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  • Música

    Escândalos da banda Mötley Crüe vão virar filme da Netflix

    25 de março de 2017 /

    A Netflix está desenvolvendo um filme sobre a banda de rock Mötley Crüe. Segundo o site Deadline, o filme será baseado na autobiografia da banda, “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo célebre jornalista de rock Neil Strauss em parceria com os próprios membros do grupo: Tommy Lee, Vince Neil, Mick Mars e Nikki Sixx. O livro relata a ascensão da lendária banda dos anos 1980, que vendeu mais de 100 milhões de discos enquanto seus integrantes levavam ao extremo o modo de vida roqueiro, em situações descontroladas de sexo e drogas, que os tornaram mais conhecidos por seus excessos do que por sua música, e eventualmente causaram a implosão do grupo. Depois de lotar estádios e protagonizar vídeos escandalosos com mulheres seminuas, os problemas começaram em 1984, quando Vince Neil destruiu seu carro numa colisão frontal e foi acusado de dirigir sob influência de drogas e de homicídio – seu passageiro, o baterista da banda Hanoi Rocks, Nicholas “Razzle” Dingley, morreu no acidente. Três anos depois, Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e foi declarado legalmente morto por dois minutos. O paramédico, um fã de Motley Crue, o reanimou, gerando inspiração para o sucesso de 1989 “Kickstart My Heart”. Já Tommy Lee inaugurou o mercado de sex tapes de celebridades, com o vazamento do vídeo de sexo que ele gravou com sua mulher, a atriz Pamela Anderson, em 1998. E isto é só uma pequena mostra das confusões que os integrantes da banda aprontaram, antes e após a separação da banda, que ainda experimentou um retorno em 2005. O roteiro está sendo escrito por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine, diretor dos filmes da franquia “Jackass”. Não há previsão para a estreia na plataforma de streaming. Julie Yorn, Erik Olsen e Allen Kovac permanecem associados ao projeto como produtores.

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  • Filme

    O diabo gosta de heavy metal no trailer do novo terror do diretor de Entes Queridos

    5 de março de 2017 /

    A IFC Films, uma das melhores distribuidoras de terror indie, divulgou o pôster e o trailer de “The Devil’s Candy”. E a prévia é bastante perturbadora, mostrando duas tramas paralelas de possessão demoníaca. Numa delas, Ethan Embry (das séries “Once Upon a Time” e “Grace and Frankie”) é um artista e fã de heavy metal que não consegue se lembrar de ter pintado obras cheias de imagens demoníacas. Na outra, Pruitt Taylor Vince (da minissérie “Heroes Reborn”) interpreta outro fã assustador de heavy metal, que rapta uma adolescente após começar a ouvir vozes demoníacas em sua cabeça. As duas histórias compartilham a mesma casa e se chocam ao final do vídeo. O filme foi escrito e dirigido por Sean Byrne, que antes fez o elogiado terror “Entes Queridos”, e ainda inclui em seu elenco Shiri Appleby (série “UnReal”) e Kiara Glasco (série “Bitten”). Além disso, destaca uma trilha repleta de heavy metal, com distorções de Metallica, Slayer, Pantera e composições originais da lendária banda Sunn O))), que transforma seu metal atmosférico em puro terror. Após rodar o circuito dos festivais por 16 meses, a estreia comercial vai acontecer em 17 de março nos EUA, em circuito limitado e VOD. Não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Elogiado suspense Sala Verde, com Anton Yelchin e Patrick Stewart, chega direto em DVD no Brasil

    3 de março de 2017 /

    O elogiado suspense “Sala Verde” (Green Room), estrelado por Anton Yelchin (“Star Trek: Sem Fronteiras”) e Patrick Stewart (“Logan”), finalmente será lançado no Brasil. O detalhe é que será direto em home video, no dia 8 de março. Um dos melhores filmes do recentemente falecido Yelchin, o longa de 2015 está sendo mal-tratado no país desde seu título. Green Room é camarim, em inglês. E, de fato, a maior parte do filme se passa num camarim. É onde os integrantes de uma banda punk se abrigam após testemunharem um crime num clube de skinheads no interior dos EUA. Mas não por muito tempo. Os assassinos esvaziam o local e passam a tocar o terror, querendo eliminar as testemunhas punks apavoradas. Escrito e dirigido por Jeremy Saulnier (do elogiado suspense “Ruína Azul”), o filme ainda inclui no elenco Imogen Poots (“A Hora do Espanto”), Alia Shawkat (série “Arrested Development”), Callum Turner (“Queen and Country”), Joe Cole (série “Peaky Blinders”), Macon Blair (“Blue Ruin”) e Mark Webber (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”). Premiado em diversos festivais de cinema fantástico, “Sala Verde” (sic) chegou a ser exibido até no Festival do Rio em 2015. Confira o trailer em inglês abaixo.

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  • Música

    Ryan Gosling volta a cantar no primeiro trailer do novo filme de Terrence Malick

    17 de fevereiro de 2017 /

    Ryan Gosling (“La La Land”) toca piano e canta, Rooney Mara (“Carol”) ataca na guitarra, Michael Fassbender (“Assassin’s Creed”) produz e Natalie Portman (“Jackie”) se deixa seduzir no primeiro trailer de “Song to Song”, o novo filme escrito e dirigido por Terrence Malick (“A Árvore da Vida”), que também ganhou um pôster da Broadgreen Pictures. A prévia tem cenas gravadas durante os shows do festival SXSW em Austin, belíssima fotografia, como é típico dos filmes do diretor, e relacionamentos complicados. Editado ao som do hit “Runaway”, sucesso de Del Shannon em 1961, que tem um trecho cantarolado por Gosling, o vídeo revela dois casais emaranhados com a cena musical de Austin. Depois de viver um pianista de jazz em “La La Land”, Gosling encarna um compositor de rock que busca se firmar, novamente tendo que demonstrar seus dotes musicais. Muita gente esquece que ele começou a carreira como ator e cantor mirim no programa “Clube do Mickey”, do Disney Channel, ao lado de ninguém menos que Britney Spears, Justin Timberlake e Christina Aguilera. Malick começou a filmar “Song to Song” em 2012, paralelamente a “Cavaleiro de Copas”, lançado em 2015. A première mundial vai acontecer na abertura do festival SXSW 2017, em 10 de março, e o lançamento comercial está marcado para a semana seguinte nos cinemas americanos. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.

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  • Música

    Will Smith canta tema de Um Maluco no Pedaço no trailer da série Carpool Karaoke

    15 de fevereiro de 2017 /

    A série baseada no quadro “Carpool Karaoke” do talk show de James Corden ganhou um trailer que reúne diversas celebridades. Mas quem rouba a cena é Will Smith, cantando, ao lado de Corden, a música tema da série “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air), que lançou sua carreira de ator em 1990. A prévia mostra que a nova versão de “Carpool Karaoke” terá outros “apresentadores”, convidados a dirigir carros na companhia de cantores famosos. Mas a principal diferença em relação ao quadro televisivo é que nem todo episódio será restrito à mobilidade de um carro. Metallica, por exemplo, vai parar num mercadinho e é saudado por um vendedor que canta “Enter Sandman”, enquanto John Legend experimenta um chapelão ao estilo de Pharrell Williams e confessa que “mulheres brancas” o confundem com o outro cantor. Mas é novamente Will Smith quem arranca os sorrisos mais simpáticos ao inaugurar, com Corden, o próximo “nível” do Karaoke, cantando a bordo de um helicóptero “I Believe I Can Fly” sobre Los Angeles. Dentre as celebridades que aparecem destacam-se ainda Alicia Keys, Taraji P. Henson, Chelsea Handler, Blake Shelton, Ariana Grande, Seth Meyers, Michael Strahan e Jeff Gordon. A série “Carpool Karaoke” é uma das primeiras iniciativas da Apple para incluir programas baseados em vídeo no serviço de streaming Apple Music, que pelo nome deixa claro ter como foco o streaming musical. Além da atração de James Corden, a Apple encomendou uma série sobre aplicativos e seu primeiro drama ficcional, “Vital Signs”, baseada na vida do rapper Dr. Dre – que já foi parcialmente contada no filme “Straight Outt Compton – A História do NWA” (2015). Ainda não há previsão de estreia para nenhum desses programas.

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  • Música

    Veja o trailer de um novo documentário musical e esportivo produzido por David Byrne

    6 de fevereiro de 2017 /

    A Oscilloscope, produtora indie criada pelo falecido Beastie Boy Adam Yauch, divulgou o trailer do documentário “Contemporary Color”. O filme é dedicado ao obscuro mundo dos giros de bandeiras sincronizadas, que não é um esporte olímpico, mas costuma ser visto nas aberturas das Olimpíadas. Por sinal, a coreografia concebida para o filme lembra uma mini-olimpíada. A prévia mostra a preparação e a execução de um espetáculo de dança com bandeiras coloridas, como acompanhamento de um show de pop/rock com vários artistas, entre os quais se destacam os cantores David Byrne, St. Vincent, Nelly Furtado, Devonte Hynes, Zola Jesus e o Beastie Boy Ad-Rock. O show foi concebido por Byrne e realizado no verão de 2015 no Barclays Center do Brooklyn, juntando 10 equipes diferentes de “color guard” (os guarda-bandeiras ginastas) dos EUA e Canadá. O músico também é produtor do filme. Com direção dos irmãos Bill Ross IV e Turner Ross, cinematógrafos do documentário indicado ao Oscar 2017 “Eu Não Sou Negro”, o filme teve première no Festival de Cinema Tribeca do ano passado, onde levou dois prêmios de júri para Melhor Edição e Melhor Cinematografia. A estreia está marcada para 1 de março nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Música

    Roteirista de A Teoria de Tudo vai escrever filme sobre John Lennon e Yoko Ono

    1 de fevereiro de 2017 /

    “Imagine… um filme sobre John Lennon e Yoko Ono.” É assim que o produtor Michael De Luca está apresentando o projeto de um longa-metragem de ficção sobre o roqueiro e sua esposa. Ainda sem título, o projeto pretende retratar o relacionamento do casal com os Beatles, mas principalmente as suas campanhas pacifistas. “A história focará em amadurecimento e temas relevantes como amor, coragem e ativismo nos EUA — com a intenção de inspirar os jovens de hoje a se levantar e ter uma visão clara do mundo que eles desejam”, disse De Luca em comunicado. Ele é produtor de filmes indicados ao Oscar, como “A Rede Social” (2010), “O Homem Que Mudou o Jogo” (2011) e “Capitão Phillips” (2013), mas também de caça-niqueis como “Padre” (2011), o remake de “A Hora do Espanto” (2011), “Drácula: A História Nunca Contada” (2014) e “Cinquenta Tons de Cinza” (2015). O roteirista Anthony McCarten, indicado ao Oscar por “A Teoria de Tudo” (2014) – outra cinebiografia – , escreverá a trama, que ainda terá, entre os produtores, ninguém menos que a própria Yoko Ono. Apesar do anúncio oficial de sua produção, o filme ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Evan Rachel Wood está noiva do músico com quem montou uma banda new wave

    30 de janeiro de 2017 /

    Um representante de Evan Rachel Wood confirmou que a atriz está noiva do músico Zach Villa. O casal foi visto na cerimônia do SAG Awards com alianças de prata nos dedos. Os dois se conheceram em 2015, quando estrelaram um espetáculo musical inspirado em John Hughes. Pouco depois, resolveram montar uma banda juntos, Rebel and a Basketcase, cujo nome faz referência aos tipos de Judd Nelson e Ally Sheedy no filme “Clube dos Cinco” (1985), o maior clássico de Hughes. A banda lançou um single, “Oh, Yeah”, e prepara seu primeiro álbum, com influência da new wave dos anos 1980. Veja o clipe abaixo. Wood foi casada anteriormente com Jamie Bell, com quem teve um filho, hoje com três anos de idade. O casal se divorciou em 2014, após dois anos juntos. Bell, por sinal, também está noivo e prestes a se casar com a atriz Kate Mara, que ele conheceu durante as filmagens de “Quarteto Fantástico” (2014).

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  • Música

    Ed Sheeran recorda a adolescência em clipe belíssimo

    23 de janeiro de 2017 /

    Ed Sheeran divulgou um novo clipe, “Castle on the Hill”, com forte apelo nostálgico. Nele, o cantor relata como foi sua adolescência no interior rural da Inglaterra, a diversão da época com os amigos e até seu primeiro beijo. A produção chama atenção pela qualidade cinematográfica, com fotografia belíssima e locação em Framlingham, Inglaterra, onde Ed passou a infância e adolescência, próximo ao “castelo na colina” da letra. “Adorei filmar em Fram. Todos estes rapazes são realmente da minha escola”, contou ele nas redes sociais, referindo-se aos jovens que aparecem no clipe. Ele ainda brincou sobre sua semelhança com o rapaz que o interpreta. “Tenho a sensação que meu pai se divertiu alguns anos depois de eu nascer. Porque nós somos muito parecidos. O que você acha?”, disse em relação a seu sósia adolescente. O diretor George Belfield já fez diversos curtas e clipes de cantores indies anteriormente, mas este é seu trabalho de maior visibilidade. “Castle on the Hill” faz parte do disco “Divide” (÷), seu terceiro álbum, que chega às lojas em 3 de março, três anos após o premiado “Multiply” (x).

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  • Música

    Gorillaz lança novo clipe após seis anos, simulando a Trump Tower

    20 de janeiro de 2017 /

    O Gorillaz está de volta, após hiato de seis anos. A banda de desenho animado divulgou um novo clipe e música: “Hallelujah Money”, que contam com a participação do cantor-poeta inglês Benjamin Clementine. Bem diferente do que os fãs da banda estão acostumados, a música não não tem nada de comercial e o clipe deixa as animações em segundo plano. Literalmente ao fundo, mescladas com cenas de filmes, como a sci-fi “A Vila dos Malditos” (1960) e a animação “A Revolução dos Bichos” (1954), e até séries como “Couro Cru” (1959–1965), mostrando um Clint Eastwood muito jovem no papel de cowboy. Para completar, a cenografia simula a Trump Tower, um dos arranha-céus do presidente dos EUA. O clipe foi codirigido pela banda e Giorgio Testi, que anteriormente assinou o documentário da outra banda do cantor Damon Albern, “Blur: Live at Hyde Park, London – 2nd July 2009”, indicado ao Grammy. “Hallelujah Money” é a primeira novidade do disco novo do Gorillaz, que vai sair ainda este ano.

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    Amy Adams e o diretor Jean-Marc Vallée desistem de fazer cinebiografia de Janis Joplin

    18 de janeiro de 2017 /

    A notícia de que Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”) estava negociando viver Janis Joplin no cinema indicava que o projeto tinha sofrido uma mudança de rumo. Agora, em entrevista ao site Collider, o diretor Jean-Marc Vallée (“Clube de Compra Dallas”) confirmou que nem ele nem a atriz Amy Adams (“A Chegada”) farão mais a cinebiografia. Vallé tinha sido contratado em 2014, mas ele acabou seguindo o rumo de Lee Daniels (criador da série “Empire”) e até do brasileiro Fernando Meirelles (“Ensaio Sobre a Cegueira”), que anteriormente estiveram ligados à produção. O projeto se arrasta à décadas. Para se ter ideia, Brittany Murphy, que faleceu em 2009, era a primeira escolha para o papel. “Estava trabalhando com Amy Adams no projeto da Janis que, por fim, não faremos e ela me convidou para sua nova aventura, uma série de TV”, disse o canadense, que dirigirá a atriz a seguir na série “Objetos Cortantes”, da HBO. Intitulado “Janis Joplin: Get It While You Can”, o filme mostraria um intenso dia na vida da cantora e Amy planejava cantar todas as canções do filme. Seu retorno à cantoria ficará agora para “Desencantada”, sequência de “Encantada” (2007) prevista para o ano que vem. A propósito, o filme de Janis que tenta contar com Michelle Williams terá outro contexto – baseia-se no livro “Love, Janis”, escrito pela irmã da cantora, que reuniu cartas escritas por ela para a família, enquanto caía na estrada para se apresentar em festivais como Woodstock e enchia a cara para lidar com a pressão da fama. Janis Joplin morreu após uma overdose de heroína, ao terminar de gravar seu quarto álbum em 1970. O disco “Pearl” foi lançado postumamente e se tornou um dos maiores sucessos de sua carreira, rendendo músicas clássicas como “Me and Bobby McGee”, “Get It While You Can”, “Move Over” e “Cry Baby”.

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    Green Day protesta contra Trump em clipe com a estética dos fanzines punks

    17 de janeiro de 2017 /

    A banda Green Day divulgou seu novo clipe de “Troubled Times”, que remete à estética dos fanzines punks para ilustrar os tempos conturbados atuais. O vídeo foi lançado na segunda (16/1) e sua exibição deixa bem claro que a data não foi escolhida por acaso, já que coincide com o feriado em comemoração a Martin Luther King Jr. nos EUA. A obra é uma colagem de elementos repetitivos, acompanhados pela letra da canção, que montam um painel político bastante incisivo. Abre com as marchas pelos direitos civis, representada pela figura de Martin Luther King Jr., que é contraposta à sua antítese, um Donald Trump satânico, para alertar que o mundo não progrediu tanto quando se imagina desde as lutas contra o racismo e os direitos femininos. A colagem faz MLK chorar, enquanto manifestantes dos dias de hoje apanham da polícia, e cercas de arame farpado se erguem sob ordens do monstro Trump, virando cordas de guitarras nas mãos de Billie Joe Armstrong. A mensagem não tem sutileza, é punk mesmo, uma visão artística de guerrilha. Mas por mais evidente que a metáfora pareça, a sequência em que cada voto eletrônico joga um ativista ou conquista civil no lixo, é fantástica, servindo para aumentar o impacto do clímax, quando o último eleitor aperta o botão que solta uma bomba atômica. Tempos conturbados, com certeza. A arte foi criada pelo artista espanhol Manu Viqueira, que usou imagens de arquivo e uma estética de xerox para manter o espírito punk vivo nestes tempos pré-apocalípticos.

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    Documentário sobre o trágico show do Eagles of Death Metal em Paris ganha trailer

    15 de janeiro de 2017 /

    A HBO divulgou o trailer do documentário “Eagles of Death Metal: Nos Amis”. Além das imagens agora históricas e entrevistas com Josh Homme e Jesse Hughes, da banda Eagles of Death Metal, a prévia também mostra Bono Vox, do U2, e vai direta ao ponto, e exatamente por isso resulta emocionante. O filme lida com a tragédia do dia 13 de novembro de 2015, quando terroristas invadiram a casa noturna Bataclan Concert Hall, em Paris, durante um show da banda americana, e abriram fogo contra o público. O documentário repercute o horror daquele dia e acompanha a volta do Eagles of Death Metal ao mesmo palco, buscando superar o trauma e levantar o espírito do povo francês. “Eagles of Death Metal: Nos Amis” foi dirigido por Colin Hanks, filho de Tom Hanks. Trata-se do segundo documentário com ligação musical realizado pelo jovem Hanks, que também é ator. Anteriormente, ele dirigiu “All Things Must Pass: The Rise and Fall of Tower Records” (2015), sobre a outrora poderosa rede internacional de lojas de discos Tower Records. A estreia está marcada para o dia 13 de fevereiro nos EUA.

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