Oscar, como “A Rede Social” (2010), “O Homem Que Mudou o Jogo” (2011) e “Capitão Phillips” (2013), mas também de caça-niqueis como “Padre” (2011), o remake de “A Hora do Espanto” (2011), “Drácula: A História Nunca Contada” (2014) e “Cinquenta Tons de Cinza” (2015). O roteirista Anthony McCarten, indicado ao Oscar por “A Teoria de Tudo” (2014) – outra cinebiografia – , escreverá a trama, que ainda terá, entre os produtores, ninguém menos que a própria Yoko Ono. Apesar do anúncio oficial de sua produção, o filme ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Evan Rachel Wood está noiva do músico com quem montou uma banda new wave

    30 de janeiro de 2017 /

    Um representante de Evan Rachel Wood confirmou que a atriz está noiva do músico Zach Villa. O casal foi visto na cerimônia do SAG Awards com alianças de prata nos dedos. Os dois se conheceram em 2015, quando estrelaram um espetáculo musical inspirado em John Hughes. Pouco depois, resolveram montar uma banda juntos, Rebel and a Basketcase, cujo nome faz referência aos tipos de Judd Nelson e Ally Sheedy no filme “Clube dos Cinco” (1985), o maior clássico de Hughes. A banda lançou um single, “Oh, Yeah”, e prepara seu primeiro álbum, com influência da new wave dos anos 1980. Veja o clipe abaixo. Wood foi casada anteriormente com Jamie Bell, com quem teve um filho, hoje com três anos de idade. O casal se divorciou em 2014, após dois anos juntos. Bell, por sinal, também está noivo e prestes a se casar com a atriz Kate Mara, que ele conheceu durante as filmagens de “Quarteto Fantástico” (2014).

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  • Música

    Ed Sheeran recorda a adolescência em clipe belíssimo

    23 de janeiro de 2017 /

    Ed Sheeran divulgou um novo clipe, “Castle on the Hill”, com forte apelo nostálgico. Nele, o cantor relata como foi sua adolescência no interior rural da Inglaterra, a diversão da época com os amigos e até seu primeiro beijo. A produção chama atenção pela qualidade cinematográfica, com fotografia belíssima e locação em Framlingham, Inglaterra, onde Ed passou a infância e adolescência, próximo ao “castelo na colina” da letra. “Adorei filmar em Fram. Todos estes rapazes são realmente da minha escola”, contou ele nas redes sociais, referindo-se aos jovens que aparecem no clipe. Ele ainda brincou sobre sua semelhança com o rapaz que o interpreta. “Tenho a sensação que meu pai se divertiu alguns anos depois de eu nascer. Porque nós somos muito parecidos. O que você acha?”, disse em relação a seu sósia adolescente. O diretor George Belfield já fez diversos curtas e clipes de cantores indies anteriormente, mas este é seu trabalho de maior visibilidade. “Castle on the Hill” faz parte do disco “Divide” (÷), seu terceiro álbum, que chega às lojas em 3 de março, três anos após o premiado “Multiply” (x).

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  • Música

    Gorillaz lança novo clipe após seis anos, simulando a Trump Tower

    20 de janeiro de 2017 /

    O Gorillaz está de volta, após hiato de seis anos. A banda de desenho animado divulgou um novo clipe e música: “Hallelujah Money”, que contam com a participação do cantor-poeta inglês Benjamin Clementine. Bem diferente do que os fãs da banda estão acostumados, a música não não tem nada de comercial e o clipe deixa as animações em segundo plano. Literalmente ao fundo, mescladas com cenas de filmes, como a sci-fi “A Vila dos Malditos” (1960) e a animação “A Revolução dos Bichos” (1954), e até séries como “Couro Cru” (1959–1965), mostrando um Clint Eastwood muito jovem no papel de cowboy. Para completar, a cenografia simula a Trump Tower, um dos arranha-céus do presidente dos EUA. O clipe foi codirigido pela banda e Giorgio Testi, que anteriormente assinou o documentário da outra banda do cantor Damon Albern, “Blur: Live at Hyde Park, London – 2nd July 2009”, indicado ao Grammy. “Hallelujah Money” é a primeira novidade do disco novo do Gorillaz, que vai sair ainda este ano.

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  • Filme,  Música

    Amy Adams e o diretor Jean-Marc Vallée desistem de fazer cinebiografia de Janis Joplin

    18 de janeiro de 2017 /

    A notícia de que Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”) estava negociando viver Janis Joplin no cinema indicava que o projeto tinha sofrido uma mudança de rumo. Agora, em entrevista ao site Collider, o diretor Jean-Marc Vallée (“Clube de Compra Dallas”) confirmou que nem ele nem a atriz Amy Adams (“A Chegada”) farão mais a cinebiografia. Vallé tinha sido contratado em 2014, mas ele acabou seguindo o rumo de Lee Daniels (criador da série “Empire”) e até do brasileiro Fernando Meirelles (“Ensaio Sobre a Cegueira”), que anteriormente estiveram ligados à produção. O projeto se arrasta à décadas. Para se ter ideia, Brittany Murphy, que faleceu em 2009, era a primeira escolha para o papel. “Estava trabalhando com Amy Adams no projeto da Janis que, por fim, não faremos e ela me convidou para sua nova aventura, uma série de TV”, disse o canadense, que dirigirá a atriz a seguir na série “Objetos Cortantes”, da HBO. Intitulado “Janis Joplin: Get It While You Can”, o filme mostraria um intenso dia na vida da cantora e Amy planejava cantar todas as canções do filme. Seu retorno à cantoria ficará agora para “Desencantada”, sequência de “Encantada” (2007) prevista para o ano que vem. A propósito, o filme de Janis que tenta contar com Michelle Williams terá outro contexto – baseia-se no livro “Love, Janis”, escrito pela irmã da cantora, que reuniu cartas escritas por ela para a família, enquanto caía na estrada para se apresentar em festivais como Woodstock e enchia a cara para lidar com a pressão da fama. Janis Joplin morreu após uma overdose de heroína, ao terminar de gravar seu quarto álbum em 1970. O disco “Pearl” foi lançado postumamente e se tornou um dos maiores sucessos de sua carreira, rendendo músicas clássicas como “Me and Bobby McGee”, “Get It While You Can”, “Move Over” e “Cry Baby”.

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  • Música

    Green Day protesta contra Trump em clipe com a estética dos fanzines punks

    17 de janeiro de 2017 /

    A banda Green Day divulgou seu novo clipe de “Troubled Times”, que remete à estética dos fanzines punks para ilustrar os tempos conturbados atuais. O vídeo foi lançado na segunda (16/1) e sua exibição deixa bem claro que a data não foi escolhida por acaso, já que coincide com o feriado em comemoração a Martin Luther King Jr. nos EUA. A obra é uma colagem de elementos repetitivos, acompanhados pela letra da canção, que montam um painel político bastante incisivo. Abre com as marchas pelos direitos civis, representada pela figura de Martin Luther King Jr., que é contraposta à sua antítese, um Donald Trump satânico, para alertar que o mundo não progrediu tanto quando se imagina desde as lutas contra o racismo e os direitos femininos. A colagem faz MLK chorar, enquanto manifestantes dos dias de hoje apanham da polícia, e cercas de arame farpado se erguem sob ordens do monstro Trump, virando cordas de guitarras nas mãos de Billie Joe Armstrong. A mensagem não tem sutileza, é punk mesmo, uma visão artística de guerrilha. Mas por mais evidente que a metáfora pareça, a sequência em que cada voto eletrônico joga um ativista ou conquista civil no lixo, é fantástica, servindo para aumentar o impacto do clímax, quando o último eleitor aperta o botão que solta uma bomba atômica. Tempos conturbados, com certeza. A arte foi criada pelo artista espanhol Manu Viqueira, que usou imagens de arquivo e uma estética de xerox para manter o espírito punk vivo nestes tempos pré-apocalípticos.

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  • Música

    Documentário sobre o trágico show do Eagles of Death Metal em Paris ganha trailer

    15 de janeiro de 2017 /

    A HBO divulgou o trailer do documentário “Eagles of Death Metal: Nos Amis”. Além das imagens agora históricas e entrevistas com Josh Homme e Jesse Hughes, da banda Eagles of Death Metal, a prévia também mostra Bono Vox, do U2, e vai direta ao ponto, e exatamente por isso resulta emocionante. O filme lida com a tragédia do dia 13 de novembro de 2015, quando terroristas invadiram a casa noturna Bataclan Concert Hall, em Paris, durante um show da banda americana, e abriram fogo contra o público. O documentário repercute o horror daquele dia e acompanha a volta do Eagles of Death Metal ao mesmo palco, buscando superar o trauma e levantar o espírito do povo francês. “Eagles of Death Metal: Nos Amis” foi dirigido por Colin Hanks, filho de Tom Hanks. Trata-se do segundo documentário com ligação musical realizado pelo jovem Hanks, que também é ator. Anteriormente, ele dirigiu “All Things Must Pass: The Rise and Fall of Tower Records” (2015), sobre a outrora poderosa rede internacional de lojas de discos Tower Records. A estreia está marcada para o dia 13 de fevereiro nos EUA.

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  • Filme

    Filme sobre o começo da carreira de Madonna ganha fotos e vídeos de bastidores

    8 de janeiro de 2017 /

    O Instagram oficial do filme “Emmy and the Breakfast Club” divulgou as primeiras fotos e vídeos dos bastidores de sua produção. Como demonstram as imagens, trata-se de um filme sobre o começo da carreira de Madonna. A produção é independente e não autorizada, escrita e dirigida por Guy Guido, que estreia em ambas as funções. O título se refere às duas primeiras bandas de Madonna, formadas entre o final dos anos 1970 e o começo dos 1980, logo após ela chegar em Nova York. Muita gente não sabe, mas Madonna tocava guitarra e bateria antes de se tornar conhecida como cantora, e o filme abordará este período. A fase não é só musical. Também inclui a primeira tentativa de “Louise Ciconne” virar atriz, conforme demonstra um dos vídeos em que sua intérprete aparece nua – recriando cenas do filme “Um Certo Sacrifício”, feito em 1979 e que só estreou em 1985, após Madonna tentar barrá-lo. Não é difícil imaginar que a cantora seja capaz de criar novas dificuldades para o lançamento de “Emmy and the Breakfast Club”, que não tem previsão de estreia. Por enquanto, vale apontar a impressionante semelhança da atriz novata Jamie Auld com a verdadeira Madonna, a ponto de, em determinadas fotos, poder ser confundida com a própria. Um detalhe curioso: Dan Gilroy, ex-namorado de Madonna, com quem ela formou a banda The Breakfast Club em 1979, e outros músicos da época participam do filme comentando a história em tom semidocumental – o que só aumenta a estranheza da produção. Um vídeo publicado por Emmy and the Breakfast Club (@emmyandthebreakfastclub) em Out 20, 2016 às 6:31 PDT Um vídeo publicado por Emmy and the Breakfast Club (@emmyandthebreakfastclub) em Nov 28, 2016 às 12:50 PST Um vídeo publicado por Emmy and the Breakfast Club (@emmyandthebreakfastclub) em Nov 29, 2016 às 11:13 PST Um vídeo publicado por Emmy and the Breakfast Club (@emmyandthebreakfastclub) em Dez 1, 2016 às 4:01 PST

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  • Música

    Clipe de música inédita de David Bowie cai na Terra no dia do seu aniversário

    8 de janeiro de 2017 /

    David Bowie ganhou um novo clipe inédito, no dia em que completaria 70 anos de idade e na véspera do primeiro aniversário de sua morte. O vídeo que marca o início de sua carreira póstuma acompanha a música “No Plan”, faixa que ficou de fora de seu último disco, “Blackstar”, e que está sendo lançada num EP com duas outras canções inéditas e uma reedição de “Lazarus” – a música em que o cantor referencia o renascimento após a morte. As quatro faixas fazem parte do musical “Lazarus”, peça que Bowie escreveu em seu último ano de vida e podem ser consideradas as gravações finais de sua carreira. O vídeo referencia o filme clássico “O Homem que Caiu na Terra”, estrelado por Bowie em 1976, ao destacar uma parede de televisores na vitrine de uma loja – o videowall era uma presença marcante no design futurista da sci-fi dos anos 1970. De forma a complementar a citação, a loja se chama Newton Electrical, como a empresa do personagem de Bowie, Thomas Jerome Newton, no longa de Nicolas Roeg. O endereço também é significativo, uma vez que o cantor viveu na rua Foxgrove, em Londres, na época de “Space Oddity”. Enquanto imagens de foguetes sobem ao espaço nas telinhas, a letra traz Bowie falando do além, a respeito de outro espaço, onde se encontra, um lugar onde não há música, onde nem sequer há um lugar, nem planos. De arrepiar. A direção é de Tom Hingston, artista gráfico que já assinou capas da banda Massive Attack e a abertura do filme “O Homem Mais Procurado” (2014), além de muitas campanhas publicitárias. “No Plan” foi seu segundo clipe para o cantor, após dirigir o vídeo de “Sue (Or in a Season of Crime)” em 2014.

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  • Música

    Documentário afirma que David Bowie só soube que seu câncer era terminal três meses antes de morrer

    6 de janeiro de 2017 /

    Um novo documentário sobre David Bowie, produzido pela rede BBC, afirma que o cantor britânico só soube que seu câncer era terminal apenas três meses antes de morrer. Segundo o documentário “David Bowie: The Last Five Years”, o cantor descobriu que morreria em poucos meses enquanto gravava o clipe da música “Lazarus”, que ilustra sua doença e se encerra com uma metáfora de sua saída de cena. “Soube no fim de semana da gravação que ele tinha se inteirado de que tudo havia terminado”, diz o diretor do clipe, Johan Renck, em entrevista para o documentário. Bowie veio a morrer logo em seguida à gravação, em 10 de janeiro de 2016, dois dias depois de ter completado 69 anos e de ter lançado o 25º álbum de estúdio, “Blackstar”, um projeto repleto de simbolismos que sugerem referências à sua própria morte. “David Bowie: The Last Five Years” é dirigido por Francis Whately (que também fez “David Bowie: Five Years” sobre o auge do cantor nos anos 1970) será exibido no sábado (7/1) pela BBC, em homenagem aos 70 anos de nascimento do artista e ao primeiro aniversário de sua morte.

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  • Filme

    Sing Street é bela homenagem ao rock dos anos 1980 do diretor de Apenas uma Vez

    5 de janeiro de 2017 /

    É sinal dos tempos que um filme de tão bom nível quanto “Sing Street – Música e Sonho” (2016), que não foi produzido para streaming, vá parar direto na Netflix e similares, longe da tela grande, mesmo concorrendo ao Globo de Ouro de Melhor Filme de Comédia ou Musical e tendo chances de indicação ao Oscar. Trata-se de mais uma deliciosa obra de John Carney, o sujeito que adora musicais e que já juntou o seu amor pelas melodias e pelos relacionamentos nos lindões “Apenas uma Vez” (2007) e “Mesmo se Nada Der Certo” (2013). “Sing Street – Música e Sonho” segue a mesma linha, num retorno à Irlanda de “Apenas uma Vez”, mas com personagens mais jovens e em uma outra época, a década de 1980, destacando o que ela tem de atraente, inocente e saudosista. Trata-se basicamente da história de um rapaz que resolve montar uma banda de rock por causa de uma garota. E o filme conta essa história com uma simplicidade e uma beleza impressionantes. Como a moça, Raphina, é especialmente linda e sonhadora (Lucy Boynton, que estará no remake de “Assassinato no Expresso do Oriente”), é muito fácil para o espectador se colocar no lugar do jovem Conor (Ferdia Walsh-Peelo, que estará na 5ª temporada de “Vikings”). O processo da composição musical, como nos filmes anteriores de Carney, se mostra até mais interessante do que o próprio resultado, até porque as canções refletem o espírito de bandas influentes do período, a partir dos discos que o irmão mais velho (vivido por Jack Reynor, de “Transformer: A Era da Extinção”) apresenta ao roqueiro aspirante. Assim, se no começo sua banda segue uma linha próxima do Duran Duran, depois, quando ele conhece The Cure, a banda vai modificando o som e a imagem, até chegar ao ponto de ter um estilo próprio, ainda que bastante ligado ao espírito daquela época. Como os anos 1980 foram também a década dos videoclipes, a linguagem do gênero faz parte da identidade da banda e do filme, resultando em cenas muito divertidas. Para começar, a desculpa de Connor para atrair Raphina é que ela seja a modelo de um clipe. E para continuar a vê-la, ele segue produzindo clipes caseiros, realizados amadoramente para cada uma de suas canções. As músicas vão surgindo a partir de sentimentos e situações que acontecem na vida de Conor e mesmo na de Raphina, uma garota que sonha em ir embora para Londres e ter uma vida melhor. O que torna “Sing Street” especial é o modo como ele permite ao espectador adentrar esse mundo de sonho, abrindo um leque de possibilidades infinitas diante de obstáculos igualmente grandiosos, para mostrar que é possível realizar algo que tantos querem e muitos não conseguem por um motivo ou outro: fundar uma banda, conquistar a garota dos sonhos e ir embora com ela. A cena final é tão inacreditavelmente bela que a gente custa a acreditar. “Sing Street” corre atrás de seu sonho e deixa o público sem querer acordar.

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    Sandra Giles (1932 – 2016)

    30 de dezembro de 2016 /

    Morreu Sandra Giles, atriz e pin-up de Hollywood, que estrelou diversos filmes de rock’n’roll e juventude transviada. Ela tinha 84 anos e morreu em 25 de dezembro, após uma longa batalha com uma doença autoimune. Loira platina, ao estilo de Marilyn Monroe, ela foi descoberta por um caçador de talentos enquanto trabalhava numa delicatessen, em Los Angeles. Num golpe bem orquestrado de marketing, acabou roubando os flashes dos paparazzi na première do filme “Um Amor de Professora” (1958), descendo de um cadillac inteiramente revestido de pelúcia rosa para o tapete vermelho. Ao ser mais fotografada que os astros do longa, chamou atenção da revista Life que lhe dedicou um ensaio fotográfico, intitulado “Como se tornar uma estrela”. A publicidade lhe rendeu seu primeiro papel no cinema, em “Daddy-O” (1958), um filme B em que contracenou com o cantor Dick Contino e dançou rock’n’roll. Ela apareceu em outro trash cultuado de juventude transviada, “Lost, Lonely and Vicious” (1958). E até conheceu Elvis Presley, ao participar de “Loiras, Morenas e Ruivas” (1963) num pequeno papel. Sua curta carreira ainda inclui dois outros filmes curiosos, “Sede de Crime” (1969), em que Rachel Welch era uma go-go dancer perseguida por um psicopata, e “O Justiceiro Negro” (1972), blaxploitation estrelada por Jim Brown. Mas ela fez muito mais séries que filmes, coadjuvando episódios de séries clássicas como “Peter Gunn”, “A Lei de Burke”, “The Odd Couple” e “Terra de Gigantes”. Mesmo assim, nada superou seus golpes publicitários, entre eles uma pintura nua que foi revelada na reabertura do Hotel Frontier em Las Vegas em 1966. Para completar, ela namorou o tenista Bobby Riggs durante a época da Batalha do Sexo, a partida de tênis histórica com Billie Jean King, que vai virar filme.

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    Minissérie sobre Elvis Presley, Jerry Lee Lewis e Johnny Cash ganha primeiro trailer

    25 de dezembro de 2016 /

    O canal pago americano CMT divulgou o primeiro trailer da minissérie “Sun Records”, anteriormente identificada como “Millon Dollar Quartet”, dedicada à primeira geração do rock. Como a prévia destaca, a trama se passa no começo dos anos 1950 e gira em torno dos artistas mais famosos da gravadora Sun: Elvis Presley, Jerry Lee Lewis e Johnny Cash. A minissérie pretende contar a história da Sun Records, que deu origem ao rock’n’roll, destacando seus artistas, desde as primeiras sessões de Ike Turner e o surgimento do rockabilly com Carl Perkins, refletindo também a época, marcada por grandes mudanças políticas e agitação social. Chad Michael Murray (série “Agent Carter”) é o nome mais conhecido da produção, como o produtor Sam Phillips, dono da Sun Records. O resto do elenco foi preenchido com testes abertos, realizados na escola em que Elvis estudou em Memphis, cidade onde a trama acontece. Drake Milligan, que já viveu Elvis num curta de 2014, repetirá a dose na minissérie, Kevin Fonteyne (série “Masters of Sex”) será Johnny Cash, Dustin Ingram (“Cabana do Inferno”) atuará como Carl Perkins e os gêmeos Christian Lees e Jonah Lees (ambos de “O Conto dos Contos”) viverão Jerry Lee Lewis e seu primo pastor Jimmy Swaggart. A produção está a cargo de Leslie Greif, criador da série clássica de ação “Walker, Texas Ranger”, estrelada por Chuck Norris nos anos 1990. A estreia vai acontecer em 23 de fevereiro nos EUA. Além da minissérie, também está em desenvolvimento um filme sobre o mesmo tema, que pode trazer Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) no papel de Sam Phillips.

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