Radiohead revela música inédita de 007 Contra Spectre rejeitada pela produção
A banda Radiohead deu um presente de Natal para os fãs: uma canção inédita, originalmente composta para o último filme de James Bond. O grupo britânico, que não lança músicas novas desde 2011, anunciou ter recebido a encomenda da composição de um tema para “007 Contra Spectre”, mas o resultado acabou sendo preterido pela música de Sam Smith, “Writing’s On The Wall”. “Não funcionou, mas neste processo criamos uma canção muito nossa, de que gostamos muito”, informou a banda em seu site na internet, onde disponibilizou a faixa gratuitamente. “Já que o ano está para acabar, achamos que poderiam gostar de ouvi-la”, escreveu o grupo. Intitulada “Spectre”, a canção já originou diversas montagens dos fãs, que recriaram a abertura do filme, substituindo a balada de Sam Smith pelo pós-rock atmosférico. Confira abaixo como poderia ter sido o começo de “007 Contra Spectre”, ao som do Radiohead:
Everybody Wants Some: Trailer do novo filme de Richard Linklater relembra os anos 1980 com sexo, drogas e Van Halen
A Paramount Pictures divulgou o primeiro trailer e os pôsteres do novo filme do cineasta Richard Linklater (“Boyhood”). Ambos apresentam “Everybody Wants Some” como sucessor espiritual de “Jovens, Loucos e Rebeldes”, o longa que projetou o diretor em 1993. Enquanto o anterior se passava numa high school dos anos 1970, o novo acompanha praticamente os mesmos rituais entre calouros universitários dos anos 1980. Estão de volta os trotes, as drogas, a descoberta do sexo, a busca da identidade, a integração em grupo e outros elementos que marcaram o primeiro filme, além de uma recriação precisa de época – ao som de “My Sharona”, da banda The Knack, e do rock do Van Halen que dá título à produção. Assim como “Jovens, Loucos e Rebeldes”, o filme é baseado nas memórias da juventude do diretor e traz um elenco repleto de atores jovens – vale lembrar quem eram os iniciantes de 1993: Matthew McConaughey (“Clube de Compras Dallas”), Ben Affleck (“Argo”) e Milla Jovovich (franquia “Resident Evil”), entre outros. Estrelado por Blake Jenner (série “Glee”), Glen Powell (série “Scream Queens”), Tyler Hoechlin (série “Teen Wolf”), Ryan Guzman (minissérie “Heroes Reborn”), Wyatt Russell (“Anjos da Lei 2”) e Zoey Deutch (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), “Everybody Wants Some” estreia em 14 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Remake de Caçadores de Emoção ganha clipe de rock
A Warner Bros. divulgou um clipe com a canção-tema de “Caçadores de Emoção: Além do Limite”, remake do filme estrelado por Keanu Reeves e Patrick Swayze em 1991. E assim como a ideia da produção, não há nada original na música “Still Breathing”, uma power ballad convencional, tocada por uma banda que faz muitas caretas, Dig the Kid. Mas o estúdio se esforçou bastante para encontrar o óbvio, lançando um concurso que atraiu 7,5 mil candidatos, segundo o ReverbNation, que foi responsável por selecionar os melhores. Além do clipe, a música foi incorporada nos comerciais do filme, com a expectativa de que também empolgasse o público a comprar a trilha sonora. O disco foi lançado em 4 de dezembro. E a vendagem comprovou a previsibilidade da canção: total desinteresse. O filme, por sua vez, estreia em 25 de dezembro nos EUA e apenas em 28 de janeiro no Brasil.
Chay Suede é Erasmo Carlos na primeira foto da cinebiografia Minha Fama de Mau
A produção do filme “Minha Fama de Mau”, cinebiografia do cantor Erasmo Carlos, divulgou a primeira foto oficial do ator Chay Suede (novela “Babilônia”) caracterizado para o papel principal. Clique na imagem acima para ampliá-la em tela inteira. As últimas cenas do longa-metragem foram rodadas na semana passada, com direção de Lui Farias (“Com Licença, Eu Vou à Luta”). O filme contará a juventude do cantor e o início de sua carreira nos anos 1960. Chay Suede interpreta Erasmo jovem, no período em que ele conquistou a fama de Tremendão. A produção vai recriar os bastidores dos shows e dos programas de TV do período e acompanhar a amizade e parceria com Roberto Carlos (Gabriel Leone, da novela “Verdades Secretas”) e Wanderléa (Malu Rodrigues, de “Confissões de Adolescente”), no auge da Jovem Guarda. “Minha Fama de Mau” deve chegar aos cinemas no segundo semestre de 2016.
Califórnia revive com graça e emoção a adolescência da geração dos anos 1980
“Califórnia”, que marca a estreia de Marina Person como diretora de ficção, sintetiza muito bem os anos 1980, década que foi um misto de alegria e colorido com algo de soturno e bem depressivo (inclusive com a chegada da Aids). A disparidade da música da época é bem representativa dessa bipolaridade. Por isso, a trilha é tão importante neste filme, em especial o destaque dado à banda The Cure, que, além de comparecer com duas faixas (em momentos bem especiais), ainda inspira um personagem muito importante que se veste um pouco como o seu ídolo Robert Smith – e é o esquisitão da escola. The Cure se caracterizava por alternar canções depressivas com outras extremamente alegres em seus discos. Do lado brasileiro, temos os Titãs, que comparecem também com esses dois lados da moeda: toca a alegre “Sonífera Ilha” e a versão acústica e noventista de “Não Vou Me Adaptar”. E tem o cantor Paulo Miklos (“Carrossel – o Filme”) presente, no papel de pai da protagonista Estela (a estreante Clara Gallo), uma moça cujo sonho maior é viajar para a Califórnia, lugar onde seu tio Carlos (Caio Blat, de “Alemão”) mora. Ele trabalha escrevendo sobre música pop, outra das paixões de Estela, que, ainda novinha, descobrindo a vida, é fã de David Bowie. O filme começa no dia de sua primeira menstruação. A sexualidade, como é natural, é algo muito importante para ela e para as amigas, que falam sobre os romances com os meninos. Assim, enquanto a viagem para a Califórnia não chega, Estela tem uma queda por um rapaz da escola e vê nele o sujeito ideal para tirar a sua virgindade. As coisas não saem muito bem como ela quer, assim como a viagem para a Califórnia, que é adiada pela chegada-surpresa do tio Carlos, visivelmente abatido e sem expectativa de retornar para os Estados Unidos. Sim, o filme também trata da Aids e de como ela trouxe consigo inúmeras tragédias familiares. A aproximação e o amor de Estela pelo tio são bastante evidenciados e há um momento em especial que é bem emocionante: a cena do restaurante, quando os dois estão sós. Estela nada sabe do grave problema do tio e os espectadores se tornam cúmplices daquele momento de nó na garganta, numa idade em que todos os sentimentos são potencializados. E que bom que o filme consegue potencializá-los, pois o público ganha com isso, com a paixão que aqueles personagens têm pela música, em especial pelo rock daquela época. Assim, há cenas em loja de discos, na casa cheia de discos (e livros e quadrinhos) do novo amigo que Estela conhece na escola (Caio Horowicz, da série “Família Imperial”), personagem que a apresenta a livros e discos que considera importantes, talvez até sem saber o quanto isso contribuísse para sua formação. Claro que acaba surgindo algo além da amizade entre os dois, algo esperado pela estrutura da narrativa. O que não quer dizer que não tenhamos uma sucessão de pequenas surpresas ao longo da jornada de autoconhecimento de Estela. Uma jornada que contará com corações partidos, um parente querido muito doente e a sublimação pela arte, não apenas como válvula de escape, mas como descoberta da própria identidade e razão de viver. Embora Marina Person tenha dito que não se trata de um filme autobiográfico, é inevitável imaginá-la ali, guiando o público por um túnel do tempo que, ora é visto com certo distanciamento, ora experimentado como uma imersão na adolescência de sua geração. Quam já foi jovem sabe o quanto é perturbador ter tanta energia, ter o mundo inteiro pela frente e não ter a menor ideia de como agir, seja na vida amorosa, seja na construção de seu futuro. A vida é cheia de coisas lindas como a arte e o amor, que convivem ao lado de tragédias e tristezas. Essa é a graça, na verdade, e por isso às vezes é necessário que um filme como “Califórnia” nos ajude a lembrar disso.
Playlist: Cinco clipes de clássicos acústicos do folk rock
Tim Buckley (“Song to the Siren”), Stephen Stills (“4+20”), Donovan (“Catch the Wind”), Melanie Safka (“Beautiful People”) e Neil Young (“Heart of Gold”) fornecem a trilha folk rock com violão, voz, uma eventual gaita e a perenidade dos grandes clássicos em mais um passeio pela ladeira da memória.
Vinyl: Novo trailer da série de Mick Jagger e Martin Scorsese celebra o rock’n’roll dos anos 1970
O canal pago HBO divulgou o novo trailer legendado de “Vinyl”, série sobre a cena musical nova-iorquina dos anos 1970, produzida por Mick Jagger e Martin Scorsese. A prévia destaca Bobby Canavale (“Blue Jasmine”) na pele do dono de uma gravadora à beira da falência, mas também da descoberta de novos talentos, em meio à reconstrução febril do estilo de vida movido a sexo, drogas e rock’n’roll, entre uma coleção de ícones que definem as referências, da banda New York Dolls à Sly Stone. O elenco também inclui Olivia Wilde (“Rush: No Limite da Emoção”) como a modelo casada com o personagem de Canavale, Ray Romano (“Everybody Loves Raymond”) como seu braço direito, Juno Temple (“Killer Joe”) como uma caçadora de talentos e James Jagger (filho de Mick) como cantor de uma banda punk. Chamado originalmente de “History of Music”, o projeto surgiu como ideia de Mick Jagger, que pretendia transformá-lo num filme. O cineasta Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”), que ficou amigo do cantor durante as filmagens do documentário “Shine a Light” (2008), sobre os Rolling Stones, gostou da ideia, mas achou que renderia melhor como série. Ele próprio dirigiu o piloto aprovado pela HBO, que foi roteirizado por Terence Winter (criador da série “Boardwalk Empire”). “Vinyl” tem estreia mundial marcada para 14 de fevereiro na HBO.
Dave Grohl e Animal travam duelo de baterias em vídeo dos Muppets
A rede americana ABC divulgou um divertido vídeo da série “The Muppets”, que mostra o fantoche Animal travando um duelo feroz de bateria com Dave Grohl, líder do Foo Fighters e ex-baterista do Nirvana. A provocação inicia assim que Animal faz o seu primeiro solo e Grohl toca no prato para retrucar: “Oh, o que é isso, um sino? Hora da aula”. As rodadas de percussão vão acelerando até virarem demolição, colocando as duas baterias abaixo, no melhor estilo de outro animal, o falecido baterista Keith Moon. “Você ganhou”, eles dizem, simultaneamente. Vale lembrar que Grohl já tinha duelado com Animal antes, no filme “Os Muppets” (2011), no qual ele interpretou Animool, o baterista de uma banda chamada The Moopets. A série dos fantoches, que começou com boa audiência em setembro, perdeu muito público e vai sofrer uma reformulação completa em 2016. No Brasil, “The Muppets” é exibida pelo canal pago Sony.
Roteirista de A Teoria de Tudo escreverá a cinebiografia de Freddie Mercury
A enrolada cinebiografia do cantor Freddie Mercury ganhou um novo roteirista. Segundo o site Tracking Board, a 20th Century Fox contratou Anthony McCarten (“A Teoria de Tudo”) para reescrever a trama, originalmente roteirizada por Peter Morgan (“A Rainha”). O projeto já se arrasta desde 2010 e chegou a ter o comediante britânico Sacha Baron Cohen (“Borat” e “O Ditador”) escalado no papel principal. Ele acabou desistindo de viver o cantor após se desentender com os músicos remanescentes do Queen, que também pressionaram a Fox por mudanças no roteiro. O principal problema parece ser o pudor dos velhos roqueiros em abordar certos aspectos da vida de Mercury, que morreu em decorrência da Aids em 1991. A resistência da banda a certos temas também levou o diretor originalmente contratado, Dexter Fletcher (“Sunshine On Leith”), a abandonar os trabalhos durante a pré-produção. O projeto parecia estar no limbo, mas o anúncio da Sony lhe dá nova vida. Mesmo assim, o novo roteiro precisará ser aprovado pelo guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor. Os dois, por sinal, chegaram a definir Ben Whishaw (“007 Contra Spectre”) como Mercury, Johnny Flynn (“Depois de Maio”) no papel de Taylor e Gemma Arterton (“Gemma Bovary”) como Mary Austin, a namorada/amiga do cantor, mas não há garantias de que esse elenco seja mantido, após tantos adiamentos.
Amy Winehouse vai virar filme estrelado por Noomi Rapace
Após o sucesso do documentário “Amy”, a cantora inglesa Amy Winehouse vai ganhar uma cinebiografia dramática. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, a atriz Noomi Rapace (“Prometheus”) negocia estrelar o filme, que será escrito e dirigido por Kirsten Sheridan (“O Som do Coração”). No comunicado da produção, financiada pelo estúdio Lotus Entertainment, Kirsten Sheridan disse: “A música de Amy é sentida tão profundamente pelo público porque foi profundamente pessoal. Sua vulnerabilidade era sua força. Ela foi chamado de muitas coisas – uma diva, uma alma perdida, vítima dos tablóides, um gênio torturado. O nosso objetivo com o filme é fazer uma abordagem inovadora, emocional e positiva, atravessando o espelho para olhar sua vida e arte”. Os produtores também estão negociando com Mitch Winehouse, pai da cantora, e a gravadora Universal para utilizar as canções de Amy no longa. Mitch se opôs fortemente ao documentário do diretor Aisf Kapadia, que estreou no Festival de Cannes deste ano e foi bastante elogiado pela crítica. Em entrevistas, ele afirmou que se tratava de um filme “enganoso” e “com algumas mentiras”, pois apontava culpa da família na autodestruição da jovem. Amy foi projetada ao sucesso com seu segundo álbum de estúdio, “Back to Black”, lançado em 2006, quando chamou atenção por sua belíssima voz e penteados extravagantes, mas também por sua vida pessoal marcada pelo vício em drogas e álcool e pela relação tempestuosa com seu namorado, Blake Fielder-Civil. Ela morreu aos 29 anos, após ingerir grandes quantidades de álcool em 2011.
James Franco vai gravar disco de rock inspirado na banda The Smiths
O ator James Franco (“A Entrevista”), que também ataca de roteirista e diretor, agora vai virar cantor. Ele assinou contrato para gravar um disco de sua banda de rock, Daddy, que formou com o multi-instrumentista Tim O’Keefe, compositor das trilhas de seus filmes, como “Último Desejo” (2013), “O Som e a Fúria” (2014) e o vindouro “In Dubious Battle” (2016). O disco, por sinal, também vai virar filme. É que cada canção terá um clipe. Assistidos em sequência, os clipes formarão a narrativa de um longa-metragem. O trabalho vai se chamar “Let Me Get What I Want”, título inspirado na música “Please, Please, Please, Let Me Get What I Want”, lançada em 1984 pela banda The Smiths. A inspiração do grupo britânico é assumida e extrapolada até com a participação de Andy Rourke, baixista original dos Smiths, nas gravações. A banda de Franco já assinou contrato com a gravadora Kobalt para o lançamento da obra. Em comunicado, o ator disse estar “animado” com o projeto. “Nós vemos nosso trabalho existindo não só no campo da música, mas também nos cinemas e na arte.” O interesse de Franco pela banda liderada por Morrissey nos anos 1980 é antigo. Em seu livro de poesias, “Directing Herbert White: Poems”, ele incluiu uma seção chamada “Poemas Inspirados em Canções dos Smiths”. Os textos servirão de base para as letras de “Let Me Get What I Want”. Além do cinema, da poesia, de séries de TV (ele estrela a vindoura “11.22.63”) e agora da música, Franco ainda se dedica à pintura e atualmente escreve um livro sobre acantora Lana Del Rey, com lançamento previsto para março de 2016.
Diretor de Amy vai produzir documentário sobre a banda Oasis
O cineasta Asif Kapadia, que dirigiu “Amy”, sobre a cantora Amy Winehouse, vai produzir um novo documentário musical. Segundo o site Deadline, ele cuidará da produção de um filme sobre a banda Oasis, principal representante do movimento britpop dos anos 1990. O filme será dirigido por Mat Whitecross, que, após se consagrar com o premiado documentário político “O Caminho para Guantánamo” (2006), estreou na ficção com dois dramas de temática roqueira, “Sex & Drugs & Rock & Roll” (2010), cinebiografia do cantor Ian Dury, e “Spike Island” (2012), homenagem à banda Stone Roses. Ainda sem título, o documentário vai abordar o processo de formação do Oasis em 1991 pelos irmãos Noel e Liam Gallagher, o estouro mundial do álbum “Definitely Maybe” em 1994, as brigas entre os dois líderes e a separação que precipitou o fim da banda em 2010. Ainda não há data de início das filmagens nem previsão de lançamento.
Vinyl: Trailer da série roqueira de Martin Scorsese destaca ícones dos anos 1970
O canal pago americano HBO divulgou o trailer de “Vinyl”, série sobre a cena musical nova-iorquina dos anos 1970, produzida por Mick Jagger e Martin Scorsese. A prévia destaca o James Jagger (filho de Mick) como cantor de uma banda punk, Juno Temple (“Killer Joe”) como uma caçadora de talentos e Bobby Canavale (“Blue Jasmine”) na pele do dono de uma gravadora. As imagens acompanham um discurso do personagem de Canavale sobre o que é rock’n’roll, enquanto uma coleção de ícones definem as referências, mostrando flashes de Andy Warhol, da banda New York Dolls e Sly Stone. A trama é ambientada em 1977 e vai seguir as aventuras do executivo de uma gravadora de Nova York que é movido à cocaína (o personagem de Canavale) e casado com uma top model baladeira (Olivia Wilde, de “Rush: No Limite da Emoção”). O elenco também inclui Ray Romano (“Everybody Loves Raymond”) como o braço direito e confidente do personagem de Canavale. A época foi escolhida por marcar um dos períodos mais criativos da história musical de Nova York, como berço do punk, da era das discotheques e do hip-hop. Chamado originalmente de “History of Music”, o projeto surgiu como ideia de Mick Jagger, que pretendia transformá-lo num filme. O cineasta Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”), que ficou amigo do cantor durante as filmagens do documentário “Shine a Light” (2008), sobre os Rolling Stones, gostou da ideia, mas achou que renderia melhor como série. Ele próprio dirigiu o piloto aprovado pela HBO, que foi roteirizado por Terence Winter (criador da série “Boardwalk Empire”). “Vinyl” estreia em fevereiro na HBO, que assim já abre o ano com a série mais aguardada de 2016.












