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    Taylor Kitsch e Michael Shannon se confrontam no trailer da minissérie Waco, sobre massacre de seita

    15 de novembro de 2017 /

    A Paramount divulgou um novo trailer da minissérie “Waco”, sobre o massacre real de uma seita religiosa durante uma invasão mal-planejada do FBI nos anos 1990. A prévia destaca o nervosismo de Michael Shannon (“Animais Noturnos”) como o negociador da polícia e a impressionante transformação de Taylor Kitsch (série “True Detective”) no papel do líder da seita. A minissérie contará, em seis episódios, a história real do cerco à seita Branch Davidians, que durou 51 dias em 1993 e foi encerrado com uma invasão que culminou na morte de mais de 70 pessoas. Comandada por David Koresh, a seita vivia em um rancho no interior do Texas. Acreditando que o grupo estava armazenando armas, o governo autorizou uma busca no local. Segundo divulgado pela imprensa na época, os agentes foram recebidos a tiros, o que deu início ao cerco. Quatro agentes e seis membros da seita morreram durante o período em que o local ficou cercado. A situação levou os agentes do FBI a invadirem o local, mas a ação provocou um incêndio, no qual morreram a maioria dos integrantes da seita. O elenco também destaca John Leguizamo (“American Ultra”), Andrea Riseborough (“Oblivion”), Melissa Benoist (protagonista de “Supergirl”), Julia Garner (“A Fita Azul”), Rory Culkin (também de “A Fita Azul”), Paul Sparks (minissérie “The Night Of”) e Shea Whigham (série “Agent Carter”). A minissérie foi criada pelos irmãos John Erick Dowdle e Drew Dowdle (que escreveram “Quarentena”, “Assim na Terra como no Inferno” e “Horas de Desespero”, todos dirigidos por John Erick), baseados em dois livros: “A Place Called Waco”, de David Thibodeau, um dos sobreviventes, vivido na minissérie por Culkin, e “Stalling For Time: My Life as an FBI Hostage Negotiator”, do agente Gary Noesner, personagem de Shannon. A direção é de John Erick Dowdle e Dennie Gordon (série “Kingdom”), e a produção era da Weinstein Company, que teve seus créditos eliminados da divulgação – o que também deve acontecer na exibição – após o escândalo sexual de Harvey Weinstein. A estreia vai acontecer em janeiro para lançar o canal pago Paramount nos Estados Unidos, que ocupará o lugar do Spike, numa operação de rebranding do conglomerado Viacom.

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    A Comédia Divina impressiona de tão ruim que é

    11 de novembro de 2017 /

    Quem achou fraco “Como se Tornar o Pior Aluno da Escola” pode ficar impressionado com “A Comédia Divina”, de Toni Venturi. Mas impressionado no pior sentido, já que o que o filme chega a ser constrangedor, inclusive na forma. Uma pena, pois Monica Iozzi (“Superpai”), com seu carisma e simpatia, merecia uma estreia melhor como protagonista de cinema. Na trama, supostamente inspirada – não em “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri, mas em outra obra literária – no conto “A Igreja do Diabo”, de Machado de Assis, o “coisa-ruim” em pessoa resolve vir à Terra para fundar a sua própria igreja, vendo que está totalmente desacreditado pela humanidade. O que parece ser uma premissa ok se revela uma bobagem sem tamanho em questão de poucos minutos. E Murilo Rosa (“Área Q”) como o diabo é um horror. Primeira comédia de Toni Venturi, que até então tinha feito só filmes sérios como “Cabra-Cega” (2004) e “Estamos Juntos” (2011), além de documentários premiados, “A Comédia Divina” consegue uma façanha: não tem uma sequência boa sequer. Quando mais se pensa sobre o filme, pior fica.

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    Programação dos cinemas privilegia estreias para o Dia das Crianças

    12 de outubro de 2017 /

    Uma dezena de filmes chega aos cinemas no feriadão, mas os shoppings privilegiam os lançamentos infantis para o Dia das Crianças, além de um terror, lembrando ainda que sexta-feira é dia 13. Como é praxe, o circuito limitado fica com as melhores opções. Clique nos títulos em destaque abaixo para ver todos os trailers da programação. A animação da DreamWorks “As Aventuras do Capitão Cueca – O Filme” e o besteirol brasileiro “Como se Tornar o Pior Aluno da Escola” dividem a maioria das salas e tem até coincidência temática. Ambos acompanham dois moleques que aprontam na escola. No desenho, os meninos hipnotizam o diretor do colégio, fazendo-o acreditar que é um super-herói, com resultados divertidos. Adaptação dos livros infantis do escritor americano Dav Pilkey, o filme tem 87% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Já na trama da comédia brasileira, baseada em livro de Danilo Gentili, o próprio autor convence os protagonistas mirins de que não é preciso estudar para se dar bem – e que a vida adulta é só diversão! Essa mensagem “politicamente” incorreta é acompanhada por piadinhas infantis, mas contadas com escatologia e vocabulário impróprio para menores de 14 anos. Destacam-se as participações do cantor Moacyr Franco e do mexicano Carlos Villagrán (o Quico do seriado “Chaves”). O terror “A Morte Te Dá Parabéns” é uma variação do tema do looping temporal, adaptando a premissa de “Feitiço do Tempo” (1993) e “No Limite do Amanhã” (2014) a um contexto de slasher. Numa situação típica do gênero, um serial killer mascarado ataca a protagonista numa república feminina. Mas, após morrer, ela acorda para reviver novamente o mesmo dia, que por acaso é o seu aniversário. E isso acontece sucessivas vezes, até ela se convencer que, para sobreviver, precisará descobrir a identidade do assassino. O filme também estreia neste fim de semana nos Estados Unidos e tem 64% de aprovação no Rotten Tomatoes. A direção é de Christopher Landon (da franquia “Atividade Paranormal” e do terrir “Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”) e foi escrito em parceria com Scott Lobdell, autor de inúmeros quadrinhos dos X-Men e derivados, como “Geração X” e o crossover da “Era de Apocalipse”. Ainda há dois lançamentos para o público infantil no circuito limitado. A animação francesa “Garoto Fantasma” é dos mesmos diretores de “Um Gato em Paris” (2010) e traz um belíssimo visual estilizado, ao estilo dos quadrinhos europeus da chamada “linha branca” (desenhos limpos influenciados por “Tintim”). A história também é típica do gênero, girando em torno de um menino que usa projeção astral para ajudar um detetive numa cadeira de rodas a prender um perigoso criminoso. 87% no Rotten Tomatoes. Por sua vez, “A Menina Índigo” é o “X-Men espírita nacional”. Cheio de situações clichês e personagens estereotipados, tem pais divorciados que só discutem, jornalistas sensacionalistas malvados, professores incapazes e uma criança mutante/espírita/superdotada, que demonstra enorme talento para as artes plásticas, jogando tinta por todo o lado feito um Jackson Pollock do ensino fundamental – além de curar pessoas doentes com seu toque!! Ela é uma das “Crianças Índigos”, uma geração dotada de inteligência e espiritualidade superior, “um novo tipo de evolução humana”, igual aos X-Men da Marvel ou à protagonista mirim da série “Believe” (2014). Só que de verdade. Assim como era “de verdade” a trama passada no plano espiritual de “Nosso Lar” (2010), longa do mesmo diretor, Wagner de Assis. Terceiro longa brasileiro da semana, “Entre Irmãs” se sai melhor, mas também abusa dos clichês. Drama de época passado nos anos 1930, acompanha Luzia (Nanda Costa, de “Gonzaga: De Pai pra Filho”), a irmã aventureira, e Emília (Marjorie Estiano, da série “Sob Pressão”), a romântica, que acabam tendo destinos muito diferentes. Uma se decepciona ao realizar o sonho de se casar e morar na capital, enquanto a outra se junta a bandoleiros e vira cangaceira. Baseada em best-seller, com narrativa episódica e longa duração, a produção parece minissérie da Globo. A direção é de Breno Silveira, do filme/minissérie da Globo “Gonzaga: De Pai para Filho” (2012). Os destaques do circuito limitado são duas produções americanas independentes, “Logan Lucky – Roubo em Família” e “Detroit em Rebelião”, muito bem-avaliadas no Rotten Tomatoes, que marcam as voltas dos diretores Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Kathryn Bigelow (“A Hora Mais Escura”) ao cinema, meia década após seus últimos filmes. Com notáveis 93% de aprovação, a comédia “Logan Lucky” gira em torno de dois irmãos caipiras que planejam um roubo ambicioso, mas, como são incrivelmente estúpidos, procuram ajuda de um especialista para realizar o golpe. O fato do “ajudante” estar preso é apenas um detalhe de como o plano é pouco esperto. Channing Tatum (“Magic Mike”) e Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”) são os irmãos e Daniel Craig (o “007”) vive o presidiário, com os cabelos descoloridos e uma musculatura impressionante. “Detroit em Rebelião” tem 83% de críticas positivas e marca a terceira parceria de Bigelow com o roteirista Mark Boal, após “Guerra ao Terror” (2008) e “A Hora Mais Escura” (2012). Baseado em fatos reais, o longa retrata a devastadora revolta popular que tomou conta de Detroit ao longo de cinco dias em 1967, quando uma operação policial mal-planejada matou três jovens negros, precipitando uma rebelião civil, que cresceu para uma batalha campal com um saldo de 43 mortos, mais de 340 feridos e 7 mil prédios queimados. O elenco inclui John Boyega (“Star Wars: O Despertar da Força”), Will Poulter (“O Regresso”), Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”) e Anthony Mackie (“Capitão América: Guerra Civil”). Completam a programação dois dramas premiados, que por coincidência se baseiam em fatos reais, passam-se na mesma época e exploram o mesmo tema: inocentes injustiçados e oprimidos pela suspeita de serem comunistas nos anos 1980. “El Amparo” chega aos cinemas praticamente um ano após vencer a Mostra de São Paulo. Estreia do diretor venezuelano Rober Calzadilla, acompanha dois sobreviventes de um massacre cometido pelo exército, que confundiu pescadores com guerrilheiros na fronteira entre a Colombia e a Venezuela. Presos e forçados a confessar seus crimes, os suspeitos geram comoção em sua comunidade e ganham a solidariedade dos vizinhos, que refutam a história oficial. A obra também foi premiada nos festivais de Biarritz, Havana e Marselha. Por fim, o sul-coreano “O Advogado” conquistou vários prêmios da indústria asiática, mas é uma produção de quatro anos atrás e chapa-branca. O filme e o personagem-título, que começa obcecado em fazer dinheiro, mudam de registro bruscamente quando surge o caso de um jovem espancado pela polícia e preso sem mandato, ao ser considerado, com seus colegas estudantes, simpatizante da Coreia do Norte. Indignado, o advogado contábil Roh Moo-hyun vira militante dos direitos humanos e assume tom exaltado, além de fervor patriótico, ao defender o caso no tribunal. A repercussão lançou sua carreira política. Considerado um grande exemplo de moral e justiça, o verdadeiro Roh Moo-hyun foi eleito presidente da Coreia do Sul em 2003. Mas, ao encerrar o mandato, foi implicado num grande escândalo de corrupção, envolvendo (o equivalente a) seus ministros, parentes e construtoras… Ao contrário de outros, ele não afirmou que era o homem mais honesto da história deste… do seu país. Assumiu o erro, se disse envergonhado, pediu para os seguidores deixarem de idolatrá-lo e morreu após se jogar de um precipício em 2009. Em sua nota de suicídio, ele pediu desculpas por fazer “muitas pessoas sofrerem”. A reviravolta foi que, exatamente como outros, ele saiu da vida para entrar na história, transformando-se em mártir de uma perseguição política injusta. O filme-exaltação faz parte do reboot da narrativa oficial, que visa redimir sua biografia.

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    Bichos falantes aprontam presepada em animação sobre o primeiro Natal

    5 de outubro de 2017 /

    A Sony Animation divulgou o pôster e o primeiro trailer completo da animação “The Star”. A prévia mostra como animais falantes inventaram o termo “presepada”, ao ajudar José e Maria a criar o Natal. Estrelando o Burro de “Shrek”. Na verdade, trata-se da velha história do nascimento de Jesus, com judeus malvados no encalço de José e Maria, os Reis Magos e a estrela D’alva, que é referenciada no título. Só que narrada pelos bichos do presépio, que vivem inúmeras aventuras ignoradas pelo Novo Testamento. A prévia evidencia o baixo orçamento da empreitada, com personagens que lembram outras produções numa animação de aparência tosca – basta comparar com os inúmeros lançamentos de bichos falantes criados por computação gráfica nos últimos anos. Mesmo assim, conta com participação de vários atores famosos – que serão dublados por profissionais anônimos no lançamento nacional. Só para constar, as vozes originais são de Kristin Chenoweth (série “Deuses Americanos”), Steven Yeun (“The Walking Dead”), Keegan-Michael Key (“Friends from College”), Anthony Anderson (“Black-ish”), Ving Rhames (“Missão Impossível”), Oprah Winfrey (“Selma”), Tyler Perry (“O Clube das Mães Solteiras”), Christopher Plummer (“Toda Forma de Amor”), Tracy Morgan (“30 Rock”) e da cantora Kelly Clarkson, além de Zachary Levi (série “Chuck”) como José e Gina Rodriguez (“Jane the Virgin”) como Maria. O roteiro é de Carlos Kotkin (“Rio 2”) e a direção de Timothy Reckart, que estreia na função após ser o principal animador de “Anomalisa” (2015). “The Star” chega em 30 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos cinemas americanos (em 17/11).

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  • Filme

    Projeto de Lei quer proibir profanação de símbolos sagrados em filmes, games e eventos artísticos

    4 de outubro de 2017 /

    Um projeto de lei apresentado pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP) no fim de setembro quer proibir a “profanação de símbolos sagrados” em manifestações artísticas — incluindo filmes, games e eventos artístico — , além de reforçar a obrigação de apresentações ao vivo a contarem com classificação indicativa adequada para crianças e adolescentes. Segundo o texto do PL 8615/2017, “esta Lei modifica o artigo 74 da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, para obrigar as exibições ou apresentações ao vivo, abertas ao público, tais como as circenses, teatrais e shows musicais, a indicarem classificação indicativa adequada às crianças e aos adolescentes e proibir que a programação de TV, cinema, DVD, jogos eletrônicos e de interpretação –RPG, exibições ou apresentações ao vivo abertas ao público profanem símbolos sagrados”. Segundo Feliciano, que é pastor da Catedral do Avivamento, ligada à Assembleia de Deus, o projeto incluiria símbolos sagrados de todas as religiões. “O que for sagrado para uma pessoa, será contemplado. Já existe uma lei que proíbe a profanação de imagens sagradas. Por isso, não seria censura. O problema é que a lei não é observada. Não dá para dizer que é arte quando alguém pega um crucifixo e coloca no ânus. Em uma exposição, outro dia, um indivíduo pegou a imagem de Nossa Senhora, que é adorada por 80% da população brasileira, a colocou sobre seu órgão genital e depois a triturou. Isso é um absurdo. Por muito menos um pastor teve que sair do país porque chutou uma imagem de Nossa Senhora”, ele disse, em entrevista ao jornal O Globo. Vale lembrar que algo parecido com a descrição do uso de crucifixo em lugar impróprio acontece com destaque numa obra-prima do cinema, “O Exorcista” (1973), que talvez não pudesse ser exibido no Brasil sem cortes se esta lei estivesse em vigor no Brasil, lembrando a atividade dos censores durante a ditadura militar. Questionado se um jogo histórico que retratasse Maomé, por exemplo, seria proibido, o deputado lembrou o ataque ao jornal satírico francês “Charlie Hebdo”, em janeiro de 2015, quando doze pessoas foram mortas. “Meu projeto visa que se coloque limite em tudo. No caso do ‘Charlie Hebdo’, fizeram uma brincadeira como uma imagem sagrada, de Maomé, e resultou na morte de muitas pessoas. Existem super-heróis, jogos de ação… Por que tocar naquilo que é sagrado para as pessoas? Claro, o projeto é muito abrangente. Quando você cria um projeto, você lança a ideia para abrir um debate. Os jogos de RPG, por exemplo, eu incluí mais pela questão da faixa etária”. A iniciativa acontece no momento em que a performance “La Bête”, parte do 35ª Panorama da Arte Brasileira no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), destaca a nudez do artista Wagner Schwartz. “Eu não quero censurar a arte, quero censurar o abuso infantil”, disse o deputado, diante da polêmica despertada por crianças que brincaram com o homem nu. Na entrevista para O Globo, ele chega a comparar a nudez do herói bíblico Davi, na famosa escultura de Michelangelo, com a performante de Schwartz. “Michelangelo pegou uma pedra bruta séculos atrás e transformou em uma imagem perfeita. É diferente de um cidadão aparecer nu, apoiado pela Lei Rouanet, em um museu. Isso é um ato criminoso. O corpo é feito de matéria, então o cidadão poderia ter uma ereção, certo? Não se pode comparar arte com lixo. Arte é uma coisa bonita, que precisa de fato de habilidades diferentes. Que habilidade existe em alguém que deita nu? Isso não é arte, é depravação. Mas tem umas pessoas que acham que são mais inteligentes que eu, botam um cidadão vomitando em uma tela e chamam de arte. Isso é coisa de débil mental”.

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    Waco: Minissérie sobre massacre de seita ganha fotos e primeiro trailer

    27 de setembro de 2017 /

    A Paramount divulgou o primeiro trailer da minissérie “Waco”, sobre o massacre real de uma seita religiosa durante uma invasão mal-planejada do FBI nos anos 1990. A prévia destaca o nervosismo de Michael Shannon (“Animais Noturnos”) como o negociador da polícia e a transformação de Taylor Kitsch (série “True Detective”) como o líder da seita. A minissérie contará, em seis episódios, a história real do cerco à seita Branch Davidians, que durou 51 dias em 1993 e foi encerrado com uma invasão que culminou na morte de mais de 70 pessoas. Comandada por David Koresh, a seita vivia em um rancho no interior do Texas. Acreditando que o grupo estava armazenando armas, o governo autorizou uma busca no local. Segundo divulgado pela imprensa na época, os agentes foram recebidos a tiros, o que deu início ao cerco. Quatro agentes e seis membros da seita morreram durante o período em que o local ficou cercado. A situação levou os agentes do FBI a invadirem o local, mas a ação provocou um incêndio, no qual morreram a maioria dos integrantes da seita, incluindo Koresh. O elenco também destaca John Leguizamo (“American Ultra”), Andrea Riseborough (“Oblivion”), Melissa Benoist (protagonista de “Supergirl”), Julia Garner (“A Fita Azul”), Rory Culkin (também de “A Fita Azul”), Paul Sparks (minissérie “The Night Of”) e Shea Whigham (série “Agent Carter”). A minissérie foi criada pelos irmãos John Erick Dowdle e Drew Dowdle (que escreveram “Quarentena”, “Assim na Terra como no Inferno” e “Horas de Desespero”, todos dirigidos por John Erick), baseados nos livros “A Place Called Waco”, de David Thibodeau, um dos sobreviventes, vivido na minissérie por Culkin, e “Stalling For Time: My Life as an FBI Hostage Negotiator”, do agente Gary Noesner, personagem de Shannon. A direção é de John Erick Dowdle e Dennie Gordon (série “Kingdom”), com produção da Weinstein Company. A estreia vai acontecer em janeiro para lançar o canal pago Paramount, que ocupará o lugar do Spike nos Estados Unidos.

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    Filme sobre czar Nicolau gera protestos violentos e atentados de extremistas na Rússia

    24 de setembro de 2017 /

    A pré-estreia do filme “Matilda”, baseado nas memórias da bailarina Matilda Kshesinskaya, que conta seu caso de amor com o último czar da Rússia, Nicolau II, gerou uma onda de protestos violentos na Rússia. Extremistas religiosos não aceitam a forma como o filme retrata Nicolau II e consideram desrespeitoso o trabalho do premiado cineasta Alexei Uchitel (venceu o Festival de Karlovy Vary em 2008). Para a Igreja Ortodoxa Russa, o czar assassinado pelos bolcheviques é um mártir. Superprodução, que chega comercialmente aos cinemas russos em 25 de outubro, o filme enfrentou dificuldades em realizar pré-estreias após ataques de extremistas contra o público e funcionários de cinemas. Organizado e disseminado pelas grandes cidades da Rússia, o protesto tem o objetivo de impedir a exibição de “Matilda”. A polícia chegou a prender indivíduos acusados de agressão contra quem tinha ingressos para a première do filme, de acordo com a agência Reuters. Mas a situação é tão grave que os radicais incendiaram até carros estacionados fora do escritório do advogado do diretor Uchitel. Um ataque incendiário também foi tentado contra o estúdio que rodou a produção, acompanhando o envio de cartas ameaçadoras a centenas de cinema, avisando para não exibirem a produção se não quisessem arder. Um cinema de Moscou que participou do circuito de pré-estreias do filme sofreu um atentado, com um motorista jogando um veículo carregado de material inflamável contra sua fachada. Ninguém ficou ferido e o criminoso foi preso em flagrante. O responsável pelas cartas, Alexander Kalinin, líder de um grupo religioso chamado Estado Cristão, também foi preso. Mesmo assim, várias salas já se recusam a mostrar o filme.

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  • Filme

    Filme sobre Edir Macedo teria sido adquirido pela Netflix em negócio milionário

    19 de setembro de 2017 /

    A Netflix teria adquirido os direitos de exibição do filme “Nada a Perder”, que conta a história de vida do religioso Edir Macedo, num negócio milionário, para exibição em todos os 190 países onde a plataforma está presente. Os números são confidenciais, mas, segundo o colunista do UOL Flávio Ricco, oficiosamente se fala que é o maior valor já pago pelo Netlfix por um filme de língua não inglesa. A negociação foi conduzida por Douglas Tavolaro, vice-presidente de jornalismo da Record e autor do livro sobre Macedo que inspira a produção, que conseguiu um acordo inédito, com uma janela de três meses de lançamento nos cinemas brasileiros e no exterior. Após este período, o filme irá direto para a plataforma do Netflix, com licença de cinco anos. “Nada a Perder” traz Petrônio Gontijo (novela “Os Dez Mandamentos”) como o empresário religioso e o elenco ainda inclui Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”). A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e a estreia está prevista para o começo de 2018.

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  • Série

    Conheça mais cinco séries e os próximos projetos da plataforma Hulu

    18 de setembro de 2017 /

    A vitória de “The Handmaid’s Tale” como Melhor Série de Drama no Emmy 2017 jogou luz sobre a Hulu, plataforma até então considerada a terceira força entre os gigantes do streaming americano. A repercussão da vitória de sua série mais famosa deve aumentar o número de assinantes e de projetos do serviço, que, ao contrário de seus concorrentes Netflix, Amazon e até Crackle, não está disponível no Brasil. Assim como o canal Paramount já anunciou ter adquirido “The Handmaid’s Tale”, várias outras atrações da plataforma começam a chegar ao país de forma avulsa, pelo Fox Premium. Conheça abaixo o que mais, além de “The Handmaid’s Tale”, o serviço oferece ao público americano. THE PATH Assim como “The Handmaid’s Tale” é uma série sobre opressão, aclamada pela crítica (76% de aprovação no site Rotten Tomatoes) e com grande repercussão nas redes sociais devido a sua temática polêmica, e foi recentemente renovada para a 3ª temporada. Criada por Jessica Goldberg (roteirista da série “Parenthood”), a atração é estrelada por Aaron Paul (série “Breaking Bad”) e Michelle Monaghan (série “True Detective”) e gira em torno da crise de fé do casal, integrante de um culto controverso. Os capítulos mais recentes mostraram Paul se rebelando contra a seita, que ainda mantém o controle de sua mulher. O elenco ainda destaca Hugh Dancy (série “Hannibal”) como o líder da seita. Inédita no Brasil. CHANCE A série traz Hugh Laurie de volta ao papel de médico após o final de “House” e também é batizada com o nome do protagonista, o Dr. Eldon Chance. Mas as semelhanças acabam aí. Enquanto “House” era uma drama hospitalar, “Chance” é um thriller policial, que enfatiza o suspense e o clima noir, sem perder tempo com os diagnósticos médicos. Na atração, Chance é um neuropsiquiatra forense de São Francisco que mergulha numa espiral de violência, após decidir se envolver no caso de uma paciente que sofre nas mãos do marido abusivo. Sem poder denunciar o caso, já que o suspeito também é um cruel detetive da polícia, ele se alia a um homem com histórico de violência (Ethan Suplee, da série “My Name Is Earl”) para “lidar com a situação” por conta própria. A 2ª temporada começa em outubro com uma nova história da dupla dinâmica. Baseada no livro homônimo de Kem Nunn (criador da série “John from Cincinnati”), que também assina a adaptação, a série tem episódios dirigidos pelo cineasta Lenny Abrahamson (do elogiado “O Quarto de Jack”) e 80% de aprovação no Rotten Tomatoes. Faz parte da programação da Fox Premium. HARLOTS Série de época que também lida com empoderamento feminino e objetificação, “Harlots” traz a atriz Jessica Brown Findlay (Lady Sybil em “Downton Abbey”) como uma prostituta de luxo da Londres do século 18 e tem impressionantes 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Criada pela roteirista Moira Buffini (“Bizantium”) e a produtora Alison Newman (“The Tree Widow”), a atração acompanha Margaret Wells (Samantha Morton, de “John Carter”), suas filhas e seu esforço para conciliar seus papéis de mãe e dona de um bordel. Quando seu negócio sofre o ataque de uma rival (Lesley Manville, de “Malévola”), Margaret resolve contra-atacar, mesmo que isso signifique colocar sua família em risco. Brown Findlay interpreta Charlotte, a filha mais velha de Margaret e cortesã mais cobiçada da cidade. Encontra-se renovada para a 2ª temporada e faz parte da programação da Fox Premium. CASUAL Com três temporadas disponíveis, é a série de comédia original mais bem-sucedida do Hulu – que ainda exibe “The Mindy Project” desde seu cancelamento na Fox. Criada por Zander Lehmann (roteirista de “The Shannara Chronicles”), gira em torno de uma família disfuncional, formada por um jovem namorador (Tommy Dewey, da série “Code Black”) e sua irmã recém-divorciada (Michaela Watkins, de “Como se Tornar um Conquistador”), que voltam a morar juntos, acompanhados da filha adolescente dela (Tara Lynne Barr, da série “Aquarius”). O humor dramático das situações, que retrata como o trio lida com o sexo casual, alimenta uma empatia típica do melhor cinema indie, em grande parte graças ao produtor e diretor de alguns episódios: ninguém menos que o cineasta Jason Reitman (“Juno”, “Jovens Adultos”, “Sem Escalas”). Além de ter sido indicada ao Globo de Ouro de Melhor Série de Comédia do ano passado, tem 88% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Inédita no Brasil. SHUT EYE Passada no submundo dos médiuns e cartomantes, a história gira em torno de um mágico e golpista fracassado (Jeffrey Donovan, da série “Burn Notice”), que supervisiona os negócios místicos de Los Angeles para uma família de ciganos cruéis e poderosos. Envolvido em trapaças sem fim, ele tem sua visão cínica desse mundo desafiada, quando começa a ter visões que podem ser reais, numa reviravolta que o faz questionar tudo em que acredita. Criada por Leslie Bohem (minissérie “Taken”), a série inclui em seu elenco Isabella Rossellini (“Veludo Azul”) como uma matriarca cigana vingativa. Os primeiros episódios não entusiasmaram a crítica americana (só 38% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas após um começo incerto, a guinada da trama rumo a mais violência e tensão inspirou o Hulu a apostar em seu potencial, renovando-a para sua 2ª temporada. Estreia na Fox Premium em 10 de outubro. E MAIS… Antes mesmo da vitória de “The Handmaid’s Tale”, a Hulu tinha alinhado uma nova safra de séries, que começam a chegar em sua programação no final do ano. Entre elas está “Future Man”, cuja prévia “de bastidores” pode ser conferida acima. Nova produção da dupla Seth Rogen e Evan Goldberg, diretores-roteiristas de “A Entrevista” e criadores da série “Preacher”, a atração gira em torno de Josh Futturman (Josh Hutcherson, de “Jogos Vorazes”), que é apenas um faxineiro durante o dia, mas de noite se transforma num gamer de nível mundial. Ao ultrapassar o último nível de Cybergeddon, descobre que o jogo era na verdade um vídeo de treinamento e que ele fora selecionado para viajar no tempo para salvar o mundo. A Hulu também está desenvolvendo a série de terror “Locke & Key”, adaptação dos quadrinhos de Joe Hill (“Amaldiçoado”), filho do escritor Stephen King, que terá direção e produção do cineasta Andy Muschietti (“It: A Coisa”), e uma minissérie sobre o político americano Robert F. Kennedy, que será estrelada e produzida pelo ator Chris Pine (“Mulher-Maravilha”).

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  • Filme

    História do filme Invencível vai ganhar continuação do diretor de Deus Não Está Morto

    11 de setembro de 2017 /

    A história de “Invencível” (Unbroken), longa dirigido por Angelina Jolie em 2014, ganhará uma sequência em breve. Segundo o site Deadline, o produtor Matt Bauer retomará a trama com novo diretor e elenco. O filme tem como título original “Unbroken: Path to Redempetion” (invencível: o caminho da redenção) e será baseado na segunda parte do livro escrito por Laura Hillenbrand. Jolie só filmou a primeira parte, deixando de fora os aspectos de cinema evangélico da trama. O roteiro é de Richard Friedenberg (“Nada É para Sempre”) e Ken Hixon (“Corações Perdidos”) e vai se concentrar justamente na história de conversão religiosa do ex-atleta olímpico e prisioneiro de guerra Louis Zamperini, enquanto ele tenta retomar sua vida nos EUA. Após o fim da 2ª Guerra Mundial, ele se casa com o amor de sua vida, Cynthia Applewhite, mas precisa lutar com transtorno pós-traumático e constantes pesadelos. Isto o faz cair no alcoolismo, depressão e desespero. Convencido por sua esposa, ele redescobre Jesus, larga a bebida e começa o processo de cura. O longa será dirigido por Harold Kronk, de “Deus Não Está Morto”, reforçando seu apelo para o público evangélico. Este mesmo objetivo é realçado com a escalação do pastor Will Graham para interpretar seu próprio avô, um dos mais famosos pastores americanos, Billy Graham, responsável pela conversão de Zamperini. Já o papel de Zamperini, interpretado por Jack O’Connell na produção original, será vivido por Samuel Hunt (da série “Chicago P.D.”). O orçamento não foi divulgado, mas elenco e diretor sugerem uma versão bem mais econômica que o épico levado às telas por Angelina Jolie. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Fernando Meirelles vai dirigir filme sobre o Papa Francisco

    8 de setembro de 2017 /

    A Netflix confirmou o diretor Fernando Meirelles (“Na Estrada”) à frente de um filme sobre a relação entre os papas Francisco e Bento XVI. Segundo a revista Variety, Jonathan Pryce (que foi grande Pardal da série “Game of Thrones”) será o papa argentino, enquanto Anthony Hopkins (série “Westworld”) viverá o alemão Bento XVI, o líder da Igreja Católica que renunciou ao cargo. Intitulado “The Pope”, o filme é baseado numa peça de Anthony McCarten, indicado ao Oscar pelo roteiro de “A Teoria de Tudo” (2014). O próprio McCarten assinará a adaptação. As gravações terão início em novembro na Argentina. Parceiro de longa data de Meirelles, Cesar Charlone (série “3%”) será o diretor de fotografia do projeto, que irá abordar a amizade, mas, também os pontos de vistas diferentes dos papas. Este será o primeiro filme de Fernando Meirelles desde “360”, em 2012. No ano passado, o cineasta responsável pelo clássico “Cidade de Deus” comandou a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. A produção ainda não tem previsão de estreia.

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    Trailer de A Comédia Divina traz Murilo Rosa como o diabo

    5 de setembro de 2017 /

    A Imagem Filmes divulgou o novo trailer de “A Comédia Divina”, comédia infernal em que Murilo Rosa (“Área Q”) vive o diabo. A prévia mostra como ele resolve melhorar sua imagem com o projeto de abrir sua igreja na Terra e ocupar um canal de TV para conquistar mais fiéis. Para isso, conta com a ajuda de uma repórter ambiciosa, vivida por Monica Iozzi (“Superpai”). O samba enredo inclui Zezé Motta (a eterna “Chica da Silva”) no papel de Deus. Primeira comédia de Toni Venturi, que até então tinha feito só filmes sérios como “Cabra-Cega” (2004) e “Estamos Juntos” (2011), além de documentários premiados, “A Comédia Divina” não tem relação com “A Divina Comédia” de Dante Alighieri, mas com outra obra literária, o conto de Machado de Assis “A Igreja do Diabo”, atualizado para os dias de hoje – embora a “atualização” ignore que a Igreja do Diabo já existe há bastante tempo na vida real, fundada em 1966 em Nova York. O elenco traz ainda Thiago Mendonça (“Somos Tão Jovens”), Juliana Alves (“Made in China”), Dalton Vigh (“Meu Amigo Hindu”), Thogun Teixeira (“O Escaravelho do Diabo”) e Débora Duboc (“Estamos Juntos”), entre outros. “A Comédia Divina” é uma produção da Olhar Imaginário e Aurora Filmes, em coprodução com a Globo Filmes. A distribuição é da Imagem Filmes e a estreia está prevista para 19 de outubro.

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    A Garota Ocidental examina a repressão feminina na tradição muçulmana

    29 de julho de 2017 /

    Certos filmes se fazem necessários menos por suas implicações estéticas e mais pela necessidade de chamar atenção para injustiças sociais. Especialmente em se tratando de uma cultura muito resistente como a tradição muçulmana, que influencia variados povos, etnias e crenças com sua inequívoca mensagem de repressão feminina. “A Garota Ocidental – Entre o Coração e a Tradição”, de Stephan Streker (“Michael Blanco”), apresenta história de Zahira (Lina El Arabi, da série francesa “Kaboul Kitchen”), uma jovem paquistanesa que é obrigada pela tradição a se casar com um homem paquistanês, mesmo morando em uma moderna cidade belga e contrariada com a imposição de sua família. Para piorar ainda mais a situação da moça, ela está grávida de um rapaz que não quer assumir a paternidade. Ela tenta, em algum momento, fazer o aborto, mas é impedida por sua consciência. Ela pede para que o procedimento seja interrompido. Um dos grandes méritos do filme é colocar o espectador no lugar de Zahira, já que, desde o começo, sentimos uma angústia que permanece até o fim da projeção. Aliás, que permanece um bom tempo depois que os créditos sobem. Mas será que a culpa do destino de Zahira é mesmo da religião e da cultura, elementos que aprisionam as pessoas, ou há algo que se aproxima de maldade pura na história? O que é mostrado no filme é uma questão complexa, mas não deixa de conter esse tipo de questionamento. O filme tem uma aproximação tão forte com a protagonista que quase beira um registro documental, com uso de câmera na mão em diversos momentos. Mesmo os momentos em que Zahira tenta se libertar, fugindo de casa ou mesmo da cidade, com um rapaz que diz gostar dela, parecem inquietantes, pois há sempre uma impressão de algo muito ruim que esteja prestes a acontecer. Isso demonstra a força da direção de Streker, cineasta belga que tem sua primeira obra lançada no Brasil em circuito comercial. E talvez tenha chamado atenção dos distribuidores justamente pela temática apelativa, no bom sentido do termo.

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