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  • Série

    One Day at a Time é cancelada pela segunda vez

    24 de novembro de 2020 /

    Durou pouco a alegria da equipe de “One Day at a Time” após ser salva do cancelamento no ano passado. Mais exatamente, durou meia temporada. A ViacomCBS anunciou nesta terça (24/11) o segundo cancelamento da série, agora definitivo, embora os produtores tenham voltado ao mercado atrás de um segundo milagre. A série é um remake latino da atração homônima, um marco da TV americana, exibido ao longo de nove temporadas entre 1975 e 1984, com produção de Norman Lear, um dos principais roteiristas-produtores de sitcoms de famílias americanas dos anos 1970 – também criou “Os Jefferson”, “Maude”, “Tudo em Família” e “Good Times”. A versão original acompanhava uma mãe divorciada (Bonnie Franklin), após ela se mudar com suas duas filhas (Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli) para um prédio de apartamentos em Indianápolis, onde a família conta com a ajuda do zelador Schneider (Pat Harrington) para lidar com os problemas do dia-a-dia. No remake, porém, a família se tornou latina e a série passou a acompanhar três gerações de parentes sob um mesmo teto. Na trama, a mãe e veterana militar Penélope (Justina Machado) alista a “ajuda” de sua mãe cubana Lydia (a lendária Rita Moreno, de “Amor, Sublime Amor”) e do rico proprietário do imóvel Schneider (Todd Grinnell), enquanto cria dois adolescentes: sua filha radical Elena (Isabella Gomez) e o filho introvertido Alex (Marcel Ruiz). Apesar de queridinha da crítica, a série não tinha muita audiência e acabou cancelada pela Netflix em março de 2019. Esta situação, porém, durou só três meses. “One Day at a Time” acabou resgatada pelo canal pago Pop, do conglomerado ViacomCBS, que encomendou uma 4ª temporada, lançada em março deste ano. Mas aí veio a pandemia e a exibição dos episódios acabou cortada pela metade. Dos 13 episódios encomendados, apenas seis foram produzidos e exibidos. Assim, o cancelamento deixa a série interrompida e sem final, na metade de sua temporada. O final abrupto também foi efeito colateral de decisões da ViacomCBS, que tirou do ar todas as produções roteirizadas do canal Pop, justamente quando poderia capitalizar a notoriedade da emissora, lar americano da série de comédia “Schitt’s Creek”, que venceu o Emmy 2020 em sua temporada final. “One Day at a Time” foi a última atração a receber a notícia. De fato, mais que a série, o canal é que foi cancelado. Por conta desse impasse, a produtora Sony e a ViacomCBS estavam em negociações para renovar a comédia e transferir sua exibição para a plataforma de streaming CBS All Access. Mas esse acordo acabou frustrado por limitações contratuais que faziam parte do acordo original do programa com a Netflix, que cria empecilhos para outra empresa de streaming transmitir a série. Isto acabou causando o fim da série no conglomerado dono da CBS e da Paramount. “Muita coisa mudou na Viacom no ano passado e infelizmente não estaremos mais no Pop. Obrigado a todos pela oportunidade de fazer a 4ª temporada. E adivinhem? Ainda estamos tentando a 5ª temporada”, tuitou o co-showrunner Mike Royce, sobre a situação. A co-showrunner Gloria Calderón Kellett acrescentou: “Não estou triste ainda, pessoal. Ainda temos esperança de novos lares. Aguentem firme, meus amores. Vocês sabem que se eu cair, vou cair lutando por essa série (e elenco e equipe) que eu amo.”

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  • Filme

    Boca de Ouro é a versão mais violenta de Nelson Rodrigues

    15 de novembro de 2020 /

    Um filme como “Boca de Ouro”, com um elenco estelar, tempos atrás teria ótimas chances de conseguir uma boa bilheteria. Mas está passando em cinemas vazios. Tempos estranhos estes de pandemia. Há vários motivos para ver o filme. Para começar, o texto de Nelson Rodrigues, que é um autor que costuma garantir o sucesso de suas adaptações. Há também a volta de Daniel Filho na direção, depois de um hiato longo – desde a comédia “Sorria, Você Está Sendo Filmado”, de 2014. E há um elenco muito atraente, que traz outra volta, Malu Mader, e destaca nomes como Marcos Palmeira no papel-título, Guilherme Fontes, Fernanda Vasconcellos, Anselmo Vasconcelos, além do próprio Daniel Filho. Apesar disso, o grande atrativo acaba sendo a revelação da jovem Lorena Comparato, no papel de Celeste, a mulher casada que cai nas graças do gângster de dentes de ouro. Outro ator jovem, mais conhecido pelas telenovelas, Thiago Rodrigues, faz o papel de seu marido, Leleco, personagem que, na adaptação de Nelson Pereira dos Santos, exibida em 1963, tinha sido interpretado pelo próprio Daniel Filho. A estrutura, por sinal, é igual à do filme de Nelson Pereira dos Santos, uma espécie de “Rashomon” (1950), com a personagem de Malu Mader contando três histórias diferentes, ao mesmo tempo contraditórias e complementares sobre o temido Boca de Ouro, bicheiro que acabou de ser encontrado morto. A dupla de repórteres que entra na casa de Guigui (Mader) para colher depoimentos, acaba por ouvir essas histórias, mudadas de acordo com o humor ou a vontade da narradora. As narrativas se equilibram em momentos muito bons e outros menos interessantes, mas todas elas são atraentes e poderosas no uso da violência rodrigueana e que agora pode ser vista de maneira mais explícita. Daniel Filho segue um caminho de sangue e nudez, que já era trilhado pelos melhores especialistas em adaptações de Nelson Rodrigues, como Neville D’Almeida e Braz Chediak. Mas em “Boca de Ouro” ela é mais gráfica, derivada do cinema de horror, e mais bonita plasticamente. É uma violência que vai além do visual, já que Boca de Ouro é um personagem extremamente perturbador, seja quando procura estuprar uma mulher e matar seu marido, quando faz concurso de seios mais bonitos e quando planeja a execução de uma mulher em sua casa. Assim, há espaço para fazer bombear fortemente o coração do espectador diversas vezes, com os atos cruéis desse fascinante personagem da literatura brasileira.

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  • Filme

    Chris Pratt fará comédia dos diretores de Vingadores: Ultimato

    9 de novembro de 2020 /

    O astro Chris Pratt vai voltar a trabalhar com os irmãos Joe e Anthony Russo após o blockbuster “Vingadores: Ultimato”. O intérprete do Senhor das Estrelas nos filmes da Marvel foi escalado ao lado de Wu Jing, protagonista do blockbuster chinês “Wolf Warrior”, no remake americano da comédia de ação vietnamita “Saigon Bodyguards”, que terá os irmãos Russo como produtores. O longa vietnamita de 2016 acompanhava dois guarda-costas que precisam localizar um herdeiro milionário que foi sequestrado quando estava sob seus cuidados. Além de estrelar, Pratt vai coproduzir o longa por meio de sua empresa, Indivisible Productions, em parceria com a produtora dos Russo, a AGBO. O lançamento, por sua vez, terá distribuição mundial da Universal Pictures. O roteiro está sendo desenvolvido por Alex Gregory e Peter Huyck, que assinaram episódios da série “Veep” e as comédias “Uma Boa e Velha Orgia” (2011) e “Do que os Homens Gostam” (2019). O filme ainda não tem diretor definido, nem cronograma de produção. Veja abaixo o trailer da produção original.

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  • Série

    Remake de Walker, Texas Ranger com astro de Supernatural ganha primeiro teaser

    7 de novembro de 2020 /

    A rede The CW divulgou os primeiros pôster e teaser de Walker, remake da série clássica “Walker, Texas Ranger”. Para quem não lembra, a série original era estrelada por Chuck Norris e foi exibida no Brasil nos anos 1990 como “Chuck Norris: Homem da Lei”. Nenhum dos materiais traz imagens da série. O teaser inclui uma animação com elementos da trama e narração do intérprete do personagem principal, Jared Padalecki (o Sam de “Supernatural”). “Por muito tempo, eu escolhi o dever sobre a família, até um dia em que isso não foi mais opção”, diz pausadamente o astro. A frase faz referência direta à premissa da atração. Na sinopse divulgada, Walker volta para sua cidade natal após servir na força policial de elite do Texas. Pai viúvo de dois filhos, ele chega em sua casa em Austin depois de dois anos trabalhando infiltrado em um caso de alta prioridade, e acaba descobrindo que tem muito mais o que fazer em sua comunidade. Ele tentará se reconectar com seus filhos, negociar confrontos familiares e encontrar um consenso com sua nova parceira (uma das primeiras mulheres na história do Texas Rangers), enquanto investiga as circunstâncias que cercaram a morte de sua esposa. Como curiosidade, a atriz Genevieve Padalecki, casada com Jared Padalecki na vida real, foi contratada para viver a esposa do ator em flashbacks da série. Os dois se conheceram no set de “Supernatural”, quando a atriz interpretou a demônio Ruby. Ela também morreu nessa série após se envolver com o personagem de Jared, Sam Winchester, um matador de demônios – na 4ª temporada. Além do casal, “Walker, Texas Ranger” terá outro egresso de “Supernatural”. O ator Mitch Pileggi, que interpretou o avô materno de Sam na 6ª temporada de “Supernatural”, vai viver o pai de Cordell Walker. O elenco tem mais atores conhecidos da TV americana, como Lindsey Morgan (a Raven de “The 100”), Keegan Allen (o Toby de “Pretty Little Liars”), Coby Bell (o Jesse de “Burn Notice”) e Violet Brinson (a Kelsey de “Sharp Objects”), entre outros. “Walker” tem roteiro de Anna Fricke (criadora de outro remake, “Being Human”), produção executiva de Dan Lin (“Lethal Weapon”) e do próprio Jared Padalecki, e deve estrear em janeiro de 2021 nos EUA.

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  • Filme

    Anne Hathaway se desculpa pela “dor causada” a deficientes por papel em Convenção das Bruxas

    5 de novembro de 2020 /

    A atriz Anne Hathaway, vencedora do Oscar por “Os Miseráveis”, resolveu se manifestar, após a controvérsia causada por sua aparição como uma vilã com deficiência no filme “Convenção das Bruxas”. ONGs, atletas e até a organização das Paraolimpíadas reclamaram da forma como a etrodactilia, uma anomalia de membros comumente conhecida como “mão rachada”, é usada para caracterizar a personagem da atriz, que é uma bruxa maligna, e assim perpetuar os estereótipos de que as malformações são anormais ou assustadoras. Na refilmagem do clássico infantil de 1990, a bruxa encarnada por Hathaway tem dedos faltando em suas mãos, e isso é apresentado na trama como sinal de que ela é um monstro terrível. Depois da Warner, que produziu o filme dirigido por Robert Zemeckis (“De Volta ao Futuro”), emitir um comunicado desculpando-se para a comunidade dos portadores da deficiência, a atriz também lamentou a “dor causada”. “Sinto muito”, escreveu Hathaway no Instagram na quinta-feira (5/11). “Eu não conectei a maquiagem com a [anomalia de] diferença de membros quando o visual do personagem me foi apresentado; se eu tivesse, eu asseguro a vocês que isso nunca teria acontecido.” “Como alguém que realmente acredita na inclusão e realmente detesta a crueldade, devo a todos vocês um pedido de desculpas pela dor causada”, ela escreveu, como legenda de um vídeo informativo do Lucky Fin Project, uma organização sem fins lucrativos que aumenta a conscientização sobre as diferenças dos membros. A reação que gerou maior repercussão foram comentários de Amy Marren, uma nadadora paralímpica britânica de 22 anos, que publicou um tuíte na segunda-feira, dizendo que estava “decepcionada” com a representação do filme. “Sim, estou totalmente ciente de que este é um filme e as personagens são bruxas. Mas bruxas são essencialmente monstros. Meu medo é que as crianças assistam a este filme, sem saber que ele exagera enormemente o original de Roald Dahl e que as diferenças de membros comecem a ser temidas”, escreveu ela. “Isso abre novas conversas difíceis para aqueles com diferenças de membros e atrasa o que estamos tentando alcançar, que é celebrar quem você é!” Ver essa foto no Instagram I have recently learned that many people with limb differences, especially children, are in pain because of the portrayal of the Grand High Witch in The Witches. Let me begin by saying I do my best to be sensitive to the feelings and experiences of others not out of some scrambling PC fear, but because not hurting others seems like a basic level of decency we should all be striving for. As someone who really believes in inclusivity and really, really detests cruelty, I owe you all an apology for the pain caused. I am sorry. I did not connect limb difference with the GHW when the look of the character was brought to me; if I had, I assure you this never would have happened. I particularly want to say I’m sorry to kids with limb differences: now that I know better I promise I’ll do better. And I owe a special apology to everyone who loves you as fiercely as I love my own kids: I’m sorry I let your family down. If you aren’t already familiar, please check out the @Lucky_Fin_Project (video above) and the #NotAWitch hashtag to get a more inclusive and necessary perspective on limb difference. Uma publicação compartilhada por Anne Hathaway (@annehathaway) em 5 de Nov, 2020 às 11:11 PST

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  • Filme

    Convenção das Bruxas gera protestos de pessoas com deficiências

    4 de novembro de 2020 /

    A Warner Bros. enfrentou uma campanha negativa nas redes sociais após o lançamento do remake de “Convenção das Bruxas” na plataforma HBO Max, nos EUA, e após reações de ONGs, atletas e até das Paraolimpíadas, optou por se desculpar pela forma como retratou a vilã com deficiência no filme. Na refilmagem do clássico infantil de 1990, a vilã vivida por Anne Hathaway tem dedos faltando em suas mãos, e isso é apresentado na trama como sinal de pessoa malévola. Muitos deficientes apontaram que ela parece ter etrodactilia, uma anomalia de membro comumente conhecida como “mão rachada”. Os críticos da forma como o filme dirigido por Robert Zemeckis utilizou isso para marcar a personagem afirmam que retratar vilões com defeitos físicos pode perpetuar os estereótipos de que as deficiências são anormais ou assustadoras. A atleta paraolímpica Amy Marren disse que estava “decepcionada” com a Warner Bros. e questionou se “houve muita reflexão sobre como essa representação das diferenças de membros afetaria a comunidade com diferença de membros”. Ela acrescentou: “Meu medo é que as crianças assistam a este filme, sem saber que ele exagera enormemente o original de Roald Dahl, e que as diferenças de membros comecem a ser temidas.” A conta oficial dos Jogos Paraolímpicos no Twitter ecoou os sentimentos de Marren, protestando: “A diferença de membros não é assustadora. As diferenças devem ser celebradas e a deficiência tem que ser normalizada.” A ONG RespectAbility, uma organização que defende as pessoas com deficiência, também disse que a tendência de Hollywood de desfigurar personagens malignos, mesmo sem querer, pode fazer com que as pessoas tenham medo daqueles que não se parecem com elas. “A decisão de fazer essa bruxa parecer mais assustadora por ter uma diferença de membros – o que não era uma parte original da trama – tem consequências na vida real”, disse a vice-presidente de comunicações da RespectAbility, Lauren Appelbaum, defensora de retratos mais autênticos da deficiência na tela. “Infelizmente, essa representação em ‘Convenção de Bruxas’ ensina às crianças que as diferenças de membros são horríveis ou algo de que devemos ter medo. Que tipo de mensagem isso envia para crianças com diferenças de membros? ” Diante da repercussão, o estúdio disse que “lamenta qualquer ofensa causada”. Em comunicado, a Warner Bros. afirmou ter ficado “profundamente triste ao saber que nossa representação dos personagens fictícios em ‘Convenção das Bruxas’ pode ter incomodado pessoas com deficiência ‘”. “Ao adaptar a história original, trabalhamos com designers e artistas para chegar a uma nova interpretação das garras felinas que são descritas no livro”, diz a declaração. “Nunca foi nossa intenção que os espectadores sentissem que as criaturas fantásticas e não humanas deveriam representá-los. Este filme é sobre o poder da bondade e da amizade. É nossa esperança que famílias e crianças possam desfrutar do filme e abraçar este tema empoderador e cheio de amor”, ponderou o estúdio. Apesar de lançado em streaming nos EUA, a Warner tem planos de distribuir o remake nos cinemas brasileiros em 19 de novembro. Veja abaixo o trailer legendado do filme.

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  • Filme

    Anne Hathaway e Jessica Chastain serão vizinhas rivais em remake de thriller belga

    2 de novembro de 2020 /

    As atrizes Anne Hathaway (“Convenção das Bruxas”) e Jessica Chastain (“X-Men: Fênix Negra”) vão viver vizinhas rivais no suspense “Mother’s Instinct”, remake americano do thriller belga “Instinto Materno” (2018). O filme tem direção do belga Olivier Masset-Depasse, que filmou a história original e fará sua estreia em Hollywood, após seu longa vencer nove prêmios Magritte na Academia Belga, inclusive Melhor Filme e Direção. A trama começa com as Alice (Chastain) e Celine (Hathaway) como melhores amigas nos anos 1960. Ambas vivem um vida de cartão postal suburbando, com gramados bem cuidados, maridos bem-sucedidos e filhos da mesma idade. Porém, a harmonia desta vida aparentemente perfeita é repentinamente destruída após um trágico acidente. Culpa, suspeita e paranoia entram em jogo para desfazer o vínculo de Alice e Celine, que viram rivais e iniciam uma batalha psicológica, em que o instinto maternal de cada uma delas revela seu lado mais sombrio. O roteiro americano está a cargo de Sarah Conradt-Kroehler (da série “50 States of Fright”), que vai adaptar a fonte original da história, o romance “Derrière La Haine”, da escritora Barbara Abel. A produção ainda não possui previsão de estreia. Veja abaixo o trailer do longa de 2018, disponível em várias plataformas de locação digital no Brasil.

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  • Filme

    As Criaturas Atrás da Parede vai ganhar remake do diretor de Corra!

    1 de novembro de 2020 /

    O terror “As Criaturas Atrás da Parede”, filme de 1991 do mestre Wes Craven (“A Hora do Pesadelo”, “Pânico”), ganhará um remake produzido pelo cineasta Jordan Peele (“Corra!”, “Nós”). Embora não seja oficial, a informação foi apurada pelo site americano Collider e possui indícios de ser verdadeira. O filme de Craven, que completa 19 anos neste domingo (1/11), era uma sátira de horror com elementos de crítica social e racial. A trama acompanhava um garoto negro, que fica preso numa casa má afamada, após tentar invadir a residência com dois ladrões, e logo descobre o segredo macabro da residência, ocupada por um casal de irmãos dementes que guardam prisioneiros em seu porão. Embora não tenha se tornado um clássico, “As Criaturas Atrás da Parede” acabou influenciando outras produções, mais marcadamente “O Homem nas Trevas” (2016), de Fede Alvarez. Além disso, em meio às situações bizarras, destacou-se pelo subtexto politizado, algo que com certeza se alinha bastante com os projetos de Peele. Jordan Peele não deve dirigir o longa, que será uma produção de sua empresa Monkeypaw Productions para a Universal Pictures, mas pode se envolver no roteiro, como fez em outro remake que produziu recentemente: “A Lenda de Candyman”, previsto para agosto de 2021. Não há detalhes adicionais sobre o projeto, que será o primeiro remake de Wes Craven desde sua morte em 2015, mas o segundo filme recente relacionado à filmografia do diretor. O outro é a continuação “Pânico 4”, atualmente em produção. Craven estava desenvolvendo uma série sobre “As Criaturas Atrás da Parede” para o canal pago SyFy, após preparar a versão de “Pânico” da MTV, mas o projeto nunca saiu do papel, porque o diretor morreu dois meses após a estreia da série “Pânico” (Scream). Veja abaixo o trailer do longa original.

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  • Série

    No Activity vai virar série animada em sua 4ª temporada

    29 de outubro de 2020 /

    A plataforma americana CBS All Access (que vai virar Paramount+) anunciou a renovação da comédia “No Activity” com uma mudança radical. A produção vai virar série animada em sua 4ª temporada. A transformação será desenvolvida pelo ator Patrick Brammall, que criou a versão original da série na Austrália em 2015 e também o remake americano em 2018. Ele também vai continuar estrelando a produção, como o agente do FBI Nick Cullen, ao lado do ator Tim Meadows (série “The Goldbergs”), que retornará para dar voz a seu personagem, o agente Judd Toldbeck. “Estamos muito animados em dar as boas-vindas à hilariante equipe por trás do ‘No Activity’ em sua 4ª temporada e mal podemos esperar para mostrar aos fãs os medíocres agentes da lei trazidos à vida de forma animada”, disse Julie McNamara, vice-presidente executiva e chefe de programação da CBS All Access. Com muitas gravações comprometidas pela pandemia do coronavírus, algumas séries chegaram a incorporar episódios em animação como alternativa para completar a produção de suas temporadas. Mas, até então, nenhum programa live-action tinha sido totalmente convertido em animação, como é o caso agora de “No Activity”. As produções animadas demonstram ser imunes à pandemia, virando inclusive uma tendência entre os videoclipes mais recentes. Além disso, programas de animação também são mais baratos (e seguros) de produzir, embora o processo demore um pouco mais. Em sua versão americana, “No Activity” é produzida pelo comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”), pelo diretor Adam McKay (“A Grande Aposta”) e pelas mentes por trás da websérie de esquetes “Funny or Die”, além de Brammall. A premissa da série gira em torno de tocaias policiais tediosas, em que nada parece acontecer, enquanto na verdade grandes crimes estão em desenvolvimento, o que permite incluir em seus episódios diversos convidados famosos, entre eles o próprio Will Ferrell, Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Jesse Plemons (“Fargo”), Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), JK Simmons (“Whiplash”), Jake Johnson (“New Girl”), Sunita Mani (“Glow”), Jason Mantzoukas (“Brooklyn Nine-Nine”), Bridget Everett (“Lady Dynamyte”), Arturo Castro (“Narcos”), Adrian Martinez (“The Blacklist: Redemption”) e Darren Gilshenan (também da “No Activity” australiana).

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  • Etc

    Lily James teria abalado casamento de Armie Hammer durante filmagens de Rebecca

    27 de outubro de 2020 /

    Um novo suposto caso de Lily James começou a ser explorado pelos tabloides britânicos de fofocas, enquanto a atriz permanece isolada e longe da mídia, após ser flagrada em fotos íntimas com Dominic West e ver o ator casado de “The Affair” renegá-la publicamente em prol de seu casamento. Desta vez não há fotos, mas o jornal Daily Mail está afirmando que a atriz teria sido o pivô da separação do ator Armie Hammer, após os dois contracenarem no recente filme “Rebecca – A Mulher Inesquecível”, da Netflix. Hammer era casado com a apresentadora e jornalista Elizabeth Chambers, com quem tem dois filhos. Eles ficaram juntos por dez anos e o final abrupto do relacionamento coincidiu com o período de filmagens de “Rebecca”. Em julho, os dois se manifestaram em suas respectivas contas no Instagram, afirmando que seguiriam suas jornadas separados, mas ainda amigos e criando juntos os filhos. O jornal cita fontes ligadas ao ator para dizer que seu casamento com Chambers entrou em crise no final de 2019 quando ela achou no celular dele mensagens apaixonadas de uma mulher que se chamava Adeline. O jornal britânico, por sua vez, aponta que o nome Adeline era o mesmo usado por James nos bastidores do filme. O uso de outros nomes por astros de cinema nos bastidores de suas produções é um hábito criado para evitar que fãs descubram onde eles estão hospedados. Uma forma de despistar. Assim, para o Daily Mail, a culpada pela separação seria Lily James. Segundo esse relato, o clima entre James e Hammer era de muitos flertes durante as filmagens, em que eles viveram um par romântico. “Ela nunca foi discreta”, conta a fonte. “E ele também demonstrou interesse, sem dúvidas. Eles ficavam se tocando o tempo todo e trocando olhares. Aí as coisas finalmente estouraram quando a Elizabeth encontrou essas mensagens apaixonadas entre o Hammer e essa mulher que assinava como Adeline”. Baseado no livro homônimo de Daphne du Maurier, anteriormente adaptado para o cinema em 1940 por Alfred Hitchcock, o filme segue um casal que se apaixona e se casa por impulso, mas, após chegar na residência dele, a mulher logo descobre que precisará competir com a lembrança constante da ex-esposa de seu marido. Veja abaixo o trailer do remake de “Rebecca”, que já está disponível na Netflix.

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  • Filme

    Ingrid Guimarães vai estrelar remake da comédia chilena Sem Filtro

    15 de outubro de 2020 /

    A atriz Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) foi convidada para estrelar a adaptação brasileira da comédia chilena “Sem Filtro”. A produtora Conspiração adquiriu os direitos da obra, que terá refilmagem dirigida por Arthur Fontes (da série “Odeio Segundas”). O filme original foi escrito e dirigido por Nicolás López e fez tanto sucesso que já ganhou remake mexicano. Lançada em 2016, a produção chilena integra uma longa e bem-sucedida parceria entre López e a atriz Paz Bascuñán, iniciada em 2008 com o cult “Santos”. A parceria estourou de vez em 2010 com “Que Pena Tu Vida” e suas continuações, e segue firme até hoje em comédias como “Não Estou Louca” (2018) e “Dulce Familia” (2019). A trama original girava em torno de uma mulher (Bascuñán) que, após visitar um médico chinês, descobre que a dor que a incomoda sem parar é resultado de raiva reprimida, e a única cura é se expressar totalmente, aconteça o que acontecer. A partir daí, ela passa a falar tudo o que pensa para outras pessoas – e vira um monstro raivoso. Veja o trailer original abaixo.

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  • Etc

    Atrizes da nova e da velha Charmed têm briga virtual

    13 de outubro de 2020 /

    A atriz Sarah Jeffery, que vive Maggie Vera na nova versão de “Charmed”, chamou duas intérpretes da série original dos anos 1990 de “tristes e francamente patéticas” depois que elas debocharam do reboot nas redes sociais. As estrelas originais Holly Marie Combs e Rose McGowan detonaram a nova série num vídeo do Instagram no início deste mês. O assunto foi trazido à tona por Combs, ao comentar a observação de um seguidor de que o “Charmed” original tinha sido retirado da Netflix. Combs teorizou que “quando você procura [o programa no Netflix], eles querem que você encontre o novo ‘Charmed’ e não o velho”, o que levou McGowan a responder que o reboot “é uma droga”. “Eu não vi, não posso dizer isso. Nunca vi”, McGowan continuou, em meio a risadas, e foi completada por Combs: “Estou feliz que as pessoas tenham empregos. Mas ainda pode ser uma droga”. Na noite de segunda (12/10), Jeffery escreveu uma série de tuítes sobre esses comentários. “Sabe, eu vi isso antes e me abstive de dizer qualquer coisa. Eu pensei, melhor apenas deixá-las gritarem para o abismo. Mas quero dizer que acho triste e francamente patético ver mulheres adultas se comportando dessa maneira. Eu realmente espero que elas encontrem a felicidade em outro lugar e não no ato de rebaixar outras [mulheres de cor]. Eu ficaria com vergonha de me comportar dessa maneira. Paz e amor para todos vocês.” Em seguida, ela publicou um gif de “O Mágico de Oz”, no qual Glinda pergunta a Dorothy: “Você é uma bruxa boa ou uma bruxa má?” O descontentamento de Combs com o reboot de “Charmed” – renovado para sua 3ª temporada – ficou claro desde que o projeto foi anunciado. Em janeiro de 2018, a atriz tuitou que “’Charmed’ pertence às quatro [atrizes principais], à nossa vasta quantidade de escritores, equipes e, principalmente, aos fãs. Para sua informação, você não os enganará por possuir um título/marca. Então, tchau.” As outras atrizes originais, incluindo Shannen Doherty e Alyssa Milano, não foram tão radicais e até torceram pelas novas intérpretes. 1/2 You know, I saw this earlier and I refrained from saying anything. I thought, better to just let them shout into the abyss. But I do want to say, I find it sad and quite frankly pathetic to see grown women behaving this way. https://t.co/MuyZCZjbCp — Sarah Jeffery (@sarahjeffery) October 13, 2020 pic.twitter.com/OtWJ1HW96f — Sarah Jeffery (@sarahjeffery) October 13, 2020 Here’s the thing. Until you ask us to rewrite it like Brad Kern did weekly don’t even think of capitalizing on our hard work. Charmed belongs to the 4 of us, our vast amount of writers, crews and predominantly the fans. FYI you will not fool them by owning a title/stamp. So bye. — Holly Marie Combs Ryan (@H_Combs) January 26, 2018

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  • Filme

    Os Outros: Terror cult com Nicole Kidman vai ganhar remake

    12 de outubro de 2020 /

    O terror “Os Outros”, estrelado por Nicole Kidman em 2001, vai ganhar um remake. A Universal Pictures fechou uma parceria com a produtora Sentient Entertainment para realizar a refilmagem da história de fantasmas, originalmente escrita e dirigida pelo chileno Alejandro Amenabar, e produzida por Tom Cruise, no ano de seu divórcio de Kidman. Ambientado em 1945 em uma casa de campo remota, na ilha britânica de Jersey, o filme traz uma mãe de família, vivida por Kidman, descobrindo que “outros” desconhecidos estão vivendo em segredo no local. Um de seus filhos diz que viu o grupo de pessoas várias vezes – um homem, uma mulher, uma velha e uma criança chamada Victor, que lhe disse que “a casa é deles”. Grande sucesso de bilheteria, “Os Outros” arrecadou mais de US$ 200 milhões em todo o mundo, com um pequeno orçamento de US$ 17 milhões. O filme ganhou sete prêmios Goya (o Oscar espanhol), incluindo Melhor Filme e Melhor Direção para Amenabar. O detalhe é que o impacto do filme se deve principalmente à sua reviravolta final, que hoje é bastante conhecida. Resta saber como a refilmagem pretende surpreender novamente o público, usando a mesma trama. Talvez a aposta resida em assustar quem não tinha nascido quando o filme original arrepiou multidões. Além deste filme, a Sentient está produzindo “Losing Clementine”, estrelado por Jessica Chastain e Edgar Ramirez, o thriller “Alphas”, com Sam Worthington, e um thriller sem título do diretor Pierre Morel (“Busca Frenética”) para a Netflix. Veja abaixo um trailer da versão original de “Os Outros”.

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