Keira Knightley investiga serial killer no trailer de “Boston Strangler”
O 20th Century Studios divulgou o trailer e o pôster do filme “Boston Strangler”, estrelado por Keira Knightley (“Colette”). A prévia destaca o trabalho árduo de duas jornalistas para investigar o caso real do “estrangulador de Boston”, um dos mais famosos psicopatas assassinos dos EUA. Knightley interpreta Loretta McLaughlin, a repórter que batizou o “estrangulador de Boston” e ajudou a identificá-lo ao conectar os assassinatos em série na década de 1960. Ela e a colega repórter Jean Cole (Carrie Coon, de “The Leftovers”) desafiaram o sexismo da época para fazer uma reportagem sobre o assassino em série mais famoso da cidade, antes mesmo de seus crimes serem devidamente identificados, trabalhando incansavelmente para manter as mulheres informadas. A reportagem investigativa revelou que a maioria das 13 vítimas do serial killer foram abusadas sexualmente em seus apartamentos e depois estranguladas com artigos de vestuário. Sem qualquer sinal de entrada forçada em suas casas, as mulheres provavelmente conheciam seu assassino, ou seja, elas permitiram que ele entrasse em suas casas. A história do assassino, cujo verdadeiro nome era Albert DeSalvo, já foi levada aos cinemas várias vezes. O primeiro filme foi lançado em 1964, quando o caso ainda era recente, e o mais famoso chegou quatro anos depois, com o astro Tony Curtis (pai da atriz Jamie Lee Curtis) no papel do serial killer. No Brasil, o filme estrelado por Curtis (que originalmente se chamava “The Boston Strangler”) foi lançado com o título de “O Homem que Odiava as Mulheres”. O novo filme tem produção do cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”) e da atriz Margot Robbie, por meio de suas empresas Scott Free Productions e LuckyChap Entertainment. O longa tem roteiro e direção de Matt Ruskin (“Conexão Escobar”). O elenco também inclui Alessandro Nivola (“Amsterdã”), David Dastmalchian (“O Esquadrão Suicida”), Morgan Spector (“Homeland”), Bill Camp (“Coringa”) e Chris Cooper (“Adoráveis Mulheres”), e o lançamento vai acontecer em 17 de março nas plataformas Hulu nos EUA e Star+ no Brasil.
Série baseada no clássico “Grandes Esperanças” ganha trailer
O canal pago americano FX divulgou o primeiro trailer e o pôster de “Great Expectations”, série baseada no clássico da literatura “Grandes Esperanças”, de Charles Dickens. A prévia destaca uma mudança feita pela série em relação ao livro: o fato de trazer atores e atrizes negros interpretando personagens descritos como brancos no livro original. Com isso, a atração segue o caminho de “Bridgerton” em sua proposta mais inclusiva. O livro de Dickens narra a história de amadurecimento de um órfão chamado Pip a quem foi concedida uma fortuna a fim de ele se tornar um cavalheiro. O elenco é formado por Fionn Whitehead (“Dunkirk”), Olivia Colman (“A Favorita”), Matt Berry (“O Que Fazemos nas Sombras”), Shalom Brune-Franklin (“The Tourist”) e Ashley Thomas (“Eles”). “Great Expectations” foi criada por Steven Knight (“Peaky Blinders”), e a produção ficou por conta do ator Tom Hardy (“Venom: Tempo de Carnificina”) e do cineasta Ridley Scott (“Casa Gucci”). A série estreia em 26 de março, no canal FX e na plataforma de streaming Hulu.
Ator de “Normal People” vai estrelar continuação de “Gladiador”
O ator Paul Mescal (da série “Normal People”) está em negociações para estrelar a continuação de “Gladiador” (2000), que será mais uma vez dirigida por Ridley Scott (“Casa Gucci”). Fontes do site Deadline apontaram que, embora outros atores tenham sido testados para o papel, Mescal sempre foi a principal escolha de Scott. O primeiro “Gladiador” foi um sucesso de público e de crítica, rendendo mais de US$ 460 milhões e vencendo cinco Oscars, incluindo Melhor Filme. A obra também serviu para transformar o neozelandês Russell Crowe em astro de Hollywood. Caso as negociações se concretizem, Mescal vai interpretar Lucius (que foi vivido por Spencer Treat Clark no original), filho de Lucilla (Connie Nielsen), que agora é um homem adulto, indicando que a história vai se passar vários anos após o final do primeiro filme. Lucius era sobrinho de Commodus (Joaquin Phoenix), que assassinou seu pai, tomou o trono e acabou no ringue de gladiadores com Maximus (Crowe). O gladiador salvou o menino e sua mãe enquanto vingava sua própria família, e deixou uma forte impressão no jovem Lucius. O projeto de uma continuação de “Gladiador” já está em desenvolvimento desde 2018, mas agora parece que finalmente vai sair do papel. Para o novo filme, Scott vai trazer boa parte da sua equipe criativa de volta, incluindo Janty Yates (Figurinista) e Arthur Max (Designer de Produção). Apesar disso, “Gladiador 2” ainda não tem previsão de estreia. Paul Mescal foi visto recentemente nos dramas indies “Aftersun” (2022) e “God’s Creatures” (2022). Seus próximos trabalhos incluem a ficção científica “Foe”, dirigida por Garth Davis (“Maria Madalena”), e o drama “Strangers”, de Andrew Haigh (“Looking”), ambos sem data de lançamento. Ridley Scott, por sua vez, está envolvido na pós-produção da cinebiografia de Napoleão Bonaparte, que marcou o seu reencontro com um ator de “Gladiador”: Joaquin Phoenix. O filme também não tem data de estreia definida. Assista abaixo ao trailer de “Gladiador”.
Keira Knightley caça serial killer em primeira foto de suspense baseado em caso real
O 20th Century Studios divulgou a primeira foto do suspense “Boston Strangler”, que destaca a atriz Keira Knightley (“Colette”) no papel principal. A trama acompanha a caça ao serial killer conhecido como “o estrangulador de Boston”, um dos mais famosos psicopatas assassinos dos EUA. O longa tem roteiro e direção de Matt Ruskin (“Conexão Escobar”) e vai recriar os ataques de Albert DeSalvo, que levou terror a Boston no começo dos anos 1960. Knightley interpreta Loretta McLaughlin, a repórter que batizou o “estrangulador de Boston” e ajudou a identificá-lo ao conectar os assassinatos em série. Ela e a colega repórter Jean Cole desafiaram o sexismo da época para fazer uma reportagem sobre o assassino em série mais famoso da cidade, antes mesmo de seus crimes serem devidamente identificados, trabalhando incansavelmente para manter as mulheres informadas. A reportagem investigativa revelou que a maioria das 13 vítimas do serial killer foram abusadas sexualmente em seus apartamentos e depois estranguladas com artigos de vestuário. Sem qualquer sinal de entrada forçada em suas casas, as mulheres provavelmente conheciam seu assassino, ou seja, elas permitiram que ele entrasse em suas casas. McLaughlin seguiu a história com grande risco pessoal e descobriu uma cortina de corrupção que lançou dúvidas sobre a verdadeira identidade do estrangulador, que só foi confirmada em 2013 com testes de DNA. A história de DeSalvo já foi levada aos cinemas várias vezes. O primeiro filme foi lançado em 1964, quando o caso ainda era recente, e o mais famoso chegou quatro anos depois, com o astro Tony Curtis (pai da atriz Jamie Lee Curtis) no papel do serial killer. No Brasil, o filme estrelado por Curtis (que originalmente se chamava “The Boston Strangler”) foi lançado com o título de “O Homem que Odiava as Mulheres”. O novo filme tem produção do cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”) e da atriz Margot Robbie, por meio de suas empresas Scott Free Productions e LuckyChap Entertainment. O elenco também inclui Alessandro Nivola (“Amsterdã”), David Dastmalchian (“O Esquadrão Suicida”), Morgan Spector (“Homeland”), Bill Camp (“Coringa”) e Chris Cooper (“Adoráveis Mulheres”), e o lançamento vai acontecer em 17 de março nas plataformas Hulu nos EUA e Star+ no Brasil.
Joaquin Phoenix fez diretor mudar tudo no filme “Napoleão”
O ator Joaquin Phoenix (“Coringa”) foi responsável por causar diversas mudanças no roteiro do filme “Napoleão” (Napoleon), cinebiografia de Napoleão Bonaparte, que ele filmou recentemente. A revelação foi feita pelo diretor Ridley Scott (“Casa Gucci”), em entrevista à revista Empire. “Joaquin está o mais longe possível do convencional”, disse Scott. “Não deliberadamente, mas por intuição. Isso é o que o faz funcionar. Se algo o incomodar, ele vai fazer com que você saiba. Ele tornou [‘Napoleão’] especial ao questionar constantemente.” “Com Joaquin, temos que reescrever o maldito filme porque ele pode se sentir desconfortável. E isso meio que aconteceu com ‘Napoleão’”, continuou o diretor. “Tivemos que nos desfazer do filme original para ajudá-lo a se concentrar em quem era Bonaparte. Eu tinha que respeitar isso, porque o que estava sendo dito era incrivelmente construtivo. Isso fez tudo crescer e ficar melhor.” O roteiro de “Napoleão” foi escrito por David Scarpa, que também escreveu o roteiro de “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017), dirigido por Scott. O projeto marcou o reencontro de Scott com Phoenix, após os dois terem trabalhado juntos em “Gladiador” (2000). Produção da Apple, o filme narra a história do imperador francês por meio do seu relacionamento com sua primeira esposa, a imperatriz Joséphine (Vanessa Kirby, de “Pieces of a Woman”), e deve ser lançado em 2023.
Atriz de “Jovens Bruxas” fará novo filme de “Alien”
A atriz Cailee Spaeny, de “Jovens Bruxas: A Nova Irmandade”, está negociando estrelar o próximo filme de “Alien” do 20th Century Studios. A notícia chegou na imprensa americana sem maiores detalhes sobre a produção, que foi roteirizada e será dirigida pelo uruguaio Fede Alvarez (“Millennium: A Garota na Teia de Aranha”). Com produção da Scott Free, produtora de Ridley Scott, o filme ganhou aval do estúdio após Alvarez impressionar com sua proposta para a franquia. O projeto está sendo desenvolvido inteiramente devido a sua iniciativa e ele já entregou o roteiro finalizado. O novo longa não será continuação de “Alien: Covenant” (2017), lançamento mais recente da franquia, nem terá relação com os filmes clássicos ou a série atualmente sendo desenvolvida por Noah Hawley para o canal pago FX. As filmagens encontram-se agendas para o início de 2023. A produção, porém, não está sendo desenvolvida para o cinema, mas para a plataforma americana Hulu – o que significa que chegará no Brasil pela Star+. Ao todo, a franquia “Alien” conta com seis filmes e mais dois derivados de “Alien vs. Predator”. Todos os títulos estão disponíveis no catálogo da Star+. Cailee Spaeny será vista em breve no cinema como Priscilla Presley, numa cinebiografia dirigida por Sofia Coppola (“Bling Ring”), e no filme de ação “Civil War”, de Alex Garland (“Aniquilação”).
Kristen Stewart vai estrear como diretora em produção de Ridley Scott
A atriz Kristen Stewart (“Crimes do Futuro”) vai fazer a sua estreia na direção. Ela vai comandar o filme “The Chronology of Water”, que será produzido pelo cineasta Ridley Scott (“Casa Gucci”). Baseado no livro autobiográfico de Lidia Yuknavitch, o filme vai narrar uma viagem lírica por uma vida que foi salva pela arte. Na trama, a protagonista encontra sua voz por meio da escrita e sua salvação como nadadora – tornando-se uma professora, uma mãe e uma escritora. Vencedor do Reader’s Choice Award no Oregon Book Awards de 2012, o livro de Yuknavitch é descrito como uma história de sobrevivência e amadurecimento sexual. Além de dirigir, Stewart também vai escrever o roteiro da adaptação, ao lado do cineasta Andy Mingo (“The Iconographer”), marido de Yuknavitch. Porém, Stewart não vai estrelar o filme. O papel principal ficou com a atriz Imogen Poots (“Outer Range”). Ridley Scott entra no projeto por meio da sua produtora, a Scott Free. “O livro de memórias de Lidia homenageia radicalmente a experiência corporal”, disse Stewart, em comunicado. “Tornar essa experiência física parece vital para mim e o que esse impulso significa … é que deve ser um filme. Este projeto vem cozinhando há cinco anos com a ajuda da produtora Scott Free, a quem não poderia ser mais privilegiada em ter como parceira e amiga. Imogen Poots carregará este filme e o peso impressionante da vida de Lidia. Ela pode segurá-lo. Tenho muita sorte de tê-la.” Essa não será a primeira vez que Stewart trabalha com Ridley Scott. Ela já dirigiu o curta-metragem “Come Swim”, exibido no Festival de Cannes, que também contou com produção do veterano cineasta. “Ridley e eu estamos muito satisfeitos por trabalhar com Kristen novamente, desta vez em sua estreia como diretora de longa-metragem, adaptando o extraordinário livro de memórias de Lidia Yuknavitch”, disse Michael Pruss, executivo da Scott Free. “Assim como vimos nos curtas-metragens de Kristen como diretora, não tenho dúvidas de que ela trará o mesmo nível de estilo, singularidade e emoção destemida para ‘The Chronology of Water’. Além disso, ter a oportunidade de trabalhar com Imogen – que foi feita sob medida para o papel principal – é incrivelmente emocionante. A combinação de seus talentos sem dúvida produzirá algo requintado para o público de cinema em todo o mundo”. “The Chronology of Water” ainda não tem previsão de estreia. Kristen Stewart será vista a seguir na sci-fi dramática “Love Me”, co-estrelada por Steven Yeun (“Minari: Em Busca da Felicidade”), e no suspense “Love Lies Bleeding”, dirigido por Rose Glass (“Saint Maud”), ambos sem previsão de estreia. Ridley Scott, por sua vez, está envolvido na pós-produção de “Napoleon”, cinebiografia do imperador Napoleão Bonaparte estrelada por Joaquin Phoenix (“Coringa”), que ainda ainda não tem previsão de lançamento.
Ridley Scott vai produzir série de “Blade Runner” para a Amazon
O cineasta Ridley Scott (“Casa Gucci”) vai produzir a série “Blade Runner 2099”, que foi oficializada nesta quinta (15/9) pelo serviço de streaming Amazon Prime Video. O projeto marcará o retorno do cineasta ao universo de “Blade Runner” depois de dirigir o clássico “Blade Runner: O Caçador de Androides” (1982) e produzir a continuação, “Blade Runner 2049” (2017) – que foi comandada por Denis Villeneuve. O projeto foi mencionado pela primeira vez em novembro do ano passado pelo próprio Ridley Scott, que na ocasião deu poucos detalhes, mas mencionou que o piloto já estava completamente escrito. Criada por Silka Luisa (“Iluminadas”), que também vai produzir a atração, “Blade Runner 2099” vai se passar 50 anos após os eventos mostrados no filme de Villeneuve. “O ‘Blade Runner’ original, dirigido por Ridley Scott, é considerado um dos maiores e mais influentes filmes de ficção científica de todos os tempos, e estamos empolgados em apresentar ‘Blade Runner 2099’ aos nossos clientes globais do Prime Video”, disse Vernon Sanders, chefe da divisão global de televisão da Amazon Studios, em comunicado oficial. “Estamos honrados em poder apresentar esta continuação da franquia ‘Blade Runner’ e estamos confiantes de que, com a união de Ridley, Alcon Entertainment, Scott Free Productions e a incrivelmente talentosa Silka Luisa, ‘Blade Runner 2099’ manterá o intelecto, os temas e o espírito dos seus filmes antecessores.” O primeiro “Blade Runner” é a adaptação de um conto do escritor Philip K. Dick e se passa numa Los Angeles distópica, onde humanos sintéticos, conhecidos como replicantes, são criados para trabalhar em colônias espaciais. Quando um grupo de replicantes escapa de volta à Terra, um policial (interpretado por Harrison Ford) aceita o trabalho de caçá-los e destruí-los. Já a sequência, “Blade Runner 2049”, acompanha um replicante (interpretado por Ryan Gosling) que descobre um segredo que ameaça desestabilizar a sociedade. O filme trouxe de volta o ator Harrison Ford e ainda contou com as adições de Ana de Armas (“Blonde”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) e Jared Leto (“Esquadrão Suicida”). Até o momento, não se sabe se algum dos atores envolvidos nos filmes anteriores vai retornar para a série ou se a atração vai contar uma história nova, como fez a animação “Blade Runner: Black Lotus”, do canal Adult Swim. “Blade Runner 2099” ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos. A nova série será o segundo longa-metragem dirigido por Scott a ganhar adaptação para o streaming. O criador de “Fargo” e “Legion”, Noah Hawley, está desenvolvendo há mais de um ano uma série baseada em “Alien” para a plataforma Hulu, igualmente com produção da Scott Free, a produtora do cineasta. Ridley Scott atualmente está envolvido na pós-produção de “Napoleon” (produzido com o título de trabalho de “Kitbag”), cinebiografia do imperador Napoleão Bonaparte estrelada por Joaquin Phoenix (“Coringa”), que ainda não tem previsão de lançamento. Assista abaixo ao trailer de “Blade Runner: O Caçador de Androides”.
Atriz de “Stranger Things” vai estrelar filme produzido por Ridley Scott
A atriz Sadie Sink, a Max de “Stranger Things”, vai estrelar o thriller “Berlin Nobody”, produzido pelo cineasta Ridley Scott (“Casa Gucci”). A trama gira em torno de um psicólogo americano que se muda para Berlim para pesquisar sobre a epidemia da mentalidade de culto. Mas enquanto ele mergulha no cultismo alemão, sua filha adolescente (Sink) se envolve com um garoto local misterioso e enigmático. O elenco ainda conta com Eric Bana (“Dirty John”) como o psicólogo e Jonas Dassler (“O Bar Luva Dourada”) interpretando o interesse amoroso da personagem de Sink, além de Sylvia Hoeks (“See”) e Sophie Rois (“A Professora de Violino”) em papeis não divulgados. Baseado no livro “Tokyo”, de Nicholas Hogg, “Berlin Nobody” terá roteiro e direção de Jordan Scott (“Sedução”). O filme ainda não tem previsão de estreia. Ridley Scott atualmente está envolvido na pós-produção de “Napoleon” (produzido com o título de trabalho de “Kitbag”), cinebiografia do imperador Napoleon Bonaparte estrelada por Joaquin Phoenix (“Coringa”), que ainda ainda não tem previsão de lançamento. Sadie Sink, por sua vez, será vista em breve no drama “A Baleia” (The Whale), novo trabalho de Darren Aronofsky (“Mãe!”) que foi aplaudido de pé no Festival de Veneza. O filme chega aos cinemas americanos em 9 de dezembro. Além disso, ela também deve aparecer na última temporada de “Stranger Things”, que ainda não tem data para estrear.
Ridley Scott vai produzir adaptação do game “Gravity Rush”
O cineasta Ridley Scott (“Casa Gucci”) vai produzir a adaptação de “Gravity Rush”, um jogo de mundo aberto que mistura elementos de RPG. Lançado em 2012, o game acompanha a personagem Kat, uma garota sem memória que acorda na cidade flutuante de Hekseville ao lado de um gato que ela nomeia Dusty. Kat logo descobre que Dusty tem a habilidade de manipular a gravidade e ela usa esse poder para defender a comunidade de Hekseville das tempestades gravitacionais e de uma misteriosa raça de monstros conhecida como Nevi. O roteiro da adaptação foi escrito por Emily Jerome, autora do thriller inédito “Panopticon”, também produzido por Scott. A direção ficará por conta de Anna Mastro (“Sociedade Secreta dos Segundos Filhos Reais”). “Gravity Rush” está sendo desenvolvido pela produtora do cineasta, a Scott Free Productions, em parceria com a PlayStation Productions, da Sony, que está investindo forte em adaptações de jogos após o sucesso de “Uncharted”. Ainda não há cronograma de filmagem e nem data de estreia previstos. Ridley Scott atualmente está envolvido na pós-produção de “Napoleon” (produzido com o título de trabalho de “Kitbag”), cinebiografia do imperador Napoleon Bonaparte estrelada por Joaquin Phoenix (“Coringa”). O filme ainda não tem previsão de lançamento. Assista ao trailer de “Gravity Rush” abaixo.
“Raised by Wolves” é cancelada após duas temporadas
A HBO Max cancelou a série sci-fi “Raised by Wolves” após duas temporadas bem avaliadas pela crítica. Com 80% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a atração produzida pelo cineasta Ridley Scott (“Casa Gucci”) não terá 3ª temporada, o que deixa sua trama sem final. O último episódio foi exibido em março e terminou num gancho impactante para o terceiro ano de produção, que não será mais realizado. “Não é surpreendente, especialmente depois das notícias da fusão [Warner Bros. Discovery] e do que está acontecendo na Warner, com muitos programas sem ter suas histórias terminadas”, tuitou Abubakar Salim, um dos astros da produção, diante das notícias do cancelamento. Criada por Aaron Guzikowski (roteirista de “Os Suspeitos”), a sci-fi acompanhava um casal de androides responsável por criar crianças em um planeta semi-deserto, ensinando-lhes valores humanistas e ateístas após a destruição da Terra numa guerra religiosa apocalíptica. No entanto, integrantes da facção religiosa fundamentalista e seus inimigos também sobreviveram e chegam ao planeta para estabelecer colônias rivais, iniciando uma batalha em torno da libertação das crianças dos androides. Gravados em cenários naturais da África do Sul, os episódios iniciais de “Raised by Wolves” contaram com direção do próprio Ridley Scott, em sua estreia em séries, além de seu filho Luke Scott (“Morgan: A Evolução”) e do brasileiro Alex Gabassi (“The ABC Murders”), entre outros. o bom elenco destacava a dinamarquesa Amanda Collin (“Guerreiro da Escuridão”) em sua estreia em inglês, como a Mãe androide superpoderosa, o inglês Abubakar Salim (“Jamestown”) como o Pai, e Travis Fimmel (“Vikings”) como um integrante da milícia religiosa que não era quem aparentava ser – além de Winta McGrath (“Doctor Doctor”), Niamh Algar (“The Bisexual”), Susan Danford (“A Salvação”), Jenna Upton (“Um Dia para Viver”), Matias Varela (“Assassins’ Creed”), Jordan Loughran (“Emerald City”), Ethan Hazzard (“O Desafio”), Aasiya Shah (“Unforgotten”) e Felix Jamieson (“Game of Thrones”). Embora não divulgue dados de audiência, a HBO Max revelou que “Raised by Wolves” foi a série original mais vista da HBO Max em seus primeiros seis meses no Brasil, à frente da badalada “The Flight Attendant”. O cancelamento, que vazou nesta sexta (3/6), ainda não foi anunciado oficialmente e, segundo o ator Abubakar Salim, há um motivo: negociações para a série continuar em outra plataforma. “Há esperanças”, ele escreveu, convocando os fãs a lançarem a hashtag #RenewRaisedByWolves no Twitter. “Enquanto falamos, [a produtora] Scott Free e os criativos estão pressionando para que a série continue em outra plataforma – compartilhando a recepção e a atração da série para outros contadores de histórias”, Salim explicou. “Não há como negar que estamos em um momento em que o poder da voz das comunidades pode fazer mudanças. Houve muitos casos que testemunhamos coletivamente onde isso aconteceu, alguns que vêm à mente são ‘The Expanse’, ‘Top Boy’, bem como com o bom e velho SynderCut…”, continuou. “Eu vejo o puro amor, paixão e perguntas (demais) que surgem diariamente no Twitter sobre ‘Raised by Wolves’. Então, continuem e, com ainda mais vigor, mostrem esse amor genuíno aqui, ali e em todos os lugares enquanto procuramos nosso novo lar”, acrescentou. And unfortunately, one of those shows is Raised by Wolves. Nothing has been publicly shared yet. And there is a reason for that. An important one. One which I’m here to share with you now. There is hope. — Abubakar Salim (@Abzybabzy) June 3, 2022 The reason the cancellation hasn’t been announced, and that’s because there’s still a chance the story can continue, and be finished at a new home. This is where you all come in. — Abubakar Salim (@Abzybabzy) June 3, 2022 There is no denying that we are in a time where the power of a communities voice can make change. There’s been many instances we’ve collectively witnessed where this has happened, few that spring to mind is The Expanse, Top Boy as well as with good ol Synder… — Abubakar Salim (@Abzybabzy) June 3, 2022 It’s never that simple. It’s only a slither of hope, and a lot of this comes down to the die rolling in our favour. But as most of you know, I enjoy rolling the dice every now and then, and rolling “nat 20s” seems to be a thing for me 😉 — Abubakar Salim (@Abzybabzy) June 3, 2022 So let’s give it a shot. Let’s give it our all. Let’s get that door finally open, and get the light we see of this show, flooding into other homes. That was a joke. But a serious one. #RenewRaisedByWolves — Abubakar Salim (@Abzybabzy) June 3, 2022
Diretor de “O Homem nas Trevas” fará próximo filme de “Alien”
O uruguaio Fede Alvarez, diretor de “A Morte do Demônio” (2013) e “O Homem nas Trevas” (2016), assinou com o 20th Century Studios para escrever e dirigir um novo filme da franquia “Alien”. De acordo com o site Deadline, o novo longa não será continuação de “Alien: Covenant” (2017), lançamento mais recente da franquia, nem terá relação com os filmes clássicos ou a série atualmente sendo desenvolvida por Noah Hawley para o canal pago FX. O cineasta Ridley Scott, que dirigiu o longa original de 1979 e as duas edições mais recentes da franquia, produzirá o novo filme por meio de sua empresa Scott Free. A produção, porém, não está sendo desenvolvida para o cinema, mas para a plataforma americana Hulu – o que significa que chegará no Brasil pela Star+. Ainda não há título conhecido, premissa ou previsão de estreia. Ao todo, a franquia “Alien” conta com seis filmes e mais dois derivados de “Alien vs. Predator”. Todos os títulos estão disponíveis no catálogo da Star+.
Alan Ladd Jr. (1937–2022)
O produtor vencedor do Oscar Alan Ladd Jr. morreu nesta quarta-feira (2/3) aos 84 anos. Filho do lendário Alan Ladd, ator de clássicos dos anos 1940 e 1950 como “Alma Torturada” e “Os Brutos Também Amam”, o produtor foi um dos executivos mais influentes de Hollywood, responsável por lançar “Star Wars” e vários blockbusters que ganham continuações até hoje. Ladd Jr. raramente falava de seu pai, que morreu de aparente suicídio aos 50 anos, e foi criado por sua mãe longe de Hollywood. Seu primeiro emprego foi na imobiliária de seu padrasto. Mas sempre foi cinéfilo e, numa viagem a Londres, encontrou abertura para investir em produções independentes, lançado filmes britânicos no começo dos anos 1970: “O Preço de Amar”, “O Vilão”, “Amantes Infieis” e “Os que Chegam com a Noite”, estrelado por Marlon Brando, que fez sucesso nos EUA e o levou a Los Angeles. Em 1973, ele ingressou na 20th Century Fox como vice-presidente de produção, chegando a chefe de produção em 1974 e a presidente do estúdio em 1976. Embora a ascensão tenha sido rápida, ela se deu por meio de escolhas decisivas para a empresa, como o investimento em projetos controversos como “A Profecia”, “O Jovem Frankenstein”, “A Última Loucura de Mel Brooks” e “Guerra nas Estrelas”. Só este último filme rendeu US$ 500 milhões em seu lançamento, uma quantia nunca antes vista, fazendo com que, em cinco anos, Ladd quadruplicasse a receita e os lucros líquidos da Fox – de 1974 até sua saída em 1979. O detalhe é que ele foi considerado louco por bancar a visão do cineasta George Lucas. Ladd precisou colocar subalternos em seus lugares e contrariar o mercado cinematográfico inteiro para aprovar a produção de “Guerra nas Estrelas”, que, com orçamento de US$ 10 milhões, tinha sido recusado por todos os outros estúdios por ser considerado caro demais para valer o risco. A História mostrou quem tinha razão. O lançamento do filme em 1977 criou a era dos blockbusters modernos e dividiu o cinema em antes e depois de “Star Wars”. O Instagram oficial da Lucasfilm reconheceu a importância do produtor para a franquia numa homenagem póstuma, destacando que o “amigo querido” “ficou do lado de George [Lucas] naqueles dias iniciais, e seu impacto em ‘Star Wars’ não pode ser subestimado”. Carinhosamente conhecido na indústria como Laddie, Alan Ladd Jr. era respeitado por muitos e desdenhado por outros ao utilizar seu gosto como fator para fechar contratos, investir em projetos visionários e manter um perfil discreto e cordial em meio às suas conquistas, o que o distinguia do estilo extravagante, falastrão e processado por assédio que se tornou padrão em Hollywood nos últimos anos. Ele chegou a surpreender a indústria ao abandonar seu emprego de US$ 2 milhões por ano como chefe da 20th Century Fox porque sua equipe não estava sendo compensada o suficiente pelo sucesso de blockbusters como “Star Wars” e “Alien”. Poucos lembram, mas “Alien” também foi uma batalha pessoal de Ladd, que entendeu a importância de transformar Ripley (personagem masculino no roteiro original) em mulher, atendendo uma mudança solicitada pelo diretor Ridley Scott. Interpretada por Sigourney Weaver, a personagem foi a primeira heroína de ação moderna, inovando os blockbusters americanos. Após sair da Fox, o estúdio afundou com vários fracassos consecutivos, só voltando a se recuperar no final dos anos 1980. Já Ladd fundou sua própria produtora, a Ladd Co., que se tornou pioneira das produtoras “boutique”, empresas de cinema que atuam de forma independente, mas em aliança contratual com grandes estúdios – em seu caso, em parceria com a Warner Bros. Entre os diversos lançamentos históricos da Ladd Co., encontram-se filmes como “Corpos Ardentes”, “Era uma vez na América”, “Os Eleitos”, “Blade Runner”, “Loucademia de Polícia” e “Carruagens de Fogo”, que surpreendeu expectativas ao vencer o Oscar de Melhor Filme em 1981. Mas muitos de seus filmes de prestígio acabaram dando prejuízo. Hoje cultuadíssimo, “Blade Runner” de Ridley Scott foi um fracasso caríssimo em 1982. Isso fez com que ele voltasse aos grandes estúdios em meados dos anos 1980, virando presidente da MGM, por onde lançou “Feitiço da Lua”, que rendeu o Oscar para Cher, “Um Peixe Chamado Wanda” e “Rain Man”, vencedor do Oscar em 1989. Mas Ladd não ficou muito tempo à frente da MGM, saindo antes de conquistar o Oscar por “Rain Man”, quando o estúdio foi vendido. Em nova incursão independente, o produtor mostrou que continuava atento às novas tendências, lançando o hit “Thelma e Louise”, nova parceria com Ridley Scott, que revigorou o cinema de ação feminista em 1991 e o ajudou a reformar a Ladd Co, por onde produziu “Coração Valente”, épico estrelado e dirigido por Mel Gibson, que venceu o Oscar em 1996. Ladd se aposentou com o lançamento de “Medo da Verdade” em 2007, suspense que inaugurou a carreira de Ben Affleck como diretor. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Industrial Light & Magic (@ilmvfx)












