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    Octavia Spencer vem ao Brasil para o lançamento de A Cabana

    13 de março de 2017 /

    A atriz Octavia Spencer, vencedora do Oscar por “Histórias Cruzadas” e indicada este ano por “Estrelas Além do Tempo”, virá ao Brasil para o lançamento do filme “A Cabana”. No longa, produção baseada no best-seller homônimo do escritor canadense William P. Young, a atriz da vida à personagem “Papai”, que é simplesmente Deus. O filme é uma fantasia religiosa, que parte de uma tragédia pessoal, a morte da filha pequena do personagem de Sam Worthington (“Avatar”), para demonstrar que Deus existe e responder à velha pergunta: por que, sendo tão poderoso e amoroso, ele não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo? O elenco ainda inclui Alice Braga (série “Queen of the South”), Radha Mitchell (“Invasão à Casa Branca”), Ryan Robbins (série “Arrow”), Graham Greene (série “Longmire”) e o astro da música country Tim McGraw (“Um Sonho Possível”), que além de atuar canta a música-tema. O roteiro foi escrito por John Fusco (criador da série “Marco Polo”) e Destin Daniel Cretton (diretor de “Temporário 12”), e a direção é de Stuart Hazeldine (“Exame”). “A Cabana” entrou em cartaz há duas semanas nos EUA, rendendo menos que o esperado, e só estreia daqui a um mês, em 6 de abril, no Brasil. Spencer deve chegar na semana anterior à estreia do filme, e participará da pré-estreia nacional do longa no Rio de Janeiro.

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    King Kong se agiganta e assume a liderança das bilheterias nos EUA

    12 de março de 2017 /

    “Kong – A Ilha da Caveira” teve uma estreia colossal nos EUA. Não tão grande quanto a de “Logan” na semana passada, é verdade, mas muito acima do esperado, a ponto de deixar o filme do super-herói baixinho sob sua sombra neste fim de semana. A expectativa era de uma arrecadação de no máximo US$ 50 milhões, com muitos analistas prevendo uma briga mais acirrada com “Logan” pelo topo do ranking. Mas o faturamento chegou a US$ 61 milhões, o que deve representar, mais que comemoração, um grande alívio para a Warner Bros e o estúdio Legendary. Afinal, a superprodução custou o dobro de “Logan”: US$ 185 milhões, sem os custos de marketing. No mundo inteiro, o lançamento alcançou US$ 142,6 milhões. Mas a China ainda não entrou na conta. O lançamento chinês está marcado apenas para 24 de março. Além disso, um dos países em que havia grande expectativa por seu desempenho, o Vietnã, onde foi filmado, teve sua estreia marcada por uma tragédia, com um grande incêndio no cinema em que haveria a première – chamas engoliram uma réplica gigantesca de King Kong em sua fachada. Entusiasmada com a boa largada, a Warner já trabalha na continuação, “Kong vs. Godzilla”, que vai juntar suas duas franquias de monstros gigantes. “Logan” caiu para o 2º lugar, com US$ 37,8 milhões, o que representa uma queda de 57% em relação ao fim de semana passado. Trata-se de uma ótima retenção para um filme que, supostamente, apenas fanboys apreciariam, além de mais um sinal de que o público está disposto a pagar para ver super-heróis com classificação etária para maiores. Por sinal, “Logan” não ficou muito atrás da arrecadação internacional de “Kong – A Ilha da Caveira”, somando mais US$ 70 milhões no estrangeiro. Em apenas dez dias, o filme já atingiu US$ 152,6 milhões nos EUA e US$ 438,2 milhões em todo o mundo, consolidando-se como a maior bilheteria de 2017. Fechando o Top 3, o terror racial “Corra!” (Get Out) também segue impressionante, adicionando US$ 21 milhões em seu total de US$ 111 milhões apenas nos EUA. Ainda inédito no exterior, a previsão é de uma estreia somente em junho no Brasil, um mês após o lançamento em home video americano – ou seja, quando estará legalmente disponível para os consumidores de qualquer país do mundo. Fora do Top 10, a estreia limitada de “Personal Shopper”, novo longa francês estrelado por Kristen Stewart, chamou atenção por registrar a maior média de público da semana. O filme foi lançado em quatro salas apenas, e rendeu mais de US$ 23 mil por tela. Como parâmetro, “Kong” teve a segunda maior média da semana, com US$ 15 mil. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Kong – A Ilha da Caveira Fim de semana: US$ 61 milhões Total EUA: US$ 61 milhões Total Mundo: US$ 142,6 milhões 2. Logan Fim de semana: US$ 37,8 milhões Total EUA: US$ US$ 152,6 milhões Total Mundo: US$ 438,2 milhões 3. Corra! Fim de semana: US$ 21 milhões Total EUA: US$ 111 milhões Total Mundo: US$ 111 milhões 4. A Cabana Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 32,2 milhões Total Mundo: US$ 32,4 milhões 5. Batman Lego – O Filme Fim de semana: US$ 7,8 milhões Total EUA: US$ 159 milhões Total Mundo: US$ 275,5 milhões 6. Antes que Eu Vá Fim de semana: US$ 3,1 milhões Total EUA: US$ 9 milhões Total Mundo: US$ 9 milhões 7. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 162,8 milhões Total Mundo: US$ 206 milhões 8. John Wick – Um Novo Dia para Matar Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 87,4 milhões Total Mundo: US$ 153 milhões 9. La La Land – Cantando Estações Fim de semana: US$ 1,7 milhão Total EUA: US$ 148,4 milhões Total Mundo: US$ 416,8 milhões 10. Cinquenta Tons Mais Escuros Fim de semana: US$ 1,6 milhão Total EUA: US$ 112,9 milhões Total Mundo: US$ 368,8 milhões

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    Scorsese transcende e deixa o cinema mudo com Silêncio

    10 de março de 2017 /

    Martin Scorsese sempre usou de forma deliberada o efeito do silêncio em seus filmes. Muito do que intriga até hoje em “Taxi Driver” (1976) são as cenas silenciosas de Robert De Niro dirigindo e observando Nova York. Famosos também são os silêncios de “Touro Indomável” (1980) – especialmente na cena em que um lutador adversário momentaneamente estuda Jake LaMotta antes de partir para cima dele e demoli-lo. Outra inesquecível acontece em “Os Infiltrados” (2006), no trecho em que Matt Damon descobre o número do celular de Leonardo DiCaprio e liga para checar se o outro se entrega pela voz. A cena dura uns 15 segundos, e ninguém fala ao telefone. Os dois ficam apenas sentindo a presença do outro, e esse pequeno branco na trilha ecoa por todo o filme. Scorsese é chegado nestas brincadeiras sensoriais, mas nunca trabalhou esse efeito de forma tão depurada como faz agora em “Silêncio”. Sequer há uma trilha sonora no filme. O protagonista, o padre Rodriguez (vivido por Andrew Garfield, de “Até o Último Homem”), é testemunha de tantas atrocidades em sua viagem clandestina para o Japão, que passa o filme inteiro pedindo a Deus um sinal de intervenção contra as barbaridades do mundo. E se tortura frente a falta de resposta. As três horas em que o personagem imerge neste conflito de dúvida e crise estão sendo vistas por muitos críticos como um calvário. Pode-se reclamar da autenticidade da cena, afinal os jesuítas portugueses falam o tempo todo em inglês, ou ainda da intolerância com que o Shogun no filme persegue os missionários, afinal a reação nipônica vai justamente contra o interesse europeu de usar os jesuítas para tentar colonizar o Japão. Mas não se trata de um filme com fronteiras bem definidas, a destacar as acusações de maniqueísmo (os japoneses sendo mostrados como algozes e os jesuítas como vítimas). Scorsese nunca trabalha personagens ou questões de forma redutora. É preciso quebrar a superfície das aparências para entender o que o diretor experimenta nesta adaptação do livro de Shusaku Endo. “Silêncio” é um filme de oposição. Evolui na direção exatamente inversa à da Hollywood contemporânea (não à toa, o filme foi ignorado na festa do Oscar). Por vezes, ele nos diz o quanto existe de crença em cada adulto. Outras, enfatiza o quanto pode haver de infantil na fé de cada um. E a medida que o filme evolui, e conforme Andrew Garfield se entrega de corpo e alma a esse estranho padre em que corpo e alma nunca coincidem, o filme passa a se particularizar. Vistos do alto, o bispo e dois jesuítas aparecem como três figuras diminutas, logo numa das primeiras cenas. Depois, o mesmo ocorre quando nos deparamos com os missionários dentro de um barco, sendo açoitados pelas águas do mar com um ponto de vista do céu. A pequenez humana instaura-se plenamente em dois cortes. O curioso é como Scorsese rompe essa estrutura nas cenas seguintes. Começa como uma ideia pequena, mas o diretor sugere que as mínimas dúvidas deste diminuto padre estão crescendo. E elas, de fato, aumentam até tomar um tamanho assombroso. Não são só dúvidas: o medo frente ao vazio e a morte abate o personagem de tal modo, que ele se acovarda e, à certa altura, deixa bem claro que está prestes a desistir da sua missão. É por isso que ele procura tão obsessivamente seu mestre desaparecido (vivido por Liam Neeson, de “Busca Implacável”) em Nagasaki. Em sua busca por uma resposta que não se materializa, nem pelo homem e nem por Deus, ele se afunda numa espécie de embriaguez, que cala cada vez mais fundo. Em estrutura, o filme lembra muito a viagem de Willard (Martin Sheen) na selva asiática de “Apocalypse Now” (1979), o que nos leva a deduzir que este talvez seja o “Coração das Trevas” de Scorsese. A ambição é grande, mas as semelhanças com a ópera de guerra de Francis Ford Coppola param por aí. Scorsese foge o tempo todo do espalhafatoso, da grandiloquência. Cada detalhe é depurado. O roteiro, a composição dos atores, a encenação. A forma como o diretor trabalha com os espaços intriga. Amplos, em princípio, gradativamente vão encolhendo no decorrer da projeção, até o personagem ficar encerrado numa cela diminuta. Há, aliás, os espaços físicos e, também, os psicológicos. De repente, o espectador precisa lidar com diversos ambientes ulteriores: espaços que repercutem em outros espaços; situações que invadem outras e mudam nossas percepções, situações anteriores e comportamentos que acreditávamos já entender ou conhecer por completo. De certo, olhando de longe há carrascos e vítimas em cena, mas aproximando-se um pouco mais, existe uma questão filosófica um pouco mais sutil sobre a dimensão do que é visto e do que transcende essa condição. É antes de tudo o mistério do ser e do crer que Scorsese consegue com êxito captar na sua complexidade. Cada um porta em si uma parte indefinível de luz e de sombra, a exemplo do personagem encarnado por um Andrew Garfield magistral: sua inocência, seu sofrimento, sua estupidez o tornam demasiado humano. Curioso também como as diferenças entre a cultura ocidental e oriental, que antes são mostradas como imensas, a certa altura se unem e quase parecem indistinguíveis. Antes de morrer, um velho japonês diz ao jesuíta que soube lhe estender a mão: “Eu estou em ti, tu estás em mim… Nós estamos juntos…” Em essência, no filme, a terra fica cada vez mais escura, o céu mais sombrio e os ditames políticos parecem cada vez mais opressivos, mas alguma coisa misteriosa, no íntimo, continua a ser partilhada por todos. Alguns podem enxergar consolo religioso nisso. Claro que não vou contar o que acontece, mas penso que Scorsese transcende a religião. O espectador fica a vontade para decidir e discutir.

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    Filme do Papa Francisco é rico, envolvente e evita a propaganda religiosa

    10 de março de 2017 /

    O Papa Francisco é uma figura pública das mais admiráveis da atualidade. Por seu despojamento, sua simplicidade ao exercer o poder que tem, pela procura por ouvir, acolher e entender mais do que julgar ou restringir as pessoas e a diversidade humana. É um homem que pratica o que prega e o faz com humildade. Sua inserção neste nosso cada vez mais insensato mundo trouxe um sopro de tolerância e liberdade, que há muito se fazia necessário, sobretudo partindo da poderosa Igreja Católica. Chega a seu quarto ano de papado e ganha uma cinebiografia para celebrá-lo. O personagem é cativante e merece o apoio que tem recebido dos homens e mulheres de bem, sejam religiosos ou não. O problema que esse tipo de filme pode trazer é ser chapa-branca e servir apenas à propaganda ou propagação de uma religião. Ou só falar aos já convertidos. O título em português: “Papa Francisco: Conquistando Corações” só reforça essa impressão marqueteira. No entanto, o título original é outra coisa: “Francisco: El Padre Jorge” e corresponde muito melhor ao que é o filme e ao personagem que retrata. Jorge Bergoglio, o padre Jorge, que se tornou Papa, o primeiro da América Latina, é uma pessoa forjada no convívio com as questões sociais de uma região empobrecida. Sendo um homem de ir às ruas e ao contato com as pessoas, desenvolveu sensibilidade para ir muito além da doutrina e suas regras, o que seu antecessor Bento XVI, Joseph Ratzinger, não demonstrava. O filme mostra isso e coloca claramente os dois polos, o inovador e o conservador, mas evita qualquer crítica ao papa que renunciou. Ao contrário, até traz uma fala de Francisco, colocando como corajoso e revolucionário o seu ato surpreendente de renúncia. Certamente não convinha a crítica direta ou a comparação de estilos. Seria quase afrontoso fazê-lo, tão gritante é essa diferença. Da mesma maneira, o filme cita os escândalos da pedofilia na igreja e o do Banco do Vaticano, mas não lida com esses temas. Do casamento gay nem se fala. A questão do aborto aparece numa cena do papa, confortando uma fiel, que chorava e se dizia arrependida de ter tirado o feto. Terrível, mas algo passível de ser acolhido ou perdoado. A questão é mais complexa e pode dispensar essa culpa toda, mas já há algum avanço aí. De resto, o filme mostra a evolução do padre Jorge em cenas muito menos convincentes sobre a sua juventude, relações familiares e interesse por eventuais namoradas do que na sua vida adulta de padre, bispo, cardeal de Buenos Aires. Em parte, porque o ator que faz o jovem padre Jorge, Gabriel Gallicchio (novela “Entre Canibais”), não é muito expressivo no papel, enquanto o grande ator argentino Darío Grandinetti, bem conhecido do público brasileiro por filmes como “Fale Com Ela” (2002) e “Julieta” (2016), ambos de Pedro Almodóvar, ou “Relatos Selvagens” (2014), de Damián Szifron, encarna magistralmente o papa Francisco. A narrativa explora o período que envolve o conclave que elegeu Ratzinger e depois, o que elegeu Bergoglio, por meio do relacionamento do padre Jorge com a jornalista Ana, papel da ótima atriz espanhola Silvia Abascal (“O Lobo”), cuja parceria com Grandinetti resulta estupenda. O filme está longe de apresentar uma história simplificada ou adocicada. É uma boa produção, dirigida por Beda DoCampo Feijóo (“Amores Locos”), cineasta nascido em Vigo, na Espanha, mas radicado na Argentina desde que era bebê, e que se baseou em livro de uma jornalista argentina correspondente do Vaticano. Mostra os conflitos, as dificuldades e as questões que envolveram Bergoglio e a ditadura militar argentina, incluindo as denúncias feitas quando o atual papa assumiu. Explica e defende o papel que ele teve naquela ocasião, junto aos padres jesuítas sequestrados, além de outros atos de solidariedade que, como mostra o filme, parecem não só comuns como definidores da personalidade e da atuação do padre Jorge. Enfim, é um história rica e e envolvente e que não entra naquela categoria indesejável de filme religioso de propaganda.

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    Kong – A Ilha da Caveira é o único lançamento gigante em semana de 14 estreias

    9 de março de 2017 /

    A semana registra 14 lançamentos de cinema, mas a maioria em circuito limitado. A única estreia de tamanho gigante é “Kong – A Ilha da Caveira”, o novo filme de King Kong, que chega em quase mil salas, ocupando todas as telas IMAX. Desembarca nos trópicos precedido por críticas entusiasmadas nos EUA a seus efeitos visuais, apesar das inconsistências em sua trama e erros de continuidade dignos de Ed Wood. A ação se passa nos anos 1970 e acompanha uma equipe militar perdida na ilha que dá título à produção – e que apareceu em todas as versões da origem de King Kong. Ao privilegiar o “prólogo” clássico, o filme resgata a tradição pulp das histórias de dinossauros no mundo contemporâneo e remixa este conceito centenário – de clássicos de Edgar Rice Burroughs (“A Terra que o Tempo Esqueceu”) e Arthur Conan Doyle (“O Mundo Perdido”) – com o delírio de “Apocalypse Now” (1979). Mais quatro filmes falados em inglês entram em cartaz. Todos de tom dramático e que tiveram desempenho de chorar nas bilheterias norte-americanas. Dois deles são dramas de tribunal. “Versões de um Crime” puxa mais para o suspense, com Keanu Reeves defendendo o filho de uma antiga conhecida da acusação de assassinato do próprio pai, numa história de reviravoltas previsíveis. Já o britânico “Negação” é quase um docudrama, que questiona a existência do Holocausto num julgamento midiático, com Rachel Weisz tendo que provar que os crimes nazistas não foram apenas propaganda judaica. Os outros dois lançamentos foram concebidos de olho no nicho dos filmes de prestígio, mas se frustraram ao não conseguir indicações ao Oscar 2017. “Fome de Poder” conta a história polêmica da origem da rede McDonald’s, com Michael Keaton no papel de Ray Kroc, o empresário visionário e vigarista que se apropriou do negócio dos irmãos que batizam as lanchonetes. E “Silêncio” é o épico que Martin Scorsese levou décadas para tirar do papel. O filme sobre padres jesuítas, martirizados ao tentar levar o evangelho ao Japão do século 17, lhe permitiu fazer as pazes com o Vaticano, superando as polêmicas de “A Última Tentação de Cristo” (1988). O catolicismo também é o tema central de “Papa Francisco, Conquistando Corações”, cinebiografia do atual Papa, que, ao contrário do esperado, não carrega na pregação ou edulcora a religião, mostrando um retrato humano do religioso desde sua juventude até sua sagração. Chama atenção ainda o fato de a obra não evitar temas polêmicos, como a ditadura argentina e os escândalos de pedofilia entre padres. Duas produções brasileiras lutam por espaço onde não há. O documentário “Olhar Instigado” aborda um tema urgente: a arte de rua em São Paulo. Bem fotografado, o filme acompanha grafiteiros e pichadores pela noite paulistana, e chega às telas em momento de tensão política, após a Prefeitura considerar as latas de spray tão perigosas quanto armas nas mãos de bandidos. Mesmo assim, não faz distinção entre arte e vandalismo, não leva a discussão onde ela já está. O drama policial “O Crime da Gávea” também rende debate, devido à disputa de bastidores entre o roteirista e o diretor para definir quem foi seu “autor”. O roteirista Marcílio Moraes vem do mundo das novelas, que define como autor quem escreve o texto. Mas cinema é outra coisa. E com o diretor André Warwar escanteado na pós-produção, a premissa noir, do marido suspeito que tenta desvendar o assassinato da esposa, em meio ao contexto da boemia moderninha carioca, implode num acabamento (voice-overs, por exemplo) que não combina com o que foi filmado. Tanto ego rendeu uma estreia em cinco míseras salas. Para quem sentir falta de besteirol, a semana reserva a comédia italiana “Paro Quando Quero”. Por um lado, a trama embute uma crítica adequada à crise econômica europeia, que reduz universitários formados a trabalhadores braçais. Por outro, é descarada sua apropriação de “Breaking Bad” num contexto de enriquecimento rápido digno de “Até que a Sorte nos Separe”. A trama gira em torno de um grupo de sub-empregados que decidem unir seus conhecimentos acadêmicos para lançar uma nova droga no mercado, surtando quando o negócio os torna milionários. Para completar, a programação vai receber nada menos que cinco filmes franceses. Esse fenômeno resulta da supervalorização do cinema francófono entre as distribuidoras nacionais, reflexo de uma era longínqua em que produtos do país eram ícones de status social e cultural – a palavra “chique” é um galicismo do século 19. Com melhor distribuição entre os lançamentos franceses, “Personal Shopper” volta a juntar a atriz americana Kristen Stewart com o diretor Olivier Assayas, após a bem-sucedida parceria em “Acima das Nuvens” (2014). Levou o troféu de Melhor Direção no Festival de Cannes, mas é a ótima performance de atriz que prende o espectador em sua história de fantasmas, de clara inspiração hitchcockiana. “Souvenir” também deve sua distribuição à fama de sua estrela, a atriz Isabelle Huppert, indicada ao Oscar 2017 por “Elle”. Desta vez, porém, ela estrela um romance leve, francamente comercial, como uma cantora que flertou com o sucesso nos anos 1970 e, inspirada pela paixão de um jovem que a reconhece no trabalho, tenta retomar a carreira. Na mesma linha, “Insubstituível” traz François Cluzet como um médico do interior que treina, relutantemente, uma substituta mais jovem. Sem ligação com esse cinema descartável, “Fátima” lembra “Que Horas Ela Volta?” ao acompanhar uma mãe pobre e imigrante, que trabalha como faxineira e luta para manter as filhas na escola. Enquanto a mais nova vive sua rebelião adolescente, sem respeito pela mãe “burra” que mal fala francês, a mulher do título sacrifica a própria saúde para dar à filha mais velha a chance de cursar a faculdade. A produção usa o recurso de uma carta, escrita pela mãe, para amarrar a história, que venceu o César 2016 (o Oscar francês) de Melhor Filme, Roteiro e Atriz Revelação. Mesmo assim, há quem ache que o cinema francês decaiu muito desde a nouvelle vague. E para estes o circuito reserva a chance de conferir o relançamento, em cópia restaurada, do clássico “Hiroshima Meu Amor” (1959), de Alain Resnais, uma das primeiras obras-primas do movimento e que destaca a recém-falecida Emmanuelle Riva no papel principal. Clique nos títulos dos filmes destacados para ver os trailers de todas as estreias da semana.

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    Vídeo de A Cabana traz comentários de Octavia Spencer e Alice Braga sobre a trama

    8 de março de 2017 /

    A Paris Filmes divulgou um vídeo legendado de bastidores de “A Cabana”, com quatro minutos de duração, que traz entrevistas com as atrizes Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”) e Alice Braga (série “Queen of the South”). Na trama, elas interpretam manifestações divinas: Deus (ou melhor, o Pai da trindade cristã) e a Sabedoria. O filme é uma fantasia religiosa, que parte de uma tragédia pessoal, a morte da filha pequena do personagem de Sam Worthington (“Avatar”), para demonstrar que Deus existe e responder à velha pergunta: porque, sendo tão poderoso e amoroso, ele não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo? Baseado no best-seller homônimo do canadense William P. Young, filho de missionários evangélicos, “A Cabana” busca representar os aspectos divinos de Deus de forma racialmente correta: uma negra como o Pai, um carpinteiro israelense como o Filho (a referência é óbvia) e uma mulher japonesa como o Espírito Santo, sobrando para a brasileira viver a Senhora Sabedoria (do grego “sophia”, como o nome da personagem) citada por Salomão, que é tanto uma prefiguração do Espírito Santo entre os cristãos quanto o Torá para os judeus. Teólogos teriam problemas com esta representação no contexto do filme, mas se trata de uma fantasia meio infantil. O elenco ainda inclui Radha Mitchell (“Invasão à Casa Branca”), Ryan Robbins (série “Arrow”), Graham Greene (série “Longmire”) e o astro da música country Tim McGraw (“Um Sonho Possível”), que além de atuar canta a música-tema. O roteiro foi escrito por John Fusco (criador da série “Marco Polo”) e Destin Daniel Cretton (diretor de “Temporário 12”), e a direção é de Stuart Hazeldine (“Exame”). “A Cabana” entrou em cartaz no fim de semana nos EUA, rendendo menos que o esperado, e só estreia daqui a um mês, em 6 de abril, no Brasil.

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    Petrônio Gontijo vai estrelar cinebiografia de Edir Macedo

    8 de março de 2017 /

    A Paris Filmes confirmou Petrônio Gontijo no papel principal de “Nada a Perder”. O ator será Edir Macedo no filme dirigido por Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”). Petrônio já atuou em alguns filmes, como “Memórias Póstumas de Brás Cubas” (2001), “Boleiros 2” (2006) e “Os Dez Mandamentos – O Filme” (2016), mas será a primeira vez que terá papel de protagonista no cinema. “Nada a Perder” vai contar a história de Edir Macedo desde a infância até os dias de hoje. É baseado numa trilogia biográfica do bispo evangélico líder da Igreja Universal do Reino de Deus e dono da rede Record. A produção iniciará uma trilogia cinematográfica, em que cada filme adaptará um dos volumes biográficos escritos por Douglas Tavolaro, vice-presidente de Jornalismo da TV Record. O primeiro filme será baseado no livro homônimo, “Nada a Perder”, lançado em 2012. Os demais são “Nada a Perder 2 – Meus Desafios Diante do Impossível” e “Nada a Perder 3 – Do Coreto ao Templo de Salomão: A Fé Que Transforma”. Tavolaro também foi produtor-executivo do longa “Os Dez Mandamentos”. O longa começa a ser rodado em abril em São Paulo, mas também terá locações no Rio, Nova York, Jerusalém e Joanesburgo. Com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2018, terá distribuição da Paris Filmes e Downtown Filmes.

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    Record vai produzir minisséries sobre os grandes vilões da Bíblia

    7 de março de 2017 /

    A rede Record planeja produzir minisséries baseadas no conceito “Os Grandes Vilões da Bíblia”. Segundo a coluna de Flávio Ricco no UOL, a estreia acontecerá com a produção de “Jezabel – A Rainha Má”, em 10 episódios previstos para 2018. A sinopse apresentada pela autora Cristianne Fridman (das novelas “Vidas em Jogo”, “Vitória” e “Chamas da Vida”) já teria sido aprovada. Ela vai estrear no filão bíblico da emissora com a minissérie “O Rico e Lázaro”, que começa a ser exibida na próxima segunda (13/3). Entre as outras tramas discutidas, estariam as histórias de Judas e Caim. A produção de minisséries sobre vilões bíblicos segue o sucesso das novelas e séries de heróis da Bíblia, que reforçam o caráter religioso da teledramaturgia do canal.

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    Logan supera previsões e tem a melhor estreia do ano nos EUA

    5 de março de 2017 /

    A estreia de “Logan” estraçalhou as previsões mais otimistas. Enquanto os analistas de mercado projetavam uma abertura em torno de US$ 70 milhões, com base nos rendimentos de seu primeiro dia em cartaz, o filme surpreendeu por aumentar ainda mais a arrecadação no sábado e no domingo, chegando a US$ 85,3 milhões em seus primeiros três dias na América do Norte. Trata-se da maior abertura do ano até o momento. Mas também foram registrados outros recordes, como a melhor estreia de um filme solo do Wolverine e o maior faturamento de estreia de um filme com classificação etária “R” (proibido para menores de 17 anos) no mês de março nos EUA. No geral, “Logan” atingiu a quinta maior arrecadação de abertura de um filme “R” em todos os tempos no mercado doméstico. Mas não ficou nisso. A produção rendeu quase o dobro no exterior, chegando a impressionantes US$ 237,8 milhões mundiais em sua arrancada inicial. O sucesso de “Logan” demonstra que “Deadpool” não foi um fenômeno isolado. A ousadia da Fox, ao produzir dois filmes de super-heróis para maiores, compensou. Afinal, o êxito também se estendeu às críticas. “Logan” teve 93% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. E o boca-a-boca do público é totalmente favorável, com -A na classificação do CinemaScore, que pesquisa a opinião dos espectadores de cinema. Claro que, para chegar nisso, a Fox precisou se arrebentar com “Quarteto Fantástico” (2015). Fracasso de público e crítica, o filme demonstrou como o estúdio, responsável por intervir em sua produção, não sabia o que estava fazendo. Provavelmente continue sem saber, como assumiu seu CEO em entrevista cândida, mas ao menos passou a confiar em seus cineastas, que conseguiram fazer os filmes que queriam, com muito sucesso. Pesquisa recente realizada pelo site de venda de ingressos Fandango confirmou que o público gosta e quer mais adaptações adultas de super-heróis. A Fox saiu na frente e ganhou credibilidade. Warner e Disney que se preocupem. Líder na semana passada, o terror “Corra!” (Get Out) caiu para 2º sob o peso de “Logan”, mas atingiu US$ 75,9 milhões em dez dias em cartaz. Seu desempenho é uma das grandes surpresas deste começo do ano, tanto entre o público como entre a crítica, obtendo 99% de aprovação (caiu um ponto), após a publicação de todas as críticas das principais publicações da América do Norte. Um fenômeno. O superpoder demonstrado pelo líder das bilheterias ofuscou as demais estreias da semana. As duas outras novidades foram produções de temática parecida, focadas em espiritualidade, religião e vida após a morte. “A Cabana” abriu em 3º lugar, com US$ 16,1 milhões, enquanto “Antes que Eu Vá” implodiu em 5º, com US$ 4,9 milhões. Ambos os filmes serão lançados no Brasil pela mesma distribuidora, com estreias marcadas, respectivamente, para 6 de abril e 25 de maio. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Logan Fim de semana: US$ 85,3 milhões Total EUA: US$ 85,3 milhões Total Mundo: US$ 237,8 milhões 2. Corra! Fim de semana: US$ 26,1 milhões Total EUA: US$ US$ 75,9 milhões Total Mundo: US$ 75,9 milhões 3. A Cabana Fim de semana: US$ 16,1 milhões Total EUA: US$ 16,1 milhões Total Mundo: US$ 16,1 milhões 4. Batman Lego – O Filme Fim de semana: US$ 11,6 milhões Total EUA: US$ 148,6 milhões Total Mundo: US$ 256,8 milhões 5. Antes que Eu Vá Fim de semana: US$ 4,9 milhões Total EUA: US$ 4,9 milhões Total Mundo: US$ 4,9 milhões 6. John Wick – Um Novo Dia para Matar Fim de semana: US$ 4,7 milhões Total EUA: US$ 82,8 milhões Total Mundo: US$ 144,3 milhões 7. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: US$ 3,8 milhões Total EUA: US$ 158,7 milhões Total Mundo: US$ 194,9 milhões 8. A Grande Muralha Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 41,2 milhões Total Mundo: US$ 320,1 milhões 9. Cinquenta Tons Mais Escuros Fim de semana: US$ 3,4 milhões Total EUA: US$ 109,9 milhões Total Mundo: US$ 356,1 milhões 10. La La Land – Cantando Estações Fim de semana: US$ 2,9 milhões Total EUA: US$ 145,6 milhões Total Mundo: US$ 396,3 milhões

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    Cinema do interior dos EUA não exibirá A Bela e a Fera em protesto contra personagem gay

    3 de março de 2017 /

    Silas Malafaia não é único fundamentalista em guerra contra a “agenda gay” da Disney. O dono de um cinema “drive-in” do Alabama, considerado um dos Estados mais conservadores dos Estados Unidos, decidiu banir o filme “A Bela e a Fera” por não querer expor seus clientes a um novo personagem gay nas telas. O caso foi revelado pelo site da revista Variety. A versão com atores de “A Bela e a Fera”, que estreia em duas semanas,

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    Silas Malafaia pede boicote à Disney por beijo gay em animação

    3 de março de 2017 /

    O pastor Silas Malafaia gravou um vídeo divertido, pedindo um boicote à Disney, motivado pelo primeiro beijo gay exibido em uma animação do estúdio. A cena foi ao ar num episódio do desenho “Star vs. As Forças do Mal”, do Disney Channel. Nela, vários casais se beijam durante um show – entre eles gays, héteros e idosos. “A safadeza da Disney em querer erotizar e ensinar homossexualismo a crianças chegou em seus desenhos. Vamos dizer não para esses devassos”, escreveu ele no Twitter, abrindo uma série de publicações sobre o assunto. “A Disney fez a escolha de ensinar homossexualismo para as crianças. A declaração universal de direitos humanos diz que esse ensino é dos pais”, continuou, usando um termo pejorativo para designar a homossexualidade. “Vamos fazer uma grande campanha para os pais não comprarem nenhum produto da Disney. Essa é a resposta para esses que querem destruir a família. Não existe coisa mais covarde e asquerosa do que atingir crianças indefesas”. O vídeo que defende a disseminação da homofobia na infância destaca que a Disney “resolveu comprar a agenda gay”, novamente chamando o estúdio infantil de “asqueroso, nojento e covarde”. “Peço que todos os pais deixem de comprar produtos da Disney. Tem que doer no bolso dessa cambada”. O nível só caiu daí em diante. Ao responder um artigo sobre o assunto, do colunista Anselmo Goes do jornal O Globo, o pastor chamou o jornalista de “marica”, seguido por um kkk, demonstrando toda a sua seriedade e educação. E, em tom de pregação, tratou de disseminar o ódio. “Gays, esquerdopatas, devassos, imorais e anarquistas. É uma honra ter essa gente contra”. De todo modo, a histeria homofóbica já virou piada. Em vez de respostas favoráveis ou protestos contra a intolerância, a maioria dos comentários sobre os tuítes do pastor foram debochados. “Imagino agora, nesse momento, o pessoal da Disney numa sala, apavorados e discutindo sobre o tal Silas que quer boicote”, ironizou um internauta. “Não acredito que Malafaia causou a falência da Disney”, brincou outro. No ano passado, a Disney tomou uma posição bastante clara e firme contra a homofobia de políticos e religiosos, ao ameaçar tirar seus negócios do estado da Geórgia, quando uma lei de caráter preconceituoso foi aprovada pelo legislativo estadual. Graças à pressão econômica do maior estúdio de Hollywood, o governador da Geórgia não promulgou a lei. Para completar, é preciso avisar para o pastor sobre “A Bela e a Fera”, versão com atores do clássico animado de 1991. Já exibido para a imprensa, o final do filme deve merecer outro vídeo de “alerta às famílias e aos pais”.

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  • Filme

    Diretor de Os Dez Mandamentos filmará cinebiografia de Edir Macedo

    24 de fevereiro de 2017 /

    O filme sobre a vida de Edir Macedo, intitulado “Nada a Perder”, será dirigido por Alexandre Avancini, o responsável pela novela e o filme “Os Dez Mandamentos”. Segundo a Paris Entretenimento, Avancini se dedicará exclusivamente ao cinema durante todo o primeiro semestre do ano, segundo a Paris Entretenimento. “Nada a Perder” começa a ser rodado em abril, em São Paulo. Baseado numa trilogia biográfica do bispo evangélico líder da Igreja Universal do Reino de Deus e dono da rede Record, a produção também terá cenas filmadas no Rio de Janeiro, em Nova York, em Jerusalém, e em Joanesburgo, na África do Sul. Além de “Os Dez Mandamentos”, Alexandre Avancini dirigiu novelas como “Prova de Amor”, “Vidas Opostas”, “Caminhos do Coração”, “Os Mutantes”, “Promessas de Amor”, “Vidas em Jogo” e as séries “A Lei e o Crime” e “José do Egito”. A produção iniciará uma trilogia, em que cada filme adaptará um dos volumes biográficos, escritos por Douglas Tavolaro, vice-presidente de Jornalismo da TV Record. O primeiro filme será baseado no livro homônimo, “Nada a Perder”, lançado em 2012. Os demais são “Nada a Perder 2 – Meus Desafios Diante do Impossível” e “Nada a Perder 3 – Do Coreto ao Templo de Salomão: A Fé Que Transforma”. Tavolaro também foi produtor-executivo do longa “Os Dez Mandamentos”. Cada filme está orçado em cerca de R$ 16 milhões e os produtores não pretendem usar leis de incentivo para financiá-los. Para dar a dimensão grandiosa do projeto, a média do orçamento dos filmes nacionais comerciais gira em torno dos R$ 7,5 milhões.

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  • Filme

    Brimstone: Dakota Fanning enfrenta pastor sádico em trailer violento de western europeu

    6 de fevereiro de 2017 /

    A Momentum Pictures divulgou os pôsteres, novas fotos e o trailer de “Brimstone”, western europeu estrelado por Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”), Guy Pearce (“The Rover – A Caçada”) e Kit Harington (série “Game of Thrones”). Primeiro filme falado em inglês do cineasta holandês Martin Koolhoven (“AmnesiA”), “Brimstone” conta a história de uma mulher muda chamada Liz (Fanning), vítima do sadismo exacerbado de um pastor cruel (Pearce), que ao reencontrar o torturador planeja sua vingança. O elenco também inclui a inglesa Emilia Jones (“High-Rise”), a suiça Carla Juri (“Zonas Úmidas”), a sueca Vera Vitali (“Blind”) e a holandesa Carise Van Hotten (também de “Game of Thrones). O filme teve première no Festival de Veneza e estreia em 10 de março nos EUA. Não há previsão para seu lançamento no Brasil. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las e aproveite para ver outras fotos e três cenas do filme aqui.

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