PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • outubro 2026
  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
  • Filme

    Novela A Terra Prometida também vai virar filme

    2 de julho de 2016 /

    Seguindo a deixa de “Os Dez Mandamentos”, a rede Record já prepara sua próxima novela bíblica, “A Terra Prometida”, visando lançamento nos cinemas. O anúncio foi feito pelo diretor de dramaturgia da emissora, Anderson Souza. “Vamos para o cinema também. A ideia do projeto é essa, criar subprodutos”, ele afirmou, durante a entrevista de lançamento da novela para a imprensa. Vale lembrar que “Os Dez Mandamentos – O Filme” quebrou recordes de bilheteria, tornando-se o filme brasileiro com maior número de ingressos vendidos na história. “A Terra Prometida” estreia na terça-feira (5/7), após a morte de Moisés (Guilherme Winter) em “Os Dez Mandamentos – Parte 2”, quando os hebreus passam a ser liderados por Josué (Sidney Sampaio). Ao chegar no local do título, eles descobrem que a terra está sendo habitada por outros povos e terão de lutar contra vários inimigos. O autor Renato Modesto disse que a novela terá cenas inspiradas em “Game of Thrones”.

    Leia mais
  • Filme

    Jack Huston e Rodrigo Santoro participarão do lançamento de Ben-Hur no Brasil

    30 de junho de 2016 /

    O ator inglês Jack Huston (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) virá ao Brasil com Rodrigo Santoro (“300”) para participar do lançamento de “Ben-Hur”. Os dois estarão em São Paulo nos próximos dias 1º e 2 de agosto para participar da pré-estreia e conversar com a imprensa brasileira. A produção é baseada no célebre livro de Lew Wallace, que já foi adaptado num épico clássico do cinema, vencedor de 11 Oscars em 1959. No remake, Huston interpreta o papel-título e Santoro vive Jesus Cristo. A trama gira em torno de dois homens criados como irmãos na antiga Judeia, Ben-Hur (Huston) e Massala (Toby Kebbell, de “Quarteto Fantástico”), que se tornam inimigos, após a traição do segundo destruir a família para agradar ao império romano. Vendido como escravo, Ben-Hur retorna querendo vingança, que culmina num duelo de bigas no coliseu. Ao mesmo tempo, ele também se vê tocado pela mensagem pacifista do único homem que lhe ofereceu conforto em sua desgraça, Jesus (Santoro). O elenco multinacional ainda inclui Morgan Freeman (“Truque de Mestre”), Pilou Asbaek (“Lucy”), Nazanin Boniadi (série “Homeland”), Marwan Kenzari (“A Acusada”), Moises Arias (“Os Reis do Verão”), Ayelet Zurer (“O Homem de Aço”) e Sofia Black-D’Elia (“Projeto Almanaque”). O roteiro foi escrito por John Ridley (“12 Anos de Escravidão”) e Keith R. Clarke (“Caminho da Liberdade”), a direção é de Timur Bekmambetov (“Abraham Lincoln: Caça-Vampiros”) e a estreia está marcada para 18 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Filme

    Terrence Malick vai filmar história de austríaco que preferiu morrer a lutar por Hitler

    22 de junho de 2016 /

    O cineasta Terrence Malick definiu o tema e já escalou o intérprete de seu próximo filme. Segundo o site The Hollywood Reporter, o ator alemão August Diehl (“Bastardos Inglórios”) vai estrelar a cinebiografia de Franz Jägerstätter, um austríaco que se negou a servir no exército nazista, alegando objeção de consciência por não concordar com Hitler e com o nazismo, e acabou condenado à morte na guilhotina. Intitulado “Radegund”, o filme vai contar o que motivou Jägerstätter a se tornar a única pessoa de seu vilarejo a declarar oposição aberta ao Terceiro Reich. Ao contrário da comunidade católica local, que abraçou o nazismo, ele se declarou moralmente impedido, justificando-se justamente com a religião. Quando foi convocado e se recusou a lutar, os nazistas o mataram. Em junho 2007, o Papa Bento XVI declarou que Jägerstätter foi um mártir da fé católica e, em outubro do mesmo ano, o austríaco foi beatificado. A história reflete os temas espirituais dos filmes mais recentes de Malick, como “A Árvore da Vida” (2011) e “Amor Pleno” (2012). Seu último trabalho, “Cavaleiro de Copas”, não foi lançado no Brasil, mas já está até disponível em DVD e Blu-Ray no mercado americano. Recentemente, ele terminou a montagem de “Weightless”, que ainda não tem previsão de estreia.

    Leia mais
  • Série

    The Young Pope: Teaser da série mostra Jude Law como Papa

    16 de junho de 2016 /

    O canal pago britânico Sky Atlantic divulgou o primeiro teaser da série “The Young Pope” (Il Giovane Papa), que traz o ator inglês Jude Law (“Sherlock Holmes”) como o protagonista. Ele interpreta o primeiro papa americano na atração criada pelo cineasta Paolo Sorrentino, vencedor do Oscar 2014 de Melhor Filme Estrangeiro por “A Grande Beleza”. Sorrentino desenvolveu o projeto com Umberto Contarello (roteirista de “A Grande Beleza”) e Stefano Rulli (roteirista de “A Bela que Dorme”) e, além de produzir, também dirige o piloto. A atração terá 8 episódios e abordará a história fictícia do Papa Pio XIII, que apesar de ser o mais jovem papa da História se revelará o mais conservador. O grandioso elenco internacional ainda inclui Diane Keaton (“O Natal dos Coopers”), Scott Shepherd (“Ponte dos Espiões”), Cécile De France (“O Enigma Chinês”), Javier Cámara (“Viver É Fácil com os Olhos Fechados”), Ludivine Sagnier (“O Dublê do Diabo”), Silvio Orlando (“Um Castelo na Itália”), James Cromwell (“O Artista”), Toni Bertorelli (“O Crocodilo”), Guy Boyd (“Foxcatcher”) e Sebastian Roché (série “The Originals”). Coproduzida pelo canal pago americano HBO, o britânico Sky e o francês Canal+, a produção tem locações no Vaticano, na Itália, nos EUA e na África e é inteiramente falada em inglês para atender ao público internacional. Ainda não há previsão para sua estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Ben-Hur: Vídeo legendado revela bastidores da corrida de bigas

    15 de junho de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou um vídeo legendado de bastidores do remake de “Ben-Hur”, épico clássico do cinema, cuja versão de 1959 foi vencedora de 11 Oscars. A prévia destaca a corrida de bigas que foi o ponto alto do filme original, mostrando que ela não foi criada por computador e sim com a presença física de cavalos, dublês e os atores Jack Huston (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) no papel-título, e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”) como seu irmão e rival Messala. Criados como irmãos, os dois se tornam inimigos após a traição de Messala, que destrói a família de Ben-Hur para agradar ao império romano. Vendido como escravo, ele retorna querendo vingança, que culmina num duelo de bigas no coliseu, mas Ben-Hur também se vê tocado pela mensagem pacifista do único homem que lhe ofereceu conforto em sua desgraça, Jesus (vivido pelo brasileiro Rodrigo Santoro). O elenco multinacional ainda inclui Morgan Freeman (“Truque de Mestre”), Pilou Asbaek (“Lucy”), Nazanin Boniadi (série “Homeland”), Marwan Kenzari (“A Acusada”), Moises Arias (“Os Reis do Verão”), Ayelet Zurer (“O Homem de Aço”) e Sofia Black-D’Elia (“Projeto Almanaque”). O roteiro, adaptado do célebre livro de Lew Wallace, foi escrito por John Ridley (“12 Anos de Escravidão”) e Keith R. Clarke (“Caminho da Liberdade”). A direção é de Timur Bekmambetov (“Abraham Lincoln: Caça-Vampiros”) e a estreia está marcada para 18 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Filme

    Ben-Hur: Rodrigo Santoro ganha destaque em trailer de tom religioso

    14 de junho de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou um novo trailer do remake de “Ben-Hur”, ainda sem legenda. Ao contrário do anterior, que valorizava as cenas de ação, o novo enfatiza os aspectos religiosas da trama, dando mais destaque ao papel de Jesus, interpretado por Rodrigo Santoro (“Os 33”). Nova versão do clássico de 1959, vencedor de 11 Oscars, o filme traz Jack Huston (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) no papel-título e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”) como um Messala mais vilanesco que nunca. Criados como irmãos, os dois se tornam inimigos após a traição de Messala, que destrói a família de Ben-Hur para agradar ao império romano. Vendido como escravo, ele retorna querendo vingança, que culmina num duelo de bigas no coliseu, mas Ben-Hur também se vê tocado pela mensagem pacifista do único homem que lhe ofereceu conforto em sua desgraça, Jesus de Nazaré. O elenco multinacional ainda inclui Morgan Freeman (“Truque de Mestre”), Pilou Asbaek (“Lucy”), Nazanin Boniadi (série “Homeland”), Marwan Kenzari (“A Acusada”), Moises Arias (“Os Reis do Verão”), Ayelet Zurer (“O Homem de Aço”) e Sofia Black-D’Elia (“Projeto Almanaque”). O roteiro, adaptado do célebre livro de Lew Wallace, foi escrito por John Ridley (“12 Anos de Escravidão”) e Keith R. Clarke (“Caminho da Liberdade”). A direção é de Timur Bekmambetov (“Abraham Lincoln: Caça-Vampiros”) e a estreia está marcada para 18 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Filme

    Mel Gibson prepara continuação de A Paixão de Cristo

    10 de junho de 2016 /

    Mel Gibson planeja retomar “A Paixão de Cristo” (2004) com uma continuação, focada na história da ressurreição de Jesus. A informação foi revelada pelo roteirista Randall Wallace, com quem Gibson trabalhou em “Coração Valente” (1995) e em seu filme mais recente, o inédito “Hacksaw Ridge”, sobre o médico militar Desmond Doss (1919-2006). Wallace confirmou o projeto, dizendo que ficou difícil mantê-lo em segredo, e que a ideia surgiu durante as filmagens de “Hacksaw Ridge”. Formado pela Duke University, ele se especializou em religião, com foco na ressurreição. “A paixão é o início, mas há muito mais para contar”, disse ele, em entrevista à revista The Hollywood Reporter. “A Paixão de Cristo” é considerado o filme independente de maior sucesso de todos os tempos no cinema americano. A produção, que custou cerca de US$ 30 milhões, rendeu US$ 612 milhões em bilheteria no mundo inteiro. Procurado pela revista, um representante de Gibson não quis comentar o envolvimento do cineasta no projeto.

    Leia mais
  • Filme

    Produtores de Deus Não Está Morto são processados por plágio

    10 de junho de 2016 /

    Deus pode não estar morto, mas há muitos vivos lucrando com ele. É o que alegam Kelly Monroe Kullberg, autora do livro “Finding God at Harvard” (2007), e o produtor e roteirista Michael Landon Jr. (“O Último Espírito”). Os dois entraram com um processo contra os produtores do filme “Deus Não Está Morto” (2014) por plágio, exigindo uma indenização de US$ 100 milhões. Ajuizada num tribunal federal da Califórnia, a ação revela que o livro de Kullberg seria adaptado para o cinema como “Rise”, cuja história foi compartilhada pela escritora com o produtor David A. R. White, um dos envolvidos na produção de “Deus Não Está Morto”. “Rise” chegou a ser roteirizado por Kullberg e Landon Jr., que se surpreenderam ao ver a mesma história chegar aos cinemas com outro título. Segundo a denúncia, “Rise” contava a história “de um calouro em Harvard enfrentando um ambiente hostil à sua fé cristã”, que entra em debates com seu professor sobre a existência de Deus. A ação alega também que “o tema, a situação, os pontos de virada, complicações, clímax e conclusão de ‘Rise’ e de ‘Deus Não Está Morto’ são iguais”. O filme “Deus Não Está Morto” foi produzido por apenas US$ 2 milhões pela companhia Pure Flix Entertainment, voltada para temas religiosos, e arrecadou US$ 62 milhões nas bilheterias mundiais. Seu sucesso motivou uma sequência, lançada no começo deste ano, porém “Deus Não Está Morto 2” acabou faturando apenas US$ 20 milhões em todo o mundo.

    Leia mais
  • Filme

    Ben-Hur: Novo trailer legendado valoriza a trama de vingança e as cenas de ação

    28 de maio de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado do remake de “Ben-Hur”, épico clássico do cinema, cuja versão de 1959 foi vencedora de 11 Oscars. A prévia deixa de lado a religiosidade, vislumbrada no trailer anterior, para destacar a trama de vingança e cenas de muita ação, desde o combate naval de sua abertura até a corrida de bigas do final. Curiosamente, Jesus (o brasileiro Rodrigo Santoro) só aparece brevemente por alguns segundos, mas um dos mais famosos intérpretes de Deus (Morgan Freeman, que além de ter estrelado “Todo Poderoso” apresenta a série documental “A História de Deus”) ancora toda a narrativa. A refilmagem se foca na traição sofrida por Judah Ben-Hur (Jack Huston, de “Orgulho e Preconceito e Zumbis”), que tem a família morta pelo ex-amigo Messala (Toby Kebbell, de “Quarteto Fantástico”) quanto deste se alia a Roma contra os judeus – além de mostrar, num enredo paralelo, a via crucis de Jesus Cristo. O elenco multinacional ainda inclui Pilou Asbaek (“Lucy”), Nazanin Boniadi (série “Homeland”), Marwan Kenzari (“A Acusada”), Moises Arias (“Os Reis do Verão”), Ayelet Zurer (“O Homem de Aço”) e Sofia Black-D’Elia (“Projeto Almanaque”). O roteiro, adaptado do livro de Lew Wallace, foi escrito por John Ridley (“12 Anos de Escravidão”) e Keith R. Clarke (“Caminho da Liberdade”). A direção é de Timur Bekmambetov (“Abraham Lincoln: Caça-Vampiros”) e a estreia está marcada para 18 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Etc

    Igreja Universal lança “Netflix religioso”

    10 de maio de 2016 /

    A Igreja Universal do Reino de Deus lançou a sua versão da Netflix. Batizada de Univer, a plataforma de vídeos online cobra a partir de R$ 14 por mês pelo acesso às transmissões ao vivo dos cultos do Templo de Salomão e por “filmes e séries cristãs, palestras sobre como obter sucesso financeiro, fé inteligente e uma infinidade de conteúdo sobre vida a dois”, conforme anuncia vídeo publicado na página do YouTube da Universal. Com um layout parecido com o da Netflix, o serviço traz uma programação totalmente religiosa, com reprise de algumas atrações já exibidas pela Record. Contudo, não estão no cardápio as produções bíblicas originais da Record, como a novela “Os Dez Mandamentos”, já licenciadas pela Netflix. O canal em breve terá um concorrente. Silas Malafaia já disponibilizou a pré-venda de assinaturas do Gospel Play, serviço de streaming que promete ser “a maior plataforma gospel de vídeo on demand do Brasil”. Confira abaixo o vídeo que anunciou o lançamento do Univer.

    Leia mais
  • Série

    Série aclamada The Path é renovada para a 2ª temporada

    7 de maio de 2016 /

    O serviço de streaming Hulu renovou sua nova série dramática “The Path” para a 2ª temporada. Embora o Hulu não divulgue números de audiência, a renovação era esperada, pois a série de temática polêmica, estrelada por Aaron Paul (série “Breaking Bad”), Hugh Dancy (série “Hannibal”) e Michelle Monaghan (série “True Detective”), foi aclamada pela crítica (80% de aprovação no site Rotten Tomatoes) e rendeu grande repercussão nas redes sociais. Criada por Jessica Goldberg (roteirista da série “Parenthood”), a trama de “The Path” gira em torno de um casal (Paul e Monaghan) integrante de um culto controverso, chamado Meyerism, que começa a questionar suas crenças. Dancy vive Cal Roberts, líder do movimento Meyerism, e o elenco ainda conta com Minka Kelly (série “Friday Night Lights”), Rockmond Dunbar (série “Sons of Anarchy”) e Amy Forsyth (série “Defiance”). A série estreou em 30 de março nos EUA, com produção de Jason Katims (também de “Friday Night Lights”), mas, como o Hulu não atua por aqui, não foi lançada nem tem previsão de chegar no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Joaquin Phoenix negocia viver Jesus em filme sobre Maria Madalena

    23 de abril de 2016 /

    O ator Joaquin Phoenix (“Vício Inerente”) pode interpretar Jesus na vindoura produção sobre a vida de Maria Madalena. Segundo o site Deadline, ele está em negociações com os produtores em torno não apenas do cachê, mas do cronograma das filmagens, para evitar conflitos com sua agenda. O nome de Phoenix também é uma indicação de que o filme, realizado pela equipe vencedora do Oscar por “O Discurso do Rei” (2010), não pretende ser uma produção religiosa convencional. Indicado três vezes ao Oscar (por “Gladiador”, “Johnny e June” e “O Mestre”), o ator tem fama de meticuloso, por costumar se entregar a seus papeis. Além disso, o filme terá outra estrela conhecida por interpretações corajosas no papel-título, a atriz Rooney Mara (“Carol”). A direção é de Garth Davis (minissérie “Top of the Lake”), que atualmente trabalha com Rooney Mara em sua estreia no cinema, o drama “Lion”. O roteiro é de Helen Edmundson (telefilme “An Inspector Calls”) e Philippa Goslett (“Poucas Cinzas: Salvador Dalí”), e está sendo anunciado como “um retrato autêntico e humanista” de uma figuras mais enigmáticas e incompreendidas do Novo Testamento. Apesar do filão religioso ter se mostrado lucrativo nos últimos anos, a história de Maria Madalena inspira interpretações diversas, inclusive algumas de potencial polêmico. Embora tenha se popularizado a versão de que ela era uma prostituta salva por Jesus Cristo após se arrepender dos pecados – ainda sustentada nos DVDs da “Coleção Bíblia Sagrada” – , muitos teólogos afirmam que nenhuma passagem dos apóstolos afirma isso categoricamente. Mais controvertida ainda, a teoria de que Maria Madalena teve filhos com Jesus Cristo também já foi explorada nos cinemas, na adaptação do best-seller “O Código Da Vinci” (2006), razão pela qual a produção foi rechaçada pela Igreja Católica. Nos cinemas, Maria Madalena já foi interpretada por grandes atrizes como Barbara Hershey (“A Última Tentação de Cristo”), Juliette Binoche (“Maria”) e Monica Bellucci (“A Paixão de Cristo”). Por sua vez, Jesus Cristo teve mais de uma centena de encarnações cinematográficas desde o Cinema Mudo, e ainda será vivido, no vindouro “Ben-Hur”, pelo brasileiro Rodrigo Santoro.

    Leia mais
  • Filme

    O Caçador e a Rainha do Gelo é o maior lançamento e também o pior filme da semana

    21 de abril de 2016 /

    “O Caçador e a Rainha do Gelo” é o lançamento mais amplo da semana, distribuído em 920 salas pelo país. Espécie de quimera, que junta prólogo e sequência na mesma criatura, o filme retoma os personagens de Chris Hemsworth e Charlize Theron em “Branca de Neve e o Caçador” (2012), mas em vez de aprofundar a fábula de Branca de Neve leva sua trama para o mundo de “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013). O resultado parece um episódio de “Once Upon a Time” mal escrito e obcecado por efeitos visuais dourados. O longa também estreia neste fim de semana nos EUA, onde foi eviscerado pela crítica (19% de aprovação no site Rotten Tomatoes). A outra estreia infantil, a animação “No Mundo da Lua”, é mais criativa, ao acompanhar um adolescente, filho e neto de astronautas, em sua luta para preservar o programa espacial americano e impedir um bilionário excêntrico de virar dono da lua. A produção mantém o espírito aventureiro do primeiro longa do diretor espanhol Enrique Gato, “As Aventuras de Tadeo” (2012), com exibição em 290 salas (126 em 3D). “Milagres do Paraíso” também foca famílias com sua história, sobre uma criança doente que consegue uma cura milagrosa. Típica produção religiosa, sua trama reforça a insignificância da ciência, desautoriza coincidências e prega que Deus sempre atende aos que acreditam. A crítica americana considerou medíocre, com 47% de aprovação. A diretora mexicana Patricia Riggen é a mesma do drama “Os 33” (2015) e o elenco destaca Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”) como a mãe que padece no paraíso. Chega em 180 salas do circuito. Dois filmes nacionais completam a programação dos shoppings. E, por incrível que pareça, nenhum deles é uma comédia boba. Com maior alcance, “Em Nome da Lei” marca a volta do diretor Sergio Rezende ao gênero policial, sete anos após seu último longa, “Salve Geral” (2009). O lançamento em 380 salas sinaliza a expectativa positiva do estúdio à história de um juiz federal incorruptível, que evoca esses dias de operação Lava Jato (dá-lhe zeitgeist). Mas o personagem de Mateus Solano (“Confia em Mim”) não é Sergio Moro nem a trama enfrenta a corrupção política, optando por situações clichês de máfia de fronteira, narradas de forma novelesca, com direito a “núcleo romântico”. Não prende sequer a atenção. A melhor opção nacional é o drama “Nise – O Coração da Loucura”, fruto de um roteiro mais maduro (escrito a 14 mãos!), que encontra um meio-termo entre o didatismo e o desenvolvimento de personagem. Glória Pires (“Flores Raras”) se destaca no papel central, a doutora Nise da Silveira, figura importante da psiquiatria brasileira, que merecia mesmo virar filme. O longa dirigido por Roberto Berliner (do péssimo “Julio Sumiu”) mostra seu confronto com os tratamentos violentos dos anos 1940 e a bem-sucedida adoção da terapia ocupacional, que passa a humanizar os doentes de um hospício público. Além de competente cinebiografia, o filme possuiu uma bela mensagem contra a intolerância. Em apenas 59 telas. Intolerância também é o tema de “Amor por Direito”, drama indie americano que ocupa uma faixa intermediária, em pouco menos de 50 salas. Baseado em fatos reais, a história mostra a batalha jurídica de uma policial (Julianne Moore, de “Para Sempre Alice”), diagnosticada com uma doença terminal, que enfrenta preconceitos para deixar sua pensão para sua parceira de vida (Ellen Page, de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). O caso teve repercussão nacional nos EUA, mas, apesar das boas intenções, a trama cinematográfica não ressoa como “Filadélfia” (1993), do mesmo roteirista. Ironicamente, o drama lésbico teve a mesma nota do drama crente da semana, 47% de aprovação no Rotten Tomatoes. Dois dramas europeus e dois documentários brasileiros ocupam o circuito limitado. O principal título europeu é o romeno “O Tesouro”, de Corneliu Porumboiu (“Polícia, Adjetivo”), em que dois vizinhos enfrentam a amarga realidade da crise econômica com um sonho infantil, de encontrar um suposto tesouro escondido. Venceu vários prêmios em festivais internacionais, inclusive Cannes. O outro lançamento é o francês “Uma História de Loucura”, de Robert Guédiguian (“As Neves do Kilimanjaro”), que acompanha as histórias dois jovens: um terrorista e sua vítima colateral num atentado contra o embaixador da Turquia em Paris, nos anos 1980. Ambos chegam em quatro salas. Entre os documentários, o destaque pertence a “O Futebol”, de Sergio Oksman, vencedor do recente festival É Tudo Verdade. O diretor tem uma longa lista de prêmios no currículo. Já tinha vencido até o Goya (o Oscar espanhol) e o prêmio de Melhor Documentário do festival Karlovy Vary com o curta “A Story for the Modlins” (2012). “O Futebol”, por sua vez, foi exibido também nos festivais de Locarno e Mar Del Plata. E, apesar do título, tem o futebol apenas como pano de fundo para um reencontro entre um pai e um filho que não se viam a 20 anos, e que marcam de passar um mês juntos para acompanhar os jogos da Copa do Mundo de 2014. Os planos, porém, não se realizam como previsto. A estreia também acontece em quatro salas. Por fim, “Meu Nome É Jacque”, de Angela Zoé (“Nossas Histórias”) foca uma mulher transexual, portadora do vírus da aids, que precisa superar grandes obstáculos para viver sua vida da melhor forma possível. Chega em apenas uma sala no Rio.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie