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  • Filme

    “Velozes e Furiosos 9” estreia com maior bilheteria internacional da pandemia

    23 de maio de 2021 /

    “Velozes e Furiosos 9” deu sua largada nos cinemas em oito países e já disparou nas bilheterias. Lançado em mercados em que os cinemas estão funcionando normalmente, o filme teve vendas tão fortes quanto no período anterior à pandemia, a ponto de se tornar a segunda maior estreia do estúdio Universal na China em todos os tempos – atrás apenas de “Velozes e Furiosos 8”. Só na China, o lançamento faturou US$ 135,6 milhões neste fim de semana, tornando-se o primeiro título americano a superar a marca de US$ 100 milhões de ingressos vendidos no país desde “Vingadores: Ultimato”, há mais de dois anos. Somando ainda as bilheterias da Coreia do Sul, Rússia e demais países, o total chega a US$ 162,4 milhões de arrecadação no mercado internacional. O desempenho assegurou ao longa a condição de maior estreia internacional de uma produção de Hollywood na era da pandemia. “Isso nos mostra que o público está disposto a voltar quando o filme certo estiver disponível”, disse Veronika Kwan Vandenberg, presidente de distribuição internacional da Universal, em comunicado. Para completar, o faturamento ainda ajudou a franquia de nove filmes a superar a soma de US$ 6 bilhões em vendas globais de ingressos de todos os seus títulos. Os bons resultados reforçam o acerto da decisão da Universal de não realizar um lançamento mundial simultâneo, como costumava ser regra para os filmes da saga estrelada por Vin Diesel. A estreia vai acontecer de forma escalonada, abrindo primeiro nos mercados que já superaram as restrições sanitárias da pandemia. Por conta disso, o filme só vai chegar nos EUA daqui a um mês – em 25 de junho. No Brasil, onde a crise da covid-19 ainda é grave – merecendo até CPI – , o lançamento demorará ainda mais, chegando apenas em dois meses – em 22 de julho. A continuação da franquia reúne o elenco original e ainda introduz um novo personagem: o irmão (que nunca tinha sido mencionado!) de Dominic Toretto (Vin Diesel). Interpretado por John Cena (“Bumblebee”), ele forma uma aliança com a vilã do capítulo passado, Cypher (Charlize Theron), para se tornar o novo inimigo a ser vencido por Dom, Letty (Michelle Rodriguez), Mia (Jordana Brewster, ausente do filme anterior), Tej (Ludacris), Roman (Tyrese Gibson) e a “novata” Ramsey (Nathalie Emmanuel). O filme também vai trazer de volta um personagem importante do grupo tido como morto: Han (Sun Kang), supostamente assassinado por Deckard Shaw (Jason Satham) no final de “Velozes e Furiosos 6”. Além dele, quem também retorna é Magdalene Shaw, a mãe do (ausente) Shaw, numa participação que finalmente permite à atriz Helen Mirren satisfazer seu desejo de dirigir um dos carros velozes da trama. Mas o retorno mais importante acontece atrás das câmeras. O diretor Justin Lin, que dirigiu quatro filmes da marca bem-sucedida – “Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio” (2006), “Velozes e Furiosos 4” (2009), “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” (2011) e “Velozes e Furiosos 6” (2013) – , volta a assumir a condução do espetáculo de destruição de carros e feitos impossíveis que caracterizam a saga.

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  • Música

    BTS bate recorde de visualizações do YouTube em 24 horas

    22 de maio de 2021 /

    O clipe de “Butter”, novo lançamento da boy band sul-coreana BTS, bateu o recorde de visualizações do YouTube em 24 horas, que pertencia ao próprio grupo. O trabalho anterior da banda, “Dynamite”, era o antigo campeão e, até então, único clipe a superar 100 milhões de visualizações em um dia no portal de vídeos do Google. Mas “Butter” precisou só de 21 horas para superar os 101,1 milhões do lançamento de agosto passado. Ao final de 24 horas, completou 113 milhões de visualizações. “Butter” já tinha estabelecido outro recorde, como primeiro clipe a atingir 10 milhões de views em uma hora. Prestes a ultrapassar 150 milhões de reproduções, deve quebrar ainda muitos outros recordes do YouTube. Assim como “Dynamite”, “Butter” é cantado em inglês, numa expressão do desejo de dominação global do fenômeno do K-pop. O diretor do novo clipe também é o mesmo do anterior, Choi Yong-seok, que registra uma coreografia cheia de trejeitos para fãs decorarem, incluindo beijinhos na mão. O vídeo ainda chama atenção por destacar ainda mais a diferenciação dos sete membros do BTS por meio de cabelos de cores mais vivas para cada um deles – uma iniciativa dos sonhos do departamento de marketing da gravadora da banda. Some mais um view dando play no clipe abaixo.

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  • Música

    BTS lança novo clipe dançante para quebrar o YouTube

    21 de maio de 2021 /

    Maior fenômeno do K-pop, a boy band BTS lançou um novo clipe, que volta a trazer os artistas sul-coreanos em ritmo de funk oitentista e cantando em inglês, como no mega hit “Dynamite”, que no ano passado quebrou o recorde de vídeo mais visto do YouTube em 24 horas. O clipe de “Butter” já estabeleceu outro recorde: o primeiro a atingir 10 milhões de views em uma hora. E deve quebrar outras marcas nos próximos minutos, podendo fazer História com mais de 100 milhões de visualizações em 24 horas. Sem efeitos, mas com ótima edição, “Butter” se sustenta no carisma dos próprios cantores, que desfilam sua maior egotrip musical, vangloriando-se de ter “brilho de super estrela”, ser “quente como o verão”, “encantador e cool” e “liso como manteiga” (o refrão). A arrogância da letra é apresentada com sorrisos de bebês, detalhe que até combina com o arranjo musical, que evoca o funk branco do Queen em seu sample de baixo, mas também o R&B comercial de Michael Jackson e até o rap sem perigo de MC Hammer. O diretor do novo clipe também é o mesmo do anterior, Choi Yong-seok, que registra uma coreografia cheia de trejeitos para fãs decorarem, incluindo beijinhos na mão. O vídeo ainda chama atenção por destacar ainda mais a diferenciação dos sete membros do BTS por meio de cabelos de cores mais vivas para cada um deles – uma iniciativa dos sonhos do departamento de marketing da gravadora da banda.

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  • Filme

    Bela Vingança, Demons Slayer e Mundo em Caos estreiam nos cinemas

    13 de maio de 2021 /

    A programação de cinema retoma, aos poucos, o ritmo normal com vários lançamentos de apelo e circuitos distintos – amplo e limitado. O grande destaque é a estreia tardia de “Bela Vingança”, último filme do Oscar 2021 a ganhar exibição no país. Vencedor na categoria de Melhor Roteiro Original, o suspense de humor ácido também é um dos filmes mais criativos e inesperados dos últimos tempos. Na trama, a personagem de Carey Mulligan (“Mudbound”) resolve se vingar dos homens, após sua melhor amiga ser estuprada na faculdade, sofrer depressão e se suicidar enquanto sua denúncia era desconsiderada pela instituição. Transformando-se numa justiceira, a protagonista passa a se fingir de vítima fácil para aterrorizar machistas abusados, principalmente os responsáveis pelo destino da amiga. O filme marcou a estreia na direção da atriz (de “The Crown”) e roteirista (de “Killing Eve”) Emerald Fennell, e tem produção da estrela Margot Robbie (“Aves de Rapina”). Fenômeno mundial, “Demon Slayer: Mugen Train – O Filme” chega ao Brasil após se tornar a maior bilheteria do cinema japonês em todos os tempos. A produção também bateu “Mortal Kombat” para liderar as bilheterias dos EUA no fim de semana passado. Baseada em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge desde 2016, “Demon Slayer” também já tinha sido adaptado num anime em 2019, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto na Netflix. Por sinal, o filme é uma continuação direta da 1ª temporada do anime e tem o mesmo diretor da série, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A história acompanha Tanjiro Kamado e sua irmã, Nezuko, que levavam uma vida pacata até serem atacados por demônios. Além de perder todos seus familiares, Tanjiro viu sua irmã ser possuída. Para tentar torná-la humana novamente e impedir que outros passem pelos mesmos transtornos, o menino vira o “demon slayer” (matador de demônios) do título. O circuito amplo ainda inclui o frustrante “Mundo em Caos”, sci-fi cara de Doug Liman (diretor do ótimo “No Limite do Amanhã”), que mesmo juntando Tom Holland (o Homem-Aranha da Marvel) e Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars”) implodiu nas bilheterias e atingiu míseros 23% de aprovação entre a crítica norte-americana. O enredo cheio de furos e ainda assim previsível se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando um vírus infecta aquela civilização, supostamente exterminando as mulheres e fazendo com que os pensamentos de todos os homens possam ser ouvidos sem controle, o caos se instala e abre caminho para um autocrata corrupto (Mads Mikkelsen, de “Rogue One”) tomar o poder. É neste cenário distópico que a astronauta vivida por Daisy Ridley vai parar, após sua nave apresentar problemas. “Mundo em Caos” também é o único lançamento abaixo da crítica da semana. Todos os demais títulos internacionais atingiram mais de 90% no Rotten Tomatoes, inclusive “Mães de Verdade”, da premiada cineasta japonesa Naomi Kawase, e “Um Divã na Tunísia”, da francesa estreante Manele Labidi, que chegam no circuito “de arte”. A lista de estreias ainda se completa com dois documentários brasileiros, “Libelu – Abaixo a Ditadura”, sobre o movimento estudantil dos anos 1970 e 1980, e “Boa Noite”, focado no ex-apresentador do “Jornal Nacional” Cid Moreira. Confira abaixo os trailers de todas as opções.     Bela Vingança | EUA | 2020     Demon Slayer: Mugen Train – O Filme | Japão | 2020     Mundo em Caos | EUA | 2021     Mães de Verdade | Japão | 2020     Um Divã na Tunísia | França, Tunísia | 2019     Libelu – Abaixo a Ditadura | Brasil | 2021     Boa Noite | Brasil | 2019

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  • Etc

    Com oito indicações ao Oscar, Glenn Close desabafa: “Não sou perdedora”

    10 de maio de 2021 /

    Glenn Close não quer mais ser chamada de perdedora. Após “perder” a estatueta de Melhor Atriz no Oscar 2021, a estrela de “Atração Fatal” e do recente “Era uma Vez um Sonho” empatou com o ator Peter O’Toole (o “Lawrence da Arábia”) em quantidade de indicações sem vitória. Foram oito vezes que Glenn Close concorreu ao Oscar apenas para ver outra atriz levar o prêmio. A oitava “derrota” rendeu um artigo recente no jornal Los Angeles Times. Questionada sobre o fato numa entrevista para a agência Associated Press, a atriz de 74 anos desabafou: “Em primeiro lugar, não acho que sou uma perdedora. Quem nessa categoria é um perdedor?” “Você está ali, é uma das cinco pessoas homenageadas pelo trabalho que você fez com seus colegas. O que é melhor do que isso?”, ela continuou. “Honestamente, sinto que a imprensa gosta de ter vencedores e perdedores. E então dizem: ‘Quem usou o pior vestido?’ E, você sabe, ‘quem fez o pior discurso?’ Esqueça. Glenn Close não tem relação com isso”. A atriz Sarah Paulson (“Ratched”) aproveitou o desabafo da colega para reclamar no Twitter. “Eu gostaria que essa discussão acabasse. Ela é brilhante e continua a ter uma carreira extraordinária e invejável. Boa noite para este click bait que leva a lugar nenhum”, escreveu. Embora não tenha um Oscar, Glenn Close já venceu várias premiações, incluindo o Emmy, Globo de Ouro, Tony e o SAG Awards (troféu do Sindicato dos Atores).

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  • Série

    FX renova “Mayans MC” para 4ª temporada

    3 de maio de 2021 /

    O canal pago FX anunciou a renovação de “Mayans MC” para sua 4ª temporada. Os novos episódios do spin-off de “Sons of Anarchy” foram encomendados uma semana antes do final da 3ª temporada do programa, que vai ao ar em 11 de maio nos EUA. A atual temporada foi a primeira gravada sem a participação do produtor-roteirista Kurt Sutter, criador tanto de “Sons of Anarchy” quanto do derivado, que foi demitido pelo canal por conta de “múltiplas denúncias” de comportamento agressivo no set. O produtor reconheceu suas ações em carta aberta ao elenco e produção, descrevendo-se como “um babaca esquentado”. O desenvolvimento do spin-off foi realizado em parceria entre Sutter e Elgin James, que tem uma trajetória de vida semelhante a dos personagens – ele fundou uma gangue em Boston e cumpriu pena na prisão. Sua estreia como cineasta aconteceu com o sensível e elogiado drama indie “Little Birds” (2011), exibido no Festival de Sundance, e ele também escreveu o roteiro de “Lowriders” (2017), drama sobre a cultura latina de carros envenenados. Com o cocriador à frente da produção, o programa permaneceu entre os mais assistidos do FX em sua 3ª temporada. “Elgin James, seus colaboradores criativos, este incrível elenco e equipe entregaram outra temporada épica de Mayans MC”, disse Nick Grad, presidente da programação original da FX Entertainment. “Ao longo de três temporadas, os Mayans contaram histórias que ecoam muito além da fronteira, onde o clube de motociclistas prospera e sobrevive, convidando os fãs para dentro de seu mundo e dando-lhes um lugar à mesa.” O showrunner acrescentou: “Estou profundamente grato a todos na FX e na 20th Century TV por nos permitirem continuar a contar as histórias dos personagens que Kurt e eu criamos e que nosso elenco e equipe levaram a novos patamares na 3ª temporada. Para a 4ª temporada, estamos ansiosos em mergulhar mais fundo nas verdades de cada personagem, explorando o perigo do mundo combustível em que habitam, assim como cada escritor, membro do elenco e equipe, anseia marcar nosso espaço como contadores de histórias. ” A trama da série se passa após os eventos do final de “Sons of Anarchy”, quando os motoqueiro latinos assumiram o controle do tráfico. O protagonista é o jovem EZ Reyes (JD Pardo, da série “Revolution”), cuja vida se dividiu entre um passado promissor e um presente sem rumo, após passar um tempo na prisão. Tentando encontrar sua nova identidade após sair da cadeia, ele se junta os motoqueiros de Santo Padre, responsáveis pelo narcotráfico na fronteira da Califórnia com o México. Além de JD Pardo, o elenco inclui Michael Irby (série “Taken”), Sarah Bolger (“Into the Badlands”), Maurice Compte (“Power”), Clayton Cardenas (“American Crime”), Antonio Jaramillo (“Shades of Blue”), Raoul Max Trujillo (“Sicario: Terra de Ninguém”), Edward James Olmos (“Battlestar Galactica”) e Emilio Rivera, que retoma o papel de Marcus Alvarez, o líder dos Mayans de Oakland em “Sons of Anarchy”.

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  • Filme

    “Demon Slayer” surpreende e vence “Mortal Kombat” nos EUA

    2 de maio de 2021 /

    O anime “Demon Slayer: Mugen Train” confirmou que é mesmo um fenômeno ao ultrapassar “Mortal Kombat” nos Estados Unidos e Canadá neste final de semana. Filme de maior bilheteria do Japão em todos os tempos, o desenho animado faturou US$ 6,4 milhões entre sexta e domingo (2/5), enquanto “Mortal Kombat” fez US$ 6,2 milhões. Os dois estrearam no fim de semana passado em posições invertidas. Eles também tiveram uma queda de arrecadação similar, de cerca de 70% em relação às suas bilheterias iniciais. Numa época “normal”, esta queda poderia ser interpretada como uma catástrofe financeira, mas durante a pandemia não é tão terrível. Afinal, a reabertura do mercado norte-americano está acontecendo em ritmo lento. Apenas 57% dos cinemas estão em funcionamento. Exibido em 1,9 mil salas, “Demon Slayer” já soma impressionantes US$ 34,1 milhões na América do Norte até o momento. Com isso, ultrapassou “Dragon Ball: Super Broly” (US$ 30 milhões) para se tornar o terceiro maior sucesso de anime lançado nos cinemas dos EUA. No exterior, o filme coleciona recordes. Ele se tornou o campeão japonês ao faturar US$ 368 milhões e virou o anime de maior bilheteria da História ao ultrapassar US$ 423 milhões em todo o mundo. Já “Mortal Kombat” atingiu US$ 34 milhões na América do Norte em duas semanas, apesar de a Warner ter lançado a adaptação do videogame simultaneamente em streaming na HBO Max. No mundo inteiro, o filme soma US$ 66 milhões em vendas de ingressos, mas ainda não estreou em vários países, inclusive no Brasil, onde o lançamento está marcado para 20 de maio. O 3º lugar norte-americano ficou com “Godzilla vs. Kong”, outra produção da Warner Bros., que adicionou mais US$ 2,7 milhões a seu faturamento, chegando a US$ 90 milhões no mercado doméstico. Sucesso global, o filme já arrecadou US$ 415 milhões em todo o mundo. O Top 5 ainda inclui a estreia do terror “Separation” (US$ 1,8 milhão), que foi destruído pela crítica (11% no Rotten Tomatoes), e o thriller “Anônimo” (US$ 1,2 milhões) em sua 6ª semana em cartaz. Estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”), “Anônimo” já fez US$ 23 milhões no mercado interno e chega ao Brasil em 27 de maio.

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  • Etc,  TV

    Oscar tem pior audiência de todos os tempos

    26 de abril de 2021 /

    A exibição do Oscar 2021 teve a pior audiência da premiação em todos os tempos. Com discursos mais longos que o habitual, a transmissão da cerimônia pela rede ABC nos EUA resultou numa audiência ao vivo de 9,85 milhões de espectadores e uma classificação desanimadora de 1,9 entre o público alvo dos anunciantes (entre 18 e 49 anos). Trata-se de um recorde negativo com uma margem enorme, uma queda de cerca de 58% em relação ano anterior do Oscar, que já era a pior audiência da premiação. Em termos do público alvo, o precipício foi ainda maior, desabando 64,2% na comparação à classificação do Oscar 2020. Os dados são preliminares, mas não devem ser muito diferentes dos resultados oficiais, que serão conhecidos na terça (27/4). Entretanto, os números devem subir quando receberem acréscimos das plataformas digitais. Este ano, a transmissão de mais três horas de duração também foi disponibilizada pela plataforma Hulu, ABC.com, YouTube, o aplicativo da ABC e por mais um punhado de outras opções. Tantas alternativas inevitavelmente diluíram os números, afetando a sintonia televisiva.

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  • Filme

    Mortal Kombat vence luta pelas bilheterias dos EUA

    25 de abril de 2021 /

    “Mortal Kombat” saiu-se vencedor da disputa pela liderança das bilheterias da América do Norte. E foi mesmo uma luta. Pela primeira vez desde o começo da pandemia, dois filmes travaram uma competição pela venda de ingressos, resultando na maior arrecadação total de fim de semana em mais de um ano nos EUA e no Canadá. A adaptação do videogame faturou US$ 22,5 milhões em 3.073 cinemas, a segunda maior estreia da pandemia, perdendo apenas para “Godzilla vs. Kong” (US$ 31 milhões em março). Vale lembrar que ambos são produções da Warner Bros. e tiveram lançamentos simultâneos em streaming para assinantes da HBO Max, o que torna seus desempenhos ainda mais impressionantes. Em comunicado, Jeff Goldstein, presidente da distribuição doméstica da Warner Bros., exaltou a performance de “Mortal Kombat”: “Este fim de semana foi uma verdadeira vitória para a indústria”. De fato, o sucesso de “Mortal Kombat” foi acompanhado de perto por “Demond Slayer: Mugen Train”, animação japonesa baseada numa série anime popular, que atingiu US$ 19,5 milhões. Somando os outros filmes em cartaz, as bilheterias tiveram uma receita estimada em US$ 54,2 milhões entre todos os cinemas norte-americanos abertos entre sexta e este domingo (25/4), assinalando o começo de um retorno à normalidade para um mercado extremamente afetado pela epidemia de coronavírus. O Top 5 contou com “Godzilla vs. Kong” (US$ 4,2 milhões), “Anônimo” (US$ 1,8 milhão) e “Raya e o Último Dragão” (US$ 1,6 milhão). Destes três, penas “Anônimo” é inédito no Brasil. O filme de ação estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) tem estreia nacional marcada para 13 de maio. O êxito de “Demond Slayer” ainda ampliou o histórico recordista da produção. Lançado em seu país de origem no final do ano passado, o filme chegou aos EUA com a fama de fenômeno, após se consagrar como a maior bilheteria do cinema japonês em todos os tempos, e ainda recebeu elogios rasgados da imprensa especializada. Na disputa da preferência crítica, “Demond Slayer” venceu com folga, com impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, quase o dobro da boa vontade despertada por “Mortal Kombat”, considerado medíocre com seus 55%. Graças ao desempenho norte-americano, a animação japonesa ultrapassou a marca de US$ 440 milhões de bilheteria mundial. Enquanto isso, “Mortal Kombat” chegou a US$ 50 milhões em todo o mundo em seu primeiro fim de semana em cartaz. O filme japonês não tem previsão de lançamento nacional, mas a série em que se baseia pode ser encontrada na Netflix. Já a adaptação do videogame só vai chegar nos cinemas brasileiros em 20 de maio.

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  • Filme

    “Godzilla vs Kong” bate recorde de bilheteria mundial da pandemia

    18 de abril de 2021 /

    A bilheteria gigante de “Godzilla vs Kong” continua aumentando sua arrecadação e, neste fim de semana, bateu o recorde mundial de “Tenet” como filme de maior bilheteria do período da pandemia de covid-19. Com a soma global do fim de semana, a superprodução de monstros da Warner e da Legendary atingiu US$ 390 milhões, abrindo larga vantagem sobre os US$ 363 milhões do filme dirigido por Christopher Nolan. A produção já era, desde 9 de abril, o filme de maior bilheteria da América do Norte durante a fase crítica do coronavírus – ou seja, desde março do ano passado. Ao adicionar mais US$ 7,7 milhões entre sexta e este domingo (18/4), aumentou sua arrecadação norte-americana para US$ 80,5 milhões. Tudo indica que “Godzilla vs Kong” será o primeiro lançamento a ultrapassar US$ 100 milhões nos Estados Unidos e Canadá desde o início da pandemia. A seu favor no circuito cinematográfico pesou a vantagem de ter sido o primeiro filme a estrear após a reabertura dos cinemas de Nova York e Los Angeles, ainda que em eles estejam operando em capacidade reduzida. Por outro lado, “Godzilla vs. Kong” também deixou de vender ingressos por ter sido lançado simultaneamente na HBO Max para assinantes, o que significa que as pessoas que pagam pelo serviço de streaming podem assisti-lo em casa sem nenhum custo extra. A WarnerMedia sugeriu que o filme é um sucesso em streaming, mas, ao contrário dos números das bilheterias, não ofereceu dados para mensurar seu desempenho. O que pode ser mensurado é que na China, onde só está em cartaz nos cinemas, “Godzilla vs Kong” arrecadou US$ 177 milhões até o momento – a maior bilheteria de qualquer título do Monstroverso da Legendary e mais que o dobro do que o filme arrecadou nos EUA e Canadá. Após a América do Norte, o terceiro mercado em que o longa mais faturou foi a Austrália com US$ 19,1 milhões, com o México (US$ 17,3 milhões) e Taiwan (US$ 12,1 milhões) completando o Top 5. Igualmente digno de nota, “Anônimo”, um thriller de ação da Universal estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”), ficou em 2ª lugar no ranking norte-americano com US$ 2,5 milhões, elevando sua arrecadação para US$ 19 milhões nos Estados Unidos e US$ 34 milhões globalmente em quatro semanas. Esta arrecadação razoável foi obtida apesar de um acordo entre a Universal e várias redes de cinema, incluindo AMC e Cinemark, que permitiu o lançamento do filme para locação online sob demanda neste fim de semana.

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    Godzilla vs. Kong supera US$ 350 milhões mundiais

    11 de abril de 2021 /

    “Godzilla vs. Kong” segue fazendo estrago nas bilheterias mundiais. A luta dos monstros gigantes ultrapassou neste fim de semana os US$ 350 milhões de bilheteria global. O desempenho de apenas duas semanas tornou o filme da Warner Bros. e da Legendary Pictures o primeiro blockbuster verdadeiro da era da pandemia. “Tenet” ainda está na frente na arrecadação global, mas os US$ 363 milhões do filme dirigido por Christopher Nolan devem ser superados pelos monstros gigantes antes do próximo fim de semana. A produção já tinha virado, desde sexta-feira (9/4), o filme de maior bilheteria da América do Norte durante o período do coronavírus – ou seja, desde março do ano passado. “Tenet”, que é outra produção da Warner, terminou sua exibição nos cinemas norte-americanos com US$ 58,4 milhões. Nos últimos três dias, “Godzilla vs. Kong” somou mais US$ 13,4 milhões no mercado doméstico, atingindo US$ 69,5 milhões nos EUA – no momento em que a maior parte dos cinemas do Canadá se encontra fechada. Mas é a China que responde pela maior parte do faturamento mundial, com US$ 165,4 milhões. Outros mercados importantes incluem Austrália (US$ 16 milhões), México (US$ 15,8 milhões), Taiwan (US$ 11,7 milhões) e Rússia (US$ 11,1 milhões). Ao todo, “Godzilla vs. Kong” já soma US$ 357,8 milhões no mundo todo e o montante ainda vai crescer muito. O sucesso impressiona porque os cinemas não estão enfrentando apenas as restrições da pandemia. A venda de ingressos também concorre com a forte campanha da HBO Max, que disponibilizou a produção para seus assinantes simultaneamente ao lançamento nas telas. Sem divulgar números, a WarnerMedia também tem comemorado o aumento de receitas com novas assinaturas do serviço. “Estamos entusiasmados com o fato de ‘Godzilla vs. Kong’ estar trazendo o público de volta aos cinemas, onde é exibido em todo o mundo e também para nossos assinantes do HBO Max em suas casas aqui nos Estados Unidos”, disse Toby Emmerich, presidente da Warner Bros. Pictures Group. “É realmente um prazer para todos nós da Warner Bros. e HBO Max podermos agradecer e parabenizar Adam, Legendary e toda a equipe ‘GvK’ pelos excelentes resultados deste filme incrível.” O filme dirigido por Adam Wingard (“Você é o Próximo”) está atualmente sendo exibido em cerca de 40 mercados, mas ainda não estreou no Brasil, em parte da Europa e no Japão, terra natal de Godzilla. A estreia nacional está marcada para 29 de abril, exclusivamente nos cinemas.

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  • Filme

    “Godzilla vs. Kong” vira maior bilheteria da pandemia nos EUA

    10 de abril de 2021 /

    “Godzilla vs. Kong” atingiu uma marca importante na sexta-feira (9/4), ao se tornar o filme de maior bilheteria da América do Norte durante o período da pandemia de coronavírus – ou seja, desde março do ano passado. Na data em que completou dez dias em cartaz, o longa coproduzido pela Warner e a Legendary Pictures chegou aos US$ 60 milhões de faturamento nos EUA e Canadá. Com isso, superou o antigo recordista da era da covid-19, “Tenet”, outra produção da Warner, que terminou sua exibição nos cinemas norte-americanos com US$ 58,4 milhões. “Tenet” ainda está na frente de “Godzilla vs. Kong” no desempenho global, mas os US$ 363 milhões do filme dirigido por Christopher Nolan devem ser superados pelos monstros gigantes na próxima semana. O duelos dos titãs teve a vantagem de ser o primeiro filme a estrear depois que os cinemas de Nova York e Los Angeles reabriam – ainda que com capacidade reduzida – , após um ano inteiro fechados. A expectativa é que “Godzilla vs. Kong” seja o primeiro filme a atingir US$ 100 milhões no mercado interno desde “Sonic – O Filme” (US$ 148 milhões), lançado em fevereiro de 2020. O mais interessante neste desempenho é que o filme também está disponível (sem cobrança extra) na HBO Max.

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  • Série

    Bridgerton anuncia novidades no elenco da 2ª temporada

    5 de abril de 2021 /

    A Netflix reforçou o elenco da 2ª temporada de “Bridgerton”, que não contará com a volta de Regé-Jean Page, o Duque de Hastings. Em post nas redes sociais, a plataforma anunciou a adição de quatro novos atores na produção de Shonda Rhimes: Charithra Chandran (“Alex Rider”), Shelley Conn (“A Fantástica Fábrica de Chocolates”), Calam Lynch (“Dunkirk”) e Rupert Young (“As Aventuras de Merlin”). Chandran vai interpretar Edwina Sharma, a irmã mais nova da protagonista romântica da 2ª temporada, Kate (que será vivida por Simone Ashley, de “Sex Education”). Segundo a descrição, mesmo sendo jovem e ingênua, Edwina sabe bem o que quer da vida: um casamento por amor. Conn será Mary Sharma, a mãe de Edwina e Kate. Envolvida em um escândalo décadas atrás, ela passou anos fora da Inglaterra, mas, ao retornar com as filhas, teme passar novamente pelo julgamento da nobreza britânica. Lynch viverá Theo Sharpe, humilde funcionário de uma editora que está envolvido em causas sociais, e Young será Jack, um personagem misterioso que não está nos livros de “Bridgerton” e foi criado especialmente para a série. Atualmente em produção, a 2ª temporada de “Bridgerton” ainda não tem previsão de estreia. Bridgerton has added four actors to Season 2: Charithra Chandran will play Edwina Sharma, Kate’s younger sister and Shelley Conn will play Mary Sharma, Kate’s mother. Also say hello to Calam Lynch who will play Theo Sharpe and Rupert Young who will play Jack. pic.twitter.com/yVvgHYJ2AF — Netflix (@netflix) April 5, 2021

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