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    Black Sabbath toca Paranoid em clipe do documentário do show de despedida

    19 de outubro de 2017 /

    O Black Sabbath divulgou um clipe da performance de “Paranoid”, extraído do documentário “The End of the End”. A música é literalmente o fim do fim, a última música tocada em seu último show, que aconteceu em fevereiro na cidade inglesa de Birmingham, onde a banda se formou em 1968. O filme tem direção de Dick Carruthers, que anteriormente fez “Celabration Day”, sobre o show de reencontro do Led Zeppelin em 2007 (com Jason Bonham no lugar de seu pai falecido). “Black Sabbath: The End of the End” foi exibido simultaneamente em diversos cinemas ao redor do mundo no dia 28 de setembro. O DVD e o Blu-ray serão lançados em 17 de novembro e contém cinco apresentações extras, que foram gravadas no Angelic Studios.

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  • Música

    Ator de Mr. Robot vira Freddie Mercury em nova foto de bastidores do filme do Queen

    17 de outubro de 2017 /

    O diretor Bryan Singer publicou em seu Instagram uma nova foto dos bastidores de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen, que destaca o ator Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, na gravação de uma cena de show. Além dele, o elenco traz Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon, sem esquecer de Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda entre 1975 e 1978, Tom Hollander (o Primeiro Ministro britânico de “Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.

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  • Música

    Johnny Depp é deus no novo clipe de Marilyn Manson, repleto de cenas impróprias

    10 de outubro de 2017 /

    O cantor Marilyn Manson lançou o clipe de “Say10”, segundo single de seu novo álbum, “Heaven Upside Down”. O vídeo é bastante impróprio, com participação do ator Johnny Depp em meio a mulheres nuas, numa simulação de orgia, muito sangue e uma masturbação feminina que parece saída de webcam adulta – e impressiona ter passado pela censura do Google. O que a encenação parece sugerir é que Depp é deus e Manson say10 (a pronúncia é similar a satã, em inglês). Enquanto um aponta o dedo para o outro, as mulheres apontam para si mesmas, lá embaixo. Há também Bíblias voadoras e uma presença demoníaca tentando atravessar paredes. A direção é de Bill Yukich, que antes assinou os vídeos dos hits “Sorry”, de Beyoncé”, “Hands to Myself”, de Selena Gomez, e “See You Again”, de Wiz Khalifa – um dos clipes mais vistos da história do YouTube. “Heaven Upside Down” é o primeiro álbum de Manson desde “The Pale Emperor” de 2015. O cantor, que sofreu uma acidente de palco em 30 de setembro, quando o cenário desabou durante um show, está em fase final de recuperação e deve retomar a turnê do disco nesta semana. A expectativa é que ele venha ao Brasil em 2018.

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  • Música

    Bryan Singer divulga fotos dos bastidores do filme da banda Queen

    9 de outubro de 2017 /

    O diretor Bryan Singer publicou em seu Instagram as primeiras fotos dos bastidores de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen. As imagens revelam preparações fara filmagens de shows, inclusive o famoso Live Aid em 1985, além de sua interação com os músicos reais do grupo, Brian May e Roger Taylor, que são produtores do filme e se certificam que os instrumentos e as apresentações sejam fiéis. O elenco destaca Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam do filme Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (o Primeiro Ministro britânico de “Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele se assumir, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos. "you've given me a fame and fortune and everything that goes with it, and I thank you all! But it's been no bed of roses…no pleasure cruise…" #freddiemercury Actually it's been some great first weeks!!! Thanks all! #queen #bohemianrhapsody Uma publicação compartilhada por Bryan Singer (@bryanjaysinger) em Out 6, 2017 às 1:29 PDT Backstage this week. Thank you #brianmay #rogertaylor #jimbeach for all the help and support! #queen #grahamking #liveaid May's original #fender #telecaster from the day:) #crazylittlethingcalledlove Thank you cast and crew for an amazing birthday surprise that I wish I could post! 😉 Uma publicação compartilhada por Bryan Singer (@bryanjaysinger) em Set 16, 2017 às 12:39 PDT Pretending between set-ups #liveaid #queen #1985 Uma publicação compartilhada por Bryan Singer (@bryanjaysinger) em Set 13, 2017 às 2:32 PDT

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  • Música

    Tom Petty (1950 – 2017)

    3 de outubro de 2017 /

    O cantor e músico Tom Petty foi declarado morto na segunda (2/10), aos 66 anos, após ser encontrado inconsciente em sua casa no domingo, em Los Angeles. O site TMZ revelou que ele não tinha mais atividade cerebral e que a família tomou a decisão de desligar os aparelhos e de não tentar ressuscitá-lo. A causa da morte está sendo tratada como um ataque cardíaco fulminante. Tom Petty decidiu virar músico quando tinha 15 anos e viu os Beatles tocando na TV, no “The Ed Sullivan Show”. “Esse foi um grande momento, de verdade, que mudou tudo. Eu era um fã até aquele ponto, mas essa foi a coisa que me fez querer tocar música. Eu ainda acho que os Beatles fazem a melhor música e tenho certeza que vou para o túmulo com essa ideia”, ele disse, em entrevista à Rolling Stone. Sua banda começou a chamar atenção em 1976, quando o primeiro disco, “Tom Petty and the Hearbreakers”, estourou nas paradas de sucesso, combinando country rock e new wave. Recentemente, ele tinha reunido os integrantes da banda original para uma turnê em comemoração aos 40 anos do álbum clássico, ainda hoje um dos mais lembrados por seus fãs. Ele também teve uma bem-sucedida carreira solo (sem os Heartbreakers) nas décadas seguintes. Ao longo de sua trajetória, vendeu mais de 80 milhões de discos, protagonizou clipes muito criativos e compôs dezenas de clássicos, entre eles “Free Fallin'”, “American Girl,” “The Waiting”, “Breakdown” e “Listen to Her Heart”. Como guitarrista, ainda participou do supergrupo Traveling Wilburys, que juntava Bob Dylan, George Harrison, Jeff Lynne e Roy Orbison. Mas sua carreira não se restringiu à música. Ele também marcou o cinema e a televisão com aparições em diversos projetos. Sua estreia nas telas foi em “FM”, como ele mesmo em 1978, e apenas na década seguinte, em 1987, interpretou seu primeiro personagem, na comédia romântica “Paixão Eterna”, de Alan Rudolph. Seu último papel cinematográfico foi na sci-fi pós-apocalíptica “O Mensageiro” (1997), em que contracenou e foi dirigido por Kevin Costner. Em 2002, ele participou de um dos episódios mais famosos da série animada “Os Simpsons”, em que os personagens entram num acampamento musical com roqueiros famosos. Além de Petty, participaram Mick Jagger, Keith Richards, Lenny Kravitz e Elvis Costello. A experiência acabou lhe rendendo um papel recorrente em outra série animada, “O Rei do Pedaço” (King of the Hill), na qual dublou Lucky Kleinschmidt – personagem que se casou com Luanne, dublada pela também falecida Brittany Murphy – por cinco temporadas, entre 2004 e 2009. Petty também participou do projeto musical Lonely Island, encabeçado pelo comediante Andy Samberg, fazendo uma aparição no disco “Turtleneck & Chain” em 2010. Nos últimos anos, vinha filmando diversos documentários sobre rock, tanto sobre sua carreira quanto de colaboradores ilustres, como George Harrison, Jeff Lynne, Bob Dylan e Roy Orbison. Bob Dylan, que era amigo de Tom Petty desde os anos 1980, quando The Heartbreakers foi sua banda de apoio na turnê True Confessions, divulgou um comunicado sobre a perda do parceiro dos Traveling Wilburys. “É uma notícia chocante e devastadora. Foi um grande artista, cheio de luz, um amigo, e nunca o esquecerei.”

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    História da banda Charlie Brown Jr. vai virar filme

    2 de outubro de 2017 /

    A história da banda Charlie Brown Jr. vai virar filme. Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o longa vai se chamar “Champ” e será centrada na amizade entre o vocalista Chorão e o baixista Champignon. A direção está a cargo de Gabriel Mellin, que estreia em longa após alguns curtas, como o documentário “Beth Carvalho: Coração em Festa” (2015). Ele está escrevendo o roteiro ao lado da viúva de Champignon, Cláudia Bossle Campos. De acordo com o colunista, o processo tem revelado histórias e nuances desconhecidas do público, e que vão entrar na trama. O elenco do longa ainda não foi definido e também não há cronograma de produção ou previsão de estreia. Chorão e Champignon formaram o Charlie Brown Jr. com Renato Pelado, Marcão e Thiago Castanho na cidade de Santos, no início dos anos 1990. Com hits como “O Coro Vai Comê!”, “Proibida pra Mim (Grazon)”, “Tudo que Ela Gosta de Escutar”, “Confisco”, “Zóio de Lula”, “O Preço” e “Não Deixe o Mar te Engolir”, a banda experimentou muito sucesso e shows sempre lotados. Tudo terminou em março de 2013 com a overdose fatal sofrida por Chorão. No mesmo ano, em setembro, Champignon se matou em sua própria casa.

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  • Música

    Filme sobre a banda Queen escala intérpretes de empresários e namorado de Freddie Mercury

    27 de setembro de 2017 /

    “Bohemian Rhapsody”, o filme sobre a banda Queen, ampliou seu elenco com três novos atores em seu papéis importantes. Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”) será John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978. Tom Hollander (o Primeiro Ministro britânico de “Missão: Impossível – Nação Secreta”) interpretará Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978. E Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) viverá Jim Hutton, namorado de Freddie Mercury nos últimos anos de sua vida. A presença de Hutton na trama revela que a homossexualidade de Freddie Mercury não vai ficar no armário. Vale lembrar que Lucy Boynton (“Sing Street”) entrou no filme como Mary Austin, namorada do cantor, antes dele se assumir. O elenco ainda destaca Rami Malek (série “Mr. Robot”) como Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. A direção é de Bryan Singer (“X-Men”), o roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a produção executiva está a cargo de Brian May e Roger Taylor. Devido ao controle dos músicos, o filme não deverá abordar passagens mais sombrias e controvertidas da banda e de seu cantor.

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  • Música

    Playlist: 10 clipes de bandas do rock alternativo atual

    24 de setembro de 2017 /

    Quem vê o Rock in Rio pode até pensar que rock é sessão nostalgia. Os clássicos são bacanas, mas, ao contrário do que muitos acreditam, tem uma nova geração fazendo barulho – e não é metal nem emo. O rock alternativo voltou a despontar entre as tendências indies. E como todo ciclo se repete a cada 20 anos, sua grande influência é o grunge/garage de Soundgarden, Mudhoney e Nirvana (do primeiro disco), mesclado ao blues pesado das bandas inglesas dos anos 1960/70 – Cream, Led Zeppelin, Deep Purple. A seleção foi preparada para tocar em porões escuros, que servem cerveja quente e cobram entrada barata. Ou seja, evoca mais uma roda de mosh que a preocupação de juntar as últimas novidades do gênero ou as bandas mais representativas, e inclui clipes lançados entre o ano passado e agosto deste ano. A maioria das bandas selecionadas são inglesas. A dupla Royal Blood é de Brighton e chegou ao segundo álbum em junho. O trio Band of Skulls é de Southampton e está em seu quarto álbum. O quinteto Frank Carter & The Rattlesnakes é a nova banda do ex-vocalista do Gallows e Pure Love, e também lançou o segundo disco este ano. Cortes é um trio emergente de Londres, batizado com o nome do vocalista Andy Cortes, de família de imigrantes colombianos, que começou a tocar no ano passado. Caçulas da lista, os trios The Pale White e Strange Bones vem de Newcastle e Blackpool, respectivamente, e lançaram seus primeiros singles em 2017. O único grupo americano é o trio californiano Black Map, que lançou seu segundo álbum em março A lista ainda inclui três bandas “veteranas”. Os suecos Royal Republic e os gregos 1000mods já tem três discos de canções inéditas, enquanto os sul-africanos malucos do Seether já estão no sétimo lançamento de estúdio. Pode apertar play e aumentar que isso aí é rock’n’roll. A tracklist: Royal Republic – Uh Huh (Suécia) Royal Blood – I Only Lie When I Love You (Inglaterra) Band Of Skulls – Black Magic (Inglaterra) Cortes – Facing My Fear (Inglaterra) 1000mods – Electric Carve (Grécia) Frank Carter & The Rattlesnakes – Lullaby (Inglaterra) The Pale White – Reaction (Inglaterra) Strange Bones – We the Rats (Inglaterra) Seether – Betray And Degrade (África do Sul) Black Map – Run Rabbit Run (Estados Unidos)

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    BaianaSystem mistura tudo num clipe com Titica, Margareth Menezes e eco do além

    23 de setembro de 2017 /

    A banda BaianaSystem lançou novo clipe, que alarga seus horizontes musicais, no momento em que chama atenção no Rock in Rio. “Capim Guiné” centrifuga influências, combinando ritmos regionais, dub, rock, funk e kuduro, com uma levada que faz dançar e bater cabeças ao mesmo tempo. A relação com o kuduro é reforçado pela participação de Titica, cantora transexual angolana, mas a música também traz Margareth Menezes para a roda de samba reggae. Uma colisão de influências tão grande quanto o sincretismo do clipe, que passa por referências de umbanda, cultura africana, índios brasileiros e muita dança. É místico até virar dub, eco do além. O clipe impressionante tem direção de Filipe Cartaxo, responsável pela identidade visual da banda – as máscaras, as artes, os clipes – e de Filipe Bezerra. Os dois colaboraram também no ótimo clipe anterior da banda, “Invisível”.

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    Mike Myers entra no elenco do filme sobre a banda Queen

    12 de setembro de 2017 /

    O ator Mike Myers vai voltar a aparecer num filme, uma década após o fracasso de sua última comédia, “O Guru do Amor” (2008). Ele se juntou ao elenco de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen e de seu vocalista, Freddie Mercury. Ainda não há informações sobre qual será o papel do ator, que, curiosamente, tem uma relação cinematográfica com a música do Queen que nomeia a produção. A cena mais famosa da comédia “Quanto Idiota Melhor” (1992) trazia Myers e elenco cantando e batendo cabeças ao som de “Bohemian Rhapsody” num carrinho compacto. Relembre no vídeo abaixo. Um dos mais bem-sucedidos comediantes a sair do humorístico “Saturday Night Live” nos anos 1990, graças ao sucesso da franquia “Austin Powers”, Myers sumiu dos cinemas após o fiasco de “O Guru do Amor”, tendo aparecido apenas num pequeno papel de “Bastardos Inglórios” (2009) desde então. Mesmo assim, sua voz continuou sendo ouvida em desenhos da franquia “Shrek”, onde ele dubla o personagem-título. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. A direção é de Bryan Singer (“X-Men”), o roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a produção executiva está a cargo de Brian May e Roger Taylor. Devido ao controle dos músicos, o filme não abordará as passagens mais sombrias e controvertidas da vida de Freddie Mercury. Não se sabe, por exemplo, como será tratada a homossexualidade do cantor, que oficialmente nunca saiu do armário, a menos que se conte, por ironia, a letra de “Bohemian Rhapsody”. A previsão de estreia é para o Natal de 2018.

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    Novo filme de Guillermo del Toro vence o Festival de Veneza 2017

    9 de setembro de 2017 /

    O novo filme de Guillermo del Toro, “A Forma da Água” (The Shape of Water), foi o vencedor do Leão de Ouro do Festival de Veneza 2017. Combinação de fábula, romance e terror, o filme conta a história de uma faxineira muda que se apaixona por uma criatura aquática aprisionada em um laboratório secreto do governo americano. “Quero dedicar esse prêmio a todos os diretores americanos e latino-americanos que desejam fazer filmes que mexam com nossa imaginação”, disse Del Toro ao receber o troféu. “Eu acredito em vida, amor e cinema. E nesse momento da minha vida eu me sinto cheio de vida, amor e de cinema”. Criador da série “The Strain” e especializado em filmes de terror e fantasia (como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “A Colina Escarlate”), Del Toro é o terceiro cineasta mexicano a lançar uma produção bem recebida em Veneza nos últimos anos. Embora Alfonso Cuarón (“Gravidade”, 2013) e Alejandro Iñárritu (“Birdman”, 2015) não tenham vencido o Leão de Ouro, eles saíram do festival italiano embalados por críticas positivas e acabaram vencendo o Oscar com seus filmes. O Grande Prêmio do Júri, considerado o 2º lugar da premiação, foi para “Foxtrot”, do israelense Samuel Maoz. O cineasta tinha vencido o Leão de Ouro de 2009 com sua estreia, o drama de guerra “Lebanon”. Em sua nova obra, ele descreve três momentos da família de um bem-sucedido arquiteto de Tel Aviv a partir do instante em que recebe a notícia da morte do filho mais velho, um soldado do Exército. O Prêmio do Júri, equivalente ao 3º lugar, ficou com “Sweet Country”, de Warwick Thorton, um western ambientado no outback australiano dos anos 1920. Thornton tinha vencido a Câmera de Ouro em Cannes com sua estreia, “Sansão e Dalila” (2009), e é o único cineasta aborígene consagrado pela crítica internacional. O Leão de Prata de Melhor Direção foi para o francês Xavier Legrand, pelo drama “Custody” (Jusqu’à la Garde), sobre um marido com fama de violento que consegue o direito de passar os fins de semana com o filho mais novo. É o primeiro longa dirigido por Legrand, que também venceu o Leão do Futuro, dado à melhor obra estreante do festival. O jovem cineasta entrou no cinema ainda criança, como ator no clássico “Adeus, Meninos” (1987), de Louis Malle, mas já tem uma indicação ao Oscar no currículo, por seu curta “Avant que de Tout Perdre” (2013). A Copa Volpi de Melhor Atriz foi para Charlotte Rampling, por sua interpretação em “Hannah”, da italiana Andrea Pallaoro (“Medeas”). A veterana estrela inglesa, que estreou no filme dos Beatles “Os Reis do Ié-Ié-Ié” (1964) e foi sex symbol dos anos 1970, experimenta um renascimento da carreira na Terceira Idade, após vencer o Urso de Prata do Festival de Berlim por seu filme anterior, “45 Anos” (2015), pelo qual também concorreu ao Oscar. Em “Hannah”, ela vive a personagem-título, uma mulher septuagenária em crise de identidade, provocada por uma revelação relacionada ao marido. Já a Copa Volpi de Melhor Ator foi para Kamel El Basha, pelo drama libanês “The Insult”, de Ziad Doueiri (ex-assistente de câmera de Tarantino), sobre uma briga judicial entre um mecânico cristão e um empreiteiro palestino de origem muçulmana, em Beirute. O prêmio de Melhor Roteiro ficou com “Three Billboards Outside Ebbing, Missouri”. Ainda mais sombria que “Na Mira do Chefe” (2008) e “Sete Psicopatas e um Shih Tzu” (2012), a terceira comédia de humor negro do inglês Martin McDonagh acompanha uma mãe (Frances McDormand) de uma pequena cidade do Missouri, inconformada com a incompetência da polícia após o estupro da filha, e foi um dos filmes mais comentados do festival. O troféu Marcello Mastroianni de melhor ator ou atriz revelação foi para o americano Charlie Plummer, por sua performance no drama “Lean on Pete”, dirigido por Andrew Haigh (de “45 Anos”), no qual interpreta um adolescente de 15 anos que arranja um emprego como assistente de um treinador fracassado de cavalos de corrida. O rapaz foi um dos finalistas ao papel do novo Homem-Aranha, está atualmente em cartaz no Brasil em “O Jantar” e poderá ser visto no fim do ano no novo longa de Ridley Scott, “All the Money in the World”. O júri da competição oficial deste ano foi presidido pela atriz americana Annette Bening (“Mulheres do Século 20”) e formado pelo diretor americano Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”), a atriz inglesa Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”), a cineasta húngara Ildiko Enyedi (“On Body and Soul”), o diretor mexicano Michel Franco (“Depois de Lúcia”), a atriz francesa Anna Mouglalis (“Coco Chanel & Igor Stravinsky”), o crítico inglês David Stratton, a atriz italiana Jasmine Trinca (“Saint Laurent”) e o cineasta taiwanês Yonfan (“Príncipe das Lágrimas”). Além da competição oficial, também foram divulgados os trabalhos premiados nas mostras paralelas. O principal destaque coube ao vencedor da seção Horizontes: “Nico, 1988”, da italiana Susanne Nicchiarelli (“Cosmonauta”), sobre os últimos anos de vida da ex-modelo e cantora alemã Nico, ex-vocalista da banda Velvet Underground. Outro filme que chamou atenção foi o argentino “Hunting Season” (Temporada de Caza), primeiro longa de Natalia Garagiola, vencedor da seção Semana da Crítica, cujo prêmio é conferido pelo público. Confira abaixo a lista dos premiados. Vencedores do Festival de Veneza 2017 Mostra Competitiva Melhor Filme: “The Shape of Water”, de Guillermo del Toro Grande Prêmio do Júri: “Foxtrot”, de Samuel Maoz Melhor Diretor: Xavier Legrand (“Custody”) Melhor Ator: Kamel El Basha (“The Insult”) Melhor Atriz: Charlotte Rampling (“Hannah”) Melhor Roteiro: “Three Billboards Outside Ebbing, Missouri”, de Martin McDonagh Prêmio Especial do Júri: “Sweet Country”, de Warwick Thorton. Ator/Atriz Revelação: Charlie Plummer (“Lean on Pete”, de Andrew Haigh) Prêmio Leão do Futuro (Diretor Estreante): Xavier Legrand (“Jusqu’à la Garde”) Mostra Horizontes Melhor Filme: “Nico, 1988”, Susanna Nicchiarelli Melhor Direção: Vahid Jalilvand, “No Date, No Signature” Prêmio Especial do Júri: “Caniba”, Verena Paravel and Lucien Castaing-Taylor Melhor Atriz: Lyna Khoudri, “Les bienheureux” Melhor Ator: Navid Mohammadzadeh, “No Date, No Signature” Melhor Roteiro: “Oblivion Verses”, Dominique Wellinski e Rene Ballesteros Melhor curta-metragem: “Gros chagrin”, Céline Devaux Mostra Semana da Crítica Melhor Filme: “Hunting Season”, de Natalia Garagiola Leão do Futuro Prêmio “Luigi De Laurentiis” de Filme de Estreia: “Custody”, de Xavier Legrand Clássicos de Veneza Melhor Documentário sobre Cinema: “The Prince and the Dybbuk”, de Elvira Niewiera e Piotr Rosolowski Melhor Filme Restaurado: “Vá e Veja” (1985), de Elem Klimov Competição de Realidade Virtual Melhor Realidade Virtual: “Arden’s Wake (Expanded)”, de Eugene Y.K. Chung Melhor Experiência de Realidade Virtual: “La Camera Isabbiata”, de Laurie Anderson e Hsin-chien Huang Melhor História de Realidade Virtual: “Bloodless”, de Gina Kim

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    Lucy Boynton viverá a inspiração de “Love of My Life” no filme da banda Queen

    6 de setembro de 2017 /

    A jovem estrela em ascensão Lucy Boynton (“Sing Street”) entrou no filme sobre a banda Queen. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela vai interpretar Mary Austin, com quem o cantor Freddie Mercury viveu em Londres por muitos anos. Na vida real, Mary Austin namorou o guitarrista Brian May antes de se encantar com Mercury, e permaneceu amiga do cantor mesmo após ele abraçar sua homossexualidade. Mercury passou a ter relações com outros homens enquanto os dois ainda conviviam como um casal. O relacionamento durou até metade dos anos 1970, quando ela admitiu sua verdadeira inclinação sexual, mas eles continuaram próximos – literalmente, já que Freddie lhe comprou uma residência próxima da sua. O grande afeto que o cantor sentia por ela foi explicitado em muitas canções do Queen, inclusive no grande sucesso “Love of My Life”. O filme, por sinal, tem o título de outro hit da banda, “Bohemian Rhapsody”, e traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. A direção é de Bryan Singer (“X-Men”), o roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a produção executiva está a cargo de Brian May e Roger Taylor. Devido ao controle dos músicos, o filme não abordará as passagens mais sombrias e controvertidas da vida de Freddie Mercury. Não se sabe, por exemplo, como será tratada a homossexualidade do cantor, que oficialmente nunca saiu do armário, a menos que se conte, por ironia, a letra de “Bohemian Rhapsody”. A previsão de estreia é para o Natal de 2018.

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    Rami Malek vira Freddie Mercury na primeira foto do filme sobre a banda Queen

    5 de setembro de 2017 /

    O filme sobre a banda Queen teve sua primeira foto divulgada, mostrando Rami Malek, que estrela a série “Mr. Robot”, caracterizado como o cantor Freddie Mercury. A imagem foi revelada pelo site da revista Entertainment Weekly. Intitulado “Bohemian Rhapsody”, como o hit mais popular do grupo, o filme é dirigido por Bryan Singer (“X-Men”) e, além de Malek, traz Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e Brian May e Roger Taylor são produtores. Por conta disso, o filme não abordará as passagens mais sombrias e controvertidas da vida de Freddie Mercury. “O lado sombrio da história de Freddie não será o foco. Será um filme sobre colaboração e celebração”, disse o diretor Bryan Siger ao EW. A previsão de estreia é para o Natal de 2018.

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