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  • Música

    Leela lança novo clipe dançante com foco na autossatisfação digital

    19 de novembro de 2018 /

    A banda Leela está com com clipe novo, o primeiro de seu próximo álbum. A música “YouTube Mine” tem uma pegada dançante sem abandonar as guitarras, e demonstra boas influências – de Blondie, Garbage, Metric e New Young Pony Club, entre outras. Em parceria com Fausto Fawcett, a letra explora o mundo da autossatisfação digital, com ênfase no YouTube, de onde vem o trocadilho do título, e a obsessão por “likes”, enquanto o vídeo brinca com a invasão das webcams, cobrindo de dicas de beleza de dragtubers a sextings privados. Quem disse “I can’t get no (satisfaction)”? A direção do clipe é de Los Cabras (Antônio Adriano e Thiago Reys), diretores de comerciais que também já gravaram Maluvitta Drag Queen, uma das participantes do vídeo. Considere como aperitivo para o disco novo, o quarto da banda, que reunirá dez canções inéditas escritas ao longo dos últimos cinco anos. Sem dúvida, desperta o apetite por mais. Por sinal, Leelaoficial é um ótimo canal para se seguir no YouTube, atualmente transmitindo a 2ª temporada de “Leela Live”. #FicaADica.

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  • Filme,  Música

    Legalize Já acerta praticamente tudo ao contar a gênese do Planet Hemp

    27 de outubro de 2018 /

    É raro uma cinebiografia acertar a mão. Muitas tentam dar conta da vida completa do artista ou da pessoa em questão e acabam por tornar tanto a narrativa quanto o personagem rasos. Não é o caso de “Legalize Já – Amizade Nunca Morre”, dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que faz um recorte destacando a amizade entre Marcelo D2 e Skunk, responsáveis pela criação de uma das bandas mais importantes do cenário brasileiro dos anos 1990, o Planet Hemp. Bastava estar vivo naquela década para lembrar o que o rolava nas rádios e nas televisões: era o boom do pagode e do axé. O surgimento das novas bandas da turma de 1994 foi crucial para dar uma oxigenada no rock daquele período, ainda que as bandas da década anterior ainda estivessem ativas e interessantes. Mas era preciso sangue novo e essa nova turma em geral soube lidar com a transgressão de maneira muito mais efetiva que a turma anterior. Colocar a legalização da maconha como principal bandeira por si só já foi um trunfo. Mas o Planet Hemp tinha também muito a oferecer no que se refere à qualidade de sua música. Uma coisa que muita gente não sabia era a importância de Skunk para a criação do conceito da banda. Marcelo não acreditava em si mesmo, embora as letras tenham partido dele desde o começo. Skunk, soropositivo, tentou lidar com a doença até onde deu. Na época, os coquetéis para combater o avanço do HIV eram muito desconfortáveis e tinham efeitos colaterais desagradáveis. “Legalize Já” ganhou o subtítulo “Amizade Nunca Morre” justamente por focar mais na amizade da dupla do que na criação musical. As linhas paralelas das vidas de Marcelo, camelô que vendia camisetas de banda de rock na rua, e Skunk, que morava com um amigo argentino dono de bar e de uma espécie de mini-estúdio caseiro, cruzam-se em um momento em que o rapa aparece para desmontar as bancas de alguns vendedores de rua. Chega a ser tocante ver a aproximação e a ótima química entre os dois, com Skunk sempre sendo o cara que motiva Marcelo a acreditar em si, em pensar grande com a ideia de montar uma das melhores bandas de rock do país. Apesar de haver aspectos dramáticos muito fortes, devido às situações nada fáceis da vida de ambos, o filme tem uma pegada leve, com cenas bem divertidas. E há também momentos musicais, que são de arrepiar. O que dizer da primeira vez em que ouvimos “Phunky Bhuda”? O que é aquele riff de guitarra, aquela energia? Vale destacar aqui as excelentes performances dos atores. Tanto Renato Góes (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”) como Marcelo D2 quanto Ícaro Silva (“Sob Pressão”) como Skunk estão ótimos. Principalmente o segundo, que exala um carisma impressionante. E também a evolução do diretor Johnny Araújo, que filma rock desde sua estreia, “O Magnata” (2007), com roteiro de Chorão e participação do Marcelo Nova, e seguiu firme no tema com “Depois de Tudo” (2015), uma espécie de ode à canção “Soldados”, da Legião Urbana. “Legalize Já” é poesia urbana que, em vez de rimas, usa imagens.

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  • Filme,  Música

    Legalize Já: Filme sobre a história da banda Planet Hemp ganha primeiro trailer

    28 de agosto de 2018 /

    A Imagem Filmes divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer de “Legalize Já – Amizade Nunca Morre”, que narra a história do Planet Hemp por meio da amizade entre os formadores da banda, Marcelo D2 (Renato Góes) e o falecido rapper Skunk (Ícaro Silva). A prévia supera expectativas e até o título genérico-preguiçoso com hífen, mostrando o encontro dos músicos e as dificuldades da vida de D2 – expulso de casa, sem dinheiro e com a namorada grávida – antes de formarem a banda que se tornaria a mais famosa do Brasil nos anos 1990, ao juntar rock, funk, rap e defender abertamente a legalização da maconha. O filme, porém, não tem final feliz. Logo depois da gravação da primeira demo, Skunk morreu de complicações decorrentes da Aids. Marcelo D2 participou ativamente da produção desde o início do projeto, que durou nove anos. Ele é um dos responsáveis pela trilha sonora do longa, já premiado na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro. Dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que antes fizeram a comédia de boy band da meia-idade “Chocante” (2017), o longa destaca em seu elenco Renato Góes (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”) como D2, Ícaro Silva (“Sob Pressão”) como Skunk, além de Ernesto Alterio (“Infância Clandestina”), Marina Provenzzano (“A Frente Fria que a Chuva Traz”), Stepan Nercessian (“Os Penetras”) e Rafaela Mandelli (“O Negócio”). A estreia está marcada para o dia 18 de outubro.

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  • Música

    Clipe da banda Angra chama atenção por participação da cantora Sandy

    14 de julho de 2018 /

    A banda Angra divulgou seu novo clipe de heavy metal, que traz uma participação curiosa: a estrela do filme de terror “Quando Eu Era Vivo” (2014), também conhecida como a cantora romântica Sandy. A música “Black Widow’s Web”, revelada no começo do ano no disco “Omni”, já dava o que falar pela parceria com a cantora e no clipe ela incorpora o visual que, nos bastidores da gravação, ganhou o apelido de “gótica suave” e de “Sandy Trevosa”. Além de Sandy, o clipe conta com a aparição de outra vocalista, fazendo os vocais guturais. É a canadense Alissa White-Gluz, da banda Arch Enemy, que tem a voz e o visual mais ousados da produção. O clipe, porém, ganhou um trecho a mais de Sandy. Durante uma pausa na música, a cantora declama frases sobre vaidade, em inglês soturno. Antes do lançamento, Sandy contou que o filho, Theo, de quatro anos, aprovou sua participação. “Ele amou, porque ele é muito metaleiro, ele é fã do Sepultura e agora tá virando fã do Angra também”. Angra e Sandy já haviam trocado elogios pela parceria inusitada. “Foi um prazer participar dessa música do Angra que tem um sentido muito importante nos dias de hoje. Não foi só a música que me atraiu, mas toda a ideia da letra, a questão da ‘viúva negra’ como uma analogia com as mídias sociais. Quando o Rafael (Bittencourt, guitarrista) me trouxe essa ideia, fiquei super empolgada em poder fazer parte. Adoro desafios e amo ter oportunidades de fazer coisas que, talvez, as pessoas não esperem de mim artisticamente. Espero que o público goste, eu fiquei bem feliz com o resultado”, postou Sandy em seu Facebook. “Ter a Sandy foi uma das coisas mais especiais, porque ela é uma das grandes cantoras do Brasil e uma pessoa que foi muito amável, receptível, que está disposta a se arriscar”, disse Rafael Bittencourt, ao UOL. Curiosamente, o diretor do clipe, Leo Liberti, convive com artistas desses dois extremos musicais, assinando vídeos para Megadeth e Sérgio Reis.

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  • Música

    Minissérie sobre a banda Mamonas Assassinas volta a vida na Record

    12 de maio de 2018 /

    A rede Record desengavetou a minissérie sobre a banda “Mamonas Assassinas”, após um novo roteiro de Carlos Lombardi (da novela “Pé na Jaca”). A informação é da coluna de Flavio Ricco no Uol. A produção ia começar há dois anos, mas acabou paralisada devido a desentendimentos entre o autor Carlos Lombardi e os familiares da banda sobre a abordagem da história, além da demora na liberação da verba da Ancine, que não aconteceu dentro do cronograma traçado. A Record esperou os problemas se desenrolarem, financeira e criativamente, para viabilizar a produção. Inicialmente, será uma missérie em cinco capítulos que, depois, compactada, dará origem a um filme. Ou seja, o contrário do que a Globo faz em suas coproduções – como “Gonzaga: De Pai pra Filho”, que foi filme antes de virar minissérie. A produtora Total Filmes vai começar, a seguir, a definir elenco e equipe, inclusive diretor. Mas ainda não há previsão para a estreia.

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  • Música

    Trailer apresenta documentário pós-gravidez da cantora Pitty

    17 de março de 2018 /

    O documentário “Do Ventre à Volta”, sobre a cantora Pitty, ganhou o primeiro trailer. O filme é um registro do retorno da artista ao palco, um ano e meio após dar à luz à sua primeira filha, mostrando como a maternidade a transformou. Além de rock, o filme é marcado pelas dúvidas existenciais que afligem as mães do século 21, que tentam conciliar filhos pequenos e carreiras. Isso alimenta em Pitty inspiração para uma nova fase em sua carreira. Com direção de Otavio Sousa, o vídeo será disponibilizada na íntegra, de graça, nesta segunda (19/3), nos canais do Facebook e do YouTube da cantora.

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  • Música

    Vida de Rita Lee vai virar filme

    16 de fevereiro de 2018 /

    A vida da cantora Rita Lee vai virar filme nacional. Ela assinou contrato com a produtora Biônica Filmes (“Os Homems São de Marte…”, “Reza a Lenda”) para a adaptação de seu livro “Rita Lee – Uma Autobiografia”, lançado em 2016. O acordo prevê ainda a produção de um documentário e uma série original para a televisão. No livro, Rita aborda sua infância, os primeiros passos da carreira, a época dos Mutantes, do Tutti Frutti, sua prisão em 1976, o casamento e os filhos com Roberto de Carvalho. O roteiro do filme será assinado por Patricia Andrade (“Gonzaga: De Pai pra Filho”) e o jornalista Nelson Motta (“O Canto da Sereia”), mas a atriz que viverá Rita ainda não foi escolhida. As gravações só devem começar em 2019 e não há previsão para estreia. Vale lembrar que este não é o primeiro filme anunciado sobre a vida de Rita Lee. Em 2014, o diretor Márcio Macena, que negociou os direitos da vida da cantora para o musical “Rita Lee Mora ao Lado”, chegou a revelar seus planos para transformar a peça num filme, estrelado pela mesma intérprete da cantora no teatro, a atriz Mel Lisboa.

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  • Música

    Planet Hemp disponibiliza documentário sobre os 20 anos de sua prisão

    22 de dezembro de 2017 /

    A banda Planet Hemp disponibilizou nessa sexta-feira (22/12) um documentário em curta-metragem para marcar os 20 anos de prisão de seus integrantes, que aconteceu em novembro de 1997, após um show para 7 mil pessoas em Brasília. Com direção e roteiro por Matias Maxx (cinematógrafo de “Sou Feia Mas Tô na Moda”) e direção de arte e edição a cargo de Felipe Benoliel (“Ouro Negro”), o curta monta uma linha do tempo com imagens de reportagens e shows, contando a repressão sofrida pelo grupo, acusado de fazer apologia às drogas, ao cantar músicas em favor da descriminalização da maconha no Brasil. Além da prisão, que durou cinco dias, a banda teve vários shows cancelados e CDs recolhidos, alimentando um debate sobre a liberdade de expressão e a política de drogas em um país recém-saído da ditadura. A repercussão do caso acabou servindo de combustível para o surgimento das chamadas Marchas da Maconha, passeatas que pedem a legalização da droga. Elas também foram proibidas e violentamente reprimidas, até a discussão chegar ao STF, que declarou sua legitimidade em 2011, em uma audiência histórica, na qual a prisão do Planet Hemp foi citada como uma “interferência brutal do processo de produção intelectual e artística”. Planet Hemp também ganhou um filme em longa-metragem, “Legalize já”, de Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que dramatiza com atores a origem da banda. A produção foi premiada na Mostra de São Paulo 2017 e estreia em fevereiro nos cinemas do Brasil. Por enquanto, fique com o curta que recorda o momento mais polêmico da trajetória da banda.

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    História da banda Charlie Brown Jr. vai virar filme

    2 de outubro de 2017 /

    A história da banda Charlie Brown Jr. vai virar filme. Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o longa vai se chamar “Champ” e será centrada na amizade entre o vocalista Chorão e o baixista Champignon. A direção está a cargo de Gabriel Mellin, que estreia em longa após alguns curtas, como o documentário “Beth Carvalho: Coração em Festa” (2015). Ele está escrevendo o roteiro ao lado da viúva de Champignon, Cláudia Bossle Campos. De acordo com o colunista, o processo tem revelado histórias e nuances desconhecidas do público, e que vão entrar na trama. O elenco do longa ainda não foi definido e também não há cronograma de produção ou previsão de estreia. Chorão e Champignon formaram o Charlie Brown Jr. com Renato Pelado, Marcão e Thiago Castanho na cidade de Santos, no início dos anos 1990. Com hits como “O Coro Vai Comê!”, “Proibida pra Mim (Grazon)”, “Tudo que Ela Gosta de Escutar”, “Confisco”, “Zóio de Lula”, “O Preço” e “Não Deixe o Mar te Engolir”, a banda experimentou muito sucesso e shows sempre lotados. Tudo terminou em março de 2013 com a overdose fatal sofrida por Chorão. No mesmo ano, em setembro, Champignon se matou em sua própria casa.

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    Tonico Pereira se apaixona em clipe da banda carioca Whipallas

    19 de junho de 2017 /

    A banda carioca Whipallas lançou o clipe de “Boogie Boogie”, que destaca participações do ator Tonico Pereira (série “A Grande Família”) e da atriz Regina Sampaio (novela “Totalmente Demais”). O vídeo é quase um curta-metragem, por conta de sua longa introdução, em que Tonico Pereira reclama da vida e da saúde no balcão de uma farmácia, até se apaixonar à primeira vista por Regina Sampaio, que entra no local. Quando a música começa, é um choque ouvir o vocal em inglês (buguê-buguê em sotaque marcante), após monólogo de um minuto e meio em bom português. A celebração do amor na Terceira Idade tem como testemunhas os integrantes da banda, figurando em cena, e direção de Philippe Noguchi (diretor assistente de “Totalmente Demais”), em sua segunda parceria com o Whipallas – após o clipe de “Battlefield”.

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  • Música

    Documentário do Sepultura ganha trailer repleto de estrelas do rock pesado

    2 de junho de 2017 /

    A O2 divulgou o pôster e um novo trailer do documentário da banda Sepultura, que acompanha os músicos no palco, nos bastidores, em viagens, em estúdio e em suas casas. E além do “som pauleira” da banda, também traz depoimentos de lendas vivas do heavy metal, que expressam sua admiração pelos brasileiros. A prévia dá uma palhinha das participações de Lars Ulrich (Metallica), Scott Ian (Anthrax), Dave Ellefson (Megadeath), Phil Anselmo (Pantera) e Corey Taylor (Slipknot). Dirigido por Otávio Juliano (“A Árvore da Vida”), “Sepultura Endurance” foi filmado ao longo de sete anos e rendeu mais de mil horas de imagens captadas. Mesmo assim, não conta com participação ou apoio dos irmãos Cavalera, que inclusive vetaram a utilização de suas músicas, demonstrando como o racha entre os membros foi grave e duradouro. Algumas das faixas proibidas estão entre as mais conhecidas do grupo, como “Roots” e “Attitude”. Na premiére realizada em Los Angeles, trechos em que as duas músicas apareciam, tocadas pela atual formação, foram exibidos sem som. No Brasil, o documentário estreia no dia 14 de junho.

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    Veja o último clipe de Kid Vinil, que ele não teve tempo de assistir

    2 de junho de 2017 /

    O cantor e radialista Kid Vinil estava gravando um novo disco com sua banda Magazine, quando faleceu subitamente em maio, após passar mal num show. Este trabalho também rendeu o último videoclipe da carreira do artista, que ele não teve tempo de ver finalizado. O vídeo acompanha a banda tocando “Segura a Água” em estúdio. A música combina a letra da popular marchinha de carnaval “Cachaça Não É Água” com a melodia do rock “Hold Back The Water”, do grupo canadense Bachman Turner Overdrive, um dos preferidos do cantor. A gravação foi produzida entre fevereiro e março, no estúdio Gaz, do guitarrista do Magazine, Fábio Gasparini. “Ele vinha muito feliz, radiante, alto astral e cheio de criatividade. Saiu à francesa, uma pena”, disse o baterista Trinkão sobre a morte de Kid Vinil, em 19 de maio. “Segura a Água” vai integrar o álbum inédito do Magazine, ainda sem previsão de lançamento.

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    Jerry Adriani (1947 – 2017)

    23 de abril de 2017 /

    Morreu o cantor Jerry Adriani, um dos maiores ídolos da Jovem Guarda. Ele tinha 70 anos e faleceu neste domingo (23/4) de câncer, no Hospital Vitória na Barra da Tijuca. O cantor descobriu que estava com câncer depois de ser internado, em março, devido a uma trombose venosa profunda na perna. No hospital, Jerry foi submetido a uma série de exames que revelaram a doença. Nascido em 29 do janeiro de 1947, em São Paulo, Jair Alves de Souza tornou-se conhecido pelo nome de Jerry Adriani em 1964, quando lançou o LP “Italianíssimo” — descendente de italianos, ele aprendeu a cantar em italiano com a avó e adotou o nome artístico em deferência. Mas foi só depois de outro disco em italiano (“Credi a Me”), que foi encontrar o sucesso gravando em português. A música “Um Grande Amor”, tornou-se seu primeiro hit em 1965. Imitando os trejeitos de Elvis e usando a voz grave para ir do rock à balada sentimental, acabou se tornando ídolo das adolescentes brasileiras. Não demorou a virar também apresentador de TV, comandando o programa “Excelsior a Go Go” pela TV Excelsior de São Paulo. Ele também apresentou “A Grande Parada”, na TV Tupi, programa de sucessos musicais. O nome da atração acabou virando título de um de seus primeiros filmes. Graças à imensa popularidade, Jerry Adriani teve uma curta carreira como astro de cinema. Fez três filmes entre 1966 e 1967, dois deles interpretando a si mesmo, “Essa Gatinha é Minha” (1966), “Jerry – A Grande Parada” (1967) e “Em Busca do Tesouro” (1967). Ao final dos anos 1960, ele ainda trouxe a banda de Raul Seixas da Bahia para se tornar sua banda de apoio de shows. Raulzito e os Panteras, como eram conhecidos, tocaram com Jerry Adriani por três anos, e Raul ainda produziu discos do cantor antes de iniciar sua carreira solo. Entre as músicas nascidas da parceria entre Jerry e Raul encontram-se grandes sucessos como “Tudo Que É Bom Dura Pouco”, “Tarde Demais” e “Doce Doce Amor”. O sucesso, porém, não se estendeu às décadas seguintes. Tanto que, já em 1985, Jerry apelou à nostalgia com o álbum “Tempos Felizes”, no qual registrou antigos sucessos da Jovem Guarda. Ele também gravou um disco tributo a Elvis Presley, “Elvis Vive”, em 1990, e até retomou a carreira de ator em 1994, participando da novela “74.5 — Uma Onda no Ar”, exibida pela extinta Manchete. Mas numa reviravolta seu timbre vocal acabou sendo relacionado a uma banda de rock de outra geração, graças às similaridade com o tom da voz de Renato Russo. Por conta disso, ele até lançou um disco cantando músicas da Legião Urbana, mas com um detalhe: em italiano. Lançado em 1999, o disco “Forza Sempre” acabou se tornando um dos mais bem-sucedidos do final de sua carreira, com a venda de 200 mil cópias. Nos últimos anos, Jerry participou de episódios das séries de comédia “Macho Man” e “A Grande Família” e filmou um terror de vampiros, “Hopekillers”, de Thiago Moisés, que se encontra atualmente em pós-produção.

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